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Paris Saint-Germain FC 1-2 Manchester City FC: “Citizens” fizeram-se Reis no Parque dos Príncipes

A CRÓNICA: ERROS DEFENSIVOS E APATIA DO PARIS SAINT-GERMAIN FC DITAM RESULTADO

A noite caía em Paris e o Parque dos Príncipes vestia-se a rigor (ainda que sem adeptos) para receber os primeiros 90 minutos da decisão que levará Paris Saint-Germain FC ou Manchester City FC à final da Liga dos Campeões.

Meias-finais e Marquinhos não rima, mas parece. Um ano depois de marcar no Estádio da Luz, subiu às alturas e, ao primeiro poste, colocou o Paris Saint-Germain FC em vantagem no marcador, à passagem do primeiro quarto de hora. Os 15 minutos inicias até tinham sido calmos, com as duas equipas a respeitarem-se mutuamente.

Emocionalmente instável e muito pouco à vontade no primeiro tempo, o Manchester City FC nunca conseguiu espelhar o futebol que já se viu esta temporada. Até então inofensivos, os Citizens apareceram no jogo ainda antes do final da primeira parte. Keylor Navas quase deitou tudo a perder, numa jogada que podia ter sido bem mais danosa para os parisienses.

O PSG usava e abusava da criatividade e velocidade de execução dos seus elementos mais avançados. Neymar, Di María e Verratti juntavam-se a Mbappé e faziam o que bem entendiam da defesa contrária. Brincavam, autenticamente.

A segunda parte trouxe um Manchester City FC renovado e de cara lavada e muito pouco disposto para ‘brincadeiras’. Pep Guardiola, sem mexer na equipa, mexeu as peças, e foi suficiente para alterar o rumo dos acontecimentos.

Kevin de Bruyne queria cruzar para golo, mas marcou. Erro de leitura de Keylor Navas e o belga acabou por empatar a partida, quase sem querer. Pouco depois, e como que num ápice, novo golo. Riyad Mahrez bateu um livre de forma exímia e aproveitou o abrir da barreira para consumar a reviravolta. Até final, Idrissa Gana Gueye foi expulso após uma entrada verdadeiramente assassina sobre Gündoğan.

O jogo terminou com 1-2 no marcador e os ingleses partem em vantagem para a segunda mão. Depois de uma primeira parte desastrosa e desinspirada, os segundos 45 minutos foram completamente antagónicos e a reviravolta acaba por assentar como uma luva aos Citizens e, principalmente, a Pep Guardiola.

 

A FIGURA

Pep Guardiola – A primeira parte foi dominada pelo Paris Saint-Germain FC e Pep foi para o balneário a saber disso. Os Citizens entraram na segunda parte completamente renovados. A surpresa? Pep Guardiola não trocou as “peças do puzzle”, mas mexeu-as. E isso foi suficiente. Foden e Kevin de Bruyne começaram a mostrar serviço e a diferença foi abismal. Controlo total e só deu Manchester City FC. Reviravolta no marcador e vantagem para a segunda mão. A final da “Liga Milionária” está aí “ao virar da esquina”.

O FORA DE JOGO

Displicência do Paris Saint-Germain FC – O conjunto parisiense até entrou bem no jogo e a primeira parte prometia novo “show” das coqueluches da companhia. A verdade é que a segunda parte foi um completo contraste da primeira e a equipa orientada por Pochettino acabou por sair derrotada. Erros de Keylor Navas e, mais tarde, da barreira, aquando da cobrança de um livre, ditaram aquela que terá sido uma derrota bastante desmoralizante para os vice-campeões europeus.

 

ANÁLISE TÁTICA – PARIS SAINT-GERMAIN FC

Mauricio Pochettino apostou no esquema que costuma trazer a melhor versão dos parisienses, o habitual 4-2-3-1. A defender, o Paris Saint-Germain FC organizou-se, ocasionalmente, em 4-4-2.

Os centrais Kimpembe e Marquinhos na construção tinham a companhia de Leandro Paredes, que baixava para organizar jogo. Quando a bola rodava, Paredes subia e juntava-se a Idrissa Gana Guye, o outro médio mais recuado. Florenzi foi, sem surpresa, titular e Mitchel Bakker jogou pela esquerda. Mais defensivo e menos incisivo na frente para camuflar as menores tarefas defensivas de Neymar, claramente balanceado para a frente.

E era na frente onde residia a maior parte do talento parisiense. Neymar jogava, no papel, pela esquerda, e Verrati posicionava-se ao meio. Di María ficaria encarregue da ala direita. Mas como o papel e a teoria não jogam, a verdade é que estes três jogadores andaram sempre bastante juntos e em espaços curtos, ficava muito difícil de lhes tirar a bola. Mesmo com pressão contrária pareciam não ter qualquer tipo de dificuldade em avançar no terreno. A estes três ainda se juntava Kylian Mbappé, destinado a tarefas mais ofensivas, tal como Neymar. Quem não gosta de ver esta frente de ataque a jogar, certamente não gostará de futebol, que tratado!

