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UD Oliveirense 5-5 FC Porto: Recital de hóquei termina com o empate

A CRÓNICA: O JOGO QUE NINGUÉM QUIS PERDER

UD Oliveirense e FC Porto dividiam o quarto posto com 28 pontos à entrada do último jogo da primeira volta do campeonato nacional de hóquei em patins. O encontro é visto como um clássico para muitos e a intensidade fez jus às expectativas. Os dragões foram os primeiros a marcar, mas a formação de Oliveira de Azeméis chegou cedo à igualdade e fez uma primeira parte de grande nível. No final dos primeiros 25 minutos, a equipa da casa vencia por 4-2.

A segunda parte começou quase como uma fotocópia da primeira. O FC Porto marcou primeiro e a UD Oliveirense respondeu prontamente. Mas, desta feita, foram os pupilos de Cabestany a jogar melhor e conseguiram chegar ao empate a poucos minutos do fim. Com o 5-5 final, as duas formações não descolaram uma da outra na tabela classificativa e continuam nas mesmas posições, não arredando pé da luta pelo título.

A FIGURA

Fonte: FC Porto

Gonçalo Alves- Foi a personificação da calma e da necessidade de golo no FC Porto. O hat-trick embalou os portistas para o empate que parecia difícil ao intervalo, o melhor marcador da I Divisão continuava com o stick em brasa.

O FORA DE JOGO

Fonte: UD Oliveirense

Segunda parte da UD Oliveirense- O desperdício de bolas paradas e a falta de intervenção contrastaram com os primeiros 25 minutos ricos em golos e bons apontamentos. Do 5-3 a meio da segunda parte, o FC Porto aproveitou as lacunas adversárias para empatar o encontro.

ANÁLISE TÁTICA – UD OLIVEIRENSE

 Começou mal nas duas partes ao sofrer golos primeiro, mas depressa voltava à vantagem. Os quatro golos na primeira parte não foram suficientes para vencer depois de uma segunda metade de jogo pouco inspirada. Em todos os ataques do FC Porto, três hoquistas desciam para ajudar, e quando tal não acontecia, os erros deram o golo aos portistas.

 CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Nélson Magalhães (7)

Xavi Barroso (8)

Marc Torra (7)

Jordi Bargalló (6)

Jorge Silva (7)

 SUPLENTES UTILIZADOS

 Vítor Hugo (5)

Henrique Magalhães (6)

João Almeida (5)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

 Os dragões marcaram primeiro, mas quebraram no decorrer da primeira parte. O segundo tempo foi melhor para os homens de Guillem Cabestany, que conseguiram recuperar e conquistar um ponto numa deslocação habitualmente difícil.

 CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Xavi Malián (7)

Giulio Cocco (6)

Rafa (7)

Reinaldo Garcia (7)

Gonçalo Alves (8)

SUPLENTES UTILIZADOS

 Poka (6)

Carlo Di Benedetto (7)

Sergi Miras (5)

Foto de Capa: UD Oliveirense

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão 

Andraz Sporar: Um acréscimo de qualidade

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O plantel leonino possui algumas lacunas a nível de qualidade, quer seja em posições específicas, quer seja no banco de suplentes. Contudo uma das maiores lacunas está na zona mais adiantada do terreno, onde a falta de golos tem-se notado em alguns jogos e como tal, era urgente uma ida ao mercado em busca de um jogador que tivesse o “faro de golo” apurado.

Luiz Phellype tarda em afirmar-se como uma contratação acertada para a realidade do clube de Alvalade, pois apesar de ser um avançado que possui números interessantes, a falta de consistência é um ponto bastante negativo e é um avançado que necessita de algumas oportunidades para introduzir a bola na baliza adversária. Pedro Mendes ainda é jovem e a sua aposta deve ser feita de forma gradual, visto que o jogador nem sequer estava inscrito na liga até ao mês de Janeiro. É uma ótima solução para o conjunto leonino mas ainda não esta preparado para assumir a titularidade.

Por isso a vinda de um avançado como Andraz Sporar, que atuava no Slovan Bratislava da liga eslovaca, era fundamental para “atacar” a presente época, porque apesar do campeonato ser uma luz ao fundo do túnel, o Sporting ainda está presente na Liga Europa e na Taça da Liga. Andraz é um avançado com 25 anos e que possui 1,86m, é internacional pela Eslovénia, tendo 19 jogos e dois golos apontados pela sua seleção.

Andraz Sporar é um jogador que sabe vencer, pois no seu currículo possui dois títulos de campeão e uma taça da suíça, ambos ao serviço do Basileia e foi o melhor marcador do campeonato na conquista da Fortuna Liga, da Eslováquia. É um jogador que precisa de pouco espaço para criar situações de perigo, o que cá em Portugal é fundamental, porque as equipas ditas “pequenas” são exímias na ocupação de espaços e concedem sempre muito pouca margem de manobra aos jogadores das equipas ditas “grandes”.

