A 46.ª edição dos Campeonatos do Mundo de Esqui Alpino, teve lugar em Cortina Del Peso, em Itália. Refira-se que esta é a maior estância de desportos de inverno do país e que a mesma sucedeu a Are, na Suécia, que havia acolhido este certame no ano de 2019 (os mundiais disputam-se a cada dois anos).
Esta seria a primeira ocasião em que esta competição decorreria sem público, que, caso não houvesse pandemia, lotaria por completo as bancadas do recinto.
Para estes 15 dias de ação, havia no entanto outra novidade, falo-vos da pista masculina, onde teriam lugar as provas de velocidade, a “Vertigem”, palco novo para todos os competidores, visto que a mesma era para ser estreada na Taça do Mundo, no decorrer da temporada passada, na “festa final” (competição em que estão apenas os 25 mais pontuados de cada disciplina, os campeões do mundo juniores dessas mesmas especialidades e todos os esquiadores que queiram marcar presença nas provas, desde que tenham mais de 500 pontos na Taça do Mundo), mas tal não se verificou, uma vez que essa competição não foi realizada, devido ao alastramento da pandemia.
Apesar disso, todos sabiam da sua complexidade, até porque a mesma continha um salto, que recebera o nome de um dos maiores de sempre do país das pizzas, Christian Gedina, ex downhiller que estabeleceu como condição que esse salto tivesse mais de 40m de extensão.
Após três dias em que as más condições de visibilidade, dado o extremo nevoeiro na parte alta das pistas, em que não foi possível arrancarem as provas de velocidade, por tradição as que abrem os Mundiais de esqui Alpino, foi por fim possível que o espetáculo tivesse início.
Vamos, pois, e como manda a educação, começar pelo que mais importante se passou no setor feminino dos Campeonatos do Mundo, no que diz respeito às velocistas.
As equipas já sabiam que a nova temporada ia ser atípica antes do início da época, incluindo os Denver Nuggets. Aliás, ao invés dos 82 jogos para cada equipa na época regular, a NBA decidiu que cada equipa ia fazer menos dez jogos do que é habitual. Devido a isso, era previsível haver surpresas na atual época, tanto positivas como negativas. Até ao momento, a equipa liderada por Michael Malone tem sido uma das desilusões.
Nikola Jokic e Jamal Murray são as duas grandes figuras de uma equipa que tem tido várias dificuldades na quadra, especialmente defensivamente. Na atual época, quando uma equipa defronta os Nuggets consegue, em média, acertar 47.1% dos lançamentos efetuados no decorrer das jogadas.
Apesar dessa lacuna, é preciso realçar a elevada qualidade que há na equipa. Os Nuggets estão na luta por um dos lugares da Conferência Oeste que dá acesso aos playoffs – está ainda mais complicado do que nas últimas épocas. Na época transata, a equipa de Denver não teve muita dificuldade e terminou no terceiro lugar da Conferência.
O principal jogador dos Nuggets é Nikola Jokic, sem dúvida. Em quase todos os jogos de cartas, a mais valiosa ou é a do Rei ou a do Às. Mas a mais importante, em Denver, é a do Joker.
▪️ Career-high 50 points
▪️ 1st @nuggets player w/ 50 since Melo
▪️ 12 AST, 3 BLK
Na atual NBA é muito complicado para um poste ser a estrela da equipa, mas Jokic já demonstrou que é diferente dos demais. Além dele, só mesmo Joel Embiid, dos Philadelphia 76ers. O basquetebolista da Sérvia não só sabe lançar como também sabe passar. Não é ao acaso que ele é o atual recordista de triplo-duplos nos Nuggets e o nono de toda a história da NBA, com 47 triplo-duplos.
Está a ser a melhor época do Joker na NBA. Até ao momento, Jokic está, em média, com 27.1 pontos por jogo, 11.3 ressaltos por jogo e 8.6 assistências por jogo. Além disso, a estrela dos Nuggets está no top dez dos jogadores nos pontos por jogo (oitavo lugar), assistências por jogo (quinto), ressaltos por jogo (nono) e de roubos de bola por jogo (nono). Assim, sem surpresa, o Joker é um dos nomes mais falados para a conquista do prémio MVP da época 2020-21. Ainda tem uma longa época pela frente, mas a possibilidade ainda não foi descartada. Ele é de outro mundo, sem dúvida.
Outro jogador que também tem grande destaque nos Nuggets é Jamal Murray. O basquetebolista canadiano foi extremamente importante nos playoffs no ano passado. Os Nuggets chegaram à final da Conferência Oeste, onde foram eliminados pelos Los Angeles Lakers, mas antes tiveram de derrotar os Utah Jazz e os Los Angeles Clippers. Na primeira ronda, Jamal Murray foi fulcral na passagem. De um lado, Donovan Mitchell estava endiabrado. E do lado oposto, Murray também estava. E fizeram história no jogo 4: Jamal Murray e Donovan Mitchell marcaram 50 e 51 pontos, respectivamente, e foram os primeiros adversários a marcar 50 pontos num jogo de playoffs.
