Vamos diretos ao assunto: no dia 1 de janeiro, Roman Reigns testou positivo à COVID-19, não podendo por isso defender o Título Universal frente a Brock Lesnar no Day 1.
I yearn to perform tonight at #WWEDay1 to defend my Universal Championship. However, unfortunately, earlier today I tested positive for COVID-19. Due to the proper protocols I am unable to compete as originally scheduled. I look forward to returning to action as soon as possible.
Após a pausa natalícia a Taça do Mundo de Saltos de esqui regressava e logo para um dos, se não o ponto mais alto da temporada, o emblemático torneio dos quatro trampolins cujo seu vencedor fica para a posteridade da modalidade.
Naquela que seria a sua edição 70, Kamil Stoch procuraria chegar à quarta águia dourada da carreira, mas contava com uma vasta concorrência dos quais se destacavam Karl Geiger líder da classificação geral do campeonato, Ryoyu Kubayashi o mais vitorioso no decurso da época, Halvor Egner Granerud, Marius Lindvik e Markus Eisenbichler. Isto para além dos tradicionais atletas outsiders, saltadores que acabam por “explodir” sem nada nem ninguém o fazer prever, e que já tantas ocasiões acontecera neste torneio.
Desta feita tínhamos como nota negativa o facto de em todos os quatro palcos da competição as bancadas se encontrarem despojadas de público, algo relacionado com a escalada no número de casos provocada pela variante Ómicron.
“Ano novo, vida nova” é o discurso habitual das pessoas na passagem de ano. A WWE1 decidiu utilizar essa frase para criar um novo evento especial: WWE Day 1. Existem muitos combates onde vão haver títulos em jogo.
É uma ótima oportunidade para a WWE começar 2022 com o pé direito, vamos ver quais serão os lutadores que vão entrar com esse pé nesta noite e também vamos tentar acertar nos resultados.
A CRÓNICA: SECOND ROUND DIFERENTE, MAS TOADA SEMELHANTE
O FC Porto voltou a vencer o SL Benfica, em casa, por 3-1, num jogo marcado pela autoridade dos homens que substítuiram os que não poderam comparecer ao jogo, pelo regresso ao 4-4-2 dos encarnados e pela expulsão de André Almeida ao minuto 69. De salientar ainda a forma como o FC Porto permanece, ano após ano, com a mesma identidade e forma vincada de encarar estes jogos ‘grandes’.
Que atmosfera no Dragão! O FC Porto até começou mais nervoso, com o SL Benfica a saltar bem a primeira fase de pressão portista, contudo, o FC Porto ‘de sempre’ apareceu – asfixiante, eficaz e criterioso – e quando é assim, ainda para mais empolgado do ponto de vista mental, torna-se complicado de contrariar.
Como referido, o SL Benfica entrou bem, a dar menos espaço nas costas, a controlar o jogo com bola e a empurrar a criatividade para as alas onde havia Cebolinha e Rafa. Ainda assim, o FC Porto não teve qualquer problema a abdicar da bola e a juntar linhas quando necessário, impedindo, deste modo, que os encarnados criassem grande oportunidades de perigo.
Ora, depois do primeiro aviso de Fábio Vieira (que remate!) e outro de Pepê, o SL Benfica só conseguiu reagir através de Yaremchuk que apanhou pela frente um Diogo Costa inspirado no 1×1. Depois disso, só deu FC Porto até o apito final da primeira metade, e com um tom de surpresa, ao passo que foram as novidade do 11 inicial portista a efetuar os dois golos. Ora avancemos de forma diacrónica: Primeiro foi Fábio Vieira que, com o pé direito, fez uma autêntica «cuecinha» a Odysseas e depois, de rajada, foi Pepê a ampliar o marcador. 2-0 ao intervalo, e resultado justo dado ao desenrolar da partida.
Segunda parte e uma história (quase) totalmente diferente. Digo quase, porque o rumo dos acontecimentos acaba por ser «assassinado» ao minuto 49. Dito isto, o SL Benfica mostrou outra faceta no início da segunda metade, conseguiu chegar ao golo através de Roman Yaremchuk, mas, depois, chega o disparate de André Almeida que praticamente finda com as esperanças encarnadas. Almeida faz uma falta dura sobre Otávio, leva o segundo amarelo e deixa o SL Benfica com 10 elementos.
