Não querendo dar ao jogo de ontem uma importância que ele não tem, mas também não diminuindo a sua importância, é preciso apontar o que falhou e tratar de resolver as falhas o quanto antes.
Carregámos o título de campeões e, se sem ele a exigência já é grande, com ele a exigência é máxima.
Depois de duas vitórias consecutivas, quer seja em Agosto ou em Maio, é absolutamente inaceitável deixar escapar os três pontos quando ao intervalo se vai para o balneário com dois golos de vantagem. Mais grave ainda quando um desses golos foi oferecido pela arbitragem. Nós, os que lutámos contra tudo e contra todos, que ano após ano sofremos injustiças, quando o jogo até é puxado para o nosso lado, fazemos nós a justiça dos outros. Como é que isto é possível? Como é que isto acontece? Falta de recursos?
Neste momento menos positivo dos dragões, o apoio dos adeptos é fundamental Fonte: FC Porto
Brahimi é absolutamente necessário, parece que sem ele perdemos o norte, como foi o ano passado e como, pelo andar das coisas, será para o ano. A sua saída trouxe dificuldades, a saída do seu substituto (que antes de sair nada fez) em nada ajudou .
Ver Sérgio Oliveira jogar é como comer massa todos os dias, ao almoço e ao jantar. Sente-se a falta de Danilo, mas ninguém sabe em que condição este vai voltar. E no meio de tudo isto, temos no banco Óliver, que do difícil faz o impossível e a partir de nada, inventa futebol.
Por outro lado, com ou sem falta de recursos (ou bom aproveitamento destes) uma coisa foi clara: falta de vontade, atitude e garra. Em noite de dérbi em Lisboa que terminou em empate, podíamos ter agarrado o topo da tabela e nesta jornada ficou a ideia de que este ano, será campeão o que menos mau for.
Em mais uma tarde quente no Bonfim, o Vitória apresentou-se frente ao CD Nacional. Depois de uma derrota em Alvalade por parte dos sadinos e face aos zero pontos dos madeirenses vindos do segundo escalão de futebol, ambas as equipas procuravam os três pontos. Assim, o jogo começou logo com grandes oportunidades para ambas as equipas – primeiro para o Nacional, logo aos 10 minutos, onde valeu o corte de Vasco Fernandes e, logo a seguir, por parte de Zequinha que rematou forte para uma excelente intervenção de Daniel Guimarães.
A ação principal acabou por se concentrar na zona central do campo, onde as equipas iam alternando a posse de bola. As oportunidades diminuíram e apostou-se no contra ataque. Durante a primeira metade existiram apenas mais três ocasiões de golo. Aos 26′ o suspeito do costume, Zequinha, quase festejou um golo – rematou, Daniel defendeu, mas a bola fugiu até à linha de golo, onde acabou por ser aliviada. Nem dez minutos depois foi Witi a figura em destaque, tendo atirado a bola ao poste isolado, depois de bater Joel Pereira.
O juiz da partida, Cláudio Pereira (que apitou o seu primeiro jogo na primeira liga), deu quatro minutos de compensação e foi nesse mesmo quarto minuto que a terceira oportunidade surgiu. Rochez viu a bola cruzada para a área e venceu nas alturas, abrindo então o marcador. O Nacional acabou por marcar no último segundo antes de as equipas recolherem aos balneários.
O Vitória acabou a primeira parte em desvantagem, apesar do equilibro do jogo Fonte: Bola na Rede
O Vitória entrou mais agressivo, mas foi sol de pouca dura. Rapidamente a força dos sadinos desapareceu e o jogo tornou-se monótono. Contrariamente ao que se viu nas primeiras duas jornadas, desta vez a equipa de Lito foi pouco feliz e encontrava-se algo «desinspirada».
Nos poucos de lances de perigo existentes durante a segunda parte, pediu-se um penalti sobre Éder Bessa que caiu na área do Nacional, mas negado pelo árbitro da partida sem hesitação. Minutos depois foi a vez dos madeirenses pedirem grande penalidade. Desta vez Cláudio Pereira acedeu. Nuno Reis derruba Riascos numa falta desnecessária e acaba por ver o segundo cartão amarelo e consequente expulsão. Camacho foi chamado à responsabilidade e não falhou, aumentado a vantagem do Nacional a cinco minutos dos 90′.
Inesperadamente, a expulsão pareceu ser o mote para a mudança de atitude do Vitória. Após falta no último terço do campo, Éber Bessa, de bola parada, atirou para o fundo das redes de Daniel Guimarães que não teve qualquer oportunidade. O Vitória reduziu para 1-2, já aos 88′, mas os seis minutos que restaram de jogo (quatro minutos de compensação dados) não foram suficientes para os sadinos conseguirem acabar a tarde com algum ponto.
Nota muito negativa para este Vitória, tão diferente do que se apresentou aqui há duas semanas. Jogo pobre em qualidade, monótono que se fez valer pelos últimos cinco minutos de emoção. O Nacional conquistou assim os primeiros três pontos da época.
