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Olheiro BnR: Charles De Ketelaere, o miúdo polivalência

MAIS UMA BOLACHA BELGA NO PACOTE

A Bélgica já nos habituou, ao longo dos anos, a ter médios de grande qualidade. Com Kevin de Bruyne a mexer a batuta da seleção número um do ranking da FIFA já há alguns anos, começam a surgir “substitutos” para ocupar a posição no futuro. Apesar do crescimento de Youri Tielemans e Leander Dendoncker, por exemplo, Charles De Ketelaere já entrou no radar de Roberto Martinez.

Apesar de agora brilhar nos estádios de futebol, começou por pisar outros relvados. Na infância, Charles parecia encaminhado para se tornar jogador profissional… de ténis. Depois de se fartar da batota de outros atletas da modalidade, deixou cair a raquete e calçou as chuteiras, para nunca mais voltar a tirar.

Parece, agora, que a aposta foi certeira. Formado e lançado pelo Club Brugge KV, o jovem médio de apenas 20 anos (completados em março de 2021) é, cada vez mais, uma estrela a despontar no futebol europeu. Com as luzes apontadas à qualidade demonstrada em diversas ocasiões, não era uma surpresa “o salto” para um clube de uma liga com mais relevância.

Desde a estreia pelos blauw-zwart, em 2019, Charles De Ketelaere conheceu uma ascensão meteórica. Vestiu pela primeira vez a camisola da equipa principal num jogo da Taça da Bélgica e, durante a mesma época, teve oportunidade de ser algumas vezes titular na Jupiler League e amealhou minutos preciosos na Liga dos Campeões e Liga Europa.

Após uma introdução aos grandes palcos, o jogador passou a ser uma aposta séria do Club Brugge KV. Esta temporada (2020/21), De Ketelaere já leva 37 jogos nas pernas e já chegou a marcar na “liga milionária”, com dois golos em jogos frente ao Zenit. Por isso, Roberto Martinez não perdeu tempo e, surpreendentemente para alguns, estreou-se pela seleção A da Bélgica em novembro passado, num amigável frente à Suíça.

Em 2020, o futebolista venceu o prémio de atleta belga mais talentoso do ano. A temporada de explosão tornou-o uma estrela no seu país. Antes dele, nomes como Romelu Lukaku e Divock Origi tinham levado o troféu para casa, talvez Charles De Ketelaere consiga almejar a uma carreira como os dois precedentes.

COMO JOGA CHARLES DE KETELAERE?

Polivalência. Com apenas um adjetivo poderíamos definir o estilo do jogador. Isto deve-se à pele de camaleão, porque De Ketelaere joga em quase todas as posições mais avançadas do terreno. Na temporada de estreia, jogou maioritariamente a ponta de lança e médio ofensivo, mas descaído para o lado direito. Este ano, pelo contrário, adaptou-se ao lado esquerdo, coincidente com o pé dominante de Charles.

Apesar de a alta estatura (1,92m) poder ser, na teoria, um problema para alguns jogadores das posições onde se formou, Charles não os parece demonstrar. O número 90 do Club Brugge KV assume, diversas vezes, o ímpeto do ataque da equipa e, além da velocidade, demonstra bastante critério com a bola nos pés.

A veia goleadora foi um dos motivos que levaram o jovem a ser mais vezes aposta na zona mais avançada do terreno. Apesar de não ser um marcador prolífico, já foi algumas vezes decisivo nessa função, incluindo o golo aos 90 minutos frente ao Zenit, na Frase de Grupos da Liga dos Campeões. Tudo fatores importantes para o crescimento tão rápido em poucos minutos de futebol sénior.

Sem bola parece um jogador “falso lento”, mas no momento da marcação e no contra-ataque, ganha agressividade de reação. Com isto, é normal também assistirmos Charles De Ketelaere na manobra defensiva dos blauw-zwart. O trabalho e a ética que apresenta nessa tarefa é algo fora do comum para um jogador com características tão ofensivas.

 

Mesmo com tantos pontos positivos, também é importante referir alguns problemas, apesar de poucos. Um deles é, mesmo podendo parecer contraditório, a versatilidade. Na minha opinião, a melhor posição de Charles De Ketelaere é a de médio ofensivo ou segundo avançado. No entanto, a capacidade de fazer tanta coisa pode, a longo prazo, dar alguns problemas na evolução que tem tido. No entanto, isso em condições normais e com bons treinadores a cruzar-se com o jogador, será um não-assunto.

Com a altura bastante considerável acima referida, esperava-se que o jogo aéreo fosse algo trabalhado pelo atleta. Contudo, o pouco poderio físico que ainda apresenta não é amigo do jovem, mas com mais alguma experiência, acredito que facilmente seja ultrapassado. Agora, o jogador prefere servir os companheiros que são mais fortes nessa vertente do jogo.

