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FC Bayern München 4-0 CA Madrid: O campeão já sonha com o bi

A CRÓNICA: MAIS UM JOGO TREINO PARA OS MELHORES DA EUROPA 

O sorteio ditou que a caminhada do campeão europeu FC Bayern München começaria frente ao Atlético de Madrid, que muitas críticas tem recebido de há algumas épocas para cá. Do outro lado do grupo estavam Lokomotiv de Moscovo e o RB Salzburgo, duas equipas manifestamente inferiores que não faziam deste um jogo de vida ou de morte. Assim, esperava-se uma partida equilibrada, ainda que com ligeiro ascendente para os alemães.

Os primeiros minutos assim foram, até com o Atlético de Madrid a ter mais iniciativa de jogo, mas a partir daí a partida ganhou um único sentido. Os Bávaros assumiram-se como os detentores do título e dominaram os acontecimentos até aos 80 minutos. Nesse espaço de tempo conseguiram modestos quatro golos frente a um plantel que, embora menos capaz, tem na defesa a sua grande mais valia.

O primeiro apareceu aos 28, através de Coman, depois de uma grande recuperação e assistência de Kimmich. Passados 13 minutos era a vez de Goretzka picar o ponto, dando uma vantagem confortável à equipa caseira.

A segunda parte começou com uma novidade, um golo de João Félix que viria a ser anulado por fora-de-jogo, mas o rumo viria a ser o mesmo. Só dava FC Bayern Munique e aos 66 minutos Tolisso, com um extraordinário golo, acabava com a esperança dos espanhóis que estavam já alheados da partida. Aos 72, depois de uma boa jogada individual, Coman fazia o bis e fechava as contas da partida que pouca história tem para contar.

Os alemães foram e são melhores a todos os níveis. Os madrilenos pouco ou nada conseguiram fazer. Uma autêntica passagem a ferro que evidencia o favoritismo do FFC Bayern München para conquistar o bi campeonato europeu. 

 A FIGURA


Kingsley Coman – O extremo francês inaugurou e fechou o marcador com dois bons golos, o primeiro de vertente coletiva e o segundo numa extraordinária jogada individual. Foi o marcador do golo da final da edição transata e entrou com o pé direito na defesa do título dos alemães. Quando foi chamado a intervir esteve sempre bem e revelou-se essencial para a manobra da equipa neste jogo. 

O FORA DE JOGO


Conjunto do Club Atlético de Madrid – Os espanhóis nunca foram realmente uma equipa durante os 90 minutos de jogo. Muito pouco capazes a todos os níveis, a equipa causou poucas dificuldades aos Bávaros e não honraram o bom nome que representam. O processo não vem sendo muito convincente e o plantel está cada vez mais debilitado e isso é evidente essencialmente nos jogos grandes. Muita coisa terá de mudar para esta não ser mais uma época em branco para o conjunto de Diego Simeone. 

ANÁLISE TÁTICA – FC Bayern München

 A equipa de Munique iniciou a partida no sistema de 4-2-3-1 que muitas conquistas já deu aos Bávaros. David Alaba e Sule no eixo central da defesa, com Pavard e Lucas Hernandez nas laterais sempre com uma enorme projeção ofensiva. No setor mais recuado do meio campo apareceram Kimmich e Goretzka, ainda que isso não fosse impedimento para aparecem em zonas de finalização. Se assim não fosse, o alemão cujo porte físico tem impressionado todos os adeptos do futebol não tinha feito o segundo golo da equipa. Mais à frente apareciam Muller e Tolisso, que intercalavam as suas posições entre o apoio a Lewandowski e a ala direita, e Coman, sempre descaído pelo lado esquerdo. À frente o melhor marcador da época passada e o vencedor virtual do prémio de melhor jogador do mundo caso este tivesse sido entregue, Robert Lewandowski. A partir daqui é deixá-los brilhar. O desenho tático é apenas isso, um desenho, e todos os jogadores dispõem de grande mobilidade que fazem desta equipa uma das mais letais da Europa.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Neuer (7)

Pavard (8)

Sule (7)

Alaba (7)

Lucas Hernadez (7)

Kimmich (8)

Goretzka (8)

Muller (7)

Tolisso (7)

Coman (9)

Lewandowski (7)