Fonte: Diogo Cardoso/BnR Lance que motivou a expulsão de A. Almeida
A partir daí, faça excepção um grande lance de Rafa, o SL Benfica apresentou dificuldades (normais) em criar situações de perigo, ao passo que, o FC Porto – cínico e eficaz – não tirou o pé do acelerador e, ao minuto 69, voltou a marcar através de Taremi. 3-1 e o FC Porto respirava com bola, e adormecia por completo os encarnados, com muitos momentos de ‘olés’ no Estádio do Dragão.
Até final, a toada não se alterou e, com este resultado, o SL Benfica fica a sete pontos da liderança, enquanto os portistas ‘colam-se’ aos leões no cimo da tabela.
A FIGURA
Fonte: Diogo Cardoso/BnR
Fábio Vieira – Um tratado de bola. Definição, leitura de jogo, criatividade e golo: tudo intrínseco em Fábio Vieira que precisou de pouco para marcar o seu primeiro golo esta temporada e, também, o golo que abriu o clássico.
O FORA DE JOGO
Fonte: Diogo Cardoso/BnR
André Almeida – Dois disparates que «mataram» o encontro para a sua equipa. Acabou por recaír na ala esquerda e, apesar de se demonstrar prepotente nos duelos, revelou dificuldades para travar o ímpeto ofensivo e as permutas posicionais dos jogadores portistas. A experiência
ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO
A equipa orientada por Sérgio Conceição – com as ausências forçadas de Evanilson e Luis Díaz – foi obrigada a ter mudanças no corpo ofensivo da equipa, adicionando Pepê e Fábio Vieira respetivamente. Dos restantes 9 jogadores, apenas destaque para a (prevísivel) retoma de Diogo Costa à titularidade da equipa.
O FC Porto permaneceu igual a si mesmo: muito forte no momento da perda da bola, inteligente na ocupação dos espaços, e cínico no momento de acionar os homens da frente. Exibição muito completa do lado portista.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Diogo Costa (6)
João Mário (-)
Mbemba (6)
Fábio Cardoso (6)
Zaidu (5)
Uribe (7)
Vitinha (7)
Otávio (8)
Fábio Vieira (8)
Pepê (7)
Taremi (7)
SUBS UTILIZADOS
Francisco Conceição (6)
Toni Martínez (-)
Sérgio Oliveira (6)
Manafá (6)
ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA
Sob o comando do novo técnico Nélson Veríssimo, o SL Benfica apresentou-se com várias novidades no onze e regressou ao 4-4-2. Morato ocupou o lugar de Otamendi, André Almeida jogou na posição de Grimaldo e, por fim, Gonçalo Ramos e Roman Yaremchuk preencheram o trio de ataque.
Em organização ofensiva, os encarnados jogavam em 4-4-2, contudo, e de forma intermitente, iam defendendo em 4-3-3 com Gonçalo Ramos a ser o homem que baixava para ocupar a zona entre a linha defensiva e a linha do meio campo portista.
O Sporting CP recebeu e venceu o Portimonense SC por 3-2. Um jogo de gala para terminar da melhor maneira 2021. O herói sem capa acabou por ser Paulinho com um hat-trick.
Numa primeira parte surpreendente, foi o Portimonense SC que quis domar o leão. Com um surpreendente esquema de seis defesas e com o número 10 Nakajima solto no apoio ao ataque, a equipa algarvia deu logo ares da sua graça aos 10 minutos. Grande tiro de meia-distância do poço de talento nipónico que obrigou Adán à primeira grande intervenção da noite. O aviso estava feito, mas parecia não haver reação da equipa de Rúben Amorim.
Á segunda não houve perdão, e os algarvios inauguraram mesmo o marcador. Um lance que demonstrou bem a capacidade de desdobramento ofensivo da equipa de Paulo Sérgio, que obrigou Matheus Reis a colocar a bola na própria baliza.
A reação passava de essencial para obrigatória, mas a verdade é que o Sporting CP não conseguia criar grandes oportunidades de golo. Pedro Gonçalves e Pablo Sarabia foram protagonistas de algumas ocasiões mas sem grande perigo.
No segundo tempo apareceu um leão pronto a fazer frente ao domador. Aos 54 minutos, Paulinho deu o primeiro sinal minutos antes naquela que viria a ser uma noite de sonho.