No futuro, espero ver Charles De Ketelaere numa das melhores ligas do mundo. No mercado de janeiro, o AC Milan surgiu como um possível destino do belga. Cada vez mais, os rossoneri apostam em jovens talentos, pelo que poderia ser um passo natural. Até lá, podemos ver o futebolista a brilhar na Liga Belga, cada vez mais um ninho de futuros craques.

O Maior Momento de Cada Wrestlemania (Edição 21 a XXX)

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Ao longo das Wrestlemania deste artigo, a WWE passou pela “Ruthless Agression Era”, mudou o seu conteúdo para apelar a uma audiência mais infantil e se há duas caras sinónimas com estas dez edições são as de John Cena e de Undertaker.

O primeiro foi “main-event” da Wrestlemania cinco vezes e o segundo viveu o auge e o doloroso final da sua “Streak”.

Olhemos então para os maiores momentos destas edições da Wrestlemania.

21.

Wrestlemania 21: Kurt Angle vs Shawn Michaels – Apesar de não ter sido um combate por um título, foi um dos melhores de sempre.

Tendo em conta os lutadores envolvidos, tal pode não surpreender, mas ao ver-se o combate, cada fã fica certamente de boca aberta – é simplesmente brilhante.

Kurt Angle pode ter derrotado Shawn Michaels, mas os verdadeiros vencedores foram os fãs.

22.

Wrestlemania 22: Rey Mysterio vence World Heavyweight Championship – Após o triunfo histórico no Royal Rumble de 2006, após a dor da morte de Eddie Guerrero, transformada numa resiliência inabalável, Mysterio conquistaria o World Heavyweight Championship na Wrestlemania 22.

Num Triple Threat Match, contra Kurt Angle e Randy Orton, o maior lutador mascarado de sempre conquistou o seu primeiro título mundial, assim como o coração de milhões de fãs.

De todos os (grandes) combates da Wrestlemania 22, este é o mais recordado de todos.

Um final marcado pelo infortúnio de Daniel-André Tande | Saltos de Esqui

O tramo final da Taça do Mundo de Saltos de Esqui, da presente temporada, em Planica teve lugar neste final de semana. Com a ação a iniciar-se na quarta feira e a terminar no domingo dia 28. O palco no qual se iria decidir o “Planica 7”, visto que estavam agendados sete saltos, três provas individuais e uma disputa por equipas para além de se ir atribuir o “globo de cristal” referente aos voos de esqui, era o Letalnica Bratov Gorisek. O “globo de voos de esqui” habitualmente comporta quatro etapas, mas devido aos constrangimentos causados pela Covid-19 três dessas provas que se disputariam em solo norueguês foram anuladas com as mesmas a serem remarcadas para a estrutura eslovena.

Este imponente trampolim de 240m, tinha um record a vigorar desde 2019 conseguido pelo nipónico e um dos atletas favoritos à conquista destas disputas, Ryoyu Kubayashi, que nesse mesmo ano havia fixado esse registo nos 252m, apenas a um metro e meio da maior distância alguma vez voada obtida por Stefan Kraft, austríaco que em Vikersund na Noruega batera esse record mundial. O nome do complexo foi atribuído  em homenagem aos irmãos Gorisek, grandes impulsionadores desta especialidade, contava com um K-Point fixado nos 200m, com cada saltador a receber por cada metro para além desse registo mais 160 pontos de distância.

Halvor Egner Granerud, já recuperado da infeção por Covid19 que o retirara da disputa final pelas competições referentes aos Mundiais de Esqui Nórdico, realizados no passado mês em Oberstdorf na Alemanha, estava agora apto para se bater pelos céptros aqui em discussão.

Tudo principiou com uma qualificação que viu apenas 67 dos 68 inscritos na mesma  a tomarem parte da impressionante e brutal  estrutura. Isto devido ao norueguês Daniel-André Tande ter sido vitimado por uma queda incrivelmente assustadora, que lhe valeu um traumatismo craniano, uma lesão nas costelas e a perfuração de um pulmão, com esse acidente a dar-se a mais de 100km por hora, velocidade registada por este aquando da saída do trampolim. Com a perda da fixação de um dos esquis a ser motivo apontado por todos para esta lamentável perda para a competição, refira-se que tal se verificara no período prévio ao começo da mesma, ainda nos saltos preparatórios. Com o jovem atleta de Oslo a ter de ser evacuado de helicóptero e colocado em coma induzido, uma vez que o seu estado de saúde apresentava um prognóstico altamente reservado.

