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Fórmula 1 | O futuro da Haas F1 Team está nas mãos dos estreantes

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Dando apenas entrada em 2016, a Haas F1 Team tem tido uma caminhada de altos e baixos na Fórmula 1, onde a equipa de Gene Haas se confrontou principalmente com concorrência direta, objetivos por realizar e, agora, problemas financeiros.

Agora que a temporada de Fórmula 1 de 2020 chegou ao fim, é tempo de reaver as escolhas que a equipa faz para 2021. De relembrar que Romain Grosjean, piloto que esteve com a equipa desde o início, e Kevin Magnussen, desde 2017, irão partir para outras aventuras, deixando, assim, dois lugares vagos para 2021.

No início deste mês, seria então anunciado que Nikita Mazepin, piloto que acaba a Fórmula 2 em quinto lugar, será um dos competidores pela equipa americana. Já o anúncio do segundo lugar ocupado chega logo a seguir, e assim, a Haas competirá também com o atual campeão de Fórmula 2, Mick Schumacher.

Com este line-up para 2021, obtemos uma grelha de pilotos agridoce. Por um lado, temos de volta o nome «Schumacher», o nome que encantou a História e os tempos mais áureos da Fórmula 1. Por outro lado, temos o filho de um homem ligado à oligarquia russa, cujo comportamento nos últimos tempos não tem sido bem visto pela comunidade.

Assim, a «Dinastia de Schumacher» continua, desta vez com o filho do mítico e inesquecível Michael Schumacher, o homem que bateu recordes e que encantou as pistas. E o filho não parece ser diferente.

A Haas escolhe Mick Schumacher pelas razões que qualquer piloto gosta de ser escolhido. O nome soa, mas não é só isso. É o talento, é a simplicidade, é um conjunto de provas que o piloto alemão tem dado para que esta oportunidade lhe tivesse sido dada.

De apenas 21 anos, assim, Mick Schumacher entra na chamada «nova geração» da Fórmula 1, uma geração mais segura, tecnologicamente mais avançada, mas, também numa geração onde a competitividade acaba por ser diferente daquela que o pai viveu.

Se Mick Schumacher é escolhido pela condução, já Nikita Mazepin parece ser a escolha mais fácil para resolver alguns problemas financeiros que a equipa está a ultrapassar.

Já Romain Grosjean e Kevin Magnussen admitiram que as coisas não estão fáceis para a equipa dirigida por Guenther Steiner, e umas das razões para que ambos fossem dispensados da equipa, não seria pela aparente falta de resultados (sabemos que ambos são pilotos com muitos anos na Fórmula 1, nem isso seria a desculpa para tudo) mas sim pela falta de orçamento, que também a situação do COVID-19 ajudou para que se acumulasse.

Sendo assim, para manter a equipa dentro da Fórmula 1, seria necessária uma contratação inteligente, uma contratação que ajudasse a suprimir alguns gastos. E eu não falaria disto assim, se realmente Mazepin se mostrasse um piloto sério, com um comportamento digno de uma figura pública e, principalmente, de uma pessoa.

Nikita Mazepin tem-se envolvido em algumas polémicas durante os seus anos no ramo do Desporto Motorizado, mas o piloto de 21 anos parece não ter mudado, visto que, mesmo depois de ser anunciado à Haas, a equipa teve que reprimir o seu comportamento nas redes sociais.

É possível que nada mude, visto que a Haas também precisa deste investimento. Mas precisamos de ter noção que temos uma mão cheia de pilotos que mereciam este lugar (incluindo os que foram dispensados) e, por isso, Nikita Mazepin precisa de mudar a sua mentalidade, o mais rápido possível, ou, caso contrário, não conseguirá mudar a sua imagem.

Sendo assim, o que esperar desta nova equipa para 2021?

A Haas acaba a temporada de 2020 em nono lugar. Não é um lugar desejado, mas como dito anteriormente, a culpa não é totalmente dos pilotos. Antes de saber o que esperar dos pilotos, também precisamos de saber o que esperar do carro. E, por enquanto, ainda não sabemos.

Mas, para 2021, esperamos ver Mick Schumacher a forçar o carro e a lutar por posições na grelha, a mostrar a sua vontade de ter chegado à Fórmula 1 e a honrar o legado do pai. Já em relação a Nikita Mazepin, esperemos que, acima de tudo, mude a sua mentalidade e se comece a comportar como um piloto que vai para a Fórmula 1, e que não deixe tão claro que é um pay driver, como está a deixar agora.

Foto de Capa: Haas F1 Team

Sporting Clube de Portugal | Claques, malditas sejam!

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Na passada sexta-feira, poucas horas antes do início da partida do Sporting Clube de Portugal frente ao FC Paços de Ferreira, elementos das claques leoninas receberam o autocarro da equipa à chegada ao Estádio José Alvalade XXI. Mais uma vez, a “escumalha” que tantos criticam esteve presente no apoio à equipa.