O jogo já havia acabado, mas ainda assim, houve tempo para Nuno Pinto ver um vermelho direto devido a protestos.
Onze inicial Vitória FC: Joel Pereira, Mano, V. Fernandes, Nuno Reis, Nuno Pinto, Semedo, R. Micael, Costinha (Éber Bessa, 55′), Zequinha (André Sousa, 66′), Mendy (Alex, 83′), Jhonder
Onze inicial CD Nacional: Daniel, Decas, Felipe, Júlio C., Campos, Alhassan (Marakis, 29′), Jota (Palocevic, 66′), Witi, Camacho, Rochez (Riascos, 70′), Vitor G.
Parece o nome de um conto infantil, contudo vamos aqui falar de uma história bem real com protagonistas de carne e osso.
Quis o destino (ou o segundo sorteio da Liga) traçar que Sporting e Benfica se encontrassem na terceira jornada do campeonato. Como dizem os nossos colegas ingleses, so far so good, não fosse a triste novela mexicana do presidente/não presidente que dura desde junho.
Novelas à parte, porque escrever roteiros televisivos não é para um clube de futebol que se diz grande no seu país e por esse mundo fora, construiu-se uma equipa com caras novas, regressos de empréstimos e com os jogadores que supostamente iriam rescindir contratos, ação também conhecida como “o regresso dos que nunca foram”. Mérito para aqueles que, seja por interesses monetários ou não, viram que a equipa do Sporting precisava de liderança e de quem, a bem ou a mal, resolvesse os problemas prioritários no seu plantel.
Poderia dizer que, até este momento, estamos todos de acordo, o que não iria ser verdade, mas também não nos podíamos dar ao luxo de ter uma equipa com juniores e juvenis a jogar contra plantéis de milhões.
Passando para o ponto fundamental deste artigo, já todos percebemos que o Sporting tem um problema que se reflete em todos os jogos: a defesa. Contando todas as partidas da pré-época, apenas na primeira a equipa leonina não sofreu qualquer golo. Não deveria ser ao contrário?
Ristovski teve uma atitude mais dura no dérbi Fonte: Liga Portugal
Sendo saudosista, o nosso quarteto defensivo do ano passado deixava-me a suspirar. Desconfiava de Piccini, como tantos outros, mas acabei por me deixar conquistar; a dupla Coates-Mathieu sempre me transmitiu segurança e, por fim, o doente crónico que em part-time era jogador, Fábio Coentrão, fez mais jogos do que aqueles em que esteve parado, entregando sempre a mesma raça a um clube que dizem não ser o seu.
Agora… bom, agora o Sporting manteve o núcleo central, mas mudou as alas, o que me faz lembrar aquelas propriedades que têm um portão a limitar a sua entrada, contudo não têm qualquer tipo de proteção a delimitar o perímetro do terreno. Ora vejamos: no jogo do dérbi, no qual, apesar de tudo, o Sporting se comportou como se fosse um leão saudável e forte, as alas eram auto-estradas para os extremos adversários, por onde só não passariam se, por milagre (como até muitas vezes ocorreu), aparecesse André Pinto – que deixou uma imagem ótima – ou Coates para fazer a dobra e assim proteger o último jogador no terreno: Salin. Ristovski, que fiquei na dúvida se foi apenas para distribuir um jogo mais duro ou se foi para jogar também à bola, deixava-se ultrapassar jogada sim, jogada não. Valeram novamente os centrais que muito bem aguentaram a defesa na Luz. De Jefferson, não consigo bem ter palavras positivas a dizer, a não ser que, pelo menos, sabemos que consegue fazer uma coisa: subir no terreno. Já descer para ocupar a sua posição, não o faz.
Podemos então fazer uma reflexão a uma semana do fecho de mercado e perceber que Jefferson só deverá entrar quando não houver mais nenhuma opção para o lado esquerdo? E porque não testar Bruno Gaspar do lado direito? Pode ter o mesmo nome que o presidente destituído e ser um reforço ainda contratado por ele, mas não é por isso que não lhe deve ser dada uma oportunidade.
É um facto que não teremos um calendário com equipas extremamente competitivas como no ano passado, mas não é por isso que devemos descurar a qualidade do nosso plantel. De avançados está o Sporting cheio, mas os jogos não se ganham só a marcar. Não sofrer também é fundamental.
Podemos estar sem presidente, sem ordem na casa-mãe e sem uma linha orientadora, mas, por favor, arranjem laterais que honrem a qualidade do Sporting Clube de Portugal.
Diamantino Manuel Fernandes Miranda, Diamantino aquando a sua carreira como jogador e Diamantino Miranda como treinador é o escolhido para a nossa Cápsula Lusitana. Nascido a 3 de Agosto de 1959, na Moita, Diamantino tornou-se um dos jogadores mais emblemáticos e característicos do futebol português.
