Nas noites de 10 e 11 de abril, a WrestleMania acontecerá pela 37ª vez. São esperadas no Raymond James Stadium, na Florida, cerca de 45 mil pessoas, naquele que será o primeiro evento da WWE com público desde março do ano passado. A menos de duas semanas do maior evento de wrestling do mundo, maior parte dos combates já estão marcados e um deles envolve… Bad Bunny. O famoso cantor irá enfrentar The Miz e é tempo de relembrar as melhores participações de celebridades na WrestleMania desde a primeira edição.
Nesta lista, que se focará apenas em participações minimamente importante e dignas de registo, não constam nomes como Arnold Schwarzenegger, Steve Allen ou Kim Kardashian, para além de bandas que fizeram aparições para cantarem as músicas de entrada de alguns lutadores, tal como fizeram Limp Bizkit (Undertaker), Living Colour (CM Punk) ou Motörhead (Triple H).
10.
Ozzy Osbourne – Considerado o pai do heavy metal, Ozzy foi manager dos seus compatriotas Davey Boy Smith e Dynamite Kid, os The British Bulldogs, num combate contra a Dream Team, formada por Greg Valentine e Brutus Beefcake, na segunda edição da WrestleMania, em 1986. Foi uma participação discreta, mas que serviu também para promover o evento que ainda estava em crescimento.
Depois desta pausa no calendário dos clubes para as seleções entrarem em ação, o FC Porto vai enfrentar as 10 batalhas finais até ao encerramento do campeonato.
No título deste artigo, falei em 10 jornadas com (ou sem) objetivos. Parece-me claro que o principal objetivo da equipa azul e branca para esta época foi em vão. O título ainda é matematicamente possível, mas pensar em ver mais um troféu da Liga Portuguesa este ano no museu é praticamente uma miragem. O “com” objetivos prende-se apenas com o segundo lugar e a entrada direta na Liga dos Campeões. Na verdade, não é nenhum título, mas todos sabemos o quão importante as receitas são para o FC Porto e para as equipas portuguesas.
Olhando agora especificamente para as 10 jornadas que faltam, comecemos por analisar alguns dados relevantes que podem ter influência na equipa de Sérgio Conceição.
Em primeiro lugar, o calendário muito mais livre, que permite uma maior gestão de um plantel com alguns jogadores que não são claramente substitutos à altura. Quando o FC Porto tinha de jogar simultaneamente Campeonato, Taça de Portugal, Taça da Liga e Liga dos Campeões, muitos jogadores que não acrescentam qualidade à equipa tinham de jogar e a diferença no rendimento azul e branco era notória. Atualmente, o calendário da equipa azul e branca prende-se apenas com o campeonato e com uma eliminatória da Liga dos Campeões frente ao Chelsea FC.
Este é precisamente o mote para o segundo dado importante sobre o que falta do campeonato. Apesar de, como referi acima, o FC Porto ter no mínimo mais dois jogos para além dos 10 que ainda faltam, esses dois jogos vão ter um índice de desgasto físico na equipa que podiam valer por vários jogos da Taça de Portugal e da Taça da Liga. Não só se vai enfrentar o 4.º classificado da Liga Inglesa com um plantel recheado de talento, como o próprio FC Porto tem a grande ambição de poder sonhar com as meias-finais depois de ter ultrapassado a Juventus FC. Até pode dar a sensação de que o FC Porto acredita mais numa Liga dos Campeões que no Campeonato…
No que resta do campeonato, a experiência do capitão é essencial. Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Falando dos 10 jogos específicos que faltam, existem alguns encontros a destacar e que podem ser determinantes para o que resta das ambições portistas na prova.
Destacaria daqui o jogo na Choupana frente ao CD Nacional por ser uma deslocação em que as condições climatéricas e o estado do relvado vão ser os maiores obstáculos para a equipa de Sérgio Conceição.
Também destaco claramente o grande clássico do futebol português. O FC Porto vai visitar o SL Benfica ao Estádio da Luz e nem é preciso explicar o porquê de se tratar de um jogo fulcral.
Por fim, daria também uma enorme importância ao encontro frente ao Rio Ave FC no Estádio dos Arcos. Se fosse no Estádio do Dragão, podíamos acreditar num jogo mais tendencioso para uma vitória fácil dos azuis e brancos. Mas Vila do Conde é uma deslocação historicamente difícil. O vento também é um fator a ter em conta.
Estes são teoricamente os jogos mais difíceis, mas a verdade é que nesta época já vimos os dragões a perderem pontos onde se menos esperava. São 10 jogos sem o objetivo do campeonato, mas com o objetivo claro chamado Champions League.
A CRÓNICA: NÃO SE PODE JOGAR SÓ 45 MINUTOS, PORTUGAL
No encontro entre Luxemburgo e Portugal, previa-se um jogo que, apesar de ser entre duas seleções com algumas diferenças qualitativas, seria mais equilibrado do que já foi num passado recente. Isto porque a seleção do Luxemburgo sofreu nos últimos tempos algumas mudanças, essencialmente a nível tático, que a têm ajudado a ser mais competitiva e competente em competições de elevado nível. Ainda assim, do outro lado estava a seleção portuguesa, que tem vindo a crescer exponencialmente nos últimos anos com a entrada de jovens jogadores de muita qualidade.