Para além da sua qualidade a nível da ocupação de espaços e trabalho sem bola, possui bom sentido de oportunidade em frente às balizas adversárias e é um jogador bastante móvel, característica essa que é fundamental nos esquemas táticos de Silas, em que existem dois, três esquemas por jogo, e essa mobilidade concede-lhe a capacidade de adaptação a qualquer tática.

Apesar dos títulos que venceu e da qualidade que apresenta, nunca representou uma liga tão competitiva como a portuguesa e, como tal, esta contratação será sempre uma incógnita, porque existem muitos jogadores que apresentam um excelente rendimento em ligas inferiores e que depois não conseguem “dar o salto” em ligas mais competitivas. Contudo penso que foi um dos melhores movimentos dos últimos tempos, por parte da estrutura liderada por Frederico Varandas, que tem vindo a demonstrar várias debilidades a vários níveis, sendo que a gestão dos acontecimentos relacionados com o clube e a comunicação, quer com os sportinguistas quer com a comunicação social, têm sido desastrosas.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão 

Um olhar à lupa sobre o Deloitte Football Money League 2020

A Deloitte publicou este mês o seu relatório anual sobre os clubes de futebol que mais receitas geram a nível mundial. O estudo refere-se à temporada 2018/2019 e teve como grande novidade a ascensão do FC Barcelona ao topo do ranking pela primeira vez, gerando um valor recorde de 841M€ em receitas. No segundo lugar ficou outro clube espanhol, o Real Madrid (757,3M€), e a compor o pódio ficaram os ingleses do Manchester United (711,5M€).

2018/2019
Posição Clube Receita (M/€)
1. FC Barcelona 840,8
2. Real Madrid 757,3
3. Manchester United 711,5
4. Bayern Munique 660,1
5. Paris Saint Germain 635,9
6. Manchester City 610,6
7. Liverpool 604,7
8. Tottenham Hotspur 521,1
9. Chelsea 513,1
10. Juventus 459,7
11. Arsenal 445,6
12. Borussia Dortmund 377,1
13. Atlético Madrid 367,6
14. Inter Milão 364,6
15. Schalke 04 324,8
16. AS Roma 231
17. Olympique Lyonnais 220,8
18. West Ham United 216,4
19. Everton 213
20. SSC Napoli 207,4

Receita total por clube em 2018/2019

Este estudo foca-se na capacidade dos clubes gerarem receita a três níveis: no dia de jogo (não inclui apenas a receita de bilheteira), direitos televisivos e a nível comercial. Mais do que olhar apenas para as receitas, pretendemos com este artigo perceber se mais dinheiro a “entrar” no clube é sinónimo de melhor desempenho desportivo ou se é possível gerar receitas de forma significativa com o desempenho “fora de campo”. Em paralelo com o relatório da Deloitte, analisaremos as receitas geradas pelo top-20 e o respetivo desempenho no campeonato e na Liga dos Campeões na temporada 2018/2019.

2018/2019
Posição Clube Receita (M/€) Campeonato Liga dos Campeões
1. FC Barcelona 840,8 Meias-finais
2. Real Madrid 757,3 Oitavos de final
3. Manchester United 711,5 Quartos de final
4. Bayern Munich 660,1 Oitavos de final
5. Paris Saint Germain 635,9 Oitavos de final
6. Manchester City 610,6 Quartos de final
7. Liverpool 604,7 Vencedor
8. Tottenham Hotspur 521,1 Finalista
9. Chelsea 513,1 *Liga Europa
10. Juventus 459,7 Quartos de final
11. Arsenal 445,6 *Liga Europa
12. Borussia Dortmund 377,1 Oitavos de final
13. Atlético Madrid 367,6 Oitavos de final
14. Inter Milão 364,6 Fase grupos
15. Schalke 04 324,8 14º Oitavos de final
16. AS Roma 231 Oitavos de final
17. Olympique Lyonnais 220,8 Oitavos de final
18. West Ham United 216,4 10º
19. Everton 213
20. SSC Napoli 207,4 Fase de grupos

Desempenho desportivo dos clubes do DFML2020 em 2018/19

Olhando para a tabela acima, a primeira conclusão que se pode retirar é que, dos seis primeiros classificados, quatro foram campeões nacionais, a saber, Barcelona, Bayern, Paris Saint Germain e Manchester City. A Juventus, a outra campeã das cinco principais ligas europeias, surge apenas na 10.ª posição do ranking.

Relativamente à equipa de Turim, a contratação de Cristiano Ronaldo permitiu-lhe regressar ao top-10 do ranking, com um aumento de mais de 60M€ na receita total (+16,4% em relação à época anterior). A Vecchia Signora logrou um aumento substancial na sua receita comercial (+40M€) e o efeito CR7 não é alheio a isso, com a receita em merchandising a aumentar de forma significativa, assim como a visibilidade da marca.

