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Portimonense SC 0-3 FC Porto: Em dia de clássico, dragões somam três pontos em terras algarvias

A CRÓNICA: DRAGÕES VENCEM E SÃO LIDERES ISOLADOS ANTES DO “CLÁSSICO LISBOETA”

No Estádio Municipal de Portimão, o Portimonense SC recebeu o FC Porto, duelo este a contar para a 13.º jornada do campeonato. De notar que, o Portimonense SC, tem apenas nove golos sofridos, até ao momento, encontrando-se em 6.º lugar na competição.

De notar que, Paulo Sérgio, não contava com Nakajima para o encontro, por este ser um jogador emprestado pelo próprio adversário, o FC Porto. Já nos dragões, ressaltar a troca de Sérgio Oliveira (sai) por Vitinha (entra) e de João Mário (sai) por Manafá (entra), e, a ausência do capitão Pepe, ainda lesionado.

Na primeira parte, o FC Porto mostrou-se, como já se expectava, dominante no jogo, porém, o Portimonense, através de contra-ataques, criava perigo – de destacar uma oportunidade desperdiçada por Fabrício, aos 5 minutos, travada com grande defesa de Diogo Costa.

A intensa pressão dos dragões não era suficiente para criar perigo, pois a equipa algarvia não concedia qualquer espaço à equipa visitante, bloqueando todos os seus pontos fortes. No entanto, uma falta sobre Evanilson aos 47 minutos, muda completamente o cenário para a segunda parte – livre de Luís Diaz, ressalta em Pedro Sá, e os azuis e brancos inauguram o marcador no Estádio Municipal de Portimão. Uma primeira parte com muitos duelos físicos e poucas oportunidades de golo claras.

Na segunda parte, os dragões entraram a todo o gás em busca de um golo, que dava uma maior margem de segurança à equipa, todavia a equipa da casa continuava a fechar todos os espaços que conduziam à baliza.

Os azuis e brancos, contrariamente aquilo que acontecia na primeira parte, tinha mais espaço para as ruturas e, por diversas, conseguiam penetrar a defesa dos algarvios, porém, não conseguiam chegar ao segundo golo.

Contudo, a qualidade individual resolve jogos: com uma ótima jogada de Taremi e Evanilson, Vitinha faz o que quer da defesa do Portimonense SC e marca o segundo golo da equipa, aos 70 minutos. Cinco minutos depois (75), Luis Díaz, como já é habitual, faz um passe que desmarca Otávio, que finaliza com um “chapéu” por cima do guarda-redes. O Portimonense SC já não era capaz de travar o fulgor ofensivo dos dragões.

 

A FIGURA

Vitinha FC Porto Vitória SC
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Vitinha – Para não ser “mais do mesmo” optei por não eleger Luis Díaz como o homem do jogo. Desta vez, escolho outro craque: Vitinha. Dominou o meio-campo, geriu a posse de bola dos dragões e corou uma grande exibição com um golo. Mandou no jogo.

O FORA DE JOGO

Pedro Sá – Esteve bem defensivamente, mas é o principal “culpado” no primeiro golo do jogo, onde desnecessariamente coloca a perna para desviar o livre efetuado por Luis Díaz. Desviou a bola para dentro da baliza e deixou os dragões na frente do marcador, para nunca mais de lá saírem.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTIMONENSE SC

Com a ausência de Nakajima, o criativo da formação algarvia, Paulo Sérgio apostou num 3-4-3 tendo Fabrício como o homem-alvo do ataque, sendo que Aylton Boa Morte e Angulo, dois jogadores muito velozes como Fabrício, permitiam à equipa criar contra-ataques rápidos e perigosos.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

Samuel Costa (5)

Moufi (5)

Pedrão (5)

Lucas Possignolo (5)

Fali Candé (5)

Willyan (5)

Pedro Sá (5)

Carlinhos (6)

Aylton Boa Morte (6)

Angulo (6)

Fabrício (6)

SUBS UTILIZADOS

Abraham Marcus (5)

Renato Júnior (5)

Filipe Relvas (5)

Lucas da Silva (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Como já é característico, o FC Porto de Sérgio Conceição entrou com um sistema de 4-4-2 em pressão alta com constantes movimentos verticais, explorando por diversas vezes a velocidade de Luiz Díaz e dos laterais Zaidu e Manafá. Com a entrada de Vitinha para o onze, o FC Porto conseguiu gerir a posse de bola com critério e qualidade.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Costa (7)

Manafá (6)

Fábio Cardoso (6)

Mbemba (6)

Zaidu (6)

Uribe (7)

Vitinha (9)

Otávio (6)

Luis Díaz (8)

Mehdi Taremi (7)

Evanilson (7)

SUBS UTILIZADOS

Grujic (6)

Sérgio Oliveira (6)

Pepê (6)

Corona (7)

Wendell (6)

Sporting à conquista da 3ª UEFA Futsal Champions League

Sporting rumo ao 3º título europeu de futsal?

