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Portugueses com semana para esquecer

Pedro Sousa entrou em ação no Challenger de Lima, no Peru. O tenista de 31 anos não teve uma semana muito agradável, tendo em conta que foi afastado na primeira ronda pelo argentino Juan Pablo Ficovich.

O número dois português começou mal o encontro. Por duas vezes consecutivas permitiu ao seu adversário conquistar o break. Pedro Sousa ainda conseguiu uma quebra de serviço, mas a desvantagem de dois jogos manteve-se até ao final do set.

Na segunda partida, Juan Pablo Ficovich voltou a aproveitar os erros de Pedro Sousa e repetiu o que tinha feito no set anterior. Desta vez, o tenista luso ficou em branco, no que aos breaks diz respeito, e viu o jogador argentino vencer o encontro com os parciais de 6-4 e 6-2.

Nota ainda para a participação de Pedro Sousa na vertente de pares que acabou, igualmente, com a sua eliminação.

Pedro Sousa não triunfou no primeiro jogo do Challenger de Lima
Fonte: Federação Portuguesa de Ténis

No mesmo Challenger, João Domingues também foi derrotado na primeira ronda. O segundo português em prova não levou a melhor sobre Tomas Etcheverry. João Domingues entrou bem na partida, conquistando um break. No entanto, o número três nacional possibilitou a recuperação ao seu adversário e partiu para o segundo set em desvantagem.

O segundo jogo iniciou logo com um break contra João Domingues. O tenista natural de Oliveira de Azeméis deu a confiança necessária ao argentino para se impor no encontro, o que resultou em novo break a favor de Tomas Etcheverry. Com uma diferença de quatro jogos, foi uma questão de minutos até ser confirmado o afastamento definitivo de João Domingues no Challenger de Lima, até porque perdeu o jogo na vertente pares no dia anterior.

Frederico Silva e Gonçalo Oliveira ficaram aquém no Challenger de Liuzhou
Fonte: Estoril Open

Na China, Gonçalo Oliveira e Frederico Silva disputaram o Challenger de Liuzhou. Gonçalo Oliveira não se apurou para a segunda ronda da competição. Coube a Konstantin Kravchuk deixar o tenista de 24 anos pelo caminho, depois de vencer, no espaço de uma hora, a partida por 2-0. Em dois dias, Gonçalo Oliveira viu o seu nome retirado do quadro principal da vertente individual e de pares.

O jogador nascido no Porto mantém-se em solo chinês, uma vez que vai disputar mais uma Challenger, desta vez em Shenzhen.

Já Frederico Silva estreou-se com um triunfo sobre Rio Noguchi. A lutar por uma vaga nos quartos de final, Frederico Silva teve um encontro bastante intenso contra o sérvio Danilo Petrovic. A partida só ficou resolvida através de dois tiebreaks que, infelizmente, caíram para o lado do tenista sérvio. Apesar da derrota, quer em singulares, quer em pares, Frederico Silva deixou uma boa imagem no torneio chinês e quem sabe se não tem melhor sorte para o próximo ano.

Feitas as contas, a semana dos tenistas portugueses não terminou da melhor forma, ainda para mais com a lesão de João Sousa que viu a sua época chegar ao fim devido a lesão. Resta aguardar por melhores resultados no futuro e pela recuperação do nosso conquistador.

Foto de Capa: Millennium Estoril Open

Artigo revisto por Joana Mendes

De Ferro e cal!

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O Sport Lisboa e Benfica tem, no seu plantel, vários jogadores merecedores de renovação de contrato. Ultimamente, o clube encarnado tem negociado extensões de contrato com variados jogadores do plantel e um dos visados foi Francisco Ferreira, mais conhecido por Ferro.

Ferro é um dos que chegou à principal equipa das águias via Bruno Lage, sendo mais uma aposta do SL Benfica na formação. A realizar a sua segunda temporada ao serviço dos encarnados, as boas exibições do jovem defesa central já lhe valeram a convocatória para a seleção nacional de Fernando Santos, ainda que não se tenha estreado com a camisola das quinas.

Na temporada transata, entre jogos na II Liga, Liga Europa, Taça de Portugal e Primeira Liga, Ferro disputou 37 jogos, tendo apontado três golos. Esta época, a sua importância na defensiva encarnada manteve-se e já conta com 12 jogos, tendo marcado um golo. O golo apontado por Ferro foi marcado na vitória por uma bola a zero no terreno do Tondela. Esse mesmo tento foi apontado na atual jornada e foi fulcral, uma vez que permitiu ao Benfica partilhar o primeiro lugar do campeonato com o Futebol Clube do Porto.

