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Os 5 jogadores mais velhos de sempre em Europeus

Hoje em dia, com o desenvolvimento de todas as áreas de apoio aos jogadores, estes conseguem, cada vez mais, atingir patamares elevados de longevidade, ao mais alto nível.

Ano após ano, vários jogadores (o que dizer, por exemplo, de Cristiano Ronaldo?) continuam-se a superar e a apresentar números bastante interessantes mesmo já no alto dos seus trinta e tal anos (alguns, mesmo até aos 40s).

Tendo em conta isto, decidi apresentar aqui o Top 5 de jogadores mais velhos de sempre a atuar em fases finais de Europeus, acreditando que, mais cedo ou mais tarde, novos nomes farão parte deste Top e, quem sabe, já mesmo em 2021, no Euro 2020.

Os 5 melhores jogadores da temporada na LPB

Com a Liga Portuguesa de Basquetebol (LPB) encerrada, resultado da pandemia da COVID-19, é tempo para rever os cinco melhores jogadores a atuar no nosso campeonato esta temporada. Para chegarmos a esta escalação, não só analisámos o rendimento individual, como também a importância que o jogador repercutiu ao nível coletivo e na classificação da sua respetiva equipa.

Outro dado importante que utilizamos para chegar à escolha deste top 5, passou pelo facto de os jogadores terem que ter participado em pelo menos 18 partidas das 22 jornadas que o campeonato teve. Não menos importante, nesta escalação evitamos colocar mais que um jogador de uma equipa.

O melhor 11 sul-americano da década do FC Porto

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Decidi apresentar um artigo que ainda se pode tornar mais interessante pela relação que todos os sul-americanos têm com o FC Porto. Desde 1893, o FC Porto acolheu nas suas fileiras inúmeros atletas de um dos mercados mais talentosos a nível mundial, e o encaixe financeiro acabou por ser notável.

De 2010 a 2020, onze jogadores acabaram por se destacar dos restantes (que também poderiam fazer parte deste 11, não fosse a escolha limitada). Caminhem com o Bola na Rede nas próximas páginas para descobrir o melhor onze Sul-Americano do FC Porto na última década

Os 5 melhores treinadores da Primeira Liga no Século XXI

O nosso campeonato revelou muitos treinadores neste século, que conseguiram atingir feitos históricos e deixar marca no futebol português. Irei então fazer o meu top cinco dos treinadores mais bem-sucedidos no futebol português neste século.

Vince Carter: Half Man, Half Amazing

Poucos atletas têm tantas alcunhas e são conhecidos por tantos nomes como Vince Carter.Vinsanity”, “Air Canada” e “Half Man, Half Amazing” são apenas algumas das alcunhas de um jogador que, vezes e vezes sem conta, desafiou a gravidade com os seus ataques ao cesto.

Contudo, a carreira de Vince foi-lhe ingrata.

É o único atleta na história da liga que jogou em quatro décadas, tem a carreira mais longa da história com 22 anos ao mais alto nível, já vestiu a camisola de oito equipas diferentes, é visto por muitos como o melhor da história no capítulo dos afundanços dada a força, explosividade e suspensão que alcançava quando decidia atacar o cesto.

Venceu o prémio de Rookie do Ano em 1999, foi essencial para o crescimento do basquetebol no Canadá quando foi trocado para os Raptors, e chegou a vencer duas medalhas de ouro pelos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de 2000 e no Campeonato das Américas de 2003.

No entanto, Vinsanity dificilmente será lembrado como um dos grandes jogadores da história da NBA.

Quando se aborda o lugar de jogador A ou B na história de uma liga, há um exercício comum que ajuda a esclarecer quaisquer dúvidas: É possível contar a história desse campeonato sem mencionar tal jogador? Se a resposta for sim, então estamos na presença de um excelente atleta, mas que não está ao nível dos melhores ou não se destacou da forma necessária para ficar nos compêndios da modalidade.

Infelizmente, a resposta para a pergunta “É possível contar a história da NBA sem falar de Vince Carter?” é afirmativa.

Vejamos, Vince entrou na NBA e sempre se destacou pela sua capacidade atlética, de tal forma que o próprio afirma ser capaz de tocar no topo de uma tabela de basquetebol – que se encontra a aproximadamente três metros e meio do chão – nos seus anos de universidade e secundário. É um bom lançador da linha de três pontos e, ao longo da carreira, sempre se manteve saudável sem ter perdido muitos jogos devido a lesão.