A qualificação, contrariamente ao que normalmente é regra, viu apenas 40 destemidos homens  selarem presença na prova dado estarmos a disputar uma compita de Ski Flying ao invés dos 50 que usualmente compõem as competições em trampolim normal. A mesma seria conquistada, bem como os 2000 francos suíços, pelo japonês Ryoyu Kubayashi com a marca de 229m. O vice-líder da geral, o germânico Markus Eisenbichler assegurava o segundo posto desta disputa qualificativa, que tinha em vista a competição do dia seguinte, saltando 227,5m. Já a fechar os três primeiros e com um registo, que, não obstante ter sido mais impressionante em termos de distância, seria mais penalizado pelo fator de “portão”, uma vez que foi assinado de um “portão”  mais alto, autoria de Bor Pavlovcic que rubricara 232m. Ainda dentro do top cinco, de realçar as presenças de Karl Geiger, um dos grandes favoritos, dado ter-se sagrado aqui mesmo campeão mundial da especialidade e ainda por Andrzej Stekala, que assinalando uma marca de 225,5m, ficou um metro atrás do seu opositor, com o polaco também a dar mostras de bom Skyfliyer!

Stefan Kraft apenas 22.º classificado, Kamil Stoch não fazia melhor do que o 23.º registo, Halvor Egner Granerud relegado para o 28.º salto mais distante e Marius Lindvik apenas 34.º colocado, eram nomes grados que haviam deixado bastante a desejar. No entanto ainda havia quem fizesse pior! Exemplos de Klemens Muranka da Polónia ou do helvético  Simon Ammann, antigo campeão mundial da disciplina, que ficavam de fora da contenda agendada para  quinta-feira.

Numa prova que assinalava o regresso oficial da Taça do Mundo a Planica, após o campeonato anterior ter sido terminado de modo abrupto, ainda antes de se pisar solo esloveno, era o “samurai” Ryoyu Kubayashi quem ia dando mostras de maior habituação a estas exigentes condições, bem como dava grandes indicações na discussão pelo “globo de voos de esqui”, liderando ao cabo da ronda de abertura, totalizando no seu primeiro registo nada mais nada menos do que 235m. Quem lhe ia fazendo mais “sombra”, mas a mais de uma dezena de pontos, era o local Domen Prevc, o mais novo do clã que rubricava passaporte para a ronda final. No entanto apenas o saltador de 21 anos mantinha legítimas aspirações à vitória nesta 27.ª prova da presente edição do campeonato, averbando menos quatro metros do que o asiático. Ainda em lugar de pódio figurava outro praticante caseiro, uma das revelações da temporada, no caso Bor Pavlovcic que fizera meio metro menos em relação à marca obtida pelo seu compatriota.

O final do Top cinco ia mostrando respetivamente os nomes de Michael Hayboeck em representação da seleção austríaca e de Markus Eisenbichler. Stefan Kraft, campeão do “grande globo” na transata temporada era apenas 14.º posicionado, ao passo que o atleta que atuava entre muros, Anze Lanisek, ia apenas se quedando pelo 23.º registo, portanto já fora de almejar muito mais do que “trepar” um pouco na tabela!

Contudo e face ao muito vento e à neve de fraca qualidade, visto que os termómetros iam apontando cerca de 15 graus, acabaram por se verificar várias surpresas, com Granerud, Stoch, Kubacki e Lindvik a serem impedidos de saltar uma segunda vez neste dia, dado terem terminado  a primeira ronda para além dos trinta melhores!

Numa segunda metade de disputa marcada pelo facto do vento mudar a sua direção de forma repentina, passando a conferir penalizações aos “homens pássaro”, ao invés das bonificações registadas no primeiro pedaço de compita, foi de modo previsível que se assistiu a uma melhoria genérica na qualidade e distância dos registos. Com Ryoyu Kubayashi a sublinhar a grande superioridade demonstrada até então, face aos demais rivais neste trampolim, vincando-o com um segundo voo de 244m, conquistando assim o epíteto de marca mais longínqua de toda a tarde/noite em Planica.

Na prata, aplicando em pleno a expressão: “quem não arrisca, não petisca”, esteve Eisenbichler que  baixando em uma posição o “portão” do 13 para o 12, indo em busca de arrecadar a  compensação relacionada com essa descida, viu essa estratégia resultar em pleno, com este a permanecer com o desidrato de almejar conquistar tanto o “globo de voos de esqui”, como também mantinha em aberto a possibilidade de “levar para casa” o Torneio de Planica.

Ainda dentro dos cinco primeiros concluíam Hayboeck e Bor Pavlovcic. Domen Prevc era vítima da famosa pressão, acusando-a finalizando apenas no oitavo posto. Já Robert Johanson, para o país que via pela terceira ocasião um atleta daí proveniente a transportar o maior troféu da disciplina de inverno, ascendera sete posições face ao que havia realizado no primeiro salto, obtendo um sétimo lugar.

