Início Site Página 10434

Os 3 Ralis de Portugal a Rever

O Campeonato do Mundo de Ralis (WRC) já tem em Portugal uma tradição muito grande. Em 1973, tornou-se a terceira ronda do WRC e durante 29 anos esteve no mundial, saindo apenas entre 2002 e 2006, voltando em 2007, sendo que a edição de 2008 contou para o Intercontinental Rally Challenge (IRC). O primeiro vencedor a contar para o Mundial de Ralis foi Jean-Luc Thérier e Jacques Jaubert, num Alpine Renault A110 1800. A última edição corrida foi em 2019, com os vencedores a serem Ott Tänak e Martin Järveoja.

O Alpine A110 1800 de Thérier, vencedor em 1973, quando o Rali de Portugal se estreou no Mundial
Fonte: AutoSport

Para 2020, a pandemia coronavírus (COVID-19) veio cancelar a prova máxima do desporto motorizado em Portugal. Por isso, para combater um pouco de tédio, neste momento de confinamento, trago-lhe três edições que devem rever. Se tiverem outras, deixem nos comentários!

Foto De Capa: ACP

Paige Bueckers: O protótipo da nova geração

No meio de um dos locais mais gelados dos Estados Unidos – Minnesota – nasceu uma atleta capaz de incendiar qualquer pavilhão por onde passe: Paige Bueckers.

“The most electrifying high school player in the world”

É desta forma que a revista norte-americana SLAM caracteriza a recruta número um da classe de 2020, a primeira jogadora do secundário de sempre a ser capa da revista.

Com apenas 18 anos, Bueckers é uma das melhores jogadoras do país – o seu jogo e estatísticas assim o comprovam. Com a confiança de quem sempre foi a melhor, Paige não é arrogante, mas sabe as suas capacidades e não tem medo de o dizer seja a quem for. Na verdade, não têm de o dizer, porque assim que entra dentro de campo fica bem notório que se trata de uma atleta diferente.

O Basquetebol entrou na sua vida quando tinha cinco anos. O seu pai, que jogara no secundário, tomou a tarefa de a treinar e pode-se orgulhar do trabalho que fez. Quando entrou para a equipa da sua escola – com apenas 14 anos – Paige tornou-se de imediato um dos seus destaques.

Se na sua primeira época foi a melhor lançadora de triplos e a segunda jogadora com mais assistências da equipa – terminando com 8.9 pontos, duas assistências e 3.5 ressaltos –, dois anos depois já era das melhores jogadoras do estado com 24 pontos, seis assistências e seis ressaltos. Esta época que agora terminou foi capaz de elevar o seu jogo a um patamar ainda mais alto, acabando com 21 pontos, 9.4 assistências, cinco ressaltos e 5.4 roubos de bola (!), vencendo três prémios diferentes de melhor jogadora do ano e o prémio de Minnesota Miss Basketball, dado à melhor jogadora do estado.

Paige não é uma base normal. Aliás, é o contrário, é o fruto de uma nova geração de atletas que cresceu numa fase de mudança no Basquetebol norte-americano. A sua visão de jogo, capacidade de passe, maturidade e facilidade de lançamento são fora do comum, especialmente numa atleta tão jovem. O seu jogo é uma mistura do lançamento exterior de Stephen Curry, o repertório de finalizações junto ao cesto e os handles de Kyrie Irving, e a visão de jogo e capacidade de passe de Lebron James – três dos seus atletas favoritos.

Caio Henrique: Um dos possíveis herdeiros de um lugar “pesado”

0

Embora pareça estar muito distante do habitual, o mercado de transferências do verão pode vir a realizar-se, mas esperemos que em moldes diferentes.

Todos sabemos a necessidade que o FC Porto tem de vender jogadores, e isso prende-se por duas razões: os graves problemas financeiros que assolam no clube e a ineficácia nas renovações de jogadores que terminam contrato em breve. Alex Telles está na calha para ser uma das maiores perdas dos portistas que, em condições “normais”, apenas recebem 25 milhões de euros pelo passe do atleta.

Como é mais que evidente que Manafá não assegura a posição de lateral esquerdo ao longo de uma época, a imprensa nacional e internacional começou a avançar nomes como Matheus Reis, Alex Centelles, Marc Cucurella, e… Caio Henrique. Este último tem sido o nome mais falado nos últimos tempos, tendo até já sido alvo de interesse dos portistas noutros tempos.

