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Os 5 melhores jogos leoninos que sinalizaram a minha infância

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Se todo o ser que se galanteia por aí pavoneasse uma maneira de ser tão estúpida como a que eu possuo, o mundo estava virado do avesso. Hora do confesso? Provavelmente. Perguntaram-me alguma coisa? Não, creio não ter ouvido nada. Por que razão faço isto? Gostava de obter a mesma resposta, embora me saiba bem. Hotel? A Trivago não é a melhor solução.

De um modo sucinto: antes de vencer, apraz-me sentir um odor a sofrimento fugaz, a quase perda disto ou daquilo. Ou seja, isto traduzido para a linguagem futebolística, dá qualquer coisa como ver a minha equipa sofrer um golo, dois ou os possíveis, afim de reverter a situação e de impingir às manchetes dos jornais a formulação da remontada, no sentido poliglota do termo (reviravolta, remontada, comeback, reviens, ritorno, Komm zurük e adiante).

Pode parecer insano abordar tal assunto, sabendo de antemão que em nada contribuiu no que toca à materialização e ao ato de erguer um “caneco” importante. Mas, durante a minha infância e juventude, existiram remates (frouxos ou não) capazes de me conduzir ao êxtase célere e ao perfurar do universo dos ses – o Miguel Garcia não consta na lista porque a experiência resultante é traumática ad eternum.

San Antonio Spurs: 22 anos consecutivos de glória

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Foram 22 anos consecutivos a fazer parte da elite de equipas que alcançaram os playoffs da NBA. Entre as temporadas de 1998 e 2020, os San Antonio Spurs estiveram sempre presentes na fase decisiva da competição.

Os Spurs ficaram fora do lote de equipas que integrou os playoffs na “bolha” de Orlando, depois de serem derrotados perante os Memphis Grizzlies e os Phoenix Suns. Entraram no último jogo com um recorde de cinco vitórias e duas derrotas após a retoma da competição, mas, apesar dos esforços, não foi possível continuarem na luta pelo campeonato.

Da última vez que os Spurs falharam os playoffs, Allen Iverson foi considerado Rookie do Ano, Karl Malone venceu o prémio de MVP e os Seattle Supersonics ainda existiam.

Durante o número incrível de anos consecutivos em que os Spurs se classificaram para os playoffs, venceram cinco títulos da NBA: em 1999 contra os New York Knicks, em 2003 contra os ainda New Jersey Nets, em 2005 contra os Detroit Pistons, em 2007 contra os Cleveland Cavaliers e, por fim, em 2014 contra o Miami Heat, sempre com Gregg Popovich no comando.

Desde o primeiro ano desta streak, até aos dias de hoje, que os San Antonio Spurs se tornaram e são considerados como uma das grandes equipas do campeonato. Quando falharam a classificação em 1997, numa altura de domínio dos Chicago Bulls de Michael Jordan, conseguiram a primeira escolha no Draft e foi Tim Duncan o escolhido. A partir daí, escreveu-se história.

A liderança de Popovich durante todos estes anos trouxe uma nova visão tanto à franquia como à equipa em si. Jogadores como Manu Ginobili, Tony Parker e Kawhi Leonard surgiram neste reinado impressionante dos Spurs.

Esta série quase absurda de 22 anos seguidos a alcançar um dos grandes objetivos que todas as equipas da NBA ambicionam chegou ao fim, após a vitória dos Memphis Grizzlies sobre os Milwaukee Bucks e a vitória dos Phoenix Suns contra os Dallas Mavericks.

Com uma nova temporada em preparação, depois de uma retoma de campeonato em diferentes moldes, são os amantes deste desporto que também esperam ver um reerguer dos comandados de Gregg Popovich.

Foto de Capa: NBA

Artigo revisto por Joana Mendes

UEFA Youth League | AFC Ajax é o próximo adversário do SL Benfica

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Depois da confortável vitória por 3-1 frente ao GNK Dínamo Zagreb, o SL Benfica prepara-se para enfrentar o AFC Ajax nas meias finais da UEFA Youth League. O jogo terá início às 14h de sábado, em Nyon, na Suiça.