Quanto a Stefan Kraft, somente 23.º colocado, ficava bem aquém do que se lhe exigia, dado estarmos em presença do recordista mundial de voos de esqui!

Luxemburgo x Portugal: Velhos conhecidos encontram-se novamente

Apuramento Mundial 2022: terça-feira, 19:45, 30 de março de 2021

ANTEVISÃO: PASSADO RECENTE DÁ VANTAGEM À SELEÇÃO DAS QUINAS

Luxemburgo e Portugal defrontam-se esta terça-feira em jogo que pode, dependendo de outros resultados, valer a liderança do grupo A. Estas são duas seleções que nos últimos anos se têm encontrado várias vezes. Neste historial recente, vantagem clara para Portugal. As “odds” apontam para um jogo desequilibrado, mas já foi mais.

A SELEÇÃO NACIONAL TENTA VOLTAR AOS TRIUNFOS DEPOIS DO EMPATE NA SÉRVIA. SERÁ QUE CONSEGUE VENCER? APOSTA JÁ NA BET.PT!

O primeiro jogo da seleção luxemburguesa trouxe a confirmação de algo que já se sabia: esta é uma equipa em crescimento e a ter em conta nos próximos anos. Venceu em casa da Irlanda (0-1) e somou os três pontos. Chega ao duelo com Portugal com menos um jogo e a possibilidade saltar para primeiro ou segundo lugar.

Com um jogo a mais realizado, Portugal procura redimir-se e parte para este duelo com a obrigação de vencer. O empate em Belgrado, frente à Sérvia, desiludiu e não se espera menos do que a vitória.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Portugal venceu 15 dos 17 jogos contra o Luxemburgo.
  2. A única vitória do Luxemburgo neste frente a frente ocorreu a 8 de outubro de 1961, na estreia de Eusébio pela Seleção Nacional.
  3. Portugal marcou pelo menos dois golos nos últimos dez jogos frente ao Luxemburgo em todas as competições.
  4. É preciso recuar a 7 de setembro de 2012 para ver o último golo marcado pelo Luxemburgo a Portugal (1-2).
  5. No confronto direto entre selecionadores, vantagem clara para Fernando Santos sobre Luc Holtz (3-0).
  6. O Luxemburgo vem de vitória moralizante frente à Irlanda, depois de ter estado cinco jogos sem vencer.
  7. Portugal venceu 14 das últimas 15 partidas em Qualificações para Mundiais.
  8. Dos últimos oito confrontos, seis tiveram mais de 2,5 golos.
  9. Dos 17 jogos entre as duas seleções, Portugal marcou sempre pelo menos um golo.
  10. O Luxemburgo apenas venceu por seis ocasiões em qualificações para Mundiais.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Gerson Rodrigues (Luxemburgo) – O extremo nacionalizado luxemburguês que até nasceu no Pragal, em Portugal, é sem dúvida um dos elementos mais decisivos do conjunto orientado por Luc Holtz. Além da qualidade técnica, tem também bastante capacidade física nos duelos e consegue catapultar a equipa para a frente. Tirando partido de diagonais para o meio, cria bastante perigo às equipas adversárias. Marcou o golo que deu a vitória frente à Irlanda e terá necessariamente de ser alvo de atenção pelos defesas portugueses.

Diogo Jota (Portugal) – A seleção lusa vive uma era de ouro da sua história e Fernando Santos pode começar a queixar-se de ter “boas dores de cabeça”, de tanta qualidade disponível. Diogo Jota é um dos mais destacados. A lesão que sofreu esta época abrandou o ritmo avassalador com que seguia no Liverpool FC, mas rapidamente voltou ao seu estado “normal”. Marcou os dois golos do empate de Portugal frente à Sérvia e tem todas as condições para continuar a fazer balançar as redes adversárias.

 

XI’S PROVÁVEIS

Luxemburgo: Anthony Moris, Laurent Jans, Enes Mahmutovic, Maxime Chanot, Marvin Martins, Christopher Martins Pereira, Gerson Rodrigues, Leandro Barreiro, Olivier Thill, Vincent Thill, Daniel Sinani.

Treinador: Luc Holtz: Temos imenso respeito pelo jogo que temos pela frente, conheço muito bem a Seleção de Portugal. Acredito que esta é a melhor equipa da história da Seleção portuguesa.”

 

Portugal: Anthony Lopes, Cédric, José Fonte, Rúben Dias,João Cancelo, Rúben Neves, João Moutinho, Bernardo Silva, Diogo Jota, André Silva, Cristiano Ronaldo.