Na atual época, Murray continua com uma média de pontos por jogo semelhante à das últimas duas épocas. Apesar disso, Jamal precisa de subir o seu nível nos próximos jogos. Talvez, o basquetebolista canadiano não estava à espera de sentir tanta pressão após os últimos playoffs.
What an incredible postseason from Jamal Murray 👏
∙ Averaged 26.5 PPG and 6.6 APG
∙ Eight clutch-time 3-pointers, 2nd most in a single postseason over the past 20 years
∙ Led two 3-1 series comebacks
∙ Two 50-point games pic.twitter.com/lfnFymSWX0
Um jogador que está a crescer imenso na atual época é Michael Porter Jr. Apesar de ainda ter uma curta carreira, Porter Jr. já teve várias lesões. Aliás, ele não realizou qualquer jogo na sua primeira época devido a uma lesão nas costas. Na época passada – que também foi a sua primeira com jogos oficiais -, o basquetebolista de 22 anos apenas começou em oito dos 55 jogos que participou. Agora, Porter Jr. já começou em dez dos 17 jogos que já realizou. Além disso, está com uma média de 13.6 pontos por jogo e 6.1 ressaltos por jogo. Ainda tem um longo caminho pela frente, mas é um jogador com muito potencial.
Os Nuggets possuem vários jogadores com boa qualidade. Gary Harris, Paul Millsap, Monte Morris, Will Barton, Gerald Green, Fabio Campazzo e Jamychal Green são os outros jogadores que fortalecem a equipa de Denver. O rookie R.J. Hampton está a cumprir o seu papel. E os Nuggets tem um dos basquetebolistas mais altos da liga, Bol Bol, com 2.18 metros.
A equipa de Denver também tinha um jogador que cresceu imenso na atual época, Jerami Grant. O atual extremo dos Detroit Pistons está a jogar a um nível de all-star. Até ao momento, Grant está com uma média de 23 pontos por jogo, 5.4 ressaltos por jogo e três assistências por jogo. A mudança de papel na equipa foi importante para o desenvolvimento rápido do basquetebolista de 26 anos.
Na última época, os Nuggets surpreenderam quando chegaram à final da Conferência Oeste, quando muitos previam um duelo entre equipas de Los Angeles. Foi a quarta vez que chegaram à final da sua Conferência, mas nunca ganharam. Três delas foram contra o vencedor da última liga, os Los Angeles Lakers. Apesar de um mau início de época, acredito que os Nuggets vão chegar aos playoffs. A luta vai ser complicada e Jokic não pode fazer tudo sozinho.
2020 deu todas as pistas e 2021 já começou a prová-lo: nunca as provas de meia e longa distância foram tão rápidas e nunca o salto qualitativo em termos de amplitude de resultados foi tão drástico. Claro que há Jogos Olímpicos e isso significa sempre que alguns atletas aparecerão como nunca, para voltarem a desaparecer por mais quatro anos (três, neste caso). Mas há também outros elefantes na sala.
Foram notícias dois recordes mundiais na meia e longa distância feminina nestes últimos dias. Gudaf Tsegay é uma atleta já medalhada. A etíope foi Bronze nos Mundiais Indoor 2016 e repetiu essa medalha nos Mundiais de Doha, ao ar livre, em 2019. No entanto, nada fazia prever o que vimos em Lievin há poucos dias. O seu melhor pessoal nos 1.500 metros, em pista coberta, era de 4:00.09. Em Lievin correu em 3:53.09! Bateu a sua melhor marca pessoal em sete segundos (!), o que parece totalmente absurdo. Mas a marca – como vocês já sabem – não significa só isso. É que Tsegay bateu o recorde mundial em pista coberta, que pertencia a Genzebe Dibaba desde 2014, por mais de dois segundos!
O mais curioso é que, ao ar livre, Tsegay ainda tem um recorde pessoal inferior a esse. Apesar de ser uma marca impressionante, o Bronze de Doha foi conseguido em 3:54.38. E depois há as notícias que vêm da Etiópia…Com uma elevação de mais de 2.000 metros, há três semanas, a atleta correu a distância na Etiópia em 4:02.35, o que em várias listas de conversão dá qualquer coisa como 3:51.68. Estas conversões valem o que valem, mas estamos ansiosos por vê-la correr ao ar livre neste verão.