 SUBS UTILIZADOS

 Douglas Costa (6)

Bouna Sarr (6)

Choupo-Moting (-)

Alphonso Davies (-)

Javi Martinez (-)

 ANÁLISE TÁTICA – Club Atlético Madrid

 Os espanhóis apresentaram-se na Allianz Arena no típico 4-4-2 com o eixo defensivo que disputa a maioria das partidas. Do meio campo tentaram ser donos Herrera e Koke, ainda que sem grande sucesso devido ao completo abafo dos adversários, e nas alas apareceram Carrasco e Llorente. O primeiro sempre mais vertical e na procura  de movimentos de rotura e o segundo mais perto dos homens do corredor central com rotações mais interiores. À frente Luís Suárez e João Félix, que pouco produziram na partida. O processo ofensivo foi quase nulo devido à inferioridade da equipa, e a nível defensivo não foi também uma noite de sonho para os jogadores do conjunto espanhol. Uma ideia que se perdeu muito cedo e que obviamente acabou por não resultar, muito por mérito do FC Bayern München.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 

Oblak (5)

Trippier (4)

Savic (5)

Felipe (4)

Renan Lodi (5)

Llorente (5)

Herrera (5)

Koke (5)

Yannick Carrasco (5)

Luis Suárez (5)

João Félix (6) 

SUBS UTILIZADOS

 Angel Correa (5)

Vitolo (5)

Thomas Lemar (5)

Lucas Torreira (4)

 

 

Primeira Liga | As 5 melhores exibições da 4ª jornada

Após a primeira pausa para seleções da temporada, o futebol de clubes voltou aos nossos relvados. A Liga voltou já com o primeiro clássico da época, com a deslocação do atual líder a um dos terrenos mais complicados do campeonato, com reviravoltas e emoções. Mas, acima de tudo, com golos; golos não, verdadeiras obras de arte.

Enfim, houve de tudo nesta jornada. E, como não pode haver obras de arte sem artistas, preparámos um top onde elencaremos as cinco melhores exibições da ronda quatro da Primeira Liga.

Menções Honrosas: Galeno (SC Braga), Fransérgio (SC Braga), Mateus Pasinato (Moreirense FC) e Fernando Valenzuela (FC Famalicão).    

Manchester City FC 3-1 FC Porto: Não foi desta que se quebrou o enguiço

A CRÓNICA: DRAGÕES COMEÇAM COM O PÉ ESQUERDO A CHAMPIONS

Pelas 20h, no Ethiad Stadium, o árbitro Treimanis, deu início à partida que opôs o Manchester City FC contra o FC Porto. Como era expectável, os portistas deram a iniciativa do jogo aos ingleses, alinhando numa estratégia conservadora como é um 4-5-1.

Após um começo tímido por parte dos campeões nacionais, só aos 12 minutos é que os azuis e brancos chegaram perto da área de Ederson, que como um aviso para o que viria chegar, pois Luís Diaz, numa jogada individual fenomenal, atravessa todo o campo em condução e remata cruzado, de forma indefensável, para o fundo da baliza dos britânicos. Porém, a vantagem dos portugueses não ia durar muito, pois quase no lance posterior o Manchester City FC beneficia de um penalty, mal assinalado, convertido por Aguero.

Contudo, o golo sofrido não desmoralizou os pupilos de Sérgio Conceição, que podiam ter chegado novamente à vantagem por Uribe, que desperdiçou um erro do guarda redes brasileiro Ederson e atirou por cima do travesseiro. Já perto do intervalo, é novamente o FC Porto a ficar perto de marcar após um passe em profundidade para Marega, que tenta assistir Sérgio Oliveira, que ia festejar, se não fosse Walker a fazer o corte.

A segunda parte iniciou com um City mais pressionante, com a finalidade de desbloquear a partida a seu favor e sinal disso foi o facto de Gundogan testar a atenção de Marchesin, que respondeu favoravelmente à tentativa do internacional germânico. Porém, no momento defensivo, os dragões pareciam ter a partida controlar, contudo numa perda de bola por Fábio Vieira e consequentemente falta sobre Gundogan permitiu que o médio dos “citzens” cobrasse de forma irrepreensível um livre direto.