Treinador: Fernando Santos: “Esta equipa (Luxemburgo) não tem nada a ver com o Azerbaijão. Vão jogar olhos nos olhos, têm zero a ver com o Azerbaijão, não vão jogar lá atrás.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: Luxemburgo 0-2 Portugal

O eclipse da veia goleadora de Mehdi Taremi | FC Porto

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Este é um dos piores pesadelos para os pontas-de-lança. Um período de seca de golos pode fazer esquecer todo o trabalho desenvolvido ao longo da temporada. Taremi já não fatura há sete partidas consecutivas e os adeptos, nas redes sociais, já começam a pedir a “conta”. A exibição apagada na vitória do FC Porto frente do Portimonense SC reflete os últimos sete jogos do iraniano ao serviço dos dragões.

O camisola número 9 habituou mal os adeptos no mês de janeiro e fevereiro. É que em 14 partidas disputadas nestes dois meses foram nove bolas que entraram na baliza adversária com carimbo de Mehdi Taremi. E mesmo nesta série de sete jogos sem marcar golo, o ponta de lança do FC Porto contribui com três assistências. Contudo, de frente para a baliza, as coisas não têm corrido da melhor forma.

Percebe-se que o jogador, que está agora ao serviço da seleção do Irão, assumiu desde cedo a filosofia de jogo imposta por Sérgio Conceição e entrega-se fisicamente do início ao fim do encontro. Porém, o nível de inspiração tem caído a pique nas últimas partidas. Os lances menos bem conseguidos no clássico contra o Sporting CP e a expulsão em Turim para a Liga dos Campeões certamente que mexeram com a mentalidade de Taremi. Tanto que após o jogo com os leões o avançado fez uma publicação nas suas redes sociais a pedir desculpa a todos os portistas.

Na sua conta pessoal, Taremi já leva 15 golos marcados em 37 partidas pelo FC Porto. Juntando as assistências para golo no campeonato (seis), Mehdi já participou em 21 golos marcados pelos dragões nesta temporada. Embora tenha mais três golos marcados que Moussa Marega (11), companheiro de ataque, nenhum deles alcançou ainda o patamar dos dez golos na Primeira Liga. Taremi conta com nove e Marega apenas seis. Números muito abaixo daquilo que os avançados de topo do FC Porto demonstraram na última década.

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Regressando à seca de golos de Taremi, por vezes, a pressão de querer acabar com um período de seca pode causar muita ansiedade e desconforto na mentalidade de um jogador. A pausa para os embates das seleções pode ajudar a refrescar a mente de Taremi, visto que apenas irá disputar um amigável frente à Síria. A qualidade e o talento não fugiram, por isso é uma questão de tempo até o “ketchup” sair da embalagem e os golos voltarem a aparecer.

Leixões SC 0-4 FC Vizela: Domínio total e vitória “sem espinhas”

A CRÓNICA: FC VIZELA “TODO-O-TERRENO” PARA UM LEIXÕES SC “A VER NAVIOS”

O Estádio do Mar foi presenteado com mais um encontro. Desta vez, e a contar para a 26ª jornada da Segunda Liga, o Leixões SC defrontou o FC Vizela. Duas equipas com ambições diferentes, mas com o mesmo objetivo: o de vencer e arrecadar mais três pontos para o cartório. Do lado matosinhense, avista-se a garantia tranquila da manutenção, enquanto que os visitantes anseiam voos mais altos: o da subida de divisão para a Primeira Liga.

Quem entrou em campo com a verdadeira vontade de vencer e fazer mossa foi, efetivamente, o FC Vizela. Com uma pressão total em todos os setores do campo e em todos os momentos de jogo, a equipa forasteira bloqueou por completo o jogo do Leixões SC.

A equipa de José Mota esteve muito partida e praticamente sem ligação entre setores, o que dificultou por completo a estratégia de jogo. Não tiveram “pedalada” nem jogo suficiente para aguentar o Vizela, que rapidamente fez gosto ao pé.

Depois de uma grande jogada coletiva elaborada do lado esquerdo do ataque, Guzzo, com um belo toque, assitiu para Samu. Aos 21 minutos, estava aberto o marcador a favor do Vizela, depois de um remate sem defesa possível de Stefanovic.

E a força ofensiva não parou por aí. Com um Leixões praticamente invisível em campo, maioritariamente a nível ofensivo, a equipa de Álvaro Pacheco sentia que conseguia mais. Peguemos no famoso ditado popular “depois da tempestade vem a bonança” e apliquemo-lo a Cassiano. A tempestade veio aos 35 minutos, quando o jogador estava plenamente isolado à frente da baliza, praticamente em cima da linha de golo, e falhou um golo teoricamente impossível de falhar. A bonança já veio para lá do minute 45 da primeira metade. Cassiano sofreu uma falta de Diogo Gomes dentro da área, o que levou a que o árbitro Iancu Vasilica apontasse para a marca dos onze metros a favor dos vizelenses. Cassiano fez jus ao ditado e aumentou a vantagem da sua equipa para dois golos.