Kenyan Beatrice Chepkoech breaks WR in 5 km road race in Monaco. She clocked 14:43, five seconds inside of previous record of Caroline Kipkurui. She holds double WR now; 3000 steepleachase and 5K road. pic.twitter.com/fMUUX98kCs
Pouco tempo depois, no passado fim-de-semana, foi a vez da queniana Beatrice Chepkoech voltar a ser feliz no Mónaco. Já tinha sido aí que a atleta tinha alcançado o seu inimaginável recorde dos 3.000 Obstáculos (8:44.32) e agora bateu o recorde de 5km em estrada, com uma marca de 14:43. O mais impressionante é que o fez num dia com muito vento e com temperaturas a rondar os sete graus centígrados!
Mas não é difícil passar os olhos pelas redes sociais da World Athletics para se perceber a quantidade de recordes que têm caído nas provas de média e longa distância só nos últimos dias:
O etíope Getnet Wale correu os 3.000 metros em 7:24.98, a 0.08 do recorde mundial! Havia seis atletas abaixo dos 7:30 antes desse dia. Depois dessa prova subiram a dez!
Na prova em que Tsegay bateu o recorde mundial, Laura Muir bateu o recorde britânico dos 1.500.
A norte-americana Elle Purrier correu as duas milhas em 9:10.28, recorde norte-americano e terceira de sempre.
Donavan Brazier bateu o recorde norte-americano nos 800 metros, com 1:44.21.
A jovem etíope, de 19 anos, Lemlem Hailu, correu os 3.000 metros em 8:31.24, o mais rápido de sempre por uma atleta abaixo dos 20 anos.
Elliot Giles correu os 800 metros em 1:43.63, recorde britânico e segundo mais rápido de sempre.
Jakob Ingebrigtsen correu os 1.500 em 3:31.80, novo recorde europeu.
É uma lista um pouco extensa para apenas oito dias, não? E não contamos aqui com recordes pessoais de atletas consagrados como Selemon Barega nos 1.500, Beatrice Chepkoech (por duas vezes nos 3.000, e com o tal recorde mundial pelo caminho) ou Marcin Lewandowski nos 1.500.
É ANO OLÍMPICO, MAS NÃO SÓ
A melhoria de performances em ano olímpico não é assim tão surpreendente. Talvez o seja mais, porque a maioria dos atletas vem de anos com pouca ou nenhuma atividade e em que, mesmo mentalmente, possam ser tempos difíceis de lidar. Talvez o seja mais, porque uma muito significativa parte da elite mundial ainda nem está em competição, estando-se a guardar para o ar livre, principalmente porque será um ano de Europeus Indoor e não Mundiais Indoor, como foi em 2016. Sabemos que as melhorias iriam sempre ocorrer, embora talvez não nesta escala.
Sports scientist Ross Tucker estimated that the physical output Eliud Kipchoge needed for his 2:01:39 world record in the Nike Vaporfly shoes equated to a 2:03 marathon in regular racing flats https://t.co/wQmceO2hQ6pic.twitter.com/BILyiLOiAO
Mas que mais pode explicar isto? Bem, há teorias para tudo. Há os que dizem que a ausência de competição até poderá ter sido benéfica a alguns atletas (?); há os que lançam para o ar suspeitas, pois todos sabemos que o controlo anti-doping não funcionou assim tão bem (e continua a não funcionar muito bem) em tempos de pandemia, em que as viagens nacionais e internacionais estão bastante limitadas; e há, claro, os ténis! Mas quais ténis, se afinal Tsegay parece que correu com uns Adidas Avanti “normais”, umas sapatilhas que existem desde os Jogos do Rio? Não sei, não sei de nada, só sei que parecem tempos loucos e que nos deixam a ansiar cada evento e a salivar pelos Jogos de Tóquio.
Matheus Nunes chegou ao Sporting Clube de Portugal proveniente do Estoril-Praia, na época 2018/2019, num negócio a rondar o meio milhão, por 50% do passe.
Na presente época, o clube de Alvalade fez o que se impunha, adquiriu mais 40% do passe do centro-campista, tendo assim 90%. O médio luso-brasileiro renovou o seu contrato com o clube, até 2025, com uma cláusula de rescisão de 60 milhões. Sendo que é um jogador importante no plantel às ordens de Ruben Amorim e que já tem um valor de mercado fixado nos cinco milhões.
Matheus Nunes fez a sua formação ao serviço do Grupo Desportivo União Ericeirense, clube da Associação de Futebol de Lisboa, no qual também se estreou no futebol sénior durante a época 2016/17. Posteriormente, rumou ao Estoril-Praia, onde esteve apenas seis meses e somou 20 jogos, divididos entre a equipa principal e a equipa sub-23. O jovem deu nas vistas em Alvalade, num jogo que opôs leões e o Estoril-Praia, a contar para a Taça da Liga.
No Sporting CP, Matheus representou os sub-23 na Liga Revelação, em 40 jogos, nos quais apontou três golos. Este período em Alcochete, fez com que o jogador evoluísse e se adaptasse plenamente ao clube. Com a chegada de Ruben Amorim, o médio cumpriu o sonho de chegar à esquipa principal, sendo o primeiro jovem a ser aposta do treinador leonino.