Em alguns momentos defensivos, Marco Verratti e Ángel Di María costumavam recuar e formar uma linha de quatro médios, passando a equipa a apresentar um 4-4-2.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Keylor Navas (4)

Alessandro Florenzi (6)

Marquinhos (7)

Presnel Kimpembe (6)

Mitchel Bakker (5)

Idrissa Gueye (4)

Leandro Paredes (7)

Marco Verratti (6)

Neymar (7)

Ángel Di María (7)

Kylian Mbappé (6)

SUBS UTILIZADOS

Danilo (6)

Ander Herrera (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

Pep Guardiola apresenta uma disposição tática muito à sua imagem: diferenciada. O 4-3-3 visto esta noite, certamente poderia ter outros números, que também estariam certos.

A aposta por uma linha de ataque sem qualquer avançado de referência não é novidade, mas tem sempre algo de misterioso e surpreendente para nos mostrar. Por exemplo, quem jogaria como elemento mais avançado pelo meio, caso houvesse algum.

Os primeiros minutos de jogo até trouxeram um Manchester City a pegar no jogo, mas o tempo passou e os homens da casa assumiram o controlo. No meio-campo surgiam sempre dois médios muito próximos, Gündoğan e Rodri. A aposta em jogadores móveis a aparecer em zona de finalização, trouxe Kevin de Bruyne e Bernardo Silva para o meio, que funcionavam como falsos-nove. Mahrez e Foden eram os extremos e praticamente não se viram durante toda a primeira parte.

Na entrada para o segundo tempo, Phil Foden deixou a ala e passou para o meio, onde Pep Guardiola pretendia que a bola entrasse com outra qualidade. Kevin de Bruyne foi libertado e João Cancelo ganhou outra liberdade para subir pela ala, ao contrário da timidez que revelou nos primeiros 45 minutos.

E se a primeira parte tinha sido apagada para Foden e Kevin de Bruyne, a segunda foi de outra dimensão. Estratosféricos, dominaram o jogo a seu belo prazer e consumaram uma reviravolta que certamente terá deixado o treinador agradado.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ederson (6)

Kyle Walker (5)

John Stones (6)

Rúben Dias (7)

João Cancelo (5)

Rodri (6)

Ilkay Gündoğan (6)

Riyad Mahrez (7)

Kevin de Bruyne (8)

Phil Foden (8)

Bernardo Silva (6)

SUBS UTILIZADOS

Oleksandr Zinchenko (6)

Os 5 jogadores portugueses com mais jogos nas competições europeias

As equipas portuguesas estão sempre presentes nas competições da UEFA, tanto que Portugal se encontra no sexto lugar do ranking. Mas não é só nos clubes portugueses que os jogadores nacionais somam minutos nas competições europeias, e prova disso é o número um do top que por um clube português só jogou dois jogos nas competições da UEFA.

Portugal apesar de ser um país demograficamente e territorialmente pequeno, no Futebol é um país gigante e sempre com representatividade nas competições europeias. E não só de Cristiano Ronaldo vive o nosso país, e exemplo disso são os grandes números apresentados pelos outros jogadores da lista.

Contando com todas as competições da UEFA, incluindo competições europeias de clubes e de Seleções dos diferentes escalões, esta lista apresenta os cinco jogadores portugueses com mais jogos nestas competições.

Andrija Radulovic | Prodígio sérvio a caminho da Luz?

Andrija Radulovic está a ser apontado ao SL Benfica desde há umas semanas e prevê-se um mercado de Verão bastante movimentado para o prodígio da Sérvia. Radulovic tem apenas 18 anos, joga no Estrela Vermelha e é uma das maiores promessas do país dos Balcãs.

Apesar de não ser uma primeira opção no plantel sénior do campeão sérvio, o extremo tem vindo a destacar-se na equipa sub-19, mas foi na Taça da Sérvia que fez um golo e uma assistência esta época, além dos três minutos disputados na Liga Europa.

Esta jovem promessa atua preferencialmente no lado direito, onde flete muito para o corredor central e investe no drible e na progressão com bola. No entanto, o jogador também pode jogar do lado esquerdo do ataque numa função de extremo onde progride mais junto à linha e cruza para um jogador na zona central.

Radulovic tem vindo a ser apontado a outros grandes clubes da Europa como Valência CF, FC Schalke 04, FC Inter de Milão, Tottenham Hotspur FC, FC Barcelona e Manchester City FC, sendo este último um dos favoritos a ganhar a “corrida” na contratação do extremo.

