As suposições aumentam e a incerteza no dragão começa a ser barulhenta, os rumores da saída de Conceição para, nomeadamente, a Itália são muitos (apesar de já não ser para o SSC Napoli), a ser verdade, é o tipo de notícia que faz a minha veia adepta tremer.
Poderia aproveitar este espaço que me é dado semanalmente para suplicar pela sua manutenção no clube, no entanto, ao colocar-me na pele do treinador também quereria respirar novos ares. Nunca foi segredo que Portugal tem uma das massas adeptas mais tóxicas da Europa e o Sérgio nunca foi consensual perante os meios de comunicação. Durante estes quatro anos à frente do FC Porto foi vítima de ataques (alguns) injustos e pejorativos perante a sua ética profissional e social.
Polémicas à parte, a confirmar-se é uma perda gigante para os dragões. Perde-se um treinador que sentia o clube como um adepto sente. Uma ou outra vez fomos todos Conceição na maneira como defende o clube que ama – sem “papas língua” foi em diversas vezes o espelho da massa portista.
100 vitórias no nosso campeonato! Todas elas especiais, todas elas importantes e todas com os mesmos ingredientes: trabalho, dedicação, e crença no caminho escolhido. 100 vitórias em 4 anos de desafios e dificuldades que soubemos transformar em sucessos. Venham mais! pic.twitter.com/3LDgTlI4Vl
Venceu o que é, possivelmente, o campeonato mais importante e impressionante da última década, já que ninguém vai esquecer aquela equipa de 2017/18 onde se fizeram limonadas sem limões. Fez-nos voar na Europa e, se o FC Porto tem mais margem de manobra financeira, pode muito bem agradecer a SC pelos milhões que trouxe para os cofres com as vitórias na Liga dos Campeões.
Não concordei sempre com as opções que fez (a insistência com Marega na frente só fez sentido na primeira e segunda temporada em que esteve ao comando), mas sempre achei que a sua teimosia poderia ser uma mais-valia para o clube.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Resta-nos esperar pelo fim deste enredo que tem apenas dois possíveis fins:
Conceição fica e continua a defender com unhas e dentes o clube, sendo que é possível continuar a vencer em Portugal e fazer algumas brincadeiras na Europa fazendo com que seja possível os adeptos sonharem numa possível, mas muito difícil conquista. Este ano foi a prova que é possível um clube com a dimensão do FC Porto pode, com um bocadinho de sorte, escrever uma história bonita pelo velho continente.
Por outro lado, Conceição sai do clube, e demonstra toda a qualidade que tem enquanto técnico numa Big5 e aproveita para sair deste ambiente nublado que é o campeonato português, de relembrar que não faz declarações à comunicação social desde 25 de abril.
Num caso ou no outro, o treinador irá ficar para sempre nos corações de todos os portistas, como tal uma eventual saída nunca irá ser vista como uma má saída ou em maus lençóis perante os adeptos ou a administração.
«Identifico-me muito mais com os portugueses do que com os franceses. Devo muito a este país»
Grégory Arnolin, 40 anos, personifica o exemplo de perseverança de quem fintou o destino para cumprir os seus sonhos: nascido e criado no (complicado) bairro de Montfermeil, nos subúrbios de país, o “central”, presença incontornável – e temida – nos relvados portugueses no início do século, fez carreira no norte do país e em Gijón, onde semanalmente media forças com melhores avançados do mundo. Descalçadas as chuteiras, Grégory assentou no país que adoptou como seu, e mantém-se ligado ao futebol como gestor de carreiras na Proeleven. O Bola na Rede regressou ao passado com o ex-jogador, internacional por Martinica, e que fechou o seu percurso nos relvados na improvável Índia.
Bola na Rede: Olá, Grégory. Estou a ver que trocaste as chuteiras pelo fato… Continuas ligado ao futebol?
Grégory: Sim, faz cinco anos que deixei os relvados e agora trabalho na agência de jogadores Proeleven, com o Carlos Gonçalves, que foi meu empresário e sempre me disse que iria trabalhar com ele quando terminasse a carreira. E foi isso mesmo que aconteceu… Já estou a trabalhar neste projeto há muito tempo.
Bola na Rede: O Carlos Gonçalves tem recrutado vários ex-jogadores que acompanhou para colaborarem na empresa. É normal criar-se uma relação tão forte, de amizade, entre empresário e jogadores, como acontece neste caso?