Após esse momento, os azuis e brancos foram-se abaixo animicamente, por outro lado os pupilos de Guardiola mostraram-se mais confortáveis a assertivos com o esférico e foi sem grande surpresa que Ferran Torres ampliou o resultado. Até ao final da partida, o jogo tornou-se mais físico e mais faltoso, o que tirou um pouco da emotividade que se presenciou no primeiro tempo.

Por fim, o FC Porto deu uma boa réplica de si mesmo nos primeiros 45 minutos e sai de Inglaterra com razões de queixa da arbitragem, que foi sem dúvidas, a pior equipa em campo.

A FIGURA

Gundogan – Não houve particularmente um destaque na partida, mas o jogador mais deste jogo parece ter sido, sem grandes dúvidas,  o internacional germânico. Além de ter liderado as operações no miolo da sua equipa, contribuiu positivamente para a vitória da sua formação com um grande golo. Por outro lado, também foi importante nos equilíbrios defensivos do City, ajudando a “cortar” as transições portistas e se os ingleses saíram deste jogo com os três pontos, a ele devem muito.

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Manafá – O FC Porto baixou de produção após a saída de Luís Diaz e a entrada em campo do lateral português. O defesa teve dificuldades defensivas, como mostrou o terceiro golo de Ferran Torres, e ofensivamente não conseguiu acrescentar muito. É verdade que Manafá tem-se apresentado a um bom nível na Liga Portuguesa, mas hoje a história foi diferente, pelo que foi uma mudança infeliz por parte de Sérgio Conceição.

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

O City apresentou-se no seu esquema habitual e com as suas caraterísticas que todos bem conhecem, ou seja, com uma boa circulação de bola, sempre na procura do melhor espaço para entrar na área adversária, quer através de zonas interiores ou exteriores. Viu-se surpreendido pela surpresa tática que Sérgio Conceição preparou para este jogo, que conseguiu encurtar as oportunidades de golo que os jogadores de Guardiola costuma efetuar. Mas na segunda parte, após o segundo golo, o jogo tornou-se favorável para o futebol praticado pelos ingleses e a partir daí foi visível o conforto que os jogadores do Manchester City FC sentiram no controlo da partida.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ederson (6)

Walker (6)

Ruben Dias (7)

Eric Garcia (7)

João Cancelo (7)

Rodri (7)

Gundogan (8)

Bernardo Silva (7)

Sterling (7)

Mahrez (6)

Aguero (6)

SUBS UTILIZADOS

Fernan Torres (7)

Phil Foden (6)

Fernandinho (-)

Stones (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Sérgio Conceição disse que vinha a Inglaterra para dar luta ao vice campeão inglês e para isso alterou, desde início, o sistema tático da sua equipa, apresentando-se num 4-5-1. As diretrizes dadas no balneário parecem ter sido claras: defender bem e tentar aproveitar a velocidade dos seus atacantes, de modo a aproveitarem a profundidade concedida pela defesa subida dos britânicos.

Os dragões sempre mostraram uma boa concentração e organização defensiva, o que fez sonhar por um resultado positivo no Ethiad, assim como também conseguiu criar perigo nas poucas vezes que ameaçavam a baliza contrária. No entanto, após o segundo golo, os índices baixaram e o Manchester City FC controlou a partida até ao final.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marchesin (7)

Sarr (7)

Mbemba (7)

Pepe (7)

Zaidu (7)

Uribe (7)

Sérgio Oliveira (6)

Corona (6)

Fábio Vieira (6)

Luís Diaz (7)

Marega (6)

SUBS UTILIZADOS

Manafá (6)

Taremi (-)

Nakajima (-)

Evanilson (-)

Benfica de um homem só

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Na noite da última segunda-feira, João Noronha Lopes, candidato à presidência do SL Benfica, foi entrevistado em directo no BnR TV, entrevista na qual proferiu uma frase que ficou marcada: “O Benfica é muito maior do que Luís Filipe Vieira.”

Parecendo que não, esta frase traz à cabeça tudo aquilo que tem sido dito e feito por Luís Filipe Vieira nos últimos tempos e que têm vindo a mostrar que o actual presidente do Benfica é um homem cada vez mais só no poder, e por vontade e iniciativa própria.