Podia dizer-se que o Leixões precisava do intervalo logo após o primeiro minuto de jogo, mas teve esperar os regulamentados 45 minutos. Mesmo com alterações feitas à volta da meia hora, nada parecia surtir efeito.

E continuou tudo sem surtir efeito. Foram precisos pouco mais de cinco minutos na segunda parte para o Vizela aumentar a vantagem para três golos. Dentro da área, a bola embateu no braço de Diogo Gomes depois de uma tentativa de cruzamento por parte de Kiki (o do Vizela, portanto) e Iancu Vasilica apontou, mias uma vez, para a marca da grande penalidade. Cassiano concretizou novamente, com Stefanovic a errar o lado.

O inferno descia à terra para o Leixões, enquanto o Vizela ascendia aos céus. Com um total desmoronar da defesa e do ataque, e também com Joca a perder a bola em zona proibida, André Soares – acabado de entrar para render Cassiano, substituído por aparente lesão – marcou o quarto golo dos Vizelenses. Sem dó, nem piedade. Ainda faltava mais de um quarto de hora e José Mota continuava sem encontrar qualquer tipo de solução para parar o domínio total do Vizela de Álvaro Pacheco.

Tudo correu bem à equipa de Álvaro Pacheco. Sem mais oportunidades até ao final do encontro, o resultado ficou fechado num 4-0 favorável aos vizelenses que veem o sonho de chegar à Primeira Liga com mais luz.

 

A FIGURA

Pleno domínio do FC Vizela – Uma equipa com muito boa ligação entre setores, sem descer de rendimento e com a capacidade de aplicar uma brutal pressão em todos os momentos do jogo. O resultado foi apenas o culminar da exibição brutal do Vizela no Estádio do Mar.

 

O FORA DE JOGO

Leixões SC – Entre aparecer no jogo e ver o sucedido, acabou por dar tudo no mesmo. Não se viu a garra que a turma do Mar já habituou os seus adeptos e não foram capazes de parar qualquer momento do Vizela.

 

ANÁLISE TÁTICA – LEIXÕES SC

José Mota, como habitual, por um 4-3-3. A linha defensiva foi composta, ao longo do encontro, pelo capitão Pedro Pinto e Diogo Gomes, na zona central, com apoio nas laterais de Tiago André Lucas Lopes.

O meio-campo começou ocupado por Bruno Monteiro, Joca Samuel e Rodrigo. Na frente, Avto e Kiki ocuparam posições de extremos com o objetivo de apoiar Belkheir.

Nenê e Seck entraram aos 35 minutos do encontro para compensar a falta de critério ofensivo. Consequentemente, Tiago André e Rodrigo saíram – permanecendo em 4-3-3, mas com um lateral muito mais ofensivo e Nenê a ajudar mais na construção, tendo mais experiência que o jovem Rodrigo, que também já tinha sido admoestado com cartão amarelo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Stefanovic (5)

Tiago André (5)

Diogo Gomes (4)

Pedro Pinto (5)

Lucas Lopes (5)

Rodrigo (4)

Bruno Monteiro (6)

Joca Samuel (6)

Avto (4)

Kiki (5)

Belkheir (4)

SUBS UTILIZADOS

Nenê (5)

Seck (6)

Jota (5)

Rafael Furlan (6)

Paulo Machado (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC VIZELA

Álvaro Pacheco moldou a sua equipa num 4-1-4-1 bastante consistente em todos os momentos do jogo. Um Vizela todo-o-terreno com uma capacidade de pressionar o Leixões SC tanto ofensivamente como defensivamente.

A linha defensiva de quatro jogadores foi ocupada por Ofori e Kiki nas laterais, a par de Aidara e Matheus na zona central. Marcos Paulo foi o elemento mais retraído do meio-campo, com a tarefa de ligar o jogo entre o setor defensivo e o meio-campo. Na ligação ao ataque ficaram dispostos Samu e Guzzo no miolo, com Tavinho e Kiko Bondoso a atuar pelas alas. Na frente, Cassiano foi o ponta de serviço.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ivo (6)

Richard Ofori (6)

Matheus (6)

Aidara (6)

Kiki (6)

Marcos Paulo (6)

Tavinho (7)

Raphael Guzzo (8)

Samu (8)

Kiko Bondoso (7)

Cassiano (8)

SUBS UTILIZADOS

André Soares (7)

Marcelo (6)

Marcelo Oliveira (6)

João Pais (6)

Maviram (6)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

 

Leixões SC

Não foi possível colocar questões ao técnico do Leixões SC, José Mota.

 

FC Vizela

BnR: Que análise faz à exibição da sua equipa e qual a importância que atribui a estes três pontos?

Álvaro Pacheco: Durante a semana trabalhámos para melhorar a nossa fluidez no jogo e isso refletiu-se. Foi um bom jogo contra um grande adversário. Controlamos o nosso jogo, nunca o resultado. Continuamos a trabalhar para chegar mais alto e temos de trabalhar para continuar assim. Tentámos controlar o jogo posicional e conseguimos. O resultado foi o acréscimo do que fizemos.

SL Benfica | Águias a levantar voo?

O SL Benfica aparenta viver dias melhores. As “águias” têm vindo a levantar voo nas últimas semanas, conquistando vitórias, amealhando pontos e mantendo invioladas as suas redes. O período destrutivo que precedeu esta fase de maior fulgor, no entanto, cortou demasiado as asas à equipa benfiquista, que encara a fase final da época com apenas duas ambições: a conquista da Taça de Portugal e o segundo lugar da Primeira Liga.

É pouco para o muito que se investiu e perspetivou na antecâmara da temporada, mas não deixam de ser objetivos importantes, cuja concretização é de vital importância, sobretudo pelo que representam na construção da época vindoura.

Para garantir o cumprimento destes desideratos, será necessário manter – ou até melhorar – a forma apresentada e manter – ou até acentuar – a curva ascendente de qualidade. O principal requisito será a estabilidade.

Estabilidade emocional, individual e coletiva, estabilidade de escolhas, sobretudo no setor defensivo, estabilidade na comunicação, mormente no que concerne as conferências de imprensa de Jorge Jesus, estabilidade exibicional e estabilidade de resultados.

O mês de abril apresenta-se como fulcral para a continuidade – ou não – da forma que as “águias” vinham espelhando em campo antes da paragem para compromissos internacionais. O mês da liberdade vai permitir perceber se a equipa técnica de Jorge Jesus foi capaz de aproveitar a pausa no calendário para solidificar ideias e unir o grupo.

Caso o tenha feito, os encarnados terão todas as condições para vencer as cinco partidas que mês que se avizinha encerra e dar sequência a uma série positiva que só peca por tardia.

Os 5 clubes mais míticos da história do futebol mundial

Confesso a enorme dificuldade que foi para mim escrever este texto. Tantas equipas fortíssimas, jogadores míticos, momentos épicos do futebol que me passaram pela cabeça.

Ao longo da história, o que não faltam são exemplos de clubes de futebol marcantes, das mais variadas cores e origens, pelo que selecionar os cinco mais relevantes é tarefa hercúlea.

As minhas opções provavelmente não serão unanimes, mas ficam aqui os cinco emblemas que, por uma razão ou outra, eu considero que se tornaram nos mais míticos da história do futebol, utilizando um critério de divisão por países.

Rescisões com uma carreira de sucesso | Sporting CP

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Agora que estamos a fazer uma pausa no campeonato de futebol para que se cumpram os jogos da Seleção Nacional para a qualificação de acesso ao Mundial, decidi escrever sobre ex-atletas do Sporting CP, que se tornaram, alguns deles, também ex-seleccionáveis.

Desde o malfadado ataque a Alcochete, que resultou na rescisão de vários atletas internacionais com o Sporting CP, que o clube de Alvalade não tinha uma representação tão forte nas convocatórias para as equipas de todos nós. No entanto, alguns dos que decidiram abandonar Alvalade têm vindo a perder espaço no elenco de Fernando Santos.

Dos sete portugueses que rescindiram, cinco tinham já lugar garantido em todas as convocatórias do engenheiro. Falamos de Rui Patrício, William Carvalho, Bruno Fernandes, Gelson Martins e Daniel Podence. E destes, apenas Bruno Fernandes continua a ser convocado, curiosamente dos cinco o único que aceitou voltar ao clube. (De ressalvar que Rui Patrício só não foi convocado por estar lesionado).

Rafael Leão, apesar de continuar a ser chamado para as seleções dos escalões jovens, parece ter estagnado o seu crescimento. Faltará afirmar-se no seu novo clube. Quem sabe se, ficando mais alguns anos no Sporting CP, não estaria já a concorrer para o lugar de André Silva? Nunca saberemos.

Rúben Ribeiro, apesar de ter qualidade, chegou a um grande clube já tarde, e não chegou a ser internacional. No entanto, podemos perceber que a sua carreira, depois da rescisão, foi sempre em decréscimo, não querendo faltar ao respeito aos clubes que representou.

Saindo um pouco da esfera da Seleção Nacional, deixo ainda nota para Bas Dost e Rodrigo Battaglia, que aceitaram voltar ao Sporting CP, tendo posteriormente saindo para outros clubes. No caso de Bas Dost, já tinha renunciado representar a selecção holandesa. Battaglia, enquanto jogador do Sporting, conseguiu chegar à selecção Argentina, tendo depois deixado de ser opção.

