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Liverpool 1-1 Manchester City (4-5 a.p.): “Citizens” suaram para revalidar o título

O início oficial de cada época desportiva é, normalmente, marcado pela realização das supertaças internas, e Inglaterra não é exceção. O mítico estádio de Wembley recebeu o encontro entre Manchester City, vencedor de todas as competições internas, e Liverpool, campeão europeu de clubes e segundo classificado do campeonato transato. Devido à vitória dos “Citizens” na FA Cup (Taça de Inglaterra), os “Reds” de Merseyside foram chamados a disputar a competição, fruto da classificação na Premier League anterior.

Com alterações nos onzes iniciais de ambas as equipas, as mais notórias verificaram-se na defesa do City, onde Claudio Bravo, Otamendi e Zinchenko assumiram uma titularidade que não foi habitual no último ano. Já do lado do Liverpool, nota para a chamada ao onze de Divock Origi, ocupando o lugar de Sadio Mané, que se apresentou mais tarde ao trabalho e, por isso, ainda não possui a condição física desejada. Apesar das mudanças, esperava-se um jogo energético e cheio de oportunidades, à imagem daquilo que foram os duelos da última época.

Dentro dos primeiros dez minutos, duas grandes oportunidades, uma para cada lado: Sané, do lado do City, remata dentro da área, mas a bola vai à malha lateral; do lado do Liverpool, Salah, isolado com o guarda-redes Claudio Bravo, envia a bola junto ao poste, mas pelo lado de fora da baliza. No entanto, o extremo alemão do Manchester City foi atingido pelo azar, sendo obrigado a sair devido a uma lesão no joelho direito.

Reduzidos a dez unidades, momentaneamente, os “Citizens” não se acanharam, aproveitaram um lançamento em zona muito próxima da área de Alisson e, após um toque mágico de David Silva, Sterling só teve que encostar para o golo, abrindo assim as hostilidades. Fica a ideia de que o guarda-redes brasileiro dos “Reds” poderia ter feito mais neste lance.

Apesar de se esperar que o Liverpool tentasse pegar no encontro, devido à desvantagem em que se encontrava, tal não aconteceu na totalidade, com o jogo a continuar partido. A equipa de Merseyside apostava nas saídas rápidas, através de Salah e Origi, enquanto que a turma de Manchester se mantinha fiel ao típico estilo de construção de jogo apoiado, imagem de marca de Pep Guardiola.

A partida acalmou e, até ao intervalo, os lances de grande perigo foram inexistentes, tornando-se o City, progressivamente, “dono e senhor” da posse de bola e, consequentemente, privando o Liverpool de criar qualquer calafrio a Claudio Bravo.

Fonte: Liverpool FC

O segundo tempo começou a “todo o gás”, com o marcador do golo, Sterling, a enviar uma bola ao poste esquerdo da baliza do Liverpool (ainda que tivesse partido de posição irregular). Apesar deste primeiro momento de perigo ter pertencido ao City, foi o Liverpool que começou a “assentar jogo” e a circular a bola, na busca da igualdade.

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Ao minuto 57, o central holandês Van Dijk enviou a bola à trave, tendo esta ressaltado na linha de golo e voltado para jogo. Um minuto depois deste lance, foi a vez da “estrela da companhia”, Mo Salah, rematar forte de fora da área, tendo esta embatido no poste esquerdo da baliza de Claudio Bravo. Os “Reds” assumiam definitivamente as rédeas da partida, como se previa devido à desvantagem em que se encontravam.

O “forcing” do Liverpool deu finalmente frutos ao minuto 78: um livre descaído para a direita, cobrado por Jordan Henderson, encontrou Van Dijk solto na zona do segundo poste, que colocou a bola no centro da pequena área, onde o companheiro de setor Matip encostou com a cabeça. Estava reposta a igualdade e a justiça no resultado, dado o desempenho das equipas nas duas metades do jogo.

O Liverpool continuou a equipa mais perigosa e, já no período de compensação, Salah tocou de cabeça para o que parecia ser o golo da vitória… mas apareceu Kyle Walker em “modo salvador”, tirando a bola acrobaticamente mesmo em cima da linha.

O jogo terminou empatado e seguiu diretamente para os pontapés de penálti, onde o Manchester City, elevado por um enorme Claudio Bravo (tanto no tempo regulamentar, como na defesa de uma grande penalidade), arrebatou o troféu. 

Onzes iniciais e substituições:

Liverpool – Alisson; Alexander-Arnold (Matip, 67’); Van Dijk; Joe Gómez; Robertson; Fabinho (Keita, 67’); Jordan Henderson (Lallana, 79’); Wijnaldum; Origi (Oxlade-Chamberlain, 79’); Salah; Firmino (Shaqiri, 79’).

Manchester City – Claudio Bravo; Kyle Walker; Stones; Otamendi: Zinchenko; Rodri; David Silva (Gundogan, 61’); De Bruyne (Phil Foden, 89’); Leroy Sané (Gabriel Jesus, 12’); Bernardo Silva; Sterling.

