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UFC Newark: Covington domina e aquece a divisão

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A UFC on ESPN 5 teve lugar em Newark, Nova Jérsia. Colby Covington dominou Robbie Lawler durante as cinco rondas do combate, e garantiu assim uma chance pelo título de peso meio-médio contra Kamaru Usman. Os restantes quatro combates do cartaz principal terminaram por finalização.

Colby Covington vs Robbie Lawler

O combate principal da noite colocou frente a frente o antigo campeão interino de peso meio-médio Colby Covington, e o antigo campeão da mesma divisão Robbie Lawler.

Covington venceu o título interino ao derrotar Rafael dos Anjos no UFC 225, e devido a uma lesão no nariz não conseguiu ter uma luta para unificar o título com o então campeão Tyron Woodley.

Robbie Lawler vinha de duas derrotas consecutivas, e estava com dificuldades em encontrar a forma que outra tinha: dominante, explosivo, e sempre à procura da finalização.

Ambos entraram agressivos no combate a lançar golpes muito fortes. Colby levou o combate para o clinch e fez no total quatro projeções. No chão procurou desgastar Lawler, e trabalhar nas costas do adversário.

No segundo round, Colby misturou o strike com o clinch e fez três projeções, com muita qualidade no trabalho de chão. Assim que se levantam perto do fim, o cansaço era visível em Lawler.

Colby acerta um direto em Lawler
Fonte: UFC

No terceiro assalto, Lawler entrou agressivo, mas Colby neutralizou-o com o trabalho no corpo a corpo. A partir de meio do round, Colby cimentou mais o seu domínio no strike, com Lawler a não ter energia para responder.

O quarto round foi mais 5 minutos de domínio para Colby. Lançou um enorme volume de golpes, não para finalizar mas sim pontuar.

No quinto round, Lawler esteve um pouco mais agressivo, mas Colby geriu bem a distância e foi inteligente em vários momentos para conseguir pontuar mais.

No final do combate, os juízes atribuíram a vitória a Colby Covington por decisão unânime (50-44, 50-45, 50-45).

Jim Miller vs Clay Guida

Dois veteranos enfrentaram-se na divisão de peso-leve. Jim Miller vinha de uma vitória frente a Jason Gonzalez por submissão. Por sua vez, Clay Guida derrotou no último combate a lenda BJ Penn por decisão.

Não há muito a relatar deste combate. Guida conseguiu abanar Miller com um golpe, mas este contra-atacou e foi a vez de Guida ir abaixo devido ao golpe. Miller viu-se na posição ideal para tentar uma guilhotina, e assim fez: finalizou a luta em 58 segundos.

Jim Miller festeja a rápida vitória por submissão
Fonte: UFC

Joaquim Silva vs Nasrat Haqparast

Joaquim Silva entrou para este combate vindo de uma vitória frente a Jared Gordon, enquanto Nasrat estava numa sequência de duas vitórias consecutivas.

Silva entrou a utilizar muito os pontapés: fosse ao corpo, pernas ou cabeça. Nasrat procurou lançar golpes no contra-ataque, e sempre que acertava era nesse momento.

O segundo round durou apenas 36 segundos: Nasrat lançou uma esquerda muito forte e Silva foi logo nocauteado.

Nasrat celebra a vitória frente a Silva
Fonte: UFC

Trevin Giles vs Gerald Meerschaert

Ambos atletas vinham de uma derrota. Giles perdeu contra Zak Cummings em maio, e Gerald perdeu contra Kevin Holland em março.

No início do primeiro round, Giles esteve muito forte no strike e até abanou Gerald. Conseguiu uma projeção, tentou a montada, mas Gerald fez uma raspagem incrível e na guarda procurou o triângulo de braço. Giles conseguiu reverter a posição, mas sem grande trabalho.
Gerald acerta um cotovelo em posição dominante
Fonte: UFC

No segundo round, Gerald levou logo o combate para o chão. Foram trocando de posição, mas Gerald conseguiu ficar mais tempo por cima. Nesta fase, o combate não estava a ser o mais entusiasmante para os fãs: tinham sido lançados apenas 7 pancadas significativas.

No terceiro round, Giles consegue defender a projeção de Gerald, mas este consegue melhorar a posição e aplicar uma guilhotina, que finalizou a luta.

Scott Holtzman vs Dong Hyun Ma

À entrada para este combate os dois lutadores procuravam recuperar de uma derrota: Holtzman contra Nik Lentz, e Hyun Ma contra Devonte Smith.

Entraram os dois hesitantes, a gerir a distância um do outro. Scott conseguiu acertar um direto de direita que levou Hyun Ma ao tapete, e inchou bastante o seu olho esquerdo.

No segundo assalto muitos golpes foram trocados, e Scott até foi ao tapete mas sem mostrar ficar muito danificado.

Holtzman acerta um cruzado em Hyun Ma
Fonte: UFC

Antes da terceira ronda o olho inchado de Hyun Ma foi analisado pelos médicos, que não deram ordens para a continuação do combate. Desta forma a vitória foi atribuída a Scott Holtzman por KO técnico via paragem médica.

O próximo evento do UFC é a Fight Night Uruguai, cartaz protagonizado pela luta de título entre Valentina Shevchenko e Liz Carmouche.

