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Formação, desinformação e manipulação

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Esta semana o centro de estágio do nosso rival, Sport Lisboa e Benfica, fez dez anos. Um feito de louvar, sem dúvida, mesmo para um sportinguista, afinal este tipo de infraestruturas só representa a evolução que o futebol nacional tem apresentado nos últimos anos. Evolução essa que eventualmente levou a Seleção de todos nós a conquistar um campeonato da Europa, depois de nas últimas edições das grandes competições ao nível das selecções, ter sido presença constante, atingindo muitas vezes fases avançadas das mesmas.

E por aqui posso começar. Qual foi o real contributo do Seixal para esta conquista? Em números concretos, um jogador, um único e mero atleta que havia aparecido uns meses antes na principal equipa do clube da Luz, tendo sido então “endeusado” e absolutamente hipervalorizado pela parcial imprensa portuguesa. Eventualmente, Bernardo Silva terá tido também contributo para a conquista que em cima referi, mas apenas na fase de apuramento. Neste caso a contribuição da Academia de Alcochete, prendeu-se em dez jogadores, sendo que quatro dos mesmos pertenciam ainda na altura aos quadros da equipa principal do Sporting Clube de Portugal…

Uns meses antes foi galardoada a Caixa Futebol Campus com o prémio de “Melhor Academia do Ano”… Mas quais foram os fundamentos para a atribuição de tal prémio? Penso que ninguém sabe, a mim parece-me claramente uma excelente medida de Marketing, executada com mestria devo dizer…
Ora vejamos, Jorge Mendes é claramente o maior parceiro de negócios do SL Benfica. Há cerca de cinco anos o mesmo, foi galardoado na mesma gala como o melhor agente do ano. Quem seriam eventualmente os maiores interessados neste prémio? O clube e o agente, claramente. Ora, valorização da marca, valorização dos activos… Tudo “claro” e à vista de todos.

Perguntar-se-ão o porque desta minha reflexão… Parece-me clara a resposta meus caros: a melhor escola de formação de futebol do pais foi e é a Academia de Alcochete e pertence ao Sporting Clube de Portugal. Não pode existir qualquer tipo de dúvida em relação a este facto! E não se trata apenas da infraestrutura, trata-se de muito mais que isso, pois os melhores jogadores portugueses, de uma forma geral, já há muito que têm saído da formação de Alvalade.

Como é que se pode reclamar a qualidade de uma escola de formação gritando a mesma aos sete ventos, quando a equipa B, recheada de supostos talentos do tão maravilhoso e único centro de formação, só não desce de divisão por uma questão estranha resolvida na secretaria? Curioso, não é?

FC Porto vence Supertaça em jogo de loucos (13-7)

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Cabeçalho modalidadesA temporada 2016/2017 teve o seu início com a 35.ª edição da Supertaça António Livramento, que colocou frente-a-frente o Benfica, atual bicampeão nacional e campeão europeu, e o Porto, vencedor da taça de Portugal.

Num jogo que se perspetivava bastante equilibrado, o Porto conseguiu abrir o ativo logo aos sete segundos de jogo. Da bola de saída do Benfica resultou um contra-ataque dos azuis e brancos, que deixou Gonçalo Alves isolado perante Traball e lhe permitiu fazer o primeiro golo do encontro.

O Benfica não tinha entrado bem no jogo e o Porto ia aproveitando. Logo a seguir ao primeiro golo, surgiram de rajada o segundo e o terceiro, com assinatura de Gonçalo Alves, na marcação de uma grande penalidade, e de Hélder Nunes, respetivamente. Com os campeões nacionais a perderem por 3-0, Pedro Nunes pediu o time out a que tem direito, e deu resultados imediatos. Na retoma de jogo, Diogo Rafael serviu João Rodrigues, que reduziu para 3-1.

Com o Benfica a marcar, o jogo manteve um ritmo elevado, mas passou a ser mais equilibrado. No entanto, continuavam a pertencer ao Porto as melhores oportunidades.

O Porto controlava as operações e voltou a marcar a sete minutos do intervalo. Novamente de bola parada, desta vez um livre-direto, Hélder Nunes fez o quarto dos portistas. Três minutos depois, Rafa descobre Vítor Hugo no interior da área encarnada, que faz o 5-1, para os comandados de Guillem Cabestany. No mesmo minuto, o Benfica beneficiou de uma grande penalidade, que Jordi Adroher não conseguiu concretizar, mas, no decorrer do lance, Miguel Rocha conseguiu reduzir o marcador para 5-2.

As reações do Benfica eram bastante ténues e pouco ou nada afetavam o Porto, que, até ao intervalo, ainda marcou por mais duas vezes. O sexto golo contou com selo de Rafa, num lance onde o mau posicionamento de Guillem Traball acabou por ser decisivo. Por sua vez, o sétimo e último golo do Porto antes do intervalo surgiu através de um contra-ataque de três para dois, finalizado por Reinaldo Garcia.