Há um facto que deve ser mencionado: Luís Filipe Vieira tem uma obra feita no Benfica que deve e merece ser reconhecida. Luís Filipe Vieira conduziu o clube a uma recuperação financeira a institucional, dotando o clube de infraestruturas ao nível dos maiores clubes do mundo.

Como o próprio João Noronha Lopes fez questão de referir, o que está em causa não são os 17 anos na presidência do Benfica, mas sim o último mandato, no qual se tem visto um Benfica a fracassar desportivamente no plano nacional e internacional.

Tudo isto se deve a um simples facto: ao facto de Luís Filipe Vieira, que já assumiu que não percebe nada de futebol, insistir em estar sempre no centro das decisões. Daí resultam os sucessivos maus planeamentos de época, as más construções do plantel e consequentemente, a perda de dois campeonatos para um rival com uma fragilidade financeira nunca vista nos últimos 20 anos.

A presença de António Costa na Comissão de Honra de Luís Filipe Vieira gerou bastante polémica
Fonte: SL Benfica

Mais do que os danos causados a nível desportivo, temos visto um Benfica com danos reputacionais que não se viam desde o tempo em que não havia pedras da calçada. Luís Filipe Vieira menciona orgulhosamente que o Benfica é o campeão da credibilidade, mas depois vemos o Benfica associado a escândalos judiciais, vemos a SAD associada a uma OPA repleta de ilegalidade e ainda vimos Luís Filipe Vieira agredir um sócio em plena Assembleia Geral. E mais grave que isso, não vimos Luís Filipe Vieira dar qualquer explicação face a esses acontecimentos.

Vemos um Luís Filipe Vieira a dar a cara na RTP no último fim-de-semana, mas aquando da derrota contra o PAOK e ao longo do último mercado, andou sempre escondido atrás de um Jorge Jesus, de um Rui Costa, de um Luís Bernardo ou de uma newsletter qualquer.

Vemos Luís Filipe Vieira a referir vezes sem conta que a aposta na formação é a prioridade na política desportiva do Benfica, mas depois despacha um dos maiores talentos do Seixal por tuta e meia. Vemos Luís Filipe Vieira a fazer regressar um treinador que chegou a dizer que nunca regressaria ao Benfica, um treinador que processou em tribunal, que acusou de ter roubado software do clube e de ter causado danos morais ao clube e aos adeptos.

Vemos um Luís Filipe Vieira que proclama alto e a bom som que é bairrista e personifica a cultura popular do Benfica, mas depois impede o canal oficial do Benfica de divulgar as restantes candidaturas à presidência do clube, que recusa-se a responder a questões levantadas pelos sócios, que não quer ir a debates com os outros candidatos porque considera que estes não passam de ruído e só servem para lavar roupa suja; um presidente que diz que a sua sucessão deve ser preparada e que o futuro do Benfica não deve ser decidido numas eleições quaisquer, como se isto fosse um estado monárquico.

Vemos um Luís Filipe Vieira que anda continuamente a contradizer-se nas suas intervenções, que nas suas últimas entrevistas tem vindo a lamentar o pouco tempo que tem tido para a família, para brincar com os netos e jogar à sueca com os amigos. A obra feita que construiu no Benfica, é usada como um escudo por ele, bem como por aqueles que o defendem cegamente; com Luís Filipe Vieira a dizer que refundou o clube e a fazer constantes referências ao passado e ao estado em que encontrou o clube.

Luís Filipe Vieira é neste momento um homem esgotado, perdido e que só se ouve a si próprio, que acusa os vícios e o comodismo de estar perpetuado ao poder. A forma como o Benfica tem vindo a ser liderado nos últimos anos lá levou à saída de vários elementos da estrutura do clube e da SAD, tais como José Boto, Luís Nazaré e Álvaro Dâmaso, falando-se ainda na saída de Domingos Soares de Oliveira.

O Sport Lisboa e Benfica foi fundado no dia 28 de Fevereiro de 1904 por um grupo de 24 pessoas que se juntaram na Farmácia Franco a fim de formar uma equipa de futebol, sendo um clube que sempre se caracterizou pela união e pelo trabalho em conjunto. Ambição, transparência e democracia são alguns dos pilares que definem a identidade do Benfica e o último mandato de Luís Filipe Vieira não cumpriu nenhum destes pergaminhos.

NFL | Semana 6: NY Jets continuam a afundar

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Numa semana sem casos positivos de COVID-19, as defesas não estiveram ao nível dos ataques. Os Jets confirmaram ser a pior equipa da Liga, os Giants finalmente conheceram o sabor da vitória, Minnesota continua a atravessar dificuldades e Brady levou a melhor sobre Rodgers.

Houston Texans 36-42 Tennessee Titans: Rei Henry arrasa Texans

Quantas vezes no ano é que se vê uma pessoa com 112kg, que mede 1.90m, a correr a uma velocidade de 35km/h enquanto tenta ser agarrada, empurrada e puxada? Se formos adeptos dos Tennessee Titans, então trata-se de um fenómeno semanal visto que Derrick Henry faz parte da equipa.

O running back dos Titans teve mais uma exibição monstruosa na vitória frente aos Texans. Em 22 toques, “King Henry”, como é chamado, correu para 212 jardas e dois touchdowns, incluindo uma corrida incrível de 94 jardas que apenas terminou na endzone adversária. Depois da vitória frente aos Buffalo Bills na Semana 5, os Titans voltaram a mostrar a sua força ao marcarem 42 pontos pelo segundo jogo consecutivo.

Nesta partida, que apenas foi decidida no prolongamento, Tennessee entrou melhor chegando a uma vantagem de 0-14, mas no segundo quarto os Texans recuperaram e colocaram os seus primeiros pontos no marcador, chegando à vantagem no terceiro período graças a um touchdown de Randall Cobb. Contudo, a emoção não ficou por aí, e até ao final ambas as equipas voltaram a marcar, deixando o resultado em 36-36 no final do tempo regulamentar. No prolongamento foram os Titans que venceram o sorteio, e com Henry no backfield, o resultado foi o esperado.

Cleveland Browns 7-38 Pittsburgh Steelers: Defesa não deu hipótese

Semana após semana, os Steelers vão colecionando vítimas, e desta vez foram os Cleveland Browns que sentiram a força da sua defesa – de tal forma que o quarterback Baker Mayfield teve de ser substituído depois de ter sido atacado durante todo o encontro.

Este jogo começou e desde cedo se percebeu que a vitória dificilmente escaparia à equipa da casa. Os cinco primeiros ataques dos Browns terminaram com três punts e duas interceções. Quando a equipa de Cleveland colocou os seus primeiros pontos no marcador – já no final do segundo quarto – os Steelers já venciam por 0-24 e caminhavam de forma tranquila para a vitória.

Este foi um encontro sem grande história, tal foi o domínio de Pittsburgh. Os Steelers têm agora cinco vitórias em outros tantos jogos, algo que não acontecia desde 1978!

Os 3 melhores empréstimos de sempre em Portugal

Os recentes empréstimos conseguidos pelo FC Porto mesmo na reta final do fecho de mercado de verão foram muito badalados, principalmente pela qualidade que se acredita terem e por aquilo que podem acrescentar à equipa. Ainda assim, só o tempo dirá se estes e outros emprestados que chegaram à Primeira Liga este ano serão um sucesso ou se vão entrar diretamente para a famosa categoria de “flops”.

No passado, foram vários os jogadores que chegaram ao nosso país por empréstimo e que por cá se destacaram, tendo sido muitas vezes peças cruciais nas equipas que representaram e ainda protagonistas de momentos gloriosos para esses clubes.

O Bola na Rede elaborou o Top 3 dos empréstimos mais bem-sucedidos no nosso campeonato.

Olheiro BnR: Antonio Adán, a nova extensão da baliza leonina

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O guarda-redes espanhol, Antonio Adán, foi reforço para esta época do Sporting Clube de Portugal. O guardião chegou a Alvalade, depois de ter terminado contrato com o Atlético de Madrid, rubricando um acordo válido até 2022, com uma cláusula de rescisão fixada nos 45 milhões. 

Antonio Adán fez a sua formação ao serviço do Real Madrid, tendo estado ligado ao clube espanhol durante 15 anos. Integrou a equipa principal do Real Madrid durante cinco temporadas, tendo conquistado um campeonato, uma Copa Del Rey e uma Supercopa. Ao serviço dos “blancos” foi a sombra de Iker Casillas, sendo pouco utilizado. 

Na temporada 2013/2014, rumou ao Betis, onde viveu o melhor momento da carreira, assumindo-se como titular nas épocas que se seguiram. No Real Betis disputou 165 jogos, em cinco épocas. Prosseguiu a sua carreira no Atlético – nas últimas duas temporadas – onde conquistou uma Supertaça Europeia, sendo suplente de Jan Oblak.

Antonio Adán foi internacional pelas camadas jovens da seleção espanhola, entre os sub-17 e os sub-21. O guarda-redes leonino conta no seu palmarés com a conquista do Euro Sub-19, pela “La Roja”. 

Antonio Adán chega ao Sporting Clube de Portugal, para trazer experiência e competitividade ao plantel, disputando a titularidade com o jovem Luís Maximiano. O guardião espanhol é forte entre os postes e a sair aos cruzamentos, tendo ainda qualidade a jogar com os pés. Com a chegada de Adán, o jovem Max irá evoluir, sendo dois guarda-redes com qualidade e que dão garantias ao treinador leonino.

Que a experiência, qualidade e segurança de Antonio Adán, possa ajudar o Sporting Clube de Portugal, a atingir os seus objetivos – vencer todos os jogos que disputa e conquistar títulos, com Esforço, Dedicação e Devoção, para atingir a Glória.

SL Benfica | As 5 melhores campanhas na Liga Europa/Taça UEFA

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SL Benfica e FC Porto são presenças assíduas na Liga dos Campeões, a principal competição de clubes da UEFA. No entanto, devido à descida do coeficiente de Portugal no ranking europeu, cada vez menos equipas portuguesas têm estado na fase de grupos da “prova milionária”. Ao invés disso, as equipas portuguesas têm mostrado mais qualidade na Liga Europa.

Na véspera do encontro com o Lech Poznan, o Bola na Rede volta atrás no tempo e mostra as cinco melhores presenças dos “encarnados” na Taça UEFA e na Liga Europa ao longo da sua história.

Estoril-Praia SAD 3-3 CD Feirense: Falha no ataque à liderança

A CRÓNICA: POUCAS OPORTUNIDADES, MUITAS FALTAS

O Estádio António Coimbra da Mota recebeu o duelo entre Estoril-Praia SAD e CD Feirense. A depressão Bárbara abençoou a partida com chuva forte e rajadas de vento repentinas. O CD Feirense entrou com mais iniciativa na partida, mas depressa o jogo foi condicionado por um encaixe tático. Aos 19 minutos, Brigido sai de forma descuidada da baliza e rasteira Harramiz dentro da área. Penálti para o Estoril. Yakubu Aziz assumiu a grande penalidade, mas permitiu a defesa a Brigido. No entanto, a bola sobrou para o ponta de lança ganês que na recarga abriu o marcador. Primeiros remates à baliza, golo.

Logo aos 22 minutos novo castigo máximo, desta vez na área contrária. Falta de Crespo. Penalidade muito forçada. Fábio Espinho não deu qualquer hipótese a Dani Figueira. Empatava o CD Feirense, no seu primeiro remate à baliza.

A arbitragem continuaria a marcar a primeira parte. Ao minuto 45, Zé Valente vê o segundo amarelo e abandona a partida. Apesar de estar já com 10, o Estoril adiantou-se novamente no marcador. Vidigal desequilibrou individualmente no lado direito e cruzou para o central Hugo Basto que, de cabeça, bateu Brígido.

Uma primeira parte muito fraca do ponto de vista desportivo, mas com muito para discutir.

A segunda começou novamente com um CD Feirense pressionante que, com mais um elemento em campo, procurava assumir o jogo. Aos 56 minutos um lance caricato iria marcar a partida. Uma bola bombeada, que Dani Figueira limpou para a entrada da área, resultou no golo do CD Feirense. João Tavares, livre de qualquer pressão, rematou em balão e bateu Dani Figueira, que foi apanhado em contrapé. Estava restabelecido o empate

O Estoril-Praia SAD voltou a responder de forma muito positiva. Logo três minutos depois, aos 59, Gamboa faz um belíssimo passe em profundidade que isolou Harramiz. O avançado são-tomense driblou o guardião do Feirense e devolveu a vantagem ao Estoril: 3-2.