O jogador está avaliado em 1,30 milhões de euros pelo Transfermarkt, mas o Estrela Vermelha pede cerca de cinco milhões pelo passe da nova promessa europeia. Contudo, os clubes interessados em Radulovic irão ter em conta que o seu contrato expira em junho de 2022 e isso poderá dificultar a vida ao emblema de Belgrado nas negociações.

AFC Kairat 6-2 SL Benfica (AP): São erros que se pagam caro

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A CRÓNICA: O PROLONGAMENTO EFICAZ POR PARTE DOS CAZAQUES

Era por território croata que a primeira equipa portuguesa entrava em ação. O SL Benfica defrontava, pela segunda vez consecutiva na competição, o AFC Kairat. Digamos que os cazaques deviam ter pesadelos quando aparecia a bandeira portuguesa, visto que a última vez que os encarnados jogaram contra esta formação e também porque o Sporting CP acabou por ser campeão europeu em Almaty. Jogo complicado, muito dividido e que confirmámos ao ver os primeiros minutos.

Apesar de muitas oportunidades, os golos só apareceram a faltar menos de cinco minutos para o final. Primeiro, foi Gadeia a receber o ouro do bandido e impor a “injustiça” no marcador. Contudo, a recuperação do brasileiro foi fundamental para Fernandinho progredir e oferecê-la novamente ao número 13 para este marcar.

De imediato, houve resposta encarnada. Uma boa jogada coletiva de Henmi, Jacaré e Afonso Jesus a mostrar que o Benfica estava vivo no jogo e também a demonstrar que Joel Rocha devia aproveitar mais a utilização de um pivô de costas para a baliza. Uma primeira parte intensa (até em faltas) que foi para o intervalo com empate a um.

Mantinha-se tudo igual à primeira parte. É certo que o Kairat tinha entrado melhor, mas foi mais um erro defensivo encarnado (este também podia ser considerado ofensivo), agora de Fábio Cecílio, que deu nova prenda ao Kairat. Edson muito bem a recuperar a bola em zona proibida e havia nova vantagem injusta para os cazaques. A vantagem parecia um mar de rosas e o grande problema é que Higuita teve uma “paragem”, como se diz de forma informal, e recebeu um vermelho direto por agressão a Chishkala.

O SL Benfica ficava em vantagem durante dois minutos e o máximo que conseguiu produzir desta situação de vantagem foi: uma bola ao poste de Tayebi e uma jogada perigosa de Tiago Brito. Mas este último estava predestinado a, pelo menos, empatar e se a bola caía nos pés do português mais uma vez iria haver golo. Dito e certo. Empate a dois. Henmi teve nos pés, a menos dois minutos do fim, de fechar esta eliminatória, mas a bola não quis entrar. O poste e depois um jogador do Kairat não permitiu que tal acontecesse.

A eficácia é algo que não é apenas só sorte e o Kairat foi à procura dela e de conseguir ficar em vantagem no prolongamento. A 25 segundos do final da primeira parte, Tursagulov rematou e Roncaglio ficou muito mal na fotografia (3-2). Depois do terceiro golo sofrido pelo SL Benfica, tudo descambou. Arthur fez a sexta falta e Gadeia não desperdiçou. Fernandinho e Orasov acabaram por marcar após dois contra-ataques (6-2).

A caminhada do SL Benfica na UEFA Futsal Champions League termina de forma abrupta e depois de um jogo interessante. Porém, todos os minutos contam e a segunda parte do prolongamento foi lastimável juntamente com a tentativa de cinco para quatro – que tem sido muito mal trabalhado sempre. O AFC Kairat passa à próxima fase e espera adversário do confronto entre FC Barcelona e KMN Dobovec

 

A FIGURA

 

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Gadeia – Dois golos e foi muito importante, principalmente na primeira parte. Foi um grande reforço vindo do Inter Movistar FS e, agora, continua num nível altíssimo para tentar cumprir o sonho do AFC Kairat de conseguir vencer de novo um troféu europeu. É um jogador de qualidade mundial e deixou toda a sua experiência em campo para ajudar nesta vitória frente ao SL Benfica.

O FORA DE JOGO

Higuita – Podia até estar a fazer uma boa exibição com as suas defesas, mas uma situação destas não pode ficar impune – e não ficou. Uma agressão desnecessária por parte do guarda-redes naturalizado cazaque e que podia ter tido consequências bem piores para o seu colega de profissão. Já tinha acontecido uma situação semelhante na primeira parte e com a experiência que tem não devia acontecer.

 

ANÁLISE TÁTICA – AFC KAIRAT

Os cazaques, liderados por Kaká, apostaram numa defesa em losango a dez/doze metros, O grande objetivo do Kairat era defender à zona e sem grande pressão no meio-campo adversário e, desta forma, conseguir cobrir uma área maior. A nível ofensivo tentava sair em ataque rápido ou aproveitar as falhas de construção do Benfica, principalmente as saídas mais subidas de Roncaglio. Os cazaques estavam com grande dificuldade em construir jogo e só se consolidavam no lado encarnado através de livres ou da subida de Higuita, que estava a ser muito bem condicionada.