A nova onda de apoio à equipa principal do Sporting Clube de Portugal, “onde vai um vão todos”, denominada depois das palavras de Rúben Amorim na conferência de imprensa, após o empate em Famalicão, é o espelho da união que se criou pelos bons resultados no futebol. A equipa joga bem e não há dúvida de que demonstra um enorme espírito vencedor e de unidade.

Ora, esta união da equipa tem de passar também para os adeptos do clube. A Juventude Leonina é o Diretivo Ultras XXI realizaram uma excelente iniciativa que, aliás, tem vindo a ser recorrente. Os dois conjuntos demonstraram o seu apoio a um grupo de jogadores que merecia ter milhares de sportinguistas a apoiá-los no reduto do leão.

Os adeptos são parte integrante da festa que apaixona milhões de pessoas
Fonte: Sporting CP

Há muita gente que critica as claques do Sporting Clube de Portugal, principalmente depois dos incidentes que ocorreram em Alcochete. Porém, são elas que se juntam e, mesmo quando não é possível o comparecimento dentro dos estádios portugueses, fazem questão de prestar o seu apoio aos atletas. Eles estão lá, mesmo quando mais ninguém aparece. Malditas sejam estas claques!

Qualquer tipo de violência é injustificável. Quem comete crimes, deve ser punido. No entanto, não se pode apagar parte da história do Sporting Clube de Portugal. As claques leoninas fazem parte do percurso do clube de Alvalade e, como tal, têm de ser respeitadas. O revisionismo e negacionismo histórico são erros graves, quer seja no futebol, quer seja na política.

Posto isto, e agora falando um pouco em tom de desabafo, estou ansioso para que os adeptos possam voltar aos estádios. Sem eles, o futebol perde muito do seu brilho, muito do seu encanto. Um clássico ou um dérbi sem os adeptos a aquecerem o tradicional ambiente escaldante passa só a ser mais um jogo de treino. Respeitem os adeptos, pois eles são parte importante do desporto que tanto amamos.

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Os 5 craques extra-grandes preparados para o salto

Estamos próximos do Natal e do ano novo. Nesta altura, é normal fazerem-se desejos. Hoje deixo aqui um desejo que tenho, no que concerne a isto do Mundo da bola. Desejo que os seguintes craques consigam efetivamente dar o salto para equipas melhores. Com todo o respeito pelos emblemas que representam, mas os atletas que iremos visionar merecem exibir toda a sua capacidade noutros palcos.

Assinas tanto, Oliveira!

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Dia 12 de dezembro de 2020. Não estávamos num dia negro do FC Porto que necessitaria urgentemente de uma notícia como a que os portistas receberam no início da tarde. Vimos assim um céu que já estava azul a ficar ainda mais brilhante na Invicta. Sérgio Oliveira, um dos jogadores que precisava urgentemente de renovar contrato, estendeu o seu vínculo com os dragões até 2025.

Podemos dizer que se trata de uma notícia inesperada, mas provavelmente entre os casos pendentes de renovação de contrato, este era aquele em que os portistas tinham mais confiança.

Sérgio Oliveira é um homem da casa e esse foi um fator preponderante para não abandonar o Dragão, mesmo tendo propostas muito vantajosas (falava-se no Real Bétis Balompié). A juntar a tudo isto, é importante referir que a história do médio, já internacional português, na equipa principal portista não tem sido constante.

Sérgio Oliveira tem uma história à volta do “quase lá…” mas do quase ao lá ainda era uma distância razoável. Ou era emprestado ou mostrava uma inconsistência que não ajudava em nada a sua afirmação definitiva. Isto mostra a confiança que o médio tem nas suas capacidades de liderança e preponderância nesta equipa, o que, refira-se, tem-se visto de forma irrepreensível.

Sérgio Oliveira é, nada mais, nada menos, o melhor marcador de uma equipa que investiu muito no ataque. Se os golos são de meia-distância que é a característica que sempre foi reconhecida em Sérgio Oliveira? Nem por isso, e é muito interessante percebermos que a forma deste jogador se comportar em campo mudou radicalmente. As bombas de fora da área deram lugar aos cabeceamentos, à visão de jogo, à capacidade na recuperação de bola… A braçadeira entra-lhe para o braço na ausência de Pepe e, na minha opinião, assenta naquilo que se pode chamar de um “jogador à Porto”.

A experiência, a raça e a determinação dão a Sérgio muita qualidade. mas em vez de “jogas tanto” eu diria mais “Assinas tanto, Oliveira!”
Sérgio Oliveira tem sido um dos pilares do FC Porto na presente época
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Passamos agora para uma análise do percurso de Sérgio Oliveira na equipa principal portista. A estreia do atual número 27 deu-se com Jesualdo Ferreira, na época 2009/2010 em que o FC Porto não conseguiu ser de novo pentacampeão nacional. Sérgio Oliveira era um menino de 17 anos e as expectativas eram enormes. Infelizmente, os empréstimos e a rodagem na equipa B foram consecutivos até à época 2015/2016 em que, pessoalmente, comecei a ganhar uma grande admiração por este jogador.