O jogo começou e esse equilíbrio rapidamente se veio a confirmar. Os luxemburgueses entraram sem medo de ter a bola e de mostrarem que também têm alguma qualidade e a isso aliou-se a passividade e falta de agressividade da seleção das Quinas, que até viria a sofrer primeiro. Danel Sinani viu-se livre de pressão e, com toda a calma, colocou a bola na cabeça de Gerson Rodrigues que fez assim o primeiro golo na partida. Portugal tinha agora de se esforçar o dobro para conseguir atingir o único resultado aceitável: a vitória.
Já depois da lesão de João Félix e da consequente entrada de Pedro Neto, seria o próprio a protagonizar a assistência para o golo do empate. Diogo Jota percebeu perfeitamente a intenção do antigo colega de equipa e fez, novamente de cabeça, o primeiro golo da seleção de Portugal. Três golos de cabeça nas duas últimas aparições por Portugal para o jogador do Liverpool FC.
Na segunda parte, a toada viria a ser um pouco diferente: a seleção das Quinas não se expôs a mais calafrios e assumiu as rédeas do primeiro ao último minuto. Os golos acabaram por surgir com alguma naturalidade, primeiro por Cristiano Ronaldo, aos 51 minutos, e depois por João Palhinha, que se estreou assim a marcar com a camisola da seleção.
Podiam ter sido mais, mas o resultado final fixou-se no 1-3 e Portugal faz assim sete pontos nas três primeiras partidas da qualificação para o Campeonato do Mundo de 2022. O Luxemburgo, com três pontos em dois jogos, ocupa o terceiro lugar do grupo e continua a sonhar com uma qualificação histórica.
A FIGURA
Diogo Jota em seus 5 primeiros jogos como titular de Portugal:
⚽️ vs. Croácia
⚽️⚽️🅰️ vs. Suécia
🅰️ vs. Croácia
⚽️⚽️ vs. Sérvia
⚽️ vs. Luxemburgo pic.twitter.com/aZpiI8kZbD
— Curiosidades Premier League (@CuriosidadesPRL) March 30, 2021
Segunda parte da seleção de Portugal – Não sendo um jogo onde houve grandes destaques individuais, é de dar mérito a todo o conjunto pela segunda parte que realizou. Depois dos primeiros 45 minutos terem sido bastante aquém das expetativas, a segunda parte foi bastante diferente, com muitas oportunidades criadas e bom futebol praticado. Foram dois golos neste período, mas poderiam ter sido mais, numa vitória que só peca por escassez.
Falta de agressividade de Portugal na primeira parte – Num jogo em que a nossa seleção era claramente superior, exigia-se que entrasse com o devido respeito pelo adversário mas com garra e vontade de resolver a partida o mais cedo possível. No entanto a turma de Fernando Santos permitiu que o Luxemburgo fosse ganhando confiança até que chegou mesmo ao golo. Só a partir daí os níveis de pressão e agressividade aumentaram, numa corrida que foi bastante mais difícil do que era necessário.
ANÁLISE TÁTICA – LUXEMBURGO
Os luxemburgueses apresentaram-se num 4-1-4-1 que, apesar da inferioridade teórica, em nada deveu ao atrevimento e ao bom futebol. Essencialmente na primeira parte, a equipa comandada por Luc Holtz não teve medo de assumir o jogo quando assim foi exigido e conseguiu fazer boas jogadas que acabaram mesmo por levar ao golo. Chanot e Gerson comandaram a defesa, com Jans e Gonçalves Pinto ao seu lado.
Mais à frente Cristopher Martins como médio mais defensivo, com Leandro Martins e Vincent Thill a completarem o trio do meio campo. Olivier Thill e Gerson Rodrigues apareceram nas linhas e Siani foi a referência mais ofensiva do plantel. Ainda assim é de destacar que, apesar de jogar pelo lado esquerdo, Gerson Rodrigues foi sempre o jogador mais procurado no ataque do Luxemburgo, por ser ele dono das maiores capacidades técnicas que ajudaram a equipa a chegar-se mais à frente.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Anthony Moris (7)
Laurent Jans (6)
Maxime Chanot (5)
Lars Gerson (6)
Michael Gonçalves Pinto (6)
Cristopher Martins (6)
Olivier Thill (6)
Leandro Barreiro Martins (6)
Vincent Thill (5)
Gerson Rodrigues (7)
Danel Sinai (6)
SUBS UTILIZADOS
Sebastien Thill (5)
Maurice John Deville (5)
Marvin Martins (6)
Edvin Muratovic (-)
Aldin Skenderovic (-)
ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL
Fernando Santos utilizou um 4-4-2 clássico com um eixo defensivo quase semelhante ao que jogou frente ao Azerbaijão. Cancelo pela direita, Nuno Mendes pela esquerda, e no meio Rúben Dias e José Fonte, que entrou assim para o lugar de Domingos Duarte. No meio campo Rúben Neves e Renato Sanches, com o primeiro sempre mais posicional e com o jogador do Lille OSCM a procurar transportar mais jogo como nos habituou na sua passagem pelo SL Benfica.
