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Franco Cervi | Em busca de um lugar ao sol no SL Benfica

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O mercado de transferências fechou, na passada segunda feira, e o Sport Lisboa e Benfica não foi particularmente ativo neste defeso. Após as mega contratações que fez no mercado de verão, em janeiro, as “águias” de Jorge Jesus foram pouco interventivas no mercado, mas um dos nomes mais falados para sair neste defeso foi o de Franco Cervi.

O único jogador que chegou para reforçar os encarnados foi mesmo Lucas Veríssimo, que se transferiu do Santos FC a troco de 6,5 milhões de euros. Quanto às saídas, Gedson Fernandes, Tomás Tavares, Krovinovic e Ferro foram emprestados, enquanto Facundo Ferreyra saiu a custo zero para o RC Celta de Vigo. Todibo, que estava emprestado pelo FC Barcelona, também terminou o contrato que o ligava ao SL Benfica e rumou ao Nice FC.

Como referido, Cervi esteve, por várias vezes, na porta de saída. Contudo, a sua transferência foi abortada nos últimos dias de mercado. Falava-se numa venda ao RC Celta de Vigo, que, ao que tudo indica, já tinha perguntado sobre a situação de Cervi aos encarnados e estava pronto para uma negociação.

Ainda assim, Cervi acabou por se manter no plantel do Sport Lisboa e Benfica e, agora, continuará a ser opção para o técnico Jorge Jesus durante o resto da temporada.

Os problemas relacionados com a COVID-19, que se traduzem num plantel a sofrer com várias baixas, beneficiaram Franco Cervi, que se apresentou a um bom nível e agarrou a sua oportunidade. O argentino de 26 anos tem vindo a ser opção para o corredor esquerdo do SL Benfica, face às ausências de habituais titulares.

Franco Cervi foi titular nos últimos cinco desafios do Sport lisboa e Benfica, tendo marcado um golo.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Com a situação, por fim, a voltar à normalidade, Cervi terá de batalhar por um lugar no onze, o que poderá ser a situação ideal para o ex-Rosario Central. Uma vez que já provou que tem qualidade para jogar neste plantel do SL Benfica, Cervi poderá encontrar nesta oportunidade que lhe foi concedida uma motivação extra para, finalmente, mostrar aquilo que vale.

De lembrar que Franco Cervi foi contratado, em 2016, aos argentinos do Rosario Central, por 5,7 milhões de euros. Chegou a Portugal como uma promessa do futebol sul-americano, não tendo, ainda, mostrado o suficiente para justificar tais esperanças.

No Sport Lisboa e Benfica, Cervi nunca foi um titular indiscutível, e nem o é agora, mas as suas últimas exibições de águia ao peito travaram aquela que seria a quebra de contrato entre o jogador e o clube da Luz. Cervi apresentou-se igual a si mesmo: um jogador que está sempre disponível para desempenhar qualquer trabalho dentro das quatro linhas.

A única coisa que o jogador provou, até ao momento, é que é um atleta batalhador e que trabalha em prol da equipa, qualidades que são bem vistas por qualquer treinador.

Com contrato com o Benfica até 2023, Franco Cervi viu adiada a sua saída prematura dos encarnados. Contudo, tem de mostrar ainda que merece um lugar no plantel e, sobretudo, que se consegue manter competitivo face aos seus concorrentes diretos no corredor esquerdo encarnado.

Terá, pelo menos, até ao final da presente temporada para provar o seu valor. Caso contrário, poderá ser falada, novamente, a sua saída do Sport Lisboa e Benfica.

Artigo revisto por Mariana Plácido

Matheus Nunes: Do Ericeirense para a Glória! | Sporting CP

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Matheus Nunes foi a grande figura do último derby em Alvalade e o herói inesperado do  (também inesperado) líder do campeonato.

Apesar da excelente exibição do colectivo leonino, que só pecou pela falta de eficácia junto da baliza adversária, é Matheus Nunes que merece ser destacado em termos individuais. O jovem brasileiro formado no G.D.U.Ericeirense carimbou uma bela performance durante o jogo inteiro: sem medo do “um para um”, anulou transições ofensivas, ocupou espaços importantes no meio-campo e ainda foi à área contrária mergulhar para a vitória!

Embora Matheus Nunes se tenha assumido como uma peça fundamental na rotação do meio-campo dominado pela dupla João Mário e João Palhinha, num duelo frente ao Benfica, seria naturalmente suplente e não titular no onze inicial. A incerteza gerada em torno da disponibilidade de João Palhinha para o derby catapultou Matheus Nunes para a titularidade, com a grande responsabilidade de substituir um titular de peso como o é Palhinha naquela posição nevrálgica do meio-campo.

A verdade é que, provavelmente, nenhum sportinguista acreditaria, à partida, que Matheus Nunes seria a chave para a vitória dos leões frente ao rival e, mais importante, para a consolidação do primeiro lugar na tabela classificativa.