O FC Porto jogava frente ao Gil Vicente FC em Barcelos em jogo a contar para a Taça de Portugal. Miguel Layún tinha acabado de ser substituído e Sérgio Oliveira tinha entrado para cobrar um livre direto. Pois bem, entrou e marcou. Nesse final de época ainda foram três golos, quase todos à lei da bomba, que permitiram segurar um FC Porto numa crise profunda.

Contudo, creio que a afirmação mais definitiva se deu a partir de 2017/2018, com um sobressalto na época 2018/2019.

Na primeira época de Sérgio Conceição, o médio português era uma arma para jogos teoricamente mais difíceis, ocupando a vaga de terceiro médio. A surpresa foi sem dúvida o aparecimento no onze frente ao AS Mónaco para a Liga dos Campeões. Depois de uma lesão grave de Danilo Pereira, foi numa dupla de meio-campo com Héctor Herrera que o internacional português brilhou.

O segundo ano significou um passo atrás na afirmação de Sérgio Oliveira pelo FC Porto. O alegado desentendimento com Sérgio Conceição confirmou um empréstimo ao PAOK, onde o médio se sagrou campeão grego. Curiosamente, o FC Porto não se sagrou campeão nessa temporada.

Na época passada, vimos a estabilidade a aparecer. Sérgio Oliveira completou 34 jogos e mercou 5 golos, incluindo um golo frente ao SL Benfica num clássico preponderante para a equipa portista renascer para o título.

Dessa época para a atual, a evolução continua a ser cada vez maior e já são 7 golos em 2020/2021. Se este momento de forma se mantiver, teremos um jogador de luxo até 2025 e uma opção bastante interessante para a seleção A portuguesa.

Nos últimos tempos, temos ouvido com muita frequência a expressão “jogas tanto, Oliveira!” Uma expressão que passou dos balneários do FC Porto para os adeptos portistas e que mostram o carinho generalizado que há por este jogador.

São 19 anos no Dragão e 28 anos de idade. Está na altura de uma afirmação constante sendo que Sérgio Oliveira pretende conquistar mais títulos de azul e branco.

A experiência, a raça e a determinação dão a Sérgio muita qualidade, mas em vez de “jogas tanto” eu diria mais “assinas tanto, Oliveira!”.

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Rússia | Uma das maiores potências no mundo do Ténis

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A Rússia sempre teve bons tenistas a representar o país: Yevegny Kafelnikov, Marat Safin, Nikolay Davydenko, entre outros. Apesar das dificuldades sentidas após a reforma de Davydenko, a Rússia recuperou com três grandes tenistas: Daniil Medvedev, Andrey Rublev e Karen Khachanov.

Antes de falar dos três jogadores, quero realçar que o alemão Alexander Zverev, atual número sete do ranking ATP, é filho de pais com nacionalidade russa e podia, assim, ter escolhido a Rússia, e seria mais um tenista do grande elenco russo.

Daniil Medvedev é o maior nome atual desta lista, sem dúvida. Apesar de não ter sido um ano civil (2020) fácil – apenas alcançou o primeiro título no penúltimo torneio que participou -, Medvedev acabou o ano em grande ao conquistar o ATP Paris e o ATP Finals! No último torneio, Medvedev derrotou os três jogadores com maior ranking numa só semana! Daniil derrotou Djokovic, Nadal e Thiem, número um, dois e três, respetivamente. O tenista tem imensas dificuldades num court: terra batida. Foi sempre eliminado na primeira ronda no maior torneio deste court – Roland Garros. Dos jogadores atuais da Rússia, Medvedev é aquele que tem melhor registo contra o atual número um, Djokovic – três vitórias em sete jogos.

Se me perguntarem qual dos três está mais perto de ganhar um Grand Slam, direi que é o Medvedev. Ele já jogou uma final e perdeu-a: US Open 2019, contra Rafael Nadal. Atualmente é aquele que está mais capacitado. Ele tem um estilo de jogo muito inteligente, joga a pensar naquilo que é melhor em cada momento do jogo. Medvedev é muito imprevisível. Ah, só não aposto que ganha o Roland Garros. É muito arriscado com o histórico do russo no torneio.

Dos três nomes presentes na lista, Andrey Rublev foi o jogador que mais cresceu em 2020. Rublev conquistou cinco títulos! Foi o jogador da ATP com mais campeonatos conquistados no ano civil. O ano brilhante valeu a ida ao ATP Finals e o oitavo lugar no ranking ATP. Apesar de ter ganho apenas um jogo e ter sido eliminado na fase de grupos, Rublev superou as expetativas iniciais que os fãs do desporto tinham inicialmente para a época do russo. O mais jovem dos três jogadores jogou apenas uma vez contra Roger Federer e ganhou esse jogo – ATP Cincinnati 2019, 16-avos de final. Que ótimo registo do russo.