Recordar é Viver: Agostinho decide o Tour mais importante da História

Quando pensamos no mais incrível Tour de France, quase sempre nos vem à cabeça o de 1989 com a inacreditável reviravolta por oito segundos de Lemond no contrarrelógio dos Campos Elísios, mas há um outro quase tão emocionante e com ainda maior importância para a história da modalidade, o de 1971.

Eddy Merckx é considerado unanimemente como o melhor ciclista de todos os tempos. 1964 em Sallanches foi o primeiro passo com a conquista do título mundial de amadores e, após o triunfo no Giro de 1968, os sucessos surgiram rapidamente, terminando a carreira com cinco Tours (e 34 etapas), cinco Giros (e 24 etapas), uma Vuelta, três Campeonatos do Mundo, sete Milano – Sanremo e tantas outras vitórias no palmarés.

Este período da história do Ciclismo foi, simultaneamente, brilhante e negro. Por um lado, o belga somou recordes em catadupa e presenteou os adeptos com exibições heróicas. Mas o seu avassalador domínio também teve o nefasto efeito de dar às provas em que participava uma (pouco desejada no mundo do desporto) previsibilidade.

Eddy Merckx tem um estatuto inatacável como maior da história do Ciclismo
Fonte: Le Tour de France

No Tour de 1971, contudo, Luis Ocaña estava decidido a dar a volta ao fatalismo do vencedor pré-anunciado. Oito meros dias mais velho que Merckx, o espanhol havia entrado para a elite do ciclismo no ano anterior ao vencer a Vuelta e preparara o Tour, levando o belga ao limite no Paris-Nice e no Dauphiné Libéré.

Chegados à La Grande Boucle, rapidamente, Eddy Merckx começou a impor o seu domínio, com a sua equipa a vencer o contrarrelógio por equipa inaugural e o Canibal a vestir de amarelo. O seu equipier Wagtmans também teve direito a um dia de maillot jaune, mas Merckx rapidamente a recuperou e a envergou até à etapa nove. Pelo meio, Merck e Ocaña aproveitaram para vencer uma etapa cada um, o belga em Strasbourg e o espanhol no alto do Puy de Dôme.

À décima jornada, Merckx mostrou fraqueza e cedeu tempo para os seus adversários da Geral, com Joop Zoetemelk, que venceria o Tour em 1980, a aproveitar para desfilar de amarelo pelas estradas francesas pela primeira vez na carreira.

Para ganhar o Tour era preciso aproveitar o momento de fraqueza do Canibal, e Ocaña tinha o guião para o fazer.

O provável “onze-tipo” de Rúben Amorim para regressar ao campeonato

O Sporting Clube de Portugal voltou recentemente ao trabalho sob as ordens de Rúben Amorim. O novo treinador leonino apenas orientou a equipa diante o Desportivo das Aves. Assim, apresentamos o provável “onze-tipo” leonino para o que falta disputar na presente época. Recorde-se que o campeonato regressará no inicio do mês de junho, com os leões a defrontarem o Vitória Sport Club, no Estádio D. Afonso Henriques.

No único jogo sob o comando técnico de Rúben Amorim, o Sporting CP apresentou-se em 3X4X3. Numa partida que acabou por vencer por 2-0, com golos de Andraž Šporar e Luciano Vietto.

Meixedo, João Mário e Fábio Vieira – o que esperar deste trio?

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O plantel principal do FC Porto tem acolhido três caras novas desde que regressou aos treinos no Olival: Francisco Meixedo, Fábio Vieira e João Mário. Os três miúdos da equipa B  têm tido nos seus pés a oportunidade para agarrar um lugar onde só moram os fora-de-série. Não terá sido a primeira vez para alguns destes três atletas, mas significa que Sérgio Conceição está de olho neles. Quais as expetativas que os portistas podem criar destes três jogadores?

Todos eles tiveram, até ao momento, caminhos muito semelhantes ao nível da formação. Meixedo é o mais novo dos três, pelo que ainda militava nos juniores durante esta época, tendo feito um jogo pela equipa B durante a atual temporada. Fábio Vieira e João Mário são já figuras da formação secundária portista e, tendo isso em conta, têm mais chances de continuar no plantel sénior dos dragões.