Grégory: A nossa equipa tem muitos ex-jogadores: como é o caso do Miguelito, do João Vilela, do Sérgio Organista, do Carlos Coelho – que é um pouco mais velho e chegou a jogar na selecção portuguesa –, o Miguel Herlein, o Simão Coutinho… Enfim, essa é a filosofia do Carlos Gonçalves, confiar nas pessoas que foram jogadores e que conhece bem. Ele considera que isso pode ser uma vantagem para a empresa. Acima de tudo são pessoas em quem ele confia para fazer bem este trabalho. Mas é verdade que temos muitos ex-jogadores… Dá perfeitamente para fazermos um joguinho e de certeza que não perdemos (risos).
Bola na Rede: Vamos falar do teu percurso. Nasceste em Paris, França, e foi lá que passaste toda a tua infância e juventude. Quando eras crianças já imaginavas ter uma carreira profissional como jogador de futebol?
Grégory: Eu venho de um bairro muito problemático de Paris, o Montfermeil, e quem nasce nesse sítio tem apenas dois caminhos: o do crime – da droga, da prisão – ou o dos estudos e do futebol. Eu escolhi o caminho que achei mais acertado. Era um jovem focado em estudar e ser jogador de futebol. E até havia lá no bairro jogadores muito melhores que eu, com mais talento, mas eu queria muito cumprir esse sonho e, graças a Deus, consegui. Não tive uma carreira extraordinária, é verdade, mas tive uma carreira sólida.
Bola na Rede: Montfermeil é um contexto social complicado. De certeza que te cruzaste com talentos que se perderam pelo caminho…
Grégory: Sim, tive amigos que tinham muito talento, mas que depois não conseguiram. Uns estão presos, outros morreram… Há muitos casos desses por causa do crime. O facto de ter conseguido… Sinto que esta minha vitória também é para aqueles que não conseguiram… E sinto muito orgulho no meu percurso, que foi muito difícil tendo em conta o sítio onde nasci.
Bola na Rede: As tuas características em campo revelavam essa garra. Podemos dizer que é o exemplo de um jogador que, mais que o talento, conseguiu chegar onde chegou graças ao trabalho?
Grégory: Exatamente. As condições sociais e familiares em que nasci não eram fáceis… Fui criado pela minha avó e passei por algumas dificuldades. Nunca me faltou comida no prato, é verdade, mas era tudo muito difícil. Felizmente escolhi o caminho certo. Cheguei à faculdade de Desporto e depois apostei tudo no futebol… Não tinha outra opção, e correu-me bem…
Bola na Rede: Onde fizestes a tua formação?
Grégory: No Red Star 93.
Bola na Rede: Mas ainda passaste pelo Paris Saint-Germain, não foi?
Grégory: Sim, mas pouco tempo, estive lá apenas seis meses. Quando cheguei ao Paris Saint-Germain foi como levar uma chapada… Havia muitos bons jogadores e eu era apenas mais um. Eles fazem uma triagem muito seletiva e era muito difícil destacar-me. Senti que para seguir uma carreira como jogador tinha de dar um passo atrás e então decidi ir para um clube amador de Paris: o Villemomble. E acertei em cheio. Posso dizer que foi graças a esse clube que pude mostrar o meu valor e depois tive a oportunidade de me transferir para Portugal.
Bola na Rede: E chegas a Portugal também para um clube amador: o Pedras Rubras, que atuava no terceiro escalão. Como é que surgiu essa oportunidade?
Grégory: Foi uma pessoa que jogou muito tempo em Portugal que foi ver uns jogos meus, gostou e convidou-me. Eu estava muito indeciso, não é? Estava na faculdade, e Portugal era um país que não conhecia… A minha decisão foi tomada na véspera do início da época de exames, pensei: “Vou arriscar!”. E vim. Cheguei a Pedras Rubras e, a partir daí, descobri uma cultura completamente diferente. Hoje, não tenho dúvidas em afirmar que me identifico muito mais com os portugueses do que com os franceses. Quando cheguei a Portugal nem “bom dia” sabia dizer, mas as pessoas acolheram-me como se já fosse português. Isso é algo que nunca vou esquecer.
Bola na Rede: Quem nasce nos subúrbios de Paris, por vezes, é visto como “estrangeiro” no seu próprio país. A forma como foste recebido em Portugal surpreendeu-te?