Nas linhas Bernardo Silva e Diogo Jota, no apoio ao avançado mais recuado, João Félix e a Cristiano Ronaldo, referência principal da seleção das Quinas. Com a troca de João Félix por Pedro Neto, ainda na primeira parte devido a lesão, Bernardo Silva deslocou-se para posições mais centrais enquanto que o jogador do Wolverhampton Wanderers FC atuou na linha, onde se sente mais confortável.
No passado dia 25 de Março, o SL Benfica fazia questão de arrefecer os ânimos histéricos com a possibilidade de Diego Costa se juntar às suas fileiras. Num comunicado oficial, sublinharam-se as prioridades, que passam pela conquista de todos os jogos até final da temporada. Contratações? Só depois.
Diego Costa seria mais um a chegar a Lisboa a “custo zero”, numa longa linhagem de 64 nomes desde que Luís Filipe Vieira se juntou à direção encarnada – primeiro enquanto administrador da SAD e diretor desportivo, e depois como presidente.
Marco Caneira, Fyssas, Karagounis, Rui Costa, Nolito, Sulejmani, Taarabt, Carrillo, Zivkovic, Seferovic e o último, Vertonghen, são alguns dos nomes mais destacados que chegaram à Luz por essa via negocial e ajudaram os encarnados a baixo custo, quando comparados com outros colegas que exigiram esforços financeiros mais significativos, nem sempre justificados.
Enunciaremos então cinco nomes que marcaram o seu nome na memória coletiva por razões díspares – uns pela evidente qualidade e números estratosféricos, outros pela relação que conseguiram criar com os adeptos, outros até pela misteriosa forma como encararam a fase portuguesa das suas carreiras como intervalo para ganhar fôlego.
A Bélgica já nos habituou, ao longo dos anos, a ter médios de grande qualidade. Com Kevin de Bruyne a mexer a batuta da seleção número um do ranking da FIFA já há alguns anos, começam a surgir “substitutos” para ocupar a posição no futuro. Apesar do crescimento de Youri Tielemans e Leander Dendoncker, por exemplo, Charles De Ketelaere já entrou no radar de Roberto Martinez.
Apesar de agora brilhar nos estádios de futebol, começou por pisar outros relvados. Na infância, Charles parecia encaminhado para se tornar jogador profissional… de ténis. Depois de se fartar da batota de outros atletas da modalidade, deixou cair a raquete e calçou as chuteiras, para nunca mais voltar a tirar.
Parece, agora, que a aposta foi certeira. Formado e lançado pelo Club Brugge KV, o jovem médio de apenas 20 anos (completados em março de 2021) é, cada vez mais, uma estrela a despontar no futebol europeu. Com as luzes apontadas à qualidade demonstrada em diversas ocasiões, não era uma surpresa “o salto” para um clube de uma liga com mais relevância.
Desde a estreia pelos blauw-zwart, em 2019, Charles De Ketelaere conheceu uma ascensão meteórica. Vestiu pela primeira vez a camisola da equipa principal num jogo da Taça da Bélgica e, durante a mesma época, teve oportunidade de ser algumas vezes titular na Jupiler League e amealhou minutos preciosos na Liga dos Campeões e Liga Europa.
Após uma introdução aos grandes palcos, o jogador passou a ser uma aposta séria do Club Brugge KV. Esta temporada (2020/21), De Ketelaere já leva 37 jogos nas pernas e já chegou a marcar na “liga milionária”, com dois golos em jogos frente ao Zenit. Por isso, Roberto Martinez não perdeu tempo e, surpreendentemente para alguns, estreou-se pela seleção A da Bélgica em novembro passado, num amigável frente à Suíça.
Em 2020, o futebolista venceu o prémio de atleta belga mais talentoso do ano. A temporada de explosão tornou-o uma estrela no seu país. Antes dele, nomes como Romelu Lukaku e Divock Origi tinham levado o troféu para casa, talvez Charles De Ketelaere consiga almejar a uma carreira como os dois precedentes.
COMO JOGA CHARLES DE KETELAERE?
Polivalência. Com apenas um adjetivo poderíamos definir o estilo do jogador. Isto deve-se à pele de camaleão, porque De Ketelaere joga em quase todas as posições mais avançadas do terreno. Na temporada de estreia, jogou maioritariamente a ponta de lança e médio ofensivo, mas descaído para o lado direito. Este ano, pelo contrário, adaptou-se ao lado esquerdo, coincidente com o pé dominante de Charles.
Apesar de a alta estatura (1,92m) poder ser, na teoria, um problema para alguns jogadores das posições onde se formou, Charles não os parece demonstrar. O número 90 do Club Brugge KV assume, diversas vezes, o ímpeto do ataque da equipa e, além da velocidade, demonstra bastante critério com a bola nos pés.