É digno de nota também o facto de o 2.º e o 3.º classificados do Money League, Real Madrid e Manchester United, terem tido desempenhos desportivos muito tímidos, apesar de estarem no pódio do ranking. Os Merengues terminaram a La Liga no 3.º lugar e ficaram-se pelos oitavos de final da Liga dos Campeões, enquanto os Red Devils terminaram a Premier League na 6.ª posição e foram eliminados nos quartos da Champions.

Na primeira época sem Cristiano Ronaldo, o desempenho do Real dentro de campo piorou, o que se traduziu numa redução da receita comercial, alavancada em anos anteriores pelo sucesso desportivo do clube, mas que foi compensada com os incrementos na distribuição dos direitos da La Liga. Já o Manchester United, conseguiu manter a 3.ª posição no Money League muito graças ao regresso à Liga dos Campeões, onde chegou aos quartos de final da competição. Ainda assim, o clube não se qualificou para a edição deste ano, pelo que será difícil manter o pódio no próximo ano.

Se olharmos para o desempenho na Liga dos Campeões, o vencedor, Liverpool, e o finalista vencido, Tottenham, surgem “apenas” na sétima e oitava posição do ranking, respetivamente. Os Reds ficaram em segundo na Premier League, ao passo que os Spurs terminaram no quarto lugar, conseguindo, ainda assim, estar ambos à frente da Juventus, campeã italiana, e do Chelsea, vencedor da Liga Europa e terceiro classificado na liga inglesa, no que toca ao total de receitas.

A Juventus beneficiou do efeito CR7 para regressar ao top-10 do Money League
Fonte: Lega Serie A

Há ainda dois clubes que saltam à vista neste top-20, Schalke 04 e West Ham, 14.º e 10.º dos respetivos campeonatos. Os alemães justificam a presença, apesar da fraca performance na Bundesliga, pelo regresso à Liga dos Campeões após quatro épocas de ausência, assim como a sua boa prestação na prova (oitavos de final). Este desempenho permitiu ao clube aumentar em 77% as receitas com direitos de transmissão (+70,1M€). Já o West Ham, melhorou a performance na Premier League, e o facto de não ter participado nas competições da UEFA em 2018/19 mostra a importância que tem os direitos de transmissão da Premier League serem centralizados, com os Hammers a conseguirem uma receita superior ao Ajax, semifinalista na edição passada da Liga dos Campeões.

Direitos televisivos, a galinha dos ovos de ouro? Depende

“It’s not about the money, it’s about sending a message”, dizia Joker (Heath Ledger) em Dark Knight, enquanto queimava uma montanha de notas, a propósito de Gotham precisar de outro tipo de criminosos. A mensagem que o relatório anual da Deloitte transmite é a de que, mais do que a receita com direitos televisivos, que está fora do controlo do clube, o que está a marcar o aumento da “entrada” de dinheiro nos clubes no topo do Money League são as receitas que estes controlam: comerciais e do dia de jogo.

Para melhor se perceber isto, basta olhar para o gráfico em baixo. Nos clubes do top-5 do Money League, a receita comercial representa, em média, quase metade (49%) da receita total dos clubes. A importância desta rubrica no total das receitas vai diminuindo à medida que descemos no ranking, com os clubes do 16.º ao 20.º lugar a verem a receita comercial representar apenas 22% da sua receita total. No caminho inverso, as receitas com direitos de transmissão representam nestes clubes, em média, 65% da sua receita total, enquanto nos clubes do top-5 esta é “apenas” 33% do total de receitas.

Média do peso de cada tipo de receita em relação ao total, por posição no ranking Money League
Fonte: Deloitte Football Money League 2020

A época 2018/19 marcou o início de um novo ciclo na distribuição dos direitos televisivos da Liga dos Campeões e a Deloitte refere que o impacto da prestação na competição nas receitas dos clubes continuará a ser enorme. Não é por acaso que as 16 equipas que estão na fase a eliminar da Liga dos Campeões da época atual pertencem às cinco principais ligas europeias, tal como sucede com as 20 equipas que integram o ranking deste estudo.

A Premier League continua a dominar o panorama do Football Money League, com oito equipas no top-20. Há muito que os clubes ingleses consolidaram as suas receitas com direitos televisivos, não só com a sua centralização, mas também porque a Premier League soube vender o seu produto para todo o mundo. Ainda assim, a Deloitte afirma que se atingiu uma espécie de “plateau” em termos de aumento de receitas com direitos televisivos, defendendo que estas estão amplamente fora do controlo dos clubes e que há bastante incerteza relativamente ao seu crescimento. Assim, a vantagem comparativa para os clubes será o foco nas fontes de receita que estes controlam: receitas do dia de jogo e receitas comerciais.

