Desde há muito tempo ligado ao mundo dos videojogos, Ricardo Mota é Professor de criação de videojogos no Instituto Politécnico da Maia. Escreve sobre videojogos e desportos electrónicos para o Rubber Chicken, a RTP Arena e o Observador e traz agora para o Bola na Rede os primeiros passos sobre os esports. Organiza o projecto Indie Dome, na Lisboa Games Week, e trabalha como Relações Públicas e Gestor de Comunidades na Bigmoon Studios.
O Ricardo não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Sem ser uma equipa desconhecida, longe disso, o facto de estar num segundo plano no que toca ao protagonismo português lá fora, continua a dar ao Braga uma misticidade e presença que outros clubes não conseguem ter.
É um contrassenso. Quando se pensa em videojogos, imaginamos um sedentário nerd, de janelas semicerradas agarrado a um computador ou consola durante largas horas...
Sem ser uma equipa desconhecida, longe disso, o facto de estar num segundo plano no que toca ao protagonismo português lá fora, continua a dar ao Braga uma misticidade e presença que outros clubes não conseguem ter.
É um contrassenso. Quando se pensa em videojogos, imaginamos um sedentário nerd, de janelas semicerradas agarrado a um computador ou consola durante largas horas...