Matheus Nunes é aposta frequente de Rúben Amorim desde o começo do campeonato e pode ter ganho uma nova vida depois do eterno dérbi
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Não se esperava que o rapaz oriundo da Ericeira, que foi recusado no Seixal por não ter sido considerado “apto para o nível de uma Segunda Liga, nem da equipa B do SL Benfica“, fosse a figura principal num jogo frente a um SL Benfica carregado de “vedetas”.

O futebol é feito destas “delícias”, mas também é rico em histórias de superação. Poucos terão tido uma ascensão tão meteórica como a de Matheus Nunes. Aliás, o jovem médio conseguiu, num espaço de dois anos, o que muitos não conseguiram durante carreiras inteiras. E tal deveu-se ao seu esforço e trabalho.

Pese embora as “negas” dadas por clubes como Leicester FC, SC Braga e SL Benfica, Matheus Nunes nunca deixou de “dar no duro” no Ericeirense, o clube que o formou e revelou, enquanto trabalhava em part-time numa pastelaria. Quando teve uma oportunidade dada por Rúben Amorim, nunca mais a largou.

Com efeito, os níveis exibicionais de Matheus Nunes demonstrados em jogos decisivos, como a final da Taça da Liga e o derby diante o SL Benfica, podem sugerir uma mais recorrente titularidade do jovem médio no onze inicial leonino.

O percurso de Matheus Nunes é, pois, acima de tudo, uma história de superação, humildade e resiliência perante as adversidades. Uma história na qual o G.D.U.Ericeirense (honra lhe seja feita) teve um importante contributo, ao ter-lhe transmitido aqueles valores e que, certamente, será ilustrada com muitas alegrias no Sporting CP.

Artigo revisto por Mariana Plácido 

Australian Open | O primeiro grande torneio do ano está quase a começar

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Estamos prestes a receber o Australian Open, o primeiro Grand Slam do ano e um dos melhores torneios de piso duro da modalidade. Vai ser uma boa competição, sem dúvida. Especialmente, para aqueles que preferem ver jogos durante a madrugada.

Pela primeira vez na sua carreira, Roger Federer vai falhar o Australian Open. É a primeira vez que não vamos ter a participação do tenista suíço na competição. Federer jogou sempre desde a sua primeira participação, em 2000.

Apesar da ausência de um dos melhores tenistas de sempre – conta com 20 Grand Slams, 6 deles no Australian Open -, o torneio pode ser fenomenal. Aliás, sendo que a época começou há pouco tempo, podem existir algumas surpresas.

Depois da ATP Cup, uma competição realizada entre seleções, e de dois ATP 250 realizados também no país anfitrião, estamos mais perto de 8 de fevereiro, data que marca o início do grande torneio!

Foto de capa: Australian Open

Podcast BnR T2/EP5: Os 5 jogadores maiores craques da Juventus e AS Roma

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No podcast BnR desta semana, falamos de Liga Italiana e escolhemos os 5 jogadores mais emblemáticos da Juventus e AS Roma. O João Castro está na moderação e os comentários são do Pedro Silva e do Tiago Serrano. Vem daí connosco. 🎙️

Se queres saber os escolhidos, então ouve o novo episódio do Podcast BnR.

Podes ouvi-lo no Spotify, Anchor, Breaker, Google Podcasts, Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts e Radio Public.

Artigo revisto por Mariana Plácido

CS Marítimo 0-2 Sporting CP: Leões vencem e convencem na Madeira

A CRÓNICA: SPORTING DE ´POTE´ CHEIO

Para a jornada 17 da Liga Portuguesa, CS Marítimo e Sporting CP, subiram ao relvado do Estádio do Marítimo para disputar um jogo equilibrado, à priori, apesar da má fase da equipa madeirense. Ainda que venha de três derrotas seguidas, os verde-rubros têm a favor, o facto de ter sido a única equipa em Portugal a vencer os leões esta época.

O jogo começou como já se esperava, com mais bola do Sporting, sendo que, a primeira ocasião de perigo aconteceu aos 3´minutos, quando o ala/lateral esquerdo Antunes, chutou ao lado da baliza do Marítimo. O Sporting não tirou o pé do acelerador e ao oitavo minuto de jogo fez golo através de Pedro Gonçalves, muito graças a um erro defensivo da equipa local.

Posteriormente ao golo leonino, a intensidade de jogo acalmou. Com o relvado muito escorregadio, os jogadores tentavam ao máximo não cometer erros defensivos, especialmente, os do Marítimo.

A primeira vez que a formação do Marítimo chegou perto da baliza de Adán foi aos 27´minutos, quando Rúben Macedo bateu um livre para o interior da área, que rapidamente, foi aliviada por João Palhinha.