Ferro fez toda a sua formação no Sport Lisboa e Benfica e é, atualmente, uma das joias da coroa encarnada
Fonte: SL Benfica

Na presente época, o número 97 dos encarnados tem sido um dos centrais de eleição de Bruno Lage, que só prescindiu do jovem por duas ocasiões: na derrota frente ao Zenit por três bolas a uma e no nulo para a Taça da Liga frente ao Vitória Sport Clube. Em ambos os jogos, o seu substituto foi mesmo Jardel, que é um dos capitães da equipa da Luz.

Em fevereiro passado, o jovem de 22 anos já tinha visto o seu contrato melhorado, mas a sua preponderância no eixo defensivo dos encarnados valeram-lhe mais uma melhoria no contrato. Assim, o parceiro de Rúben Dias passará a receber qualquer coisa como cerca de 600 mil euros brutos anuais, muito mais que no anterior acordo. Em troca, o vínculo ao SL Benfica estende-se por mais uma temporada, até 2024, e a cláusula de rescisão também aumenta, para valores astronómicos: 120 milhões de euros!

No Benfica desde os iniciados, Francisco Ferreira é um menino da casa e mais um talento que sai, com sucesso, do Caixa Futebol Campus. A formação encarnada tem vindo a dar frutos e prova disso é a quantidade de jovens jogadores no plantel principal que fizeram a sua formação no clube. Nomes como Florentino Luís, Rúben Dias ou Gedson Fernandes constam no plantel do glorioso para o ataque ao “38” e todos eles são “made in Benfica”.

Certo é que as renovações no plantel não deverão ficar por aqui, até porque Luís Filipe Vieira e a restante estrutura, têm casos pendentes com peças chave do xadrez de Lage.

 

Foto de Capa: SL Benfica

Artigo revisto por Joana Mendes

 

GP México: A ilusão da tensão

Este Grande Prémio foi como um balão, que enche, enche, mas não explode. Durante dezenas de voltas foi-nos prometida uma batalha pela liderança com quatro frentes e, no final, a promessa não foi cumprida, e tudo ficou como estava. Quer dizer, mais ou menos.

Lewis Hamilton (Mercedes) sai do México vencedor, e agora só a precisar de uma diferença de quatro pontos para o seu rival do título (se é que se pode chamar isso) Valteri Bottas (Mercedes) para vencer o título já na próxima corrida em Austin, nos Estados Unidos. O piloto inglês extraiu todo o sumo possível dos pneus, o que foi essencial após um mergulhar nas boxes muito cedo, o que por várias voltas, parecia ter assinado a sua sentença, mas Hamilton aguentou bem o primeiro lugar.

Atrás do britânico chegou Sebastian Vettel (Ferrari) que a certa altura parecia o herdeiro da liderança, graças a uma estratégia aparentemente superior à da Mercedes, mas que no final, acabou por não chegar.

Fechando o pódio, o finlandês Valteri Bottas foi mais um dos que ainda aparentou ter a corrida no bolso, mas que também não resultou em nada. Contudo, foi um dos melhores em pista, após o choque na qualificação de sábado, que o fez começar em sexto lugar, por isso uma recuperação para um pódio quase a cheirar a liderança é um grande resultado.

Lewis Hamilton executou a estratégia na perfeição
Fonte: Formula 1

Charles Leclerc (Ferrari) sai com um sabor amargo desta corrida. Após herdar a pole position de Max Verstappen (Redbull), o piloto monegasco foi colocado numa estratégia de duas paragens, que podia ter funcionado, não fosse o erro dos mecânicos da Scuderia. E, pouco depois, um erro de travagem de Leclerc, que tirou demasiada vida aos pneus. Um lugar do pódio esteve visível, mas muito dificilmente a estratégia em que foi colocado lhe traria a vitória.

Alexander Albon (Redbull), não esteve mal, mas também não foi excelente. A estratégia prejudicou-o, porque, até à primeira das duas paragens, estava a ser capaz de acompanhar o ritmo dos pilotos da frente, mas ao focarem-se numa estratégia de duas paragens, numa pista com um segundo setor tão apertado, correram o risco de perder tempo a tentar dar voltas de avanço e, infelizmente, foi isso mesmo que aconteceu.

Do outro lado da garagem, estava um rapaz que deixa saudades de um tal de Max Verstappen que na corrida da Hungria, a par de Lewis Hamilton, estava a anos-luz de qualquer outro em termos de qualidade de condução. Desde o início da segunda metade da época que as coisas não correm bem a Verstappen, mas nem sempre por culpa dele, mas hoje foi muito trapalhão em várias ocasiões.

Portugal 4-1 República Checa: Objetivo cumprido!

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Neste domingo pudemos assistir ao confronto mais aguardado desta ronda principal de apuramento para o Mundial 2020 do Grupo 8: o encontro decisivo entre Portugal e República Checa. O jogo decidia o primeiro e segundo classificados, uma vez que ambas as formações já tinham bilhete garantido para a ronda de Elite.

Convém também acrescentar que este jogo apresentava um nível de dificuldade totalmente diferente quando comparado com os encontros anteriores, pela maior valia de República Checa em comparação com a Letónia e Alemanha.