Formado no Santos FC, este lateral esquerdo brasileiro despertou logo a cobiça do Club Atlético de Madrid, que avançou para a sua contratação. Até hoje, não se conseguiu afirmar pelos colchoneros, tendo somado sucessivos empréstimos para o brasil. Já esteve no Paraná Clube, Fluminense FC e atualmente jogava no Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, até os campeonatos pararem. Apesar de tudo, ainda continua a ser jogador do clube espanhol e o FC Porto terá de negociar diretamente com os dirigentes do Club Atlético de Madrid, contando com uma boa vontade do jogador.

Vamos então traçar algumas características deste jovem jogador brasileiro internacional pelas camadas jovens do Brasil. Pelas informações que consegui obter, trata-se de um jogador polivalente, que tanto ocupa a posição de lateral-esquerdo como até joga no meio-campo, o que pode ser útil para a rotatividade de uma equipa que precisa de alternativas válidas para uma época longa.

É inegável que tem uma boa chegada à área, mostrando a sua capacidade de drible e de um para um, mas, contrariamente a Alex Telles, parece procurar mais espaços interiores, tendo movimentos até de um extremo que se envolve de uma forma diferente na manobra ofensiva da equipa.

Outro fator que distingue Caio Henrique de Alex Telles é o facto de este jogador ainda não ter uma boa capacidade de cruzamento (pelo menos um cruzamento mais tenso na busca de algum jogador forte no jogo aéreo, o que é uma característica do FC Porto) e também de finalização e remate, sendo visível que muitas vezes consegue desenvolver bem uma jogada, mas a decisão final acaba por deixar a desejar. Não é um lateral goleador, mas Alex Telles também não o era até chegar aos dragões.

É preciso ter uma grande cautela com a contratação deste atleta, visto que ainda não se afirmou de todo no mundo de futebol. Nesse aspeto, acabo por me recordar de um jogador que veio rotulado de “uma das maiores promessas do futebol brasileiro”, mas chegou cá e não provou nada: João Pedro. São dois jogadores que até têm algumas características semelhantes.

Sendo ou não um craque, Caio Henrique pode ser um dos possíveis herdeiros de um lugar “pesado”. Este pesado vem no sentido de já ter sido ocupado, nos últimos tempos, por laterais de excelência como Alex Sandro e Alex Telles.

Artigo revisto por Diogo Teixeira

10 jovens jogadores a maturar na Liga Portuguesa

Numa altura onde o campeonato português se encontra parado, devido a um problema que afeta a nível mundial, aproveitei para fazer uma pequena busca pelos clubes na tentativa de encontrar os 10 jovens jogadores, menores de 21 anos, mais talentosos e que com tempo irão alcançar o seu auge (possivelmente). Eis o meu top 10 de jogadores menores de 21 que é possível encontrar na Liga Portuguesa:

Seleção Nacional | 23 jogadores do SL Benfica ou Seixal

0

Muito agrada aos adeptos portugueses a discussão sobre a origem dos principais craques da Seleção Nacional, ainda mais quando serve para enaltecer qualquer um dos três grandes e a sua academia, sendo visto como um dos pontos diferenciadores de gestão e qualidade desportiva.

O SL Benfica viveu por largos anos com o estigma de uma equipa com bastantes estrangeiros e com pouca contribuição para os resultados da Seleção Nacional. Na última década, porém, o paradigma alterou-se de tal modo que, atualmente, é o clube em Portugal que mais jovens oferece à Seleção Nacional, nos respetivos escalões, verificando-se uma continuidade para a Seleção sénior, com inúmeros representantes do clube da Luz ou antigos jogadores que por ali cresceram.

Neste exercício, restringimos o leque das escolhas aos jogadores atualmente vinculados ao SL Benfica ou aos que aí se consideram formados, tendo por base o critério utilizado pela UEFA, o qual estabelece a necessidade de ter sido treinado pelo clube ou por outro clube na mesma associação nacional, pelo menos por três anos entre os 15 e os 21 anos. Assim, entre tantos, ficam de fora nomes como: José Sá, Nélson Semedo, Danilo Pereira, Rony Lopes ou Ricardo Horta.