Grégory: Realmente, é verdade. Provavelmente, em França olham mais para mim como estrangeiro do que em Portugal. São culturas completamente diferentes. O francês é muito frio e o português é o oposto, sabe receber bem. Dou-te um exemplo: quando cheguei a Portugal não sabia português e tinha de me desenrascar, não é? Pouco tempo depois de chegar fui às compras e perguntei informações a uma senhora de idade, mas eu só falava através de gestos… E então ela decidiu acompanhar-me até ao sítio para onde queria ir. Isso marcou-me bastante. É por isso que devo muito a Portugal, a minha carreira, aquilo que sou hoje. É verdade que as minhas raízes são em França, mas, 22 anos depois, fiz quase toda a minha vida aqui… E digo sempre que devo muito a este país.
Bola na Rede: No Pedras Rubras rapidamente destes nas vistas. Bastaram duas épocas para dares o salto para a 1.ª divisão. Foi outra surpresa?
Grégory: Eu sabia que em Portugal isso podia acontecer, que podia estar, num dia, a jogar na 3.ª divisão e, no outro, no futebol profissional e na 1.ª Divisão. Acho Portugal um país de oportunidades, onde não se cortam as pernas a ninguém. Aqui és julgado por aquilo que fazes dentro do campo. E se mostras as tuas qualidades, se os clubes gostarem de ti, então vêm contratar-te. Não existem preconceitos como em França.
Bola na Rede: E assinaste pelo Gil Vicente. Como é que surgiu essa oportunidade?
Grégory: Foi o Luís Campos, que era o treinador do Gil Vicente – e que mais recentemente era dirigente do Lille –, que viu algo em mim. E se uma pessoa como o Luís Campos gostou… É porque realmente tinha alguma qualidade (risos). Contratou-me e abriu-me as portas da 1.ª divisão. Foi aí que começou a minha caminhada no futebol profissional.
Bola na Rede: Foi um grande salto. Ainda te lembras como te sentiste na altura?
Grégory: Sim, foi um momento muito bom, inesquecível. Jogar na melhor divisão de um país como Portugal era um sonho tornado realidade.
Bola na Rede: E a adaptação a este novo contexto competitivo?
Grégory: Eu sou uma pessoa que gosta de aprender com os mais experientes e, por isso, todos os dias descobria uma coisa nova, melhorava e, depois, nos jogos, tentava mostrar o que tinha aprendido ao longo da semana. Foi assim que me adaptei. Com naturalidade deram-me a oportunidade de jogar, fui ganhando experiência, confiança, e, pouco a pouco, comecei a tornar-me mais regular dentro do campo. Mas o futebol, como tudo na vida, é uma aprendizagem… Ninguém sai de uma 3.ª Divisão pronto para jogar na 1.ª. Temos de ouvir, de aprender – e aprendi muito com o Luís Campos e com outros treinadores. Essa forma de pensar ajudou-me muito. E fiz quase 13 anos de 1.ª Divisão, por isso, alguma coisa devo ter feito bem. E posso dizer-te que aprendi coisas novas até ao último dia da minha carreira como futebolista.
Bola na Rede: Falaste do Luís Campos como um treinador que te marcou. Houve outros treinadores importantes na tua carreira?
Grégory: Sim, muitos. Mas tenho de dizer que o treinador que mais me marcou foi o Manuel Preciado, no Sporting de Gijón – um treinador que faleceu, uma história muito triste, mas que me marcou como um pai. Foi o treinador que tive mais tempo e marcou-me bastante pela pessoa que era e pelo treinador que era. Aprendi muito com ele. E depois tive outros bons treinadores: como o Luís Campos, de quem já falei, o Manuel Cajuda, o Rui Nascimento… o Sebastião Lazaroni, no Marítimo… E também tive o Zico, que foi meu treinador na Índia. Também fiz uma amizade fora do comum com o Zico, e ainda hoje falamos. Foi o último treinador que tive… Como costumo dizer, o melhor ficou para o fim. Não consigo destacar só um. Tive realmente uma ligação especial com o Manuel Preciado e com o Zico, mas aprendi com todos.
Bola na Rede: E do lado inverso? Alguma experiência mais negativa?