GD Chaves 0-2 SL Benfica: Mitroglou salva mediocridade encarnada

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Regresso do tricampeão nacional a Chaves, terreno sempre complicado, quase 20 anos depois da última aparição do Desportivo local na primeira liga portuguesa. Mudaram os intervenientes entretanto mas a dificuldade de jogar em Trás-os-Montes confirmou-se que ainda é o que era. Surpreendeu a troca de Júlio César – realizara excelente exibição frente ao Braga – por Éderson mas compreende-se pela proximidade do jogo com o Nápoles e com a necessidade de o número 1 encarnado “aquecer” os motores.

Vendeu bem cara a derrota a equipa de Jorge Simão. Toda a primeira parte foi um autêntico acumular de erros de posicionamento, desconcentrações defensivas e passes básicos falhados por parte do Benfica. A entrada no jogo foi feita completamente a dormir e o Chaves, bem, aproveitava para criar várias dificuldades junto da baliza de Éderson. Do lado dos encarnados, a desinspiração estendia-se a toda a equipa e raras foram os lances de perigo criados por Mitroglou, Salvio – deplorável exibição -, Pizzi e Gonçalo Guedes. Mais atrás, Fejsa também não esteve nos seus dias e André Horta também não fez melhor. Perante este cenário, o nulo ao intervalo era um mal menor face às várias situações de golo de que o Chaves dispôs, com bolas aos ferros pelo meio. Ainda no primeiro tempo, Mitroglou fez o gosto ao pé mas, sem sabermos bem como, o assistente de Tiago Martins viu o grego em posição de fora-de-jogo.

Pizzi vai somando golos e assistências mas o seu lugar é na direita... Fonte: SL Benfica
Pizzi vai somando golos e assistências mas o seu lugar é na direita…
Fonte: SL Benfica

O intervalo fez bem a Rui Vitória e aos jogadores. Nos segundos 45 minutos, mesmo que a criatividade ofensiva não aparecesse a não ser por iniciativas individuais, o Benfica conseguiu, finalmente, ter o controlo do jogo, até porque a equipa local já não apresentava disponibilidade física para realizar semelhante pressão no portador da bola como fizera na primeira metade. Contudo, não se percebia muito bem como é que o Benfica iria furar a bem montada defensiva flaviense. O relógio arrastou-se até perto do minuto 70 quando Pizzi cavou um livre à entrada da área. Grimaldo tratou de colocar a bola em cruzamento-remate na cabeça de Mitroglou e finalmente o tricampeão chegava ao golo. Com tão fraca exibição, o mais difícil estava feito e o 3.º golo do grego no campeonato valia ouro. Até final, o Chaves ainda espreitou, aqui e ali, o empate – nomeadamente através de Vukcevic, ex-Sporting – mas Pizzi acabaria por fechar o resultado ao minuto 85, aproveitando o ressalto da bola em Celis após mais um livre do espanhol Grimaldo.

Os 3 pontos acabam por ser o melhor que o Benfica consegue tirar deste jogo. O regresso de Jonas e a saída de Salvio da equipa – Carrillo já merece uma oportunidade – são essenciais para que a equipa consiga estabilizar e começar a apresentar qualidade proporcional ao extraordinário plantel de que Rui Vitória dispõe. No entanto, é de valorizar que Vitória consiga, perante tantas adversidades, ir ganhando. E se ganha a jogar mal e com vários jogadores importantes indisponíveis… o futuro só poderá ser melhor.

Kevin Durant: desta vez não te percebo…

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Kevin Durant deu na terça-feira uma entrevista ao Any Given Wednesday onde falou da sua nova equipa, do impacto que a sua transferência teve em toda liga, da sua relação com o antigo companheiro Russel Westbrook e das fortes reações dos adeptos:

“When [people] called me weak, I think I’m the total opposite. There are plenty of times I could have quit in this whole lifestyle I’m in. There’s plenty of times when I lost I could have just said that’s it for me, let me move on… how I’m I weak if I’m at the top, elite level of my profession? I just chose to play for a different team. Nobody cares about what I want as a person. It’s all about what I can do on the basketball court. They don’t care if I like going fishing on Tuesdays or like taking pictures on the street. Nobody cares as long as I can shoot that ball into the hoop. Why should I care what they think if they don’t really care about me as a whole?”

Meu caro Kevin, é verdade: achamos-te fraco. Para bem da verdade, o que te achamos é mariquinhas. Não pode ser de outra forma, e era melhor que te fosses habituando a essa ideia. Este tipo de declarações não te devolverá o carinho de nenhum adepto, e só inflamará ainda mais as vozes que te atacam.