O Benfica garantiu a passagem para esta fase da competição depois de uma vitória suada (na primeira parte), que apenas ficou decidida no segundo tempo, quando Gonçalo Ramos marcou dois golos em seis minutos e fez a “cambalhota” no marcador. Os outros golos da partida foram marcados por Karrica, aos 16 minutos, e por Henrique Araújo, 20 minutos depois. O campeão croata ainda viu Josipovic e Jankovic serem expulsos no período de compensação da segunda parte.

Gonçalo Ramos marcou dois golos, desbloqueou o encontro e foi o homem do jogo frente ao Dínamo Zagreb

O seu adversário é o AFC Ajax, campeão holandês e uma das melhores academias do mundo. Nomes como Dennis Bergkamp, Johan Cruyff, Frank de Boer, Frank Rijkaard (entre muitos outros) saíram da formação holandesa e ficaram conhecidos mundialmente. Nos dias de hoje, o Ajax tem vários jovens sub-19 como Ekkelenkamp, Kenneth Taylor, Perr Schuurs, Dest, Naci Unuvar e Ryan Gravenberch, uma das maiores pérolas do futebol holandês. Todos estes jovens têm em comum presenças na equipa principal e muita (muita) qualidade.

Até chegar às meias finais da UEFA Youth League, o emblema holandês venceu o Grupo H com 11 pontos (mais um que o segundo lugar), onde “mediu forças” com o LOSC Lille, Chelsea FC e Valência CF. Nos oitavos de final, o Ajax eliminou o Atlético Madrid, mas apenas na marcação das grandes penalidades. Na fase anterior, os comandados de Johnny Heitinga, ex-internacional pela Holanda, venceram o Midtjylland por 3-1 e “carimbaram o passaporte” para o jogo frente ao Benfica.

No jogo de sábado vão estar duas das melhores formações do mundo. Luís Castro não deve mexer muito no onze que venceu o Dínamo Zagreb, apesar de o nível de dificuldade ser muito mais alto e certamente não terá as mesmas facilidades que, principalmente na segunda parte, encontrou frente ao emblema croata. A única mudança deve acontecer no eixo da defesa devido à provável lesão de Pedro Álvaro que foi substituído por Tiago Araújo aos 50 minutos.

Quem ganhar esta eliminatória vai enfrentar o vencedor do confronto entre o RB Salzburgo e o Real Madrid CF na final da próxima terça-feira.

Artigo revisto por Joana Mendes

Armada italiana no combate à hegemonia sevilhana

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A hegemonia sevilhana pode ser colocada em causa num contexto nunca antes visto na história de futebol, ir-se-á disputar a final da Liga Europa nesta sexta-feira, às 20h. As equipas que se irão defrontar em Colónia são o Sevilha e o Inter de Milão, duas equipas com história e tradição na competição.

A equipa da Andaluzia é nada menos que o clube mais vencedor na competição, com cinco troféus conquistados, dois deles ainda no formato de Taça UEFA em 2005/2006 e 2006/2007, e os restantes três  foram conquistados já no formato actual de forma consecutiva nas temporadas 2013/2014, 2014/2015 e 2015/2016. Já o clube nerazzuri, conquistou três edições da Taça UEFA, todas elas nos anos 90 (década de ouro do futebol italiano), nas temporadas 1990/1991, 1993/1994 e 1997/1998.

DOIS HISTÓRICOS EM CONFRONTO PELA CONQUISTA DE MAIS UM TÍTULO EUROPEU. SERÁ QUE A LIGA EUROPA VAI PARA ESPANHA OU PARA ITÁLIA? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Depois de ter conquistado o troféu pela última vez na época 15/16, o Sevilha só retornaria à competição em 18/19, onde seria eliminado nos oitavos-de-final da competição pelos checos do Slavia de Praga. Já o Inter de Milão, regressa a uma final europeia dez anos após conquistar a Champions sob o comando técnico de José Mourinho.

Após essa conquista, o clube nerazzurri teve uma década com prestações discretas nas competições europeias, regressou às grandes decisões nesta temporada com Antonio Conte ao leme. Relegado da fase de grupos da Champions, o Inter de Milão, tendo na Liga Europa eliminado o Ludogorets, Getafe, Bayer Leverkusen e Shakthar Donetsk até chegar à final.

Já o Sevilha, terminaria em primeiro lugar do Grupo A, à frente do Qarabag, APOEL Nicosia e Dudelange. Depois, na fase a eliminar, deixaria pelo caminho o Cluj, a AS Roma, o Wolverhampton e o Manchester United.