A veia goleadora foi um dos motivos que levaram o jovem a ser mais vezes aposta na zona mais avançada do terreno. Apesar de não ser um marcador prolífico, já foi algumas vezes decisivo nessa função, incluindo o golo aos 90 minutos frente ao Zenit, na Frase de Grupos da Liga dos Campeões. Tudo fatores importantes para o crescimento tão rápido em poucos minutos de futebol sénior.
Sem bola parece um jogador “falso lento”, mas no momento da marcação e no contra-ataque, ganha agressividade de reação. Com isto, é normal também assistirmos Charles De Ketelaere na manobra defensiva dos blauw-zwart. O trabalho e a ética que apresenta nessa tarefa é algo fora do comum para um jogador com características tão ofensivas.
Mesmo com tantos pontos positivos, também é importante referir alguns problemas, apesar de poucos. Um deles é, mesmo podendo parecer contraditório, a versatilidade. Na minha opinião, a melhor posição de Charles De Ketelaere é a de médio ofensivo ou segundo avançado. No entanto, a capacidade de fazer tanta coisa pode, a longo prazo, dar alguns problemas na evolução que tem tido. No entanto, isso em condições normais e com bons treinadores a cruzar-se com o jogador, será um não-assunto.
Com a altura bastante considerável acima referida, esperava-se que o jogo aéreo fosse algo trabalhado pelo atleta. Contudo, o pouco poderio físico que ainda apresenta não é amigo do jovem, mas com mais alguma experiência, acredito que facilmente seja ultrapassado. Agora, o jogador prefere servir os companheiros que são mais fortes nessa vertente do jogo.
No futuro, espero ver Charles De Ketelaere numa das melhores ligas do mundo. No mercado de janeiro, o AC Milan surgiu como um possível destino do belga. Cada vez mais, os rossoneri apostam em jovens talentos, pelo que poderia ser um passo natural. Até lá, podemos ver o futebolista a brilhar na Liga Belga, cada vez mais um ninho de futuros craques.
Ao longo das Wrestlemania deste artigo, a WWE passou pela “Ruthless Agression Era”, mudou o seu conteúdo para apelar a uma audiência mais infantil e se há duas caras sinónimas com estas dez edições são as de John Cena e de Undertaker.
O primeiro foi “main-event” da Wrestlemania cinco vezes e o segundo viveu o auge e o doloroso final da sua “Streak”.
Olhemos então para os maiores momentos destas edições da Wrestlemania.
21.
Wrestlemania 21: Kurt Angle vs Shawn Michaels – Apesar de não ter sido um combate por um título, foi um dos melhores de sempre.
Tendo em conta os lutadores envolvidos, tal pode não surpreender, mas ao ver-se o combate, cada fã fica certamente de boca aberta – é simplesmente brilhante.
Kurt Angle pode ter derrotado Shawn Michaels, mas os verdadeiros vencedores foram os fãs.
22.
Wrestlemania 22: Rey Mysterio vence World Heavyweight Championship – Após o triunfo histórico no Royal Rumble de 2006, após a dor da morte de Eddie Guerrero, transformada numa resiliência inabalável, Mysterio conquistaria o World Heavyweight Championship na Wrestlemania 22.
Num Triple Threat Match, contra Kurt Angle e Randy Orton, o maior lutador mascarado de sempre conquistou o seu primeiro título mundial, assim como o coração de milhões de fãs.
De todos os (grandes) combates da Wrestlemania 22, este é o mais recordado de todos.
O tramo final da Taça do Mundo de Saltos de Esqui, da presente temporada, em Planica teve lugar neste final de semana. Com a ação a iniciar-se na quarta feira e a terminar no domingo dia 28. O palco no qual se iria decidir o “Planica 7”, visto que estavam agendados sete saltos, três provas individuais e uma disputa por equipas para além de se ir atribuir o “globo de cristal” referente aos voos de esqui, era o Letalnica Bratov Gorisek. O “globo de voos de esqui” habitualmente comporta quatro etapas, mas devido aos constrangimentos causados pela Covid-19 três dessas provas que se disputariam em solo norueguês foram anuladas com as mesmas a serem remarcadas para a estrutura eslovena.
Este imponente trampolim de 240m, tinha um record a vigorar desde 2019 conseguido pelo nipónico e um dos atletas favoritos à conquista destas disputas, Ryoyu Kubayashi, que nesse mesmo ano havia fixado esse registo nos 252m, apenas a um metro e meio da maior distância alguma vez voada obtida por Stefan Kraft, austríaco que em Vikersund na Noruega batera esse record mundial. O nome do complexo foi atribuído em homenagem aos irmãos Gorisek, grandes impulsionadores desta especialidade, contava com um K-Point fixado nos 200m, com cada saltador a receber por cada metro para além desse registo mais 160 pontos de distância.
Halvor Egner Granerud, já recuperado da infeção por Covid19 que o retirara da disputa final pelas competições referentes aos Mundiais de Esqui Nórdico, realizados no passado mês em Oberstdorf na Alemanha, estava agora apto para se bater pelos céptros aqui em discussão.