GP Hungria: Hamilton de volta às vitórias

Assim termina o Grande Prémio da Hungria, com uma corrida não tão impressionante como o último Grande Prémio (Alemanha), mas que surpreendeu com Lewis Hamilton a regressar às vitórias, com Max Verstappen (Red Bull Racing) e Sebastian Vettel (Ferrari), respetivamente, a completar o pódio.

Este ano, o Hungaroring ofereceu-nos uma corrida calma, sem incidentes graves, sem entrada do safety car e a (tão desejada) chuva nem apareceu.

Destacou-se, durante quase duas horas, a luta constante entre Verstappen e Hamilton, sendo que o piloto da Red Bull liderou e obteve controlo da corrida, até às últimas quatro voltas (66/70), o momento em que o homem da Mercedes conseguiu ultrapassar, de vez, o piloto holandês, conseguindo a 81ª vitória da carreira.

Momento decisivo da corrida, quando Lewis Hamilton ultrapassa Max Verstappen e segue para primeiro lugar.
Fonte: Formula 1

Para além dos três primeiros, temos Charles Leclerc (Ferrari), Carlos Sainz (McLaren), Pierre Gasly (Red Bull), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo), Valtteri Bottas (Mercedes), Lando Norris (McLaren) e Alexander Albon (Toro Rosso) a completar os dez primeiros. O único piloto que não terminou a corrida foi o piloto francês da Haas, Romain Grosjean.

Destaques para Sainz, a levar mais uma vez a McLaren ao quinto lugar e Bottas, que começou em segundo, mas no início teve um incidente que o obrigou a parar cedo na box, colocando-o em último, mas o finlandês recuperou da desvantagem de uma forma fantástica.

Após a qualificação brilhante, que deu a primeira pole position da carreira a Max Verstappen, esperar-se-ia que o piloto holandês pudesse, novamente, dar a vitória à Red Bull, o que acabou por não acontecer, devido a uma estratégia não tão eficaz por parte da equipa austríaca.

A “não-vitória” de Verstappen deixa um pouco de sentimento de desilusão, não só para o piloto e para a equipa, mas também por parte dos adetpos da Fórmula 1. A ultrapassagem final de Hamilton é dolorosa para quem está a assistir e a viver o espírito da possível vitória de um jovem talento, que tem dado, nos últimos Grandes Prémios, a emoção e motivação para os espetadores de voltar a sentir alguma ação nesta época, tão caraterizada pelo passivo domínio da Mercedes.

Com mais nada a apontar, diria que Hungria foi, nada mais, nada menos, uma corrida tranquilizante para Hamilton e para a Mercedes, que parece já ter recuperado do choque do Grande Prémio da semana anterior, e que continua a garantir uma boa margem no campeonato de pilotos (e equipas). Mais uma prova de que tudo pode acontecer até ao final e nenhuma vitória está verdadeiramente garantida até ser levantada a bandeira de xadrez.

Por agora, pausa de verão. Voltámos a encontrar-nos em Spa Francorchamps (Bélgica), no final deste mês.

RideLondon Classique: Wiebes festeja na secretaria

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Kirsten Wild foi a primeira a cruzar a meta na Prudential RideLondon Classique, mas a holandesa seria desqualificada por sprint irregular, perdendo assim aquela que seria a sua terceira vitória na prova britânica e deixando o triunfo para a compatriota e campeã nacional Lorena Wiebes.

20 voltas a um pequeno circuito no centro de Londres implicavam uma corrida extremamente curta (somente 68Km) e rápida, já que se tratava de um terreno propício às roladoras, não sendo de esperar outro desfecho a não ser um sprint compacto.

Ora, juntando o facto da corrida ser tão curta à existência de uma competição de sprints intermédios em algumas das passagens pela meta, nunca foi permitida a criação de uma verdadeira fuga, apesar de alguns ataques. Na classificação dos sprints, dominou Susanne Andersen com a ciclista da Sunweb a não vencer um deles.

 

Coryn Rivera esteve perto de voltar a vencer em Londres
Fonte: Prudential RideLondon

Nos últimos metros deu-se a esperada chegada em velocidade, com Marianne Vos a lançar cedo o seu sprint, mas a não ter capacidade de aguentar a maior velocidade das sprinters puras. Entretanto, Wild, na sua tentativa de se posicionar, acabou por causar uma grande queda que viria a levar à sua desqualificação.

Por isso, de nada serviria ter batido sobre a linha Lorena Wiebes e a jovem prodígio alcança na secretaria uma das mais importantes vitórias da sua curta carreira, confirmando o salto de qualidade que temos visto ao longo de 2019. Elisa Balsamo e Coryn Rivera completaram o pódio final.

Nas contas do World Tour, Annemiek van Vleuten continua com uma vantagem confortável, mas é de registar a pontuação de Vos, que poderá ainda causar problemas à compatriota se conseguir manter um bom nível até ao final do ano. Já Wiebes está cada vez mais perto da classificação da Juventude, a somente quatro pontos de Marta Cavalli.