Foto de Capa: UFC

artigo revisto por: Ana Ferreira

Ligados à Volta #6: Marco Tizza vence etapa na Guarda

A etapa número cinco marcava a ligação entre Oliveira do Hospital e a Guarda, numa extensão de 158 quilómetros. Etapa com bastante calor para os ciclistas, o que levava a uma atenção redobrada na hidratação. Três contagens de montanha, uma quarta categoria em Canas de Senhorim, segunda categoria na Guarda e a última contagem a coincidir com a meta na Guarda, esta de terceira categoria. As metas volantes estariam presentes em Nelas, Gouveia e Celorico da Beira.

Esta é a sétima chegada à Guarda, que a Volta a Portugal faz. A última foi em 2017, etapa ganha por Amaro Antunes. Este ano foi a vez do italiano Marco Tizza carimbar com a vitória na subida final da Guarda.

Fonte: Volta a Portugal

Esta etapa ficou marcada pelo sucesso da fuga, com oito ciclistas em destaque. Houve muitas equipas interessadas em estar na frente da corrida, no entanto, a fuga só conseguiu escapar do pelotão depois dos 50 quilómetros decorridos.

Alejandro Marque e David Livramento (SCP-Tavira), Marco Tizza (Amore&Vita-Prodir), João Matias (Vito-Feirense-PNB), Óscar Sevilla (Medellín), Domingos Gonçalves (Caja-Rural), Thibault Guernalec (Team Arkéa-Samsic) e Zakary Dempster (Israel Cycling Academy) marcaram a fuga do dia.

O ritmo do pelotão era baixo, sem que a W52-FC Porto tivesse a preocupação de perseguir, visto que os homens da frente estavam muito atrasados na geral individual. A diferença ultrapassou os cinco minutos e a Rádio Popular Boavista colocou-se ao trabalho. Quando a formação boavisteira se afastou da frente do pelotão, a fuga estabilizou a vantagem e percebeu-se aqui, que provavelmente iria vingar.

Muitas equipas passaram pela frente, mas nenhuma procurou assumir o trabalho em definitivo na frente do pelotão. Algumas equipas com sprinters tinham homens na frente, logo não procuraram trabalhar para que o final fosse realizado ao sprint.

No grupo dos fugitivos, o italiano Marco Tizza foi o destaque. Escapou dos seus colegas na subida final, sem que estes conseguissem alcançar a sua roda novamente. Marque ainda tentou agarrar o ciclista da Amore & Vita, mas revelou-se uma tarefa árdua. No final foi Tizza quem festejou, dando a segunda vitória na Volta a Portugal à formação letã.

Em segundo lugar ficou Marque, ele que foi um dos azarados da etapa da Torre, onde perdeu mais de oito minutos para os primeiros. No último lugar do pódio ficou Zakari Dempster, que chegou 23 segundos atrasado.

Na subida final, os homens do pelotão e da geral, colocaram-se na frente com o intuito de não perderem tempo. A equipa portista acelerou o ritmo, mas foi incapaz de segurar Jóni Brandão que recuperou dois segundos em relação a Gustavo Veloso, ganhou quatro segundos a De Mateos e a João Rodrigues.

Gustavo Veloso mantém a liderança da amarela no final do dia, com 15 segundos de vantagem para o seu colega João Rodrigues. Em terceiro lugar aparece De Mateos a 22 segundos, seguido pelos dois homens da Efapel, Jóni Brandão a 25 segundos e Henrique Casimiro a 45 segundos. Depois vem Edgar Pinto, mas já leva mais de 1 minuto de atraso.

Daniel Mestre (W52-FC Porto) lidera a camisola dos pontos, Emanuel Duarte (LA Alumínios) continua com a camisola branca da juventude. David Ribeiro passou para primeiro lugar na montanha e a W52-FC Porto lidera na classificação por equipas.

Amanhã será dia de descanso na Volta, com a competição a voltar na quarta-feira, com a etapa entre Torre de Moncorvo e Bragança.

Top 10 da etapa 5:

1º Marco Tizza (Amore & Vita- Prodir) 4h:02m:53s

Alejandro Marque (Sporting-Tavira) +0:11s

Zak Dempster (Israel Cycling) +0:23s

Guernalec (Arkéa-Samsic) +0:28s

João Matias (Vito-Feirense-Pnb) +0:30s

Óscar Sevilla (Medellín) +0:33s

Domingos Gonçalves (Caja-Rural) +0:43s

8º David Livramento (Sporting-Tavira) +1m:34s

Jóni Brandão (Efapel) +1m:44s

10º Gustavo Veloso (W52-FC Porto) +1m:46s

Vitória, vitória, vai começar a história!

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O SL Benfica confirmou, com a vitória na Supertaça Cândido de Oliveira, que a máquina está afinada. Os bons resultados obtidos na pré-época, inclusive a vitória na International Champions Cup, são um bom presságio para a temporada que agora se inicia.

Desde o desaire em casa, frente ao RSC Anderlecht, no jogo de apresentação, a turma de Bruno Lage só conhece o sabor da vitória. E que bem que joga este Benfica!