Eye on the prize” é o título deste relatório Money League, ou seja o segredo está nos clubes olharem para os adeptos e conseguirem capitalizar ao máximo o seu interesse pelo clube. Fator chave para o sucesso é a perceção de quem são os adeptos, como se comportam, o que procuram e enriquecer a experiência que lhes oferecem. Ser adepto já não é só ostentar um cartão de sócio ou assistir a um jogo ao vivo, é cada vez mais uma experiência e os adeptos procuram interligar-se com o dia-a-dia do clube.

FC Barcelona: liderar pelo exemplo

Fonte: FC Barcelona

Um fator decisivo para o Barcelona chegar ao topo do ranking, mais do que a sua excelente performance na La Liga (vencedor) e na Liga dos Campeões (meias-finais), foi o facto de o clube ter produzido alterações significativas no seu modelo operacional, passando a desenvolver in house muitas das operações comerciais. Os catalães reconheceram o poder da (sua) marca para fazer crescer as receitas e aumentaram o controlo sobre as operações de licenciamento e merchandising, trazendo-as para dentro de portas, ao invés de estas serem feitas por terceiros.

O clube foi um exemplo de pragmatismo comercial, definindo de forma clara a abordagem ao merchandising e ao licenciamento, assim como os mercados-alvo estratégicos, obtendo um conhecimento mais vasto sobre os hábitos e comportamentos dos seus adeptos. Desta forma, conseguirá perceber cada vez melhor quem são os adeptos que utilizam os serviços do clube, para lhes oferecer uma experiência totalmente personalizada.

A receita comercial do Barcelona aumentou 60,9M€ face à época anterior (+19%), ascendendo aos 385M€, um valor que é superior ao total de receitas do 12.º classificado desta edição do Money League. Trata-se não só de perceber a massa adepta, mas também de fazê-la crescer. A Deloitte prevê que os clubes que perceberem melhor os seus adeptos e a informação relacionada com estes, terão maior probabilidade de subir no ranking da Money League no futuro.

Com a incerteza relativamente ao aumento das receitas com direitos de transmissão, a conclusão que se retira desta análise é que o “El Dorado” para os clubes de futebol são as fontes de receita que estes controlam. É aí que está a vantagem comparativa. O FC Barcelona foi disso exemplo e chegou à liderança. Veremos se os outros lhe seguem o exemplo ou não. Daqui a um ano fazem-se as contas.

Foto de Capa: FC Barcelona

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

As 3 derrotas que são para reverter

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Está na hora de mudar o paradigma

O FC Porto prepara-se para jogar a sua quarta final na Taça da Liga contra o SC Braga, no próximo sábado, pelas 19:45, no Estádio Municipal de Braga. Desta forma, os dragões vão à procura da sua primeira conquista nesta competição, uma vez que até agora o máximo que conseguiu alcançar foi insucesso atrás de insucesso. A verdade é que a prova, desde o início foi sempre desvalorizada por toda a estrutura portista. No entanto, com a chegada de Sérgio Conceição, tudo se alterou porque o atual treinador veio dar outro relevo e destaque à Taça da Liga e a partir do momento que assumiu o destino dos azuis e brancos passou a ser uma prioridade nos objetivos do clube da invicta. Agora, iremos demonstrar o que aconteceu nas finais já disputadas pelo FC Porto.

As 3 melhores alternativas a Harry Kane

A lesão de Harry Kane fez soar os alarmes nas bandas de White Hart Lane. O internacional inglês, que contabiliza 181 golos oficiais em 278 jogos, está fora dos relvados até abril e deixou os fãs dos Spurs e José Mourinho com as mãos na cabeça.

O plantel do Tottenham Hotspur FC carece de uma alternativa real a Kane desde o início da temporada, sendo que, para o último terço do relvado, os Spurs têm Son Heung Min, Lucas Moura e Érik Lamela, três avançados que rendem muito mais a partir dos corredores laterais, e ainda Lo Celso e Eriksen que são médios ofensivos, mas que podem jogar a partir de uma ala também. Dele Alli também pode ser acrescentado à equação, sendo um jogador de ruturas, com e sem bola, e que se sente melhor a jogar entrelinhas, e Ryan Sessègnon, uma espécie de Gareth Bale do presente, que tanto alinha como defesa esquerdo, como a extremo esquerdo.

Visto assim, até parece que Mourinho tem um leque considerável de opções, mas, na prática não é isso que acontece. Primeiro, substituir Kane, deve roçar o “impossível”. Ninguém é insubstituível, no entanto encontrar um “9” como o inglês, nesta altura, é uma possibilidade inexistente, pois não há mais ninguém como ele (talvez Lewandowski seja o mais parecido, mas é uma autêntica utopia pensar que o vice-campeão da europa o consegue tirar ao todo poderoso FC Bayern Munique).