Três eucaliptos num descampado

Tempos difíceis exigem medidas extremas. Nesse sentido, qual filme de Hollywood, os presidentes dos “três grandes” sentaram-se à mesa com a Federação Portuguesa de Futebol, a Liga de Clubes, o primeiro-ministro António Costa e outros membros do Governo.

O que parecia impossível noutros tempos aconteceu porque uma pandemia paralisou todos os campeonatos de futebol, exceptuando os da Bielorrússia e do Nicarágua. Presidentes que não se falavam, clubes que tinham relações cortadas, guerreiros comunicacionais… Afinal, tudo ficou à porta da residência oficial do primeiro-ministro?

Onde muitos preferem ver uma união inédita e um enterrar de machados de guerra para que o futebol sobreviva amanhã, eu, como muitos, prefiro não ignorar o estado frágil e anedótico que engole o futebol português.

Para resolver um problema que afeta 18 clubes da Primeira Liga, 18 da Segunda Liga e 72 do Campeonato de Portugal reuniram-se, imagine-se, três clubes. Não são sequer os três primeiros classificados, são os três do costume.

Alguma coisa me escapou nos últimos tempos e, afinal, águias, leões e dragões representam e falam por todos os clubes nacionais? E mesmo que o fizessem, o campeonato é a três e ninguém avisou os adeptos? Os demais competidores são paisagem? É que se for esse o caso, a paisagem é laranja, seca, árida, onde apenas resistem três solitários eucaliptos.

O CD Santa Clara manifestou, e bem, o interesse em terminar a época no continente. Desta forma, protege o plantel face às inúmeras viagens de avião e a própria população da ilha dos Açores. Alguém ouviu o CS Marítimo em relação a este tema?

Mais, quem ouviu o CD Nacional? Sim, é que o futebol é essencialmente feito de clubes de menor dimensão, de vários pontos geográficos e de diversas divisões. Alguém sabe a posição em relação a este tema do CF União da Madeira, CSD Câmara de Lobos, SC Praiense, GD Fontinhas ou SC Ideal? Este, sendo um problema de todos, não deveria ser tratado e discutido por todos? Não vejo os “três grandes” com sensibilidade de pensar nos problemas, por exemplo, dos clubes das ilhas.

Desengane-se, no entanto, quem achar que a podridão do desporto mais apreciado em Portugal se deve apenas aos tais do costume. Ser um clube “pequeno” tem tanto de menor dimensão como de resistência. Isto é, os símbolos de cada cidade não podem, face a um problema desta dimensão, deixar que as coisas se resolvam sem o seu aval.

Onde está António Salvador, voz ativa no G15 e tão crítico do domínio tripartido pelos três grandes? Afinal, é líder do terceiro classificado e tem o apuramento europeu em causa.

Posso estar a ser injusto por apontar críticas pouco tempo decorrido após esta reunião, mas até agora apenas o presidente do CD Feirense e um atleta do CD Tondela, António Xavier, se manifestaram contra publicamente. Os demais emblemas não se podem queixar de ter pouca atenção dos meios de comunicação social – o que é verdade – e numa altura em que se exige um forte tomar de posição, permanecerem calados e acríticos.

Pensar o futebol português como um todo é cada vez mais uma miragem e as famosas fotografias são prova disso. Os memes ao estilo de James Bond, Godfather ou Scarface mascaram com diversão uma cicatriz profunda e cada vez mais aberta.

Artigo revisto por Diogo Teixeira

«João Pinto? Quem o deixou sair do SL Benfica devia estar preso» – Entrevista BnR com Toni

A alcunha de Craque Saloio adivinha-lhe as origens, humildes e rurais, bem a norte do Tejo. Cavalão, como carinhosamente o “Capitão” Mário Wilson o apelidava, revelava a sua capacidade para percorrer os campos a galope. Toni do Benfica denuncia o clube do seu coração e pelo qual somou quase quatro centenas de jogos em 13 épocas de águia ao peito como jogador. Na Luz, orientou inúmeros iluminados, entre os quais João Vieira Pinto e Rui Costa, mas deu-se mal no país da Torre Eiffel. A experiência na Andaluzia foi monocromática, mas atingiria novamente as luzes da ribalta como Príncipe da Pérsia, engrenando o Tractor para o título mais importante da sua história. Numa conversa repleta de mística e carisma, aqui está Toni, em mais uma entrevista exclusiva Bola na Rede.