Tudo principiou com uma qualificação que viu apenas 67 dos 68 inscritos na mesma a tomarem parte da impressionante e brutal estrutura. Isto devido ao norueguês Daniel-André Tande ter sido vitimado por uma queda incrivelmente assustadora, que lhe valeu um traumatismo craniano, uma lesão nas costelas e a perfuração de um pulmão, com esse acidente a dar-se a mais de 100km por hora, velocidade registada por este aquando da saída do trampolim. Com a perda da fixação de um dos esquis a ser motivo apontado por todos para esta lamentável perda para a competição, refira-se que tal se verificara no período prévio ao começo da mesma, ainda nos saltos preparatórios. Com o jovem atleta de Oslo a ter de ser evacuado de helicóptero e colocado em coma induzido, uma vez que o seu estado de saúde apresentava um prognóstico altamente reservado.
A qualificação, contrariamente ao que normalmente é regra, viu apenas 40 destemidos homens selarem presença na prova dado estarmos a disputar uma compita de Ski Flying ao invés dos 50 que usualmente compõem as competições em trampolim normal. A mesma seria conquistada, bem como os 2000 francos suíços, pelo japonês Ryoyu Kubayashi com a marca de 229m. O vice-líder da geral, o germânico Markus Eisenbichler assegurava o segundo posto desta disputa qualificativa, que tinha em vista a competição do dia seguinte, saltando 227,5m. Já a fechar os três primeiros e com um registo, que, não obstante ter sido mais impressionante em termos de distância, seria mais penalizado pelo fator de “portão”, uma vez que foi assinado de um “portão” mais alto, autoria de Bor Pavlovcic que rubricara 232m. Ainda dentro do top cinco, de realçar as presenças de Karl Geiger, um dos grandes favoritos, dado ter-se sagrado aqui mesmo campeão mundial da especialidade e ainda por Andrzej Stekala, que assinalando uma marca de 225,5m, ficou um metro atrás do seu opositor, com o polaco também a dar mostras de bom Skyfliyer!
Stefan Kraft apenas 22.º classificado, Kamil Stoch não fazia melhor do que o 23.º registo, Halvor Egner Granerud relegado para o 28.º salto mais distante e Marius Lindvik apenas 34.º colocado, eram nomes grados que haviam deixado bastante a desejar. No entanto ainda havia quem fizesse pior! Exemplos de Klemens Muranka da Polónia ou do helvético Simon Ammann, antigo campeão mundial da disciplina, que ficavam de fora da contenda agendada para quinta-feira.
Numa prova que assinalava o regresso oficial da Taça do Mundo a Planica, após o campeonato anterior ter sido terminado de modo abrupto, ainda antes de se pisar solo esloveno, era o “samurai” Ryoyu Kubayashi quem ia dando mostras de maior habituação a estas exigentes condições, bem como dava grandes indicações na discussão pelo “globo de voos de esqui”, liderando ao cabo da ronda de abertura, totalizando no seu primeiro registo nada mais nada menos do que 235m. Quem lhe ia fazendo mais “sombra”, mas a mais de uma dezena de pontos, era o local Domen Prevc, o mais novo do clã que rubricava passaporte para a ronda final. No entanto apenas o saltador de 21 anos mantinha legítimas aspirações à vitória nesta 27.ª prova da presente edição do campeonato, averbando menos quatro metros do que o asiático. Ainda em lugar de pódio figurava outro praticante caseiro, uma das revelações da temporada, no caso Bor Pavlovcic que fizera meio metro menos em relação à marca obtida pelo seu compatriota.
O final do Top cinco ia mostrando respetivamente os nomes de Michael Hayboeck em representação da seleção austríaca e de Markus Eisenbichler. Stefan Kraft, campeão do “grande globo” na transata temporada era apenas 14.º posicionado, ao passo que o atleta que atuava entre muros, Anze Lanisek, ia apenas se quedando pelo 23.º registo, portanto já fora de almejar muito mais do que “trepar” um pouco na tabela!
Contudo e face ao muito vento e à neve de fraca qualidade, visto que os termómetros iam apontando cerca de 15 graus, acabaram por se verificar várias surpresas, com Granerud, Stoch, Kubacki e Lindvik a serem impedidos de saltar uma segunda vez neste dia, dado terem terminado a primeira ronda para além dos trinta melhores!
Numa segunda metade de disputa marcada pelo facto do vento mudar a sua direção de forma repentina, passando a conferir penalizações aos “homens pássaro”, ao invés das bonificações registadas no primeiro pedaço de compita, foi de modo previsível que se assistiu a uma melhoria genérica na qualidade e distância dos registos. Com Ryoyu Kubayashi a sublinhar a grande superioridade demonstrada até então, face aos demais rivais neste trampolim, vincando-o com um segundo voo de 244m, conquistando assim o epíteto de marca mais longínqua de toda a tarde/noite em Planica.