Grégory: Não queria dizer… (risos). Mas apanhei treinadores que falam contigo quando jogas, mas que deixam de falar quando não jogas. Apanhei assim alguns, mas a minha atitude era sempre igual, jogasse ou não, e isso ainda chateia mais este tipo de treinadores. Às vezes tenho dificuldade em compreender este tipo de comportamento, mas, enfim, cada um age da maneira que acha melhor. Compreendo que o treinador tem pressão, é constantemente julgado pelos resultados, mas se um dia for treinador – e neste momento não estou a pensar nisso – espero ser justo com todos. Sei que é difícil, mas vou tentar. Mas pronto, prefiro não citar nomes, mas apanhei alguns… Eu sou uma pessoa muito frontal, foi assim que fui educado, e é assim que sou e que prefiro que sejam comigo.
Diego Simeone fez magia, uma vez mais, e conquista o seu oitavo troféu ao serviço da equipa da capital espanhola, desta vez mais um saboroso campeonato que escapava desde a temporada 2013/2014.
Para se ter uma ideia do impacto do treinador argentino no clube, além de já ser o treinador dos colchoneros com mais títulos conquistados, conquistou oito dos 10 troféus que o clube colecionou nos últimos 12 anos, sendo que nas 14 épocas anteriores o clube não tinha levado qualquer troféu para a sua vitrine. O palmarés fala por si: duas ligas espanholas, duas ligas europa, uma taça de Espanha, uma supertaça de Espanha, duas supertaças europeias e duas finais de liga dos campeões, numa equipa que não tem nem de perto nem de longe os mesmos argumentos financeiros e desportivos de alguns dos seus mais diretos rivais.
Mas nem só de títulos se escreve a história deste Club Atlético de Madrid de Simeone, o percurso dos últimos anos fica marcado essencialmente pela enorme competitividade que o treinador argentino conseguiu incutir na equipa. Nos 10 anos anteriores à sua chegada os colchoneros não conseguiram alcançar, nem por uma vez, o terceiro posto. Desde a sua chegada, além de vencerem dois campeonatos, acabaram sempre no top 3, sendo que em duas ocasiões até no segundo posto. Isto sem falar nas quatro finais europeias, algo que o clube só por uma vez tinha alcançado na sua história.
Enfim, Simeone, um game changer.
Vamos então analisar os cinco jogadores mais importantes nesta epopeia vitoriosa de 2020/2021.
Hoje, no “Sonho do Olimpo”, temos a oportunidade de recordar um feito histórico para o ciclismo português, alcançado nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.
É praticamente impossível olharmos para os Jogos Olímpicos e não associarmos a competição à Grécia, país inaugurador deste evento, em 1896. Em 2004, curiosamente, foi apenas a segunda vez que o país recebeu o privilégio de receber os Jogos, 108 anos depois da primeira edição.
O Rali de Portugal faz parte da mobília na história do WRC. Após a prova de estreia no campeonato (Croácia), o rali regressou a terreno bem conhecido. A quarta prova é uma das principais da competição, existindo desde a sua criação em 1973, sendo esta a 54.ª edição.
O rali em terras lusitanas, é muito diferente das provas que compõem o mundial, sendo o primeiro rali em gravilha, da temporada. Aqui, não há hegemonia de pilotos, nem de equipas, tanto que nos últimos cinco anos houve cinco vencedores distintos, de cinco equipas distintas. (2015- Jari-Matti Latvala; 2016- Kris Meeke; 2017- Sébastien Ogier; 2018- Thierry Neuville; 2019- Ott Tänak).
Fonte: Rafael Ferreira / Bola na Rede
A prova é um clássico, num país de adeptos fervorosos do WRC, o que faz com que seja um dos ralis preferidos de muitos pilotos, que se sentem muito bem recebidos, aliando a hospitalidade portuguesa com a beleza das nossas cidades e, claro, com as nossas estradas.
A verdade é só uma: em Portugal, em zonas próximas da disputa do rali, quem tem oportunidade de ir, não pensa duas vezes! Quem está longe e é apaixonado, vai na mesma! Somos um país que dança ao som dos ralis.
Um dos motivos pelos quais a DGS permitiu a presença de público em alguns troços, com regras estabelecidas (e muito apertadas, ao ponto de que poderia ser possível anular ou desviar troços para zonas onde não houvesse público, caso as medidas sanitárias não fossem cumpridas), já que as pessoas iriam aparecer, com autorização ou não, principalmente depois do cancelamento da competição em 2020 devido à pandemia da Covid-19. Ainda assim, surgiram elogios internacionais que preveem a possibilidade de continuidade do Rali de Portugal na competição.