A qualidade de jogo dos leoninos era puro de mais evidente. Uma equipa muito bem delineada, sem que os madeirenses fossem capazes de bloquear as investidas de ´Pote´ e companhia. Embora isto, Rúben Amorim, não se sentava por nada, sempre corrigido um ou outro posicionamento dos seus pupilos. A verdade é que o Marítimo não conseguia sair a jogar, devido à forte pressão alta dos homens vestidos de preto.

Até final da primeira metade, a história foi, sucessivamente, a mesma. Leões ao ataque, ao que o Marítimo fazia lembrar um gato sem pêlo, descoberto de fraquezas. A estatística, ao intervalo, falava por si, com 63% de posse de bola a beneficiar a formação de alvalade, e ainda, 29 ataques perigosos, contra apenas três dos ´leões do Almirante Reis´.

A segunda parte iniciou como a primeira. Com o Sporting ao ataque, ao que o reforço de inverno, Paulinho, finalizou em habilidade para uma defesa segura de Amir Abedzadeh.

Aos 56´minutos, Milton Mendes mexeu, pela primeira vez, na equipa, com as entradas de Andreas Karo e o ponta de lança iraniano Alipour. Contudo, a turma de alvalade respondeu às alterações verde-rubras com mais um golo, novamente, por Pedro Gonçalves, em mais uma desatenção defensiva do ´maior das ilhas´.

Com o 2-0 no placard, o Sporting foi relaxando a sua pressão ofensiva, aproveitando assim, os ´leões da Madeira´, para subir no terreno e ocasionar lances de perigo junto da baliza do espanhol Adán. O jogo abriu, mas nem por isso foi uma partida de encher o olho. O Marítimo teve mais iniciativa, mas a defesa leonina parecia intransponível.

O jogo encaminhava-se para o fim, sem que a crónica do jogo se alterasse, terminado em nova derrota do CS Marítimo, e por outro lado, em vitória do Sporting CP, ficando assim a seis pontos do segundo classificado, o FC Porto.

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pedro GonçalvesMarcou os dois golos da vitória leonina, estando sempre envolvido em todos os lances de ataque do Sporting, dando uma grande dinâmica no momento ofensivo.

O FORA DE JOGO
CS Marítimo
Fonte: CS Marítimo

Defesa do CS Marítimo – Desde o guarda-redes aos pivots. Nenhum elemento da defesa maritimista ficou isento de críticas. Voltaram a comprometer. No lance do primeiro golo, Amir interpretou mal lance e saiu dos postes, sem grande nexo. No segundo, os centrais, podiam ter feito muito melhor. As perdas de bolas foram constantes, em especial dos dois pivots, Bambock e Jean Irmer, numa zona do terreno em que pode ser letal perder a “redondinha”.

ANÁLISE TÁTICA – CS MARÍTIMO

Como já vem sendo hábito, o técnico Milton Mendes utilizou um sistema de três centrais (René Santos, Lucas Áfrico e Leo Andrade), com dois jogadores abertos nas laterais, o português Rúben Macedo e o brasileiro Marcelo Hermes, com fortes funções ambíguas. Um duplo pivot, composto por Jean Irmer e Bambock. No ataque, Rafik Guitane como número ´10´ e o reforço brasileiro Sassá, apoiado pelo camaronês Joel Tagueu, completavam o sistema 3-4-1-2 escalado pelo treinador brasileiro do Marítimo.

Taticamente, o Marítimo foi uma equipa muito defensiva. Uma equipa sem ideias de jogo ofensivo. A jogar em bloco baixo e com muitos problemas na construção de jogo, a equipa apenas melhorou ao meio da segunda parte, depois de já estar a perder por 2-0, passando a jogar em 4-2-3-1 nos minutos finais da partida.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 

Amir Abedzadeh (4)

Rúben Macedo (4)

René Santos (SC) (3)

Lucas Áfrico (3)

Leo Andrade (3)

Marcelo Hermes (5)

Bambock (3)

Jean Irmer (4)

Rafik Guitane (5)

Joel Tagueu © (4)

Sassá (4)

SUBS UTILIZADOS

Andreas Karo (4)

Alipour (3)

Tim Soderstrom (-)

Jorge Correa (-)

Milson (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Para a deslocação aos Funchal, Rúben Amorim privilegiou aquele quem tem sindo o seu frequente sistema tático, o 3-4-3. A baliza ficou à guarda do espanhol Adán. O corredor direito ficou a cargo de Pedro Porro e o esquerdo, de Antunes, em vez de Nuno Mendes, por questões físicas. Já ao centro da defesa, permaneceram dois dos titulares habituais, Feddal e Coates, com o jovem Gonçalo Inácio a ser opção em detrimento do castigado, Luís Neto. No meio-campo, João Palhinha teve o papel de destruidor de jogo, entre linhas, ao que Matheus Nunes, ficou com a função ´híbrida´ do centro do terreno, substituindo o lesionado, João Mário. Pedro ´Pote´ Gonçalves e Nuno Santos estiveram no apoio ao novo ponta-de-lança dos ´leões´, Paulinho.