Mas a verdade é que foi a expulsão de Pedro Sá, a entrada de Bragança e a estreia de Geny Catamo que deram outra vertigem ofensiva ao Sporting. Aos 65 minutos, Paulinho deu o empate aos leões e a esperança parecia voltar a aparecer nas bancadas.
O Portimonense SC apenas procurava segurar o resultado, mas a estratégia, contrariamente à primeira parte, estava a sair totalmente ao lado. Paulinho voltou a aparecer no sítio certo e bisou com categoria para a reviravolta. Já parecia uma passagem de ano antecipada em Alvalade!
O jogo estava totalmente entregue à equipa de Rúben Amorim, mas ainda faltava o hat-trick. Pedro Gonçalves ofereceu a bola para trás e apenas foi preciso rematar com força para o fundo das redes.
Mas a prova deste grande jogo de futebol foi dada nos instantes finais. Mesmo com uma desvantagem acentuada, Lucas Possignolo marcou o golo da noite e deu um novo alento a uma equipa que tinha segundos para conseguir o empate.
O resultado não sofreu alterações e está completo o ano de sonho de Rúben Amorim.
A FIGURA
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede
Paulinho – Parece que é mesmo feito para os grandes jogos. Num duelo que tinha tudo para correr mal ao Sporting CP, eis que apareceu o ponta de lança mal-amado para fazer um hat-trick. É verdade que só apareceu na segunda parte, mas foi o suficiente para se posicionar como um verdadeiro ponta de lança e resolver da melhor forma uma vitória para selar 2021.
O FORA DE JOGO
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede
Esgaio – Foi um dos reflexos da primeira parte muito apagada do Sporting CP. Hoje não foi a noite de Ricardo Esgaio que, para além de não conseguir dar um bom contributo ofensivo, passou por grandes dificuldades com Fali Candé. No início da segunda parte parecia estar com vontade de mostrar mais, mas acabou por ser subtituído por Geny.
ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP
O Sporting CP apresentou-se num 3-4-3 com Matheus Reis como terceiro central e Esgaio e Nuno Santos nas laterais (Nuno Santos mais ofensivo). O trio de ataque era composto por Pablo Sarabia, Paulinho e Pedro Gonçalves, sendo que estes dois últimos se colocavam mais perto um do outro.
Focando mais especificamente na primeira parte, a verdade é que o Sporting CP defrontou uma equipa muito comprometida defensivamente, com 6 defesas, e notava-se algumas dificuldades do Sporting CP em procurar a largura dos laterais.
Na segunda parte, os laterais começaram a entrar melhor no jogo, dar mais largura, Esgaio (muito apagado na 1ª parte) apareceu em zonas mais interiores. A Entrada de Daniel Bragança ofereceu uma melhor distribuição de jogo que Palhinha num jogo de ataque continuado. A entrada de Geny Catamo deu outra qualidade à lateral direita leonina, por ser um jogador com outras características ofensivas.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Adán (4)
Gonçalo Inácio (5)
Coates (5)
Matheus Reis (6)
Ricardo Esgaio (4)
Matheus Nunes (6)
João Palhinha (5)
Nuno Santos (4)
Pablo Sarabia (5)
Pedro Gonçalves (6)
Paulinho (9)
SUBS UTILIZADOS
Daniel Bragança (6)
Geny Catamo (6)
Tiago Tomás (-)
ANÁLISE TÁTICA – PORTIMONENSE SC
O Portimonense SC apresentou-se com 6 defesas quando o Sporting CP atacava, sendo que Filipe Relvas colocava-se entre Willyan Rocha e Fali Candé e com o apoio de Iván Angulo. Vimos também sempre um dos defesas (quase sempre Filipe Relvas) a sair em pressão.
Em termos ofensivos, foi uma equipa que se desdobrava com muita facilidade. Via-se assim um grande pragmatismo no ataque com Nakajima mais solto e a conduzir o jogo ofensivo no apoio a Fabrício. Fali Candé era também um dos homens que criava muitas dificuldades no corredor esquerdo. Na segunda parte, apareceu uma equipa submissa ao ataque do Sporting CP e, depois da expulsão e do golo sofrido, preocupou-se em segurar o resultado com a saída de Fabrício e a entrada de elementos mais defensivos. Nakajima posicionou-se sozinho na frente de ataque.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Samuel Portugal (5)
Willyan Rocha (6)
Pedrão (6)
Lucas Possignolo (6)
Filipe Relvas (6)
Pedro Sá (4)
Ewerton (5)
Fali Candé (7)
Shoya Nakajima (7)
Iván Angulo (4)
Fabrício (6)
SUBS UTILIZADOS
Henrique Jocú (4)
Anderson Oliveira (4)
Luquinha (4)
Renato Júnior (-)
Sana Gomes (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Sporting CP
Não foi possível colocar questões ao treinador do Sporting CP, Rúben Amorim.