Os primeiros minutos, como habitual em encontros deste tipo, foram de estudo mútuo entre as duas seleções e sem grandes ocasiões de perigo a registar. Mesmo assim, já se notava a vontade e o controlo efetivo da nossa seleção dos destinos da partida.

O corolário dessa situação ocorreu com o tento inaugural. A cerca de oito minutos para o intervalo, houve golo de Bruno Coelho após assistência de Ricardinho, num roubo oportuno de bola na linha lateral e, consequente, “passe de morte” para o capitão do SL Benfica.

Poucos minutos volvidos, a seleção checa haveria de empatar o jogo (1-1), por intermédio de Seidler, marcando assim o primeiro golo a Portugal em toda a ronda principal.

Ainda antes do intervalo, Portugal voltaria a marcar, através de Ricardinho, num lance muito infeliz do guardião checo, que deixou escapar uma bola aparentemente inofensiva e largou-a para a frente, onde estava o nosso símbolo, que não enjeitou tamanha oferta.

De referir que na sequência deste lance o guarda-redes checo acabaria por sair aparentemente lesionado, mas conseguiu manter-se em jogo até ao final. Com estes três tentos, chegou o intervalo com um número elevado de faltas, cinco portuguesas contra quatro checas.

A segunda parte estava a seguir uma toada bastante monótona sem grandes motivos de interesse e com os dois conjuntos um pouco na expetativa, dado que um golo, seja qual fosse a equipa que o conseguisse, ia obrigar a outra a arriscar mais para garantir o primeiro lugar.

Felizmente para Portugal, Pany Varela estava no sítio certo para finalizar uma bela triangulação entre Ricardinho, João Matos e Varela, já a poucos minutos do fim. Boa finalização do jogador do Sporting CP a dobrar a vantagem portuguesa no encontro.

Pany Varela aproveitou uma brilhante jogada coletiva para marcar o terceiro golo português
Fonte: FPF

Mesmo a terminar o jogo, e já com a República Checa a arriscar tudo com o guardião avançado, Portugal ainda iria marcar mais um tento, da autoria de Ricardinho. Provavelmente numa das finalizações mais fáceis da sua carreira, a corresponder a um passe de Bruno Coelho a apenas quatro segundos do final.

4-1 foi o resultado final favorável a Portugal, num triunfo inteiramente justo mas com um nível de dificuldade semelhante àquele que se vai ter pela frente na ronda seguinte, para onde as duas equipas têm bilhete assegurado e cujo sorteio se realiza no próximo mês de novembro.

CINCOS INICIAIS:

Portugal – André Sousa (GR), Fábio Cecílio, João Matos, Ricardinho e Bruno Coelho

República Checa – Gercak (GR), Resetar, Seidler, Holy e Vnuk

Sporting CP 3-1 Vitória SC: Pragmatismo leonino conquista a vitória

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Leões e Conquistadores defrontaram-se esta noite em jogo a contar para a oitava jornada da Primeira Liga. Depois de quase terem conquistado Londres, os jogadores do Vitória SC procuravam continuar a senda de boas exibições em Alvalade e desta vez, de preferência, com um resultado menos ingrato. Parece que não foi desta, já que o pragmatismo leonino foi preponderante para o desfecho do encontro.

O Vitória foi mesmo o primeiro a criar perigo ainda nem um minuto tinha passado do apito inicial. Depois de um cruzamento de Davidson, a bola sofre um desvio perigoso de Bonatini, mas a bola acaba por passar ao lado da baliza de Renan. A reposta não tardou em aparecer por intermédio de, vocês sabem, Bruno Fernandes! O médio, de calcanhar, colocou na mira a baliza dos vimaranenses, mas Miguel Silva defendeu sem grande problema.

Apesar destas duas oportunidades bastante prematuras, o que é certo é que o jogo começou com um ritmo lento ainda com as duas equipas a ajustarem-se uma à outra dentro de campo. Aos nove minutos, André Almeida bate um livre lateral no flanco esquerdo. A bola vai rasteira e intensa, mas acaba mesmo por ser encaixada pelo guardião brasileiro do Sporting.

Aos 27′, Edwards descobre espaço no lado direito do ataque vimaranense. O número 23 cruza para Vitor Garcia. Podia ser uma grande lance de perigo, mas a bola acaba por sair muito por cima no remate.

Após dois minutos do Vitória criar perigo, uma desatenção defensiva do Vitória foi “fatal”. Jesé Rodriguez aproveita e corre desenfreado para a baliza adversária e, muito bem o número 21 dos leões que, com toda a frieza, deita o guarda-redes com uma finta, e faz o primeiro da noite. Estava feito o 1-0 para a equipa da casa. Mas calma que não ficamos por aqui! Ainda os adeptos não tinham afinado as gargantas depois de gritar pelo primeiro golo, eis que surge o segundo: à semelhança do que tinha acontecido no lance do primeiro golo, Vietto assiste, desta vez para Acuña que faz abanar as redes de Miguel Silva aos 32 minutos. Venâncio ficou mal na pintura por ter perdido a bola em zona proibida.