– As cores do futebol num país a preto e branco –

“O Mário Wilson estava a ver o jogo e fixou-se no número 4”

Bola na Rede [BnR]: Quero começar esta entrevista por dizer-lhe que não vou atrever-me a perguntar por aquele defesa-esquerdo do Tractor…

Toni [T]: Olha que era bom jogador, o Ehsan! Bem ajudou o Queiroz na seleção do Irão!

BnR: “Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal”. Uma vez que nasceu na eira dos terrenos dos seus avós, em Mogofores, pergunto-lhe por mais quantos dias esteve sem chover naquela aldeia.

T: É verdade! Não é do teu tempo, mas ainda que estejas a brincar, foi mesmo na eira que eu nasci. Vivíamos num país a preto e branco, tal como Miguel Torga o referia, um Portugal triste: de muitas carências e dificuldades. Não sei o nome da parteira, mas sei que foi uma aldeã que me ajudou a vir ao mundo. Depois é todo um trajeto feito numa pequena aldeia – que não é bem no interior, está a 25/30 km da costa – mas que tinha uma escola primária, portanto já nos podíamos dar por muito felizes, considerando o índice de analfabetismo que existia à época.

BnR: O que tinha de fazer para conseguir a senha que dava acesso ao campo de futebol do Instituto Salesiano?

T: Portanto, havia a escola e o largo da escola – onde, com as sacolas a fazer de balizas, jogávamos seis contra seis ou cinco contra cinco – e havia o Instituto Salesiano, que era para estudantes que vinham de fora e ao qual não tínhamos acesso. Nós, da aldeia, tínhamos o nosso oratório, São João Bosco – onde jogávamos ao Jogo da Glória, às damas, ping-pong -, que era anexo ao campo do Instituto. Para podermos lá jogar, tínhamos de ir ajudar à missa, em latim, para “conquistar” a senha.

BnR: Se lhe pedir para ajudar à missa, em latim, ainda é capaz?

T: Já não. Nessa altura tínhamos uma folha que nos auxiliava e permitia ir respondendo em função do desenrolar da missa. Curiosamente, quando passei do segundo para o terceiro ciclo, tive de escolher uma alínea que correspondia à área que queria seguir e escolhi a “e)”, que era Direito, e onde uma das disciplinas era Latim; tive Latim, Alemão, História, Português, Filosofia e Organização Política da Nação, que era sobre a Constituição de 1933.

BnR: Vamos a jogo: estreia-se pela equipa sénior do Mogofores, no campeonato da INATEL, com um nome fictício.

T: Salvo erro, em Buarcos. Havia uma equipa da Figueira da Foz que entrava nesse campeonato e, como sabes, os estudantes não podiam entrar nos torneios da INATEL. Mas arranjou-se lá uma trapaça, com o cartão de outro jogador, e joguei um jogo pelo Clube Recreativo e Desportivo de Mogofores.

BnR: O Anadia é que não se deixou enganar.

T: O Anadia é o passo seguinte: havia uns treinos de captação e fui lá com 15 anos, mas não tinha idade suficiente para poder ser inscrito [a idade mínima era 16 anos]. Voltei no ano seguinte e fiz duas épocas nos juniores. Nesses dois anos, tínhamos uma equipa boa, com bons jogadores nos vários setores. É essa equipa, aliás, que frente à Académica, em Coimbra, ganha 3-0, num jogo que o Mário Wilson estava a ver e em que se fixou no número 4, que era eu. Realmente o jogo correu-me muito bem e o “Capitão” pôs-se a caminho de Anadia uns dias depois.

Olheiro BnR – Mohammed Daramy

A Liga Dinamarquesa é, muito provavelmente, uma das menos vistas e acariciadas no seio do futebol europeu. Considerada uma competição “exótica”, muito poucos são os jogadores que se destacam no país escandinavo. As exceções, felizmente, existem. Nas últimas épocas, um jovem tem dado que falar nos relvados gelados da Dinamarca.