O primeiro jogo contra a equipa belga fez soar os alarmes na Luz. Os encarnados tiveram uma apresentação desastrosa em que pecaram não só na construção de jogo, mas também na finalização.

Contudo, o melhor estaria para vir e, entre amigáveis e jogos de preparação, a qualidade do plantel começou a ser visível.

A Académica OAF foi o “bode expiatório” para a reconciliação da equipa com os adeptos. As águias levaram de vencidos os “estudantes” por um resultado que enchia a vista: 8-0. Uns atribuíram o mérito à sorte, outros viam um Benfica em crescendo.

A verdade é que o glorioso rumou a terras do tio Sam para disputar a International Champions Cup (ICC) e nessa competição tinham como adversários o Chivas, a ACF Fiorentina e o AC Milan.

O primeiro jogo frente ao Chivas Guadalajara só veio comprovar a veia goleadora dos encarnados demonstrada em Coimbra. Nessa partida, o Benfica venceu por 3-0 um adversário em teoria mais fraco, o que não servia para calar os críticos.

A segunda jornada da ICC colocou a Fiorentina em rota de colisão com os encarnados. O encontro foi muito equilibrado, mas já se notava o entrosamento entre os jogadores e, numa bela jogada de entendimento coletivo, Caio Lucas fez o 2-1 a favor do Benfica já depois do minuto 90.

Em dois jogos da International Champions Cup, o SLB somava seis pontos. Começava-se, então, a pensar que o “caneco dos campeões” poderia vir para Lisboa pela primeira vez. Uma vitória frente ao Milan era o suficiente.

O dia chegou! SL Benfica e AC Milan entravam em campo para a última jornada da competição de pré-época. Taarabt marcou o único golo do encontro, ao passar do minuto 70, num lance em que o marroquino foi feliz. A bola tocou caprichosamente no defesa da equipa italiana e traiu o guarda redes.

Adel Taarabt foi o herói do jogo e ajudou o SL Benfica a conquistar a International Champions Cup
Fonte: SL Benfica

Ainda que o principal objetivo não fosse vencer a competição, mas sim testar o plantel para a nova temporada, o Benfica teve um registo impecável e acabou mesmo por vencer a prova. Pela primeira vez, uma equipa portuguesa foi campeã da International Champions Cup.

O SL Benfica voltou a Portugal para preparar o jogo da Supertaça com o Sporting CP e já havia convencido os seus adeptos com os bons resultados obtidos. Ainda assim, o jogo era de máxima importância e não havia margem para erros.

Águias e leões entraram em campo com um único objetivo: ganhar o primeiro troféu da temporada.

Sem misericórdia alguma (e bem), os encarnados provaram, de uma vez por todas, aquilo que este plantel é capaz. Foram cinco os tentos marcados pelas águias sem resposta por parte dos leões. Uma goleada à antiga, que enxovalhou, por completo, a equipa verde e branca.

O SL Benfica abriu oficialmente a temporada com a conquista de um troféu contra um rival direto e para mais, com um resultado abismal.

A Supertaça foi o primeiro de muitos troféus que os encarnados podem vencer esta temporada e esperemos que seja uma época de sonho. Uma época para a história.

Com todos estes meses de preparação, entre a vitória na International Champions Cup e na Supertaça, será este Benfica capaz de revalidar o título de campeão nacional? SIM, com toda a convicção…  A Liga Portuguesa arranca esta semana e o SLB é um sério candidato ao título de campeão nacional, por toda a qualidade que tem vindo a apresentar. Ah, e também por ser o SL Benfica.

Foto de Capa: SL Benfica

artigo revisto por: Ana Ferreira

As histórias fascinates do WWE Summerslam

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O Summerslam é o segundo PPV mais antigo da WWE e também o segundo maior do ano. Apesar disso não querer dizer muito nos dias hoje, o evento já conta com uma longa história, rica em factos desconhecidos e fascinantes.

Summerslam 1992

O Summerslam de 1992 contou um público de 80 mil pessoas, em Londres
Fonte: WWE

Esta é uma das edições mais memoráveis do Summerslam. Teve lugar no estádio de Wembley, em Londres, e uma assistência de 80 mil pessoas, sendo por isso o Summerslam com maior público de sempre, por uma larga margem.

O mainevent desta edição foi Bret “Hitman” Hart vs Davey Boy Smith, também conhecido por British Bulldog (apesar desta alcunha ter sido roubada de Dynamite Kid), pelo Intercontinetal Championship.

Para além do combate ser memorável, há uma particularidade que o distingue.

Bret Hart costumava imaginar os combates na sua mente e depois sugeri-los aos seus adversários. Na sua auto-biografia, “The Hitman” revelou que, na noite anterior ao Summerslam, disse a Davey todos os spots que queria fazer e este concordou com tudo.

No entanto, minutos após o combate começar, Davey disse a Bret que não se lembrava de nada. Então este teve de dizer todas as manobras do combate no meio do ringue, perante um público enorme.

Recordo que isto ocorreu numa altura em que o wrestling ainda era, para muitos, um desporto real, o que torna a tarefa de Bret ainda mais hercúlea. O combate durou 37 minutos e é um dos melhores de sempre, o que é uma prova de que Bret Hart representava a “Excelência da Execução”.