Foto de capa: Prudential RideLondon

artigo revisto por: Ana Ferreira

Os 5 jogadores mais determinantes no duelo da 2.ª Circular

Vem aí a Supertaça Cândido de Oliveira. Está na hora de ver a primeira equipa portuguesa a ganhar um título na época 2019/2020.

Começam os corações a bater forte, a ansiedade a pairar no ar, os cachecóis a serem colocados e as bandeiras erguidas na imensidão do ambiente que é um SL Benfica vs. Sporting CP.

As especulações sobre os onzes, as conversas de café e os prognósticos daqueles que acreditam serem donos da razão, fruto do amor que tem pelas suas equipas e pelo acreditar que no fim serão os seus emblemas a festejar, começam a surgir.

Foi notícia que o SL Benfica não sai vencedor de um jogo contra o Sporting CP, para a Supertaça, há tantos anos que mais parece que o mesmo nunca aconteceu.

Que importância têm esses factos se os protagonistas não são os mesmos?

De que interessa aos jogadores encarnados o que foi feito no passado, sabendo que só eles podem mudar o futuro?

Acreditem caros leitores que escrevo este texto já com o coração na boca, tremo das mãos mais do que é normal, pois são estes jogos que são anos mais tarde, recordados pelos adeptos.

E por falar em jogos passados, recordo-me de vários, de vitórias, empates e derrotas.

Sim, de derrotas também pois o futebol não é feito apenas de momentos bons.

Hoje irei falar de alguns protagonistas encarnados nestes derbies escaldantes. Poderão vocês, caros leitores, pensar que irei escrever sobre aqueles que ficaram na longa história, mas não. Vou focar-me sobre aqueles que foram recentemente protagonistas.

Surpresa de Keizer na estabilidade de Lage

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A época 2019/2010 começa oficialmente neste Domingo, quando a bola começar a rolar com o jogo da Supertaça Cândido de Oliveira. Não há grandes surpresas nos convocados do lado do SL Benfica, apenas a baixa de última hora do reforço Caio Lucas. O SL Benfica parte com favoritismo para este jogo, sendo que, foi uma equipa que perdeu pouco da sua espinha dorsal e do plantel que alcançou o campeonato no ano transato.

É neste equilíbrio que Lage trabalhou e continua a trabalhar, estando já com um processo muito mais sólido. O SL Benfica deverá alinhar com: Vlachodimos, Nuno Tavares, Rúben Dias, Ferro e Grimaldo; Pizzi, Gabriel, Florentino e Rafa; Seferovic e RDT. Uma equipa que irá ser muito pressionante e irá condicionar a saída de bola do Sporting CP desde a primeira fase de construção/pressão e retirar assim o controlo do jogo aos leões e tentando condicionar a saída e provocar erros. Não tenho dúvidas de que o SL Benfica irá tomar as rédeas e o controlo do jogo.

Do lado dos Leões, há algumas surpresas na convocatória. Thierry Correia é chamado e dos reforços apenas Neto, Eduardo e Vietto é que têm lugar nas escolhas de Marcel Keizer, enquanto que Rafael Camacho, Jovane ou até mesmo Plata perderam espaço na luta com Diaby. Creio que o Sporting CP tem tudo para entrar mais pressionante no jogo, de modo a tentar anular nos momentos iniciais a iniciativa do SL Benfica e que com o decorrer do jogo, tente ser mais cauteloso e aí sim apostar sobretudo nas transições ofensivas, visto que chega rapidamente com muitos homens à frente.

Apesar do favoritismo estar do lado da equipa campeã nacional e de, na minha opinião, Marcel Keizer ter feito algumas escolhas menos boas na convocatória, o Sporting CP tem armas para conseguir surpreender as águias. E é isso mesmo que se pede: uma surpresa. Que Marcel Keizer consiga tirar um coelho da cartola, como já fez em alguns casos na época transata.

Enquanto que o onze titular do SL Benfica será aquele, à partida, mais provável, é então do lado dos Leões que existe uma maior imprevisibilidade. Marcel Keizer ao longo da pré-época testou vários sistemas de jogo e algumas rotinas novas. Foi possível ver o Sporting CP actuar em várias vertentes de algumas formações como 4x3x3, 4x2x3x1 ou até o 4x4x2. É por isso que existe a maior dúvida sobre de que modo irá o Sporting CP abordar esta partida. Se há dúvidas no sistema táctico que irá utilizar, existem também dúvidas nas escolhas de alguns jogadores. Não consigo entender de todo a inclusão de Tiago Ilori e de Diaby. São duas peças a menos e que nada acrescentam ao jogo.

