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GP Abu Dhabi: Max Verstappen voa na hora da despedida

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A CORRIDA: VEMO-NOS EM 2021!

Na última corrida do calendário, se a qualificação nos disse como é que o resultado iria ficar, a verdade é que as odds estavam certas: Max Verstappen (Red Bull) agarra o primeiro lugar, e nunca mais ninguém o vê. 55 voltas depois, vemos o piloto holandês a passar a linha da meta, com Valtteri Bottas e Lewis Hamilton (Mercedes) a completar o pódio.

Numa corrida que considero a corrida mais monótona do campeonato, o único incidente de corrida foi o surpreendente abandono de Sergio Pérez (Racing Point), a abandonar por problemas no seu monolugar. Ele que já tinha começado em 19.º, por penalização, não consegue ajudar a equipa cor-de-rosa a alcançar o terceiro lugar do Campeonato de Construtores.

E foi tudo a que esta prova se baseou. É o fim de contas para os Campeonatos de Construtores e de Pilotos da temporada de 2020.

Com o quinto e o sexto lugar da McLaren, Lando Norris e Carlos Sainz (respetivamente), a equipa britânica garante o terceiro lugar do Campeonato de Construtores, por apenas sete pontos de distância do quarto lugar (Racing Point) e apenas atrás da Mercedes e da Red Bull.

Já no Campeonato de Pilotos, Lewis Hamilton já teria sido declarado campeão, como já se sabia, mas esperava-se que Max Verstappen pudesse ultrapassar o finlandês da Mercedes, Valtteri Bottas. Porém, hoje não foi um desastre para Bottas, pelo que Verstappen se singe pelo terceiro lugar do Campeonato, com apenas nove pontos de diferença.

Apesar da incrível corrida de Daniel Ricciardo (Renault), nem o abandono de Sergio Perez bastou para o australiano passar ao quarto lugar da classificação final, pelo que assim, o mexicano termina no quarto lugar, apenas por um diferença estonteante de seis pontos.

Também Abu Dhabi serve para marcar as despedidas para o próximo ano: De lembrar que Sergio Pérez ainda não tem lugar para o ano, e Kevin Magnussen (Haas) também se despede da Fórmula 1, juntamente com o seu colega de equipa, Romain Grosjean, que não pôde estar presente.

Não foi das corridas mais emocionantes do campeonato, muito pelo contrário, acabou por tornar-se numa corrida monótona, em que o único foco de distração foi analisar as estratégias das equipas e fazer as contas para a classificação final.

Assim sendo, acaba assim, mais uma época de Fórmula 1. 17 corridas em cerca de cinco meses, é de louvar o trabalho que milhares de pessoas tiveram para que tal facto acontecesse, sendo 2020 um ano atípico.

Quanto a nós, voltaremos brevemente, em 2021, com mais novidades. Se tudo voltar ao normal, em fevereiro estaremos nos testes de Barcelona, e em março teremos o GP da Austrália para voltar a acompanhar o melhor que há nos Desportos Motorizados.

Para quem perdeu tudo aquilo que foi a temporada 2020 de Fórmula 1, pode rever no nosso BnR Modalidades. Ah, e como diz o título da corrida: em 2021 estamos cá e já perspetivámos algumas coisas. Não percas!

Foto de Capa: Red Bull Racing

Vitória SC 0-1 CD Santa Clara: A bola abençoada dos açorianos!

A CRÓNICA: O “GOLO” QUE DESEJA O VAR

A partida dos 16 avos da Taça de Portugal no Dom Afonso Henriques fica decidida numa tarde amena na cidade berço, onde o Vitória SC e o CD Santa Clara medem forças para determinar qual irá enfrentar a próxima fase desta competição.

O jogo inicia com um minuto de silêncio em homenagem a Rui Viana (tal como as respetivas camisolas da equipa da casa), o fisioterapeuta do clube vitoriano, que partiu demasiado cedo. Após a bonita homenagem, o árbitro inicia a partida.

Uma partida que começa a beneficiar o Vitória SC, que demonstra mais oportunidades nos primeiros minutos e posse de bola. Ao contrário do que se verifica na partida, um passe mal executado é o suficiente para beneficiar os visitantes, que sem qualquer hipótese para Bruno Varela de possível defesa, o marcador estava inaugurado em apenas sete minutos de partida por Júlio Romão.

Em modo de troco, o Vitória SC tenta inúmeras tentativas de golo, nomeadamente por parte de Miguel Luís e Pepelu, mas André Ferreira desvia os perigos da sua baliza com sucesso. A primeira parte ainda apresenta mais tentativas de golo, nomeadamente o remate rasteiro de Mensah, mas a bola permanece fora das redes do CD Santa Clara.