Na prata, aplicando em pleno a expressão: “quem não arrisca, não petisca”, esteve Eisenbichler que baixando em uma posição o “portão” do 13 para o 12, indo em busca de arrecadar a compensação relacionada com essa descida, viu essa estratégia resultar em pleno, com este a permanecer com o desidrato de almejar conquistar tanto o “globo de voos de esqui”, como também mantinha em aberto a possibilidade de “levar para casa” o Torneio de Planica.
Ainda dentro dos cinco primeiros concluíam Hayboeck e Bor Pavlovcic. Domen Prevc era vítima da famosa pressão, acusando-a finalizando apenas no oitavo posto. Já Robert Johanson, para o país que via pela terceira ocasião um atleta daí proveniente a transportar o maior troféu da disciplina de inverno, ascendera sete posições face ao que havia realizado no primeiro salto, obtendo um sétimo lugar.
Quanto a Stefan Kraft, somente 23.º colocado, ficava bem aquém do que se lhe exigia, dado estarmos em presença do recordista mundial de voos de esqui!
Apuramento Mundial 2022: terça-feira, 19:45, 30 de março de 2021
ANTEVISÃO: PASSADO RECENTE DÁ VANTAGEM À SELEÇÃO DAS QUINAS
Luxemburgo e Portugal defrontam-se esta terça-feira em jogo que pode, dependendo de outros resultados, valer a liderança do grupo A. Estas são duas seleções que nos últimos anos se têm encontrado várias vezes. Neste historial recente, vantagem clara para Portugal. As “odds” apontam para um jogo desequilibrado, mas já foi mais.
O primeiro jogo da seleção luxemburguesa trouxe a confirmação de algo que já se sabia: esta é uma equipa em crescimento e a ter em conta nos próximos anos. Venceu em casa da Irlanda (0-1) e somou os três pontos. Chega ao duelo com Portugal com menos um jogo e a possibilidade saltar para primeiro ou segundo lugar.
Com um jogo a mais realizado, Portugal procura redimir-se e parte para este duelo com a obrigação de vencer. O empate em Belgrado, frente à Sérvia, desiludiu e não se espera menos do que a vitória.
10 DADOS RÁPIDOS
Portugal venceu 15 dos 17 jogos contra o Luxemburgo.
A única vitória do Luxemburgo neste frente a frente ocorreu a 8 de outubro de 1961, na estreia de Eusébio pela Seleção Nacional.
Portugal marcou pelo menosdois golos nos últimos dez jogos frente ao Luxemburgo em todas as competições.
É preciso recuar a 7 de setembro de 2012 para ver o último golo marcado pelo Luxemburgo a Portugal (1-2).
No confronto direto entre selecionadores, vantagem clara para Fernando Santos sobre Luc Holtz (3-0).
O Luxemburgo vem de vitória moralizante frente à Irlanda, depois de ter estado cinco jogos sem vencer.
Portugal venceu 14 das últimas 15 partidas em Qualificações para Mundiais.
Dos últimos oito confrontos, seis tiveram mais de 2,5 golos.
Dos 17 jogos entre as duas seleções, Portugal marcou sempre pelo menos um golo.
O Luxemburgo apenas venceu por seis ocasiões em qualificações para Mundiais.
Gerson Rodrigues (Luxemburgo) – O extremo nacionalizado luxemburguês que até nasceu no Pragal, em Portugal, é sem dúvida um dos elementos mais decisivos do conjunto orientado por Luc Holtz. Além da qualidade técnica, tem também bastante capacidade física nos duelos e consegue catapultar a equipa para a frente. Tirando partido de diagonais para o meio, cria bastante perigo às equipas adversárias. Marcou o golo que deu a vitória frente à Irlanda e terá necessariamente de ser alvo de atenção pelos defesas portugueses.
Diogo Jota (Portugal) – A seleção lusa vive uma era de ouro da sua história e Fernando Santos pode começar a queixar-se de ter “boas dores de cabeça”, de tanta qualidade disponível. Diogo Jota é um dos mais destacados. A lesão que sofreu esta época abrandou o ritmo avassalador com que seguia no Liverpool FC, mas rapidamente voltou ao seu estado “normal”. Marcou os dois golos do empate de Portugal frente à Sérvia e tem todas as condições para continuar a fazer balançar as redes adversárias.
XI’S PROVÁVEIS
Luxemburgo: Anthony Moris, Laurent Jans, Enes Mahmutovic, Maxime Chanot, Marvin Martins, Christopher Martins Pereira, Gerson Rodrigues, Leandro Barreiro, Olivier Thill, Vincent Thill, Daniel Sinani.
Treinador: Luc Holtz: “Temos imenso respeito pelo jogo que temos pela frente, conheço muito bem a Seleção de Portugal. Acredito que esta é a melhor equipa da história da Seleção portuguesa.”
Portugal: Anthony Lopes, Cédric, José Fonte, Rúben Dias,João Cancelo, Rúben Neves, João Moutinho, Bernardo Silva, Diogo Jota, André Silva, Cristiano Ronaldo.