Analisando então as várias hipóteses que referi anteriormente a nível de sistema táctico, aliando a isso a escolha de jogadores, creio que o Sporting CP terá aqui algumas dores de cabeça. A que será, na minha opinião, a chave de todo este encontro entre rivais, será o posicionamento de Bruno Fernandes e – caso seja titular – de Luciano Vietto. Vimos nos últimos jogos o posicionamento de Bruno Fernandes passar do centro do terreno para a faixa esquerda, trocando com o reforço argentino de posição. Isto retira aquilo em que o Sporting CP e o próprio internacional português são mais fortes: remates de meia-distancia, estar próximo de zonas de finalização e sobretudo explorar o espaço concedido entrelinhas. Será por aqui que Marcel Keizer poderá “surpreender” o SL Benfica. É aqui que o médio decide melhor e é aqui que o Sporting CP irá precisar dele.

Começando pelo 4x3x3 creio que o Sporting CP poderia estar mais equilibrado, pois possui um ‘6’ puro, mas por outro lado, acabaria por perder um pouco as suas características de transição ofensiva e de jogo posicional. Apesar disso, Doumbia é mais 8 do que 6 e o Sporting CP poderia ressentir-se dessa escolha e por outro lado, também ser obrigado a puxar Vietto para uma das linhas, onde o jogador não rende tanto como no meio. Posto isto, creio que o 4x3x3 poderá não ser viável e creio que será de todas a que menos passará pela cabeça de Marcel Keizer.

Se utilizar o 4x2x3x1 e usar Doumbia e Wendel como duplo-pivot, Bruno Fernandes a 10 com Vietto a descair na esquerda e na frente Luiz Phellype, o Sporting CP ganha critério no meio, visto ter o seu melhor jogador na zona onde tem de jogar e ganha um maior conforto defensivo, sobretudo porque o avançado brasileiro acrescenta maior pressing face ao holandês Bas Dost e também porque consegue no momento ofensivo ser uma mais valia e mais assertivo na transição defesa-ataque, algo que Bas Dost não é tão forte.

Temos ainda o sistema que foi utilizado curiosamente diante os dois adversários mais fortes (Liverpool FC e CF Valência), que é o 4x4x2. Isto beneficia Vietto jogando atrás do ponta de lança, mas por outro lado prejudica Bruno Fernandes se for arrastado para a linha. A solução poderia passar por colocar Vietto no banco e colocar Acuña como médio-esquerdo, dando também maior estabilidade nesse corredor no processo ofensivo – ainda que o SL Benfica procure atacar certamente mais pelo lado esquerdo.

E por recear esses mesmos movimentos e sobreposições dos laterais, fazendo com que o SL Benfica chegue muitas vezes a zonas de finalização com seis elementos, é que o Sporting CP também poderá utilizar o 3x5x2/3x4x3. Isto permitiria utilizar Vietto e Bruno Fernandes como avançados mais interiores, mas acabaria por colocar Raphinha no banco. Daria também uma maior segurança no ponto de vista defensivo, sobretudo com a adição de Neto ao eixo composto por Coates e Mathieu, que podem perfeitamente assegurar as dobras aos alas.

Somente perto da hora do jogo é que serão desfeitas todas as dúvidas
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Em suma, creio que o próprio treinador Marcel Keizer não terá até ao momento uma decisão tomada. Poderá jogar pelo “seguro” e continuar no 4x4x2 que tem vindo a trabalhar ultimamente ou como já fez noutros jogos, tentar alterar aqui um pouco o plano e a estratégia de modo a tentar surpreender. Creio que irá actuar com Renan, Thierry Correia, Coates, Mathieu, Borja, Raphinha, Wendel, Doumbia, Bruno Fernandes, Vietto e Luiz Phellype, caso utilize o 4x4x2, de modo a tentar ser mais pressionante, mas ao mesmo tempo mais eficaz nas transições ofensivas.

Ainda assim, serão as escolhas que Marcel Keizer fizer para figurar no onze titular que irá certamente ditar a forma de jogar da equipa. No lugar de Coates poderá perfeitamente alinhar Neto – que tem estado a um bom nível; ou até mesmo Acuña poderá entrar no lugar de Borja ou de Vietto, deixando Bruno Fernandes no meio-campo.

Estou curioso para ver a abordagem e a decisão de Marcel Keizer e para saber se terá a coragem de arriscar e tentar surpreender ou se irá tomar uma postura mais cautelosa. É importante ter Bruno Fernandes na sua zona de eleição e isso só irá beneficiar a equipa verde e branca. A equipa ainda apresenta debilidades no processo defensivo, algo que acontece (ainda) à semelhança da época anterior.

Neste capítulo, o Sporting CP deu-se melhor e mostrou-se mais equilibrado e pragmático quando utilizou um esquema com três centrais, onde Bruno Fernandes poderá ter esse papel mais central e de jogar nas costas do avançado. No entanto, o jogo de futebol é cada vez mais dinâmico e num instante uma equipa que esteja em 4x4x2 em organização ofensiva, poderá passar por exemplo para um 4x3x3 como organização defensiva e a polivalência dos jogadores leoninos poderá permitir isso também.

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Resta aguardar para perceber como se vão encaixar as duas equipas e que estratégia trazem para o jogo. Começa a contagem decrescente naquele que será um derby eletrizante e que dá o pontapé de saída da nova temporada.