O Pavilhão João Rocha está a ser, por estes dias, o palco da ronda de elite da UEFA Futsal Champions League do grupo B. Ditou o sorteio que os leões defrontam nesta fase da prova, os russos do Sinara Yekaterinburg, os croatas do MNK Olmissum e os neerlandeses do Hovocubo.

A última temporada foi perfeita, para a equipa liderada por Nuno Dias, com a conquista da UEFA Futsal Champions League, campeonato, Taça da Liga e Taça de Portugal. Para esta nova época, a equipa surge com três reforços – Miguel Ângelo, Waltinho e Caio Ruiz – mantendo a base do plantel e a mesma ambição de vencer todos os troféus que disputa.

Na presente época, o Sporting soma 14 jogos disputados entre a UEFA Futsal Champions League e o campeonato, contabilizando 13 vitórias e apenas uma derrota frente ao Fundão. Com destaque para a vitória no primeiro dérbi da temporada, diante o eterno rival, por 5-2, no Pavilhão João Rocha.

Sporting Futsal
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

A jogar em casa, no Pavilhão João Rocha, perante os sportinguistas, os leões são naturalmente favoritos a passar à “final-four” pela 9ª vez na sua história. Para isso, os leões liderados por Nuno Dias têm de vencer este grupo B, dado que só segue para a “final-Four” o vencedor de cada um dos quatro grupos.

Neste grupo B, o Sporting irá defrontar equipas com qualidade, os líderes das ligas croata e neerlandesa, o MNK Olmissum e o Hovocubo. O campeão russo, Sinara Yekaterinburg será, em teoria, o adversário mais forte, nesta ronda de elite.

Por isso, a equipa terá de provar o seu favoritismo na quadra, durante os 40 minutos de cada jogo.

Nuno Dias tem à sua disposição um plantel de enorme qualidade, entre os quais, um dos melhores guarda-redes do mundo, Guitta, e um dos melhores futsalistas do mundo, Alex Merlim.

Além da qualidade e talento individuais e do nível exibicional que a equipa apresenta,  destaca-se sobretudo a garra e entrega do primeiro ao último minuto de cada jogo, com destaque para o exemplo do capitão João Matos. No plantel leonino, têm ainda sido aposta jovens de enorme qualidade, como Tomás Paçó e Zicky.

O Sporting Clube de Portugal é uma das melhores equipas do mundo, liderada por um grande treinador. Com o apoio dos sportinguistas, a equipa de futsal leonina irá lutar pela presença mais uma vez, na “final-four”, para voltar a estar na luta pelo principal troféu de clubes na modalidade.

“Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa” – Missão cumprida. Obrigado a esta equipa e adeptos!

— Sporting Clube de Portugal 🏆 (@Sporting_CP)

 

O fim da hegemonia espanhola pela mão de Fabio Quartararo | MotoGP

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O Grande Prémio de Emília Romanha, passado no fim-de-semana de 23 e 24 de outubro, marcou o cessar da hegemonia espanhola presente nos mais recentes anos da categoria rainha do motociclismo.

Desde Casey Stoner em 2011 que não existia um campeão do mundo de MotoGP cuja nacionalidade não fosse espanhola. São nove anos distribuídos por três pilotos: Marc Márquez (nos anos de 2013, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2019), Jorge Lorenzo (2012 e 2015) e Joan Mir no passado ano de 2020.

Mas é em Fabio Quartararo que me queria focar, num ano marcado pelo adeus do incontornável Valentino Rossi, foi o francês quem fez história. Não só acabou com a hegemonia espanhola como se sagrou o primeiro francês a ser campeão do mundo de MotoGP, levando a Yamaha a um campeonato que lhe escapava desde que Jorge Lorenzo, em 2015, se tinha tornado campeão do mundo.

Fonte: MotoGP

O piloto francês, de apenas 22 anos, foi proclamado campeão do mundo na sua terceira temporada na categoria, depois de uma trajetória algo conturbada e instável.

