Mal sabia andar e já ia ao estádio ver os jogos do Gil Vicente, clube da terra natal. A paixão pelo relvado, pelos golos e pelas fintas, agarrou-se como uma doença e não mais saiu. Depois aprendeu a ler e a escrever e como não tirava más notas nas composições, aventurou-se na criação de blogues de bola. Mais tarde, na inconsciência dos seus dezoito, frequentou Ciências da Comunicação. Mantém vivo o sonho de ser jornalista desportivo, de derrubar chavões e fazer parte de uma nova era que pensa o futebol como um jogo para os criativos e inteligentes.
O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Está aí o Portugal de Jorge Jesus, uma fantasia com dois meses de espera e 90 minutos de aprovação. Dizer que é o Portugal de Jorge Jesus é uma afirmação entre o pleonasmo e o eufemismo.
O Benfica começa, atempadamente, a construir o seu plantel. Já chegaram Vlachodimos, para a baliza, Conti e Ebuehi para a defesa, Castillo e Ferreyra...
Está aí o Portugal de Jorge Jesus, uma fantasia com dois meses de espera e 90 minutos de aprovação. Dizer que é o Portugal de Jorge Jesus é uma afirmação entre o pleonasmo e o eufemismo.
O Benfica começa, atempadamente, a construir o seu plantel. Já chegaram Vlachodimos, para a baliza, Conti e Ebuehi para a defesa, Castillo e Ferreyra...