Já ninguém se lembra do MVP a chorar e a agradecer à mamã. Deixaste de ser o menino bonito e bem comportado que não gosta de dar vistas e de quem toda a gente gostava. Agora está meio mundo à espera que falhes, e a tua miséria será a fortuna de muitos. A equipa que jogar contra ti será das mais apoiadas de sempre. Tens um alvo nas costas, e todos te vão querer mandar a baixo.

A mudança de equipa ainda vai fazer correr muita tinta Fonte: berkcommunications
A mudança de equipa ainda vai fazer correr muita tinta
Fonte: berkcommunications

 

E não te enganes: sim, és um atleta de elite, dos melhores no teu desporto e, para a maioria das pessoas, é apenas isso que interessa. Não querem saber dos teus hábitos pessoais, do que fazes no teu tempo livre ou do que quer que seja da tua vida pessoal. E não é por isso que deixas de ser fraco. Consideram-te agora fraco porque, sendo que és um dos melhores, desististe de assumir esse papel.

E vai-te preparando para as comparações e análises onde estarás sempre em desvantagem. Vão comparar o teu desempenho ao do Curry – dentro da tua própria equipa – para justificarem que não consegues ser a estrela da companhia. Vão comparar os números dos GSW para dizerem que não acrescentas melhorias significativas a uma equipa que no ano passado fez história. Vão-te comparar ao Westbrook dizendo que ele é o verdadeiro líder de OKC, e que sem ti se manteve fiel a um objetivo. Vão ser duros e implacáveis contigo, e isso vai durar pelo menos a época inteira. E só tens uma forma de sair por cima disto tudo: aguentando em silêncio até ao fim.

O que fazer? Fácil: vestir a máscara de vilão e assumir o papel do menino mau da liga. É o único caminho. Não podes deambular entre a ingenuidade de quem não percebe os adeptos, que agora te irão vaiar, e o maior “bitch move” que a NBA já viu. Já deverias saber que era este o caminho. Tens de ser mau, tens de ser rijo e desafiador. Ganhar sem sorrisos, dominar sem misericórdia. No fim, se fores bem sucedido, muitos te continuarão a achar mariquinhas; mas o precioso anel ninguém te tira.

A revolução Guardiola

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Não passa despercebido a ninguém no mundo do futebol o fantástico inicio de temporada que o Manchester City está a obter, sob o comando de Pep Guardiola. Depois de o treinador catalão ter passagens por Barcelona B, Barcelona e Bayern de Munique, aceitou, para esta nova temporada, o maior desafio da sua carreira até à presente data. Não existem dúvidas de que o mais procurado treinador de futebol a nível mundial foi trazido para Manchester com a ambição de fazer mudanças por completo no clube, quebrando assim a era de Manuel Pellegrini, procurando o tão desejado sucesso na Champions League.

Muitos criticos sempre afirmaram que Guardiola apenas obteve bons resultados na sua carreira de treinador devido a ter plantéis já construídos ou que o seu estilo de jogo era pouco atrativo. É certo que este projecto ainda se encontra em progresso mas o inicio de época do City vem provar precisamente o contrário: Guardiola é um génio táctico, ponto. Guardiola e os Citizens contam com 8 jogos a nível oficial: 5 para a Premier League e outros 3 para a Champions League. Em 8 jogos conseguiram 8 vitórias, 25 golos marcados e apenas 4 golos sofridos. De frisar que os pupilos de Guardiola, foram à casa do rival Manchester United vencer por 2-1, com golos de De Bruyne e Iheanacho.

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O sistema de base do Man City

Olhando em detalhe para as filosofias e ideias tácticas, não existe nenhuma surpresa em ver que a táctica usada por Guardiola é na sua génese um 4-3-3 com especial foco na manunteção da posse de bola. Mas é aqui que a magia de Guardiola se faz sentir. Se existiam dúvidas inicialmente que Guardiola não disponha da qualidade suficiente para colocar a sua filosofia em prática, e principalmente em tão pouco tempo, o forte desempenho dos Citizens até hoje demonstra o contrário. Os seus laterais, ora Kolarov/Clichy na esquerda ou Zabaleta/Sagna na direita, fogem ao tipico posicionamento dos defesas laterais e encontram-se a jogar mais por dentro, quase funcionando como médios centro. É uma ideia que já vêm dos tempos do Bayern de Munique, onde Rafinha, Lahm ou Alaba desempenhavam este papel. Com isto existe uma maior superioridade no meio-campo permitindo então uma maior posse de bola e um maior controlo da zona central do terreno.