Após o intervalo, a formação vitoriana tenta determinadamente chegar ao empate. Bruno Duarte falha a oportunidade mais iminente aos 60′ da segunda parte ao cabecear para o lado esquerdo da baliza adversária e falhando no seu objetivo. Bruno Varela ainda não fica ileso de ceder um castigo ainda mais pesado e injusto ao Vitória SC, após o remate da formação açoriana que passa a meros centímetros longe da baliza do guarda-redes português.

As tentativas desesperadas da formação vitoriana de chegar ao empate continuam a insistir na baliza de André Ferreira, mas a equipa peca por erros individuais dos avançados, que falham na finalização de forma miserável.

Na última oportunidade, sobe Bruna Varela para a grande área (que leva um amarelo após entradas agressivas no meio dos jogadores da equipa adversária). Quaresma prepara-se para marcar o último canto da partida, remata alto para o desvio de um defesa do CD Santa Clara, Pepelu cabeceia ao segundo poste para as mãos de André Ferreira. Os jogadores do Vitória SC ficam a reclamar que a bola já tinha entrado, aquando a defesa de André Ferreira.

Para tristeza da formação da casa, não existe revisão ou VAR na Taça de Portugal e o árbitro termina a partida sem mais declarações aos 95’ de jogo. O Vitória SC despede-se da Taça de Portugal, com um resultado miserável perante a exibição em campo. No entanto, a eficácia inédita do CD Santa Clara leva à melhor neste domingo anuviado na cidade de Guimarães e segue em frente nesta competição.

 

A FIGURA

André Ferreira – O guarda-redes português demonstrou-se capaz e apto para o desafio proposto neste jogo da Taça de Portugal, sendo a sua primeira titularidade da época presente. O evidente salvador da formação açoriana, perante as inúmeras defesas alcançadas após ser alvo de várias oportunidades na cara do jovem.

 

O FORA-DE-JOGO

Bruno Duarte – Peca por erros individuais em demasia, falhou oportunidades cruciais que poderiam ter concebido à equipa um resultado mais favorável. À semelhança do que é observado em jogos passados, continua um jogador pouco agressivo e com um ritmo que deixa muito a desejar, principalmente enquanto elemento mais avançado da formação vitoriana.

 

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC

A equipa de João Henriques apresenta-se nesta jornada da Taça de Portugal com um 4-3-3 mais agressivo e avançado, com Maddox, Bruno Duarte e Quaresma a liderar a frente vitoriana. Miguel Luís, Pepelu e André Almeida a assegurar o meio-campo da formação da cidade de Guimarães. Enquanto que Sacko, Jorginho, Mumin e Mensah permanecem inalterados na defesa, tal como no jogo anteriores. Bruno Varela continua a ser a opção eleita para o técnico português.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bruno Varela (7)

Sacko (6)

Jorginho (8)

Mumin (7)

Mensah (6)

Miguel Luís (7)

André Almeida (6)

Maddox (5)

Bruno Duarte (4)

Quaresma (7)

SUBS UTILIZADOS

Rochinha (8)

Lyle Foster (7)

M. Edwards (6)

Janvier (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD SANTA CLARA

À semelhança da formação vitoriana, o Santa Clara também aposta num 4-3-3. O técnico Daniel Ramos apenas aposta numa abordagem diferente no trio de ataque, Ukra continua a ser a escolha eleita no lado direito, acompanhado desta vez por Carlos Carvalho e Crysan. Tal como no jogo em casa do CD Nacional, o meio-campo da formação açoriana é formado por Julio Romão, Rashid e Costinha. Por sua, a defesa também permanece intacta.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

André Ferreira (10)

Rafael Ramos (7)

Mikel (6)

Fábio Cardoso (7)

Rashid (7)

Carlos Junior (6)

João Lucas (7)

Ukra (5)

Julio Romão (8)

Costinha (7)

Cryan (6)

SUBS UTILIZADOS

Néné (7)

João Afonso (6)

Diogo Salomão (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CD Santa Clara

BnR: André Ferreira foi hoje lançado no seu segundo jogo a titular. Acha que isto dará mais oportunidades ao jovem, devido ao que se verificou hoje no jogo?

Daniel Ramos: É um talento um bocado mais escondido, devido ao Marco assumir mais a titularidade, mas foi notório a valia dele, o clube acredita muito nele e hoje foi a prova disso. Estamos muito satisfeitos em todos os setores, hoje verificou-se isso na baliza e em outros. É um jovem talento claro, e terá mais oportunidade de o demonstrar.

Vitória SC

BnR: Considera que foi um resultado injusto perante o que o Vitória apresentou em campo?

João Henriques: O adversário fez um golo e nós não conseguimos e foi o resultado final. Fomos a equipa mais esclarecida, com mais oportunidades evidentes e que lutou sempre pelo resultado. O grupo está ferido, magoada perante a exibição, mas demonstrou a sua resposta em campo. Foi um dos melhores jogos a nível de organização e que coletivo. A equipa está ferida e está magoada perante os resultados e deixou a resposta disso mesmo em campo.