Portimonense SC
BnR: O Portimonense SC apresentou-se com 6 defesas quando o Sporting CP atacava, muitas vezes vimos Filipe Relvas a colocar-se entre Willyan Rocha e Fali Candé, e muitas vezes um dos defesas a subir à pressão. Foi uma estratégia e um objetivo que, apesar de tudo, foi bem conseguido?
Paulo Sérgio: Acho que funcionou, propusemo-nos a defender onde o Sporting CP coloca jogadores. Com bola tínhamos um 4-3-3 bem definido e sem bola acompanhavamos os homens que nos atacavam. Isto era para garantirmos a superioridade numérica no meio, que muitas vezes não a tínhamos, arriscávamos homem para homem. Os três homens no centro do terreno no fundo pararam os dois médios do Sporting e o central que pretendesse subir. Estava a funcionar, o Sporting não tinha muitas situações de golo, o que depois se desmoronou.
Chegámos ao segundo assalto deste duplo confronto entre FC Porto e SL Benfica a fechar o ano. No primeiro, o FC Porto venceu categoricamente um jogo que por mérito próprio e demérito do rival se revelou mais fácil do que se poderia supor.
Ora, passada uma semana, e num intervalo tão curto de tempo, seria de esperar que não houvesse possibilidade para grandes alterações, seja nas equipas, como no contexto. No entanto, em sete dias tudo mudou e o clássico que se vai jogar logo à noite terá como único ponto de contacto com o da passada semana, o palco, o Estádio do Dragão.
No FC Porto, um clube mais estável, de momento, a primeira alteração passa pelo regresso de Sérgio Conceição ao banco de suplentes após castigo. Depois, Evanilson, que acabou expulso na última partida está fora do jogo.
E quer me parecer que a ausência do brasileiro é bem mais relevante do que se possa pensar porque, não sendo individualmente sobredotado, tem sido um jogador chave na dinâmica ofensiva e defensiva da equipa. Para além do avançado canarinho, também Luís Díaz, que testou positivo para a COVID-19, é carta fora do baralho de Conceição.
E aqui já é mais fácil explicar as dores de cabeça que esta ausência estarão a provocar no treinador e nos adeptos. Estamos, tão somente, a falar do melhor e mais decisivo jogador do campeonato. E, portanto, será um FC Porto obrigatoriamente diferente e, perante as ausências, até o sistema poderá mudar. Terá a palavra Sérgio Conceição.
Se no FC Porto as mudanças face ao primeiro jogo já são significativas, o que dizer sobre o SL Benfica? Depois da debacle da semana passada, o clube da luz entrou em erupção. É certo que a instabilidade já vinha de trás, mas durante a última semana teve o seu apogeu.
Jorge Jesus, muito contestado, rescindiu contrato após um desentendimento com Pizzi, e Nelson Veríssimo, técnico aos comandos da equipa B, assumiu o lugar, interinamente, até ao final da época. Como se não bastasse, Otamendi (expulso no último jogo), Grimaldo (COVID-19) e Darwin (lesionado) são ausências confirmadas na partida de hoje.
Assim, são inúmeras as incertezas de ambos os lados e prever um onze, de parte a parte, torna-se missão hercúlea. O FC Porto perde dois dos seus jogadores mais influentes na dinâmica de pressing e vertigem e o SL Benfica muda de treinador.
Sabemos que dois treinos são insuficientes para reverter as dinâmicas de jogo de uma equipa, mas fica a ideia de que poderá haver algumas alterações no sistema tático (já que Veríssimo privilegia, normalmente, uma defesa a 4) e nos intérpretes.
São dúvidas que subsistirão até à hora de jogo. Role a bola.