Jeff Hardy: Uma última vez, pelos velhos tempos | WWE

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NBA | O melhor 5 da semana, artigo do bola na rede sobre NBA

Poucos são aqueles que, atualmente, são vistos como candidatos óbvios para defrontarem o Campeão Universal, o imparável Roman Reigns.

Desde que se estabeleceu no topo da montanha da WWE em agosto de 2020, o “Head of the Table” tem-se revelado como a maior figura da organização. Edge, John Cena, Daniel Bryan e Kevin Owens são apenas alguns dos homens que reconheceram a sua superioridade enquanto estrela absoluta do SmacDown.

Conhecido também como o “Tribal Chief” da Bloodline, composta pelos seus primos Jimmy e Jey Uso, Roman Reigns irá defrontar brevemente Sami Zyan, que venceu uma battle royal na última edição do SmackDown para se tornar no próximo adversário do campeão.

Contudo, o mesmo provavelmente será um obstáculo menor no caminho antes da rivalidade de Reigns com Brock Lesnar voltar a ganhar impulso. Rivalidade esta que sevirá para elevar ainda mais o estatuto do “Big Dog”, pelo que uma derrota contra Lesnar não deverá fazer parte dos planos da equipa por detrás do processo criativo da WWE.

Com todos estes fatores em consideração, quem poderá ser o grande opositor do detentor do título na jornada até à Wrestlemania?

Do ponto de vista mais prático e seguro, todos os sinais apontam para o maior evento do ano ter como combate principal Roman Reigns vs The Rock.

Os rumores sobre um possível confronto entre estes dois atletas, numa narrativa centrada na luta pela liderança da Bloodline, duram desde o ano passado e a WWE beneficiaria em termos económicos e mediáticos com a presença de uma celebridade do mundo do cinema.

Não obstante, nem o People´s Champion, nem a história em si precisariam que o título estivesse em jogo para serem relevantes.

A escolha mais consensual entre os fãs é o “Charismatic Enigma”, Jeff Hardy.

Ao contrário de Reings, Jeff Hardy nunca esteve sequer perto de estar na luta por um cinturão principal desde que regressou à WWE em 2017. Aliás, o tratamento que foi dado a esta personagem tão idolatrada pelo público foi bastante pobre em 2021, constantemente criticado por parecer tentar diminuir a mística de uma das maiores lendas do wrestling.

Foto de capa: WWE

Artigo redigido por Diogo Vieira

Portimonense SC x FC Porto: Vitória garante fuga em jornada de clássico

Primeira Liga, Jornada 13: sexta-feira, 19:00h, 3 de dezembro de 2021
ANTEVISÃO: HISTÓRIA DIZ QUE O DRAGÃO MANDA EM PORTIMÃO

O FC Porto irá deslocar-se ao Algarve para defrontar o Portimonense SC num encontro que pode vir a ser importante naquilo que é a consolidação do primeiro lugar. Uma vez que é jornada de dérbi na capital, significa que pode fugir a um dos rivais ou até mesmo aos dois no topo da tabela.

DRAGÕES VISITAM O ALGARVE, MAS DE OLHOS POSTOS NA CAPITAL E NO DÉRBI. HAVERÁ NOVA VITÓRIA PORTISTA OU TEREMOS SURPRESA DOS ALGARVIOS? APOSTA JÁ NA BWIN!

Do lado dos dragões, a equipa vive um grande momento. Ainda não perdeu para a Liga – são já 40 jogos consecutivos – e segue com sete triunfos seguidos na prova. A dor de cabeça é que não poderá contar com Pepe (ainda em dúvida), Marcano, Francisco Conceição e João Mário, todos de fora por lesão.

Em relação à turma orientada por Paulo Sérgio, avizinha-se uma missão complicada, o clube há muitos anos que não vence o FC Porto e o próprio treinador nunca o conseguiu fazer. Para além disto, não poderá contar com a sua principal estrela, Shoya Nakajima isto porque ele está emprestado pelos azuis e brancos.