A única perda, e foi uma grande perda, foi única: A perda de um elemento da nossa família. O Rui Viana. Queríamos fazer uma homenagem mais positiva, pois o Rui merecia isso, era uma pessoa merecedora de um resultado positivo, perante a pessoa feliz e respeitosa que sempre foi connosco. Quem produz desta forma, está muito perto de ganhar. Se foi injusto ou não? Digo-lhe que em dez jogos iguais a estes, ganhávamos nove deles. A questão de ser injusto ou não no futebol é muito complicado e relativo. Estamos tristes com o resultado pois queríamos mais e eramos merecedores de mais.

Sporting CP 67-63 SL Benfica: Venceu o dérbi quem conseguiu

A CRÓNICA: NA FALTA DE QUALIDADE E NA LUTA ATÉ AO FINAL, O LEÃO SOBREPÔS-SE À AGUIA

Só foi dérbi pelos envolvidos e pela luta até ao fim. O Sporting CP recebeu o SL Benfica, no Pavilhão João Rocha, em jogo a contar para a décima jornada do campeonato nacional de basquetebol, e acabou por vencer num jogo sem história.

Sem público nas bancadas do João Rocha, defrontaram-se, na quadra, os dois primeiros classificados do campeonato que estão apenas separados por um ponto. Arnette Hallman foi quem abriu o marcador a favor dos encarnados, num primeiro período onde os leões se sobrepuseram ao SL Benfica. As águias entraram melhor na partida, mas só marcaram nove pontos no primeiro quarto (o que não é habitual).

O segundo período já foi mais intenso e equilibrado, tanto a nível pontual como a nível de jogo jogado. Se nos primeiros dez minutos foi a equipa de Carlos Lisboa a fazer um parcial mau, a formação de Luís Magalhães conseguiu fazer ainda pior, ao marcar apenas sete pontos, e comprometer a vantagem que tinha no marcador. À ida para o intervalo, o SL Benfica vencia o dérbi por 22-33.

No recomeço da partida, recomeçou a disputa do resultado entre as equipas de Lisboa. O Sporting CP reentrou na partida com uma taxa de acerto muito mais elevado do que a das águias, mas nesses dez minutos não foi o suficiente para se colocar na frente do marcador.

No último período do encontro, os leões continuaram com a mesma vontade que demonstraram no terceiro. O jogo seguiu bastante renhido até ao minuto final da partida e o Sporting CP conseguiu mesmo dar a volta ao resultado. Alguma descontração em certos momentos defensivos, e mesmo nos ofensivos também, fizeram com que a formação de Carlos Lisboa perdesse a vantagem e o encontro. No final, levou a melhor o Sporting CP por 67-63.

A FIGURA

Luta renhida até ao final – Dérbi que é dérbi é um jogo intenso e renhido entre ambas as equipas e, a nível pontual, foi isso que existiu. Se houve algo que fez com que se prendessem os adeptos à televisão para ver este encontro foi a luta pontual entre o Sporting CP e o SL Benfica, porque pouco mais existiu para ver.

 

O FORA DE JOGO

Falta de qualidade nas exibições – Uma coisa levou à outra. Se o dérbi foi tão renhido como foi, também se deveu à falta de qualidade de jogo apresentada por ambas as equipas. Parte a parte, foi uma das piores exibições do coletivo do Sporting CP desde o “reerguer” da modalidade, e o culminar das exibições do SL Benfica resultou no estilo de jogo apresentado neste dérbi. Venceu quem jogou menos mal.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

A equipa de Luís Magalhães fez o seu jogo recorrendo a transições rápidas, principalmente a nível ofensivo. Era notória a utilização de contra-ataques rápidas, aproveitando algumas desatenções, e também um jogo interior que envolvesse todos os jogadores na quadra. Algumas jogadas estudadas, bastante calmas, mas que deram resultado, e a ajuda de Travante Williams que é uma peça fundamental na equipa dos leões.

Nos momentos defensivos, o Sporting CP recorria à marcação individual e saía a ganhar em alguns duelos, dada a altura de alguns jogadores comparando aos das águias.

 

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES 

Francisco Amiel (5)

James Ellisor (7)

Bailey Fields (7)

Travante Williams (8)

João Fernandes (6)

 SUBS UTILIZADOS 

Diogo Ventura (7)

Cândido Sá (5)

Shakir Smith (-)

Cláudio Fonseca (-)

Diogo Araújo (-)

Pedro Catarino (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

 Com os jogadores já recorrentes nos cincos iniciais escolhidos, Carlos Lisboa abordou o encontro frente ao Sporting CP como costuma fazer com os restantes.