Fábio Vieira é o mais promissor dos três. Já é internacional pela seleção portuguesa de sub-21 e marcou um golo e assistiu outro na sua estreia, frente à Noruega. Olhando para os números no FC Porto B, perfaz um total de 11 golos em todas as competições e é o melhor marcador do plantel. O médio ofensivo, que também pode jogar a extremo esquerdo, destaca-se pela técnica que exibe, quer no passe, no drible ou na finalização. Um jogador ofensivo, mas que não tem problemas em descer no terreno, seja para construir ou desconstruir. A continuar assim, não deve faltar muito tempo para vê-lo brilhar pelos azuis e brancos.

João Mário talvez seja mais discreto nos números, mas não na habilidade. Nesta época ainda não conseguiu fazer o gosto ao pé em 19 jogos, mas é um extremo que dá muito à equipa dentro das quatro linhas. É daqueles jogadores que consegue driblar o adversário dentro de uma cabine telefónica e sair com a bola no pé. Já conta com duas temporadas na equipa B a jogar contra seniores e isso pode ser um fator decisivo para Sérgio Conceição contar com ele já nesta temporada.

Quanto a Francisco Meixedo, esta chamada para treinar a equipa principal é, com certeza, uma avaliação da equipa técnica do FC Porto quanto ao seu potencial. O guardião de 1,84m, ainda não passou pelo plantel B dos dragões e o mais certo será que este assuma o lugar de Ricardo Silva no próximo ano, uma vez que a equipa A já tem Mbaye como terceira opção. Nesta época, foi o guarda-redes titular da equipa que disputou a UEFA Youth League e as suas prestações agradaram ao staff do FC Porto.

A ver vamos se este trio de jovens recebe a sua oportunidade para brilhar e, quem sabe, daqui a uns anos marcarem uma geração no FC Porto. A qualidade todos sabemos que está presente, mas o salto da equipa B para a equipa A não é fácil de ser dado. Contudo, a vontade de vencer, a garra, a paciência e o espírito de sacrifício inerentes ao ADN portista pode levar estes três jovens ao estrelato.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

BnR TV: Jéssica Silva avalia chances de ser a melhor do Mundo

O Futebol Feminino esteve em destaque no BnR TV com a presença de Jéssica Silva (Olympique Lyonnais), Catarina Realista (CF Benfica) e Rita Latas (jornalista da Sport TV). As três convidadas tornaram a discussão em torno do principal assunto numa conversa agradável e nada foi esquecido neste programa.

As experiências no estrangeiro de Jéssica Silva e de Catarina Realista foram o tema inicial para a nossa conversa. A 19 do Lyon relembrou as passagens pelo Levante UD e comparou o futebol praticado de Espanha com o de França, onde atualmente joga. Catarina Realista vivenciou o ambiente do Futebol Feminino nos Estados Unidos e contou-nos algumas particularidades enquanto esteve a representar os Nashville Rhythm. Já a possibilidade de haver a ligação entre as Universidades e o Futebol Feminino no nosso país tal como acontece nos Estados Unidos, a jogadora do CF Benfica acredita ser impossível.

Em discussão esteve também os moldes da Primeira Divisão no próximo ano, na qual a Liga voltará a ter duas séries: a Norte e a Sul. Catarina Realista defendeu que a série Sul será, sem dúvida, a mais competitiva com SL Benfica, Sporting CP e CF Benfica. A média do “Fofó” realçou a discrepância entre Norte e Sul, tornando-se injusto todo o investimento já feito pela FPF com «o campeonato num formato de séries vem contrariar o crescimento que vinha a ser feito». A jornalista Rita Latas defendeu que a Primeira Divisão poderia ter 16 equipas e não as 20 que irá ter.

Jéssica Silva disse estar atenta à qualidade das jogadoras mais jovens e acredita que o futuro está mais do que assegurado para a seleção nacional, realçando os nomes de Francisca Nazareth e de Andreia Faria.

A terminar o programa, Jéssica Silva falou sobre a possibilidade de se tornar na melhor jogadora do Mundo: «Nada é impossível, mas não penso no prémio. Penso em ganhar títulos coletivos, mas estar nas melhores é um objetivo». A extremo portuguesa tem convicção que pode fazer algo de diferente no Futebol e deixar a sua marca de uma forma mais significativa a nível individual, escrevendo a sua história em “bom português”.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Os 10 melhores golos da última década na Liga Inglesa

Caro leitor, se está a ler este artigo então prepare-se para fazer uma viagem no tempo. A Liga Inglesa é, como todos sabemos, um lugar de grandes equipas, grandes craques e grandes golos.

Por isso mesmo convido-o, com a lista que se segue, a rebobinar a cassete das grandes obras de arte realizadas pelos maiores artistas nos relvados ingleses na última década.