De fora por lesão ficam também Achraf Lazaar e Lucas Fernandes, ainda em dúvida.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. O FC Porto venceu os últimos 13 jogos frente ao Portimonense SC;
  2. No Estádio Municipal de Portimão, o FC Porto apresenta vantagem nos duelos frente ao Portimonense SC, 10 vitórias em 18 jogos. A equipa da casa soma quatro triunfos;
  3. Na Primeira Liga, realizaram-se 36 jogos entre as duas equipas, com quatro vitórias do Portimonense SC, quatro empates e 28 triunfos do FC Porto;
  4. Em casa, o Portimonense SC soma mais derrotas (três) do que vitórias (duas) nesta edição do Campeonato;
  5. O Portimonense SC vem de três vitórias consecutivas, sem sofrer qualquer golo;
  6. O FC Porto soma sete vitórias consecutivas na Primeira Liga;
  7. Os Dragões ainda não perderam nesta edição da Primeira Liga;
  8. Paulo Sérgio nunca venceu Sérgio Conceição, em cinco jogos, soma um empate e quatro derrotas;
  9. Enquanto treinador, Paulo Sérgio nunca venceu o FC Porto, em 13 jogos, soma dois empates e 11 derrotas;
  10. O FC Porto venceu os seis últimos jogos realizados em casa do Portimonense SC.

JOGADORES A TER EM CONTA

FC Porto Portimonense SC
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Aylton Boa Morte (Portimonense) – O avançado português está em boa forma, marcou nos dois últimos jogos (total de três golos). Caracteriza-se por ser um avançado móvel e possante, com tendência em descair para as linhas e que pode criar perigo a partir da sua velocidade e facilidade em segurar a bola de costas para a baliza.

Luis Diaz FC Porto Portimonense SC
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Luis Díaz (FC Porto) – Já não há muito a dizer acerca do extremo colombiano, é sem dúvida o melhor jogador a competir na nossa liga e como é óbvio o que apresenta mais perigo para o Portimonense. Luis Diaz é o melhor marcador desta edição do Campeonato (10 golos) e marcou nas três últimas jornadas da prova (total de quatro golos).

XI’S PROVÁVEIS

Portimonense (5-3-2): Samuel Portugal, Fali Candé, Pedrão, Willyan Rocha, Lucas Possignolo, Fahd Moufi, Carlinhos, Pedro Sá, Ewerton, Aylton Boa Morte, Fabrício.

Treinador: Paulo Sérgio

“Em matéria de probabilidades não somos favoritos, mas pode ser o nosso dia. Temos de ser uma equipa concentrada, corajosa nos momentos sem bola e impor o que são as nossas capacidades para competirmos pelos pontos”.

FC Porto (4-4-2): Diogo Costa, W. Manafá, Fábio Cardoso, Chancel Mbemba, Wendell, Matheus Uribe, Vitinha, Otávio, Luis Díaz, Evanilson, M. Taremi.

Treinador: Sérgio Conceição

“Os históricos não me dizem muito, relembram-me que é sempre difícil jogar em Portimão, temos isso presente com jogos ganhos ao cair do pano. O Portimonense tem-nos habituado a ter grupos com alguns jogadores com qualidade acima da média, aliou isso à capacidade que a equipa tem de sofrer pouco porque tem jogadores com grande impacto físico, é uma equipa que se organiza bem e muito vertical e incisiva nos ataques à baliza adversaria. São muito eficazes nas poucas situações que criam, os factos e dados dizem-me isso também. Estamos precavidos para o que é um jogo difícil, a dinâmica defensiva deles tem sido forte, são a quarta melhor defesa com apenas mais um golo sofrido que nós”

PREVISÃO DE RESULTADO: PORTIMONENSE SC 0-3 FC PORTO

Football Manager 2022 | Os 5 melhores médios defensivos no jogo

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Já lá vão três semanas desde o lançamento do Football Manager 2022, mas o entusiasmo com o jogo está ainda longe de esvanecer. No Bola na Rede, temos visto alguns dos melhores jogadores do jogo em cada posição e chegou a vez dos médios-defensivos. Uma lista de cinco jogadores extremamente completos, que podem ser um pilar para qualquer equipa.

Prova da eternidade testa invencibilidade | SL Benfica x Sporting CP

Primeira Liga, 13.ª Jornada: sexta, 21h15, 3 de dezembro de 2021

ANTEVISÃO: HISTÓRICO À PROVA CONTRA A FORMA – QUEM VENCE?

A primeira jornada do último mês de 2021 oferece-nos um escaldante e entusiasmante Dérbi Eterno – o terceiro do corrente ano civil.

DÉRBI LISBOETA DE EMOÇÕES FORTES E COM GRANDE INDECISÃO NAQUELE QUE PODE SER O VENCEDOR! SABES QUEM VAI VENCER? ENTÃO, APOSTA JÁ NA BWIN!