Foto de Capa: Sporting CP

artigo revisto por: Ana Ferreira

Bruno Fernandes e a interpretação das lágrimas

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Qualquer jornalista, adepto ou sócio do Sporting anda certamente muito atento aos blocos informativos das televisões, jornais e redes sociais sobre a eventual (até quando?!) saída de Bruno Fernandes de Alvalade. Todos os dias, sem exceção, lá vem mais um soundbite, um rumor e, agora, uma curiosa interpretação das lágrimas vertidas pelo capitão em pleno Estádio de Alvalade, após o jogo de apresentação aos sócios no passado dia 27 de julho diante do Valência.

Não foi certamente pela derrota que Bruno Fernandes chorou. Mas, quanto a isso, já lá vamos. A imprensa inglesa adiantou-se logo em várias afirmações que davam conta da sua despedida do Sporting. Apesar de, nos últimos dias, o Tottenham ter feito chegar a Frederico Varandas uma proposta que rondava os 45M€ mais objetivos, algo que poderia bater os 60M€, mesmo essa proposta, bateu na trave: o timoneiro dos Leões parece estar irredutível nos 70M€ como cifra para levar o craque do clube verde e branco.

Bruno Fernandes continua na ordem do dia, ainda que os desenvolvimentos efetivos sejam poucos
Fonte: Sporting CP

Para baralhar mais as coisas, a imprensa tem afirmado que Real Madrid e PSG se aproximaram das negociações pelo jogador, vendo estes emblemas com bons olhos uma eventual transferência. Mas, ao que se sabe, as negociações com o Manchester United são as que estão mais aprimoradas e, com a entrada em cena de Jorge Mendes, tudo tem para correr bem para todos. O que é certo é que o relógio não cessa o movimento dos seus ponteiros e, ou as partes se entendem de uma vez por todas em torno de uma proposta final ou, na minha opinião, caso Bruno Fernandes fique em Alvalade, teremos todos razões mais do que suficientes para afirmar aos sete ventos que o mercado está completamente louco e irracional.

Porquê? Perguntam muitos. Eu respondo: é que Bruno Fernandes talvez tenha chorado pelo facto de não compreender como é que o Manchester United está disposto a dar 87 milhões de euros pelo central Harry Maguire ao Leicester City e anda a “penar” por cifras muito inferiores para levá-lo para terras de Sua Majestade. É que está à vista de todos, que Bruno Fernandes é do melhor que há na Europa. O “caso Bruno Fernandes” tem tudo para ser a palhaçada perfeita ou o pior que está a acontecer ao futebol, com as suas “SAD’s” e administrações financeiras verdadeiramente cegas face à qualidades dos atletas e sedentas de lucros nas vendas futuras. Ganhem juízo, por vocês e pelo futebol.

Foto de Capa: Bola na Rede

Antevisão GP da Republica Checa: Márquez lutará apenas com ele mesmo

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O resultado destes dois dias de preparação para a corrida de amanhã foi deveras surpreendente. Na primeira sessão de treinos livres, Andrea Dovizioso conseguiu o melhor tempo com vários pilotos a ficar muito próximos, incluindo Miguel Oliveira na quarta posição. Por esta altura era ainda complicado perceber quem seriam os candidatos à vitória na corrida. Em segundo e terceiro ficaram Marc Marquez e Maverick Viñales, muito perto de Dovizioso.

A prestação do italiano nesta sessão levava a crer que estaria de regresso à luta pelo pódio. No entanto, a segunda sessão trouxe algumas novidades. Fabio Quartararo mostrou que tinha uma palavra a dizer, ultrapassando Marquez, Jack Miller, Dovizioso e Viñales para o topo da tabela de tempos. Oliveira descia a 13º.

A terceira sessão de qualificação viria a ser decisiva no rumo dos acontecimentos visto que acabou por ser em piso molhado. Desta vez, Marquez não deu qualquer hipótese, terminando a mais de meio segundo de Viñales que ficou em segundo. No TL4, o cenário repetiu-se, mas o piloto da Honda conseguiu aumentar ainda mais a vantagem.

A pista não secou até ao momento da qualificação e foram as KTM de Pol Espargaro e Johann Zarco que deram o ar de sua graça. Zarco acabou por passar na frente e ambos seguiram para a Q2. O francês já tinha mostrado que as férias lhe tinham feito bem com o sexto lugar na última sessão de qualificação. Resta saber se algum deles terá uma palavra a dizer no dia de amanhã.

Johann Zarco conseguiu quebrar o enguiço e parte da primeira linha da grelha na corrida de amahã.
Fonte: MotoGP

Zarco viria a torna-se um sério candidato à luta pelo pódio quando, na Q2 chegou a estar na pole provisória. Só viria a ser ultrapassado por Miller e Marquez e parte amanhã da primeira linha da grelha na terceira posição. Este foi um momento inédito para a KTM no seu percurso no MotoGP.