Treinador: Fernando Santos: “Esta equipa (Luxemburgo) não tem nada a ver com o Azerbaijão. Vão jogar olhos nos olhos, têm zero a ver com o Azerbaijão, não vão jogar lá atrás.”
Este é um dos piores pesadelos para os pontas-de-lança. Um período de seca de golos pode fazer esquecer todo o trabalho desenvolvido ao longo da temporada. Taremi já não fatura há sete partidas consecutivas e os adeptos, nas redes sociais, já começam a pedir a “conta”. A exibição apagada na vitória do FC Porto frente do Portimonense SC reflete os últimos sete jogos do iraniano ao serviço dos dragões.
O camisola número 9 habituou mal os adeptos no mês de janeiro e fevereiro. É que em 14 partidas disputadas nestes dois meses foram nove bolas que entraram na baliza adversária com carimbo de Mehdi Taremi. E mesmo nesta série de sete jogos sem marcar golo, o ponta de lança do FC Porto contribui com três assistências. Contudo, de frente para a baliza, as coisas não têm corrido da melhor forma.
Percebe-se que o jogador, que está agora ao serviço da seleção do Irão, assumiu desde cedo a filosofia de jogo imposta por Sérgio Conceição e entrega-se fisicamente do início ao fim do encontro. Porém, o nível de inspiração tem caído a pique nas últimas partidas. Os lances menos bem conseguidos no clássico contra o Sporting CP e a expulsão em Turim para a Liga dos Campeões certamente que mexeram com a mentalidade de Taremi. Tanto que após o jogo com os leões o avançado fez uma publicação nas suas redes sociais a pedir desculpa a todos os portistas.
Na sua conta pessoal, Taremi já leva 15 golos marcados em 37 partidas pelo FC Porto. Juntando as assistências para golo no campeonato (seis), Mehdi já participou em 21 golos marcados pelos dragões nesta temporada. Embora tenha mais três golos marcados que Moussa Marega (11), companheiro de ataque, nenhum deles alcançou ainda o patamar dos dez golos na Primeira Liga. Taremi conta com nove e Marega apenas seis. Números muito abaixo daquilo que os avançados de topo do FC Porto demonstraram na última década.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Regressando à seca de golos de Taremi, por vezes, a pressão de querer acabar com um período de seca pode causar muita ansiedade e desconforto na mentalidade de um jogador. A pausa para os embates das seleções pode ajudar a refrescar a mente de Taremi, visto que apenas irá disputar um amigável frente à Síria. A qualidade e o talento não fugiram, por isso é uma questão de tempo até o “ketchup” sair da embalagem e os golos voltarem a aparecer.
A CRÓNICA: FC VIZELA “TODO-O-TERRENO” PARA UM LEIXÕES SC “A VER NAVIOS”
O Estádio do Mar foi presenteado com mais um encontro. Desta vez, e a contar para a 26ª jornada da Segunda Liga, o Leixões SC defrontou o FC Vizela. Duas equipas com ambições diferentes, mas com o mesmo objetivo: o de vencer e arrecadar mais três pontos para o cartório. Do lado matosinhense, avista-se a garantia tranquila da manutenção, enquanto que os visitantes anseiam voos mais altos: o da subida de divisão para a Primeira Liga.
Quem entrou em campo com a verdadeira vontade de vencer e fazer mossa foi, efetivamente, o FC Vizela. Com uma pressão total em todos os setores do campo e em todos os momentos de jogo, a equipa forasteira bloqueou por completo o jogo do Leixões SC.
A equipa de José Mota esteve muito partida e praticamente sem ligação entre setores, o que dificultou por completo a estratégia de jogo. Não tiveram “pedalada” nem jogo suficiente para aguentar o Vizela, que rapidamente fez gosto ao pé.
Depois de uma grande jogada coletiva elaborada do lado esquerdo do ataque, Guzzo, com um belo toque, assitiu para Samu. Aos 21 minutos, estava aberto o marcador a favor do Vizela, depois de um remate sem defesa possível de Stefanovic.
E a força ofensiva não parou por aí. Com um Leixões praticamente invisível em campo, maioritariamente a nível ofensivo, a equipa de Álvaro Pacheco sentia que conseguia mais. Peguemos no famoso ditado popular “depois da tempestade vem a bonança” e apliquemo-lo a Cassiano. A tempestade veio aos 35 minutos, quando o jogador estava plenamente isolado à frente da baliza, praticamente em cima da linha de golo, e falhou um golo teoricamente impossível de falhar. A bonança já veio para lá do minute 45 da primeira metade. Cassiano sofreu uma falta de Diogo Gomes dentro da área, o que levou a que o árbitro Iancu Vasilica apontasse para a marca dos onze metros a favor dos vizelenses. Cassiano fez jus ao ditado e aumentou a vantagem da sua equipa para dois golos.
Podia dizer-se que o Leixões precisava do intervalo logo após o primeiro minuto de jogo, mas teve esperar os regulamentados 45 minutos. Mesmo com alterações feitas à volta da meia hora, nada parecia surtir efeito.