Tecnicamente fortíssimo, com potência e colocação de remate a curta e longa distância, matador, tanto de cabeça como no 1×1 com o guarda redes, e ainda, dotado de capacidade para jogar em associação ou partir para lances individuais. Se Kane estará fora até abril e se não há mais ninguém que o possa “clonar” e encaixar que nem uma luva no modelo do Spurs, então é certo que o paradigma ofensivo e defensivo do Tottenham Hotpsur terá de mudar.

José Mourinho e a direção dos Spurs vão ter de optar por escolher um perfil de ponta de lança, que permita a equipa adotar um modelo de jogo com nuances diferentes. Ficam aqui três opções viáveis para o importante reforço do ataque londrino.

Paulo Fonseca terá de ser um Gladiador para comandar a Capitale

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Vamos ser claros: se se olhar para o momento de forma, para as estatísticas e para a classificação, dá-se um certo favoritismo a Lazio no dérbi diante da Roma. A equipa orientada por Simone Inzaghi está em 3.º lugar, tem sido uma agradável surpresa no futebol europeu, já venceu a Supertaça Italiana e está na luta pelo título. Sim, Inter e Juventus, não se esqueçam da Lazio na corrida pelo Scudetto. Afinal de contas, a Lazio está a apenas seis pontos da liderança. Diante da Roma, treinada por Paulo Fonseca, o desafio é do tamanho da rivalidade entre as equipas, ou seja, gigantesco.

Os giallorossi estão em 4.º lugar, a sete pontos do rival, e se perderem podem desligar-se de forma quase definitiva do top 3. Também por aí, este jogo ganha ainda mais importância para a Roma que joga no papel de visitada, ainda que as equipas partilhem o Estádio Olímpico. Os homens de Paulo Fonseca, que se vai ver privado, no dérbi, de vários jogadores importantes por lesão, como Zaniolo, Mkhitaryan, Pastore ou Perotti, perderam os dois últimos jogos em casa, para o campeonato, diante do Torino e da Juventus. Ou seja, metade das derrotas que a Roma tem no campeonato foram já em janeiro. Ainda assim, no capítulo individual, o destaque vai para o avançado Edin Dzeko (11 golos) ou para o extremo Justin Kluivert (cinco golos).

Luís Alberto é uma das figuras da SS Lazio
Fonte: SS Lazio

No que a dérbis diz respeito, nos últimos anos, a Roma tem saído mais vezes por cima. Nas últimas sete épocas, desde 2013/2014, só perdeu duas vezes com a Lazio e venceu sete. Registaram-se ainda quatro empates. Ou seja, nos últimos treze dérbis para o campeonato, a Roma tem clara vantagem. Mas, esta época em especial, o cenário à partida para o segundo dérbi de Roma é diferente. Muito por força da temporada acima da média, em relação aos últimos anos, que a Lazio está a fazer.

No campeonato, a equipa não perde desde…a quarta jornada, em setembro. Daí para cá, são 12 vitórias, 11 seguidas. Uma série que começou na nona jornada e que a equipa procura prolongar diante do eterno rival, na ronda 21. O avançado Ciro Immobile tem sido a figura da equipa – é o melhor marcador do campeonato, com 23 golos. Tem mais sete do que o segundo na lista dos goleadores, que é…Cristiano Ronaldo.

Golos que ajudam a fazer do ataque da Lazio o segundo mais concretizador campeonato, ao mesmo tempo que tem a terceira defesa menos batida. Nota ainda para o possível regresso do médio influente Luis Alberto, após lesão. O espanhol, que já leva 12 assistências para golos esta época, dá sinais positivos de recuperação, ao contrário do avançado argentino Correa, que pode ser uma baixa de peso para a Lazio.

Ambas as equipas chegam ao dérbi na ressaca de eliminações nos quartos de final da Taça de Itália, após dois jogos exigentes a meio da semana. A Lazio jogou um dia antes do rival, mas o resultado foi o mesmo. Ambas as equipas, caíram na prova e o conjunto de Inzaghi perdeu a oportunidade de revalidar o troféu conquistado na última época, depois de ter sido derrotado pelo Nápoles (1-0).

A formação de Paulo Fonseca caiu aos pés da Juventus (3-1). Veremos se, do ponto de vista físico, estes jogos da Taça de Itália terão influência na intensidade colocada pelas equipas em campo, no próximo domingo. Certo é que se pode esperar um jogo nos limites, como o Derbi della Capitale sempre habituou o mundo do futebol.

Aposta VIP: Vitória SS Lazio (2-1)

A SS Lazio está numa série de vitórias incríveis no campeonato (11 triunfos) e em 20 jogos só não marcou numa ocasião. A AS Roma tem muito a perder e ainda mais a ganhar na luta pelo top-3, por isso pode procurar assumir o jogo e, ao mesmo tempo, expor-se. Um duelo aberto, com golos, e muita dinâmica.