Matheus Nunes é preponderante na manobra defensiva e ofensiva de Rúben Amorim Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Na presente época, tem sido um jogador importante e utilizado com regularidade. Matheus soma até ao momento, 26 jogos, dois golos e duas assistências. Com destaque para o golo da vitória, que apontou diante o Benfica, no dérbi eterno. É um jogador versátil que pode alinhar como “oito” e como médio defensivo e que se destaca, pela sua agressividade, intensidade, qualidade de passe, pela capacidade de equilibrar a equipa no processo defensivo, com chegada a zonas de finalização e boa meia distância.
Matheus Nunes é claramente, um grande ativo do Sporting CP, um jovem com enorme margem de progressão e que se poderá continuar a valorizar. Assim, a SAD deverá ter como prioridade adquirir os restantes 10% do passe do médio leonino. O número “oito” dos leões será, sem dúvida, um talento que dará que falar.
A CRÓNICA: ENTRADAS DE ROMPANTE VALEM VITÓRIA EUROPEIA
Noite de gala no Dragão. FC Porto e Juventus FC entraram em campo na primeira de duas intensas batalhas nesta campanha em busca do sonho europeu. Os portistas entraram, praticamente, a vencer, já que, no primeiro minuto de jogo, a pressão alta portista levou a que Bentancur errasse o passe para Szczesny e Taremi intercetou o esférico, chutando e cortando ao mesmo tempo, para o fundo da baliza bianconeri.
Numa primeira parte de grande tensão, mas de pouca emoção em termos de lances perigosos criados, foi o FC Porto que criou novamente sobressalto na defesa italiana pela mesma arma letal de Conceição para este jogo: a pressão para recuperar em zonas altas e visar logo a baliza adversária. Sérgio Oliveira rematou, mas não conseguiu alargar a vantagem portista no marcador. A melhor oportunidade da Vecchia Signora surgiu através de um pontapé de bicicleta de Rabiot, depois de um livre lateral, a que Marchesín respondeu afirmativamente, mesmo vindo, depois, a ser assinalado fora de jogo. Nota ainda para a lesão de Chiellini, aos 34′, tendo o experiente central sido substituído por Demiral.
O segundo tempo começou de forma idêntica ao primeiro: com o FC Porto a marcar. À direita, triangularam Corona, Manafá e Marega, e o maliano recebeu na área e atirou para ampliar a vantagem portista no marcador. A confirmar a grande entrada dos azuis e brancos após o intervalo, Sérgio Oliveira, numa transição ofensiva, sem oposição, conduziu e atirou, mas Szczesny agarrou.
Aos 67′, em mais uma saída rápida dos homens da casa, Corona atirou de bicicleta para uma defesa atenta do guardião polaco da Juventus e três minutos depois, os italianos responderam por Chiesa, testando a atenção de Marchesín.
Depois de ameaçar, Chiesa marcou mesmo. Aos 82′, apareceu solto ao segundo poste e finalizou com frieza. Depois do golo italiano, o FC Porto teve dificuldade em parar os bianconeri, que poderiam ter empatado no minuto seguinte por Morata, não fosse Marchesín a fazer a mancha.
O jogo terminou com uma vitória portista, numa partida marcada pela supremacia tática de Conceição.
A FIGURA
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede
Sérgio Conceição – O treinador portista parece talhado para grandes jogos e venceu, através da tática, esta partida. Destaque, dentro do campo, para Uribe, que foi incansável no meio-campo.
Entrada da Juventus nas duas partes – O conjunto italiano entrou adormecido em ambas as partes e o FC Porto foi letal nesses momentos do jogo, tendo feito os dois golos do jogo aí.
ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO
O FC Porto apresentou-se no 4-4-2 habitual, mas como nuances diferentes, já que era certo e sabido que a defesa era o aspeto essencial à entrada para este jogo. Os azuis e brancos revelaram-se bem sucedidos com a pressão alta sobre a saída de bola italiana, a arma secreta de Conceição para este jogo, que resultou em golo no primeiro minuto de jogo.
Em termos ofensivos, os dragões privilegiaram a troca rápida e o jogo longo, muito por causa da pressão, com Marega e Taremi a tentarem fugir à defesa do conjunto de Turim.
ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES
Marchesín (7)
Manafá (7)
Pepe (6)
Mbemba (6)
Zaidu (6)
Uribe (8)
Sérgio Oliveira (7)
Otávio (6)
Corona (5)
Marega (7)
Taremi (7)
SUBS UTILIZADOS
Luis Díaz (6)
Grujic (6)
Francisco Conceição (-)
Loum (-)
ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC
A Juventus FC apresentou-se no seu 4-4-2 habitual. Os bianconeri utilizaram o lateral contrário ao lado da bola para sair a jogar a três na defesa, com os médios, alternadamente, a virem buscar bola ao setor mais recuado. Na frente, com Cristiano Ronaldo a ser um autêntico vagabundo dentro de campo, viu-se uma frente italiana muito móvel, com os extremos a aparecerem por dentro também, por vezes até a trocarem com os tipificados avançados.
ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES
Szczesny (6)
Danilo (6)
De Ligt (6)
Chiellini (5)
Alex Sandro (6)
Mckennie (5)
Bentancur (4)
Rabiot (5)
Chiesa (6)
Cristiano Ronaldo (6)
SUBS UTILIZADOS
Demiral (6)
Morata (6)
Ramsey (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
FC Porto
Bola na Rede: Durante todo o jogo, o FC Porto conseguiu fechar os espaços à Juventus, principalmente pelo meio. Nos momentos certos, conseguiu também pressionar a Juventus e obrigá-los a errar. Apesar de ser um trabalho de toda a equipa, e vimos que o processo defensivo começou logo na frente, pergunto-lhe: considera que foi o melhor jogo de Uribe e Sérgio Oliveira no meio-campo portista?
Sérgio Conceição: Fizeram um belíssimo jogo. Tiveram a ajuda dos avançados, havia sempre um avançado próximo da zona de criação da Juventus e isso permitiu aos médios chegarem aos corredores laterais. Eles deixavam sempre gente larga, havia que evitar situações de um para um. Foi muito importante o trabalho deles, mas falo do trabalho da equipa, fizeram um grande jogo, queria realçar a equipa, que fez um grande jogo.
Juventus FC
Não foi possível estar presente na Conferência de Imprensa de Andrea Pirlo
A CRÓNICA – BVB DORTMUND VENCE EM SEVILHA ELEVADO POR UM “SUPER” HAALAND
Uma das eliminatórias mais equilibradas e imprevisíveis dos oitavos de final da Liga dos Campeões teve o seu primeiro capítulo em Sevilha, no Estádio Ramón Sánchez Pizjuán. Em campo, Sevilha FC e BVB Dortmund entravam com ambições legítimas de avançar na “competição milionária”.
Numa primeira parte cheia de ação com quatro golos, foram os espanhóis a adiantar-se no marcador: aproveitando um desvio em Mats Hummels, o remate de Suso, pleno de intenção, enganou Mawvin Hitz e deixou sem reação o guardião suíço, com apenas sete minutos jogados. Ora, quem esboçou reação foi a equipa do Dortmund, perto dos 20 minutos, através de um pontapé fantástico de Dahoud, que repôs o empate.
A “cambalhota” no marcador ficou consumada ainda antes da meia hora de jogo, pelo inevitável Erling Haaland: um contra-ataque letal dos alemães levou a uma finalização de classe do avançado norueguês, na cara de Bounou. Não satisfeito, o goleador nórdico aumentou ainda mais a vantagem do BVB Dortmund no jogo, novamente fruto de uma rápida transição ofensiva. Uma avalanche ofensiva alemã deixava o jogo e a eliminatória bem encaminhada para os homens de Edin Terzic, ao intervalo da primeira mão.
Se a primeira parte foi “a todo o gás”, a segunda não teve tantos lances de interesse. O primeiro lance espetacular da etapa complementar só surgiu aos 73 minutos, quando Óscar Rodríguez cobrou um livre fantástico, mas que teve pontaria a mais e acertou em cheio no poste da baliza do Dortmund. Quem não falhou foi Luuk de Jong, que aproveitou mais um livre excelente de Rodríguez e bateu Hitz, sem que o guarda-redes suíço tivesse hipótese de reagir.
Apesar da reação tardia do Sevilha, o resultado ficou em 2-3 e, assim, é o Dortmund que leva consigo a vantagem para a Alemanha. Contudo, não é tão folgada como poderia, e por isso os andaluzes têm ainda uma palavra a dizer na eliminatória.
A FIGURA
😏 Mr Champions League?
🇳🇴 Erling Haaland is the first player to score 18 goals in his first 13 games in this competition 🔥#UCLpic.twitter.com/9ZIjMpzi9y
Erling Haaland – São já oito golos na atual edição da Liga dos Campeões para o avançado norueguês. Se a sua apetência para encontrar o fundo das redes não é novidade, também começa a ser hábito ver Haaland brilhar nos maiores palcos do futebol. Ninguém diz que só tem 20 anos, tal a sua qualidade e maturiade em campo.
O FORA DE JOGO
🚨 Final del partido 🚨
Caemos derrotados en nuestro estadio en este partido de ida, pero todavía queda eliminatoria por disputar.
Sevilha FC – O golo madrugador dos andaluzes parecia um indicador de um arranque para uma exibição sólida, mas a verdade é que os homens de Julen Lopetegui se desmoronaram em campo. Só com as substituições foram capazes de reagir, mas através de rasgos individuais (de Óscar Rodríguez e de Jong) e nunca enquanto equipa.