Taticamente, o Sporting jogou com o bloco alto, pressionante em muitos momentos do jogo, impossibilitando a saída de bola dos madeirenses. A nível ofensivo, os sportinguistas, iniciavam a construção de jogo pelos pés dos centrais, e aproveitou a grande profundidade dos seus alas para espalhar o terror na defesa verde-rubra, harmonizando jogo interior com os três homens do ataque leonino.

 

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Antonio Adán (4)

Pedro Porro (6)

Gonçalo Inácio (7)

Sebastián Coates © (6)

Zouhair Feddal (5)

Antunes (7)

João Palhinha (SC) (6)

Matheus Nunes (6)

Pedro Gonçalves (8)

Nuno Santos (5)

Paulinho (5)

SUBS UTILIZADOS

Tiago Tomás (4)

Bruno Tabata (-)

Daniel Bragança (-)

João Pereira (-)

 

BNR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

 

Não foram colocadas questões aos treinadores.

 

SL Benfica 0-0 Vitória SC: Error 404 em zona de finalização

A CRÓNICA: BENFICA PERDULÁRIO DEIXA ESCAPAR MAIS UMA VITÓRIA

Um SL Benfica com um orgulho ferido tentou entrar nesta partida a provar o seu valor logo desde início. As águias assumiram o jogo, com muita facilidade em trocar a bola até chegar ao caminho da baliza adversária. Esta atitude impetuosa dos encarnados encostou o Vitória SC às cordas. Ainda assim, a supremacia do clube da Luz não estava a conseguir ir ao encontro da concretização das oportunidades que criava. Estava a faltar cabeça e critério, mas as dificuldades surgiram também porque, do outro lado, estava um Vitória SC coeso e muito solidário defensivamente.

Aos nove minutos, Trmal é chamado a prestar serviço. Depois de um canto batido por Grimaldo a partir da esquerda, Vertonghen tenta cabecear mas o guardião vimaranense agarra a bola sem grandes dificuldades. Dois minutos depois, as águias voltam à carga: Gilberto sobe e faz um cruzamento daqueles quase teleguiados. Apesar disso, Seferovic não conseguiu aproveitar a oportunidade e remata fraco de cabeça para defesa do guarda-redes adversário. Este tipo de oportunidades espelhavam o ascendente encarnado, mas mostravam, por outro lado, a incapacidade da equipa de Jorge Jesus de decidir bem na finalização. Ao longo da primeira parte, o dinamismo do Benfica começou a desvanecer-se. Do outro lado, o Vitória SC começou a equilibrar as contas quanto à posse, ainda que timidamente. Nos minutos finais do primeiro tempo, ainda houve tempo para Pizzi ameaçar o Vitória. O médio furou a defensiva vimaranense, mas não conseguiu fazer com que a bola encontrasse o caminho da baliza.

No regresso dos balneários, a equipa da Cidade de Berço começou a dar um pouco o ar da sua graça. Conseguiu ter mais bola e penetrar de forma mais eficaz o meio-campo do Benfica. Uma mudança de paradigma que foi sobretudo impulsionada pela entrada de Pepelu ao intervalo. Ao longo da segunda parte, o conjunto de Jorge Jesus conseguiu ir crescendo novamente na partida, mas a tendência mantinha-se: a incapacidade de decidir bem no último terço persistia. Aos 69′, houve um exemplo disso mesmo. Acabado de entrar, Gonçalo Ramos ameaçou Trmal, mas o cabeceamento passou ao lado do poste. Seis minutos depois, surge a resposta do conjunto de João Henriques. Na melhor jogada dos vimaranenses até agora, Ricardo Quaresma serve Rúben Lameiras que ainda tenta criar perigo, mas o remate é desviado para fora.

Os minutos finais seguiram num tom algo “atabalhoado”, com a clara evidência de alguma ansiedade dos jogadores encarnados que não estavam a conseguir impor mais ritmo para chegar ao golo. Isto porque, do outro lado, o Vitória continuou também irrepreensível na recuperação da bola.

Nos minutos finais, ainda houve tempo para oportunidades de ambos os lados. Aos 93′, Pedrinho tinha espaço, tempo, só não teve cabeça. O brasileiro falhou clamorosamente em frente à baliza e rematou por cima. Dois minutos depois, Marcus Edwards protagoniza uma grande oportunidade para o Vitória SC. Um remate forte, com a bola a passar ao lado, mas a tirar tinta ao poste da baliza encarnada. Mais um deslize do Benfica, onde a incapacidade de decidir nos momentos de finalização custou caro aos encarnados.