Foto de Capa: AS Roma

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Uma surpresa assim não tão surpreendente

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A transferência de Ricardinho para o ACCS Futsal Club foi uma surpresa para muitos. A verdade é que não estamos habituados a tanto protagonismo do Futsal para os lados da Europa Ocidental ou da Central, mas é uma realidade que, mais tarde ou mais cedo, vai acabar por acontecer. Por isso, a surpresa foi para aqueles que estão desatentos ao crescimento da modalidade em alguns países.

Algumas pessoas devem estar a questionar: porque é que o Futsal na Europa Ocidental e na Europa Central poderá “rebentar”? Ora, pois, já tivemos uma primeira prova no Europeu de 2018. A França marcou presença na sua primeira grande competição de seleções e logo na estreia surpreendeu a seleção que era até àquele momento a campeã Europeia, Espanha. Uma surpresa que foi curta, porque o sonho terminou logo após a derrota contra o Azerbaijão, contudo era um sinal positivo para os gauleses.

Ainda assim, a Federação Francesa de Futebol continuou a sua grande aposta no Futsal e chegamos a 2020 com duas boas notícias para a mesma: a sua seleção na Elite Round da Qualificação para o Mundial na Lituânia e a mudança do melhor do Mundo para o campeonato francês. Mas vamos por partes.

A França está, possivelmente, no “Grupo da Morte” (como se diz na gíria) que conta com a presença da Sérvia, Espanha e Ucrânia. Contudo, marcar presença aqui já é uma clara evidência do crescimento que a seleção francesa tem tido nos últimos tempos. Aliás, já tivemos a oportunidade de ver dois jogos de preparação entre França e Portugal, nos quais houve pontos positivos a destacar do lado francês. Com duas derrotas pela margem mínima (1-2 e 3-4) é certo, mas às vezes é importante olhar para aquilo que é a preparação (e consequente evolução) e não tanto para o resultado.

A vinda de Ricardinho para o Futsal francês só tem prós para a modalidade no país. Quantos jovens não podem vir a integrar clubes para jogarem? Veremos muitos, certamente. O que vão sentir os jogadores que atualmente jogam nas equipas do 1.º escalão? Pois, muita vontade de mostrar também a sua qualidade nas quadras. E não esquecer que o protagonismo que a Liga vai ter com a chegada de Ricardinho! Pelo menos em Portugal, acredito que haja uma abertura a este novo campeonato para que muitos possam acompanhar o percurso do capitão da seleção portuguesa.

O voo do Ninho até Madrid

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O interesse do Real Madrid CF em promessas brasileiras é recente. Primeiro, Vinícius Junior, depois a vez de Rodrygo. Esta segunda-feira, foi a hora de Reinier Jesus rumar à capital espanhola, vindo do Flamengo de Jorge Jesus. Além da juventude, os adeptos madrileños podem esperar o virtuosismo e um faro para o golo do médio ofensivo.

Com 18 anos recentemente cumpridos, fez o percurso de formação quase todo no Ninho do Urubu, academia dos Rubro Negros. O conforto que tem com a bola nos pés permite que o libertem sozinho na zona entre linhas. Se lhe dão espaço fica difícil parar o seu drible, pois possui uma velocidade razoável com a bola na sua posse. É daqueles casos em que trata o esférico por tu, como um melhor amigo.

O sistema que poderá cair como uma luva na pérola brasileira é um 4-3-3, no qual Reinier poderá assumir uma tarefa de médio mais avançado no terreno. Com o bom primeiro toque e a habilidade de chutar de longe, pode rematar ou dar a oportunidade aos colegas, com uma visão e um pensamento à frente de muitos dos seus adversários.

Diego foi um dos mentores de Reinier
Fonte: Conmebol

Além de rematar bem pelo chão, o cabeceamento não é uma fraqueza. Os 1,86m que possui ajudam na tarefa e, na época que há pouco tempo terminou, usou o jogo aéreo em alguns dos tentos no Brasileirão. A tenra idade não o impede de ter um porte de líder e uma mentalidade forte, decidindo jogos nos últimos minutos como suplente.

Em apenas uma época, os poucos minutos já deram para acordar os gigantes europeus. Ganhou o Real Madrid, e de certeza que em breve vai continuar a encantar os amantes do desporto rei. A verdade é que já tem um palmarés de invejar muitos veteranos, mas a ida para a europa coloca-o quase na estaca zero. No meio de craques com provas dadas, é mais um na luta por um lugar no onze de Zidane.

Vai começar na equipa B “Castilla” para se ambientar a um novo país e a uma nova realidade. Entretanto, representa a seleção sub-23 do Brasil num torneio pré-olímpico, e se continuar a crescer como o fez em 2019, o talento de Reinier vai deixar o Menino do Ninho voar, sem que lhe possam cortar as asas. Só o tempo poderá estabelecer se conseguiu vencer as expectativas que lhe colocaram.