Na cidade de Copenhaga brilha uma promessa que enverga a camisola 11 como um verdadeiro extremo, embora execute bem qualquer posição mais avançada. Mohammed Daramy é um dos projetos mais empolgantes na Europa e, com tenra idade, já assume um lugar de destaque no meio dos graúdos. Esta temporada participou em 32 jogos no FC Copenhaga, um dos maiores clubes do país dinamarquês.

Sob o comando de Staale Solbaken, os leões azuis jogam maioritariamente em 4-4-2, onde Daramy assume em algumas ocasiões o lugar de segundo avançado, apoiando muitas vezes Michael Santos, o homem golo da equipa. No entanto, a formação da capital conta com vários jogadores experientes nessa posição e, por vezes, a rotação leva a um pouco menos tempo de jogo dos mais jovens.

Infelizmente ainda não tivemos oportunidade de ver Mohammed a brilhar a nível de seleção. Nascido na Dinamarca, mas com pais nascidos na Serra Leoa, apenas foi reconhecido cidadão do país do norte da europa quando cumpriu 18 anos, em janeiro deste ano, e ainda não conta com qualquer internacionalização.

A irreverência de Mohammed Daramy é notória. Quando pisa o relvado, todos podem esperar do jovem dinamarquês uma capacidade de drible estonteante. Por consequência, possui uma capacidade de condução de bola que deixa o defesa adversário com poucas armas para o parar nas suas investidas.

Qualidades são o que não falta ao dinamarquês. Dono de uma velocidade que o faz voar pela ala esquerda, assiste e marca com bastante facilidade. Em 2019/2020 conta com sete tentos e cinco assistências, distribuídos pela Superligaen e pela taça da Dinamarca. Um dos grandes palcos para o jovem extremo foi a participação do FC Copenhaga na Liga Europa.

Na segunda divisão das competições europeias conseguiu somar minutos e mostrar os diversos talentos que possui. Entretanto, diversos emblemas já começaram a demonstrar o desejo de garantir os serviços do escandinavo, incluindo o BVB Dortmund e o Liverpool FC. Até lá, esperamos pelo momento em que Mohammed Daramy volte a jogar e a encantar, seja em que clube for.

Artigo revisto por Diogo Teixeira

5 leões emprestados a ter em conta para a próxima época

0

O Sporting Clube de Portugal tem vários jogadores vinculados ao clube ao serviço de outros emblemas a título de empréstimo. Alguns destes atletas poderão vir a integrar o plantel leonino na época 2021/2022. Em destaque têm estado nomes como Ivanildo Fernandes, Lumor, Daniel Bragança, João Palhinha e Gelson Dala.

Além destes cinco jogadores, Matheus Pereira tem brilhado ao serviço do West Bromwich Albion, que ao que tudo indica irá acionar a sua opção de compra, a rondar os 10 milhões de euros. O extremo brasileiro soma, na presente época, 34 jogos, seis golos e 16 assistências. Um talento que seria ainda muito útil ao clube de Alvalade.

Por seu turno, o extremo maliano, Abdoulay Diaby, também tem estado em bom plano com a camisola do Besiktas JK. Diaby contabilizou até ao momento 32 jogos, três golos e duas assistência com o emblema turco. O atacante leonino poderá assim vir a representar também um encaixe financeiro ou até a reintegrar o plantel na próxima época.

O 11 do século XXI do Bayer 04 Leverkusen FG

Não falamos de um colosso, no entanto, é uma formação habituada a grandes palcos. O Bayer 04 Leverkusen FG é, para qualquer adversário, um osso duro de roer, apesar do seu palmarés não ser uma montra vistosa. Falamos de uma equipa acostumada a catapultar jogadores para os principais emblemas europeus e a ter no seu currículo algumas estrelas deste século.

O último título conquistado foi a Taça UEFA de 1987/1988, à qual se junta a Taça da Alemanha em 1992/1993 e a segunda divisão do país germânico em 1978/1979. Atualmente, com um plantel avaliado em 383,15 milhões, segundo dados do Transfermarkt, o BayArena conta com a passagem de alguns jogadores talentosos nestes últimos anos. É a falar de craques que deixo aqui o onze do século XXI do Bayer 04 Leverkusen FG, assim como algumas alternativas, e ainda o treinador escolhido para segurar a batuta.