O campeão Sporting CP atravessa a Segunda Circular para visitar o grande rival SL Benfica, sobre o qual tem um ponto de vantagem ao cabo de 12 jornadas.

Será uma partida, desde logo, marcada por ausências de peso – com Coates, Palhinha e Lucas Veríssimo à cabeça -, mas com intervenientes de gabarito suficiente para proporcionarem aos cerca de 20 mil adeptos presentes no Estádio da Luz um espetáculo de qualidade a la Champions, na antecâmara da última jornada da prova milionária.

É um jogo de tripla. Sê-lo-á sempre. Ainda assim, atentemos em dez dados estatísticos/históricos que nos poderão ajudar a perceber melhor quem parte em vantagem para este SL Benfica x Sporting CP.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Águias têm vantagem nos confrontos diretos com os leões136 vitórias encarnadas contra 110 dos verde-e-brancos, tendo ainda 65 dos dérbis terminado com um empate no marcador.
  2. Na globalidade dos embates com o Sporting CP, os encarnados registam um saldo positivo de golos: as águias conseguiram 527 tentos e concederam 474.
  3. Leões venceram apenas dois dos últimos 14 dérbis. Ambos os triunfos foram conseguidos em Alvalade por 1-0, tendo um deles sido alcançado na Taça de Portugal.
  4. No século XXI, registaram-se apenas cinco triunfos sportinguistas no reduto do SL Benfica (em 27 partidas). A mais recente ocorreu a 25 de outubro de 2015 – o resultado foi um 0-3 e o treinador leonino era… Jorge Jesus.
  5. As águias somam três triunfos consecutivos nas receções aos leões. Ainda assim, o equilíbrio é uma constante mesmo nestas séries de triunfos em sequência de um dos clubes. Prova disso é o facto de as três vitórias terem sido pela margem mínima (2-1, 2-1, 4-3).
  6. Em 11 dos últimos 20 dérbis realizados no Estádio da Luz houve golos de ambos os conjuntos – incluindo nos últimos seis jogos.
  7. Ainda nenhuma equipa em Portugal conseguiu fazer mais de um golo no mesmo jogo ao Sporting CP, na presente época. Olhando para toda a época leonina, vemos que só o AFC Ajax conseguiu tal proeza (triunfo por 5-1 em Lisboa).
  8. Os campeões em título vêm de 11 triunfos consecutivos para todas as competições em 21/22. Águias não perdem há quatro jogos.
  9. Nos últimos 46 jogos para a Primeira Liga, o Sporting CP apenas perdeu um – foi na Luz, por 4-3, ante o SL Benfica.

10. Na presente temporada, os leões só não marcaram na derrota por 1-0 em Dortmund. Por seu turno, as águias já ficaram em branco em cinco partidas em 2021/22.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Prova SL Benfica Rafa Silva
Rafa será a maior arma do SL Benfica                                                                                            Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Rafa (SL Benfica) O extremo português tem levado a cabo um dos seus melhores primeiros terços de época e tem granjeado uma importância quase vital na equipa encarnada. Será uma das melhores armas do lado benfiquista e uma das piores dores de cabeça do lado sportinguista deste escaldante Dérbi de Lisboa.

 

Prova SL Benfica
Pote irá colocar a defensiva encarnada à prova                                                                               Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Pedro Gonçalves (Sporting CP) – Melhor marcador do campeonato em título, Pedro Gonçalves ultrapassou uma lesão e voltou ao seu melhor nível (que é bastante elevado). Com boas prestações na Liga dos Campeões (já soma quatro golos), o ex-FC Famalicão vai tentar apresentar-se a um nível de Champions no Estádio da Luz e sair de lá de Pote cheio.

 

XI´S PROVÁVEIS

SL Benfica: Vlachodimos; Gilberto, André Almeida, Otamendi, Vertonghen, Grimaldo; Weigl, João Mário; Rafa; Darwin, Everton.

Treinador: Jorge Jesus

“O sistema de jogo é uma coisa, as dinâmicas são outra. As dinâmicas são em função das ideias individualizadas dos treinadores. Cada treinador tem ideias diferentes, independentemente de o sistema ser igual. Já era um sistema [3x4x3] em que ele [Rúben Amorim] gostava de jogar e hoje, como treinador, adaptou e bem”.

 

Sporting CP: Adán; Pedro Porro, Luís Neto, Inácio, Feddal, Matheus Reis; Ugarte, Matheus Nunes; Pablo Sarabia, Pedro Gonçalves, Paulinho.