 

A FIGURA

Pepelu – Só jogou uma parte do jogo, mas foi essencial para a coesão da sua equipa no processo defensivo durante o segundo tempo. O Vitória SC mostrou-se mais confiante na segunda parte, principalmente quando comparado com o primeiro tempo, e muito se deve à entrada de Pepelu, que foi peça-chave para os vimaranenses aguentarem o empate.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Everton – Faltou velocidade e inspiração a este jogador benfiquista neste duelo. O jogo estava a pedir apoio ao ataque encarnado. Algo que Cervi fez de forma exímia durante a primeira parte, mas que Everton não conseguiu ao longo de toda a primeira parte. Uma incapacidade que acabou mesmo por levar à substituição do brasileiro ao intervalo para a entrada de Darwin Núñez.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O Benfica voltou às origens no seu típico 4-4-2, depois de ter apostado numa linha defensiva com três centrais frente ao Sporting CP na passada segunda-feira. Em relação a essa equipa, destaque para a ausência de Darwin Núñez no onze inicial de hoje, sendo que o avançado foi sempre titular em jogos do campeonato até o dia de hoje.

Os encarnados entraram fortes desde início. As águias estavam a ser muito eficientes na recuperação das segundas bolas. Após algum drible ou remate do adversário, estavam a conseguir recuperar rapidamente a posse de bola. E quando a tinha, o Benfica procurou sempre o caminho da baliza vimaranense. Uma boa dinâmica ofensiva, onde o Cervi ganhou especial importância: o jogador encarnado procurou sempre mobilidade, quer pelo corredor esquerdo, quer pelas costas da defesa vimaranense. Uma dinâmica que deu bastantes dores de cabeça ao setor mais recuado da equipa de João Henriques. Everton desempenhou o mesmo papel, mas não conseguir impor tanta velocidade como o seu colega. O Benfica estava a colocar muita gente no último terço do campo. Os laterais estiveram bastante subidos e toda a dinâmica ofensiva benfiquista estava mesmo a carregar sobre as costas dos pupilos de João Henriques. Ainda assim, faltava encontrar a solução nos momentos de finalização.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Odysseas (6)

Gilberto (7)

Grimaldo (6)

Vertonghen (5)

Everton (3)

Cervi (6)

Seferovic (5)

Pizzi (6)

Weigl (7)

Otamendi (7)

Adel Taarabt (6)

SUBS UTILIZADOS 

Darwin Núñez (5)

Gonçalo Ramos (5)

Pedrinho (5)

Gabriel (-)

Chiquinho (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC

O Vitória SC apresentou-se no Estádio da Luz num 4-3-3. No onze inicial, houve três novidades: o reforço de inverno, Rúben Lameiras, Jorge Fernandes e Miguel Luís começaram de início neste duelo frente aos encarnados. Houve uma clara tentativa dos vimaranenses de responder ao ímpeto do Benfica e como? Os médios do Vitória SC recuaram no terreno, mas sobretudo André André. Tudo para tentar controlar o jogo (algo que era o Benfica que estava a fazer) e para conseguir ter mais saída de bola.

Face ao domínio ofensivo do Benfica, o Vitória SC viu-se obrigado a recuar também os extremos: Quaresma e Rúben Lameiras baixaram as linhas para dar apoio no processo defensivo. Um recuo que acabou por causar sérias dificuldades na criação encarnada. Começou a sentir-se alguma previsibilidade do Benfica por isso mesmo, num momento em que começaram a surgir problemas para impor velocidade face a um bloco tão recuado do adversário.

Na segunda parte, a entrada de Pepelu levou à “libertação” de André André para terrenos onde está mais habituado a jogar, numa zona mais avançada. Pepelu passou então a dar esse apoio ao setor mais recuado do Vitória SC. Um apoio que deu ainda mais segurança para este Vitória SC segurar o empate na Luz.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Trmal (7)

Abdul Mimin (6)

Quaresma (5)

André André (5)

Mensah (6)

Falaye Sacko (6)

Lameiras (5)

Oscar Estpupiñán (4)

Jorge Fernandes (5)

André Almeida (6)

Miguel Luís (4)

SUBS UTILIZADOS

Pepelu (8)

Rochinha (5)

Marcus Edwards (-)

Wakaso (-)

Noah Holm (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

SL Benfica

Não foi possível colocar questões ao técnico adjunto do SL Benfica, João de Deus

Vitória SC

BnR: Disse que a segunda parte tinha sido muito mais dividida. No seguimento dessa análise, quem entra muito bem ao intervalo é Pepelu, que permitiu também a “libertação” de André André para zonas mais avançadas onde consegue ser mais criativo. Pergunto-lhe se acha que esta pode ter sido a peça-chave para o Vitória da segunda parte, uma vez que esta entrada deu mais solidez defensiva e consequentemente  ter mais confiança para atacar.

João Henriques: Sim, foi um misto disso tudo. O Vitória tem sido fustigado pelos casos de Covid. Jogadores a entrar, jogadores a sair. E nós, desde que eu cheguei, só houve dois jogos em que consegui manter o mesmo onze. Porque é difícil. E depois são as caraterísticas individuais dos jogadores. Não que o Miguel Luís tivesse pior do que os outros todos que voltaram na segunda parte, mas, por uma questão estratégica de nós colocarmos lá o nosso pivot no meio-campo, que já está muito rotinado e sabe bem aquilo que nós pretendemos.