A partir deste momento o Estoril baixou as suas linhas e cedeu a iniciativa ao clube de Santa Maria da Feira. Aos 82 minutos o CD Feirense ficou também reduzido a 10. Ruca é expulso com vermelho direto depois daquilo que o arbitro considerou uma agressão a Crespo.

O Feirense ainda chegou ao empate já nos descontos. Mica pica a bola por cima da linha defensiva do Estoril e Marco finaliza com o ombro. 3-3, seria este o resultado final.

Apesar do elevado número de golos, o jogo foi marcado pelas pouquíssimas oportunidades de golo e pelo elevado número de faltas e cartões.

 

A FIGURA

Harramiz – Grande jogo do avançado são-tomense. Um golo, muitos movimentos interessantes e uma entrega total. Grande reforço para o Estoril Praia.

 

O FORA DE JOGO

Disciplina de ambas as equipas – 10 amarelos, dois vermelhos e 36 faltas. Um jogo inteiro de protestos, pequenas quezílias e falta de desportivismo. Muito mau jogo deste ponto de vista.

 

ANÁLISE TÁTICA – ESTORIL PRAIA SAD

A equipa de Bruno Pinheiro voltou a alinhar no seu 4-4-2 híbrido. Yakubu Aziz era a figura mais central do ataque. Vidigal pendia mais para a esquerda, mas trocava regularmente com Harramiz que fez o corredor direito. No meio campo, Gamboa era o pivot mais defensivo com Crespo e Zé Valente à sua frente. Com a expulsão, o Estoril passou a alinhar com um duplo pivot. O Estoril procurava sair curto e apoiado, mas explorou muito bem a profundidade deixada pela alta linha defensiva do CD Feirense.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Dani Figueira (6)

Soria (7)

  Hugo Gomes (7)

  Hugo Basto (6)

 Joãozinho (7)

Gamboa (8)

Zé Valente (4)

Crespo (5)

Harramiz (8)

  Aziz (8)

 Vidigal (7)

SUBS UTILIZADOS

 Bruno Lourenço (-)

André Franco (-)

 André Clovis (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD FEIRENSE

O CD Feirense alinhou num 4-2-3-1, com o experiente Fabrício como a figura central do ataque e Fábio Espinho como médio mais ofensivo. No meio campo, Latyr e Washington formaram um duplo pivot muito defensivo. Os extremos dos fogaceiros procuraram sobretudo dar verticalidade.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

 Brígido (7)

Ruca (4)

Gui Ramos (4)

 Pedro Monteiro (5)

Tiago Almeida (5)

Latyr Fall (6)

 Washington (5)

Edson Farias (6)

Feliz (4)

Fábio Espinho (5)

Fabrício (6)

SUBS UTILIZADOS

João Tavares (6)

Diga (-)

João Vítor (4)

Marcos (-)

 Mica (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA

CD Feirense

BnR: A que se deveu a substituição do Diga apenas 25 minutos depois de ter entrado. Algum problema físico?

Filipe Rocha: Foi o que o jogo me pediu. Achei que ganharíamos mais com a entrada do João Victor. O Diga estava com algumas queixas então tomei a decisão.

Estoril Praia SAD

BnR: Apesar de ter sofrido o empate nos minutos finais fica contente com a resposta que a sua equipa deu com 10 jogadores?

Bruno Pinheiro: Sim. A primeira parte foi, na minha opinião menos conseguida. Somos melhores do que aquilo. Não culpando ninguém, mas perdemos pontos em duas ocasiões na sequência de longas paragens. Após a expulsão, a equipa soltou-se, soube defender-se, soube atacar. Pena não termos conseguido defender a última bola.

Paris Saint-Germain FC 1-2 Manchester United FC: Exibição conseguida e concentrada dos ingleses vale os três primeiros pontos

A CRÓNICA: UNITED “À ITALIANA” ANULA PARIS SAINT-GERMAIN

Aaaaaahhhhhh, finalmente a Liga dos Campeões está de volta em todo o seu esplendor. Que saudades dos grandes jogos, dos jogadores de topo, das jogadas e golos de antologia. No Parque dos Príncipes, o Paris Saint-Germain FC recebeu uma das equipas com mais presenças e tradição na prova – o Manchester United FC – para o primeiro jogo do grupo H da Liga milionária.