Treinador: Rúben Amorim

“É um jogo contra uma grande equipa, que tem um treinador muito experiente, com muitas soluções, forte nas segundas bolas, entre linhas. Podem mudar a frente de ataque, com a mudança posicional de Rafa e Everton.

O Weigl melhorou muito, uma defesa que não sofre muitos golos e com um guarda-redes que está a fazer uma grande temporada. É uma grande equipa, assim como a nossa. Também temos valor, conhecemos o adversário e queremos claramente ganhar”.

 

PREVISÃO DE RESULTADO: SL BENFICA 2-2 SPORTING CP

 

Miami Heat: Bam! Eles já estão quentes | NBA

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A conferência Este está a ferver e uma das equipas responsáveis são os Miami Heat. Apesar da recente lesão de Bam Adebayo – o poste vai ficar sem jogar durante pelo menos um mês – a equipa tem jogadores que prometem chegar ao nível dos Heat nos playoffs de 2020.

Os Miami Heat não são uma das equipas com maior história da NBA. Aliás, o primeiro título só chegou em 2006, 28 anos depois da fundação da franquia.

Os maiores jogadores da história da equipa de Miami são Dwyane Wade, LeBron James, Shaquille O’Neal e Chris Bosh. A notar que os Miami Heat são a única franquia a retirar um número em honra de um jogador que nunca jogou pela equipa: Michael Jordan, com o número 23.

Na época passada, os Heat tinham como missão chegar novamente à final, algo que se complicou devido aos reforços dos Brooklyn Nets – Kevin Durant, Kyrie Irving e James Harden.

Agora, não foram os Nets que chegaram à final da conferência: foram os Milwaukee Bucks. Na época 2019/20, Giannis e companhia tinham sido eliminados pelos Heat nas meias-finais da conferência e, na última época, eliminaram os Heat nos quartos-de-finais da época transata e conquistaram o campeonato. Foi uma verdadeira vingança.

É impossível falar dos Heat sem falar de Erik Spoelstra, treinador principal. Depois de ter sido treinador assistente da equipa de 1997 a 2008, é o principal desde 2008. Spoelstra é o segundo treinador que está há mais tempo no ativo no mesmo clube na NBA, apenas atrás do mítico Gregg Popovich.

Além de Spoelstra, também é impossível não falar de Pat Riley, atual presidente dos Heat e o treinador que venceu o primeiro campeonato da franquia. Pat Riley é muito conhecido por fazer excelentes negócios na NBA.

Em relação aos jogadores, o principal dos Heat é Jimmy Butler, um dos basquetebolistas mais controversos e carismáticos da NBA.

O antigo basquetebolista dos Chicago Bulls, Minnesota Timberwolves e Philadelphia 76ers fez com que os Heat voltassem a ser competitivos, algo que já não acontecia desde os tempos de LeBron James.

Butler está a ser uma inspiração para a equipa que necessitava de um líder. Nos playoffs da época de 2019-20, Butler teve uma média de 22.2 pontos por jogo, 6.5 ressaltos por jogo, 6 assistências por jogo e uma eficácia de 48,8% no lançamento.

Outro jogador que está a ser crucial na equipa é Bam Adebayo, uma das revelações nos últimos anos. O poste norte-americano lesionou-se recentemente, mas não é uma lesão grave, para felicidade dos fãs dos Miami Heat.

Bam já foi NBA All-Star e duas vezes All-Defensive Second Team. Na época transata, o poste teve uma média de 18.7 pontos por jogo, 5.4 ressaltos por jogo e 1.2 roubos de bola por jogo.

A grande contratação dos Miami Heat foi Kyle Lowry, um dos jogadores mais importantes da história dos Toronto Raptors. A vinda de Lowry para Miami foi muito crucial para a equipa, ganharam mais uma voz experiente e um jogador que conhece todos os cantos do jogo. Apesar de não estar a fazer os melhores números, Lowry não está com uma média muito má: 12.3 pontos por jogo, 7.6 assistências por jogo e 4.8 ressaltos por jogo.

Não são apenas esses três basquetebolistas que são importantes na equipa, os outros jogadores são Victor Oladipo (quando estiver bem fisicamente), Duncan Robinson (um dos melhores lançadores à longa distância), PJ Tucker (fez parte da equipa campeã dos Milwaukee Bucks) e Tyler Herro (uma das maiores promessas do basquetebol norte-americano).