Depois de uma fase em que o Vitória estava com um ligeiro ascendente na partida, vê-se assim a perder por 2-0 em muitos poucos minutos. Bem a equipa da casa que, com as poucas oportunidades que teve, conseguiu ter a frieza para decidir bem e mexer com o marcador depois de duas clamorosas desatenções por parte da equipa Vitoriana.

O Vitória ainda tentou reagir aos golos de rajada, mas, verdade seja dita, sem grande sucesso. Aos 37 minutos, Davidson remata forte, mas a bola sai ao posto. Ficava a ameaça, mas o marcador permanecia intacto desde os 32′. Já quase no final da primeira parte, Acuña livra Renan de se “meter em trabalhos”. O argentino faz um corte crucial depois de um excelente cruzamento de Evangelista. Em excelente posição estava Edwards que, só não marcou, porque Acuña chegou primeiro.

A primeira parte acabou então com um 2-0 para o Sporting, onde a equipa de Silas foi pragmática o suficiente para tornar o jogo muito mais favorável às suas contas. Já o Vitória SC pagou caro duas desatenções e via-se numa situação complicada para lutar pelos três pontos.

Jesé marcou o seu primeiro golo de leão ao peito
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

A segunda parte começou bem dividida, com ambos os lados a darem mostras de ter captado bem a mensagem ouvida no descanso pelos treinadores. Os leões estavam a dar a iniciativa de jogo aos vimaranenses que bem tentavam chegar rapidamente à baliza de Renan, mas os comandados de Silas estavam tranquilos nas tarefas defensivas.

O primeiro lance de perigo do segundo tempo para o conjunto visitante surgiu nos pés dum atleta saído do banco: aos 64′, João Carlos Teixeira – rendeu André Almeida – entrou na área leonina e rematou ao lado da baliza de Renan. O remate foi um presságio para o que viria ocorrer a seguir, já que três minutos depois o Vitória conseguiu reduzir diferenças no marcador por Bonatini, assistido por Davidson.

O golo trouxe uma nova alma à equipa de Ivo Vieira que nos instantes seguintes encostou o Sporting “às cordas” e dispôs de algumas ocasiões para repôr a igualdade, contudo a precisão dos remates dos jogadores vitorianos não foi a melhor.

Quando se achava que a turma de Alvalade ia sofrer para manter a vantagem, eis que surge o 3-1: num livre descaído no lado direito aos 74′, Marcos Acuña bateu a bola para a área, Coates cabeceia para uma defesa incompleta de Miguel Silva e na recarga, o defesa uruguaio conseguiu fazer o gosto ao pé e colocar novamente o Sporting com uma vantagem confortável.

Ainda com esperanças em retirar algo de positivo da partida, Ivo Vieira lançou Rochinha e André Pereira, passando assim a jogar com dois homens na frente de ataque, mas as mudanças não trouxeram efeitos práticos à história da partida, uma vez que o Sporting conseguiu segurar as pretensões vitorianas até ao último apito de Artur Soares Dias.

O Sporting CP vence por 3-1, e está agora no quarto lugar com 14 pontos, tendo ultrapassado o Vitória SC. Os vitorianos continuam a senda de maus resultados, e sofreram a sua quarta derrota consecutiva.

 

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

Sporting CP – Renan Ribeiro, Marcos Acuña, Sebastián Coates, Jérémy Mathieu, Valentin Rosier, Idrissa Doumbia, Eduardo (Rodrigo Fernandes, 87′), Bruno Fernandes, Luciano Vietto (Cristián Borja, 67′), Jesé Rodríguez (Luiz Phellype, 72′) e Yannick Bolasie

Vitória SC – Miguel Silva (GR), Victor García (André Pereira, 80′), Frederico Venâncio, Tapsoba, Florent Hanin, Mikel Agu, Lucas Evangelista (Rochinha, 80′), André Almeida (João Carlos Teixeira, 61′), Marcus Edwards, Davidson e Léo Bonatini

País de Gales 16-19 África do Sul: Springboks chegam à final pela 3.º vez na história

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No segundo jogo das meias finais, País de Gales e África do Sul ficaram a conhecer o seu futuro na competição. Aos galeses restará o jogo frente à Nova Zelândia, aquele que definirá o terceiro e o quarto classificado da competição. Já os Springboks continuam na luta pela conquista do título mundial, ao enfrentar, na final, a Inglaterra, tal como aconteceu em 2007.