O jogo começou a um ritmo lento e a primeira parte foi na realidade uma desilusão. Poucos ataques, poucos remates à baliza, mas através de uma grande penalidade, o inevitável capitão Bruno Fernandes adiantou o Manchester United FC, ao minuto 24. Uma primeira parte com o Paris Saint-Germain FC a tentar controlar e o United a tentar ferir no contra-ataque.

Na segunda parte o jogo mudou completamente. Surgiram as oportunidades, os craques mostraram pormenores de classe e o jogo ficou a dever mais golos graças às boas exibições dos dois guarda-redes.

O Paris Saint-Germain FC conseguiu chegar ao empate ao minuto 55, através de um infeliz autogolo de Martial. Já nos minutos finais, Rashford com um excelente pontapé, desfez o empate e deu os primeiros três pontos aos visitantes. Vitória merecida do Manchester United FC que foi sempre mais equipa durante os 90 minutos.

 

A FIGURA

Bruno Fernandes – What else? Esta premiação não é novidade. Aliás é uma constante. Um vagabundo tático, mas que em campo tem influência em todos os momentos defensivos e ofensivos do Manchester United FC. Além do primeiro golo, foi quem criou as melhores oportunidades.

Só pelo facto de (menos de um ano depois de assinar pelos Red Devils) já usar a braçadeira de capitão, já merecia todo o destaque. Mais um português em grande.

O FORA DE JOGO

Kurzawa – Se foi surpreendente a sua titularidade, já nem tanto o nível exibicional que demonstrou. Até esteve bastante interventivo e dispôs da melhor oportunidade de golo para a equipa da casa na primeira parte, mas foi muita parra para pouca uva. Sem Juan Bernat, o Paris Saint-Germain precisa claramente de um novo lateral esquerdo.

 

ANÁLISE TÁTICA – PARIS SAINT-GERMAIN FC

O campeão francês apostou num clássico 4-3-3, a privilegiar a velocidade e transições dos três avançados Di Maria, Mbappe e Neymar. Destaque no 11 inicial para uma defesa com várias ausências e para um meio campo claramente conservador e de tração mais defensiva, que contou com o estreante Danilo Pereira.

Danilo até começou por levar a melhor nos duelos físicos sobre Bruno Fernandes, mas à medida que o tempo foi passando, o capitão do United foi-se libertando das amarras e o antigo jogador do FC Porto foi desaparecendo do jogo.

Na segunda parte o Paris Saint-Germain conseguiu criar mais perigo, mas deu a sensação de nunca conseguir fugir ao controlo e ao jogo mais cínico do United. Uma equipa que continua, à semelhança do que tem mostrado no campeonato, em modo pré-época.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Keylor Navas (8)

Florenzi (5)

Abdou Diallo (6)

Kimpembe (6)

Kurzawa (5)

Ander Herrera (6)

Danilo Pereira (6)

Gueye (6)

Di Maria (7)

Neymar (7)

Mbappé (6)

SUBS UTILIZADOS

Moise Kean (6)

Colin Dagba (4)

Rafinha (4)

Pablo Sarabia (-)

Michel Bakker (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC

A equipa dos Red Devils apostou numa linha defensiva com cinco unidades, numa espécie de 5-3-2, com Alex Telles a fazer a estreia e Bruno Fernandes a assumir a braçadeira de capitão pela primeira vez.

A equipa foi bastante coesa e soube ter sempre o jogo controlado. Apenas um momento infeliz de Martial, num canto, não permitiu ao United segurar a baliza inviolada. Não é a primeira vez que o Solskjaer adota este sistema, e na minha opinião, tendo em conta as debilidades dos centrais do United, é um sistema que permite maquilhar alguns dos defeitos defensivos e dos erros individuais.

Bruno Fernandes, Bissaka e De Gea em grande nível e uma estreia positiva para Alex Telles.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

De Gea (8)

Bissaka (8)

Tuanzebe (6)

Lindelof (5)

Luke Shaw (6)

Alex Telles (6)

Scott McTominay (7)

Fred (6)

Bruno Fernandes (8)

Marcus Rashford (7)

Martial (6)

SUBS UTILIZADOS

Pogba (-)

Van D. Beek (-)

Daniel James (-)