No Inter de Milão, o principal destaque tem sido a dupla atacante composta por Lautaro Martínez e Romelu Lukaku. A dupla soma oito golos marcados nos cinco jogos realizados na Liga Europa e tem causado o terror nas defesas adversárias. Para além de Lukaku, outros jogadores oriundos da Premier League têm relançado a carreira nas mãos de Antonio Conte, tais como Ashley Young, Christian Eriksen e Alexis Sanchez. Lá atrás, a defesa está bem segura com a experiência de Samir Handanovic, Diego Godín e Stefan de Vrij.

Já no Sevilha, o destaque vai para a grande profundidade no ataque, com jogadores como Lucas Ocampos, Suso, Munir El-Haddadi e Munas Dabbur. No meio-campo, Éver Banega tem realizado uma das melhores épocas da sua carreira, enquanto na defesa, Jules Koundé e Diego Carlos formam uma dupla muito sólida e, na esquerda, Sergio Reguilón tem sido uma das revelações da temporada.

O treinador Julen Lopetegui tem conseguido relançar a carreira em terras andaluzes, depois da experiência fracassada no Real Madrid, tendo aqui a oportunidade de conquistar o seu primeiro troféu a nível de clubes. Já Antonio Conte, tem a oportunidade de conquistar o seu primeiro título europeu, depois de cair aos pés do Benfica nas meias-finais da competição em 13/14.

Certamente que será uma final bem entretida aquela que será disputada em Colónia. Na sexta-feira à noite, saberemos se o Sevilha aumenta o seu domínio na competição, ou se vê o Internazionale aproximar-se.

Artigo revisto por Joana Mendes

Haverá condições para ser este o melhor campeonato dos últimos anos?

Desde reforços sonantes a treinadores promissores, desde a luta titânica pela Europa à árdua guerra pela manutenção, a edição do campeonato 2020/21 da Primeira Liga tem tudo para ser uma das melhores da última década e, quiçá, do século. Com os clubes a alicerçarem os seus reforços em jogadores com nome e com potencial, apostando também no bom treinador português, o futebol espetáculo e dentro das quatro linhas poderá ser uma realidade em Portugal. Confere abaixo o porquê!

3 jogadores que poderiam inspirar um documentário

São várias as personalidades cujas vidas poderiam inspirar um documentário. Seja pelos projetos que se associam, pela maneira de encarar cada dia com uma abordagem “fora da caixa”, ou até pelas dificuldades que passaram até finalmente encontrarem o sucesso, estas pessoas têm uma história particularmente interessante e, muitas vezes, inspiradora. Também no futebol conseguimos encontrar alguns casos de jogadores que se encaixariam neste perfil e cujo percurso muitos de nós gostaríamos de ver retratado nos ecrãs. O Bola na Rede reuniu três jogadores a atuar na Primeira Liga (ou que atuaram na época que terminou recentemente) que poderiam inspirar um documentário.

Os 5 melhores marcadores de livres da Primeira Liga

Há quem resolva os jogos de penalti, há quem os resolva de canto. Os mais sortudos têm estrelas que os resolvem sozinhos, sem precisar do contributo direto da equipa. É o caso dos jogadores deste top. Quando o relógio aperta, dá jeito recorrer aos serviços destes heróis mais do que prováveis, aqueles que metem a bola onde querem, ali bem mesmo do meio da rua. Com uma forte presença dos “três grandes”, que é normal terem melhores executantes de livres, o lugar mais alto do pódio vai para um outsider que faz da arte de marcar golos um espetáculo pirotécnico, resolvendo tudo ao foguete.

Adán | Titular ou professor de Max?

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O guarda redes espanhol, Antonio Adán, é o quinto reforço a chegar a Alvalade e irá integrar o plantel para a temporada 2020/2021. Com 33 anos, o portero espanhol assina por duas épocas, mais uma de opção, numa transferência a custo zero após terminar a sua ligação com o Atlético de Madrid.

Ao longo da sua carreira, teve passagens por quatro clubes, sendo eles o Real Madrid CF, Cagliari Calcio, Atlético de Madrid e Betis de Sevilha. Fez toda a sua formação nos galáticos de Madrid e terminou o seu vínculo em 2013, a custo zero. Em novembro do mesmo ano assina pelo Cagliari Calcio de Itália e em janeiro de 2014 transfere-se para o Betis de Sevilha numa transferência relâmpago. No verão de 2018 mudou-se para os colchoneros, terminando a sua ligação durante o presente mercado de transferências.