À entrada para o jogo, ambas as equipas apresentaram alterações no 15 titular. Warren Gatland optou por colocar Leigh Halfpenny no lugar do lesionado Liam Williams e fez voltar Jonathan Davies para o lugar de segundo centro. Do lado sul africano, destaque para a ausência do cotado ponta Cheslin Kolbe, substituído por S’busiso Nkosi, jogador dos Sharks de Durban.

A primeira parte ficou marcada pelo excessivo jogo ao pé. Este tipo de jogo revelou-se infrutífero, pois raras foram as vezes em que a equipa pontapeadora conseguiu tirar partido tático ou territorial.

A África do Sul apresentou uma linha defensiva muito forte. O seu jogo de contacto fez com que o portador da bola galês fosse projetado para trás, tirando partido territorial desta característica do seu jogo e fazendo com que os galeses não progredissem com a bola.

Os únicos pontos da primeira parte foram conseguidos através de pontapés aos postes. Dan Biggar e Handre Pollard estiveram à altura e converteram todos as penalidades em pontos. Venciam os Springboks por 9-6 ao intervalo.

O primeiro ensaio só apareceu nos segundos 40 minutos. Uma arrancada em que Damian de Allende conseguiu quebrar a linha da vantagem e só parou na área de validação galesa. A defesa do País de Gales mostrou-se muito passiva ao abrir o caminho do ensaio ao centro dos Stormers, que, ao bater três placadores adversários, dilatou a vantagem sul africana.

O ensaio de Damian de Allende
Fonte: Springboks

Os galeses não tardaram muito a responder. Com uma formação ordenada nos cinco metros adversários, o Pais de Gales apenas teve de fazer chegar a bola à ponta, onde estava Josh Adams. Mérito para as linhas atrasadas galesas que foram capazes de criar superioridade numérica no lado fechado. Estava feito o empate (16-16).

Tudo apontava para o empate, até que o jovem pilar Rhys Carre cometeu a penalidade que decidiu o jogo. Ao derrubar um maul, Handre Pollard aproveitou para somar mais três pontos com um pontapé aos postes. Mais um pontapé certeiro que valeu a passagem à final e a vitória por 19-16.

Rassie Erasmus terá agora a difícil tarefa de derrubar a Inglaterra, que vem de uma vitória histórica frente à poderosíssima Nova Zelândia. A final está marcada para sábado em Yokohama, às 9h (hora portuguesa).

FC Porto 3-0 FC Famalicão: Por fim, o “Fama” caiu

No segundo jogo do dia, a equipa sensação do campeonato visitava o Estádio do Dragão naquele que seria um dos jogos grandes da jornada. Comparativamente à equipa que defrontou os escoceses do The Rangers FC a contar para a Liga Europa, Sérgio Conceição efetuou algumas alterações, não só ao onze inicial, como também à estrutura da equipa: Alex Telles, Moussa Marega e Zé Luís davam lugar a Chancel Mbemba, Manafá e Soares. Do lado visitante, apenas a assinalar uma alteração na frente de ataque, relativamente ao último jogo a contar para o campeonato: Toni Martinez dava lugar ao atacante brasileiro Anderson Silva.

Dentro das quatro linhas, assistimos a uma entrada forte do FC Porto. Ritmo elevado, posse de bola e várias incursões ofensivas que originaram algumas oportunidades claras de golo, nomeadamente saídas dos pés de Matheus Uribe e ainda da cabeça de Soares; contudo, a todas essas tentativas, Defendi respondia com boas intervenções.

Após uma primeira fase de maior pressão dos “dragões”, foram os visitantes a tentar a sua sorte no ataque. Fábio Martins, sempre um dos mais inquietos do lado do Famalicão, tentou por duas ocasiões surpreender Marchesín, obrigando, na primeira delas, o guardião argentino a uma defesa complicada.

Numa altura em que alguns já esperavam pelo intervalo, uma desatenção na defensiva do até agora líder do campeonato faria mexer o marcador pela primeira vez. Mau passe de Patrick William, bola entregue a Otávio e, de seguida, excelente combinação entre “Tecatito” e Luís Díaz, sendo mesmo este último a esticar as redes para fazer o 1-0. Era um golo que, apesar de tardio, colocava alguma justiça no resultado, dado o número significativo de oportunidades que o FC Porto havia acumulado durante toda a primeira parte.

Na segunda metade do encontro, o jogo baixou de ritmo, muito por conta de uma maior gestão da posse de bola por parte da equipa da casa.

Ainda assim, através de combinações no meio campo ofensivo, os comandados de Sérgio Conceição conseguiam, com certa facilidade, ameaçar as redes defendidas por Rafael Defendi. De assinalar duas tentativas provenientes dos pés de Corona, ambas de pé esquerdo, que passaram perto dos ferros.

Contudo, seria novamente depois de um erro defensivo que o FC Famalicão veria o adversário chegar ao golo: passe muito mal medido por Lionn que, inadvertidamente, assistiu Soares para o 2-0. Uma grande arrancada do atacante brasileiro que só parou quando viu o guarda-redes adversário no relvado e o esférico no fundo das redes. Finalmente, o FC Porto alcançava o golo da tranquilidade.