O rali realizou-se no norte/centro do país, onde se encontram os locais icónicos das classificativas de Fafe e Arganil, contou com 20 classificativas e cerca de 337,51 km, sendo considerado por muitos como “o melhor rali do mundo”.
Quem o venceu, foi Elfyn Evans, garantindo a quarta vitória na sua carreira no Campeonato do Mundo de Ralis da FIA. O galês superou a deceção da sua última derrota, por tão pouco (0,6segundos), no Rali da Croácia e ocupou o segundo lugar na classificação de pilotos, ficando a dois pontos do seu colega de equipa, Sébastien Ogier (Toyota Gazoo Racing).
Evans conquistou o primeiro lugar de Ott Tänak (Hyindai i20), depois de este se ter aposentado, aquando do seu incidente que lhe valeu a suspensão partida. Ott Tänak estava à frente do galês por seis segundos no início de sábado. Tänak apresentava uma performance irrepreensível. Curiosamente, o dano do seu carro seria extremamente semelhante ao dano do carro de Thierry Neauville e ambos tiveram o mesmo fim: aposentaram-se. O incidente de Tänak significava que Evans assumia uma liderança da qual, certamente, não iria desistir, mesmo perante a disputa acesa com Sordo, no passado sábado.
Fonte: Rafael Ferreira / Bola na Rede
Perante o receio de ficar, novamente, aquém do título, acabou por avançar no teste de velocidade que abriu a manhã de domingo, para obter a sua vantagem sobre Dani Sordo. Acabou por vencer o espanhol por 28,3 segundos. Em declarações ao Dirtfish, Elfyn Evans disse: “É uma sensação boa. Não fomos talvez a equipa mais rápida este fim de semana, mas ainda assim, tivemos um bom ritmo, evitámos problemas e fizemos o suficiente para manter o Dani para trás hoje. Esta vitória vem em boa altura, estou feliz por ganhar este rali”.
A realidade é que Elfyn Evans, ao lado de Scott Martin, tiveram um desempenho excelente, na última manhã desta edição do Rali de Portugal, de forma a garantir uma vitória agradável.
O futebol americano, tal como todos os outros desportos, tem diferentes posições possíveis, cada uma com as suas funções específicas. Alguns desses cargos têm uma importância muito maior do que a de outros, por isso, perceber essa diferença é a chave para compreender este desporto.
Ao contrário de vários desportos, como o futebol europeu, o basquetebol ou o râguebi, os jogadores do futebol americano focam-se apenas ou no lado ofensivo ou no lado defensivo, praticamente nenhum jogador ataca e defende. Esse foco em apenas um lado do campo faz com que as posições do futebol americano tenham uma importância acrescida, quando comparada a outras modalidades.
Por isso, este artigo, que é direcionado para os mais novatos que ainda estão a tentar perceber os conceitos do futebol americano, irá tentar explicar quais são as cinco posições mais marcantes e o que as faz serem tão cruciais para o sucesso das equipas. Para além disso, para os mais curiosos que quiserem ir ver highlights, o artigo também menciona cinco exemplos ao nível da NFL da década passada para cada posição mencionada.
A época desportiva findou para o FC Porto, que após mais uma temporada atribulada e cinzenta, pelos tempos em que vivemos, terminou no 2.º lugar do campeonato. A nível interno, conquistou a Supertaça, e a nível externo protagonizou a campanha dignificante na Liga dos Campeões, onde apenas cedeu, nos quartos de final, perante o Chelsea FC.
Não se pode dizer que foi uma má época, ainda para mais para uma geração que já assistiu a uma seca de 4 anos, mas foi claramente insuficiente para os exigentes adeptos do “Tribunal do Dragão”. O FC Porto vive de títulos e a verdade é que, em 5 competições em que esteve envolvido, só conseguiu trazer mais um troféu para o museu, por isso objetivamente não se pode dizer que foi uma boa época, Luis Díaz!
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Sim, o extremo colombiano proferiu estas palavras, que devem indignar qualquer adepto azul e branco, porque o que diferencia este emblema dos outros é a exigência, é a insatisfação com o mínimo, é lutar sempre por mais e ter uma mentalidade vencedora.