No seu livro, Bret Hart também revelou que um lutador da altura chamado Nailz estava descontente com o dinheiro que recebera pelo seu combate no Summerslam. Então, decidiu ir confrontar Vince McMahon.

Hart revela que Nailz gritou durante 15 minutos com Vince, até que o atacou, empurrando a sua cadeira e o patrão para o chão, e depois começou a estrangulá-lo! A luta foi interrompida rapidamente e Vince despediu Nailz. Poucos dias depois Nailz processou Vince por assédio sexual, mas acabou por retirar essa queixa.

The one and only Premier League

A liga do futebol de alto retalho e do futebol combativo, com jogos protagonizados pelos melhores jogadores do mundo e interpretado pelos melhores técnicos da atualidade, está de regresso, com a habitual assinatura de espetáculo e imprevisibilidade, como é tão característica da Premier League.

Existem várias equipas com potencial para se sagrarem campeãs de Inglaterra. No entanto, o atual bicampeão inglês, Manchester City FC, e o atual campeão da Europa, Liverpool FC, merecem um destaque à parte. São os clubes com as equipas de futebol mais estáveis e com os dois melhores técnicos do campeonato.

Os Citizens já se reforçaram com três elementos: Angeliño Tasende (defesa esquerdo); Rodri Hernández (médio defensivo); Zack Steffen (guarda-redes). Estando João Cancelo em equação para uma transferência para fazer sombra a Kyle Walker. Quanto a saídas, apenas destaque para a de Fabian Delph, jogador muito utilizado a meio campo ou defesa esquerdo, e, muito provavelmente, para a de Leroy Sané, que deverá rumar ao FC Bayern Munique. De resto, continuam com um super plantel, que conta com Pep Guardiola, talvez o treinador mais criativo e eficiente da atualidade.

A equipa de Guardiola tem dado uma lição de futebol nas últimas duas épocas
Fonte: Manchester City

Os Reds, de Klopp, para já, ainda não registaram nenhuma movimentação, quer de entrada ou saída, merecedora de registo. A verdade é que, ao contrário das últimas épocas, o Liverpool FC tem capacidade e estatuto para segurar as suas maiores estrelas, o mesmo é dizer que, o tridente de ataque, composto por Mané, Firmino e Salah, ou van Dijk, não vão a lado nenhum.

Estes dois “monstros” prometem travar nova luta cerrada pelo título, quer nacional, quer o europeu.

Em segunda vaga, vêm os outsiders, com capacidade para se intrometer na luta pelo título ou acabar entre os primeiros quatro classificados, de forma a aceder à Liga dos Campeões da época seguinte, estão: Arsenal FC; Chelsea FC; Manchester United FC; Tottenham Hotspur FC.

Bruno Fernandes poderá apimentar o futebol inglês, após a Supertaça Portuguesa
Fonte: Sporting CP

Os Gunners de Emery reforçaram-se com Nicolas Pépé, que encantou na época transata, e promete fazer estragos na Premier League, sendo um mega reforço dos londrinos. Os Blues, atuais campeões da Liga Europa, como é normal, mudaram de treinador. O lendário Frank Lampard foi o escolhido e, para já, perdeu o seu melhor jogador, Eden Hazard, desfalcando e muito a equipa. Os Red Devils premiaram Ole Gunnar Solskjaer pela “sacudidela” do marasmo em que a equipa se encontrava com José Mourinho e ofereceram a extensão de contrato.

O MANCHESTER UNITED INICIA A LIGA COM UM ENCONTRO ESCALDANTE
DIANTE DO CHELSEA FC! ARRISCAS VENCEDOR? APOSTA JÁ!

O Manchester United FC deverá ser a equipa mais ativa deste final de mercado em Inglaterra. Harry Maguire já está contratado e, muito provavelmente, Bruno Fernandes é o senhor que se segue. No entanto, poderá perder Romelu Lukaku e Paul Pogba, que foram as principais figuras da equipa nos últimos anos. Por fim, os Spurs. Com Tanguy N`Dombélé garantido e Bruno Fernandes cobiçado, o Tottenham de Pochettino também deverá surpreender com uma grande contratação antes do fecho do mercado. Reforçando o estatuto de candidato ao título e exibindo orgulhosamente a denominação de vice-campeão da Europa.

As restantes equipas têm níveis diferentes e umas irão lutar pela Europa, outras pela tranquilidade e melhor classificação possível e outras pela salvação até ao último segundo. Neste grupo de equipas, destaque para o Everton FC, novamente treinado por Marco Silva, Leicester City FC, de Brendan Rodgers, West Ham UFC, de Manuel Pellegrini, e Wolverhampton Wanderers FC, de Nuno Espírito Santo. Estes quatro clubes, conseguindo a regularidade necessária, têm potencial para surpreender e entrar entre os primeiros quatro lugares, sendo, naturalmente, extremamente difícil, mas, como os Foxes já provaram, mais difícil que ser campeão é impossível e eles conseguiram-no.