O posicionamento dos laterais é uma nuance tática interessante na equipa de Guardiola
O posicionamento dos laterais é uma nuance tática interessante na equipa de Guardiola

Uma das posições mais importantes nesta táctica de Guardiola é o médio defensivo. No Barcelona era Busquets, no Bayern era Xabi Alonso. Hoje, no City, Fernandinho é o homem escolhido para desempenhar estas funções. A função do médio defensivo é baixar para perto dos centrais, garantindo mais uma opção de passe e uma forma de sair a jogar, enquanto também garante a cobertura defensiva necessária face ao movimento dos laterais para o meio. Mais adiante, existe uma linha de quatro composta por Nolito, David Silva, Kevin De Bruyne e Sterling. Enquanto que Nolito e Sterling ficam mais abertos nas alas, David Silva funciona como médio ofensivo mais dinamico, quase como um falso número 8, enquanto que De Bruyne funciona mais como um falso número dez. Ambos são muito importantes nesta filosofia de Guardiola, procurando sempre os espaços entre linhas. Aguero é o homem mais avançando no terreno jogando como ponta de lança solitario.

O 4-3-3 de Guardiola transforma-se muitas vezes durante o jogo num 3-2-5. Para além da táctica e filosofia de Guardiola estarem a demonstrar ser excelentes de observar, juntamos a isso o facto de estarem também a ser bastante eficazes ajudando o City a conseguir vitórias e a dominar os encontros. De salientar também a rapidez com que os jogadores estão a assimilar as ideias do novo técnico, não seria de esperar que um processo tão demorado tive tão bons resultados numa fase inicial. De destacar as grandes exibições de De Bruyne, David Silva e Aguero mas quero destacar também um pormenor que já gostava de ver no Bayern de Guardiola quando usava Alaba a vir para zonas mais centrais, usando no City, Kolarov para esse efeito. Jogando ora como central ou como lateral a fletir para o meio, o sérvio para além de ter uma excelente qualidade de passe, ainda consegue dar uso por várias vezes ao seu excelente remate. Concluindo, a taxa de progressão do City é extremamente promissora e ao que tudo indica os Citizens podem estar a trilhar o seu caminho para o sucesso sob o comando do seu novo héroi, Pep Guardiola.

Foto de Capa: Facebook Man City

Sporting CP 4-2 GD Estoril Praia: Quando a vitória é escrita em holandês

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Esta foi semana de o Sporting entrar mais cedo em campo devido ao jogo para a Liga dos Campeões na próxima terça feira. Depois das duas derrotas consecutivas (frente ao Real Madrid e ao Rio Ave), a equipa de Jorge Jesus via-se obrigada a ganhar por dois fatores: em primeiro lugar, para ganhar a liderança provisória na liga, ou encurtar a diferença pontos para o primeiro lugar e, em segundo lugar, para retomar os níveis de confiança para o jogo contra o Légia de Varsóvia. Caso perdesse este jogo, seria a primeira vez na carreira que Jorge Jesus perderia três jogos de seguida.

Este augúrio quase esteve para ganhar mais força no início da partida, já que a equipa leonina entrou mais adormecida (principalmente a sua defesa) e o Estoril Praia aproveitou este início mais fraco para fazer um ataque perigoso. Depois de jogadas meio atabalhoadas de parte a parte, eis que chega a chave de ouro desta primeira parte: Gelson, do lado direito, tira o cruzamento, direito para a cabeça de Bas Dost que faz tudo certo: um cabeceamento cruzado, com bastante força, para dentro da baliza estorilista. Ainda deixar um ponto positivo a Bryan Ruiz, devido ao seu passe certeiro, que descobriu Gelson Martins sem qualquer adversário a marcá-lo.

Finalmente, depois do golo, o Sporting Clube de Portugal a acordar para o jogo, havendo investidas de parte a parte, através de Gelson, Bas Dost e também de Bryan Ruiz. Este último tem uma falha incrível em frente à baliza. Nenhuma das equipas, a esta altura do jogo, estava a jogar mal; o que é certo é que, apesar do Estoril Praia não estar a jogar mal, nem a errar muitos passes, o Sporting estava superior no jogo, situação que ainda não agradava totalmente a Jorge Jesus, que tinha um semblante preocupado e desagradado com o jogo dos leões, bem como devido às falhas que estavam a acontecer durante o jogo.

No fim da primeira parte, o resultado manteve-se, não estando ambas as equipas à espera do que se passaria na segunda parte. Ainda sobre os primeiros 45 minutos, é de realçar as entradas bastante duras por parte de grande parte dos jogadores estorilistas, que acabaram por não ter nenhuma sanção por parte do árbitro.