Soares apontou o segundo golo dos dragões
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Todavia, não foi desta que o marcador se manteve inalterado até final. Novamente o FC Famalicão estenderia o tapete vermelho ao FC Porto, tapete esse que faria o “menino de ouro” Fábio Silva alcançar o seu primeiro golo em jogos a contar para a Liga, depois de uma falha grosseira do guarda-redes brasileiro da formação visitante. Era o 3-0 e era o derradeiro empurrão que expulsava o FC Famalicão do primeiro lugar.

Vitória completamente justa dos “azuis e brancos” perante um adversário que foi anulado em praticamente todos os sentidos. Era o fim da invencibilidade do Famalicão, bem como a primeira “dose de realidade” no sonho da equipa recém-promovida.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

FC Porto: Marchesín; Manafá (Alex Telles, 79’), Pepe, Iván Marcano, Chancel Mbemba; Danilo Pereira, Matheus Uribe; Jesús Corona, Otávio, Luís Díaz (Shoya Nakajima, 79’); Soares (Fábio Silva, 88’).

FC Famalicão: Rafael Defendi; Lionn, Patrick William, Nehuen Perez, Alex Centelles; Pedro Gonçalves (Diogo Gonçalves, 79’), Guga (Uros Racic, 63’), Gustavo Assunção; Rúben Lameiras, Fábio Martins, Anderson Silva (Schiappacasse, 63’).

CD Tondela 0-1 SL Benfica: Valeu a cabeça de Ferro

O Sport Lisboa e Benfica deslocou-se ao Estádio João Cardoso para defrontar o Clube Desportivo de Tondela. Um jogo onde a equipa da casa procurava manter-se no segundo pelotão do campeonato e os visitantes procuravam continuar colados na liderança da Liga.

Natxo González optou por lançar um 5-2-3, abdicando do médio Jaquité em prol do central P. Sampaio. Não podendo contar com o suspenso Pité também deixou no banco J. Toro e T. Strklj, apostando na velocidade de um trio de ataque formado por Xavier, Murillo e Denilson.

Já Bruno Lage, perante as ausências de Rafa e Raul de Tomas, lançou Cervi na esquerda e Taarabt como terceiro médio. A minha primeira curiosidade prendeu-se logo no tipo de posicionamente que Taarabt iria ter, se mais recuado na primeira zona de construção, ou se mais próximo do avançado e das zonas de finalização.

O jogo arrancou com um sinal muito positivo dos encarnados. Com uma pressão alta e colectiva, muito possível pela subida no terreno de Taarabt e a presença de Cervi, permitiu que a equipa de Bruno Lage não fosse deixando o adversário ter bola e o fosse empurrando cada vez mais para a sua área. Contudo essa foi uma pressão que não levou perigo à baliza de Cláudio Ramos e em 10 minutos o CD Tondela adaptou-se e as jogadas de perigo surgiram sim na baliza de Vlachodimos. Duas grandes defesas do guardião grego precederam o 0-1 encarnado num lance de canto finalizado por Ferro.

Apesar do golo do SL Benfica o jogo manteve o mesmo ritmo. O SL Benfica com mais bola e o Tondela a criar jogadas de maior perigo.

Foi uma primeira parte de sinal positivo da equipa da casa e com mais uma exibição preocupante por parte do SL Benfica. A pressão alta não foi acompanhada pela linha defensiva que várias vezes ficou exposta aos três homens de ataque da equipa de Natxo González.

No SL Benfica Cervi foi uma ausência ofensiva e Pizzi acabou por ter de ir para esquerda de forma a tentar dinamizar aquele lado do ataque. Florentino no meio-campo foi quase um desastre – faltas consecutivas e perante o risco do segundo amarelo foi-se encolhendo e dando espaço ao meio-campo beirão para rendilhar mais as suas jogadas.

Na primeira parte destaco a exibição de Vlachodimos com excelentes intervenções e muita segurança e também a do médio João Pedro e do avançado Denílson. Enquanto o médio do CD Tondela conseguiu ir construindo espaço entre os médios encarnados, o Denílson ia deixando os centrais do SL Benfica com a cabeça completamente à roda.

A segunda parte tem muito pouca história. O SL Benfica começou com o controlo da bola, o qual foi muito concedido pela equipa da casa que abdicou de pressionar o adversário. Durante uns 20 minutos foi um jogo sem grande interesse. O que desde logo se notou foi o maior recuo do Florentino, que quando a equipa tinha bola ele procurava dar linhas de passe recuadas mas quando não a tinha este quase se escondia do jogo.