ANÁLISE TÁTICA – SEVILHA FC
Utilizando o habitual 4-3-3, a equipa andaluza conseguiu adiantar-se no marcador bem cedo, mas a partir daí foi sempre a descer. Com muitos erros não forçados e imensos passes falhados, foram apanhados em contrapé por várias vezes, lances que valeram golos ao adversário. Apesar da vantagem considerável nos números da posse de bola, os homens da frente estiveram sempre muito isolados, um dos motivos para terem sido substituídos de uma só vez.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Yassine Bounou (5)
Jesús Navas (5)
Jules Koundé(5)
Diego Carlos (5)
Sergio Escudero (5)
Fernando (5)
Joan Jordán (5)
Ivan Rakitic (5)
Suso (6)
Alejandro Gómez (5)
Youssef En-Nesyri (5)
SUBS UTILIZADOS
Nemanja Gudelj (5)
Luuk de Jong (6)
Munir El Haddadi (5)
Óliver Torres (6)
Óscar Rodríguez (6)
ANÁLISE TÁTICA – BVB DORTMUND
Também dispostos em 4-3-3, os homens de Edin Terzic reagiram muito bem ao golo sofrido cedo. Com transições ofensivas muito rápidas, valendo-se da velocidade dos três homens da frente (Reus, Sancho e Haaland), criaram imensos problemas à linha defensiva adversária, sempre apoiados por um meio-campo coeso. No setor central, destaque para a boa exibição de Dahoud, que foi o principal elo entre defesa e ataque.
Ao longo das últimas épocas, o SC Braga tem-se exibido a um nível fantástico nas competições europeias. Várias têm sido as noites épicas em que os arsenalistas surpreenderam a Europa do futebol.
Em vésperas de uma eliminatória da Liga Europa com a AS Roma, que se espera muito emocionante, torna-se interessante analisar algumas dessas noites europeias que o clube minhoto já nos proporcionou.
A CRÓNICA: EM JOGO SEM GRANDES OPORTUNIDADES, A IGUALDADE PREMIOU AS DUAS EQUIPAS
CD Cova da Piedade e UD Vilafranquense encontraram-se para disputar o jogo em atraso da 16.ª jornada da 2.ª liga. A equipa da casa entrava para este encontro vindos de uma derrota em Coimbra, enquanto que o conjunto visitante procurava a primeira vitória em 2021 – último triunfo aconteceu a 28 de Dezembro frente ao FC Arouca.
Foi o Vilafranquense que criou a primeira jogada de perigo, mas como quem não marca, tende a sofrer, no seu primeiro remate à baliza, João Oliveira colocou uma bola rasteira para dentro da área. João Vieira deixou o esférico passar por entre as pernas e Miguel Rosa apareceu ao segundo poste para inaugurar o marcador.
O Cova da Piedade chegava à vantagem, e a partir desse momento remeteu-se a tarefas mais defensivas, apostando no seu característico ataque rápido. A meio do primeiro tempo o Vilafranquese dominava a posse de bola – 65% – e ia criando oportunidades de golo que eram anuladas por um misto de falta de pontaria e a atenção defensiva da equipa da casa.
Com o aproximar do primeiro tempo os visitantes continuavam a dominar a partida, mas acumulavam falhas no momento do remate e do último passe. Leonardo Silva e André Claro falharam duas boas oportunidades cada – também graças a boas intervenções de Simão Jr. e Gonçalo Tavares da equipa almadense – e ao intervalo o marcador assinalava 1-0.
Depois do descanso o jogo manteve a mesma toada. O Cova da Piedade remetia-se a tarefas defensivas, abdicando quase totalmente da posse de bola, e o Vilafranquense procurava aproximar-se da baliza adversária. Adriano Facchini fez a defesa da tarde após um remate de primeira de Kady, mas como diz o ditado “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”, e assim foi.
À passagem do minuto 70, Marcus Vinicius cruzou de longe, e depois do alívio da defesa, Vitor Bruno rematou de primeira e fez o empate, repondo a justiça no marcador. O empate mexeu com o conjunto almadense, que começou a procurar mais o golo e aproximou a posse de bola, mas o marcador não voltou a mudar.
Adriano Facchini – O guardião brasileiro acabou por sofrer o golo, mas impediu que o empate chegasse mais cedo com um grande voo no início do segundo tempo e mostrou-se seguro durante toda a partida.
O FORA DE JOGO
CONSTITUIÇÃO OFICIAL DAS EQUIPAS
CD C. Piedade – Vilafranquense
Recuo do Cova da Piedade – Depois de abrirem o marcador, os jogadores da equipa de Almada abdicaram quase na totalidade de ter a bola e focaram-se apenas em defender para tentar aproveitar o contra-ataque, o que acabou por “estragar” o espetáculo que é o jogo.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Adriano Facchini (8)
Gonçalo Tavares (6)
Zarabi (6)
Simão Jr. (7)
Gonçalo Maria (6)
Pepo (7)
Shimabuku (6)
Patrão (7)
Oliveira (6)
João Vieira (6)
Miguel Rosa (7)
SUBS UTILIZADOS
Hugo Firmino (5)
Cele (6)
Balogun (5)
Filipe Maio (6)
ANÁLISE TÁTICA – UD VILAFRANQUENSE
Com um sistema de três centrais, a equipa visitante sofreu o golo numa altura do jogo. Contudo, e depois de uns minutos de adaptação, os comandados de João Tralhão foram crescendo no jogo e começaram a aproximar-se da baliza adversária, faltando apenas algum discernimento no momento da decisão. O golo foi merecido, mas Rodrigo Rodrigues acabou por estar muito sozinho na frente de ataque.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Tiago Martins (6)
Sparagna (6)
Jefferson (7)
Diogo Coelho (6)
Marco Grilo (6)
Leonardo (7)
Kady (6)
Rúben Gonçalves (6)
Vítor Bruno (7)
Rodrigo Rodrigues (6)
André Claro (6)
SUBS UTILIZADOS
Diogo Izata (7)
Carlos Fortes (6)
Marcos Vinicius (7)
André Dias (6)
Timbó (5)
BnR NA CONFERÊNCIA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
CD Cova da Piedade Não foram colocadas questões ao treinador do CD Cova da Piedade, Mário Nunes
UD Vilafranquense
Não foram colocadas questões ao treinador do UD Vilafranquense, João Tralhão
Numa altura difícil para todos e onde é imperativo consolidar esforços de confinamento, o Museu Benfica Cosme Damião oferece outra abordagem na contemplação do seu espólio e um outro caminho no aproveitamento dos seus conteúdos – o programa #MuseuBenficaEmCasa é a aposta que vai de encontro às necessidades de todos os benfiquistas, disponibilizando digitalmente uma panóplia de conteúdos para todas as idades e todos os interesses, para que famílias inteiras possam visitar o espaço – à distância de um clique.
As visitas guiadas virtuais são uma das ofertas, onde é possível ficar a conhecer grande parte das peças que compõem a exposição permanente do museu – um olhar pelas 29 áreas temáticas de exposição e pelas milhares de peças que constituem o acervo patrimonial do clube, história à frente dos nossos olhos.
Fonte: SL Benfica
Com a possibilidade de visitas guiadas virtuais, surgiram outras propostas, ainda mais aliciantes e que proporcionam uma experiência mais imersiva para o adepto. Ao vivo, via Zoom, a segunda edição do programa Histórias a Vermelho e Branco, que depois do sucesso da primeira edição no final de 2020 volta agora em formato semanal, organizado por quatro fases.
À data da criação deste artigo, já três partes foram organizadas – os episódios “Heróis Que Construíram a Lenda”, a 30 de Janeiro, um encontro com as personalidades mais marcantes dos 116 anos do clube, e “Ases do Passado”, um regresso aos momentos da fundação, um testemunho dos locais e personagens que tiveram a mais fabulosa ideia de sempre, o SL Benfica.
O terceiro encontro aconteceu a 16 de Fevereiro, pelas 16h: “À Conquista do Mundo”, uma viagem para compreendermos melhor o alcance planetário do clube e a sua evolução mediática ao longo dos tempos, o crescimento desportivo e humano que permitiu tantos e gloriosos sucessos. No último episódio, e certamente dos mais aliciantes, a visita guiada transforma-se em passeio guiado pelos locais mais emblemáticos dos primeiros anos de Sport Lisboa (só depois E Benfica) – a Farmácia Franco e os terrenos baldios de Belém que serviam de arena desportiva, que agora estão submersos em imobiliário.
Para participar nestas iniciativas é preciso, claro está, marcação prévia – apesar de ser totalmente gratuito! -, com os links a serem disponibilizados no final do artigo.
A chegada de Stefano Domenicali para o lugar de CEO da Fórmula 1, deixado vago por Chase Carey na viragem do ano, traz consigo a ratificação do primeiro conjunto de alterações aos regulamentos técnicos e desportivos da modalidade e que entrarão em vigor, alguns deles, já em 2021.
Para além das inovações ao nível do chassis aero-revolucionário e das jantes de 18 polegadas, anunciadas em 2019 para introdução em 2021 (posteriormente adiadas para 2022 devido aos efeitos da pandemia no funcionamento e orçamento das equipas), foram agora anunciados os cinco pilares da nova unidade motriz para 2025. São eles:
Responsabilidade ambiental e relevância social e industrial – A Fórmula 1 parece continuar a querer investir nas energias renováveis e na potência eléctrica, alinhando-se com os grandes fabricantes de automóveis mundiais e outras modalidades do automobilismo como a Fórmula E e o Mundial de Endurance.
Combustível totalmente renovável – O rumor da possível integração de combustível à base de hidrogénio tem aparecido com cada vez maior frequência nos vários veículos de informação desportivos. Esta parece ainda ser uma realidade distante para a Fórmula 1, que ao que tudo indica estará mais inclinada para trabalhar com os actuais fornecedores de combustível e manter a estrutura híbrida dos carros. No entanto, a convergência parece ser uma hipótese real: a Red Bull estará já a trabalhar com o construtor francês Oreca num carro a hidrogénio com vista à participação nas 24h de Le Mans de 2024; a INEOS (principal patrocinador da Mercedes) tem uma presença muito forte na Europa ao nível da conversão do H2 para fins energéticos, e várias outras marcas da indústria automóvel, como a Toyota e a Bentley, têm já projectos avançados de protótipos desportivos a hidrogénio. Um espaço a acompanhar, dado que a via “100% eléctrica” continua vedada pelo contrato de exclusividade por 25 anos que a Fórmula E fechou com a FIA em 2014.
Criação de um motor potente e emocionante – Uma das grandes críticas ao modelo V6 híbrido por parte dos fãs, desde a sua introdução em 2014. Ainda que a potência não tenha sido comprometida pela componente eléctrica, a falta de “barulho” não caiu bem junto dos apaixonados e saudosistas dos motores puros V8 e V10, e a Fórmula 1 parece agora querer dar resposta às críticas. Este será provavelmente o tópico de maior interesse, considerando que os construtores serão agora obrigados a congelar o desenvolvimento dos motores durante este período (2022 – 2025), e o modelo híbrido parece ainda ser o preferido pela Fórmula 1 para dar seguimento aos esforços de preservação ambiental que fazem parte da sua matriz desde 2019. Duas consequências desta decisão são a possibilidade de a Red Bull assumir ela própria, com mais tempo de preparação, o esforço de preparar os motores actuais para as próximas épocas (dado que a Honda irá deixar a Fórmula 1 no final deste ano), e também uma provável “corrida ao desenvolvimento” dos novos motores, tanto para 2025 como particularmente para 2022, uma vez que quem tiver o motor mais eficaz no início desse ano irá, certamente, ter vantagem sobre a concorrência durante as três épocas seguintes.
Redução de custos significativa – O já aprovado tecto orçamental para 2021 ($145 milhões), 2022 ($140 milhões) e 2023 ($135 milhões) e o fim do “investimento livre” irá, ao que tudo indica, continuar a assumir posição central nos regulamentos e nas actividades dos construtores em 2025.
Atrair novos fabricantes – A existência de apenas quatro fabricantes de unidades motrizes (três, a partir de 2022) e, em particular, o êxodo das grandes marcas de categorias “puristas” como o DTM em benefício de “projectos futuristas” como a Fórmula E, continuam a preocupar os responsáveis da Fórmula 1. O risco de perder sequer um fabricante é demasiado elevado e deixa o desporto numa posição frágil, uma vez que a saída, por exemplo, da Mercedes ou da Ferrari significará também a potencial queda de duas equipas do campeonato. Para 2025, o objectivo é fornecer a quaisquer marcas interessadas um pacote de regulamentos e incentivos que possam tornar a categoria numa montra para a inovação tecnológica das mesmas, sem arcar com custos de investimento insustentáveis e pensando nas energias renováveis como o futuro dos desportos motorizados.
Definidos que estão os baluartes da “nova Fórmula 1”, estas medidas vêm, então, acrescentar uma nova dinâmica às novidades já aprovadas para 2021. Entre os motivos de interesse da época que agora começa estarão, claro, os novos pilotos e equipas, o regresso de Imola, Zandvoort e Portimão (ainda por confirmar) ao calendário e a estreia de Jeddah, bem como as corridas sprint experimentais nos sábados dos Grandes Prémios do Canadá, Itália e Brasil.
The 2021 design tweaks revealed in Abu Dhabi
Formula 1’s opening day of practice for the Abu Dhabi Grand Prix was quite a low-key affair in terms of the battle for this weekend.
Para além disto, este ano haverá ainda ligeiras modificações à construção aerodinâmica dos carros (redução do tamanho dos difusores, chão e asas laterais) em preparação para 2022, o já mencionado tecto orçamental atribuído às equipas e cifrado nos 145 milhões de dólares, o fim das escolhas de pneus por parte das equipas (passando agora a ser feitas pela própria Pirelli), compostos de pneu mais robustos e sessões de treinos mais curtas à sexta-feira (uma hora cada).
Aperitivos suficientes para ficar colado ao ecrã e acompanhar um desporto que, finda a “Era Bernie” e atendendo ao sucesso da conturbada campanha de 2020, parece olhar apenas em frente, acelerando na direcção do progresso.