Com 23 anos, Rublev é o mais novo dos três – Medvedev e Khachanov têm 24 anos. Na próxima época, se mantiver o nível de 2020, não duvido que vai continuar no top dez do ranking ATP.

Hoje em dia, dos três russos, Karen Khachanov é o jogador com menor destaque. Outrora o número oito no decorrer de 2019, atualmente ocupa o lugar 20 do ranking. Não foi um ano nada fácil para o terceiro melhor russo da atualidade. Khachanov tem qualidade, já provou isso. Porém, há algo que falta ao russo. Não conquista um torneio desde o ATP Paris 2018. Contra o big three, Khachanov apenas ganhou uma vez e foi na final da última vez que ganhou um título, contra Djokovic.

O lugar que ocupa não é nada mau, de todo! Porém, atualmente, está num nível abaixo de Rublev e Medvedev. Dos três jogadores, é o que tem mais a provar em 2021. Sinceramente, acredito que Karen vai voltar aos tempos antigos e vai subir no ranking.

Nos jogos entre os russos Medvedev é o que tem melhor registo. O número quatro ganhou os três jogos a Rublev e dois dos três a Khachanov. Nos jogos entre o número oito e 20 do ranking, Khachanov ganhou dois dos três jogos. Apesar de ter sido o melhor ano para Rublev, ainda tem uma estatística para melhorar!

Com tantos bons talentos, será que a Rússia vai ser a maior potência do ténis?

Foto de Capa: Davis Cup Finals

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Andraz Sporar | Mau momento? Uma questão de confiança

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Chegou ao Sporting CP como melhor marcador da Liga Europa até então. Desde que chegou, marcou nove golos em 30 jogos oficiais, mas no seu antigo clube marcou 54 golos em 62 jogos. Creio que podemos afirmar que Andraz Sporar ainda não atingiu todo o seu potencial com a camisola verde e branca e – pessoalmente – acho que só há um fator a impedi-lo de o fazer…

Confesso que gosto de Andraz Sporar e adorava vê-lo ter sucesso no Sporting CP. Considero que é um avançado completo, na medida em que consegue dar profundidade e consegue jogar como homem-alvo e, a juntar a isto, é muito inteligente nas suas desmarcações, conseguindo posicionar-se quase sempre bem para receber a bola em condições de criar perigo perto da baliza adversária. É um jogador capaz de fazer golos, todos eles que podem ser apostados na Betfair Sportsbook, uma das mais conceituadas casas de apostas a nível global.

No entanto, este ano ainda não conseguiu assumir-se como titular absoluto apesar de, na minha opinião, ser a melhor opção que temos para jogar como ponta de lança devido ao que oferece ao jogo: há um Sporting CP a jogar com Jovane a ponta de lança e outro com Andraz Sporar a jogar na posição. Apesar da competição não ser muita, no jogo com o Paços de Ferreira, Tiago Tomás apresentou-se a um grande nível, ganhando, provavelmente, a titularidade para os próximos jogos.

Mas porque é que Sporar não se consegue afirmar como homem-golo desta equipa do Sporting CP?

Na presente temporada, o internacional esloveno não tem encontrado – muitas das vezes – a fórmula do golo
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bem, falta de qualidade não me parece ser a resposta uma vez que o avançado esloveno já se conseguiu destacar a jogar nas competições europeias pelo seu antigo clube. Se for observar o sistema de jogo de Rúben Amorim, percebo que o problema também não parte do mesmo, visto que o Sporting CP cria muitas oportunidades de golo e pratica um futebol muito ofensivo que ajuda qualquer avançado a marcar golos e mais golos. Se não é falta de qualidade nem culpa do sistema de jogo da equipa, só pode ser uma coisa: falta de confiança do jogador.

Considero que falta de confiança é o principal obstáculo para o avançado esloveno no momento e creio que para quebrar esta falta de confiança é necessário marcar (urgentemente). Um ou mais golos seriam muito importantes para restabelecer o jogador em termos anímicos.

No entanto, não têm faltado oportunidades que Andraz Sporar desperdiçou e, à medida que vai desperdiçando mais, vai sendo criada uma bola de neve que se vai tornando maior por cada bola que não beija as redes adversárias. Por outro lado, Andraz Sporar não é completamente aceite no seio dos adeptos (que o acusam de falta de eficácia) e possui à sua volta os fantasmas (criados pelos media) de que Rúben Amorim procura um avançado diferente.

Reconheço que um problema de confiança é de resolução complicada, mas acredito em Rúben Amorim para conseguir arranjar uma solução enquanto bom líder que aparenta ser! Até porque, se Andraz Sporar se encontrar com os golos, podemos ter um avançado bastante produtivo sem ter de ir buscar outro ao mercado de inverno, “protegendo” os cofres do clube. Se eu fosse o treinador dos leões procuraria dar uma grande penalidade ao avançado esloveno para subir os índices de confiança, mas, neste momento, apenas posso confiar no treinador que depois de unir o plantel, está a unir o Sporting CP!

Artigo revisto por Diogo Teixeira

 

Universo Paralelo | Jorge Jesus não regressa ao SL Benfica

Após uma época desastrosa, que acabou com a derrota dos encarnados frente ao FC Porto, na final da Taça de Portugal, a direção liderada por Luís Filipe Vieira procurou o regresso de Jorge Jesus de modo a preparar a temporada 2020/2021.

As “águias” sofreram a sua segunda chicotada psicológica num espaço de três anos, com a demissão de Bruno Lage após a derrota por duas bolas a zero frente ao CS Marítimo, em jogo a contar para a 29ª jornada da Primeira Liga.

Até ao fim da época, o adjunto Nélson Veríssimo assumiu o comando da equipa, como técnico interino, sendo que o favorito a ocupar o lugar era Jorge Jesus. O técnico português, que tem encantado no outro lado do oceano, foi sondado – e até abordado – por Luís Filipe Vieira, que tentou, incessantemente, o seu regresso.

No entanto, Jesus recusou o convite por achar que não estão reunidas as condições para que volte aos encarnados. Desde já, o seu nome não é um tema consensual no seio do universo benfiquista, especialmente após a sua ida para o rival da segunda circular, em 2015.

Jorge Jesus decide não regressar a Portugal
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Além disso, o técnico está a desfrutar do seu bom momento no Flamengo, ao serviço do qual já conquistou uma Copa Libertadores, uma Recopa Sudamericana, uma Supercopa do Brasil e um Campeonato Brasileiro.

Não obstante, nem tudo são más notícias. Com a nega de Jesus, Vieira pode, agora, escolher um treinador que se identifique com o tão aclamado “projeto da estrutura”, que assenta na valorização e integração de jogadores da casa no plantel principal, algo que com Jesus não seria possível.

Outro aspeto positivo são os milhões que se poupam, porque Jesus, como se sabe, é um técnico caro quer em termos de salários, como a nível de construção de plantel, pois exige uma abordagem agressiva ao mercado de transferências.

A nega de Jesus pode ter sido a melhor escolha para o SL Benfica e para os seus adeptos, que vêm, assim, a garantia da continuidade na aposta da prata da casa, como também a não existência de um all-in financeiro desnecessário, que poderá colocar em causa a estabilidade financeira do clube.

Artigo revisto por Diogo Teixeira 

SL Benfica 5-0 UD Vilafranquense: Hoje só faltou mesmo tourada na Luz

A CRÓNICA: ALUGA-SE MEIO-CAMPO ENCARNADO. PARA MAIS INFORMAÇÕES, LIGUE XXX

Hoje foi mais um dia de Prova Rainha, a competição onde todas as surpresas podem acontecer. Restava saber se o UD Vilafranquense iria conseguir dar um ar da sua graça aqui, esta noite, no reduto do SL Benfica em jogo a contar para a quarta eliminatória.

De facto, hoje não foi um desses dias. Não há outra forma de começar esta crónica: três golos em apenas quatro minutos. As águias entraram a todo o gás e, ao que parece, a “bilha” do Vilafranquense veio um pouco vazia. Claro está, sem esquecer os poucos argumentos quando comparado com o adversário. A verdade é que foi como “ketchup”. Gonçalo Ramos aproveita uma má abordagem do central Sparagna e faz o primeiro do duelo aos 11 minutos. Foi o primeiro golo do menino esta temporada e o terceiro com a camisola sénior dos encarnados. Passado três minutos, Pizzi dilata a vantagem no marcador. Depois de uma fabulosa assistência de Nuno Tavares, o médio coloca a bola sem espinhas dentro da baliza ribatejana. Mas os de Vila Franca não conseguiram respirar e o terceiro tento estava mesmo aí à espreita: desta vez, por intermédio de Seferovic, o avançado ganha a frente a Diogo Coelho numa grande jogada individual e faz o terceiro da noite para a equipa de Jorge Jesus. Primeiros 15 minutos de jogo e já cheirava a goleada.

O ímpeto do Benfica acabou por esmorecer um pouco, bem como o jogo durante o resto da primeira parte. Ainda assim, houve tempo para o quarto tento das águias aos 42 minutos. Novamente, Sparagna fica muito mal na fotografia. Depois de mais uma assistência de Nuno Tavares, Seferovic, de carrinho, bisa na partida e volta a “apanhar” a equipa ribatejana em contra mão. Os encarnados foram, então, para os balneários com uma vantagem sólida e que era mais do que justificada.

A segunda parte continuou no mesmo sentido. O Benfica continuou com o pé no acelerador e nem mesmo a postura ainda mais recuada da equipa de João Tralhão evitou a mão cheia de golos. Aos 57 minutos do jogo, fez-se arte no Estádio da Luz. Num golo bem parecido ao de Tabata frente ao FC Paços de Ferreira. Depois de Gilberto dar de calcanhar, Pedrinho coloca em arco na baliza adversária e faz o quinto para as águias.

Ainda houve temo, aos 69 minutos, para uma tentativa do golo de honra. Depois de percorrer vários metros e de alguma passividade de Gabriel, Carlos Fortes remata em jeito. Helton Leite bem se esticou, mas o que lhe valeu foi mesmo o poste. A partida acabou em 5-0 num jogo em que Benfica dominou do primeiro ao último segundo. Os encarnados seguem, assim, para a próxima elimanatória

 

A FIGURA

SL Benfica x UD Vilafranquense
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pedrinho – É o único jogador que completa os 90 minutos dos vários atletas em destaque esta noite. E, por isso, dou-lhe esta nota de destaque. Já para não falar do excelente golo que tirou da cartola. Uma autêntica obra de arte que acabou por ser como um brinde pela boa exibição que prestou ao Benfica esta noite.

 

O FORA DE JOGO

SL Benfica x UD Vilafranquense
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Sparagna – O central não teve mesmo uma noite feliz no Estádio da Luz. Ficou muito mal na pintura em dois dos quatro golos do SL Benfica nesta partida. Más abordagens aos lances e alguma passividade por parte deste jogador acabaram por custar caro aos ribatejanos numa noite que, por si só, não se estava a adivinhar nada fácil.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O SL Benfica apresentou-se esta noite num 4-4-2 com uma postura assertiva e impetuosa. O que se destacou no jogo dos encarnados esta noite foi a facilidade com que se criou jogo no espaço interior. Para isso, Pizzi, Rafa e Pedrinho foram fundamentais para criar mais nessa zona. Gonçalo Ramos também foi protagonista nesta forma de jogar. Deu muita mobilidade também nessa zona central. Criou muitas dificuldades para as quais a equipa do Vilafranquense não estava a conseguir dar resposta. O jogo dos encarnados foi simples e descomplicado. Jogaram curto e de uma forma eficaz e com uma caraterística que muitas vezes tem faltado ao conjunto de Jorge Jesus: velocidade!

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Helton Leite (5)

Gilberto (6)

Gabriel (4)

Seferovic (7)

Pizzi (7)

Rafa (6)

Otamendi (5)

Jardel (5)

Pedrinho (8)

N. Tavares (8)

G. Ramos (8)

SUBS UTILIZADOS

Taarabt (6)

Darwin (6)

Everton Cebolinha (5)

Samaris (5)

Waldschmidt (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – UD VILAFRANQUENSE 

O UD Vilafranquense apresentou-se esta noite no Estádio da Luz num 5-4-1. Depois da má entrada nesta quarta eliminatória, eram evidentes as debilidades do conjunto de João Tralhão. Depois dos primeiros três golos, o técnico da equipa ribatejana tentou reforçar o setor recuado, onde colocou Jefferson como terceiro central. Uma tentaiva de reforçar e de dar resposta às movimentações de Seferovic e Gonçalo Ramos. Mas a verdade é que não chegou. O Benfica continuou com muita facilidade em criar espaços. Isto porque o meio-campo ribatejano também teve muito que se lhe diga. Ainda assim, nota para Tiago Martins e Vitor Bruno que conseguiram destoar um pouco desta exibição tremida da equipa de Vila Franca.

As entradas de Carlos Fortes e Leo Cordeiro, que aconteceram ao início da segunda parte, não mudaram nada no sistema tático do Vilafranquense. Os visitantes continuaram muito recuados, mas desta vez de uma forma muito mais compacta e organizada. Isto de forma a evitar, ao máximo, que o conjunto de Jorge Jesus dilatasse ainda mais a vantagem.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Tiago Martins (7)

Sparagna (2)

Diogo Coelho (3)

Izata (4)

Varela (5)

Jefferson (6)

Rodrigo (5)

Kady (5)

Rúben Gonçalves (6)

Vitor Bruno (7)

Marcos Vinicius (5)

SUBS UTILIZADOS

Leo Cordeiro (5)

Carlos Fortes (6)

André Claro (6)

Marco Grilo (-)

Timbó (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

SL Benfica 

Não foi possível colocar questões ao treinador do SL Benfica, Jorge Jesus.

UD Vilafranquense 

BnR: Queria perguntar-lhe sobre a facilidade do SL Benfica em construir, sobretudo através de espaços interiores. O que acha que falhou? 

João Tralhão: Nesse caso, dou mais mérito ao Benfica. Eles têm um jogo interior muito forte. Nós já sabíamos disso e vínhamos a contar com isso. Quando digo que o jogo interior deles é muito forte, não falo só da qualidade técnica. Eles têm um jogo muito intenso, com muitas combinações e nós tínhamos de ter velocidade, não só do ponto de vista das ações mas da decisão. Em alguns momentos não conseguimos fazê-lo. E por vezes não conseguimos fazê-lo. E foi isso que ditou o erro. Não vou estar aqui a apontar erros individuais porque a equipa foi brava. Acho que nos faltou foi capacidade de decisão.

Taça 1947 | Sporting CP 3-3 SL Benfica (2-3 GP): Águias vencem 1.ª edição

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A CRÓNICA: SL BENFICA APROVEITA FALHAS DEFENSIVAS

A primeira final da nova competição de Hóquei em Patins foi disputada entre os rivais da Segunda Circular, Sporting CP e SL Benfica. Ambas as equipas entraram muito equilibradas na partida, com o equilíbrio no número de oportunidades a dominar toda a primeira parte. No entanto, os leões conseguiram marcar ainda no primeiro tempo por Romero, com uma stickada de longa distância.

O segundo tempo foi mais animado. Os encarnados entraram mais pressionantes e aproveitarem o desnorte da defensiva leonina para chegarem facilmente à baliza de Girão. Contudo, foi mesmo o Sporting a alargar a vantagem. Ferran Font, em jogada inaugural, fez o segundo da partida para o Sporting, mas desenganem-se aqueles que pensavam que a tranquilidade iria chegar. O capitão do Benfica, Diogo Rafael, também numa iniciativa individual, reduziu para os encarnados, com a ajuda de um desvio do remate nos patins de Platero.

O Benfica continuava à procura do empate, com Girão, até de cabeça a solucionar os lances provocados pelos buracos na defesa dos leões. No entanto, é outra vez o Sporting contra a corrente do jogo a marcar. Font aproveitou o livre direto pela décima falta dos encarnados para fazer o 3-1, numa situação aparentemente bem estudada pelo hoquista espanhol, quanto aos movimentos de Pedro Henriques.

Os encarnados acabaram também por aproveitar as bolas paradas e conseguiram assim não só reduzir a desvantagem, como também igualar a partida. Nicolía, de grande penalidade, e Ordoñez, de livre direto pela décima falta do Sporting, acabaram por levar o jogo ao prolongamento.

No prolongamento, não houve lugar a golos, apenas duas oportunidades nos ferros, uma para cada lado. Já nos penaltis, os dois guarda-redes destacaram-se com apenas à quinta grande penalidade cobrada a ser concretizada. Três defesas para Pedro Henriques, duas para Girão e Nicolía cobrou o penalti decisivo.

O Benfica ganhou com mérito, apesar de nunca ter estado em vantagem no tempo regulamentar e no prolongamento. Os encarnados nunca desistiram e aproveitaram as falhas defensivas dos leões e ficam assim com a primeira Taça 1947.

 

A FIGURA

Diogo Rafael – O capitão dos encarnados deu o exemplo à equipa e marcou o primeiro para os encarnados, quando começava a parece que a baliza de Girão era inviolável. Foi um dos elementos que pautou o ritmo de jogo do Benfica e cumpriu ao concretizar a grande penalidade, no desempate final.

 

O FORA DE JOGO

Defesa do Sporting – Mesmo em vantagem, a defesa leonina mostrou-se sempre frágil no capítulo das marcações, com os jogadores do Benfica a chegarem facilmente a zona de finalização. Algo a melhorar na equipa de Paulo Freitas que já tinha revelado fragilidades.

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Os sportinguistas apresentaram um ataque dinâmico com a troca de bola constante. O 1×1 foi usado durante a segunda parte por jogadores como Romero, Verona ou Toni Perez, abrindo brechas na defensiva adversária.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Girão (8)

Verona (7)

 Romero (7)

Font (8)

João Souto (7)

SUBS UTILIZADOS

Zé Diogo Macedo (-)

Telmo Pinto (7)

 Pedro Gil (7)

Platero (7)

Toni Perez (8)

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O Benfica conseguiu através de uma gestão de posse, criar desequilíbrios na defesa leonina. No entanto, a defesa ficou muitas vezes expostas aos contra-ataques do Sporting. Valter Neves e Diogo Rafael tentaram fazer a ligação entre a defesa e o ataque.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Pedro Henriques (8)

Valter Neves (7)

Diogo Rafael (8)

Edu Lamas (6)

Ordoñez (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Marco Barros (-)

Vieirinha (7)

Nicolia (7)

Aragonès (6)

Gonçalo Pinto (7)

Foto de capa: SL Benfica

FC Porto 2-1 CD Tondela: Dupla-maravilha vale passagem na Taça

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A CRÓNICA:  MAREGA E TAREMI RESOLVEM NUM JOGO BEM MAIS CALMO QUE O ANTERIOR

Depois de um 4-3 neste mesmo estádio, no fim de semana passado, FC Porto e CD Tondela entraram em campo determinados a mexer novamente com os corações dos adeptos, desta vez num jogo a eliminar, da quarta eliminatória da Taça de Portugal.

Numa clara fotocópia do que havia sido a partida entre estas duas equipas na semana transata, o FC Porto entrou praticamente a vencer com um golo caricato de Mehdi Taremi. Corona isolou o iraniano que, em esforço tocou para a defesa de Trigueira e acabou por levar autenticamente com a bola no corpo e viu esta entrar na baliza beirã.

As tabelas constantes e movimentações nas costas da defesa do Tondela iam resultando, mas faltava eficácia no momento da decisão. Quem aproveitou foi mesmo o conjunto de Pako Ayestarán que transformou um canto defensivo em golo. Murillo arrancou e ultrapassou Manafá, no dois para um contra Corona, tocou em João Mendes, que desmarcou Mario Gonzalez para atirar para um golo provável que Diogo Costa negou e, na recarga, João Mendes atirou para uma baliza deserta. Estávamos ainda no décimo oitavo minuto de jogo.

Aos 24′, Marega respondeu para o FC Porto. O maliano tabelou com Otávio que, na linha, cruzou atrasado com conta, peso e medida para o avançado que, de primeira, devolveu a vantagem aos dragões. Entre perdidas portistas e alguns alertas beirões, veio o intervalo com muitos ajustes certamente a serem feitos em ambas as equipas.

A segunda parte foi de menor fulgor e trouxe até preocupações. Zaidu foi o homem em destaque no início do segundo tempo, com dois picos de velocidade tremendos, num deles a colocar Marega na cara do golo, mas com o maliano a desperdiçar frente a Trigueira. O lateral nigeriano teve de abandonar o terreno com dificuldades físicas aos 51′ e é, assim, uma dor de cabeça para Sérgio Conceição.

O jogo manteve-se morno, pacato, sem oportunidades em qualquer das balizas até aos 75′, quando o Tondela fez várias alterações e se lançou para a frente, com o objetivo de anular a desvantagem no marcador. As intenções foram as melhores do conjunto beirão, mas não sortiram efeito, já que o FC Porto se soube organizar defensivamente em quase todos os momentos. Nos que não soube, por exemplo, ao minuto 87′, em que Anne apareceu sozinho em frente a Diogo Costa para cabecear, o conjunto da beira alta não conseguiu aproveitar.

Luis Díaz ainda marcou para os dragões aos 88′, mas o golo foi invalidado por fora de jogo. O FC Porto segue, assim, em frente na Taça de Portugal, num jogo onde o destaque vai para a dupla Marega-Taremi, que não consegue parar de faturar.

A FIGURA

Fonte: FC Porto

Dupla de avançados do FC Porto – Taremi e Marega parecem estar a combinar bem e foram deles os dois golos que deram vantagem ao FC Porto.

O FORA DE JOGO

Fonte: FC Porto

Defensiva beirã – Mesmo com cinco defesas, o Tondela teve muita dificuldade em controlar a profundidade e a largura do ataque portista, sendo ultrapassados em constantes tabelas dos dragões.

ANÁLISE TÁTICA – FC Porto

O FC Porto apresentou-se em 4-4-2, à semelhança do que já tinha feito no primeiro jogo diante do Tondela. Os portistas procuraram explorar a largura e profundidade da defensiva beirã, principalmente através de tabelas entre os extremos e os avançados, com um avançado a tabelar e o outro, imediatamente, a desmarcar-se nas costas do defensor.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Diogo Costa (6)
Manafá (5)
Mbemba (6)
Diogo Leite (6)
Zaidu (6)
Corona (6)
Grujic (6)
Sérgio Oliveira (6)
Otávio (7)
Marega (7)
Taremi (7)

SUBS UTILIZADOS

Luis Díaz (6)
Romário Baró (5)
João Mário (5)
Toni Martínez (5)

ANÁLISE TÁTICA – CD Tondela

O CD Tondela manteve o 5-3-2 que assustou o FC Porto no jogo a contar para a Liga. Os beirões procuraram controlar os danos atrás e sair rápido, principalmente através de Murillo, para apanhar os dragões em contra-pé. Destaque ainda para mais um par de jogadas em que os defesas centrais subiram, com o recurso a tabelas, e chegaram a zonas de finalização.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Pedro Trigueira (6)
Bebeto (5)
Medioub (5)
Jota Gonçalves (5)
Enzo Martínez (5)
Khacef (5)
Jaquité (5)
João Mendes (6)
Jaume (6)
Murillo (6)
Mario González (6)

SUBS UTILIZADOS

Rafel Barbosa (6)
João Pedro (6)
Filipe Ferreira (6)
Anne (6)
Pedro Augusto (6)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Porto

Bola na Rede: Marega e Taremi voltaram a marcar, à semelhança do que já tinham feito na semana passada frente ao Tondela. Além dos golos, os dois juntos na frente dão-lhe mais soluções ofensivas?

Sérgio Conceição: É a dupla que escolhi para estes dois jogos, assim como tenho o Evanilson e o Toni Martinez. Os quatro avançados dão-me garantias.

CD Tondela

BnR: Apesar de marcar quatro golos no agregado destes dois jogos, sofreu seis. Pergunto-lhe que ilações defensivas há a tirar destes dois jogos?

Pako Ayestarán: Erros pontuais contra uma equipa que exige muito. O FC Porto é uma equipa que é capaz de criar muitas ocasiões em pouco tempo, de pôr muitos jogadores na grande área. Não houve erros coletivos, mas individuais. Foi mais pela exigência do rival do que por propriamente a equipa estar a defender mal.