Tendo em conta os dados atuais, fica aqui uma antevisão à classificação final da Liga Inglesa:

Manchester City FC – 2º Liverpool FC – 3º Arsenal FC – 4º Manchester United FC – 5º Tottenham Hotspur FC – 6º Everton FC – 7º Chelsea FC – 8º Leicester City FC – 9º Wolverhampton Wanderers FC – 10º West Ham UFC – 11º Watford FC – 12º Aston Villa FC – 13º Newcastle UFC – 14º Southampton FC – 15º AFC Bournemouth – 16º Crystal Palace FC – 17º Norwich City FC – 18º Burnley FC – 19º Sheffield United FC – 20º Brighton & Hove Albion FC

Uma coisa é certa no meio de tanta incerteza: vem aí outra super temporada de Premier League!

Foto de Capa: Manchester City 

artigo revisto por: Ana Ferreira

SL Benfica 5-0 Sporting CP: Goleada das antigas com um Rafa brilhante

Final número seis da Supertaça entre SL Benfica e Sporting CP, com clara vantagem para os “verdes e brancos” no que diz respeito a vitórias. Os “leões” ganharam três vezes e os “encarnados” apenas uma – quando ainda a competição era jogada a duas mãos daí um empate registado também. Os comandados de Bruno Lage tentavam inverter a história, já os de Marcel Keizer queriam continuar com o legado que lhes foi passado. Mas Rafa fez bem o trabalho de casa para conseguir virar o histórico negro do Benfica.

Apenas dois minutos de jogo e o perigo já rondava a baliza “encarnada”. Uma enorme desatenção defensiva do Benfica com Bruno Fernandes a aparecer isolado nas costas da defensiva. O médio português progrediu no campo, passou para o meio para encontrar Bas Dost, mas Ferro cortou muito traiçorairamente. O número 97 do SL Benfica quase que ia traindo Vlachodimos, que atento salvou o primeiro da partida muito cedo.

Início de jogo muito intenso no Estádio do Algarve com ambas as equipas a quererem entrar bem na partida. Ora ataque “encarnado” ora ataque dos “leões”, o que é certo é que emoção não faltou nos minutos iniciais.

O Benfica ia aproveitando, e bem, a velocidade de Nuno Tavares pelo corredor direito visto que muitas vezes acabava por desequilibrar a equipa do Sporting. Já os “leões” aproveitavam as inúmeras falhas defensivas que equipa “encarnada” ia demonstrando ao longo dos primeiros minutos.

E quem podia ser mais? Só ele. Ao minuto 28, Bruno Fernandes a fazer novamente das suas. O médio português não foi de modas e fez um grande remate de longe e Vlachodimos voou para uma bela defesa e desviou para canto. Esta foi mesmo para ficar bem na fotografia. Depois deste lance, o Sporting voltou a tomar conta do jogo e os adeptos perceberam isso, começando a puxar mais pela sua equipa.

Estávamos no minuto 38 na partida e o Sporting conseguiu virar o jogo de um lado para o outro de forma muito rápida e desequilibrou, mais uma vez, a defensiva “encarnada”. Bruno Fernandes apareceu novamente nas costas dos defesas e rematou para a baliza, mas mais uma vez estava Vlachodimos para salvar.

E se quem estava por cima da partida era o Sporting… mas na jogada seguinte foi o Benfica que marcou o golo. Foi ao minuto 40 que houve o primeiro golo desta Supertaça. Excelente assistência de Pizzi do lado direito do ataque e Rafa só teve de aparecer no segundo poste para marcar. Estava feito o 1-0 para os “encarnados” no Estádio do Algarve. O futebol é injusto? É sim senhor. Mas o que conta são os golos e aí o Benfica foi muito eficaz.

Até ao final do primeiro tempo apenas registar um incidente entre Bruno Fernandes e Rúben Dias. Uma entrada um pouco agressiva do médio do Sporting sob o defesa do Benfica e os ânimos exaltaram-se nas bancadas. Rúben Dias acabou por protestar com o árbitro Nuno Almeida e acabou por ele levar um amarelo. As equipas foram para o intervalo com a vantagem mínima (1-0) a favor do SL Benfica.

Depois de um passe delicioso de Pizzi foi Rafa quem marcou o único golo da primeira parte
Fonte: SL Benfica

Início da segunda parte e Nuno Almeida não conseguiu ter mão no jogo que estava a arbitrar. O árbitro começou a amarelar tanto jogadores do SL Benfica como do Sporting CP. Porém, acho que teve bem pois todos os amarelos justificaram a sua amostragem. Só acredito que isto podia ser um mau indicador para o jogo que estava a ser interessante até então.

O ritmo da partida caiu drasticamente e já se notava o cansaço físico das duas equipas por ser início de época. Era normal que isto fosse acontecer ao jogo, mas as equipas continuavam equilibradas e com boas indicações a meio campo, mas daqui para a frente parecia que os avançados estavam muito desinspirados.

Faltava dizer que o jogo estava mau para surgiu algo de bom… Típico. Ao minuto 59, recuperação de bola de Rafa numa zona subida do terreno e a dupla que tanto deu que falar o ano passado (Rafa e Pizzi) a dar frutos novamente. Grande jogada de entendimento entre os dois portugueses na grande área “leonina” e depois Pizzi conseguiu colocar a bola no canto inferior direito da baliza de Renan Ribeiro, que não teve qualquer hipóteses de defesa. Estava feito o 2-0 para o SL Benfica no Estádio do Algarve.