A sessão de qualificação acabou por se tornar um pouco confusa e baralhar um pouco as coisas no que a candidatos ao pódio para a corrida de domingo diz respeito. Viñales e Quartararo, que fizeram crer que iriam atrapalhar o trabalho de Marquez na qualificação, partem da nona e 10ª posição, respetivamente. A chuva acabou por confundir alguns pilotos em relação a que pneus utilizar. Marquez foi o primeiro a sair para a pista com pneus slick, apesar de a pista se encontrar ainda molhada. O risco de sair sem pneus de chuva parecia estar a custar caro ao campeão do mundo que seguia fora dos cinco primeiros e sem melhorar o seu tempo.

Miller também arriscou com os pneus slick e aquilo que parecia poder tornar-se um pesadelo terminou precisamente no oposto. Miller conseguiu ir melhorando o seu tempo por volta e alcançar o segundo lugar, ultrapassando Johann Zarco.

Marquez, porém, parecia estar num campeonato que unicamente a ele pertencia. Uma volta relâmpago vinda do nada colocou-o na pole position. O que parecia impossível aconteceu, com o espanhol a melhorar ainda mais o seu tempo.

O grande candidato à vitória no dia de amanhã não poderia ser outro que não Marc Marquez. Se continuar como esteve no dia de hoje só terá de lutar contra ele próprio na corrida. O espanhol terminou a sessão com mais de dois segundos e meio de vantagem sobre o segundo classificado, Jack Miller. Sem dúvida que fomos presenteados com mais uma prestação incrível de Marquez, mas uma volta rápida não garante a vitória. Para além disso, este tempo e esta vantagem foram conseguidos em condições estranhas, com o piso meio molhado e meio seco. No entanto, o espanhol não deixa de ser, de todo, um forte candidato à vitória.

Quem também parece poder ter uma palavra a dizer na corrida de amanhã é Andrea Dovizioso, que tenta a todo o custo segurar a segunda posição no campeonato enquanto Petrucci se aproxima. Apesar de sair da nona posição não podemos descurar Viñales, que esteve forte durante as sessões de treinos.

A esperança dos portugueses está, claro, em Miguel Oliveira que, depois de um primeiro dia muito positivo acabou por não conseguir passar à Q2 e manter-se entre os doze primeiros. Parte da 16ª posição e com mais uma grande oportunidade de voltar a pontuar e, quem sabe, terminar pela primeira vez no dez primeiros.

Foto De Capa: MotoGP

artigo revisto por: Ana Ferreira

BVB Dortmund 2-0 FC Bayern München: Febre amarela derrota bávaros na supertaça alemã

A época alemã teve início no Signal Iduna Park com a disputa da supertaça alemã entre Bayern Munique campeão alemão e o Borussia Dortmund vice-campeão.

No seu currículo o Bayern já conquistou oito supertaças ao passo que o Borussia conquistou seis.Nos últimos três encontros que ambas as equipas disputaram a contar para a supertaça o Bayern venceu dois encontros contra um do Borussia.

Citando Jurgen Klopp antigo técnico do Borsussia de Dortmund sobre esta competição, “O vencedor pode ficar feliz com a conquista do título mas para o perdedor não é uma derrota trágica, mas sim um teste importante uma semana antes do início do campeonato”.

Para este encontro era grande a expectativa dos adeptos em ver as caras novas dos elencos mas o único reforço que se apresentou em campo foi Nico Schulz defesa esquerdo do Borussia Dortmund.

A grande ausência deste jogo foi claramente o central Matts Hummels, que se lesionou no último treino antes do jogo e que adiou assim o confronto contra a sua ex-equipa.

Ambas as formações usavam esquemas similares, o 4-2-3-1.O sistema do Bayern era sustentado mais na posse de bola, enquanto o Borussia fazia das transições ofensivas os seu ponto forte.

A jogar em “casa” o Dortmund teve uma entrada forte no jogo e criou uma grande oportunidade logo aos dois minutos de jogo com Réus a rematar de primeira após assistência de Raphael Guerreiro obrigando Neuer a fazer uma parada de grande nível negando o golo aos aurinegros.

Neuer que aos quinze minutos cometeria um erro que podia ter dado golo para o Dortmund, com uma saída temerária e que o espanhol Paco Alcacer não conseguiu aproveitar.

Cinco minutos volvidos e Neuer novamente em destaque com mais uma intervenção de grande dificuldade a remate do português Raphael Guerreiro.

Estávamos com vinte minutos de jogo e o Dortmund respondia ao futebol de posse do Bayern com transições rápidas e perigosas, sendo a equipa que mais perigo ia criando.

O Bayern Munique ia reagindo e a primeira grande oportunidade dos bávaros foi aos vinte e três minutos com Kingsley Coman a aparecer à entrada da área e a ver o seu remate defendido pelo guardião Marwin Hitz.

Apesar de não criar grandes oportunidades de golo, os bávaros criavam frisson junto à baliza do Borussia e Marwin Hitz via a bola chegar à sua baliza com relativo perigo.