A carreira como jogador de futebol começou em 1976 no Vitória FC, onde ficou uma temporada. Diamantino continuou em busca de projetos que o cativassem, passou por clubes como Amora, Boavista FC, mas foi no SL Benfica que se destacou e deixou a sua maior marca.
Foi nos encarnados que ficou grande parte da sua carreira como jogador, desde 1982 a 1990, com 296 jogos marcou 82 golos. O avançado acabou mesmo por ser um dos jogadores mais marcantes dos anos 80/90 nos encarnados. A capacidade de desequilíbrio, a bola colada no pé, a acutilância que conseguia imprimir no jogo foram características que fizeram Diamantino perdurar no imaginário dos adeptos do SL Benfica.
Diamantino destacou-se como jogador ao serviço do SL Benfica Fonte: SL Benfica
Como treinador, Diamantino Miranda, começou a sua carreira em 1994 no Vitória FC, onde havia sido jogador, durante uma época. Passou por clubes como Desp. Beja (1995-1996), Campomaiorense (1995-1997), Gil Vicente (1997-1998) , Felgueiras (1998-2000), Vitória FC (2002-2003), Felgueiras (2003-2005), Portimonense (2005-2007), Varzim (2007) e Olhanense (2008). Ainda passou pelos juniores do Benfica na época de 2009/2010, pelo Fátima em 2010/2011 e pelo Costa do Sol, em Moçambique, entre 2012 e 2013.
Diamantino teve a sua última experiência enquanto treinador ao serviço do Costa del Sol, em Moçambique, em 2012 e 2013. Mas mais uma vez, o estilo demasiado frontal do técnico acabou por o prejudicar. O técnico acabou expulso de Moçambique depois de acusações explícitas de corrupção.
Vestiu a camisola das quinas por 22 ocasiões (1981-1986), marcando cinco golos pela seleção. Ainda fez parte da seleção que participou no Campeonato Europeu de Futebol de 1984 e na fase final do Mundial de 1986.
O que ganhou?
Diamantino, enquanto jogador,conseguiu vencer 11 títulos, todos eles ao serviço do SL Benfica. Ao todo foram quatro Campeonatos, cinco Taças de Portugal e duas Supertaças.
Enquanto treinador conquistou dois títulos: um na Segunda Liga, ao serviço do histórico Campomaiorense e ainda uma Liga Intercalar.
Onde está?
Depois do seu tempo como treinador, Diamantino Miranda deixou os relvados e começou uma carreira diferente. Atualmente é comentador em programas de futebol na televisão portuguesa e ainda faz análise de jogos em diversos jornais desportivos.
Diamantino deixou os relvados e dedicou-se à comunicação, marcando presença em programas relacionados com o futebol Fonte: FPF
Futuro?
Calcula-se que não seja possível voltar a ver o craque nos relvados, enquanto treinador. As suas constantes declarações polémicas não são muito abonatórias para que este cenário passe a ser uma opção. Assim, espera-se continuar a ver Diamantino, incisivo e frontal, a comentar jogos nos mais diversos canais desportivos, sempre com o profissionalismo que lhe é característico.
O domingo de Segunda Liga começou logo pela manhã com um duelo entre dois emblemas históricos do futebol português. Estoril e Leixões encontraram-se na terceira jornada da Segunda Liga, competição que predomina sempre por resultados inesperados.
Os ‘canarinhos’ viram o bom arranque de campeonato ser travado pelos portuenses com o golo a surgir nos minutos finais do jogo. O Leixões recolhe os primeiros pontos no campeonato com uma vitória forasteira, num terreno complicado, diante de um dos candidatos à subida.
A equipa de Matosinhos foi quem tomou mais conta do jogo na primeira parte na Amoreira. Mais posse de bola no meio campo e ao solo. Do outro lado, o Estoril apostou num jogo mais direto, com passes longos vindos dos defesas centrais e atirando muitas vezes a bola para o flanco oposto, estratégia que inicialmente não resultou para o conjunto da linha de Cascais.
Claque do Leixões teve o jogo inteiro com a tarja virada ao contrário, manifestando desagrado no atual desentendimento entre clube e SAD Fonte: Bola na Rede
Aos seis minutos veio a primeira oportunidade da partida para o Leixões. Do lado direito da área do Estoril, Evandro cruzou para Luís Silva cabecear. Thierry Graça segura confortavelmente. O mesmo jogador do Leixões abriu o marcador da partida também num cabeceamento com passe, desta vez, ao minuto 16, após um canto do lado esquerdo. A bola ainda bateu no poste direito da baliza do Estoril e passou a linha final antes de chegar ao ferro esquerdo (0-1). Foi o primeiro golo sofrido pelo Estoril em jogos oficiais esta temporada, estando em desvantagem pela primeira vez na II Liga.