Mas disse muito bem, nós com o Pepelu conseguimos ganhar mais bola, primeiras e segundas bolas. Algo que não aconteceu tanto na primeira parte. E isso foi fundamental para nós. Ele (Pepelu) conseguiu fazer aquilo que nós já trabalhamos há algum tempo: fazer com que a bola, quando chega a um corredor, consiga depois chegar ao lado contrário. E nós não estávamos a conseguir fazer.

Melhorámos em vários aspetos. Ao conseguirmos estar melhor posicionados no campo, estamos mais chegados à frente. Se estamos mais chegados à frente, conseguimos recuperar mais bolas no meio-campo adversário. E consequentemente conseguimos criar mais oportunidades de golo. Isto é tudo uma sequência de situações.

O Pepelu não fez treino nenhum antes deste jogo. Estava infetado, tal como o Varela. Felizmente não perdeu as rotinas. E, pelas suas caraterísticas, o jogo estava a pedir a entrada dele. E o André André cresceu no jogo precisamente por isso. Naturalmente, o André Almeida. Conseguiu jogar mais entre linhas para poder fazer ligação para os corredores. E nós na primeira parte não estavamos a conseguir fazer isso. Lá está, na primeira parte corremos menos, mas fizemos mais, criámos mais oportunidades. Fomos melhores.

O adeus à Europa | Sporting CP

Depois de 25 anos sem basquetebol, o basquetebol do Sporting CP tem vivido tempos bastante auspiciosos. Ora, depois de terminar a temporada (incompleta) 2019/2020 em primeiro lugar, permanece nessa mesma posição em 2021 e invencível, sem qualquer derrota. Para além disso, a vitória da Taça de Portugal, diante o FC Porto, comprovou este domínio interno no basquetebol nacional, ao passo que parece um cenário muito difícil de contestar pelos adversários.

Isto é, até ao momento, sendo que o resultado deste fim de semana na Taça Hugo dos Santos poderá me contradizer, sendo que serão dois encontros (caso os leões derrotem o Imortal Basket nas meias finais) num formato final four, onde cada jogo será disputado como uma final.

Ora, todavia as apreciações positivas ao desempenho global do Sporting CP esta temporada, a verdade é que a nível europeu houve muitas expectativas defraudadas. Foram três derrotas em três jogos, onde o Sporting CP teve pela frente oponentes que provocaram estímulos que nenhuma outra equipa, a nível nacional, havia conseguido. Não direi que não houve jogos «apertados» esta época diante o Sporting CP, no entanto, nenhuma equipa conseguiu desarmar o Sporting CP nos últimos dois períodos e nos momentos decisivos do último quarto, da forma contundente que estas três equipas forasteiras conseguiram.

Veremos diacronicamente o desenrolar dos acontecimentos nos três jogos europeus do Sporting CP:

Na primeira derrota diante o Ironi Ness Ziona da Israel, o Sporting CP apresentou percentagens baixas em todas as áreas do lançamento e o quarto período da equipa israelita foi demolidor. Ainda assim, o resultado terminou com uma diferença curta (81-86) e deixava esperança para as partidas que restavam. O segundo jogo diante o Arged BMSLAM Stal, por outro lado, teve um quarto período muito positivo por parte da turma de Luís Magalhães, mas novamente, na “hora H” e quando mais importava a equipa polaca levou a melhor.

O lançamento de Elissor na buzina é o espelho disso, num 1vs1 forçado, sem tirar qualquer vantagem do oponente, sendo que apesar de ter estado perto de entrar, foi sem grande preparação e não credibilizo que ele tenha tentado lançar à tabela. Dito isto, o jogo novamente ficou próximo e ao alcance do Sporting CP, terminando todavia com nova derrota (85-83).

Por fim, o derradeiro jogo foi a despedida leonina da competição. A partida diante os húngaros Szolnoki Olaj KK teve novamente o mesmo desfecho e traduziu-se numa das piores prestações ofensivas do Sporting CP esta época, somando somente 67 pontos, depois de dois jogos consecutivos a executar 80 ou mais pontos. Esta partida, por fim, do lado húngaro, culminou no domínio individual do extremo-poste Subotic, executando 25 pontos e 11 ressaltos. Tal contrastou com a ausência de Fields na zona pintada, sendo que a equipa leonina sentiu de forma gritante a falta do norte americano na luta das tabelas.

No vídeo abaixo, é possível observar algumas jogadas que permitiram, não só ao Sporting CP aproximar-se dos adversários nos momentos finais das partidas, como também as jogadas que afastaram o Sporting CP de uma possível vitória, sejam elas más definições, turnovers ou lançamentos de baixa percentagem.