Podemos considerar Adán um jogador habituado a grandes palcos. Contudo, nunca foi um titular indiscutível por onde passou, sendo muitas vezes segunda opção, e por esse motivo surge a dúvida sobre qual será o seu papel na equipa leonina. Será que o objetivo é roubar a titularidade a Luis Maximiano?

Olhando para os números do seu contrato, existem rumores de que este irá auferir entre 700 a 800 mil euros por época. Tendo em conta este investimento e realidade do clube, parece-me que será uma forte aposta para assumir a titularidade da baliza leonina. Por sua vez, este investimento poderá significar, eventualmente, a diminuição da aposta em Max.

Em toda a sua carreira participou em apenas 276 jogos (por exemplo, Rui Patrício contabiliza 552 jogos), sofrendo um total de 374 golos.

Antonio Adán destaca-se pela qualidade na saída nos postes (um para um) e jogo de pés. Entre os postes também parece ter qualidades interessantes. Nos últimos anos, o Sporting CP tem sentido alguma dificuldade em ter guarda redes que se destaquem pela qualidade com bola. A sua experiência em ligas competitivas constitui um fator bastante interessante e poderá ser fundamental para acrescentar qualidade à equipa verde e branca.

Espero que possa ser uma mais valia para o plantel, que ajude Max a crescer e que possa fazer parte do sucesso leonino. Os meus votos de sucesso para Adán.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Joana Mendes

Para quando um lateral-direito à imagem dos históricos do FC Porto?

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O FC Porto, durante o século XXI, contou sempre com uma série de laterais de alta categoria, seja do lado esquerdo ou direito. A nível de defesas-esquerdos, o clube nunca teve problemas em encontrar substitutos e contou sempre com nomes de requinte, como Nuno Valente, Aly Cissokho, Álvaro Pereira, Alex Sandro, Miguel Layun e até o próprio Marek Cech. Mais recentemente, o titular foi Alex Telles durante as últimas épocas e assumiu-se como um dos melhores jogadores do clube. Na lateral-direita, o clube vê-se numa situação complicada para encontrar um elemento que transmita total segurança e as contratações têm deixado a desejar.

O clube sempre habituou os adeptos a presenciar um fora de série do lado direito e, desde a saída de Ricardo Pereira, ainda não houve um jogador que chegasse perto da sua qualidade. Com a saída de Danilo, em 2014/2015, o escolhido para o lugar foi Maxi Pereira, uma transferência muito bem vista pelos portistas, por ter sido desviado do rival direto para representar os azuis e brancos. Embora não tivesse sido tão exuberante como os precedentes deste lugar, Maxi tornou-se um símbolo da equipa e dignificou honrosamente a camisola azul e branca.

Em 2017/2018, Sérgio Conceição, acabado de chegar ao comando técnico do FC Porto, fez questão que Ricardo Pereira regressasse ao clube, após um empréstimo ao Nice, e fosse o titularíssimo desta posição. A certeza é que Ricardo foi um incansável durante essa temporada e foi sem sombra de dúvidas um dos melhores jogadores do campeonato, o que lhe valeu uma transferência para a Premier League.

Maxi continuava a ser uma opção viável, ao que tudo indicava, embora a qualidade que podia oferecer àquele corredor fosse incomparável em relação a anteriormente. Mesmo assim, iniciou a época 2018/2019 como o principal candidato a assumir a posição. Graças a problemas de inconsistência e lesões, o técnico portista viu-se obrigado a encontrar outra solução para o decorrer da época e decidiu apostar em Éder Militão para lateral-direito, o que não foi de todo a melhor solução. Em janeiro, contratou Manafá ao Portimonense, o que ao longo do tempo tornou-se dececionante para a nação portista, de um modo geral.

Previsão dos prémios individuais da NBA: Defesa do ano #2

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Na continuação do artigo em que fizemos a previsão do MVP da NBA, hoje descortinamos os nomeados e o potencial vencedor justo do prémio “defesa do ano”.

De relembrar que a atribuição do prémio é feita conforme o rendimento dos jogadores até ao momento da suspensão da liga (11 de março).

Foto de capa: Milwaukee Bucks