Os adeptos da equipa da casa não paravam em apoiar a equipa na bancada central do Estádio António Coimbra da Mota e o Estoril não tardou em reagir. Aos 19 minutos, Filipe cabeceou por cima após lançamento longo de João Góis do lado direito para a área do Leixões.
Os ‘canarinhos’ chegam mesmo ao empate ao minuto 26. Gomes, defesa do Estoril, faz um passe longo que encontra Filipe nas costas da linha de quatro defesas do Leixões. O número 6 dirigiu-se para o lado esquerdo da área adversária e fez um cruzamento rasteiro para o primeiro poste do Leixões. Lá estava Roberto para finalizar com sucesso (1-1). Neste golo do empate, os passes longos de facto resultaram para o Estoril, mas o Leixões foi quem continuou a ocupar muito mais o meio campo adversário.
Na segunda parte, o jogo foi muito mais disputado no meio campo, com inclinações a favor do Estoril. Aos 61’, do lado direito atacante da equipa ‘canarinha’, Aylton encontra Sandro Lima que remata de primeira. Tony Silva defende para a frente e o avançado brasileiro aproveita de cabeça, mas o guardião do Leixões segura confortavelmente. Dez minutos depois, novamente da direita. Aylton projeta a bola da direita para a esquerda. Lá estava João Vigário que remata com perigo para a baliza do Leixões, apesar de ter ficado pressionado por dois defesas do Leixões.
De manhã, à tarde, em casa ou fora, os adeptos do Estoril acreditam num regresso rápido da equipa à I Liga Fonte: Bola na Rede
Aparentemente satisfeito com o empate, pois o Estoril era quem estava a criar as maiores oportunidades de perigo no segundo tempo, o Leixões tenta a sorte e coloca o avançado Pedro Henrique à entrada do tempo de compensação, antes de um lance de bola parada. Livre batido por Bura do lado esquerdo da área da equipa da casa, a bola passa por um cordão de jogadores dentro de área. Ao segundo poste estava o recém-entrado Pedro Henrique para encostar, marcar o golo da vitória (1-2) e espoletar a festa entre a equipa do Leixões.
Nesta partida, o Estoril sofreu os primeiros dois golos do campeonato, bem como a primeira derrota. Ainda assim, com a estratégia que tem apresentado nestes primeiros jogos da Segunda Liga e os recursos que tem ao dispor no plantel, é um claro candidato a regressar ao primeiro escalão no ano seguinte à descida.
Onzes iniciais:
GD Estoril Praia – Thierry; João Góis, Diakhité, Gomes e Rafael Furlan (João Vigário 63’); Filipe Santos (Gustavo Costa 75’), João Patrão, Gonçalo Santos (Wallyson 63’) e Aylton; Roberto e Sandro Lima
Leixões SC – Tony; Jorge Silva, Bura, M. Costa e Bernardo (Stephane 75’); Evandro Brandão (Pedro Henrique 88’), Luís Silva, Ceitil e D. Poloni; Kukula (Erivaldo 65’) e Ofori.
Num jogo onde os Portugueses João Cancelo e Cristiano Ronaldo estiveram em alto nível, a Juventus somou mais três pontos sem dificuldade.
Prometia ser um jogo muito tático, ganho no papel e não em campo. A Juventus vem para este jogo como favorita, não só pelo plantel apresentado, não por ser um emblemático clube italiano, não por ter ganho o último campeonato, mas por isto tudo junto e muito mais. Tudo aponta para um passeio da ‘Velha Senhora’ no campeonato italiano, mas a Lazio tinha outros planos.
Com um plantel muito organizado e com alguns craques capazes de surpreender, vimos que a Lazio ia ter uma postura de jogo mais fechada. Com os jogadores a jogar mais próximo entre eles, uma estratégia que apostou em 5 médios para maior controle e domínio do meio campo. Immobile praticamente lá na frente sozinho ia ser a peça chave desta equipa que ia apostar forte no contra-ataque e apanhar a Juve de surpresa.
A verdade é que a primeira parte contou com duas equipas muito equilibradas, um jogo muito disputado, com alguns erros de ambas as partes que deram aso a algumas oportunidades, no entanto o que diferenciou estas duas equipas foi o golo de Miralem Pjanic aos 30 minutos, com um grande remate que só acabou nas redes de Strakosha. Este golo tornou o jogo diferente e na segunda parte a Lazio adotou uma postura mais ofensiva.
Pjanic abriu o marcador do encontro ainda na primeira parte Fonte: FIFA
E assim foi, um jogo mais aberto, mais vivo, mais disputado, com lances para ambos os lados a aparecerem com mais frequência. No entanto a Juventus já tinha mais espaço para conseguir fazer a sua magia e foi isso que fez. Começou a jogar o futebol que nos habituou.
Cancelo começou a conseguir criar oportunidades de risco e Ronaldo começou a ter as suas primeiras verdadeiras tentativas de marcar, sempre sem sucesso. Esta dupla portuguesa mostrou, no entanto, que vai ser um trunfo para a Juve ao longo do campeonato pois mostram uma criatividade e entrosamento muito boas.