A segunda parte mostrou um Kairat muito mais pragmático na altura de sair a jogar, lançando muito mais para o pivô ou o ala mais subido. A pressão era muito mais alta e obrigavam os encarnados a falhar mais – com grande sucesso. Um prolongamento onde foi muito mais eficaz, visto que baixou as linhas e aproveitava todos os erros que os encarnados acabaram por fazer.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Higuita (1)

Gadeia (8)

Douglas Junior (6)

Orazov (6)

Fernandinho (4)

SUBS UTILIZADOS

Serikov (7)

Humberto (5)

Nurgozhin (5)

Edson (6)

Rangel (5)

Akbalikov (5)

Yesenamanov (5)

Diego Favero (5)

Tursagulov (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Os encarnados apostaram no início do jogo num 4-0 sem pivô, onde havia três jogadores desse cinco inicial a passar por esta zona que é habitualmente de Jacaré ou Fits. Só com as trocas de equipa é que os dois últimos nomes referidos tiveram oportunidade de desequilibrar e muito mais o número 18 encarnado. A defesa do SL Benfica vinha a estar com grande qualidade sem deixar que Higuita saísse a jogar e também com uma pressão alta e individual que não deixava, na maioria das vezes, os cazaques instalarem-se no meio-campo contrário.

Apesar de o Benfica rematar mais, a opção de Joel Rocha de insistir em 4-0 em jogos com este tipo de intensidade não resultam e não tem resultado, a não ser remates exteriores que normalmente tinham a defesa de Higuita como certo.

A segunda parte trouxe mais dificuldades em conseguir construir de uma forma mais calma como tinha feito na primeira. A defesa do Kairat pouco ajudava o Benfica a conseguir criar perigo. Os erros defensivos forçados, e por vezes não forçados, acabaram muito se tornar uma constante muito pela tentativa de jogar um para um ou de construir sem cobertura de um jogador na posição de fixo. Já no prolongamento a tentativa de cinco para quatro foi completamente falhada, algo que já vem sendo caraterística habitual na equipa de Joel Rocha.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diego Roncaglio (6)

Afonso Jesus (6)

Robinho (6)

Ivan Chishkala (6)

Tayebi (5)

SUBS UTILIZADOS

Silvestre Ferreira (5)

Fábio Cecílio (4)

Tiago Brito (6)

Arthur (4)

Rafael Henmi (4)

Nilson (-)

Jacaré (5)

Fits (4)

Campeonato avança para a fase decisiva | Futsal

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A fase regular chegou ao fim e consigo trouxe uma jornada final repleta de emoções, onde a luta pelos lugares do play-off e pela manutenção apenas ficaram fechadas no derradeiro encontro.

Mas vamos por partes, no que diz respeito à luta pelo primeiro e segundo lugares não ocorreu nenhuma mudança. Ambas ganharam o seu respetivo jogo (Elétrico FC 1-2 Sporting CP e SL Benfica 4-2 SC Braga) logo os leões seguem para a fase final na liderança e irão encontrar o oitavo classificado nos quartos-de-final desta fase final de apuramento do campeão.

Na luta pelo último lugar do pódio, estavam a AD Fundão e os Leões de Porto Salvo, partindo a equipa beirã para a jornada final com vantagem e sabendo que só de dependia de si para alcançar o terceiro posto final. Ora, não só o emblema fundanense conseguiu o objetivo e fez a sua parte, como ainda viu a sua vantagem na tabela classificativa final aumentar, fruto da derrota do seu rival direto, alcançando quatro pontos de vantagem e seguindo seguro para a fase final.

A luta pelos lugares entre o quinto e o oitavo lugares foi o grande animador desta última jornada, onde as quatro equipas já tinham o seu lugar entre as melhores equipas garantido, mas o alinhamento final estava longe de estar decidido, com as formações tentavam a todo o custo evitar principalmente o sétimo e oitavo lugares, que ditariam encontros contra as duas equipas mais fortes, o SL Benfica e o Sporting CP.

O MODICUS apenas precisava de ganhar o seu jogo, na Aldeia do futsal, contra o CCRD Burinhosa, a fazer a despedida da primeira divisão, infelizmente, pois a equipa do concelho de Alcobaça é uma equipa que faz muita falta ao escalão de Elite nacional, na minha modesta opinião. A equipa de Sandim fez a sua parte, ganhando por 1-8 e conseguiu garantir o quinto lugar.