Foi possível ver um SL Benfica a apostar em contra-ataques, lançamentos da linha de três pontos e era notória uma estratégia algo elaborada a nível de algumas transições ofensivas.

A nível defensivo, apesar de algumas vezes descontraído de mais, o coletivo do SL Benfica partia para uma marcação individual, em detrimento de uma marcação à zona que, em certas alturas do encontro, era preferível.

 

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

 Eric Coleman (7)

Betinho (7)

Tweety Carter (7)

Caleb Walker (6)

Arnette Hallman (6) 

SUBS UTILIZADOS 

José Silva (5)

Scott Lindsey (6)

Cameron Jackson (6)

Rafael Lisboa (5)

Foto de capa: LPB

Podcast BnR T1/EP15: O rescaldo da jornada europeia

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No décimo-quinto episódio do podcast fazemos o rescaldo da semana europeia e do que poderá acontecer nas rondas a eliminar.

Vem daí para este programa com a moderação do Pedro Pinto Diniz e com os comentários de Jorge Faria de Sousa, Luís Pinto Coelho e Rui Pedro Cipriano.

Se queres saber quem foram os escolhidos, então ouve o novo episódio do Podcast BnR.

Podes ouvi-lo no Spotify, Anchor, Breaker, Google Podcasts, Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts e Radio Public.

SL Benfica x UD Vilafranquense | 4 dados a reter antes do embate inédito

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Em 2020, já vimos quase (de) tudo. Quase. Faltam algumas inéditas ocorrências. Uma delas vai ter lugar, físico e temporal, no Estádio da Luz, pelas 20h30 deste domingo, 13 de dezembro: SL Benfica e UD Vilafranquense defrontam-se pela primeira oficial vez.

DUELO DE LISBOETAS QUE TÊM O OBJETIVO DE VIAJAREM ATÉ AO JAMOR. QUEM VAI PASSAR NESTE DUELO ENTRE DAVID E GOLIAS? APOSTA JÁ EM BET.PT!

O segundo classificado da Primeira Liga é o primeiro adversário primodivisionário da UD Vilafranquense nesta edição da Taça de Portugal, na qual já venceu o Vidago FC, fora, por 5-1, e a AD Sanjoanense, em casa, por 2-1. Já as águias chegam a esta quarta eliminatória após terem vencido o USC Paredes por uma bola a zero.

A inexistência de confrontos anteriores dificulta a realização de uma antevisão adequada. Ainda assim, seguem no presente artigo alguns dados relativos a ambas as equipas que se podem revelar importantes.

Sporting CP | Unidos para vencer

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Lembram-se do célebre filme, Fuga para a Vitória, de John Huston que juntou no seu elenco Stallone, Bobby Moore e Pelé, e que conta a história de uma equipa de prisioneiros Aliados que se vê forçada a defrontar a selecção da Alemanha num jogo de futebol viciado e com uma arbitragem one-sided? O plot deste filme condiz e muito com o historial de injustiças e roubos de que o Sporting CP tem sido vítima no campeonato português.

A grande ilacção que nós, sportinguistas, devemos tirar do assalto à mão armada de que o Sporting CP foi vítima, é apenas e tão só uma: o Sporting CP é, decididamente, candidato a ganhar o título de campeão. E quando o é, o “sistema rubro-azul” que domina o futebol português há mais de 40 anos pode tardar, mas não deixa de entrar sempre em acção por alturas do Advento, camuflando-se com o suposto “complexo de Natal”.

A equipa que todos consideravam acabada, afinal revelou um futebol francamente superior ao dos rivais e, por isso, tinha de ser travada… a qualquer custo.

Não é por acaso que na corrente época a única equipa que conseguiu roubar pontos ao Sporting CP foi a de Luis Godinho. Na época passada, em que o Sporting CP deambulava entre o terceiro e o quarto lugares, já fora da corrida ao título, tenho sérias dúvidas que o lance de Coates em Famalicão fosse revertido pelo VAR.

Após a contestação leonina àquele episódio vergonhoso, a reacção do “sistema” controlado pelo polvo bicéfalo foi quase. Instituições como o Conselho de Arbitragem e a APAF que, enquanto estiveram debaixo de ataques bem mais agressivos por parte dos rivais do Sporting CP mantiveram-se passivas, vêm agora mostrar os “dentes” ao descontentamento sportinguista.

A par da enxurrada de castigos e sanções disciplinares que vão sendo impostas aos jogadores e à equipa técnica do Sporting CP, vamos sendo brindados pelos discursos sonsos de pseudo-pacificação dos comentadores e analistas dos futebol (dos quais muitos são ex-árbitros que prejudicaram o Sporting CP), próprios de gente que só quer ver pombas onde só há abutres, numa tentativa de branquear o futebol português.