Aos 75’ Mandzukic acabou por tirar proveito de mais uma boa jogada de Cancelo para aumentar a vantagem. Ronaldo também esteve na jogada, mas falhou descaradamente em frente à baliza, sobrando para Mandzukic o golpe final. Apesar de tudo o melhor jogador do mundo pouco pode fazer quando é constantemente coberto por dois e três jogadores sempre que toca na bola. Este estilo de jogo da Lazio acaba por invalidar a presença do capitão da nossa seleção, mas abre mais buracos para outros jogadores acabarem com o jogo, e a Juventus é muito mais que só Ronaldo.
Do lado oposto, Immobile foi completamente anulado pelos defesas da Juventus que não se importaram de ser duros e faltosos para impedir a estrela da Lazio de marcar. No final do jogo ganhou a melhor equipa com um bom resultado, Ronaldo mais uma vez jogou bem mas não marcou.
Onzes Iniciais:
Juventus FC: Szczesny; Cancelo, Chiellini, Bonucci, Alex Sandro; Khedira (Bentancur 85’), Pjanic (Emre Can 69’), Matuidi, Ronaldo, Mandzukic e Bernardeschi (Douglas Costa 59’).
SS Lazio: Strakosha; Wallace, Acerbi, Radu, Lulic; Milinkovic-Savic (Durmisi 78’), Leiva, Parolo (Badelj 64’), Marusic; Luís Alberto e Immobile.
O derby eterno com grandes ausências. O voz fininha Jonas e o palito gigante holândes, Bas Dost, eram os goleadores ausentes do jogo grande da terceira jornada. Raphinha e Rafa foram as surpresas lançadas por Peseiro e Rui Vitória. As águias entravam em campo exatamente com o mesmo onze que defrontou o PAOK, excepto, Zivkovic que deu o seu lugar ao pequeno português. Odysseas na baliza com André Almeida, Jardel, Rúben Dias e Grimaldo na defesa; Pizzi, Fejsa e Gedson no miolo; Rafa, Ferreyra e Cervi na frente de ataque.
Os leões com os lesionados Bas Dost e Mathieu foram forçados a mexer na equipa que defrontou o Vitória. Na baliza Salin manteve a titularidade com Jefferson, André Pinto, Coates e Ristovski no apoio defensivo; Será que Acuña iria recuar para junto de Battaglia e jogar no miolo? Era a dúvida que se mantinha e que podia resultar na chave do jogo. Raphinha, Montero e Nani completavam o tridente ofensivo no ataque ao ninho das águias.
Rolava a bola no verdinho estádio da Luz. Confirmava-se que Acuña preenchia o miolo junto a Bruno Fernandes e Battaglia. Na velocidade supersónica que começou o encontro, o Benfica dispôs da primeira oportunidade logo aos cinco minutos. Falta discutível sobre Gedson e na marcação, Jardel, cabeceava para grande defesa de Salin. Resposta dos leões, de imediato, com Nani a cruzar e Montero a desviar para o lado da baliza de Odysseas. Aos dez minutos, Acuña na raça ganha a bola e numa jogada individual sem qualquer pressão adversária remata ao lado da baliza.
Aos vinte minutos, de novo de bola parada, os encarnados com mais uma oportunidade de golo. Rúben Dias salta mais alto que Jefferson (exibição medíocre do brasileiro) para nova defesa de Salin. Na sequência, um mau alívio de Jefferson com Cervi a rematar de primeira para nova defesa do guardião francês. A partir daqui o jogo decaiu de qualidade. Muitas faltas, muitos “ais” e muito pouco futebol de parte a parte. António Rola e Veloso comentavam de forma lírica e com muito facciosismo a actuação de Luís Godinho.
É certo que o árbitro não esteve bem mas sem qualquer motivo para tanto alarido. O jogo chegava ao intervalo com destaque para a actuação de Raphinha. O brasileiro a mostrar grande qualidade técnica e a justificar a aposta de José Peseiro. Do lado dos encarnados, Gedson era quem mais galvanizava a equipa.
A entrada de João Félix foi determinante para o Benfica Fonte SL Benfica
Na segunda parte, começou melhor o Sporting. Entrada forte dos leões com Bruno Fernandes a tentar, de longe, abrir o activo. Na resposta ao remate do português, Cervi rematou com perigo ao lado.
Aos sessenta minutos, lance crucial na área encarnada. Falta de Rúben Dias sobre Montero prontamente assinalada. O colombiano ganhou a bola e o jovem português a cometer falta. Lance difícil, mas com boa análise do juiz da partida. Na cobrança, Nani não falhou e fez o seu terceiro golo no campeonato.