Quem achar o contrário, não tem interiorizado em si a mentalidade portista, a tão aclamada “Mística à Porto”. Estes valores tem de ir desde os jogadores aos adeptos, desde o treinador ao presidente ou então desde o “roupeiro”, ou técnico de equipamentos para não ferir suscetibilidades, ao médico do clube.
O que perpetua o sucesso são as conquistas, são os registos das competições, não as vitórias morais, pois não é isso que leva os adeptos até aos Aliados. Não se pode perder algo que se vinha a perder e que Sérgio Conceição ressuscitou – a competitividade e a sede de vencer.
Deste modo, foi uma época que ficou abaixo das expectativas, pois ganhar ano sim e ano não também não é satisfatório, satisfatório é sim encher as vitrines do museu com mais e mais troféus. É isso que qualquer simpatizante do FC Porto pede e quer ver no final da temporada. Assim, para o ano, espero ver Luís Diaz a proferir as mesmas palavras, mas dessa vez que seja com 2 ou 3 troféus nas mãos e não apenas um microfone…
E uma palavra para Sérgio Conceição! Se puderes pegar numa caneta e assinar um papel com um logo do FC Porto, o clube agradecia. Podes ter mil e uns defeitos, mas a verdade é que foste tu quem recolocou o clube, que todos nós gostamos, na rota dos títulos e não devemos ser ingratos com alguém que já nos deu tanto. Ainda para mais, numa altura que está de certa forma desprotegido e lançado aos lobos.
Bora lá, Sérgio! É preciso mudar alguns aspetos, nem tudo está bem, mas que encontres a paz que precisas no clube do teu coração.
A temporada terminou e é tempo de preparar a próxima época, sendo que o primeiro passo é definir alvos de mercado com o intuito de fazer melhor do que este ano. Esta época foi um autêntico desastre para o SL Benfica, mais ainda se fizermos contas ao investimento que foi realizado.
Os encarnados têm várias opções no mercado que poderiam ajudar a equipa a corrigir alguns erros que foram cometidos nesta temporada, porém, alguns dos jogadores desta lista podem estar um pouco acima do orçamento das águias.
Vejamos, então, quatro jogadores livres que poderão envergar o “manto sagrado” na próxima temporada.
Como tem sido habitual fruto do elevado grau de competitividade, grande parte das contas finais da Segunda Liga só ficaram conhecidas na derradeira jornada do campeonato, com algumas surpresas e também desilusões. Essas contas já estão fechadas e resta agora saber quais serão as duas equipas do Campeonato de Portugal que vão subir de divisão. Das oito, seis ainda continuam na luta até à última jornada da fase de acesso.
A edição 2020/21 de ambas as competições ficou marcada pelas muitas mudanças relativas aos respetivos formatos. No caso do segundo escalão do futebol português, além de descerem apenas os últimos dois classificados (em anos anteriores eram mais…), passou a existir a possibilidade do terceiro classificado disputar um play-off com o antepenúltimo classificado da Primeira Liga.
Já no Campeonato de Portugal, a criação da Liga 3 não só veio mexer com as mais variadas lutas e contas de cada grupo, como ainda fez aumentar o número de séries da competição. Os primeiros classificados de cada uma das oito séries integraram a fase final de acesso à Segunda Liga, com as equipas a serem divididas em dois grupos de quatro (zona norte e zona sul).
Ainda assim, as novidades não se prendem só aos formatos, mas principalmente àquilo que as equipas conseguiram fazer e conquistar ao longo da época. Venham daí os destaques positivos (e negativos!) de toda a Segunda Liga e da fase final do Campeonato de Portugal!
O Sporting CP voltou a fazer história ao conquistar o seu 23º título de campeão nacional voltando a encher de felicidade e esperança os milhões de sportinguistas. Muitos duvidaram do clube de Alvalade e colocaram em causa o sucesso ao longo da época, procurando mil e uma maneiras de abater o clube leonino.
Não há dúvidas de que o Sporting CP foi a equipa mais forte e foi a equipa que esteve melhor e neste top vou traçar e explicar aquilo que para mim foram algumas ideias chave e fundamentais neste bonito percurso verde e branco e que podem de certa forma explicar o porquê dos Leões se sagrarem campeões novamente 19 anos depois.