Se com dois golos de desvantagem já estava em maus caminhos o Sporting o que dizer depois do minuto 64… Uma falta impudente de Coates numa posição frontal para a baliza de Renan. Foi uma falta fatal para o Sporting diria eu. Já se sabe que Grimaldo é exímio nos livres diretos e pronto, golo! O espanhol conseguiu bater Renan pela terceira vez nesta partida e o resultado assinalava 3-0 a favor dos “encarnados”.

O SL Benfica a ganhar confortavelmente na partida baixou todas as suas linhas e era o Sporting agora que tinha de pegar no encontro, mas MAIS UMA VEZ o destino do jogo foi contra a corrente daquilo que estava a ser a partida.

Aos 75 minutos, Rafa Silva a fazer novo grande trabalho na esquerda do ataque benfiquista e depois encontrou Pizzi que entrou de rompante na defesa “leonina” e não deu hipóteses novamente a Renan Ribeiro. Mais uma vez, foi a bola para o canto mais longe do guarda-redes brasileiro. Era o 4-0 para o SL Benfica, mas que jogaço dos comandados de Bruno Lage.

Se as esperanças dos “leões” eram baixas… agora? Estavam completamente mortas. E os adeptos sentiam isso e aos poucos abandonavam o Estádio do Algarve.

Até ao final da partida, apenas dizer que Doumbia acabou por ser expulso por acumulação de amarelos e mais um golo do Benfica. Um golo algo estranho para ser sincero. Aos 90 minutos, primeiro foi o remate de Seferovic para uma grande defesa de Renan e depois foi o suiço mesmo a passar para Chiquinho que fez o CINCO a zero! (SIM, FORAM CINCO. Viu bem.)

Mas, o destaque vai todo para Rafa que foi o grande impulsionador desta vitória do SL Benfica desta Supertaça 2019/2020, que vai para o Museu Cosme Damião. É o oitavo título “benfiquista” nesta competição e com um Benfica a jogar desta maneira nem sei o que esperar para esta época. Já o Sporting não começa nada a época desportiva com uma goleada do maior rival em Portugal. Agora é esperar para ver o que vão os “leões” fazer esta temporada.

Para terminar, dar uma nota importante. O SL Benfica já não vencia o rival Sporting CP numa Supertaça desde 1980! Passaram 29 anos desde a primeira conquista do clube “encarnado”. Quebrar esta história e ainda mais com uma grande goleada das antigas acho que não podia pedir melhor Bruno Lage.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

SL Benfica – Odysseas Vlachodimos (GR), Nuno Tavares, Rúben Dias, Ferro, Grimaldo, Florentino, Gabriel (Chiquinho, 82′), Pizzi (Taarabt, 82′), Rafa, Raúl de Tomas (Jota, 87′) e Seferovic.

Sporting CP – Renan Ribeiro (GR), Thierry Correia, Coates (Diaby, 66′), Mathieu, Luís Neto, Doumbia, Wendel, Bruno Fernandes, Raphinha, Acuña e Bas Dost (Luiz Phellype, 66′)

Do CF América para o Dragão: os novos reforços nas vésperas dos jogos a doer

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Enfim chegou a semana esperada para adeptos e jogadores, a semana em que se estrearam no Dragão para a época 2019/2020. Apesar do resultado não ter sido o melhor, este jogo marca o fim da pré-época e significa que competições oficiais estão aí à porta. Chegaram, ainda esta semana, mais dois reforços para o FC Porto.

O primeiro é a solução para a especulação que foi o lugar vago deixado na baliza por Casillas. O espanhol não pode ainda competir (e provavelmente terá acabado a carreira apesar de ainda não o ter anunciado) e Agustín Marchesín é o eleito para defender as redes portistas. Tem 31 anos, internacional argentino e sem experiência na Europa, apesar de ser muito consagrado nos clubes por que passou, sendo uma autêntica lenda do ex-clube, o Club América. Elástico na baliza, experiente entre os postes, o guarda-redes deu boas indicações no campeonato mexicano, tendo sido eleito como o melhor guardião da competição na época transata. É este o homem que vai segurar os sonhos azuis e brancos.

Mais recente é a aquisição de Mateus Uribe. A saída do médio colombiano foi comunicada este domingo pelo Club América, clube onde repartia o balneário com Marchesín. Com 28 anos e, à semelhança do colega de equipa, sem experiência na Europa, o internacional “cafetero” é um médio completo que tanto pode jogar no meio como descair para as alas, com boa chegada à área adversária e remate fácil. Este é o médio escolhido para suprir as saídas de Herrera e de Óliver Torres.

O Club América despediu-se hoje de Uribe, que deve ser apresentado no FC Porto nas próximas horas
Fonte: Club América

Com as chegadas dos reforços, tem de haver saídas e Galeno e Fernando Andrade são os jogadores que estão na iminência de abandonar o Dragão. O extremo brasileiro que esteve emprestado ao Rio Ave FC na época passada deve ser cedido ao SC Braga a título definitivo, enquanto que o avançado que chegou ao FC Porto proveniente do CD Santa Clara está perto de ingressar no Portimonense SC, por empréstimo.