Dez minutos depois, Zivkovic, num lance confuso rematou para mais uma grande intervenção de Salin. Minuto seguinte e Rafa na clara oportunidade, de frente para a baliza e depois de uma maldade a Battaglia, rematou e novamente Salin a defender. O Benfica ia empurrando os leões e já com João Félix e Seferovic em campo chegou ao golo da igualdade.
Oitenta e seis minutos, cruzamento de Rafa pela direita e o jovem João Félix de cabeça a fazer o golo do empate. Estreia a marcar do português que saltou mais alto que Ristovski. José Peseiro a pagar caro a falta de ambição e o facto de demorar imenso tempo a mexer na equipa. O treinador teve todo o tempo para colocar as suas armas em campo mas, o português, bem ao seu género, não foi audaz num momento que podia e deveria ter tido mais ambição. Resultado improvável na Luz, os grandes de Lisboa chegavam empatados e o Sporting sai com alma renovada numa partida que poderia ter ido mais além.
Chegados ao US Open, último Grand Slam da temporada, começa-se a questionar sobre quem será o grande vencedor. Os três Grand Slams, anteriormente disputados este ano, tiveram três vencedores diferentes mas nada surpreendentes, ou não se tratassem dos “suspeitos do costume”. Roger Federer conquistou o Australian Open pela sexta vez na carreira, ao passo que Rafael Nadal venceu pela décima primeira vez Roland Garros e Novak Djokovic venceu Wimbledon pela quarta vez.
Em termos de favoritismo, não restam grandes dúvidas sobre os principais favoritos a levantar o troféu em Nova Iorque, sendo eles:
– Rafael Nadal – o líder do ranking mundial, após ter vencido com alguma naturalidade o seu 11º título em Roland Garros, conquistou recentemente o ATP Masters 1000 do Canadá, onde venceu sem grande contestação. O espanhol apresentou-se no Masters a grande nível, tanto em termos físicos como psicológicos, abdicando ainda de participar no ATP Masters 1000 de Cincinnati na semana seguinte para não arriscar qualquer possibilidade de lesão ou fadiga durante a sua participação no torneio. Nadal chega ao torneio com a intenção de revalidar o título conquistado em 2017 e na possibilidade de conquistar o US Open pela quarta vez na carreira.
– Novak Djokovic – o tenista sérvio após um início de temporada que parecia antever mais um ano para esquecer, à semelhança do que aconteceu em 2017 após ter sido submetido a uma cirurgia, apresentou resultados muito pouco convincentes com derrotas inesperadas frente a tenistas bem menos cotados em rondas iniciais de torneios. Contudo a chegada à época da relva trouxe muitas alterações. Na fase da temporada de relva, o sérvio voltou a mostrar um bom nível competitivo e a jogar sem pressão, não era um dos principais favoritos ao título em Wimbledon mas acabou por arrecadar o troféu e festejar o seu 13º título do Grand Slam. No ATP Masters 1000 de Cincinnati, o sérvio apresentou um nível bastante próximo daquele que o fez tornar num dos tenistas mais difíceis de defrontar, vencendo o único título Masters 1000 que ainda não tinha no palmarés. Djokovic apresenta-se em Flushing Meadows no 6º lugar do ranking ATP e com a ambição de tentar vencer o torneio norte-americano pela terceira vez na carreira.
– Roger Federer – o suíço, após uma excelente entrada na época com a conquista do Australian Open, abdicou de toda a temporada de terra batida e consequentemente dos Masters 1000 de Monte Carlo, Madrid e Roma, e ainda de Roland Garros. O suíço nesta fase já bastante adiantada da carreira tem feito uma gestão de esforço, disputando poucos torneios, abdicando daqueles em que na teoria teria menos hipóteses de conquistar. Federer, ainda que sem a frescura de outros tempos, continua a mostrar um excelente nível que ficou bem patenteado durante o ATP Masters 1000 de Cincinnati, onde perdeu apenas na final para Djokovic. O tenista suíço chega a este torneio como nº 2 do ranking ATP e focado na possibilidade de aumentar o recorde de títulos do Grand Slam que lhe pertence (atualmente 20) e de conquistar o seu sexto título em Nova Iorque, tendo o último sido conquistado em 2008.
Após uma épica meia final em Wimbledon, desta vez o encontro entre ambos só é possível numa hipotética final Fonte: ATP World Tour
Olhando para o nível de ténis apresentado pelos três tenistas, Rafael Nadal e Novak Djokovic chegam a Nova Iorque com um ligeiro favoritismo em relação a Roger Federer. O suíço parte um pouco atrás do espanhol e do sérvio que chegam a Nova Iorque recém campeões dos importantes ATP Masters 1000 do Canadá e Cincinnati, respetivamente. Caso Djokovic e Federer vençam os respetivos encontros ao longo do torneio, está em perspetiva uma final antecipada com ambos a poderem defrontar-se nos quartos de final da competição.