O Borussia desacelerou e o Bayern tomou conta do jogo, pressionando muito alto, não permitindo que o Borussia saísse a jogar, e recuperando a bola ainda no meio campo do adversário.

Faltavam golos ao jogo que estava a ser muito bom tacticamente, e um dos motivos era a pouca clarividência do ataque de ambas as equipas, contrastando com a boa organização defensiva especialmente do lado do Borussia.

As equipas chegaram ao intervalo empatadas a zero, e o que se pode dizer é que as melhores oportunidades pertenceram ao Borussia mas o domínio do jogo pertenceu ao Bayern Munique, um empate que se ajustava.

Tal como aconteceu na primeira parte, o Borussia Dortmund entrou mais forte no encontro, e num raide pela direita do jovem promissor Jadon Sancho, chega ao golo por intermédio de Paco Alcácer, que remata de primeira após cruzamento do jovem inglês, uma finalização de classe do espanhol contratado ao Barcelona.

O Bayern pegou novamente no jogo e foi tentando chegar ao golo, com mais posse de bola os bávaros não conseguiam ultrapassar o muro amarelo chefiado pelo suíço Manuel Akanji. O central suíço estava intransponível e aos cinquenta e sete minutos evitou que Robert Lewandowski chegasse ao empate com um corte crucial em cima da linha de golo.

Com o golo sofrido, o Bayern expunha-se mais ao perigo e o Dortmund tentava em contra ataque explorar o espaço que se abria no meio campo defensivo para criar oportunidades.

DEPOIS DA SUPERTAÇA ALEMÃ, A SUPERTAÇA PORTUGUESA! QUEM É QUE ACHAS QUE VAI GANHAR!

Fruto dessa situação e numa dessas transições, o Borussia Dortmund chegou ao dois a zero, num contra ataque liderado por Sancho que arrancou desde a linha do meio campo após passe sublime de Raphael Guerreiro e foi até à área adversária, finalizando da melhor maneira e colocando os aurinegros com uma margem segura no jogo.

Em desvantagem no encontro, Nico Kovac foi o primeiro a ir ao banco e procedeu a alterações entrando Alphonso Davies (mesmo antes do segundo golo sofrido), e Renato Sanches para tentar dar mais frescura física ao meio campo e dar largura no ataque mas as substituições não surtiram efeito.

Tal como na primeira parte, o Bayern tinha o controlo do jogo, com mais posse de bola e iniciativa no jogo mas  as oportunidades não apareciam e com o jogo a caminhar para o seu final faltava ao discernimento à equipa bávara que encontrava um Borussia muito afinado defensivamente mostrando multa solidariedade entre o sector defensivo.

Com o final do jogo aproximar-se, começava a notar-se a falta de frescura física em ambas as equipas fruto de estarmos ainda no início de época e a equipa de Lucien Favre jogou mais na expectativa esperando pelo final do jogo.

De certeza que o último jogo entre as duas equipas estava ainda na memória do técnico suíço (o Bayern goleou o Dortmund por 5-0) e o Dortmund pôs trancas atrás e até o fim do jogo não houve mais situações de grande perigo.

Fonte: Dortmund

O resultado final acaba por ser justo para o Borussia Dortmund que conquista assim a sua sétima supertaça, num jogo em que mostrou ser eficaz concretizando na maioria das vezes as oportunidades criadas, ao passo que o Bayern mostrou-se ineficaz tanto a desmontar a defesa adversária como a concluir as poucas jogadas que criou.

Mais uma vez a febre amarela volta a atacar os bávaros que não perdiam nesta competição com o Dortmund há dois jogos. 

ONZE INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

Borussia Dortmund: Hitz, Piszczek (Subst. Wolf 80`), Akanji, Toprak, Schulz, Witsel, Weigl, Sancho (Subst. Larsen 80`), Reus, Guerreiro (Subst. Hakimi 75`) e Paco Alcacer.

Bayern Munique: Neuer, Kimmich, Sule, Boateng, Alaba (Subst. R. Sanches 70`), Tolisso, Thiago Alcantara (Subst. Pavard 80`), Muller (Subst. A. Davies 66`), Goretzka, Coman, Lewandovski

Antevisão do GP da Hungria: “Mais vale tarde do que nunca”

Max Verstappen consegue a sua primeira Pole Position, numa das sessões de qualificação mais intensas do ano. A proximidade entre os homens da frente era imensa, com Valteri Bottas a conseguir a segunda posição por uma diferença de apenas 18 milissegundos.

Contudo, os homens da Ferrari têm um Domingo muito longo pela frente. O carro aparentou estar a um nível semelhante da Mercedes e da RedBull durante os treinos, porém, na hora da verdade da qualificação, foram mais uma vez colocados no sítio pelo maior inimigo da Scuderia: as curvas lentas. Conseguiam tempos muito competitivos nos dois primeiros setores, contudo, no último setor mais apertado perdiam várias décimas para os pilotos que terminaram nos três primeiros lugares.