Foto de Capa: CR Flamengo

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Vitória SC 1-2 FC Porto: Dragões vencem e estão na final

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A CRÓNICA: SUAR ATÉ AO ÚLTIMO MINUTO

Depois do SC Braga ter carimbado a passagem à final da Taça da Liga no dia de ontem, hoje era a vez de Vitória SC e FC Porto lutarem por um lugar na final de sábado. Se para o Vitória SC era a estreia na final-four da Taça da Liga, para o FC Porto era uma fase da prova a que os dragões estavam bem habituados.

A primeira parte foi marcada pela combatividade dos dois conjuntos, mas sem efeitos em termos de oportunidades. Ambas as equipas lutaram a meio-campo, mas raras foram as vezes que houve perigo perto das balizas. As melhor oportunidades foram de Mbemba, aos 41′, após um canto batido por Alex Telles, e de Davidson, já em cima dos 45′, com um remate perigoso que passou perto da baliza de Diogo Costa.

Os golos pareciam estar todos guardados e os primeiros dois apareceram num espaço de dois minutos. Primeiro foi o Vitória SC a marcar. Jorge Sousa, com o auxílio do VAR, assinalou grande penalidade por falta de Soares sobre Bonatini e Tapsoba converteu. Na reposição de jogo, Alex Telles, na ressaca de uma disputa na grande área vitoriana, rematou com efeito e empatou a partida.

O FC Porto, aos 74′, chegou, pela primeira vez, à vantagem através de Soares. Corona ganhou o duelo com Florent na direita e deu para o brasileiro, que já leva nove jogos seguidos a marcar.

Os vimaranenses ainda marcaram aos 95′, mas Jorge Sousa, com auxílio do VAR, considerou que houve uma ação faltosa de João Pedro sobre Diogo Costa. O golo foi invalidado e o jogo terminou com vitória do FC Porto.

Os dragões seguem, assim, para a final, onde defrontarão o SC Braga, vencedor da primeira meia-final. O jogo de sábado será a oportunidade dos portistas vencerem o troféu que lhes tem fugido e, ao mesmo tempo, de vingar a derrota para o campeonato perante os bracarenses.

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Jesús Corona – Comprometido defensivamente e determinante no processo ofensivo, o mexicano destacou-se na ala direita portista, sendo, inclusive, protagonista no segundo golo dos dragões.

O FORA DE JOGO

Fonte: Vitória SC

André André – O médio português lutou bastante no meio-campo, mas acrescentou muito pouco ao processo ofensivo do Vitória.

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC

O Vitória SC apresenta-se em 4-3-3. Na baliza vai estar o habitual titular, Douglas; a defesa é composta por Florent e Victor Garcia nas laterais, dois homens para fazer a ala completa, e no meio por Tapsoba, uma das grandes revelações do campeonato português, e o experiente Pedro Henrique; o meio-campo é constituído por Pêpê, que vem normalmente buscar o jogo atrás, depois um médio mais central que dá estabilidade ao setor intermédio, André André, e ainda um criativo, Lucas Evangelista, para apoiar no ataque; precisamente no último terço vão estar Davidson e Edwards, as principais ameaças para os portistas, dada a sua qualidade técnica, e ainda Bonatini, o homem-alvo do ataque vitoriano. Os vitorianos não conseguiram impôr o seu futebol e foram obrigados a apostar no contra-ataque como arma ofensiva.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Douglas (5)
Florent (6)
Pedro Henrique (6)
Tapsoba (7)
Víctor García (6)
Lucas Evangelista (6)
André André (5)
Pêpê (5)
Davidson (6)
Bonatini (6)
Edwards(6)

SUBS UTILIZADOS

Poha (5)
João Pedro (5)
Rochinha (–)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto apresenta-se no 4-4-2 habitual. Na baliza está o homem das taças, Diogo Costa; a defesa é constituída por Corona, que recua no campo em relação ao jogo com o SC Braga para o campeonato, os centrais são Mbemba e Marcano e à esquerda está Alex Telles; o meio-campo terá como principal novidade Sérgio Oliveira, que entra para o lugar de Danilo Pereira, e contará ainda com Uribe no miolo e Otávio e Luis Díaz nas alas; a dupla ofensiva é a do costume: Marega e Soares. O FC Porto procurou explorar a profundidade, sobretudo através de Marega, mas a defesa vitoriana controlou bem os espaços. Depois do golo vimaranense, a equipa portista reagiu bem e acabou por sair por cima.

11 INCIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Costa (6)
Jesús Corona (7)
Chancel Mbemba (6)
Iván Marcano (6)
Alex Telles (7)
Luis Díaz (6)
Sérgio Oliveira (5)
Mateus Uribe (6)
Otávio (6)
Marega (6)
Soares (7)

SUBS UTILIZADOS

Manafá (6)
Romário Baró (6)
Vitinha (–)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

VITÓRIA SC

BnR: Ivo, sente que faltou um maior domínio do meio-campo para poder aplicar o futebol à vitória?