O Vitória SC venceu o FC Porto por 2-3 e carimbou a primeira vitória da temporada. Os dragões estiveram a vencer por duas bolas a zero, resultado conseguido ainda na primeira parte, mas permitiram a reviravolta da formação de Luís Castro e deixaram assim o primeiro lugar da tabela, não aproveitando o empate entre o SL Benfica e Sporting SP.
Em noite de derby de Lisboa, os também vizinhos FC Porto e Vitória SC bateram-se e fecharam o sábado desta terceira jornada. Entre duas formações habituadas a trocas de jogadores, André André, agora em Guimarães, regressou a uma casa que conhece bem e voltou a pisar o Dragão. Também João Carlos Teixeira, o 10 às ordens de Luís Castro, defrontou o antigo clube. Já Marega, que representou o Vitória, iniciou a partida no banco dos azuis e brancos.
Com o empate entre SL Benfica e Sporting SC confirmado, o FC Porto tinha a oportunidade de se distanciar dos adversários diretos na luta pelo título e, logo aos cinco minutos, a equipa deu mostras de estar de olhos postos na baliza. Depois de uma perda de bola de João Carlos Teixeira, Sérgio Oliveira recebeu de André Pereira e serviu Herrera. O mexicano, com um remate forte à entrada da área, obrigou Douglas a mostrar serviço e, com uma boa defesa, o guarda redes do Vitória SC segurou o nulo.
Sem permitir que o adversário importunasse verdadeiramente Casillas, o FC Porto voltou a beneficiar de uma oportunidade soberana para chegar à vantagem. Na sequência de um canto batido por Alex Telles, Diogo Leite cabeceou para nova intervenção de qualidade de Douglas.
Em cima da meia hora de jogo, tempo para a primeira grande ovação da noite, com o protagonista a estar do lado de fora das quatro linhas. Sérgio Conceição lançou três jogadores para aquecimento, entre eles o maliano Marega. Ultrapassada que parece estar a tensão entre atleta e clube, os adeptos fizeram questão de aplaudir aquele que consideraram como um dos heróis do título da época passada.
No terreno de jogo, os dragões não perderam o ritmo e voltaram a ameaçar o golo. Aos 35 minutos, Aboubakar, em frente à baliza, preparava-se para encostar mas foi surpreendido por João Afonso que, com um corte fundamental para canto, impediu o primeiro da partida. Ainda assim, o nulo apenas durou mais dois minutos. Aos 37, Brahimi abriu o marcador com um remate que não deixou qualquer hipótese a Douglas. Para celebrar, o argelino correu de imediato para a zona do banco e abraçou de forma efusiva Marega.
E depois de ter assistido Brahimi no primeiro, André Pereira ampliou a vantagem aos 42 minutos. Alex Telles bateu um livre à entrada da área, na esquerda do ataque, e o português formado no FC Porto não desperdiçou e assinou o 2-0. André André esteve perto de reduzir em cima do intervalo, mas o remate saiu ligeiramente ao lado do poste da baliza de Casillas.
O FC Porto saiu para descanso em vantagem por 2-0 Fonte: Bola na Rede
A partida foi para intervalo com grandes protestos por parte do banco do Vitória SC. Flávio Meireles e Armando Marques dirigiram-se à equipa de arbitragem visivelmente revoltados e acabaram por receber ordem de expulsão. Em causa, o segundo golo dos dragões, em que os visitantes consideram que André Pereira beneficiou de posição irregular. Fábio Veríssimo validou o lance e o conselho de arbitragem, segundo avançou a Sport TV, anunciou falha técnica no VAR entre os minutos 15 e 45.
Num início de segunda parte morno e com poucas investidas no ataque de parte a parte, o Vitória SC conseguiu reduzir a desvantagem aos 63 minutos, na sequência da cobrança de uma grande penalidade. Sérgio Oliveira derrubou Ola John à entrada da área e o árbitro assinalou de imediato penalti. André André foi chamado a marcar e, no frente a frente com Casillas, acabou por levar a melhor e fazer o 2-1. Enquanto o médio português se preparava para bater o pontapé da marca dos onze metros, o Dragão silenciou os assobios e deu lugar aos aplausos para saudar Marega. Sérgio Conceição fez entrar o avançado, para o lugar de Aboubakar.
Os Conquistadores conseguiram chegar à igualdade a 15 minutos dos 90. Consideravelmente melhor na partida, a formação de Luís Castro foi premiada com o empate, que chegou pelos pés de Tozé. Com pouco espaço para se afirmar na equipa, o português rematou forte e colocado e estabeleceu o 2-2. Depois de André André, também Tozé, um ex-atleta dos dragões, marcou à antiga equipa. E quando os adeptos nas bancadas esperavam o regresso do campeão à vantagem no marcador, Davidson gelou o Dragão. Com um remate potente já dentro da área, o avançado carimbou a reviravolta.
Já dentro dos cinco minutos de compensação, o FC Porto esteve perto do 3-3, mas Douglas voltou a mostrar-se atento e defendeu as tentativas de Oliver e Marega com enormes defesas, numa altura em que também o poste ajudou a impedir o golo. O campeão nacional marcou assim passo na frente da tabela e permitiu ao Vitória SC a primeira vitória da época.