No segundo tempo, talvez por um discurso dentro do balneário, a atitude do Sporting veio completamente diferente: mais atacante, pressionante e com vontade de marcar mais golos. Os jogadores do Estoril Praia bem tentaram mudar a história do jogo, através de Paulo Henrique. Este, depois de bom entendimento com o seu companheiro, ficou de frente para a baliza. Rápida a intervenção de Rúben Semedo, que tirou a bola da zona de perigo, sem que o ponta de lança estorilista tivesse oportunidade de rematar.

Logo a seguir, veio o massacre leonino. A besta acordou em Alvalade e outro gigante, desta vez com o nome de Coates, subiu às alturas para fazer vibrar as bancadas do estádio. O central, após canto de Bryan Ruiz, chegou mais alto que todos e cabeceou, de fora da pequena área, para dentro da baliza, em disputa de bola com Moreira.  A partir deste momento, o Sporting não deu hipótese ao adversário e carregou cada vez mais no ataque. O terceiro não demorou muito tempo a chegar, novamente pelo holandês Bas Dost. William Carvalho, depois de uma tabela com André, passou para o ponta de lança leonino que, após galgar uns metros, rematou rasteiro, fazendo a bola entrar junto ao poste esquerdo, não dando hipótese a Moreira. A culpa é também atribuída a Lucas Farias por não conseguir acompanhar Dost durante a investida, deixando-se ultrapassar.

O Sporting não tirava o pé do travão, e buscou sempre o quarto golo. Ora através da velocidade de Gelson Martins, ora através da técnica de Markovic (que entrou entretanto) tentava sempre dar mais uma alegria aos adeptos que se deslocaram ao estádio. Se não fosse João Afonso (na minha opinião o melhor central do Estoril Praia) e Moreira, que fez algumas defesas impressionantes, o resultado avultar-se-ia rapidamente.  No entanto, quando menos se previa, o Estoril Praia marcou golo, através de cruzamento de Matheus Índio e Bruno Gomes, mais rápido que Rúben Semedo, marcou o golo de honra para os estorilistas.

O quarto golo acabou por aparecer nos minutos de desconto, por parte de André, que depois de cruzamento do lado esquerdo de Bryan Ruiz, que se estreou a marcar. William de Carvalho também a dar novamente ares da sua classe, sendo este a descobrir Ruiz do lado esquerdo e a fazer um passe de bastante qualidade.

Ainda houve tempo para o segundo golo do Estoril Praia. Depois de um canto batido do lado direito, João Afonso, depois de vários ressaltos, cruza para dentro da área e Bruno Gomes a bisar na partida. Os dois melhores jogadores, na minha opinião, da equipa estorilista nesta partida.

O jogo acabou então em 4-2, justo para os leões, depois do jogo de qualidade que realizou em casa. Agora o foco é a Liga dos Campeões, em que vão enfrentar, em teoria, a equipa mais fraca do grupo.

 

FC Porto 3-1 Boavista FC: Melhorou mas ainda não convence

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Nos homens do FCP destaque para presença de Adrián Lopez no lugar de Depoitre no onze inicial. A equipa manteve o 4-4-2 mas dessa vez com André André na faixa direita e Adrián ao lado de André Silva. Os homens do boliviano Erwin Sanchez organizados em 4-2-3-1, com Digas como falso nove na frente de ataque. O Boavista entrou com ganas de olhar na cara ao Porto e em pressão alta. Aos 4 minutos de jogo e após um livre batido em forma de cruzamento, Henrique cabeceou para o fundo das redes de Casillas. Um inicio negro dos dragões. O Porto não reagiu mal ao golo, subindo linhas, pressionando alto o adversário e causando algum perigo através dos movimentos de rotura dos seus avançados e de Otávio.  No entanto, e apesar da variação para 4-4-2 losango a espaços ou num 4-1-3-2, o FCP apresenta dificuldades em explorar o espaço entre linhas nas zonas interiores e em termos de jogada coletiva a equipa fica muito refém da procura de largura e profundidade pela incrementação dos laterais.

Apesar da previsibilidade dos dragões na iniciativa o porto podia ter chegado ao golo numa jogada de envolvimento aos 15 minutos e num cabeceamento ao poste após canto aos 16 minutos. Aos 18 minutos os dragões chegariam mesmo ao golo através de um remate de André Silva após cruzamento primoroso de Otávio. O brasileiro é a faísca de imprevisibilidade que permite ao Porto escapar da repetição incessante de procura de largura e profundidade pelos laterais. Os homens de Nuno apresentaram também mais garra e intensidade após o golo, recuperando muitas bolas fruto disso. Aos 22 minutos André André podia ter feito o 2-1 num remate de meia distância. Com o desenrolar da primeira parte foi também possível observar Adrián a procurar mais o espaço entre linhas da zona central, deixando a grande área e a largura para André Silva. Começa a tornar-se claro o plano de Nuno para esta parceria de ataque e para o jogo ofensivo da equipa, faltando, no entanto, muito trabalho e rotinas.

O Boavista encurtou linhas e abandonou a pressão alta após o golo do FCP, deixando espaço para Óliver orquestrar a construção do Porto livremente. Os homens de Nuno aproveitavam bem a ausência de apoio de Iuri ao lateral e forçavam a largura pelo flanco esquerdo, com Adrian, Otávio e Telles em bom plano nas combinações. Um excelente corte de Henrique aos 38 minutos impediu Adrián de finalizar um bom cruzamento de André Silva da direita.  Aos 39 minutos Otávio fez de novo das suas e num espaço reduzido puxou da finta em espaço curto e cavou o penalti a Henrique. André Silva foi o escolhido para marcar a penalidade, não vacilou e estava feita a reviravolta dos Dragões. Otávio foi claramente o obreiro da mesma. Pagaram caro os homens de Sanchez o recuo na zona de pressão. O Porto foi crescendo após o golo do Boavista e conseguiu a reviravolta.

Foi uma primeira parte onde se destacou a fragilidade aérea em lances de bola parada do Porto, o regresso aos golos de André Silva, o excelente momento de Otávio e a excelente reação do Porto ao golo e à perda de bola.

No regresso após o intervalo, os axadrezados regressaram à pressão alta e o FCP acusou o condicionamento da sua posse, apostando mais na transição rápida e no passe longo. Melhor o Boavista neste início de segunda parte, com os homens de NES a causarem algum perigo na exploração dos espaços, com destaque para uma excelente jogada de Adrián e Otávio aos 56 minutos em que houve fora-de-jogo mal assinalado. Aos 62 minutos, saída de Iuri Medeiros para a entrada de Schembri (Ponta de Lança), fazendo Digas descair para uma faixa. Nos primeiros 20 minutos da segunda parte o FCP baixou a intensidade e a concentração e o Boavista cresceu com isto. Aos 68 minutos, sai Adrián Lopez para entrar Diogo Jota. O espanhol fez um excelente jogo, aparecendo com muito critério e inteligência e saiu debaixo de uma chuva de aplausos. Correu 8 km e o Dragão apreciou a sua redenção. Aos 73 minutos, saída de André André para entrada de Herrera. Arrisca Nuno ao mexer em 2 pedras em tão pouco tempo numa equipa que após o intervalo ainda se tentava reencontrar. Mais ainda foi forçado a arriscar após problemas físicos de Otávio, substituindo o mesmo por Brahimi aos 80 minutos.

Pior o Porto nesta 2ª parte, altamente dependente de iniciativas individuais e da exploração do contra-ataque para causar perigo. Aos 82 minutos arriscou Sanchez e troca Idris por Erivelto (Ponta de Lança). Aos 85 minutos, Telles estreia-se a marcar num cruzamento que virou golo com muitas culpas do guarda-redes dos axadrezados. O FCP vê assim um lance fortuito dar-lhe a tranquilidade que desesperadamente precisava fruto do crescer das ameaças dos homens do Bessa. Aos 91 minutos redimiu-se o guarda redes do Boavista ao fazer uma monumental defesa a um remate venenoso de Alex Telles.

«Para o ano é que vai ser»

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Depois de um mau resultado, por norma, surgem vários assuntos muito interessantes a comentar relativamente à realidade do nosso clube. Nestes momentos tudo é colocado em causa, tanto pelos acérrimos adeptos ávidos de vitórias a qualquer custo e fartos de ouvirem a fanfarronice alheia, como pelos que se escondem nos seus buracos nas “épocas de sol (para não usar a palavra luz)” e surgem em força nas raras “épocas de trevas”.

A culpa não é deles, a culpa é de quem, durante anos a fio, mergulhou o clube numa constante gestão danosa, cujo principal objectivo seria usar o nome do clube para proveito próprio e auto-promoção ou favorecimentos de amizades. O clube não era o principal objectivo, era apenas um meio para atingir objectivos pessoais.

Com essa politica, fomos acumulando anos sem campeonatos, tornando assim os adeptos sportinguistas nos eternos esperançosos, com o cliché de que o ano seguinte seria melhor. Esperança essa que não chegava a concretizar-se. Depois de tantos anos, os sportinguistas deixaram de acreditar em grandes conquistas, e já nem pensavam em ganhar campeonatos. Ficámos acomodados à ideia de que havia um sistema e era impossível revertê-lo a nosso favor, ou combatê-lo.

Até há 3 anos atrás, um Sportinguista preocupava-se em apoiar o seu clube, em todos os momentos, não porque sonhasse ganhar alguma competição importante, mas porque nunca iria deixar de caminhar lado a lado com um dos seus grandes amores. Talvez tenha sido também esta travessia no deserto que nos tenha moldado como a melhor massa adepta de um clube desportivo, que apoia unicamente porque sim. Porque ama algo que não se explica mas se sente.

Contudo, nos últimos anos apareceu uma variável que desestabilizou um pouco esta realidade, e conseguiu colocar novamente os adeptos leoninos a conseguir manter a crença de ganhar títulos até à última jornada, até ao último segundo.Apareceu um “miúdo” que, como toda a gente, erra, exagera, mas está a aprender. E mesmo com todos esses erros, em um ano conseguiu livrar o clube de uma falência técnica, em dois livrou o clube das malhas do “fair-play” da UEFA e construiu uma equipa competitiva. Aos três já temos uma equipa que luta de igual para igual com qualquer outra equipa do mundo. Imaginem se o “miúdo” não tivesse defeitos, e não errasse.

A verdade é que ainda não saímos daquele ciclo de que “no próximo ano é que é”, mas estamos muito mais perto. E não é por termos tido uma má noite que vamos estar a criticar tudo e todos, e a colocar todo o projecto em causa. Porque até a melhor equipa do mundo pode ter uma noite má. Claro que não temos a equipa perfeita, claro que temos jogadores que têm lacunas, mas  temos jogadores que correm e lutam até ao último segundo (tirando este último jogo), e temos um treinador que os obriga a isso. E por muito que surjam notícias de que os jogadores não gostam do que o treinador diz na comunicação social, eles vão continuar a correr, a lutar e a aprender com esse treinador, porque só assim se poderão valorizar e progredir nas suas carreiras. Adrien Silva também estava “muito insatisfeito” e continua a ser o jogador mais importante do Sporting. Os profissionais são assim.

Girabola – Sprint Final

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Numa altura em que o Girabola entra na sua fase decisiva, é importante verificar a atual classificação, com vista a tentar encontrar quem é que poderá ser o campeão da 37.ª edição. À primeira vista, é possível observar que três equipas partem para as últimas seis jornadas com as ambições intactas na busca do seu principal objetivo da época – Ser Campeão, e são elas: o 1.º de Agosto, o 1º classificado com 51 pontos e o melhor ataque da prova até ao momento; o Recreativo do Libolo, o atual bicampeão em título e que se encontra no 2º lugar com 48 pontos; e, por último, o Petro de Luanda, que ocupa o 3º lugar e pretende alcançar o título que lhe foge desde 2009. O Kabuscorp, considerado um crónico candidato ao título, tem a tarefa mais complicada: está no 4º lugar com 40 pontos e, até ao término do campeonato, terá de vencer todos os jogos e esperar que os três primeiros classificados percam pontos. Neste texto, irei fazer uma análise aos quatro candidatos ao título, de modo a poder dar uma previsão do que se pode esperar até à 30.ª e última jornada.

Começando pelo campeão em título, o Recreativo do Libolo, orientado pelo português João Paulo Costa, procura alcançar um feito inédito em 74 anos de história: o Tricampeonato. Com um plantel com uma média de idades de 26,91 anos, o Rec.Libolo tem como principal arma o facto da maioria dos jogadores que compõem o plantel ter acima dos 26 anos, o que poderá ser uma vantagem nas últimas jornadas em que se dão as grandes decisões. Num plantel com jogadores experientes, muito deles com passagens pelo campeonato português, como por exemplo – Ricardo Batista, Wires, Erivaldo Ferreira, existe um jogador que se sobressaí dos restantes: Mamadou Diawara. O ponta de lança francês de 27 anos, que já representou o Belenenses, é o elemento em que a massa adepta liboliana deposita as suas esperanças na hora de marcar golos. Apesar dos números não serem muito simpáticos (3 golos em 11 jogos do campeonato), é de se prever que Diawara irá ter um papel fulcral no último terço do campeonato.

Gelson é o novo "menino de ouro" do futebol angolano Foto: redeangola
Gelson é o novo “menino de ouro” do futebol angolano
Foto: redeangola

O 1.º de Agosto, ou também conhecidos por “Os Militares”, ocupa neste momento o 1.º lugar do campeonato e, consequentemente, os seus adeptos esperam que a atual situação não se altere até novembro. Com o melhor ataque da prova (42 golos marcados), o 1.º de Agosto, clube treinado pelo bósnio Dragan Jovi, pretende conquistar o Girabola e dar fim a uma seca de títulos de 6 anos, que se iniciou após a conquista da Supertaça em 2010. O plantel possui uma média de idades de 25,96 anos, sendo que há um atleta que tem vindo a dar provas de ser o novo “Menino de Ouro” do futebol angolano: Gelson Dala. O jovem avançado demonstra ser o “abono de família” da equipa, uma vez que já leva 20 golos marcados na prova, o que representa 46% do total de golos marcados nas 24 jornadas completas. Muito do sucesso do 1.º de Agosto no que falta jogar no Girabola passará pelos pés de Gelson que, de certo, irá querer continuar a marcar imensos golos e arrecadar o prémio de melhor marcador do campeonato.

O Petro de Luanda, clube que possui o maior número de títulos conquistados (15 no total), parte para o último fase do campeonato com o objetivo de alcançar o título e reforçar o estatuto de equipa dominante do Girabola. Com uma equipa jovem (média de idades de 24,59 anos), a equipa tricolor, sob a orientação do hispano-brasileiro Beto Bianchi, tem no seu capitão Job a sua maior referência, que com as suas maravilhosas e espetaculares fintas é capaz de desbloquear jogos e levar o Petro às vitórias, embora saiba de antemão que terá sempre de esperar por resultados menos positivos, por parte dos seus adversários que ocupam os dois primeiros lugares da tabela classificativa, o 1º de Agosto e Recreativo do Libolo.

Numa situação mais complicada, encontra-se o Kabuscorp. O clube do bairro do Palanca encontra-se no 4.º lugar a 11 pontos do 1.º lugar e, para agravar a sua situação, recentemente, alterou o seu treinador (o angolano Romeu Filemon substituiu o seu compatriota Miller Gomes no comando técnico). Apesar dessas contrariedades, o novo técnico recusa desistir da luta pelo título e tem no coletivo, cuja média de idades ronda os 25 anos, a maior estrela da equipa, o que poderá jogar em benefício da mesma. Apesar de já contar com um campeonato conquistado no seu palmarés, o Kabuscorp é, das quatro equipas candidatas ao título, a que parte para as próximas jornadas com menores possibilidades de alcançar o tão ambicionado de título.

Em jeito de conclusão, as expectativas dos adeptos encontram-se no seu auge máximo, dado que 1.º de Agosto, Recreativo do Libolo, Petro de Luanda e Kabuscorp irão fazer tudo o que estiver aos seus alcances para atingir os três pontos, a medida que as jornadas se irão desenrolar. Quem agradece são os adeptos que poderão assistir a verdadeiros espetáculos de futebol aos fins-de-semana nos vários estádios espalhados pelo território angolano, e que se mantenha assim até ao mês de novembro. E é caso para dizer: “Que a bola comece a girar no Girabola”!

Ariane Oliveira: «O meu maior desejo é ser Campeã Nacional pelo CC»

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Cabeçalho modalidadesEstivemos a conversa com Ariane Oliveira a propósito do seu ingresso no CC, de objectivos para esta época e da pressão de chegar como um dos principais reforços para a mesma. Ariane Oliveira, 24 anos, é um dos reforços da equipa sénior feminina de Voleibol do Carnide Clube e campeão regional da 3.ª Divisão na época transacta.

1- Como é a Ariane “dentro” e “fora” do voleibol?

Principalmente sou uma apaixonada pelo vólei. Gosto do desporto em si e de tudo aquilo que a modalidade já me proporcionou durante a vida. Todas as amizades criadas, bem como todos os valores que aprendi e que carrego dentro e fora do vólei.

2- Porquê o CC para 2016/17?

Este ano será um ano que, em termos profissionais, vai exigir muito de mim, e isso vai impor algumas condicionantes ao meu tempo. O Carnide foi o projecto mais interessante e o clube que me acolheu, mesmo com todas as minhas condicionantes a nível de disponibilidade.

3- Como tem sido este início de época, com novo treinador e novos colegas e métodos de trabalho?

Tem sido uma fase de adaptação para mim, até porque estive durante oito anos no mesmo clube e já estava um pouco acomodada, mesmo com todas as diferenças a nível de grupo e treinador que existiram durante as várias épocas. Estou super contente por estar no Carnide, fui muito bem acolhida e muito rapidamente senti que fazia parte deste projecto.

A apresentação de todo o plantel será feita no decorrer da próxima semana fiquem atentos…
A apresentação de todo o plantel será feita no decorrer da próxima semana. Fiquem atentos…

4- Tendo vindo para a equipa Campeã Regional do ano passado, que falhou a subida por muito pouco, e sendo a Ari alguém com bastante experiência no voleibol em Lisboa, sente uma pressão acrescida?

Sim, acho que existe alguma pressão, que é sempre positiva e que nos motiva a trabalhar mais e melhor. É sempre bom estar numa equipa competitiva e que luta para estar no topo da sua competição, independentemente da divisão. E o meu objectivo pessoal é poder contribuir ao máximo para que esta época seja melhor que a anterior.

5- Qual o seu maior desejo para esta época?

O meu maior desejo é ser campeã nacional pelo Carnide Clube!

Felicidades e Obrigado, Ariane