Mesmo longe dos palcos de Portugal, sente-se a união dos adeptos leoninos e o apoio dado à equipa fora de campo
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Este ambiente fétido em que se tornou o futebol português já cansa e muito os sportinguistas que de uma forma permanente têm assistido à dualidade de critérios no tratamento pela arbitragem do Sporting CP e dos seus rivais. Quem não se lembra, em 2011, quando os árbitros exigiram que o Sporting CP emitisse um pedido de desculpa público pelas críticas dirigidas à arbitragem, sob ameaça de um boicote aos jogos dos leões?

Num claro contraste, a mesma arbitragem portuguesa nada fez quando, por exemplo, o presidente de um dos rivais exigiu que um determinado árbitro deixasse de apitar os jogos da sua equipa; ou até mesmo quando o “director de comunicação” de um clube do norte debitava sistematicamente sobre “padres”, e-mails e vida pessoal dos árbitros.

Depois há quem diga em pleno horário nobre da televisão que “o Sporting CP é prejudicado porque não tem influência nas Instituições que governam o futebol”, o que é bem demonstrativo da mentalidade que está presente no nosso país. Para estes grandes connaisseurs do futebol, não interessa jogar melhor ou ter a táctica mais eficaz em campo, interessa sim ter influência fora das quatro linhas. Esquecem-se, contudo, que o Sporting CP nunca recorreu a esquemas ardilosos para ser campeão: tudo o que os leões conquistaram não tem qualquer “selo” de apito dourado ou de vouchers.

Enfim! A falta de vergonha ou até de dignidade não conhece limitas quando o objectivo comum é derrubar o Sporting CP. Com efeito, se o Sporting CP, como líder do campeonato, preocupa muita gente, o Sporting CP líder e unido torna-se uma catarse para os rivais. Assisti, por isso, com alegria à onda de união que se gerou no universo sportinguista em torno dos jogadores e do staff técnico sob o mote “Onde vai um vão todos”.

Tal como no filme de Stallone e Pelé, a união acaba por triunfar sobre tudo e todos. Tenho a certeza absoluta que por maior que seja a enxurrada de mentiras, sanções, ameaças, tentativas de condicionar o nosso futebol, nada nem ninguém conseguirá abalar um Sporting CP forte e unido. Pois mais que se discorde da actual Direcção, neste momento, é imperativo o apoio conjunto de todos os Sportinguistas à sua equipa.

Nós, Leões, nunca nos rendemos!

Real Madrid CF 2-0 Club Atlético de Madrid: Em casa mandam os campeões

A CRÓNICA: UM CLUB ATLÉTICO DE MADRID QUE SÓ PERDE NOS DÉRBIS 

O Real Madrid CF partia para este jogo seis pontos atrás do seu adversário, que ainda não tinha perdido neste campeonato, com o surpreendente registo de apenas dois golos sofridos. Aliás, a última derrota do Club Atlético de Madrid no campeonato foi mesmo em frente aos merengues, que assim começaram e acabaram esta série de jogos sem derrotas da turma de Diego Simeone.

Devido às circunstâncias e à diferença pontual o empate poderia ser um resultado pouco preocupante para a equipa forasteira, mas nem para isso a exibição seria suficiente. O Real Madrid CF cedo assumiu as rédeas do encontro e parecia uma questão de minutos até chegar ao primeiro golo, que acabou por aparecer através de um pontapé de canto. Félix, Felipe e Herrera distraíram-se uns com os outros e Casemiro aproveitou para colocar a sua equipa na frente do marcador. Não era expectável que os líderes alterassem muito a sua forma de jogar e foi o que aconteceu. A reação na primeira parte acabou por não existir e os merengues iam para o intervalo em vantagem, ainda que mínima.

Na segunda parte as pretensões de Simeone pareciam outras, mas duraram apenas 20 minutos, até chegar o segundo golo dos caseiros. A equipa procurou ter mais posse de bola mas não conseguiu materializá-la em oportunidades, pelo que acabou por baixar os braços depois do auto-golo de Oblak, num lance infeliz para um dos melhores guarda-redes do mundo. O resultado estava praticamente escrito e até final não houve grandes momentos de perigo para nenhuma das balizas. O Club Atlético de Madrid continua assim em primeiro lugar, ainda que apenas com três pontos de vantagem (e menos um jogo). O Real Madrid CF viveu uma semana de sonho. Depois da qualificação para a próxima fase da Liga dos Campeões, que parecia comprometida, venceu o líder do campeonato e ganhou confiança nas qualidades que muitas vezes já evidenciaram.