Onze inicial FC Porto: Casillas, Maxi Pereira, Diogo Leite, Felipe, Alex Telles, Otávio, Herrera, Sérgio Oliveira, Brahimi (Corona, 50’), André Pereira e Aboubakar (Marega, 61’) – Corona substituído por Oliver Torres, por lesão, aos 73’,
Onze inicial Vitória SC: Douglas, Pedro Henrique, João Afonso, Welthon, João Teixeira (Davidson, 76’), André André, Sacko, Florent, Tyler Boyd (Ola John, 57’), Wakaso, Joseph (Tozé, 36’)
SL Benfica e Sporting CP empataram a um golo no jogo grande da terceira jornada, o primeiro derby da Liga NOS, no Estádio da Luz. Os golos foram da autoria de Nani, de grande penalidade, e do jovem jogador João Félix. Uma partida marcada pela enorme quantidade de interrupções pois houve muitas faltas.
O resultado, dado à necessidade do Benfica querer chegar à Liga dos Campeões (tem jogo importante já na terça-feira, na Grécia, frente ao PAOK) e de o Sporting continuar em reconstrução para esta temporada, não deverá afetar animicamente as duas equipas. No entanto, é um empate que poderá favorecer o rival mais direto, o FC Porto, numa fase mais adiantada do longo campeonato que ainda há pela frente.
Como já era esperado, o jogo arrancou com oportunidades de parte a parte. Logo aos cinco minutos, Rúben Dias cabeceou forte um passe de Pizzi vindo de um livre do lado direito. Salin afastou com uma palmada. O mesmo jogador «encarnado» também executou outro remate de cabeça aos 19 minutos para a defesa do guardião dos «leões», após um canto do lado esquerdo de Cervi. O argentino tentou a sorte um minuto depois, mas Salin não deixou entrar um remate à entrada da pequena área aproveitada de uma bola mal afastada pela defensiva do Sporting após um lançamento longo de André Almeida para a entrada da área.
Entretanto, o Sporting também criou oportunidades. Ao minuto seis, Montero rematou com a parte de fora do pé direito ao lado após cruzamento rasteiro do lado esquerdo por Nani. Três minutos depois, Acuña roubou a bola a Gedson Fernandes e correu à vontade pelo meio campo do Benfica até efetuar um remate que passa ao lado direito da baliza de Vlachodimos.
Primeira parte bastante disputada no meio campo do Estádio da Luz. Vários roubos de bola de ambas as partes, com Gedson Fernandes e Acuña a realçarem-se pela positiva. Por outro lado, muitas faltas nos últimos minutos do primeiro tempo. No entanto, apesar do nulo ao intervalo, o fator decisivo – como se pode esperar de um derby – estaria nos lances de bola parada para causar oportunidades de perigo ao adversário.
À semelhança do que aconteceu nos primeiros 45 minutos, as oportunidades foram surgindo de parte a parte. O Sporting entrou mais agressivo, mas rapidamente a equipa da casa respondeu com Cervi a tentar o golo aos 50 minutos. Salin demonstrou estar à altura de qualquer perigo, provando ser o indicado para defender a baliza dos «leões».
Com o jogo dividido, o golo acabou mesmo por surgir de bola parada – penalti. Aos 63 minutos, o central Rúben Dias fez falta (indiscutível) sobre Fredy Montero e o juiz da partida, após alguma hesitação, marcou penalti a favor do Sporting. Nani foi chamado ao dever e não falhou, colocando a sua equipa na frente do marcador.
O técnico «encarnado» mexeu na equipa de forma a tentar contrariar o resultado. O Benfica não se deixou afetar e, depois de alguma insistência, o golo acabou por chegar. Aos 85 minutos Rafa cruzou para a área e o jovem João Félix ganhou nas alturas, não dando qualquer chance a Salin de defender.
Apesar do jogo equilibrado de ambas as equipas, é importante referir o espírito combativo do Sporting no meio campo, mas a falta de força no ataque, onde o Benfica aproveitou para ser melhor. A falta de Bas Dost fez-se sentir, mostrando que Montero não pode jogar sozinho na frente. Do lado dos encarnados, tanto Ferreyra como Seferovic estiveram apagados, mas foram compensados pelos extremos.
Onzes iniciais:
SL Benfica: Vlachodimos; André Almeida, Jardel, Rúben Dias e Grimaldo; Fejsa, Gedson Fernandes e Pizzi (João Félix, 70′); Cervi (Zivkovic, 57′), Rafa e Ferreyra (Seferovic, 70′).
Sporting CP: Salin; Ristovski, Coates, André Pinto e Jefferson; Battaglia, Acuña e Bruno Fernandes (Petrovic, 79′); Nani, Raphinha (Bruno Gaspar, 92′) e Montero.