Apesar da lesão recente de Bam e da complicadíssima Conferência Este, os Heat são um dos maiores candidatos a vencer a respectiva conferência. Afinal, Miami não é apenas um bom destino de férias.

 

As 5 águias que teriam lugar no Sporting CP

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SL Benfica x Sporting CP: O eterno dérbi

Com o aproximar-se do eterno dérbi lisboeta, começa a surgir a habitual ansiedade nos adeptos de Sporting CP e SL Benfica. Tanto a positiva, normal antes de um jogo desta dimensão, como a negativa, relacionada com os mais recentes casos do vírus da Covid-19 na Liga Portuguesa.

Os leões já perderam João Palhinha para a partida de hoje por causa de uma lesão muscular, e Sebastían Coates, por infeção do novo coronavírus. Já no plantel encarnado, nenhum teste deu o resultado indesejado.

De modo a antever um dos embates com mais rivalidade em Portugal, reúno aqui cinco atletas do SL Benfica que, na minha ótica, entrariam diretamente no 3-4-3 de Ruben Amorim. 

Casa Pia AC 1-0 Varzim SC: Melhor defesa da Segunda Liga puxa dos galões

A CRÓNICA: LÍDER PROVISÓRIO DO CAMPEONATO MARCOU NA PRIMEIRA PARTE E PERMITIU POUCO AO ADVERSÁRIO A PARTIR DAÍ

Casa Pia AC e Varzim SC deram o pontapé de saída da 13.ª jornada da Segunda Liga, num jogo entre duas equipas bastante distantes na tabela classificativa. Se o Casa Pia vinha de um bom momento, ocupando o terceiro posto da classificação, com 24 pontos, a dois de distância do líder Benfica B, o Varzim estava no penúltimo lugar, com sete pontos.

E se é verdade que a equipa forasteira até entrou com intenção de pressionar a primeira fase de construção do Casa Pia, com um início de jogo com vários duelos, a primeira oportunidade surgiu por Saviour Godwin, aos 14 minutos. Lançado em profundidade por Leonardo Lelo na esquerda, Godwin rematou rasteiro, com a bola a passar pouco ao lado. Mas o Varzim respondeu quatro minutos depois. Zé Tiago usou a sua capacidade técnica para tirar dois adversários da frente na meia-esquerda e serviu em profundidade Heliardo, que não levou a melhor no duelo com o guarda-redes Ricardo Batista. Até que uma das redes abanou aos 26 minutos.

Numa jogada que começa num pontapé de baliza de Ricardo Batista e que tem sequências com duas bolas ganhas de cabeça, Jota serviu Godwin, que aguentou a pressão dos adversários e fez o 1-0 para o Casa Pia. Boa resposta dos varzinistas, com Murilo a surgir na cara de Ricardo Batista, mas a permitir um corte decisivo, e, na sequência do canto, Zé Tiago a desviar a bola contra o poste.

Mas se havia um denominador comum nas jogadas de perigo do Casa Pia, era Godwin. O nigeriano voltou a receber com perigo na área aos 41 minutos e rematou para defesa de Isma, que quase ia permitindo uma recarga vitoriosa a João Vieira, que levou com a bola e não conseguiu desviá-la para a baliza. Ainda antes do intervalo, registo para a saída por lesão de João Reis, entrando Cerveira para o seu lado no Varzim. O Casa Pia estava em vantagem, mas o jogo estava relativamente equilibrado.

Para o início da segunda parte, Filipe Martins procedeu a uma alteração, retirando Afonso Taira, que já estava amarelado, e colocando Nuno Borges para a mesma posição. Bruno Tavares deu o mote para aquilo que o Varzim pretendia do segundo tempo, com um remate forte para defesa difícil de Ricardo Batista. Contudo, nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, não houve grande perigo na direção de nenhuma das balizas. E apesar de o jogo continuar nesta toada, foi Filipe Martins a mexer primeiro, com as entradas de Banjaqui, Derick Poloni e Zolotic.

E foi mesmo Banjaqui, após bela jogada individual, aos 83 minutos, a dispor da primeira grande oportunidade do segundo tempo, que levou a defesa apertada de Isma, guarda-redes do Varzim que voltou a intervir após remate de Godwin. Aos 88 minutos, o Varzim ainda ia beneficiando de uma saída em falso de Ricardo Batista, mas o cabeceamento saiu por cima. O Casa Pia pôde assim saborear mais uma vitória na Liga 2, passando para a liderança isolada provisória.