 

A FIGURA

GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAALLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL Casemiro. 1-0 #RealMadridAtleti pic.twitter.com/dRm6jjmRgI

— Los Blancos Live (@blancoslive) December 12, 2020

Casemiro – O médio defensivo do Real Madrid CF acabou por ser determinante uma vez que desbloqueou a partida com o primeiro golo logo aos 15 minutos. Ainda assim, não é só o golo que lhe confere o mérito deste prémio, uma vez que foi também ele um dos grandes responsáveis da solidez do jogo da equipa, quer a nível defensivo como também a nível ofensivo. Numa fase em que a equipa tem sofrido muito fruto da sua irregularidade, Casemiro foi uma peça fundamental para que a estratégia de Zidane resultasse como o francês a desenhou.

 

O FORA DE JOGO

Simeone sobre Suárez “Luis é um jogador muito importante para nós, um atacante que tem o gene do gol dentro dele e amanhã é um jogo muito importante para ele e para a equipe. Tomara que ele possa dar, o tempo que estiver no campo, o melhor de Luis”. pic.twitter.com/C3voOCVB3Y

— Tatiana Mantovani (@tatimantovani) December 11, 2020

Diego Simeone – A equipa tem feito uma época brilhante mas hoje acabou por não conseguir colocar a sua qualidade dentro das quatro linhas. Foi completamente dominada pelo adversário e esperava-se uma resposta diferente do treinador, essencialmente depois do golo sofrido. As indicações poderiam ser diferentes, algo que só aconteceu ao intervalo. Na segunda parte, com a equipa um pouco mais dinâmica, acabou por tirar o criativo João Félix e a partir daí o processo ofensivo foi nulo. Uma má gestão por parte do treinador argentino.

 

ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID CF

Zidane dispôs a equipa no 4-3-3 que tantas alegrias já lhe deu no passado, com Casemiro, Kroos e Modric a funcionarem como motores no momento ofensivo e como barreiras na hora de defender. Dotados de uma grande capacidade de posicionamento, permitiram que a equipa tivesse poucos sobressaltos no seu primeiro terço do campo e que conseguisse sair para o ataque com muito critério. Como se sabe, esta tem sido uma equipa muito criticada pela sua irregularidade e a estratégia do jogo passaria por não deixar escapar nenhum pormenor que, em jogos de tamanho equilíbrio, costuma fazer a diferença. Isto só se alcançaria com uma lição tática exímia e nisso temos de tirar o chapéu ao treinador francês. Nem sempre foi a qualidade individual que se evidenciou, mas sim a capacidade de perceber todos os momentos da partida e aquilo que eles exigiam. Acima de tudo, um jogo muito seguro.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Courtois (7)
Carvajal (7)
Varane (6)
Sérgio Ramos (7)
Mendy (7)
Casemiro (8)
Kroos (8)
Modric (7)
Lucas Vázquez (6)
Júnior Vinicius (6)
Benzema (7)

SUBS UTILIZADOS

Marco Asensio (6)
Rodrygo (6)
Valverde (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CLUB ATLÉTICO DE MADRID

Diego Simeone fez apenas uma alteração em relação ao 11 inicial do Atlético que apresentou a meio da semana frente aos austríacos do RB Salzburgo. Saiu Saúl Niguez e entrou Hector Herrera, antigo jogador do FC Porto. Sobre a disposição das peças nada de novo há a dizer, uma vez que a equipa jogou no 4-4-2 a que nos tem habituado nos últimos jogos. Muito na expetativa, essencialmente quando defronta adversários de nível mais elevado, oferecendo a posse de bola e procurando ferir em momentos de contra-golpe. Ainda assim na segunda parte, devido à desvantagem no marcador a postura foi um pouco diferente. Uma equipa mais focada no o ataque contínuo com intenções de dominar a partida em todos os seus momentos. Depois do segundo golo sofrido os níveis anímicos da equipa baixaram abruptamente e o jogo ficou entregue à equipa caseira.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Oblak (5)
Trippier (5)
Savic (5)
Felipe (6)
Mario Hermoso (5)
Llorente (5)
Koke (6)
Herrera (5)
Ferreira Carrasco (5)
João Félix (6)
Luís Suárez (4)

SUBS UTILIZADOS

Renan Lodi (5)
Lemar (6)
Correa (5)
Saul Niguez (6)
Kondogbia (5)

 

FC Porto x CD Tondela | 5 dados estatísticos para o encontro

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A festa da Taça regressou e à quarta eliminatória já há jogo de Primeira Liga – FC Porto e CD Tondela, quase uma semana depois, reencontram-se no Estádio do Dragão para disputarem a passagem à próxima fase da prova. Na última partida entra ambos os dragões levaram a melhor, mas por pouco. O resultado fixou-se num 4-3 com destaque para o atrevimento da equipa beirã que nunca deixou o FC Porto descansar na sua própria casa.

O ÚLTIMO JOGO FOI RENHIDO E ESTE NÃO SERÁ DIFERENTE! SABES QUEM VAI PASSAR À PRÓXIMA FASE? PREVÊ O FUTURO E APOSTA JÁ EM BET.PT!

Embora nos últimos anos o CD Tondela nos tenha habituado a esta presente nos dois principais escalões do futebol português, o historial de confrontos entre tondelenses e portistas é curto. Até à data, apenas se realizaram onze jogos entre os dois clubes, sendo que o primeiro de todos data do ano de 2015. Mesmo que as estatísticas estejam do lado do FC Porto, poderá o CD Tondela surpreender novamente e causar a surpresa no Estádio do Dragão?

Taça 1947 | Sporting CP 5-3 SC Tomar: Leões marcam presença na final

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A CRÓNICA: BASE DA VITÓRIA ESTEVE NA BALIZA

O Sporting CP e o SC Tomar disputavam a última vaga na primeira final da Taça 1947. Para uma eliminatória de uma competição a eliminar, a primeira parte foi uma desilusão. Não houve golos e as oportunidades praticamente não existiram para nenhuma das equipas.

Já a etapa complementar foi bastante diferente. Verona e Toni Perez, este através de um penalti, colocaram os leões na frente do marcador, logo no início do segundo tempo. O Tomar reagiu, ficou por cima do jogo e conseguiu chegar ao empate. Ivo Silva e Alexandre Marques foram os marcadores.

Os leões voltaram logo no minuto a seguir ao empate de novo à vantagem. Ferran Font desempatou de livre direto. O Sporting alargou nos últimos dez minutos do jogo a vantagem com golos de João Souto e Alessandro Verona, através de transições rápidas. O Sporting chegou mesmo a atingir a décima falta, sem consequência de maior no resultado. O melhor que conseguiu o Tomar foi reduzir já a poucos segundos do fim por Filipe Almeida.

O Sporting junta-se assim ao rival da segunda circular, o SL Benfica, que venceu a UD Oliveirense, para definir amanhã o primeiro vencedor da Taça 1947.

A FIGURA

Alessandro Verona – Dois golos e uma assistência foram o cartão de visita do internacional italiano do Sporting, nesta partida. Um dos poucos agitadores na primeira parte e que conseguiu desequilibrar por completo a defesa na etapa complementar.

O FORA DE JOGO

Defesa do Sporting CP – Os leões apostaram numa defesa mais agressiva, com consequência no número de falta e chegando à décima falta antes do final do jogo e estando limitados durante boa parte da segunda parte. Com o Tomar resultou, mas com equipas candidatas ao título, poderia ter trazido consequências no resultado final.

 

ANÁLISE TÁTICA – Sporting CP

Os sportinguistas apresentaram um ataque dinâmico com a troca de bola constante. O 1×1 foi usado durante a segunda parte por jogadores como Romero, Verona ou Toni Perez, abrindo brechas na defensiva adversária.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Girão (7)

Platero (7)

 Romero (7)

Font (8)

Pérez (7)

SUBS UTILIZADOS

Zé Diogo Macedo (-)

Telmo Pinto (7)

 Pedro Gil (7)

Verona (9)

João Souto (8)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC Tomar

Os tomarenses preocuparam-se sobretudo em fechar os caminhos para a baliza, na primeira parte. Na etapa complementar, depois dos golos leoninos, tiveram de tomar mais conta do jogo, pelo menos em parte da segunda parte, com Ivo Silva, a comandar a frente do ataque.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Veludo (7)

Filipe Almeida (7)

Pedro Martins (6)

Xanoca (6)

Ivo Silva (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Marante (-)

João Lomba (7)

Anderson Neri (6)

Lucas Honório (6)

Hernâni Diniz (6)

Manchester United FC 0-0 Manchester City FC: Tarde cheia de nada em Old Trafford

A CRÓNICA: É POR DÉRBIS COMO ESTE QUE ACONTECEU EM MANCHESTER QUE OS AMERICANOS NÃO GOSTAM DE FUTEBOL

Vermelho e azul são duas cores que não ficam bem juntas. São cores rivais, e não só em Portugal. Em dia de dérbi, Manchester pára, os seus habitantes vão à gaveta buscar o cachecol de umas destas duas cores e aprontam-se para um dos dias mais importantes do ano.

Numa atípica circunstância, o Manchester City FC viaja até Old Trafford no nono lugar da tabela, duas classificações atrás da equipa caseira, Manchester United FC. É apenas um ponto que separa os adversários, que podiam esta tarde garantir uma importante vitória para aquilo que são as aspirações para a edição 2020/2021 da Premier League.

Foram os red devils que começaram por pegar na partida. A primeira ocasião de perigo surge aquando do minuto 11, num pontapé de cantado estudado. Luke Shaw encontra Lindelöf no coração da área que, de cabeça, desvia para o segundo poste e Scott McTominay fica a centímetros de inaugurar o marcador.