O sexto classificado à entrada para este jogo era o SC Braga/AAUM, que, no entanto, teria uma deslocação dificílima ao pavilhão da Luz, podendo ser ultrapassado tanto pelo Viseu 2001 como pelo SC Portimonense, que lutavam respetivamente contra Dínamo Sanjoanense e Fundão. Desta luta saiu por cima o emblema Viseense, que empatou em casa e beneficiou das derrotas dos seus adversários diretos para garantir o sexto posto. O SC Braga ficou em sétimo e o Portimonense ficou com o oitavo.

5 Candidatos ao prémio de MVP | NBA

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Numa altura em que são queimados os últimos fósforos da temporada regular da NBA, as discussões sobre os prémios da temporada regular ganham outro ritmo. Apesar de, desde o início, se darem alguns palpites, as exibições, quer boas, quer más, retiram ou adicionam possíveis candidatos.

Com cerca de 10 jogos para todas as equipas realizarem as 72 partidas a que se propõem, fica mais difícil errar. As opiniões dividem-se, mas é comum a forma como se referem ao quão atípica foi esta época. Com muitas lesões de jogadores candidatos a MVP, a lista foi oscilando um pouco mais do que era comum em alguns anos.

Apesar dos azares, alguns destes nomes aproveitaram e conseguiram sonhar com o troféu individual mais desejado na liga. No final, todos têm algo em comum, que é dar espetáculo e tornar a NBA cada vez mais uma competição apetecível para quem quer assistir ao Desporto no seu esplendor.

Foto de Capa: Denver Nuggets

ATP 250 Estoril Open 2021 #1 | Nuno Borges continua a surpreender

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A primeira ronda da quadra principal do Estoril Open terminou. Neste ano, Portugal teve dois tenistas nesta fase do torneio: João Sousa e Nuno Borges (na foto). Os quatro primeiros cabeças de série tiveram direito a folga nesta ronda – Dennis Shapovalov, Christian Garin, Ugo Humbert e Kei Nishikori. Porém, Nishikori lesionou-se numa das sessões de treino e, por isso, não vai participar no torneio. O tenista espanhol Roberto Carballes Baena, que foi eliminado por Nuno Borges na segunda e última ronda da qualificação, foi repescado e é o substituto do japonês.

PORTUGUESES | NUNO BORGES FOI O MAIS FELIZ

Apenas dois portugueses chegaram ao quadro principal do maior torneio do ténis português. João Sousa entrou diretamente devido a um convite da organização do torneio – recebeu um wildcard – e Nuno Borges entrou após ter vencido os dois encontros de qualificação, frente a Liam Broady e a Roberto Carballes Baena.

Além de Nuno Borges, houve mais três tenistas portugueses nas rondas de qualificação, mas não garantiram o acesso ao quadro principal: Frederico Ferreira Silva, João Domingues e Pedro Sousa.

Nuno Borges foi o primeiro português a entrar em ação e não se deixou intimidar. No seu primeiro encontro num quadro principal de torneios ATP, Nuno enfrentou Jordan Thompson, o tenista australiano que ocupa o 61.º posto do ranking ATP. Apesar de ser o seu primeiro jogo, Nuno era visto, por muitos, como o favorito do jogo. O português realizou dois grandes jogos na qualificação e o australiano, apesar de não se dar mal em terra batida, não vinha muito confiante devido aos últimos jogos.

No jogo, Nuno entrou muito nervoso, mas conseguiu chegar ao nível que nos proporcionou na qualificação. Não ganhou os seus primeiros dois jogos de serviços, mas conseguiu levar a decisão do primeiro set para o tie-break. Na derradeira fase do set, Nuno teve, em duas ocasiões, a oportunidade de vencer o set no seu jogo de serviço, mas apenas conseguiu-o no serviço de Thompson. À terceira é de vez. Na próxima ronda, Nuno Borges vai defrontar um antigo vencedor de Grand Slam, Marin Cilic.

João Sousa não teve o mesmo destino. O vencedor do Estoril Open de 2018 foi eliminado na primeira ronda do torneio, pelo tenista britânico Cameron Norrie. O britânico e o português foram companheiros no torneio de duplas, mas foram eliminados logo na primeira ronda.

Na partida e tal como tem acontecido nos últimos jogos, João Sousa não estava com muita confiança. No primeiro set, o português não entrou com o pé direito. Apenas venceu o seu primeiro jogo de serviço e foi muito renhido. Além disso, teve muito perto de quebrar o serviço do britânico, mas não teve sucesso. No segundo set, apesar de ter sido muito mais competitivo do que o primeiro, Sousa não conseguiu quebrar o serviço em qualquer instância e acabou por perder o último set. Não estão a ser dias fáceis para o melhor tenista português de todos os tempos.

OS OUTROS JOGOS | VITÓRIA DO ANTIGO NÚMERO CINCO MUNDIAL

Das outras partidas da primeira ronda, destaque para a vitória do tenista sul-africano, Kevin Anderson. O tenista que já ocupou o 5º lugar do ranking derrotou o norte-americano Francis Tiafoe, pelos parciais de 4-6, 7-6 (6) e 7-6 (4). Se a lesão de Nishikori não tivesse acontecido, haveria um grande duelo entre dois grandes senhores do Ténis.