O FC Porto lima, desta forma, as últimas arestas antes de entrar oficialmente em competição. De recordar que os azuis e brancos têm o primeiro teste na quarta-feira, na Rússia, diante do FK Krasnodar, num jogo a contar para a terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

Foto de capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Ligados à Volta #5: João Rodrigues vence no Alto da Torre

Um dia de subida ao mítico Alto da Torre, na Serra da Estrela. Uma etapa que partia da Pampilhosa da Serra, município estreante na Volta, com uma extensão de 145 quilómetros, com cinco contagens de montanha.

No começo da etapa, os ciclistas teriam uma montanha de segunda categoria no Soeirinho, de 6,8 quilómetros e 6,5% de inclinação média. Depois, mais uma montanha de terceira categoria na Portela de Unhais, uma subida de quarta categoria na Abatureira e a penúltima dificuldade do dia, em Erada, com uma subida de segunda categoria. Depois os ciclistas seguiam em direção à última dificuldade do dia, passando pelas Penhas da Saúde.

A subida ao Alto da Torre seria passada pelo lado mais complicado, ou seja, pela zona da Covilhã. Esta subida final até à meta era um dos pontos-chave para ganhar tempo na geral individual. Os 20,5 quilómetros com uma pendente médio de 6,4%, não deixam ninguém indiferente. As primeiras rampas são as mais complicadas, a meio da subida, esta torna-se mais “meiga” para os ciclistas e na fase final voltam a subir um pouco as pendentes, com o agravar da altitude, esta subida é temível.

A última vez que a subida à Torre tinha sido feita foi no ano de 2015. Ano em que Delio Fernández levou a melhor, sendo o segundo lugar para o seu colega de equipa, Gustavo Veloso, e em terceiro Jóni Brandão.

O último português a ganhar aqui tinha sido Rui Sousa em 2014, na altura corria pela Rádio Popular.

Etapa rainha, etapa de decisões! João Rodrigues foi o mais decidido na altura da verdade e acabou por ganhar no sprint final.

Etapa 4: Pampilhosa da Serra- Torre                                                                   
Fonte: Volta a Portugal

O dia começou com uma fuga inicial: Luis Gomes e Pablo Guerrero (Rádio Popular Boavista), Antonio Soto (Equipo Euskadi), Mathias Reutmann (Swiss Racing Academy) e Domingos Gonçalves (Caja Rural). A fuga tinha começado com mais nomes, mas estes foram descartados pelos cinco ciclistas da fuga principal. Luis Gomes foi o homem do dia nesta fuga, passando na frente nos quatro prémios de montanha.

A presença de Domingos Gonçalves na fuga deixava a equipa do líder em estado de alerta, visto que tinha apenas 23 segundos de atraso para Veloso. A W52- FC Porto liderou a parte inicial da etapa, com Samuel Caldeira e Daniel Mestre a assumirem as despesas, nunca deixando a fuga ganhar mais do que dois minutos.

A fuga foi apanhada nas primeiras rampas da Covilhã à excepção de Domingos que prolongou por mais alguns metros a sua iniciativa. O ritmo inicial da subida foi aumentado pelas equipas da Efapel e da Israel, causando as primeiras quebras no pelotão.

No entanto, antes do início da subida Alejandro Marque (SCP-Tavira) ficou para trás devido a um toque na sua bicicleta tal como Edgar Pinto (W52) mais à frente, que sofreu do mesmo.

Lá na frente, Aviludo-Louletano impunha um ritmo forte com Óscar Hernández na frente a trabalhar para o seu líder, De Mateos.

A Louletano não estava contente e com o fim do trabalho de Hernández foi Luís Fernandes quem atacou, para andar a solo na frente durante alguns quilómetros, chegando mesmo a alcançar uma vantagem de mais de um minuto.

Edgar Pinto regressou ao grupo principal e impôs o ritmo na ajuda ao camisola amarela. Ricardo Mestre fez grande parte da subida final e ajudou a conservar e a manter uma vantagem segura para quem atacava.

Os homens do Boavista estavam irrequietos, Daniel Silva, João Benta e David Rodrigues atacaram várias vezes, mas nunca obtiveram sucesso. David Rodrigues atacou quatro vezes durante a subida. João Rodrigues (W52-Porto) e Jóni Brandão ainda se procuraram mexer, mas tiveram sempre resposta à altura.

A W52-Porto controlou a seu belo prazer o resto da subida até ao último quilómetro. Nessa altura foi Henrique Casimiro (Efapel) quem rebocava o grupo, com Jóni (Efapel) na sua roda.

David Rodrigues procurava distanciar-se na frente, Montoya (Medellín) tentou sair do grupo dos favoritos para a vitória, mas na altura da decisão, João Rodrigues saiu bem e acabou por ser o mais explosivo no final. Gustavo Veloso terminou em segundo lugar a um segundo e Jóni Brandão ficou em terceiro a cinco segundos. Nos últimos metros houve um choque entre Edgar Pinto (W52) e De Mateos (Aviludo), em que o ciclista do Porto acabou por ir ao chão. De Mateos perdeu 12 segundos e Edgar terminou a prova a pé, a 56 segundos do primeiro.