Rodrigo Battaglia já integrou a convocatória da Seleção Argentina enquanto representava o Sporting CP
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Dito isto, podemos facilmente concluir que – e não abordando aqui a parte financeira mas apenas a desportiva – tirando Bruno Fernandes que voltou e se tornou um jogador importante no clube, Rafael Leão que por ser muito jovem e estar num clube de topo tem ainda uma margem de progressão enorme e Rui Patrício que continua a ser o melhor guarda-redes português, apesar de estar num clube de segunda linha do futebol inglês. Nenhum jogador aqui falado conseguiu afirmar-se, tendo a maior parte perdido mesmo espaço nos clubes de menor relevo que representam.

Podia aqui ainda incluir Adrien Silva que, apesar de ter saído antes do incidente de Alcochete, forçou também a saída do Sporting CP, mas não conseguiu também nunca ser indiscutível em nenhum dos clubes por onde passou depois de Alvalade.

Terá valido a pena?

Estes exemplos podem servir perfeitamente para todos os jovens que, por própria ambição ou dos seus empresários, assim que conseguem fazer uma ou duas acrobacias, e fazem uma capa de jornal pensam imediatamente em sair para outros clubes. Sair pode não ser a melhor opção a longo prazo, quando no Sporting CP podem fazer uma excelente carreira, serem reconhecidos e terem boas possibilidades de serem selecionáveis das suas equipas nacionais caso mostrem qualidade. E para os que tiverem dúvidas, o nosso treinador já avisou, (para os que estejam a ser aliciados por outros clubes principalmente) “…o Sporting tem sempre a porta aberta.”

A título de exemplo para esses jovens a que o nosso treinador se estava a dirigir, devo relembrar a chamada às Selecções de João Palhinha, Nuno Mendes, Luís Neto, Pedro Gonçalves, Tiago Tomás, Daniel Bragança e Luís Maximiano. (Não esquecendo Pedro Porro, pela Selecção Espanhola).

Daniel Bragança é um dos muitos jovens leoninos do plantel que viu o seu trabalho reconhecido
Fonte: Bola na Rede

Ao abordar este tema não quero estar a parecer sentir qualquer falta de quem saiu, uma vez que temos agora no plantel jogadores com tanta ou mais qualidade do que quem rescindiu. Felizmente o Sporting tem, e continuará a ter, em todos os escalões de formação, atletas com capacidade de integrar a equipa principal do clube, desde que mostrem amor e comprometimento para com o mesmo. Que o diga Dário Essugo.

Faz falta quem está e tem vontade de ajudar o clube.

Nota: Até Luís Neto (esse jovem) teve que vir para o Sporting CP para voltar à Seleção Nacional. Agora pensem, miúdos.

Outra nota: Todos os jogadores aqui referidos (exceptuando Rúben Ribeiro) ganharam o direito de representar a Selecção dos seus países jogando e afinando-se no Sporting CP. (A maior parte perdeu isso quando decidiu sair do clube).

Volta à Catalunha | Ineos pulveriza concorrência em terras catalãs

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A pergunta que deve ter ficado na cabeça de qualquer um tem resposta: 61 anos. Exatamente, temos de recuar um pouco mais de seis décadas para obtermos um feito comparável na Volta à Catalunha. “Podium Sweep” como gostam de chamar os ingleses, ou, em bom português, três ciclistas da mesma equipa a terminarem nos três primeiros lugares da classificação geral de uma competição. Aconteceu em 1960, com as cores da formação espanhola da Ferrys, e voltou a suceder-se em 2021, com a assinatura da Ineos Grenadiers.

Em meados do século passado, o trio espanhol composto por Miguel Poblet (1º), José Pérez (2º) e Emilio Cruz (3º) terminou a competição catalã nos três lugares da frente, colocando a fasquia num patamar muito difícil de ser repetível. Irrepetível, no entanto, é que não foi. Um resultado similar e que se tornou bastante mediático sucedeu-se anos mais tarde, e embora não tenha sido numa competição por etapas, a famosa Mapei-GB finalizou o Paris-Roubaix de 1996 com três homens no pódio: Johan Museeuw (1º), Gianluca Bortolami (2º) e Andrea Tafi (3º).

Agora, no denominado conceito de ciclismo moderno, a proeza não deixa de ser incrível e até mesmo histórica, sobretudo porque estamos a falar, inequivocamente, de um resultado extraordinário para a formação britânica, que, este domingo, pôde finalmente celebrar a presença de Geraint Thomas (3º), Richie Porte (2º) e Adam Yates (1º) no pódio final da centésima edição da conceituada Volta à Catalunha.

Foto de Capa: Ineos Grenadiers