Com a inexistência de Florentino destaco o jogo do Gabriel. Não foi magnifico com bola mas foi crucial no jogo sem bola da equipa
Fonte: Liga Portugal

Com as substituições, principalmente do lado do CD Tondela, o jogo começou a agitar-se um pouco mais. O treinador dos beirões acabou por abdicar do terceiro central e fez a equipa avançar no terreno. Com o CD Tondela a pressionar mais alto e com maior capacidade de ter bola fomos vendo alguns movimentos interessantes mas quase sem criar qualquer perigo à baliza de Vlachodimos. Richard e Toro dinamizaram o futebol beirão e do lado do SL Benfica foi o Chiquinho que, saltando do banco, acabou por ir criando jogadas e momentos de finalização.

Foi um jogo onde no primeiro tempo o CD Tondela fez por merecer o empate ou até a vitória mas que no segundo tempo pouca capacidade mostrou para conseguir um resultado positivo. Do lado do SL Benfica vimos um futebol desligado e com pequenos momentos de qualidade tanto na primeira como na segunda parte. Após o intervalo a equipa não pareceu entrar em campo com grandes intenções de procurar outro golo, contentando-se com o 0-1 até ao término da partida.

Com a inexistência de Florentino destaco o jogo do Gabriel. Não foi magnifico com bola mas foi crucial no jogo sem bola da equipa.

Já na equipa da casa merecem também destaque o Xavier e o aguerrido e inconformado  lateral Moufi, tanto quando jogou pela direita como quando jogou pela esquerda.

 

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

CD Tondela: Cláudio Ramos, F. Moufi, Y. Tavares, B. Wilson, P. Sampaio (Richard, 81′) F. Ferreira (J. Toro, 81′), Pepelu, J. Pedro, J. Murillo, Xavier e Denilson (T. Strklj, 83′).

SL Benfica: Vlachodimos, A. Almeida, R. Dias, Ferro, Grimaldo, Florentino, Gabriel, Taarabt (Chiquinho, 65′), Pizzi (Vinicius, 86′), Cervi (Gedson, 94′) e Seferovic.

O Passado Também Chuta: Rui Manuel Trindade Jordão

Sempre foi homem diferenciado no talento que impunha em cada intervenção, senhor de classe como só os grandes a têm;  Um dos únicos que olhou o futebol como arte e o tratou como tal, nunca se expondo demasiado na expressão do seu estilo e da sua personalidade. Aos 37 anos, 1989 contava-se no calendário, decidiu pendurar as chuteiras e pegar nos pincéis, afastando-se totalmente dos relvados e de todo o fenómeno.

A sua relação com o SL Benfica é de eterna consideração de parte a parte, de valorização do homem e da sua conduta enquanto atleta da instituição: sempre se portou à altura dos pergaminhos encarnados e, dentro do campo, destacou-se como um dos melhores avançados de sempre do futebol português e o real sucessor de Eusébio: as duras lesões e terrível aventura em Saragoça impediram ainda mais o engrandecimento do mito. O argentino Arrua não suportou partilhar o protagonismo e tratou de escorraçar o luso-angolano, dando origem ao pedido de ajuda enviado ao fim de uma época (33 jogos, 14 golos) para Lisboa.

É esta sucessão de acontecimentos que dá origem a mais um tiro nos pés da direcção de Ferreira Queimado e Romão Martins, director à época para o futebol profissional: da capital portuguesa foi enviado como resposta um rotundo «Não» e o Sporting, no coração de Jordão desde tenra idade, aproveitou a oportunidade. Tudo isto depois de se ter rejeitado o regresso pronto de Eusébio da Silva Ferreira, que ao ouvir que a direcção do Benfica lhe queria oferecer um contrato… à experiência, não tolera a ofensa e assina com o Beira-Mar.

Jordão assina com o Benfica em 1970, vindo do Sporting Benguela e valendo aos seus cofres a quantia de 30 contos. Passa uma época ás ordens de Ângelo Martins, bi-campeão europeu, na equipa de júniores, onde o seu rendimento fantástico o leva rapidamente à equipa de reservas e, um ano depois, aos AA, em jogo a contar para a Taça de Honra da AF Lisboa contra o rival predilecto – 2-1 e um golo da sua autoria.

Dez dias depois, Jimmy Hagan estreia-o nas competições europeias numa vitória com o Innsbruck (0-4) na Aústria. Foi com naturalidade que, aproveitando a expectativa à sua volta, aproveitou o tempo de jogo cada vez maior para avançar na sua evolução como futebolista e na estatística do golo, até se estrear como guardião da Bola de Prata, em 1975/76, quando faz 30 golos em 28 jogos.