Dito isto, apesar do desempenho negativo europeu do Sporting CP, tal não terá qualquer ponte de ligação com um possível mau desempenho ao nível interno. Obviamente que a fadiga é fator a ter em conta, pois foram três jogos de grande esforço físico. Ainda assim, não será um aspeto chave no desenlace dos jogos que se avizinham para a Taça Hugo dos Santos, pois a profundidade do plantel leonino permite uma rotação que mais nenhuma equipa portuguesa consegue implementar.

Aliás, pelo contrário a turma de Luís Magalhães arrecadou experiência e outros estímulos que quer FC Porto, SL Benfica e os «outsiders» (Imortal BC e UD Oliveirense) ainda não obtiveram esta temporada, tornando-os favoritos para o resto da temporada, em qualquer jogo que disputarem.

Foto de capa: Sporting CP

As 5 melhores soluções para a vaga de Iuri Medeiros

Pelo meio da euforia da passagem às meias-finais da prova rainha, o azar bateu à porta do SC Braga. O visado foi Iuri Medeiros, substituído por Lucas Piazón aos 31 minutos. Nessa altura os arsenalistas já venciam o CD Santa Clara por um golo, vitória que se confirmou (2-1), mas o ponto negativo foi mesmo a lesão do português.

O avançado cedido por empréstimo pelos alemães do FC Nürnberg já somava seis golos em 28 partidas e era uma das boas figuras da forte candidatura dos minhotos aos títulos em 2020/21. Com uma paragem mínima de seis meses confirmada pelo boletim clínico do SC Braga e a teimosa recuperação de Gaitán abre-se uma vaga no ataque de Carlos Carvalhal.

Numa altura em que o mercado se encontra encerrado, a obrigação é olhar para dentro de portas, ainda dentro da muralha minhota. No entanto, este exercício é feito como se o recurso ao mercado de transferências ainda fosse possível.

Sempre de mãos dadas com a realidade competitiva e orçamental do SC Braga, reuni neste artigo cinco nomes capazes de assumir a vaga de Iuri Medeiros, uns a titular, outros a partir do banco.

Jogo grande na Luz: SL Benfica x Vitória SC

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Primeira Liga, Jornada 17: sexta-feira, 19h, 5 de fevereiro de 2021

ANTEVISÃO: O REGRESSO ENCARNADO ÀS VITÓRIAS?

Terá fim à vista o mau momento do SL Benfica? Na receção ao Vitória SC, à equipa de Jorge Jesus exigir-se-á índices máximos de concentração e um corte com o nível exibicional que tem sido regra.

REGRESSO DO SL BENFICA À LUZ SERÁ SINÓNIMO DE REGRESSO ÀS VITÓRIAS OU SERÃO OS VIMARANENSES A SORRIR NA VISITA À EQUIPA DE JORGE JESUS? APOSTA EM BET.PT!

A distância pontual que os separam da liderança tornam agora a sua missão hercúlea: o máximo conseguido até hoje foram sete pontos recuperados, nunca nove – realidade que faria do hipotético feito encarnado uma exceção histórica. De Guimarães chega o sexto classificado, um conjunto em crescendo e que procura sair por cima na luta pelos lugares europeus. Bruno Varela e Pepelu, ausentes frente ao CS Marítimo, devido a infeção por COVID 19, regressam às opções iniciais.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. O último triunfo do Vitória SC na Luz remonta a 2009-10: 0-1, a contar para a Taça de Portugal.
  2. O Vitória SC ainda não perdeu em 2021 (três vitórias e um empate).
  3. Óscar Estúpiñan leva seis golos marcados desde que se estreou na titularidade (16 de dezembro, seis jogos).
  4. Em 86 confrontos na Catedral, apenas cinco vitórias do VSC contra 71 do SLB.
  5. Rochinha, formado no Benfica, pode alcançar a marca dos 100 jogos na Liga se for utilizado.
  6. Em caso de vitória, os vimaranenses ficam a um ponto dos encarnados (32 e 33 pontos, respetivamente).
  7. Da última vez que se encontraram, houve empate no tempo regulamentar (quartos-de-final da Taça da Liga, 1-1 com 4-1 nas grandes penalidades).
  8. Desde então, enquanto visitado, o Benfica conta com três vitórias e um empate (a única derrota caseira da época foi contra o rival minhoto Sp. Braga, 2-3).
  9. Se Pizzi marcar, ultrapassa Magnusson na lista dos melhores marcadores de sempre (estão em igualdade com 87 golos, a três de João Vieira Pinto).
  10. João Henriques não perde na Luz há dois jogos (além do empate para a Taça da Liga, 3-4 com o CD Santa Clara, única vitória em seis jogos contra o SL Benfica).

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Julian Weigl (SL Benfica) – Vida nova para o médio alemão, que vai acumulando exibições de grande calibre no comando do meio-campo encarnado. Depois de estar presumivelmente proscrito nos princípios de dezembro, com saída à vista no mercado de Inverno, puxou dos galões e é agora figura preponderante no equilíbrio tático da equipa.