Além desse jogo, é preciso dar importância à derrota de Bublik e o adiamento do jogo entre Cilic e Alcaraz.

Alexander Bublik foi surpreendido pelo espanhol Pedro Martinez na primeira ronda. O quinto cabeça-de-série do torneio foi eliminado em menos de uma hora. Apenas jogaram durante 53 minutos. Bublik não ganhou qualquer jogo no segundo set. Apesar de se saber que Bublik não gosta muito deste tipo de campo, esperava-se muito mais do tenista do Cazaquistão.

Estava previsto que um dos grandes jogos da primeira ronda, Marin Cilic contra Carlos Alcaraz, fosse realizado no primeiro dia do torneio. Porém, a organização decidiu não usar luz artificial durante o torneio. Ou seja, se não houvesse luz suficiente na hora do jogo, o jogo seria adiado. E foi isso que aconteceu. Apesar de se ter realizado apenas no segundo dia, Cilic e Alcaraz realizaram um grande jogo e ultrapassaram as duas horas de encontro. A experiência do croata acabou por ser decisiva no último set. Apesar de ter perdido, Alcaraz tem apenas 17 anos e já joga como um verdadeiro profissional. Por isso, espera-se ver muitas mais vezes o nome do espanhol nos outros torneios de ATP.

Real Madrid CF 1-1 Chelsea FC: Entrada fulgurante prometia mais…

A CRÓNICA: INAUGURAR, RESPONDER E… PAUSAR

Na primeira de duas batalhas de acesso à final da Liga dos Campeões, Real Madrid CF e Chelsea FC não foram além de um empate a uma bola no Estádio Alfredo Di Stéfano. Os golos apareceram dentro da meia hora de jogo e prometiam uma segunda metade intensa, mas tal não chegou a ser uma realidade.

Bem, que início de jogo! A fórmula ‘pressão + rapidez = fluidez’ foi nota dominante nos primeiros quinze minutos avassaladores por parte dos Blues. O conjunto visitante entrou mais forte e ameaçou o golo logo ao minuto 10, numa excelente jogada entre o trio da frente travada apenas pelo pé direito de Courtois. A objetividade imperou e o Chelsea acabaria por chegar à vantagem num lance bem trabalhado por Pulisic nas costas da defesa madrilena.

Apesar das dificuldades, o Real Madrid despertou e foi Benzema quem mais se destacou: o francês atirou ao poste naquele que foi o primeiro remate dos merengues e, perto da meia hora de jogo, aproveitou as cabeçadas de Casemiro e Militão para fuzilar a baliza de Mendy. Ambas as equipas ainda podiam ter chegado ao segundo golo em lances de contra-ataque, mas o jogo chegaria ao intervalo com a igualdade a uma bola, fruto de um primeiro tempo bastante animado.

Contudo, a segunda parte não correspondeu às expetativas da primeira e acabou por ser mais fraca, lenta, apática e desinteressante. O ritmo de jogo mais pausado e as disputas de bola no meio-campo foram reveladores disso mesmo e nem as substituições a meio do segundo tempo conseguiram contrariar essa indefinição das duas equipas. Os ajustes táticos chegaram tarde e o resultado não sofreu qualquer alteração, deixando tudo em aberto para a segunda mão em Stamford Bridge. Assim, Zinédine Zidane continua sem conseguir derrotar Thomas Tuchel e o Real Madrid sem vencer o Chelsea, algo que os Merengues procurarão quebrar em Londres na disputa de um lugar na final da Liga dos Campeões.

 

A FIGURA

Éder Militão – É certo que a entrada do Real Madrid no jogo não foi a melhor e a muito se deveu a descoordenação entre os elementos da defesa, mas Éder Militão revelou ser a unidade mais segura do setor. O brasileiro foi preponderante ao aliviar vários lances de perigo e a fazer a mancha aos oponentes mais ofensivos. Além disso, acaba por estar envolvido na assistência do golo de empate, com um cabeceamento crucial para que Benzema rematasse logo a seguir.

 

O FORA DE JOGO

Segunda parte – A primeira teve golos, a segunda não teve. A primeira teve grandes oportunidades, a segunda não teve. A primeira teve ritmo e nota artística e a segunda…não teve. O futebol praticado de parte a parte foi pouco fluído e a bola só se aproximava verdadeiramente da baliza nos lances de bolas paradas. Não que as equipas tenham jogado para o empate, mas também não apresentaram dinâmicas para mais do que aquilo que ofereceu o primeiro tempo.

 

ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID CF

Zinédine Zidane optou por regressar ao esquema de três centrais e chamar novamente Marcelo para o onze, promovendo ainda mais duas alterações na equipa inicial em relação ao nulo diante do Real Betis: Toni Kroos ocupou o lugar de Isco e Vinícius Junior rendeu Rodrygo na frente de ataque.

A jogar em 3-5-2, os merengues sentiram muitas dificuldades nos primeiros minutos do encontro, tanto a encontrar espaço para chegar à baliza contrária, como para suster as investidas ofensivas do adversário. Aliás, defensivamente, foram notórios os desequilíbrios pelas alas e no corredor central quando as bolas eram colocadas em profundidade. Após o golo inaugural, o Real Madrid conseguiu equilibrar a partida, com as linhas mais altas e compactas, embora com uma ou outra descoordenação pelo meio. Ainda assim, não foi fácil entrar na teia montada pelos londrinos, nem mesmo na segunda parte, onde o Real passou a jogar em 4-3-3 nos últimos quinze minutos, mas sem criar grandes problemas.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Thibaut Courtois (7)

Éder Militão (8)

Raphaël Varane (7)

Nacho Fernández (5)

Daniel Carvajal (6)

Marcelo (5)

Casemiro (6)

Luka Modric (7)

Toni Kroos (6)

Vinícius Junior (5)

Karim Benzema (8)

SUBS UTILIZADOS

Eden Hazard (6)

Álvaro Odriozola (5)

Marco Asensio (5)

Rodrygo (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CHELSEA FC

Thomas Tuchel repetiu exatamente o mesmo onze que derrotou o West Ham United FC na passada jornada da Premier League, destacando-se novamente a aposta num trio de centrais composto por Antonio Rüdiger, Thiago Silva e Andreas Christensen.

Disposto no já habitual 3-4-2-1, o Chelsea entrou na partida fiel à sua filosofia de jogo e isso ficou bem patente logo a abrir. Além da forte pressão ofensiva, os blues revelaram ser criteriosos nas saídas para o ataque, tanto a partir de trás, como nos contra-ataques rápidos, provocando muitas dificuldades ao setor defensivo adversário. Jorginho e N’Golo Kanté encheram as medidas do campo e foram preponderantes nos processos da equipa durante todo o encontro, principalmente na ligação entre setores. Na altura de defender, o Chelsea soube fechar bem, muitas vezes com uma linha de cinco (com os dois laterais a descerem no terreno), mas nunca abdicando da saída rápida.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Edouard Mendy (6)

Antonio Rüdiger (7)

Thiago Silva (6)

Andreas Christensen (6)

Ben Chilwell (7)

César Azpilicueta (6)

Jorginho (7)

N’Golo Kanté (7)

Mason Mount (7)

Christian Pulisic (8)

Timo Werner (6)

SUBS UTILIZADOS

Kai Havertz (6)

Hakim Ziyech (6)

Reece James (5)

Podcast Frente a Frente Bola na Rede #3 – De Bruyne vs. Bruno Fernandes

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No podcast do Bola na Rede “Frente a Frente” desta semana comparamos Bruno Fernandes a Kevin De Bruyne! Qual dos astros da Premier League é que preferes? Um programa a não perder com a moderação do Romão Rodrigues e as opiniões do Afonso Santos e Pedro Silva. 🎙️

Se queres no que deu, então ouve o novo Podcast BnR.

Podes ouvi-lo no Spotify, Anchor, Breaker, Google Podcasts, Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts e Radio Public.

Os culpados são os que fazem os esquemas táticos | Sporting CP

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Este é um tema que muito tem dado que falar e muito dará daqui para a frente, até porque a culpa nunca pode morrer solteira. E a verdade é que há sempre culpa de algo ou alguém para que algo tenha acontecido, até porque há sempre uma decisão que gera um acontecimento.

Ora, muito se fala que foi desde a entrada de Paulinho na equipa titular do Sporting CP que a mesma começou a perder pontos em barda. Pode ter sido, mas a culpa não é dele, ou pelo menos não é só dele.

O Sporting CP nunca foi uma equipa que jogasse um futebol deslumbrante, mas até ao momento em que o “nove” recuperou de lesão, a equipa de Alvalade ia conseguindo ganhar jogos, nem que fosse pela margem mínima e nos últimos minutos.

Será então coincidência que isso se tenha alterado desde que Paulinho entrou na equipa? Penso que não. Desde já, porque para entrar o ponta de lança, alguém teria que sair da equipa, sendo preterido Nuno Santos, e só isso já alterou dinâmicas.

Sem o médio na equipa perdemos um dos jogadores com mais assistências para golo da equipa de alvalade, senão o que mais assistia. Sem ele, perdemos alguma capacidade de acelerar o jogo no último terço do campo. Nuno Santos é muito bom a tabelar com os colegas junto à área, dar apoio, ganhar a linha, e dos poucos que cruza para a área com critério. Ou seja, estamos a falar de um jogador que ajudaria muito o Paulinho a ter mais chances de golo, mas não pode lá estar para estar o avançado (ou até podia).