Foi no Euro 84 que se afirmou em contexto internacional, onde fez dupla incrível com Chalana
Fonte: UEFA

Até esta altura, Rui Jordão era um dos adorados do Terceiro Anel, fazendo parte do melhor plantel de sempre, onde era um dos constituintes da melhor linha avançada que a Luz já presenciou – havia no plantel, além dele, Simões, Eusébio, Artur Jorge, Vítor Baptista e Néné – e o papel de sucessor da Pantera Negra era uma realidade, onde só a imaginação nos pode dar uma ideia do que teria sido a sua permanência na Luz durante toda a carreira: vê-lo no outro lado da segunda circular foi uma facada demasiado grande para massa adepta, que nunca perdoou a direcção pelo sucedido.

Em cinco temporadas de vermelho, ganhou quatro campeonatos e uma Taça mas mais que os títulos conquistados, ficou sempre a imagem de um homem íntegro e merecedor de toda a reverência que lhe prestavam os fiéis seguidores benfiquistas.

Guardam-se as memórias de um homem que sempre se destacou por perceber, em primeiro lugar, que o exagero das emoções no jogo eram caminho para outros e que a irracionalidade era coisa apenas para dentro de campo. Nunca se apaixonou verdadeiramente pelo fenómeno e assim fugiu para as telas, que se tornaram demasiado pequenas para o seu gigantesco talento, que lhe permitiu ser também uma lenda na pintura.

Até já, Senhor Rui.

Foto de Capa: SL Benfica

artigo revisto por: Ana Ferreira

SC Covilhã 1-0 CD Cova da Piedade: “Leões da Serra” vencem e são líderes da Segunda Liga

A partida começou com um ligeiro ascendente do SC Covilhã, que à passagem do minuto 5’, causou o primeiro lance de frisson. Silva, esteve perto de intercetar o esférico, após mau domínio do guarda-redes adversário, Tony.

O primeiro quarto de hora, foi bastante marcado por um jogo dividido a meio campo, com alguns confrontos físicos e duas substituições por lesão, uma para cada lado.

Ao chegar à marca dos 20 minutos, surgiu finalmente o primeiro lance de perigo, desta feita para o lado dos “Leões da Serra”. Bonani, com um passe de trivela, isolou o ponta de lança, Silva, que após um bom trabalho individual devolveu a bola ao colega, que obrigou Tony a uma dupla intervenção.

Depois dos quinze minutos iniciais, em que se sentia um jogo frio, com muitas paragens e pouco desenvolvido, a partida ganhava outro ritmo, de “bola cá, bola lá”. Mais uma vez pelo mesmo homem, Silva, o Covilhã voltou a criar perigo, tendo o avançado são-tomense disposto de outras duas grandes oportunidades para abrir o ativo (26’ e 30’). As constantes ameaças do ponta-de-lança dos serranos fazem perceber o porquê de Kukula, titular na temporada transata, ter sido relegado para o banco.

Do outro lado, o CD Cova da Piedade teimava em não criar ocasiões de perigo flagrantes. Conseguiam chegar com fluidez à linha de fundo, mas falhavam na definição. Esta frente de ataque (Sami, Carvalhas e Edinho) tem obrigação de fazer mais. Só através de cantos se conseguiam aproximar da baliza dos da casa.

O intervalo chegou e o 0-0 insistia em não sair do marcador, embora se registasse um ascendente do Covilhã em relação ao Cova da Piedade. A existir alguém em vantagem nesta fase da partida, teriam que ser os covilhanenses.

 

Fonte: Bola na Rede

O segundo tempo começou tal e qual o primeiro. Jogo demasiado físico e disputado a meio campo, com muitas faltas e interrupções. A superioridade do Sporting da Covilhã é notória em cada lance. O Cova veio para jogar na expectativa e exclusivamente no contra-ataque.

Passados vinte minutos do reatar da partida, com a bola longe das balizas, foi o internacional português Edinho, a cabecear por cima após cruzamento de Sami (66’). A resposta dos serranos foi pronta, por intermédio do recém-entrado Kukula, sendo que ambas as tentativas falharam em quebrar o nulo.

Após boa primeira metade, o Covilhã parecia “enfraquecido” em termos de ideias. A vivacidade de Silva parecia ter desaparecido, e até os criativos Adriano e Bonani estavam incapazes de criar jogadas de perigo para Tony. Apenas Gilberto aparentava vontade de fazer mais e melhor.

A passagem do minuto 88’, quando já toda a gente se começava a conformar com o empate, eis que aparece Kukula na luta aérea com os centrais, para cabecear para fazer balançar pela primeira vez, as redes adversárias. Entrou para resolver um jogo, que tudo indicava que ia acabar a zeros.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

SC Covilhã: Carlos H., Tiago Moreira, Brendon, Zarabi, Martins, Silva, Gilberto, Mica (Rodrigues, 21’), Jean (Kukula, 62’), Adriano e Bonani (Deivison, 77’).

CD Cova da Piedade: Tony, Chen, Allef, Massaia, Zue, Sami, Shimabaku (Diarra, 63’), Marakis, Vitinho (Rodrigo, 80’), Carvalhas e Gustavo (Edinho, 7’).