 

A FIGURA

Fonte: Zito Delgado / Bola na Rede

Saviour Godwin (Casa Pia) – Num jogo sem grandes exibições brilhantes, destaca-se Godwin, um jogador desconcertante sempre que a bola lhe chega. Fez o único golo do jogo, mas mais do que isso, esteve na maior parte das poucas jogadas de perigo do jogo, usando a sua velocidade.

 

O FORA DE JOGO

Murilo (Varzim SC) – O extremo do Varzim dispôs de uma boa oportunidade no primeiro tempo, mas, dos elementos da frente da formação poveira, foi talvez o menos ativo e mais desinspirado. Melhor na primeira parte, menos perigoso na segunda, como toda a equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – CASA PIA AC

Filipe Martins optou por um sistema tático de 3x4x3 para este jogo, com Lucas Soares e Leonardo Lelo a darem largura pelos corredores direito e esquerdo, respetivamente, suportados pelos três centrais: Zach, Vasco Fernandes e Zolotic. Neto e Taira formaram a dupla de meio-campo, atrás de um trio ofensivo composto por Jota, Godwin e João Vieira.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Batista (6)

Lucas Soares (6)

Zach (6)

Vasco Fernandes (6)

Zolotic (6)

Leonardo Lelo (6)

Ângelo Neto (6)

Afonso Taira (5)

Jota (6)

Godwin Saviour (7)

João Vieira (5)

SUBS UTILIZADOS

Nuno Borges (6)

Banjaqui (6)

Derick Poloni (5)

Kelechi (5)

Sanca (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – VARZIM SC

António Barbosa veio para este jogo numa disposição tática de 4x2x3x1. Assis e Nuno Valente formaram o duplo pivô que suportava o quarteto defensivo, composto por Zé Carlos à direita, João Reis à esquerda e André Micael e Cássio Scheid como centrais. Murilo e Bruno Tavares funcionaram como extremos esquerdo e direito, respetivamente; Zé Tiago esteve nas costas do avançado Heliardo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Isma (6)

Zé Carlos (5)

André Micael (6)

Cássio Scheid (6)

João Reis (5)

Assis (5)

Nuno Valente (5)

Murilo (5)

Bruno Tavares (5)

Zé Tiago (6)

Heliardo (5)

SUBS UTILIZADOS

Cerveira (5)

Lessinho (5)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Casa Pia AC

BnR: A primeira parte foi relativamente equilibrada, em que o Varzim até acabou ligeiramente por cima nas estatísticas ofensivas. Qual foi a chave para que a baliza do Ricardo Batista estivesse praticamente fora de perigo na segunda parte, lembrando que o Casa Pia é a defesa menos batida do campeonato?

Filipe Martins: Tirando a do Heliardo, que é uma transição, as oportunidades de golo do Varzim foram muito de bola parada, de cruzamentos para dentro da grande área, que sabíamos que era um aspeto do jogo deles e na minha opinião não fomos tão competentes a encurtar o portador da bola para impedir esses cruzamentos. Ajustámos algumas coisas ao intervalo e na segunda parte tivemos mais bola da forma que queríamos ter, eles na segunda oportunidade não têm uma oportunidade clara. Mas acho que podíamos ter resolvido mais cedo. Não foi das vitórias mais estéticas, mas foi das mais difíceis. As equipas já vêm jogar contra nós muito mais estratégicas porque sabem que temos atributos fortes. Quando a nota artística não aparece, é importante termos outros atributos e esse de termos a melhor defesa do campeonato é um deles

 

Varzim SC

BnR: O Varzim termina o primeiro tempo ligeiramente por cima nas estatísticas ofensivas. Quais foram as dificuldades que a equipa sentiu na segunda parte para não conseguir criar tanto perigo?

António Barbosa: Não conseguimos estar no início da segunda parte tão altos. Quando reajustámos, para além de bloquear o primeiro médio, bloqueámos o segundo. Quando eles saíam curto pelo guarda-redes, os nossos médios subiam e eles tinham dificuldades, mas quando perceberam que um central estaria sempre sozinho, obrigava os nossos médios a movimentar-se e ligavam o jogo. A partir dos 15 minutos, ainda que não produzíssemos, não deixámos o adversário produzir e a nossa colocação territorial foi mais alta. Não conseguimos explorar com tanta clarividência as transições como fizemos na primeira parte, mas valorizar a atitude e a proatividade dos jogadores.