Com a chegada de Paulinho a Alvalade, Nuno Santos perdeu influência no onze leonino
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Tirando Nuno Santos, tiramos Pedro Gonçalves do meio, encostando-o a uma das linhas, ficando a outra entregue a Tiago Tomás. Mas “Pote” e “TT” têm jogo mais interior, afunilando sempre que recebem a bola (pela ânsia de marcar). Assim, com isto, tendo um meio-campo que não é muito rápido nas trocas de bola, e usa muito pouco os lançamentos longos para mudanças de flancos, fica mais fácil para os adversários defenderem-se das constantes investidas interiores, com trocas de bolas curtas que permitem ao oponente tempo para se reposicionar e pressionar. (Daí a dificuldade que o Sporting CP tem e jogar em campos pequenos contra adversários muito fechados).

Ficam assim os flancos entregues apenas a Porro e Nuno Mendes. Pelo que, conseguindo bloquear estes dois, consegue-se anular quase na totalidade o jogo exterior leonino.

E porque é que a equipa do Sporting CP consegue muitas vezes ganhar ou empatar o jogo nos últimos momentos? Talvez porque em quase todos esses momentos entra Bragança, um dos nossos melhores médios a flanquear jogo, e Jovane, que nos dá velocidade no jogo exterior, para além de passarmos a usar mais o lançamento para a área, movimentos esses que deveríamos fomentar durante o jogo todo.

O Rúben, contra o SC Braga, ia tentar mostrar-me se eu tenho razão (ou não), colocando em simultâneo Nuno Santos e Paulinho, mas tivemos que jogar com outro esquema que também estamos habituados: o de jogar sempre contra adversários em maior número. Normalmente é 11 contra 14 ou 15.

Sejam estes os motivos ou não, a verdade é que estamos menos rápidos a atacar, menos eficazes, e mais permissivos. Mas o treinador do Sporting CP já tinha avisado que poderíamos passar por fazes menos boas. Aqui está o nosso momento menos bom, e não está a ser bonito de ver. (Esperamos que este jogo épico em SC Braga seja o momento de viragem).

Rúben Amorim, diante do SC Braga, arriscou e saiu vencedor de uma partida que pode abrir alas ao título
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Ainda tenho outra possível razão para lançar aqui para o debate, mas esta sei que dará lugar a insultos. Acho que, assim que começamos a fazer corredores e esperas de apoio à equipa, esta se desconcentrou. É mais uma situação que altera a rotina do plantel do Sporting CP. É algo que não acontecia em jogos anteriores, e passa a acontecer. E mesmo que os jogadores gostem, pode desconcentrá-los. Já tinha ficado com essa sensação na época que perdemos o lugar de Champions na Madeira e volta a acontecer. Não digo que os adeptos do Sporting CP não tenham o direito de o fazer, mas talvez esteja a mexer com os jogadores. Têm que se habituar, é certo. Eles sabem que são apoiados. (Menos nas redes sociais, em que podem “assassinar” um jogador).

Portanto, a culpa pode não ser deste ou daquele jogador. Pode ser de todos. É com certeza de quem tem que tomar as decisões. Se as características dos jogadores não estiverem a servir da melhor maneira o jogo do Sporting CP, há que alterar os atletas ou o esquema.

Outro motivo para não termos ganho mais pontos? Em alguns jogos não tivemos Matheus Nunes para entrar e resolver. Tem muita qualidade e capitalizou o trabalho de toda a equipa num jogo de sacrifício.

A verdade é que todos os jogadores são importantes, pelas diferentes características que podem dar ao jogo. Simplesmente essas características, por vezes, não se adequam àquele jogo, àquele esquema táctico, ou mesmo ao tipo de movimentação que o colega do lado lhe pode proporcionar.

Portanto, os culpados são os treinadores, que tomam a decisão dos posicionamentos e de quem joga, e dos jogadores que tomam decisões quanto às suas movimentações. Só erra quem faz, ou tenta fazer, e por isso temos de confiar. Até porque, até ao momento,o Sporting CP tem errado menos que os outros.

Ou então a culpa é da juventude.

*Nota final – Dois factos “estranhos” que nunca aconteceriam a nenhum dos outros “grandes”, muito menos estando a lutar pelo título, e menos ainda estando na liderança: o guarda-redes do Sporting CP levar quinto amarelo; um jogador expulso com duplo amarelo antes dos 20 minutos (num campeonato que por norma nunca se mostram amarelos antes da meia hora). O Boloni é que sabe.

*Segunda nota – Este texto não é uma crítica, mas apenas uma tentativa de ajudar a perceber o que pode ter alterado o momento que o Sporting CP vivia.