10 DADOS RÁPIDOS
No total de confrontos ente FC Porto e Benfica, contam-se 98 vitórias portistas, 88 vitórias benfiquistas e, ainda, 62 empates;
Nos jogos disputados entre ambas as equipas, marcaram-se, até ao momento, 745 golos. O FCP marcou 361 e o SLB apontou 384;
Este será o 175.º jogo entre FC Porto e SL Benfica a contar para o Campeonato;
Histórico na prova favorável aos dragões: 68 vitórias contra 57 dos encarnados;
Em confrontos disputados na casa azul e branca, o FC Porto engorda a vantagem (51 vitórias contra 14);
O último jogo para o Campeonato entre ambas as equipas, disputado no Estádio do Dragão, resultou num empate a uma bola (1-1). Grimaldo e Marega foram os autores dos golos;
É a segunda vez que Nélson Veríssimo defronta o FC Porto na condição de treinador interino da equipa principal do SL Benfica. A primeira vez ocorreu na final da Taça de Portugal, em 2020, com a vitória a sorrir aos dragões (2-1);
Em 12 jogos disputados frente ao SL Benfica como treinador do FC Porto, Sérgio Conceição tem um saldo de 7 vitórias, 3 empates e 2 derrotas;
O FC Porto chega a este clássico em 2.º lugar do Campeonato (ainda que com igualdade pontual com o Sporting CP antes da sua vitória frente ao Portimonense SC), com uma vantagem de 4 pontos sobre o seu adversário;
No plantel do FC Porto há 3 jogadores que marcaram mais do que uma vez ao SL Benfica. Mbemba, Sérgio Oliveira e Evanilson têm 2 golos cada um. No plantel encarnado, apenas Rafa faturou mais do que em uma ocasião (também duas) em confrontos com o rival da cidade invicta.
JOGADORES A TER EM CONTA
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Vitinha (FC Porto) – O jovem médio português está numa forma superlativa. Tem sido dono e senhor do meio campo portista e tem feito a diferença tanto a atacar como a defender.
É forte no passe, exímio no drible e retenção de bola e está cada vez mais maduro na ocupação dos espaços e na interpretação do momento defensivo do jogo. Brilhou na semana passada e será, com toda a certeza, um elemento chave no jogo de hoje.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
João Mário (SL Benfica) – Começou a época a todo o gás, mas tem vindo a perder fulgor. Todavia, se é Vitinha quem comanda a sala de máquinas portista, é sobre os ombros de João Mário que recai a missão de coordenar todo o jogo ofensivo do SL Benfica.
A qualidade está lá e se o internacional português for capaz, neste ciclo que agora se inicia, de recuperar os melhores níveis exibicionais, pode ser decisivo no clássico de mais logo.
XI’S PROVÁVEIS
FC Porto (4x4x2): Diogo Costa, João Mário, Fábio Cardoso, Mbemba, Zaidu; Uribe, Vitinha, Otávio, Corona; Taremi e Toni Martínez.
Treinador: Sérgio Conceição
SL Benfica (4x3x3): Vlachodimos; Gilberto, André Almeida, Vertonghen, Gil Dias; Weigl, João Mário, Paulo Bernardo; Rafa, Everton e Yaremchuk.
MOURINHOS VS. GUARDIOLAS, O TEU PODCAST DE ANÁLISE DOS TEMAS MARCANTES DA ATUALIDADE!
No sexto episódio do “Mourinhos vs. Guardiolas” fazemos o rescaldo dos jogos da Taça de Portugal, com especial destaque para o Clássico. Em quem apostas para vencer a competição?
Seis jogos, 28 golos! Um “Boxing Day” como manda a tradição, com emoção sempre garantida naquele que é considerado, por muitos, o melhor campeonato do mundo.
Podiam ter sido nove jogos, mas o aumento de casos de Covid-19 em alguns plantéis levou ao adiamento de três deles (Liverpool FC x Leeds United FC, Wolverhampton Wanderers FC x Watford FC e Burnley FC x Everton FC), deixando que um dia marcante no futebol inglês ficasse a meio gás. Mas atenção, só nesse aspeto. Houve golos para todos os gostos!
No Etihad Stadium, a amostra não podia ter sido melhor. Foram nove os golos marcados e com uma sensação de surpresa…que não chegou a acontecer. O Manchester City FC protagonizou um início de jogo avassalador, de tal forma que aos 25 minutosjá vencia o Leicester City FC por 4-0, com golos de Kevin de Bruyne, Gündogan, Mahrez e Sterling – estes dois últimos através de penáltis cometidos por Tielemans.