Óscar Estupiñan (Vitória SC) – Vida nova para o colombiano no Castelo. A chegada de João Henriques foi uma lufada de ar fresco para toda a equipa e principalmente para ele, relegado estava por Tiago a papel secundário. Surge em destaque neste rejuvenescimento do grupo, acompanhado por Ricardo Quaresma, empregando o poder de fogo que Bruno Duarte nunca conseguiu dar. Com um terço dos jogos efetuados, leva tantos golos (cinco) quanto Ricardo Horta e mais dois do que Darwin Nuñez na Primeira Liga, com média de uma finalização certeira por encontro.

 

XI´S PROVÁVEIS

SL BENFICA: Vlachodimos; Gilberto, Otamendi, Verthongen e Grimaldo; Rafa, Weigl, Pizzi e Cervi; Seferovic e Darwin.

Treinador: João de Deus:

“Não atiramos a toalha, nem agora nem nunca. É possível continuar a lutar e vamos continuar a lutar pelo título. Vamos lutar até ao fim. É isso que queremos.”

 

VITÓRIA SC: Varela; Sacko, Suliman, Mumin e Mensah; Wakaso, André Almeida e André André; Rochinha, Quaresma e Estúpiñan.

Treinador: João Henriques:

«Olhar para os três pontos… queremos ir ao Estádio da Luz discuti-los porque são pontos em disputa e queremos ganhá-los todos»

PREVISÃO DE RESULTADO: SL Benfica 1-1 Vitória SC

Jogo difícil com baixas importantes: CS Marítimo x Sporting CP

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17.ª jornada da Primeira Liga: sexta-feira, 19h, 5 de fevereiro de 2021

ANTEVISÃO: SPORTING CP ENFRENTA ÚNICA EQUIPA CONTRA QUEM CONHECEU A DERROTA

O Sporting CP procura continuar na onda de vitórias em que se encontra. Os leões venceram seis dos últimos sete jogos na Liga Portuguesa, sendo que vêm de um importante triunfo no dérbi lisboeta. É de destacar que a equipa de Ruben Amorim tem baixas importantes: Nuno Mendes e João Mário não estão aptos por lesão, enquanto que Luís Neto não vai a jogo devido a castigo.

DEPOIS DA DERROTA NA TAÇA, O LEÃO ESTÁ DE VOLTA À MADEIRA E AOS BARREIROS. CONSEGUIRÁ O SPORTING VENCER OU REPITIRÁ O CS MARÍTIMO A SURPRESA? APOSTA COM A BET.PT!

Já na formação insular, a grande dúvida é Rodrigo Pinho. O melhor marcador do CS Marítimo tem andado com problemas físicos e, a confirmar-se a ausência, é a grande baixa da equipa para o jogo de sexta-feira.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. O Sporting CP é líder do campeonato nacional;
  2. O CS Marítimo encontra-se no décimo lugar;
  3. Nas últimas 21 partidas, o Sporting CP apenas perdeu uma: frente ao CS Marítimo;
  4. A última vez que o Sporting CP venceu o CS Marítimo na Ilha da Madeira, a contar para a Liga NOS, foi em 2015/2016;
  5. O CS Marítimo venceu apenas uma das últimas cinco jornadas no campeonato;
  6. Os leões não sofrem golos há três jogos;
  7. Os goleadores máximos da equipa leonina no confronto entre estas formações são Liedson e Manuel Fernandes, ambos com dez golos;
  8. A equipa de Ruben Amorim é a única invicta na Liga NOS;
  9. Sporting CP tem a melhor defesa do campeonato, com nove golos sofridos em 16 jogos;
  10. CS Marítimo soma três derrotas consecutivas.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Sassá (CS Marítimo): O brasileiro recém-contratado pode estrear-se, esta jornada. Com Rodrigo Pinho em dúvida, o avançado pode fazer dupla com Joel Tagueu no ataque da equipa insular.

Paulinho (Sporting CP): A grande contratação deste mercado de inverno está incluída no lote de convocados. Paulinho espreita a estreia frente ao CS Marítimo, pronto para provar os 16 milhões de euros que custou aos cofres de Alvalade.

 

XI’S PROVÁVEIS

CS Marítimo (3-5-2): Amir Abedzadeh; Lucas Áfrico, Renê Santos, Léo Andrade; Rúben Macedo, Guitane, Jean Irmer, Franck Bambock, Hermes; Joel Tagueu e Sassá.

Treinador: Milton Mendes

Disponível nas próximas horas

Sporting CP (3-4-3): Adán; Gonçalo Inácio, Coates, Feddal; Porro, João Palhinha, Matheus Nunes, Antunes; Pedro Gonçalves, Nuno Santos e Paulinho.

Treinador: Ruben Amorim

“O segredo para este jogo é o mesmo de sempre: intensidade, concentração e rigor”.

 

PREVISÃO DO RESULTADO: CS Marítimo 1-2 Sporting CP