À passagem da meia hora de jogo, pouco mais havia a contar. Muito por culpa da competência defensiva do capitão do Man. United, Harry Maguire, que fazia até então um dos melhores jogos até agora pela turma de Old Trafford. Contudo, aos 35 minutos, o City tem uma oportunidade de ouro para desfazer o nulo. David De Gea agigantou-se no frente-a-frente com Riyad Mahrez ao fazer uma mancha que tirou todos os ângulos ao argelino, e conseguiu manter o empata que permitia ao Man. United continuar a lutar pela vitória.

Assim foram as equipas para intervalo: com um marcador a zeros, e um remate à baliza para cada um dos lados.

A segunda parte recomeça bem mais emocionante do que a primeira, e aos 47 minutos o juiz inglês, Chris Kavanagh, aponta para a marca do castigo máximo depois duma falta de Kyle Walker sobre Rashford. Contudo, o jovem avançado do Man. United foi apanhado em posição regular, e o VAR mandou anular a decisão do árbitro. Rashford volta a ter uma boa oportunidade aos 53 minutos, mas chutou para fora apenas com Ederson à frente depois do pé de apoio lhe ter escorregado.

O jogo estava denso, partido e disputado. Mas faltavam mais ocasiões flagrantes. Apenas 15 minutos depois do remate de Rashford volta a acontecer uma boa ocasião de golo. Uma bola teleguiada de João Cancelo chega a Gabriel Jesus que serve Kevin De Bruyne para o 1-0, mas voltou a ser o gigante Harry Maguire a evitar o golo dos cityzens. Foi a melhor oportunidade de golo da segunda parte.

No último quarto de hora só deu Manchester City, a tentar por tudo voltar a casa com os três pontos. Mas nunca foi suficiente para merecer a vitória.

O jogo acaba como começa, com um marcador a mostrar 0-0. Cada equipa leva um ponto num dérbi a que faltou muita paixão.

 

A FIGURA

Harry Maguire – A grande notícia do dia é que Maguire foi o melhor em campo numa partida. O compromisso do capitão dos red devils, tantas vezes criticado, foi irrepreensível. Contaram-se, pelo menos, onze ações defensivas determinantes para conter as incursões ofensivas dos cityzens. Se Harry Maguire jogasse sempre como hoje, estava muito mais perto de justificar os quase €90 milhões que o Manchester United desembolsou pelo defesa-central.

 

O FORA DE JOGO

Paixão de dérbi – Contam-se pelos dedos de uma mão os jogadores que tentaram dar alguma vida a um derby completamente atípico. Fica por explicar como é que dois emblemas tão adversativos, com tanta urgência em ganhar e que deviam ter tanta fome de vencer pareceram sempre tão desinteressados em vencer a partida. Provavelmente, o pior derby dos últimos 10 anos de Premier League.

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC

Solksjaer montou um 4-3-1-2 para tentar levar a melhor sobre o imponente Man. City, com uma filosofia de jogo muito dependente da inspiração dos médios, Paul Pogba e Bruno Fernandes. Encarregues de procurarem a velocidade de Rashford e Greenwood, os homens da frente que procuravam o espaço no seu lado respetivo, os médios dos red devils eram o motor, a caixa de velocidades e, tantas outras vezes, o volante do vermelhão de Manchester. O Man. United pareceu mais preocupado em não perder o jogo do que em ganhá-lo. E não tinha grandes motivos para isso, porque a desinspirada exibição do Man. City deu aso a que os red devils tivessem conseguido algo mais do que um 0-0.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

David De Gea (6)

Aaron Wan-Bissaka (6)

Victor Lindelöf (6)

Harry Maguire (8)

Luke Shaw (8)

Fred (6)

Scott McTominay (7)

Paul Pogba (6)

Bruno Fernandes (6)

Marcus Rashford (5)

Mason Greenwood (5)

SUBS UTILIZADOS

Martial (5)

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

Pep Guardiola levou a Old Trafford um 4-2-3-1 para enfrentar o eterno rival dos cityzens. Sempre com o intuito de dominar todas as partidas que disputa, o catalão foi surpreendido pela tática desenhada pelo técnico norueguês do Manchester United. A qualidade das alas do Manchester City já não é notícia, e talvez tenha sido por isso que os reds fizeram tudo para evitar que a bola chegasse às laterais e, potencialmente, colocasse dificuldades defensivas. Num dia desinspirado, o Man. City teve sorte em não sair derrotado. Caso tivesse sofrido um golo, talvez o destino do jogo tivesse sido muito diferente, mas faltou ânimo e paixão à equipa de Pep.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

Ederson Moraes (6)

Kyle Walker (7)

John Stones (6)

Rúben Dias (6)

João Cancelo (7)

Rodri (6)

Fernandinho (7)

Riyad Mahrez (5)

Kevin De Bruyne (6)

Raheem Sterling (6)

Gabriel Jesus (6)

SUBS UTILIZADOS

Ferran Torres (6)