Veloso acabou por consolidar a sua liderança. Apenas perdeu tempo para o seu colega de equipa e ganhou tempo a toda a concorrência. Agora tem 13 segundos de vantagem para João Rodrigues e 20 segundos para De Mateos.

Esta etapa pecou pela falta de ataques no grupo dos favoritos. Jóni Brandão estava com poucas pernas para a subida, mas contou com a ajuda preciosa de Casimiro. A equipa da Boavista tentou muito, mas nunca com sucesso, contudo, certamente ainda haverá etapas em que ainda serão protagonistas.

Uma das equipas destaque desta etapa foi a Aviludo-Louletano. Procurou e atacou, trabalharam para a vitória, onde não obtiveram sucesso, mas colocam De Mateos no terceiro lugar da geral individual.

Edgar Pinto foi o azarado do dia, teve dois percalços, um dos quais, acabou por fazê-lo perder muito tempo na geral.

Para além da camisola amarela de Veloso, Daniel Mestre (W52) manteve a camisola verde. David Ribeiro (RPB) colocou-se em segundo lugar na montanha, com os mesmos pontos de Peio Goikoetxea (Equipo Euskadi), que segue líder. Emanuel Duarte, o jovem da equipa LA Alumínios passou para o primeiro lugar da camisola da juventude. A W52-FC Porto lidera na classificação por equipas.

Gustavo Veloso mantém a amarela                                                    
Fonte: Volta a Portugal

Top 10 da etapa 4:

1º lugar- João Rodrigues (W52-FC Porto) 4h:20m:36s

2º lugar- Gustavo Veloso (W52-FC Porto) +0:01s

3º lugar- Jóni Brandão (Efapel) +0:05s

4º lugar- Henrique Casimiro (Efapel) m.t

5º lugar- De Mateos (Aviludo-Louletano) +0:12s

6º lugar- Cristhian Montoya (Medellín) +0:18s

7º lugar- Luis Fernandes (Aviludo-Louletano) +0:20s

8º lugar- João Benta (RPB) m.t

9º lugar- David Rodrigues (RPB) +0:23s

10º lugar- Frederico Figueiredo (SCP. Tavira) +0:27s

GP Republica Checa: Marc Márquez continua a quebrar recordes

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O circuito de Brno, na Republica Checa, recebeu este fim-de-semana o Grande Prémio de MotoGP onde Marc Márquez voltou a ser rei e senhor do asfalto. Tivemos mais do mesmo, onde nenhum piloto esteve à altura do espanhol da Honda Repsol.

A corrida começou com quarenta minutos de atraso, já que não havia condições de segurança em duas das curvas do traçado checo. A direção de corrida ouviu todos os pilotos e só houve luz verde quando o asfalto já estava seco e com garantia de segurança.

Se no sábado Marc Márquez voltou a bater recordes ao conquistar a 58ª pole position da carreira, o dia de hoje também prometia ser de conquista.

A boa disposição reinou no pódio
Fonte: MotoGP

Mas vejamos o que se passou no traçado checo. O piloto espanhol, Márquez, beneficiou da sua pole position, não perdeu a posição logo no arranque da corrida e foi seguido de Andrea Dovizioso, Jack Miller, Alex Rins, Pol Espargaró e Valentino Rossi.

Rins conseguiu ganhar o lugar a Miller e fechava o pódio. Já o português, Miguel Oliveira, conseguia alcançar a 13ª posição e mostrava-se bastante confiante.

Na frente, lá continuava Márquez que liderava a corrida a seu belo prazer, sem oposição direta de Dovizioso ou Rins. Enganem-se quem acha que esta corrida teve um final frenético.

Brno foi de Márquez desde o primeiro momento, e Dovizioso não teve qualquer andamento para o piloto espanhol.

É verdade, o Grande Prémio da República Checa foi tão aborrecido que a seis voltas do final já o vencedor parecia definido com Márquez a liderar com mais de dois segundos para o italiano da Ducati. Ainda assim, houve tempo para o piloto da Honda apanhar um pequeno susto e ver a vitória por um fio.

Podemos dizer que a luta mais intensa deste Grande Prémio foi travada entre Miller e Rins pelo último lugar do pódio. Mas foi Miller a levar a melhor e terminou a corrida em terceiro lugar, atrás do Rei Márquez e do italiano Andrea Dovizioso.

Miguel Oliveira não teve a vida fácil, mas voltou a terminar nos pontos.
Fonte: KTM Tech3

Já o falcão de Almada, terminou a corrida na 13ª posição conseguindo assim um dos melhores resultados da temporada. E a confirmar o que já temos visto: Oliveira está aqui para aprender e quer levar aquela KTM à glória.

Os 5 melhores negócios de julho no futebol internacional

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Terminado o mês de julho, e com um mês de mercado pela frente na maioria dos campeonatos europeus e do resto do mundo, chegou a altura de analisar aquelas que foram, até ao momento, as maiores “pechinchas” do defeso.

Se é certo que há valores astronómicos a ser movimentados, e que a inflação está cada vez mais presente no mundo do futebol, também é certo que ainda é possível contratar “bem e barato”.

O presente top elege os cinco melhores negócios do mês transato, com base nos valores de mercado dos jogadores, nas verbas pagas pelas suas aquisições e no papel preponderante que podem assumir nos novos clubes já esta temporada.