O jogo parecia resolvido, mas os Foxes tiveram uma reação soberba no segundo tempo e precisaram apenas de dez minutos para reduzir para 4-3, por intermédio de Maddison, Lookman e Iheanacho. Começavam a soar os alarmes, porém, duas bolas paradas bem aproveitadas por Laporte e Sterling travaram as aspirações do adversário (ainda longe dos lugares europeus) e deixam os citizens seguros no topo da classificação.
De um jogo com nove golos, passamos para um com cinco. O Arsenal FC deslocou-se ao reduto do lanterna vermelha Norwich City FC e aplicou “chapa 5” neste “Boxing Day”, sem direito a resposta. Um bis de Saka e os golos de Tierney, Lacazette (penálti) e Smith Rowe foram suficientes para os Gunnerscimentarem o quarto lugar, apesar de terem mais três jogos por comparação aos rivais diretos, enquanto o Norwich continua sem marcar golos no mês de dezembro.
Mantemo-nos na fasquia dos cinco golos e olhamos agora para a surpreendente derrota do West Ham United FC diante do Southampton FC (2-3). Num jogo ao estilo de “ping pong”, os Hammers conseguiram restabelecer a igualdade por duas vezes, através de Michail Antonio e Benrahma, mas isso não foi suficiente para travar os festejos visitantes por três ocasiões (golos de Elyounoussi, Ward-Prowse e Bednarek), marcando o regresso do Southampton aos triunfos seis jogos depois.
Também em Londres, o Tottenham Hotspur FC bateu o Crystal Palace FC por 3-0 e assumiu provisoriamente o quinto posto, anteriormente ocupado por, imagine-se…West Ham. O encontro ficou marcado pela expulsão de Zaha aos 37 minutos, numa altura em que Kane e Lucas Moura já tinham mexido com o marcador, restando apenas que Son, o outro elemento do trio da frente, fechasse as contas no segundo tempo.
Mais tarde, o Chelsea FC precisou de uma reviravolta para vencer no reduto do Aston Villa FC por 1-3. Reece James teve a infelicidade de marcar na sua própria baliza, mas o espírito coletivo dos Bluesnão tardou em contrariar esse “azar”. Jorginho empatou de penálti, Lukaku deu a volta e, já ao cair do pano, Lukaku arrancou uma grande penalidade que seria novamente convertida por Jorginho. Um resultado que permite aos londrinos encostar-se novamente ao Liverpool no segundo lugar e que põe termo à série de seis jogos sem perder dos Villans.
Por fim, o jogo com menos golos neste “Boxing Day”, mas nem por isso com pouco para contar. O Brighton & Hove Albion venceu por 2-0 na receção ao Brentford FC e regressou aos triunfos três meses depois. Trossard abriu o ativo e Maupay fixou o resultado final ainda antes do intervalo, num desfecho que assinala também a ultrapassagem dos Seagulls aos Bees, saltando agora para a primeira metade da classificação da Liga Inglesa.
E assim encerrou um domingo recheado de bom futebol. Goleadas, ultrapassagens, mexidas provisórias em zona europeia e, essencialmente, muito espetáculo dentro das quatro linhas. O último jogo da 19ª jornada (Newcastle United FC x Manchester United FC) está reservado para esta segunda-feira.
De volta a um clássico, quase uma semana depois daquele que foi um dos clássicos mais desequilibrados que há memória. As debilidades do SL Benfica foram claras e evidentes, com a necessidade de mudança o mais urgente possível, enquanto que o FC Porto assumiu a partida e não deixou que os encarnados dessem uma resposta.
🏆 Porto🔵 bate o Benfica🔴 em casa por 3-0 e ruma aos quartos-de-final da Taça de Portugal
⚽ Evanilson (2) e Vitinha constroem resultado na 1ª parte
❌ Darwin, Otamendi e Fábio Cardoso com golos anulados
🟥 Evanilson e Otamendi expulsos por duplo amarelo pic.twitter.com/mOuOH9wh9S
O próximo jogo entre águias e dragões promete ser um jogo escaldante, afinal, esta é a maior rivalidade em Portugal.
A premissa pede-se a mesma, o elenco portista parece mais oleado e com processos mais assertivos que os da equipa do SL Benfica. Sérgio Conceição e a sua equipa técnica conseguiram, de maneira exemplar, deixar as debilidades dos SL Benfica à tona.
Desta vez, daremos uma pequena ajuda ao treinador dos dragões e tentaremos ilustrar algumas dificuldades que o conjunto das águias tem mostrado em campo e fora dele.