Os Mercedes pareciam ter a primeira fila da grelha de partida já reservada, mas tem havido uma pedra no sapato deles, Max Verstappen. O holandês continua numa forma monstruosa, e já mostrou por várias vezes no passado ser excelente a controlar uma corrida a partir da primeira posição. Logo, se Hamilton ou Bottas pretendem uma vitória, ou conseguem passar para a frente na primeira volta, ou tem uma montanha gigantesca para escalar.

Pierre Gasly volta a mostrar um défice gigante para com o seu colega de equipa, conseguindo apenas a sexta posição, com uma diferença de quase nove décimas, ou seja, inaceitável.

Mais atrás, onde começa o segundo pelotão, a Mclaren voltou a mostrar que a forma deste ano não é por acaso. Lando Norris e Carlos Sainz têm estado na frente durante todo o fim de semana, e mais uma vez fecham a quarta fila só para eles na qualificação, ou seja, tirando problemas estratégicos ou de fiabilidade. É esperado mais uma remessa de pontos saudável para a equipa britânica.

George Russel esteve mais perto de pole position do que do seu colega de equipa…
Fonte: Formula 1
No que toca aos americanos da HAAS, Romain Grosjean, com o carro na configuração usada na Austrália, conseguiu chegar à Q3, ao contrário de Kevin Magnussen que se ficou por 15º com a configuração atual do carro. A equipa ainda a procurar compreender os problemas fundamentais do carro. Os franceses da Renault têm passado dificuldades durante todas as sessões, e a qualificação não foi melhor. Partem para a corrida de amanhã com Nico Hulkenberg em 11º, e Daniel Ricciardo em 18º.

Uma das maiores histórias deste fim de semana, é o salto dado pela Williams. Tendo instalado grandes atualizações no carro no Grande Prémio da Alemanha, parece que só desta vez é que eles funcionaram. Robert Kubica não conseguiu ir além de 20º, contudo, George Russel conseguiu subir à 16ª posição, um feito notável, onde conseguiu bater o seu colega de equipa por mais de um segundo, e colocar-se noutra posição sem ser em último por pura performance e não fatores externos. Um feito gigante para a Williams, e certamente o momento alto da temporada, ainda mais que o ponto conseguido em Hockenheim. O britânico começará em 15º, após a penalização de três lugares de Antonio Giovinazzi por bloquear Lance Stroll.

Após uma trilogia de corridas fenomenais, a Formula 1 chega à Hungria com a expectativa de cumprir novamente, mas tendo em conta a dificuldade de criar batalhas na pista, dificilmente será tão entusiasmante como as anteriores.
Dito isto, o facto de Max Verstappen ter conseguido a pole position em vez da normal dobradinha da Mercedes, dá a entender que não será uma corrida tão previsível como muitas. O “Mad Max” está no momento mais alto da sua carreira, é facilmente piloto em melhor forma na Formula 1, e com a “Armada Laranja” mais uma vez presente, é muito possível que seja mais uma performance fenomenal do piloto da Red Bull.

Estejam atentos a: Lewis Hamilton.

Lewis Hamilton tem de ligar o modo pentacampeão se quiser vencer
Fonte: Formula 1

Apesar de ter vencido de forma dominante há duas corridas atrás em Silverstone, o britânico está numa daquelas fases dele em que tudo está mal com o carro. Há mil e uma razões para não conseguir a vitória ou a pole position e em que se nota que não está confortável com algo, o mais provável é o aperto que Max Verstappen e a RedBull Honda tem dado à Mercedes em algumas corridas.

Mas ao começar na segunda fila na corrida, espero verdadeiramente ver o Hamilton verdadeiro, (aquele que é penta campeão e não o que faz queixinhas) a voltar a colocar Bottas no sítio, e a dar muito trabalho a Max Verstappen, parece mesmo que se aproxima uma batalha de titãs.

Foto de Capa: Formula 1

artigo revisto por: Ana Ferreira

Os 5 jogadores que saíram do México para o FC Porto no século XXI

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O jogador da América Latina sempre foi valorizado pelo departamento de scouting do FC Porto e foram vários os atletas dessa região que se tornaram verdadeiros ídolos para os adeptos da equipa azul e branca. Há alguns anos atrás os dragões tinham uma extensa legião de fãs mexicanos quando Herrera, Diego Reyes, Corona e Miguel Layún pertenciam aos quadros do clube, mas apenas “El Zorro” e o mais recente defesa central do Fenerbahçe SK chegaram diretamente da Primeira Liga Mexicana.

Embora a aposta no mercado mexicano pareça uma aposta real e constante, a verdade é que foram apenas seis os jogadores (os próximos cinco que serão apresentados neste artigo, mais Omar Govea) que foram contratados a clubes do primeiro escalão mexicano. Nestas duas primeiras semanas do mês de agosto, o número promete subir para oito, uma vez que Agustín Marchesín já foi oficializado e Mateus Uribe parece estar bem encaminhado para jogar de dragão ao peito. O guarda-redes argentino e o médio colombiano saem do CF América, um dos maiores clubes mexicanos, para iniciarem a primeira passagem pela europa das suas carreiras.