E continuou tudo sem surtir efeito. Foram precisos pouco mais de cinco minutos na segunda parte para o Vizela aumentar a vantagem para três golos. Dentro da área, a bola embateu no braço de Diogo Gomes depois de uma tentativa de cruzamento por parte de Kiki (o do Vizela, portanto) e Iancu Vasilica apontou, mias uma vez, para a marca da grande penalidade. Cassiano concretizou novamente, com Stefanovic a errar o lado.
O inferno descia à terra para o Leixões, enquanto o Vizela ascendia aos céus. Com um total desmoronar da defesa e do ataque, e também com Joca a perder a bola em zona proibida, André Soares – acabado de entrar para render Cassiano, substituído por aparente lesão – marcou o quarto golo dos Vizelenses. Sem dó, nem piedade. Ainda faltava mais de um quarto de hora e José Mota continuava sem encontrar qualquer tipo de solução para parar o domínio total do Vizela de Álvaro Pacheco.
Tudo correu bem à equipa de Álvaro Pacheco. Sem mais oportunidades até ao final do encontro, o resultado ficou fechado num 4-0 favorável aos vizelenses que veem o sonho de chegar à Primeira Liga com mais luz.
A FIGURA
Em direção ✈ ao 2.° lugar! ✊
FC Vizela dá continuidade ao bom momento com GOLEADA! ⚽️🔥
Pleno domínio do FC Vizela – Uma equipa com muito boa ligação entre setores, sem descer de rendimento e com a capacidade de aplicar uma brutal pressão em todos os momentos do jogo. O resultado foi apenas o culminar da exibição brutal do Vizela no Estádio do Mar.
— Leixões SC – Futebol, SAD (@leixoessad) March 29, 2021
Leixões SC – Entre aparecer no jogo e ver o sucedido, acabou por dar tudo no mesmo. Não se viu a garra que a turma do Mar já habituou os seus adeptos e não foram capazes de parar qualquer momento do Vizela.
ANÁLISE TÁTICA – LEIXÕES SC
José Mota, como habitual, por um 4-3-3. A linha defensiva foi composta, ao longo do encontro, pelo capitão Pedro Pinto e Diogo Gomes, na zona central, com apoio nas laterais de Tiago André Lucas Lopes.
O meio-campo começou ocupado por Bruno Monteiro, Joca Samuel e Rodrigo. Na frente, Avto e Kiki ocuparam posições de extremos com o objetivo de apoiar Belkheir.
Nenê e Seck entraram aos 35 minutos do encontro para compensar a falta de critério ofensivo. Consequentemente, Tiago André e Rodrigo saíram – permanecendo em 4-3-3, mas com um lateral muito mais ofensivo e Nenê a ajudar mais na construção, tendo mais experiência que o jovem Rodrigo, que também já tinha sido admoestado com cartão amarelo.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Stefanovic (5)
Tiago André (5)
Diogo Gomes (4)
Pedro Pinto (5)
Lucas Lopes (5)
Rodrigo (4)
Bruno Monteiro (6)
Joca Samuel (6)
Avto (4)
Kiki (5)
Belkheir (4)
SUBS UTILIZADOS
Nenê (5)
Seck (6)
Jota (5)
Rafael Furlan (6)
Paulo Machado (5)
ANÁLISE TÁTICA – FC VIZELA
Álvaro Pacheco moldou a sua equipa num 4-1-4-1 bastante consistente em todos os momentos do jogo. Um Vizela todo-o-terreno com uma capacidade de pressionar o Leixões SC tanto ofensivamente como defensivamente.
A linha defensiva de quatro jogadores foi ocupada por Ofori e Kiki nas laterais, a par de Aidara e Matheus na zona central. Marcos Paulo foi o elemento mais retraído do meio-campo, com a tarefa de ligar o jogo entre o setor defensivo e o meio-campo. Na ligação ao ataque ficaram dispostos Samu e Guzzo no miolo, com Tavinho e Kiko Bondoso a atuar pelas alas. Na frente, Cassiano foi o ponta de serviço.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Ivo (6)
Richard Ofori (6)
Matheus (6)
Aidara (6)
Kiki (6)
Marcos Paulo (6)
Tavinho (7)
Raphael Guzzo (8)
Samu (8)
Kiko Bondoso (7)
Cassiano (8)
SUBS UTILIZADOS
André Soares (7)
Marcelo (6)
Marcelo Oliveira (6)
João Pais (6)
Maviram (6)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Leixões SC
Não foi possível colocar questões ao técnico do Leixões SC, José Mota.
FC Vizela
BnR: Que análise faz à exibição da sua equipa e qual a importância que atribui a estes três pontos?
Álvaro Pacheco: Durante a semana trabalhámos para melhorar a nossa fluidez no jogo e isso refletiu-se. Foi um bom jogo contra um grande adversário. Controlamos o nosso jogo, nunca o resultado. Continuamos a trabalhar para chegar mais alto e temos de trabalhar para continuar assim. Tentámos controlar o jogo posicional e conseguimos. O resultado foi o acréscimo do que fizemos.