Ivo Vieira: Faltou-nos equilíbrio emocional depois de fazermos o golo. Depois de fazermos o golo, houve euforia e abrandámos o jogo. Não acho que fosse pelo meio-campo, jogámos com o Pêpê a 6 e o André André , que esteve parado durante 8 meses, para combater o ataque do FC Porto mas o FC Porto quis esticar muito o jogo em profundidade e os médios não têm grande influência nesse momento de jogo.

FC PORTO

Sérgio Conceição: 

“Danilo tem jogado limitado e achamos por bem não o colocar. Tem sido um verdadeiro capitão.

Foi um jogo equilibrado e competitivo, duas equipas que quiseram estar na final. Parabéns ao Vitória pelo jogo que fez. O relvado estava difícil, vários jogadores escorregaram. Reagimos muito bem, uma demonstração de grande carácter dos jogadores, mas penso que a vitória é inteiramente justa.”

Foto de Capa: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Spirou Charleroi 78-85 SL Benfica: Encarnados somam e seguem na Europa

A CRÓNICA: ENCARNADOS VENCEM NA BÉLGICA E MANTÊM LIDERANÇA PARTILHADA

Em jogo a contar para a FIBA Europe Cup – Segundo Nível, o SL Benfica foi à Bélgica vencer o Spirou Charleroi por 78-85.

Com um bom ambiente no pavilhão, o jogo começou intenso com ambas as equipas a mostrarem respeito uma pela outra e isso resultou numa primeira parte equilibrada, com as defesas e os ataques a mostrarem-se igualmente consistentes. Durante toda a primeira metade, nenhuma das equipas alcançou uma vantagem superior a cinco pontos, o que reflete bem o equilíbrio nos 20 minutos iniciais.

Após o intervalo, a equipa da casa pareceu voltar melhor do descanso e foi capaz de se colocar em vantagem durante alguns minutos. Contudo, quando os encarnados recuperaram a liderança (54-57), nunca mais ficaram para trás. Apesar disso, a equipa portuguesa também não se mostrava capaz de estender a diferença pontual, e os belgas mantinham o jogo em aberto.

Finalmente, com perto de dois minutos para jogar, o SL Benfica foi capaz de selar o triunfo, chegando mesmo a construir uma vantagem de onze pontos em pouco tempo. No fim do jogo, vitória para a equipa de Carlos Lisboa, que não recupera emocionalmente da derrota do passado domingo, como ainda garante que o BBC Bayreuth não foge na liderança antes da visita à Luz, já no próximo dia 29.

A FIGURA

Fonte: FIBA Europe Cup

Anthony Ireland – O base do SL Benfica continua a demonstrar o seu bom momento de forma. Com 19 pontos, oito ressaltos e sete assistências, o norte americano ficou perto do triplo duplo e foi o maestro do ataque das águias.

O FORA DE JOGO

Fonte: FIBA Europe Cup

Efeitos sonoros do pavilhão – Para além do barulho de sirenes durante os lançamentos livres a favor do Benfica, todos os efeitos sonoros que saíram do sistema de som do pavilhão do Spirou pareciam designados a tornar a experiência de assistir ao jogo intolerável. Péssimo trabalho!

ANÁLISE TÁTICA – SPIROU CHARLEROI

Forte aposta no ataque e defesa dos três pontos foi a estratégia dos belgas para enfrentar o SL Benfica. Infelizmente, não foi a mais adequada, e a equipa do Spirou Charleroi converteu apenas dez triplos em 31 tentados, enquanto permitiu aos encarnados uma percentagem de 51 de fora do arco.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Moses Greenwood (5)

Alexandre Libert (7)

Speedy Smith (7)

Haris Delalic (5)

Joshua Sharma (7)

SUBS UTILIZADOS

Yoeri Schoepen (7)

Thomas Creepy (5)

Axel Hervelle (5)

Noe Botuli (4)

Milan Samardzic (6)

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Com as ausências de Betinho e de Coleman, o SL Benfica foi obrigado a fugir das zonas interiores, e a aposta no lançamento foi recompensada numa noite onde todos pareciam estar afinados. Defensivamente, muito notória a falta de Coleman, com o conjunto de Carlos Lisboa a perder demasiados ressaltos defensivos.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Anthony Hilliard (8)

Anthony Ireland (9)

Gary McGhee (7)

Arnette Hallman (6)

José Silva (4)

SUBS UTILIZADOS

Fábio Lima (8)

Gonçalo Delgado (4)

Rafael Lisboa (6)

Damian Hollis (5)

Foto de Capa: FIBA Europe Cup

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão