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Os 5 melhores golos de Mathieu com a verde e branca

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Jérémy Mathieu foi um defesa central especial. Conhecido pelas suas qualidades defensivas, a verdade é que se destacava, sobretudo, pelas valências ofensivas que trazia à equipa. Além das suas enigmáticas arrancadas pelo corredor esquerdo (muitas delas ao minuto 90), o francês deixou-nos uma panóplia de golaços, para recordar com muita saudade.

Transmissões BnR: Liga Bielorrussa | Jornada 18

Liga da Bielorrússia está no Bola na Rede e aqui poderás encontrar a transmissão de todos os jogos da principal competição deste país.

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12 pontos nos clássicos como só Mourinho havia feito no FC Porto

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O campeão regressou. Regressou dois anos depois. Num final feliz de uma época tão atípica.
Uns falam em sorte, outros falam em culpa dos adversários, mas há um dado que tem de ser realçado: os 12 pontos conquistados diante dos principais rivais. Um registo que não se via desde a era do Mourinho. Diante do SL Benfica e do Sporting CP, o FC Porto saiu sempre vencedor, tanto a jogar em casa como a jogar fora. E talvez tenha sido isso o principal motivo desta conquista.

Em Alvalade já não vencia desde a década passada e diante do SL Benfica, no Dragão, conseguiu a vitória que foi o início desta recuperação histórica. O jogo em que os portistas podiam ter ficado a dez pontos, mas que encurtaram distância para quatro. O jogo que provavelmente decidiu o título. Ainda questionam o quão meritório é este feito, mas até se torna irreal a forma como desvalorizam a recuperação portista e os triunfos nos duelos de fogo.

Ontem, no jogo que podia decidir o título, o FC Porto apenas precisava de um ponto diante do Sporting CP, mas foi mais além e somou três, fruto da vitória por 2-0 conseguida na segunda parte. Aliás, até tem sido essa uma das curiosidades da equipa de Sérgio Conceição. Depois da quarentena, quase todos os golos dos portistas foram apenas marcados na segunda parte. Isso até pode ter sido motivado pela força anímica que advém do balneário e da união que muitos falam.

12 pontos nos clássicos como só Mourinho havia feito no FC Porto. os 12 pontos conquistados diante dos principais rivais. do Mourinho
Conceição alcançou recorde de Mourinho
Fonte: FC Porto

Ontem, os leões até entraram melhor e chegaram mesmo a assustar os portistas, mas a nova estrela dos dragões até fez esquecer ausências. O miúdo Fábio Vieira tem magia nos pés. Jogou e deu a jogar e ainda deu o primeiro sinal de campeão: um remate à trave. Os golos surgiram depois, com o capitão Danilo a abrir caminho e o contestado Marega a consolidar o triunfo.

O FC Porto venceu o Sporting CP e venceu bem. Sem margem para dúvidas. Tal como já tinha vencido anteriormente em Alvalade e tal como venceu os benfiquistas nos dois jogos. A temporada foi atípica, não há como negar, mas os portistas diante dos principais rivais foram sempre mais fortes. E no final de contas, também levou a melhor e somou o 29°. campeonato.

A festa está a ser feita, com mais ou menos contenção. Mas os jogadores, esses que foram duramente criticados durante a época, hoje são heróis. O treinador que até o lugar pôs à disposição este ano na derrota da Taça da Liga, mais uma vez, fez do FC Porto campeão, tal como os adeptos pedem consecutivamente.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Real Madrid CF 2-1 Villarreal CF: Décima vitória seguida e….grita-se “campeones” em Madrid

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A CRÓNICA: A REGULARIDADE IMPLACÁVEL

O Real Madrid CF entrou em campo para defrontar o Villarreal CF a saber que, mesmo perdendo, podia garantir os festejos do título espanhol, desde que o Barcelona não vencesse. Isso até aconteceu, mas a formação de Madrid empenhou-se em chegar à décima vitória consecutiva no pós-pandemia e, com isso, conquistar o 34.º campeonato espanhol da História.

Desde cedo se percebeu que seriam os merengues a tomar a iniciativa do jogo, perante um submarino amarelo com mais cautelas defensivas, mas sempre com o olho na baliza contrária. Numa primeira parte com oportunidades para Carvajal e Modric, seria mesmo Benzema a inaugurar o marcador à passagem da meia hora de jogo e a justificar a vantagem obtida.

O segundo tempo trouxe um ritmo de jogo mais calmo, mas nem por isso os blancos deixaram de procurar o segundo golo para dar uma maior tranquilidade à equipa de Zidane. E assim foi… Sergio Ramos fez de avançado, conquistou um penálti que se encarregou de converter, mas que seria repetido devido a um mau ensaio com Benzema. À segunda tentativa, foi o próprio Benzema a bisar. Já na reta final, e imediatamente após uma bola de Kroos à barra, apareceu o recém-entrado Iborra na área contrária a reduzir a desvantagem.

O Villarreal sufocou nos últimos minutos, ameaçou a baliza de Courtois por mais duas vezes e, na resposta, ainda houve tempo para um golo anulado a Asensio nos descontos. Minutos loucos! Sem ganhar um campeonato desde 2016/17, os adeptos do Real Madrid puderam finalmente gritar “campeones.

A FIGURA


Karim Benzema – Terceiro jogo seguido a marcar do ponta de lança francês! Benzema nem dispôs de grandes oportunidades para marcar na receção ao Villarreal, mas as poucas que teve conseguiu finalizar. E a verdade é que um ponta de lança também precisa disso: sentido oportuno e eficácia. Pode-se dizer que marcou os dois golos do título do Real.

O FORA DE JOGO


Primeira parte do Villarreal CF – Estando a equipa do Villarreal a lutar por manter o 5.º lugar (e com isso uma vaga na fase de grupos da Liga Europa) esperava-se que a estratégia para abordar o jogo fosse a de uma equipa mais atrevida. O que é certo é que a formação de Javier Calleja não quis correr riscos, fechou-se lá atrás e quase nem passou para o meio-campo adversário. Coletivamente, não funcionou. As mudanças ao intervalo foram a prova disso.

 ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID CF

Zidane mudou duas peças em relação ao onze que tinha derrotado o Granada. Sem mexer no setor defensivo, optou apenas por recuar Modric para a posição de Valverde e lançar Hazard e Rodrygo no apoio a Benzema, deixando Isco no banco. Num 4-3-3 mais vertical, a formação de Madrid fez questão de controlar o jogo a seu bel-prazer, nomeadamente no primeiro tempo em que não permitiu uma única aproximação perigosa do adversário. Tudo isso graças à excelente organização defensiva, ao envolvimento dos médios entre setores e à velocidade dos laterais patente em ambos os corredores. E assim se constrói uma equipa campeã…

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Thibaut Courtois (7)

Ferland Mendy (6)

Sergio Ramos (7)

Raphaël Varane (7)

Daniel Carvajal (8)

Toni Kroos (7)

Casemiro (6)

Luka Modric (8)

Eden Hazard (6)

Rodrygo (6)

Karim Benzema (9)

SUBS UTILIZADOS

 Marco Asensio (7)

Vinícius Júnior (6)

Federico Valverde (-)

Lucas Vázquez (-)

Isco (-)

 ANÁLISE TÁTICA – VILLARREAL CF

Já Javier Calleja acabou por mudar mais de metade da equipa que tinha jogado na jornada anterior, revolucionando todos os setores e fazendo a equipa alinhar num 4-2-3-1 – Morlanes e Zambo Anguissa atuaram como trincos numa tentativa de travar as investidas dos blancos pelo corredor central. Certo é que a equipa do leste de Espanha sentiu muitas dificuldades em ter bola para sair em transição, mesmo depois do golo de Benzema. Com as mexidas ao intervalo, o Villarreal até melhorou na circulação de bola e na saída para o ataque, mas apenas conseguiu reduzir a desvantagem.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Sergio Asenjo (7)

Xavier Quintilla (5)

Pau Torres (6)

Soufiane Chakla (4)

Mario Gaspar (6)

André Zambo Anguissa (6)

Moi Gómez (6)

Manuel Morlanes (6)

Rubén Peña (5)

Samuel Chukwueze (4)

Gerard Moreno (5)

SUBS UTILIZADOS

Bruno Soriano (6)

Javier Ontiveros (7)

Vicente Iborra (7)

Santi Cazorla (5)

Manu Trigueros (-)

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Universo Paralelo: E se Paulo Sérgio fosse treinador desde o inicio?

Após a retoma do campeonato, temos visto um Portimonense SC bastante diferente. Mas o que teria acontecido se Paulo Sérgio tivesse sido a primeira escolha dos responsáveis pelo emblema algarvio, aquando do início da época 2019/2020? Acompanhe-me, caro leitor, numa viagem a um universo paralelo no qual tal se verificou.

O trabalho de António Folha ficou aquém das expectativas dos dirigentes do Portimonense, pelo que, decidiram contratar um novo treinador. O escolhido foi Paulo Sérgio.

Assim que chegou ao clube algarvio, o mister das sobrancelhas rapadas impôs de imediato novas regras. Uma das principais foi a abolição dos golos mais vulgares. A partir daquele momento, apenas se aceitavam golos candidatos ao Prémio Puskas, ou então golos bastante caricatos. Alguns elementos do plantel, como Lucas Fernandes e Júnior Tavares acataram demasiado bem essa nova regra. O plantel tinha qualidade e estavam reunidas todas as condições para uma época positiva.

Início de época. O futebol praticado pelo Portimonense é de muita qualidade. Jackson Martinez apresenta-se em excelente forma física (recordo o caro leitor de que se trata claramente de um universo paralelo) e tem capitaneado brilhantemente a equipa. Em quase todos os jogos surgem golos de belo efeito, ou então golos caídos do céu, mas enfim, contam igualmente. No entanto, acabou por aparecer uma contrariedade que complicou bastante a boa época que o Portimonense estava a realizar.

No país vizinho, o colosso FC Barcelona estava a passar por muitas dificuldades. O futebol de Ernesto Valverde estava muito longe de agradar os adeptos e em todos os jogos acabava por haver uma coreografia que consistia na exibição de lenços brancos. O principal candidato a ocupar o cargo de Valverde era Quique Setién, nome também pouco apreciado pela massa associativa. Face ao descontentamento dos adeptos, os responsáveis do Barcelona viram-se obrigados a abrir os cordões à bola e a contratar um treinador que agradasse verdadeiramente a toda a gente no clube. Foi então que, no dia 1 de Dezembro de 2019, foi apresentado Paulo Sérgio como novo treinador do Barcelona. O excelente trabalho que estava a realizar no Portimonense fez com que Paulo Sérgio fosse um nome consensual entre plantel, dirigentes e adeptos do Barcelona.

Esta saída viria a trazer graves problemas para o clube de Portimão. Em primeiro lugar, a questão da sucessão. Não havia muitos treinadores disponíveis naquele momento para assumir o cargo. As opções que estavam a ser estudadas pela direção do Portimonense eram os míticos Toni Pereira, Filipe Moreira e Luís Campos, este último tinha a ambição de regressar à sua promissora carreira de treinador. Contudo, nenhum dos três aceitou ir treinar o Portimonense, pelo que tiveram de optar pelo treinador dos sub-23, Bruno Lopes, que não transmitia muita confiança.

Depois, a situação acabou por ficar ainda mais complicada para o conjunto algarvio. Quando Paulo Sérgio chegou ao Barcelona, acabou por constatar que o plantel não era suficiente para as ambições do clube catalão. Então, quando chegou o mercado de transferências, em Janeiro, o técnico natural de Estremoz exigiu as contratações de jogadores da sua confiança. Foi desta forma que Lucas Fernandes, Bruno Tabata, Dener e Hackman acabaram por assinar pelo Barcelona.

O Portimonense viu-se assim desfalcado sem alguns dos jogadores mais influentes e sem o treinador que estava a conduzir a equipa a uma excelente prestação na Primeira Liga. A partir desse momento, a equipa conquistou poucos pontos, e verificou-se uma queda abrupta na qualidade de jogo. Por vezes, observávamos o futebol do Portimonense e quase que parecia que os jogadores tinham vivido alguma pandemia ou algo do género, enfim, nem pareciam os mesmos.

Atualmente, ocupam o penúltimo lugar da Liga, estão, portanto, em zona de descida de divisão. Têm 27 pontos e estão a três do Tondela e do Vitória de Setúbal, os clubes com os quais estão a lutar pela manutenção, faltando apenas duas jornadas para acabar o campeonato.

Curioso que neste universo paralelo em que o caro leitor pôde constatar que a situação pontual do Portimonense é bastante semelhante à atual, sendo que o percurso até aí foi praticamente o inverso. Enfim, é o que acontece quando redatores inexperientes navegam por universos paralelos. Haja paciência!

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

«Sou portista e tive duas oportunidades de ir para lá» – Entrevista BnR com Elpídio Silva

Elpídio Pereira da Silva Filho. O pistoleiro. Ele é O “cara”. Atende-me com um olho no telemóvel e outro na televisão, no Tondela-FC Porto. Como disse? É isso mesmo, Silva confessa-se adepto dos dragões, clube que esteve perto de representar por duas vezes. Da passagem pelo SC Braga, recorda a gratidão a Vítor Oliveira e a “desfronta” com Manuel Cajuda. No Boavista, afirmou que iria ser campeão e todo o balneário se riu, incluindo o presidente João Loureiro, o que fez com que Silva o obrigasse a colocar uma cláusula especial no contrato. Da passagem pelo Sporting, recorda um clube grande mas mal gerido, a admiração por Fernando Santos e um golo muito especial no derby com o Benfica. É bola na rede e Silva faz: Bang! Bang!

– De Campina Grande para o mundo –

“Eu via muitos filmes de cowboys e disse para o Duda “Qualquer dia eu vou fazer igual”

Bola na Rede [BnR]: Alô Silva, tudo bem?

Elpídio Silva[ES]: Tudo! [Silva está com um olho no telemóvel e outro na televisão]

BnR: Dá-te jeito falar agora?

ESSim, sim. Estou só aqui a ver o FC Porto…

BnR: A sério?

ESSim. Eu sou portista.

BnR: Ai é?

ESEhehe sim.

BnR: Mas nunca jogaste no FC Porto.

ESÉ, foi o clube em que eu nunca joguei mas tive oportunidade duas vezes de ir para lá. Só que não consegui, não se fechou contrato. Mas era um clube em que eu gostava muito de ter jogado em Portugal.

BnR: Quando é que estiveste para ir para o FC Porto?

ESFoi no tempo do SC Braga.

BnR: Porque é que acabaste por não fechar contrato?

ESA primeira vez foi o Presidente do SC Braga que não me liberou no tempo. Acho que ele estava com medo dos adeptos. A segunda vez foi já na saída, estavam indecisos entre eu e Benni McCarthy e foram para ele.

BnR: O que é a tua ocupação hoje em dia?

ESTemos aqui um hotel, trabalhamos com festas de casamento e tenho também um projeto com campos de futebol que alugo.

BnR: Em Campina Grande?

ESNão, é uma cidadezinha que se chama Lagoa Seca. Fica a cinco quilómetros de Campina Grande.

BnR: Já não vens há quanto tempo a Portugal?

ESFui a Portugal em dezembro, passei aí uns 20 dias.

BnR: Para estar com o teu filho?

ESSim, também. Passámos o Natal. Já faz dois anos que ele não vem cá.

BnR: Qual foi o primeiro impacto quando chegaste cá em 1998?

ESCheguei a Portugal vindo de um futebol completamente diferente, o futebol japonês. Cheguei aí e estava há dois meses de férias no Brasil, estava muito fora de forma. Fui muito bem recebido em Braga pelo treinador Vítor Oliveira, a quem eu devo muita coisa. Até hoje agradeço-lhe tudo o que fez por mim, deixou-me muito à vontade desde que cheguei e por isso é que me adaptei muito mais rápido do que eu pensava. Deu-me muito tempo para perder o peso a mais.

BnR: Como é que uma pessoa de Campina Grande vai parar ao Japão?

ESCara, essa história… Eu tenho muita vontade de um dia lançar um livro ehehe. Foi uma coisa de repente, mesmo. Eu estava muito bem no Atlético Mineiro e o empresário disse assim “Tu gostarias de jogar no Japão? Vais ganhar 10 vezes mais do que ganhas aqui.”

BnR: E tu?

ESAí eu virei-me para ele e disse “Onde é que está o contrato para assinar?”.

BnR: Ehehe

ESCheguei ao Japão sem noção nenhuma. Estava frio lá na altura em que eu fui. Lembro-me que fui com camisa de seda e quando cheguei lá eu via a galera a sair do avião toda encasacada. Quando eu saí do avião levei aquela pancada de vento frio… Cara, na sexta-feira eu adoeci. Eu quando cheguei lá fiquei em casa do Edilson Capeta, o Capetinha.

BnR: Craque da canarinha.

ESÉ. E jogou no Benfica também. Eu fiquei com ele duas semanas e apanhei catapora, aí em Portugal diz-se varicela. Fui internado lá no Japão e passei 14 dias em isolamento total, perdi 12 quilos. É um país que eu até hoje falo muito bem porque tem uma educação, é um país de primeiro mundo, adoro o Japão.

BnR: Quando decidiste começar a festejar os golos como pistoleiro, tinhas ideia que ia ficar para sempre como a tua imagem de marca?

ES[Silva ri-se com gosto] Não, por acaso foi uma brincadeira, eu sempre gostei daqueles filmes dos cowboys. Eu brincava muito com o Duda, tinha uma grande amizade com ele, e quando íamos para a concentração eu via muitos filmes de cowboys. E eu disse para o Duda “Qualquer dia eu vou fazer igual”. Por incrível que pareça, foi logo no primeiro jogo do campeonato, contra o Beira-Mar. Eu fiz o golo e comemorei como pistoleiro. E a galera gostou, porque quando eu atirava todo o mundo caía. Sinceramente não esperava que ficasse para sempre e para mim é um orgulho quando as pessoas vêm ter comigo e me dizem “Pistoleiro”, com carinho.

BnR: Lembras-te do teu primeiro golo em Portugal? Dou-te uma ajuda, também foi contra o Beira-Mar

ESÉ, no Braga também marquei contra o Beira-Mar, no primeiro jogo. Os clubes a quem eu fiz mais golos em Portugal foram o Beira-Mar e Santa Clara. E o guarda-redes a quem eu fiz mais golos foi o Jorge Silva.

BnR: Repito: Lembras-te do teu primeiro golo em Portugal?

ESLembro, sim. Eu concentrava-me muito nas primeiras oportunidades no jogo. Só para você ver, eu era um jogador que não rematava muito mas quando rematava era sempre com perigo, com eficácia. Eu falo sempre para o meu filho também “Quando você joga, tem de estar sempre concentrado nas primeiras oportunidades. Porque às vezes a gente não tem mais oportunidades.” Não sei se você já viu alguns golos dele…

BnR: Sim, quando estava a fazer a pesquisa para a entrevista.

ES[Silva alonga-se na reação] Ehhhh, ele sabe fazer golo.

BnR: Filho de peixe sabe nadar.

ESSinceramente, a gente colocou ele aí mas não foi com intenção de ser jogador de futebol. Queremos que ele estude mas ele está a conciliar o futebol com os estudos. Vamos ver se ele aparece mais para a frente.

BnR: Um antigo colega teu contou-me que não gostavas nada dos treinos físicos do Manuel Cajuda. Nem de treinar de pitons de alumínio, porque o mister Cajuda obrigava a subir as bancadas do 1º de Maio.

ESÉ verdade, é verdade. Não é que eu não gostasse do trabalho do Manuel Cajuda mas tinha uns treinos que não tinha nada a ver com o futebol. Nada.

BnR: Então?

ESÀs vezes fazíamos uns treinos ao pé de Braga que era… sem noção. Ele era uma pessoa do tempo mais antigo e nós fazíamos, mas acho que 90% dos jogadores não gostava do trabalho dele. Eu não gostava nada de treinar com pitons de alumínio porque nos deixava muito pesados e nos desgastava muito. Já no Boavista praticamente era obrigatório treinar com esses pitons também. Eu “briguei” muito ainda com Jaime Pacheco, briguei entre aspas, eu pedia-lhe “Vamos jogar com chuteira mista”. Mas ele na cabeça dele era jogar e treinar assim. Deu certo no primeiro ano e na cabeça dele tinha que dar certo sempre.

BnR: Como é que era carregar o Idalécio às costas nas dunas de Ofir?

ESEhehe. Eu falo muito com o Idalécio nas redes sociais. Ele também era um dos que dizia “Cara, tem treinamentos aqui que não tem nada a ver com futebol”. No meu tempo no Braga eu pesava uns 83/84kg, o Idalécio pesava 102kg!

BnR: “Só” mais 20 quilos…

ESÉ, e era eu a carregar o Idalécio e ele a carregar-me a mim nos exercícios físicos. Há coisas na vida que nós temos que sofrer para ter sucesso lá na frente. Eu passei uns tempos com o Manuel Cajuda que não gostei e levo até hoje com uma “desfronta” comigo e com o Presidente do SC Braga. Na altura foi um dos motivos por que eu pedi para sair do Braga.

BnR: O que se passou exatamente?

ESEu estava com uma pubalgia, passei um tempão doente aí no SC Braga. O pessoal achava que eu estava brincando, a querer fazer tudo para sair do Braga mas não foi isso que se passou. Eu sei o que eu passei, fui a Espanha fazer o meu trabalho de recuperação com uma infiltração na região do púbis. Eu passei… foi na altura em que eu conheci a minha esposa, na altura minha namorada, e ela viu o sofrimento que eu tinha. Não desejo a ninguém, não se vê a lesão mas você sente. É muito difícil a recuperação desta lesão. E pronto, eu não aceitei o que ele fez comigo e aí já fiz de tudo para ir embora.

Quem tramou Roger Rabb… Bruno Lage?

2020 está do avesso. O que tomávamos por certo viu-se substituído pelo seu completo oposto. O futebol, que muitos tomam como um problema, mas que, na verdade, não passa de um sintoma dos grandes problemas do Mundo, não tem sido exceção. Um dos casos mais recentes e mais polémicos prende-se com a possibilidade de alguns dos mais consagrados jogadores do SL Benfica terem “feito a cama” a Bruno Lage.

Incrível, não é? Alguma vez eu pensei que em 2020 as pessoas seriam criticadas por fazerem a cama? Nunca! Andei eu a “levar nas orelhas” tantos anos por não fazer a cama e, neste ano que nunca mais acaba, é o preciso oposto que se revela um problema… Enfim, “só” faltam 168 dias para 2021…

Mas terá sido? Terão futebolistas dos encarnados “feito a cama” ao treinador setubalense? Não me parece, por um simples motivo: neste momento, não existem no SL Benfica quaisquer futebolistas. Coloquemos, então, a questão de outra forma, por exemplo, a negrito: terão membros do plantel das águias “feito a cama” ao seu próprio líder?

Estando de fora, posso apenas especular e extrair conclusões das minhas especulações. A minha resposta revestir-se-á, assim, inevitável e invariavelmente, de uma muito relativa e relativizada correção.

No entanto, como já percebi que no lamaçal desportivo e comunicacional que no futebol português não há espaço para “correções”, vou arriscar e dizer que me pareceu notória a falta de empenho, compromisso e entrega – para não falar da gritante e repentina falta de qualidade.

É certo que são várias as possíveis explicações para que tudo tenha mudado em fevereiro deste maníaco ano, sobretudo após a partida frente ao FC Porto. Mas é também certo que uma dessas possíveis explicações é que a inusitada falta de compromisso tenha sido consciente e concertada, com o intuito único de originar uma mudança no comando técnico.

Visto de fora, afigurou-se-me sempre ser isto o sucedido. Não obstante, podemos formular outras teorias. Por exemplo, é possível que Bruno Lage não tenha sabido lidar com a importante vertente psicológica do plantel, nas suas individualidades e na sua coletividade. Nesse cenário, não é de estranhar que o técnico tenha “perdido” o plantel após a derrota no Estádio do Dragão.

A derrota no Dragão marcou o ponto de viragem no campeonato e na postura e atitude do plantel benfiquista
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Claramente algo mudou após essa partida. O sequente empate em Vila Nova de Famalicão (ainda que tenha dado acesso à final da prova-rainha) e a sequente derrota em casa frente ao SC Braga não ajudaram, mas à entrada para essas partidas já era relativamente claro que o chip de alguns jogadores tinha sofrido um curto-circuito.

Consciente ou inconscientemente, de forma isolada ou concertada, a verdade é que de então para cá a postura de vários jogadores foi imprópria de um profissional digno dessa designação, com especial incidência naqueles que deveriam ser um exemplo, em particular Pizzi, Rafa, André Almeida ou mesmo Rúben Dias, que se esperava poder ter sido uma voz de comando.

A camisola que envergam e o símbolo que carregam obrigam a que haja capacidade para dar a volta às situações mais difíceis e dolorosas. Posso até estar a ser injusto – pelo que, a confirmar-se, me penitencio -, mas não vi, em momento algum, sinais claros de haver vontade para dar a volta à série negra que o clube viveu durante meses (e que ainda não conheceu um fim cabal…).

Poderá ter sido incompetência e/ou incapacidade de Bruno Lage? Poderá. Apenas? Não creio. Algo mais esteve na base da referida falta de vontade demonstrada por vários jogadores e que se refletiu no coletivo. E acredito, como acreditei em todos os momentos durante esta negra fase dos encarnados, que na base da mudança (para pior) de atitude do plantel esteve uma vontade enorme de, precisamente, mudança.

E, quiçá, essa vontade encontrava justificação. Quiçá, Bruno Lage havia, de facto, perdido a lealdade do plantel que liderava. Todavia, há algo que, a confirmar-se este cenário (se é que alguma vez vamos saber ao certo o que se passou no seio da equipa durante estes meses), é injustificável e inadmissível: os jogadores deveriam ter a consciência de que acima de Bruno Lage, acima deles mesmos, está o SL Benfica e é seu dever, se não de outra índole, no mínimo profissional, respeitar a instituição que representam.

Por último, refiro algo que creio ser importante. Apesar de o holofote da culpa incidir em três ou quatro elementos em particular (como foi o caso no presente artigo), todo o grupo tem culpas no cartório, incluindo elementos que encontraram, mesmo nesta fase negra, uma sistemática e acérrima defesa dos adeptos.

Para cimentar o exposto acima – e para terminar -, segue uma citação de David Simão, retirada da entrevista dada ao Bola na Rede pelo médio formado no SL Benfica, em referência abstrata a vários jogadores e em referência concreta, calculo, a Samaris (ainda que David Simão se tenha recusado a apontar nomes):

O Bruno Lage, quando estava a perder, metia três avançados e eu dizia “Não faz sentido”, sou livre; não posso é dizer que o Bruno Lage não percebe nada e tem de ser despedido. Nós não estamos lá, não sabemos como foi a semana de trabalho. Toda a gente fala de um jogador em específico no Benfica: por que é que não joga, desapareceu e não sei quê; nós não sabemos se é bom elemento de grupo, se destrói um balneário… há jogadores, os denominados puxa-saco, que sabem exatamente como viver dentro do futebol. Isto num grupo (…) nós percebemos, mas para fora, quem vê umas imagens de meia hora, pensa assim “Aquele, que fica chateado quando a equipa perde, não joga” e aquilo é uma máscara, porque quando não há câmaras, aquele jogador não é nada disso: entra a rir quando a equipa perde e de cara fechada quando a equipa ganha.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

5 jogadores que passaram por Real Madrid CF e Villarreal CF

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O intercâmbio de jogadores entre Real Madrid CF e Villarreal CF conta com vários nomes que foram importantes em ambos os clubes, tendo esta partilha de atletas sido intensificada no atual século. Com Alphonse Aréola, do lado dos “Blancos”, e Raúl Albiol, do lado do “Submarino Amarelo”, a serem dois jogadores dos atuais plantéis que já vestiram ambas as camisolas, há também que destacar Javier Calleja, atual treinador do emblema da costa este espanhola, que representou, enquanto jogador, os dois clubes.

SERÁ HOJE A FESTA DO TÍTULO DO REAL MADRID? PELA FRENTE, UMA DAS REVELAÇÕES DA PROVA. SERÁ QUE OS MERENGUES VENCEM? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Na lista que se segue estão elencados cinco futebolistas que atuaram nas duas equipas, sempre com mais preponderância numa do que noutra formação.

Sem público, mas com modalidades

Em comunicado conjunto, as federações de andebol, basquetebol, futsal, patinagem e voleibol confirmaram que o dia 22 de Agosto é a data de arranque das competições principais das modalidades, no escalão sénior. As provas estão previstas para ter início nessa data, apesar de carecerem de aprovação e publicação por parte do Conselho de Ministros.

A atual fase de treinos é marcada pela partilha da bola, se garantida a constante limpeza e desinfeção da mesma, e se garantida a distância de três metros entre participantes. A partir do dia 1 de Agosto, os treinos para o escalão sénior passarão a ser realizadas sem qualquer tipo de restrição, ao contrário dos escalões de formação que permanecerão condicionados. Estas medidas serão publicadas, posteriormente, numa nova atualização à Orientação nº 030/2020 da Direção Geral de Saúde.

As regras aplicadas às modalidades serão as mesmas que são atualmente aplicadas ao futebol, quer nacional quer internacional. O regresso destes encontros fica marcado, de forma óbvia, pelo fator mais marcante imposto pela pandemia, os pavilhões vazios de público. O vibrar e o apoio vindo das bancadas não se fará sentir ao longo dos jogos e esse é um fator predominante na realização dos jogos e mesmo no vivenciar dos mesmos.

Tal como no futebol, o público dá vida ao decorrer dos jogos das modalidades. Como exemplo disso, mencionam-se os adeptos do Óquei Clube de Barcelos, no hóquei, que tornam os jogos da equipa barcelense um verdadeiro “caldeirão” e um autêntico espetáculo, como este deve ser vivido. No basquetebol, os adeptos da União Desportiva Oliveirense fazem toda a diferença nos encontros da equipa frente a todo e qualquer adversário. E, mesmo no andebol, os adeptos da Associação Atlética de Águas Santas, em que não só os habitantes maiatos como os jovens da formação do clube, se juntam para motivar a equipa em qualquer desafio.

A presença do público faz a diferença e isso é notório. São os adeptos que, da bancada, conseguem elevar o estado de espírito das equipas, independentemente do resultado que estas tiverem de enfrentar ao longo dos seus encontros.

Espera-se que, com o tempo e consoante a evolução da pandemia a nível nacional, se possa sentir a emoção vinda das bancadas porque também isso faz parte, e é crucial, em qualquer encontro.

Foto de Capa: FPF

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

FC Porto 2-0 Sporting CP: E é no Dragão que mora o campeão

O jogo mais esperado da semana, que opôs o FC Porto ao Sporting CP, realizou-se no Estádio do Dragão. Por um lado, esta partida para os dragões tinha um peso especial, já que podia marcar a conquista do 29.º campeonato para os portistas, por outro lado para os leoninos também tinha um cunho diferente, visto que já era curiosidade de muitos ver como os verdes e brancos se comportavam num desafio com outra exigência.

Ambas as formações entraram no terreno de jogo com o intuito de impor o seu ritmo e a sua dinâmica, pelo que assistimos a um início de partida bastante entretido. Sinal disso foi logo a primeira ameaça por Sporar, que acabou por ser anulado. No entanto, o FC Porto não se deixou acanhar e também quis mostrar o porquê de liderar a liga e, por isso, através de Luís Diaz, teve uma grande oportunidade nos seus pés, após uma excelente jogada de laboratório. Por conseguinte, num jogo caraterizado pelo equilíbrio, os pupilos de Sérgio Conceição conquistaram alguma superioridade no encontro, motivo pelo qual Otávio provocou a atenção de Max. Porém, a equipa leonina reagiu e tentou assustar o FC Porto, primeiro através de um canto e depois pela marcação de um livre direto, ambos por Jovane, quem mais?

A segunda parte começou com o ritmo elevado, outra vez, mas com menos oportunidades de golo. Num jogo que estava a ficar um pouco entediante, foi Fábio Vieira que o fez despertar novamente com um remate certeiro na barra da baliza do Sporting CP. No minuto a seguir, Danilo inaugura o marcador a favor dos homens da casa, através de um golpe de cabeça, somando o seu segundo tento no campeonato.

Apesar do golo sofrido, os “meninos” de Ruben Amorim não consentiram a desvantagem e foram à procura do empate, facto que levou Sérgio Conceição a mostrar o seu desagrado. O “timoneiro” do emblema da invicta pedia mais posse e mais controlo e por isso não demorou a colocar em campo “Vitinha”, para dar uma maior qualidade à gestão da bola. A substituição parece ter surtido o efeito pretendido, algo que desagradou o técnico do Sporting CP, que não perdeu tempo a fazer uma dupla substituição com Joelson e Tiago Tomás, com o intuito de agitar um pouco a partida.

Tal como Sérgio Conceição, Ruben Amorim também conseguiu espelhar para o relvado o seu pensamento, uma vez que a sua equipa encarou os últimos minutos com uma outra frescura, muito devido ao irrequieto Joelson, que fez com que os dragões recorressem ao banco, nomeadamente a Diogo Leite e a João Mário para estancar um pouco o atrevimento do Sporting CP. Por fim, foi o FC Porto a dilatar o resultado por Marega, que assim fechou as contas do jogo.

A FIGURA
Fonte: FC Porto

Fábio Vieira – Cada minuto somado por parte do jovem médio é só mais uma certeza do seu talento e do futuro promissor que o faz esperar no mundo do futebol. Dono de um pé esquerdo predestinado, o internacional jovem por Portugal sabe como gerir os ritmos da partida e o momento exato em que tem de libertar a bola. Além disso, não descura no momento defensivo, pressionando sempre os seus adversários na saída de bola e apoiando devidamente o lateral do seu corredor. Sem dúvida nenhuma que tem sido um dos jogadores mais do FC Porto nesta retoma.

O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Stefan Ristovski – O lateral macedónio até deu boas indicações aquando da sua contratação, mas época após época não se tem conseguido afirmar na ala direita leonina. Aliás, ultimamente até se tem destacado mais pelas suas debilidades do que propriamente pelas suas qualidades. De facto, é uma das posições que os dirigentes leoninos tentarão encontrar uma alternativa mais válida para o esquema tático de Ruben Amorim.

Análise Tática – FC Porto

Devido às suspensões resultantes da partida com o CD Tondela, Sérgio Conceição foi obrigado a mexer na estrutura que tinha vindo a apresentar nas últimas partidas, desta forma há que destacar as titularidades de Loum, Danilo, Luís Díaz e Fábio Vieira. Algo que não abalou a raça e a vontade de ganhar dos azuis e brancos, que entraram de uma forma personalizada sempre à procura do golo que desse uma outra tranquilidade. De realçar a dupla a meio campo que soube muito bem controlar o confronto no miolo com os seus opositores, algo que permitiu sempre ter a equipa dos leões controlada. Sempre seguros no momento defensivo, como o habitual, hoje parece ter aparecido um novo FC Porto a atacar, ou seja, com uma maior tranquilidade e criatividade, algo que nem sempre foi visto esta época. Isto é, o campeonato foi consagrado numa vitória à campeão.

11 Inicial e Pontuações:

Marchesín (7)

Manafá (7)

Mbemba (8)

Pepe (7)

Alex Telles (7)

Danilo (7)

Loum (7)

Fábio Vieira (8)

Otávio (8)

Luís Díaz (7)

Marega (7)

SUBS UTILIZADOS:

Vitinha (7)

João Mário ()

Diogo Leite ()

Romário Baró ()

Análise Tática – Sporting CP

Ruben Amorim avisou na antevisão que a sua equipa iria tentar ao máximo dificultar o objetivo do FC Porto e a entrada em campo mostrou bem isso, ou seja, a formação leonina entrou no relvado sem querer apenas remeter-se ao momento defensivo e realizaram alguns momentos de bom futebol. Porém, notou-se ainda alguma imaturidade e precipitação na definição de alguns lances, assim como foi evidente a falta de acompanhamento dada a Sporar, que pouco conseguiu fazer contra uma defesa eficaz dos dragões. Destaque para a boa entrada de Joelson, que promete ser um caso sério, assim como a equipa verde e branca, que apesar de não estar no ponto promete uma outro luta para a próxima época.

11 Inicial e Pontuações

Max (6)

Eduardo Quaresma (7)

Coates (7)

Borja (7)

Ristovski (6)

Wendel (7)

Matheus (6)

Nuno Mendes (7)

Plata (6)

Jovane (7)

Sporar (6)

SUBS UTILIZADOS:

Francisco Geraldes (6)

Camacho ()

Tiago Tomás ()

Joelson (7)

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão