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Super Bowl LV | Brady, o Incrível, encontra Mahomes, o Inevitável

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Todas as gerações têm os seus heróis, todas as eras têm jogadores que acabam por nos fazer sonhar e jogadores que se tornam ícones mundiais e inesquecíveis. Foi assim ao longo das últimas duas décadas, com Tom Brady e antevemos que seja assim nas próximas décadas com Patrick Mahomes.

Como tal, o Super Bowl LV, será um jogo especial. Este é um encontro para o qual as expectativas já costumam ser elevadas, mas este marca um jogo onde a presença destes dois ícones, destes dois jogadores que marcaram e marcarão gerações, nos faz antever um jogo incrível.

Mas este jogo incrível, entre dois talentos ímpares, é possível porque duas equipas fizeram o seu percurso até este momento, com vitórias e algumas derrotas, mas sempre com a mentalidade certa – a de acreditar.

PERCURSO DOS TAMPA BAY BUCCANEERS

A viagem dos Tampa Bay Buccaneers até este jogo foi pautada por altos e baixos. Durante a fase regular venceram 11 jogos e perderam outros cinco. Dos jogos que perderam, três deles foram por apenas uma posse, incluindo o jogo contra os Kansas City Chiefs na semana 12. O grande arquirrival, equipa que os venceu duas vezes (ambos os jogos por mais de uma posse) foram os New Orleans Saints de Drew Brees, mas já lá iremos, porque onde realmente conta, o resultado foi diferente.

Essa montanha russa de resultados dos Buccaneers culminou com uma excelente subida de forma. Uma excelente sequência de quatro vitórias consecutivas no final da fase regular deixou esta equipa dos Buccaneers como um equipa “quente” para a fase de playoffs.

Nos playoffs, o caminho dos Buccaneers passou por viajar para fora de casa, ironia das ironias, culmina com o Super Bowl na casa deles, um feito ímpar na NFL pois nunca antes tinha acontecido.

Na viagem até à capital dos Estados Unidos, tiveram de superar uma improvável equipa de Washington, que só ter chegado aos playoffs foi uma vitória. Os Buccaneers conseguiram vencer (31-23), ainda que talvez de uma forma algo sofrível. Seguiu-se uma viagem até New Orleans, para defrontar os seus rivais, a equipa que os tinha vencido duas vezes na fase regular, como mencionado, e jogo para o qual os Buccaneers eram vistos como underdogs.

A surpresa foi consumada e os Buccaneers venceram de forma segura (30-20), naquele que poderá ter sido o último encontro entre Brady e Brees no relvado, se assim for, termos tido direito a três embates entre ambos ao longo da temporada, foi uma bonita despedida.

O final de conferência da NFC seria uma viagem até ao mítico Lambeau Field para defrontarem os Green Bay Packers de Aaron Rodgers. Se o duelo com Brees foi um duelo histórico, um duelo com Rodgers, num final de conferência, em Lambeau Field, ganhava contornos de uma utopia e que seria certamente inesquecível. E, as expectativas foram cumpridas, um jogo disputado até ao final, vitória para os Buccaneers (31-26) com Tom Brady a ter uma exibição de “duas caras” mas onde foi capaz de no final segurar a vitória e carimbar o seu 10.º Super Bowl em 21 anos de carreira.

Mas, enquanto tudo isto aconteceu na NFC, do outro lado, na AFC, os Kansas City Chiefs também percorriam o seu percurso e desenhavam a sua história…

Foto de Capa: NFL

Artigo redigido por André Amorim, comentador Eleven

FC Porto 80-76 SL Benfica: Organização + Pedro Pinto

A CRÓNICA: XEQUE-MATE DE PEDRO PINTO LEVA FC PORTO À FINAL DIANTE O SPORTING CP

À entrada para esta meia final, FC Porto e SL Benfica já tinham conhecimento do adversário que iriam encontrar na final. Era o Sporting CP, que assistia comodamente ao clássico que prometia uma luta equitativa até final. E assim foi.

O início da partida pintou-se de azul e branco, com o FC Porto a entrar autenticamente “a matar”, culminando num parcial inicial de 12-4. Apesar disso, o SL Benfica ainda conseguiu equilibrar as contas e o primeiro quarto terminou sem qualquer timeout e com o marcador bastante equilibrado (24-22). O ajuste no primeiro quarto deveu-se muito ao lançamento para jogo de Rafael Lisboa e Eric Coleman. Ambos permitiram aos encarnados encontrar estabilidade na execução de pontos e acarretar mais energia no processo defensivo.

A organização portista manteve-se no ataque e a estabilidade ofensiva benfiquista não se prorrogou. Dito isto, o segundo quarto manteve a toada do início do primeiro, não obstante Carlos Lisboa tenha manifestado maior insatisfação com o que acontecia dentro de campo. Lisboa pediu dois descontos de tempo, mas o FC Porto manteve-se por cima dos acontecimentos e alargou a vantagem para 7 pontos de vantagem no final do segundo quarto. Destaque evidente para a dupla de bases portista (Amarante e Tinsley), já que foram os dois a operar a equipa portista no processo ofensivo, juntando à sua capacidade de definição uma eficácia elevadíssima em lançamentos de campo (66% e 80% respetivamente, com 21 pontos no total). Do lado benfiquista, era Quincy Miller quem mais tentava dar a volta ao jogo, executando 8 pontos ao intervalo.

À saída dos balneários, a personalidade portista manteve-se, mas a eficácia não. Em adição, um SL Benfica mais altruísta e paciente na procura dos melhores executantes conseguiu, num espaço de 6 minutos, dar a volta à partida. O SL Benfica afastou-se do FC Porto com um parcial de 25-11, no final do terceiro quarto.

Apesar da remontada do SL Benfica, o base menos utilizado até então (Pedro Pinto), conseguiu, a par de Tinsley, recentrar o FC Porto na luta pelo jogo. Foram 10 pontos por intermédio de Pedro Pinto no período decisivo, fazendo o xeque-mate da partida e mostrando-se destemido quando mais importava. A contrastar a excelente atuação no último quarto, Bryce Alford não só não aguentou nenhum dos bases portistas no momento defensivo, como também teve uma execução paupérrima no momento de lançar ao cesto.

Tudo somado, o FC Porto vence à justa, mas com justiça, tendo prevalecido a organização portista e a definição de Pedro Pinto na vitória por 80-76, diante o SL Benfica.

A FIGURA

Pedro Pinto (FC Porto) – Apesar de desaparecido diante a maioria do encontro, foi quando “a mão mais treme” que o internacional português guiou o FC Porto à vitória diante o SL Benfica. Em apenas 17 minutos, Pinto executou 15 pontos, sofreu 8 (!) faltas e fez duas assistências. A par de Pinto, destaque ainda para os restantes bases azuis e brancos (Tinsley e Amarante), que também atuaram a um grande nível.

O FORA DE JOGO

Bryce Alford (SL Benfica) – Provavelmente um dos piores jogos da carreira para Alford. Apenas acertou 1 lançamento em 11 tentados (9% em lançamentos de campo) e cometeu, inúmeras vezes, erros básicos em termos do seu posicionamento defensivo, permitindo cestos fáceis aos adversários diretos. Um jogo para esquecer.

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

A «turma» de Moncho López alinhou com um 5 forte fisicamente e com a dupla de bases Francisco Amarante e Tinsley, funcionando o base português como o principal transportador da bola e principiador das jogadas ofensivas do FC Porto. Em jogo posicional ofensivo, o treinador espanhol explorou a amplitude física dos jogadores interiores e encontrou espaços a partir daí, permitindo espaço de ação para os melhores executantes exteriores. Moncho López trabalhou muitos lançamentos, essencialmente através de variações entre «handoffs» e bloqueios diretos, após um passe do base que se encontra no eixo central do campo. Defensivamente, o FC Porto organizou-se numa defesa individual cerrada e extremamente pressionante no portador da bola.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Francisco Amarante (7)

Bradley Tinsley (8)

Miguel Queiroz (6)

Larry Gordon (6)

Eric Anderson Jr (7)

 SUBS UTILIZADOS

Voytso (-)

Pedro Pinto (9)

Jalen Riley (5)

Tanner Mcgrew (6)

João Soares (7)

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

A equipa comandada por Carlos Lisboa alinhou com um cinco inicial experiente e compacto, sendo Jackson o jogador mais jovem (24 anos) do 5 lançado pelo técnico português. Taticamente falando, a abordagem inicial não foi, com certeza, a desejada, sendo que o SL Benfica sentiu bastantes dificuldades em atingir o cesto, com excepção a movimentos individuais protagonizados pelas principais referências encarnadas. Com a entrada de Coleman, o SL Benfica explorou mais o jogo interior e conseguiu tirar vantagens a partir do pick and roll, alimentando a capacidade criativda de Demond Carter e Quincy Miller-Scott. Em organização defensiva, a equipa do SL Benfica fez uma defesa ao homem a meio campo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Quincy Miller-Scott (8)

João Gomes (5)

Bryce Alford (2)

Demond Carter (6)

Cameron Jackson (6)

SUBS UTILIZADOS 

Eric Coleman (6)

Fábio Lima (-)

Tomás Barroso (3)

Rafael Santos (7)

Arnette Hallman (-)

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

FC Porto 8-6 OC Barcelos: Liderança à vista pelos dragões

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A CRÓNICA: DRAGÕES VENCEM NA CHUVA DE GOLOS

O FC Porto ultrapassou um adversário direto na luta pelo título. Os dragões derrotaram o Óquei Clube de Barcelos por 8-6, no Dragão Arena.

A primeira parte foi praticamente toda da equipa da casa. Com quatro bolas no ferro, o primeiro golo só surgiu numa fase adiantada. Gonçalo Alves aproveitou para marcar o primeiro de livre direito.

O jogo ficou, a partir daí, eletrizante. Di Benedetto fez o segundo, numa boa jogada coletiva. Já perto do final do primeiro, os visitantes conseguiram equilibrar e reduziram a desvantagem por Reinaldo Ventura. No entanto, o Porto dispôs de uma nova oportunidade de bola parada: Gonçalo Alves bisou e concretizou uma grande penalidade. Mesmo quase com a buzina a tocar para o intervalo, o OC Barcelos reduziu novamente por Joca.

Se o final da primeira parte foi emocionante, a etapa complementar não ficou atrás. Logo no início, dois golos, um para cada lado. Reinaldo Ventura chegou ao bis e Gonçalo Alves apontou o hat-trick.

Luís Querido colocou igualdade no resultado. Rafa voltou a pôr a equipa da casa na frente, mas Tomás Pereira empatou novamente e o jogo chegou aos dez golos. No entanto, aí apareceu o veterano Reinaldo Garcia, que fez dois golos com muito pouco tempo de diferença. Já o goleador dos dragões, Gonçalo Alves, fez o 8-5, chegando ao poker. O melhor que o OC Barcelos conseguiu foi reduzir por Reinaldo Ventura.

O FC Porto fica a um ponto do líder, que ainda é o OC Barcelos, e continua com um jogo a menos (duelo em atraso com a Oliveirense).

A FIGURA

Fonte: FC Porto Sports

Gonçalo Alves – Metade da produção da equipa foi da responsabilidade do internacional português. O goleador do campeonato esteve letal, como de costume, e contribuiu decisivamente para o triunfo dos dragões.

O FORA DE JOGO

Defesas em ambas as equipas – Num jogo eletrizante com 14 golos (!), as defesas não cumpriram bem o seu trabalho. Vários erros de marcação e organização defensiva de ambas as equipas contribuíram para que ocorressem tantos golos.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Com um ataque que rodava pelos quatro jogadores em campo, o FC Porto tentou apostar no controlo da posse de bola para chegar ao golo. Com um jogo assente na troca incessante de passes entre jogadores, conseguiram ferir o adversário através de várias combinações.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Xavi Málian (6)

Xavi Barroso (6)

Reinaldo Garcia (8)

Gonçalo Alves (9)

Rafa (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Tiago Rodrigues (-)

 Mena (6)

Giulio Cocco (6)

Poka (6)

Di Benedetto (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – OC BARCELOS

A equipa da casa entrou demasiado permissiva a deixar o FC Porto dominar. Só no fim do primeiro tempo acordou e, a partir daí, houve uma troca de bola rápida e dinâmica entre os quatro jogadores. Reinaldo Ventura e Dario Gimenez deram a estabilidade atrás para os ataques, com o internacional português a aventurar-se no ataque e a arriscar na meia distância.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Conti (6)

Luís Querido (7)

 Dario Gimenez (6)

Miguel Rocha (6)

Reinaldo Ventura (8)

SUBS UTILIZADOS

Joka (-)

Zé Pedro (6)

Tomás Pereira (7)

Joca (7)

Rafael Lourenço (-)

Foto de Capa: FC Porto Sports

Artigo revisto

Juventus FC 2-0 AS Roma: Cristiano fez anos e ainda distribuiu prendas

A CRÓNICA: VANTAGEM ESTATÍSTICA QUE NÃO SE TRADUZ EM PONTOS PARA A EQUIPA VISITANTE

Frente a frente estavam o terceiro e o quarto lugares da Liga Italiana, Juventus FC e AS Roma, com a equipa da casa um ponto atrás dos visitantes, que têm feito um percurso bem interessante sob o comando do português Paulo Fonseca. Seria de esperar uma ótima partida de futebol, a cabeça de cartaz desta jornada 21, com grandes executantes dentro das quatro linhas. E é para jogos tão esperados como esse que é essencial que tire qualquer dúvida sobre a Sportingbet para preparar-se melhor na hora de apostar.

A primeira parte acaba por ser simples de explicar. A equipa da AS Roma entrou ligeiramente melhor e foi, ao longo de todos os 45 minutos, crescendo sobre o adversário e criando alguns calafrios à equipa de Pirlo. No entanto, do lado contrário, estava o aniversariante Cristiano Ronaldo, que mostrou que os anos passam, mas que, de resto, nada muda na vida do português. Três remates feitos pela equipa, os três feitos pelo craque. Um deu golo, outro foi à barra da baliza de Pau López. Os romanos levam o rótulo de melhor equipa em campo na primeira parte, mas a verdade é que a vantagem estava do lado da Juventus FC.

Para o segundo tempo, as dinâmicas seriam parecidas. Os forasteiros estiveram sempre mais pressionantes, mais vezes perto da baliza do adversário. Mas a “Vecchia Signora” esteve sempre muito ciente das suas qualidades e muito objetiva no momento de criar perigo. Ainda assim, a AS Roma não conseguiu criar tantas oportunidades de perigo e acabou mesmo por sofrer o segundo golo, depois de uma bela jogada protagonizada pelo sueco Kulusevsli. Ibanez foi o homem que acabou por introduzir a bola na prórpia baliza, mas nem por isso toda a jogada pode ser desvalorizada. Um bom momento de futebol, que dava mais segurança aos de Turim. Até ao fim, o jogo não teve grande história.

A turma comandada pelo português ainda tentou reduzir a desvantagem no marcador, mas a bola parecia mesmo não querer entrar. A Juventus FC somou assim mais três pontos e trocou de lugar com a AS Roma, que vê agora os primeiros lugares mais distantes e difíceis de alcançar.

 

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Cristiano Ronaldo – Agora com 36 anos, o português continua a afirmar-se como o jogador mais decisivo de sempre. Não precisa de muitas oportunidades para fazer a diferença, e foi isso que acabou por acontecer. Essencialmente na primeira parte foi o grande destaque ofensivo da equipa, tendo feito três remates. O primeiro deu golo, e que golo do melhor marcador de sempre. Sem grande preparação e com o pior pé, colocou a bola no canto da baliza, onde o guarda-redes nem com asas chegaria. Isto acabou por abalar o adversário e dar uma força à sua equipa, que não estava a ser mais forte na partida. Simplesmente decisivo. Muitos parabéns, craque.

 

O FORA DE JOGO

Defensiva da AS Roma – Num jogo em que a equipa foi até mais forte, tendo mais bola e criando mais oportunidades de golo (essencialmente na primeira parte), a defesa acabou por se mostrar muito permeável e não esteve à altura dos homens mais avançados. A Juventus FC não esteve muito presente no seu meio campo ofensivo, mas, sempre que aparecia perto da área, acabava por criar algum perigo, tendo mesmo feito dois golos, num jogo em que não produziu assim tantas jogadas ofensivas. Estivesse a linha defensiva ao nível da ofensiva e o resultado seria certamente outro.

 

ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC

A grande dúvida em relação à equipa de Pirlo seria na defesa, que se poderia apresentar a três ou a quatro. O treinador italiano optou pela segunda opção, com Danilo e Alex Sando nas linhas e os experientes Bonucci e Chiellini no centro. Mais à frente, um meio campo constituído por três homens: Arthur mais recuado, com Rabiot e McKennie a aparecerem mais adiantados no apoio à linha mais ofensiva. Esta, contituída por Morata, que apareceu quase como um falso nove, abrindo espaço essencialmente para Cristiano Ronaldo, que privilegiou os movimentos da extrema esquerda para o centro.

Do outro lado, Chiesa, mais importante no momento em que a equipa perde a bola e no apoio ao meio campo quando a AS Roma controlava o esférico. Nesta partida, a equipa foi obrigada a correr muito atrás da bola, pelo que as saídas para o ataque seriam fundamentais, bem como a coesão defensiva necessária para não ceder ao bom futebol praticado pelo adversário.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Szczesny (7)

Danilo (6)

Bonucci (7)

Chiellini (7)

Alex Sandro (7)

Arthur (6)

Rabiot (6)

McKennie (6)

Chiesa (6)

Morata (7)

Cristiano Ronaldo (8)

SUBS UTILIZADOS

Cuadrado (7)

Kulusevski (7)

Bernardeschi (-)

De Ligt (-)

Demiral (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – AS ROMA

Paulo Fonseca optou por uma defesa a três, constituída por Mancini, Kumbulla e Ibanez, com uma linha muito subida para pressionar o mais alto possível a equipa da Juventus FC. Nas linhas Spinazzola e Karsdorp, e um meio campo algo surpreendente.

Veretout e Villar mais recuados, com Cristante a assumir uma posição mais avançada, mas nem por isso mais ofensiva. O italiano, normalmente utilizado como médio defensivo, foi responsável por pressionar o homem mais recuado do meio campo adversário para que a equipa pudesse recuperar o esférico o mais rápido possível e depois dar asas aos dois médios mais criativos, que partiam de trás, mas avançavam com a equipa. Na frente, Mayoral e Mkhitaryan, dois belos executantes que dão muita qualidade à frente dos romanos.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Pau López (5)

Mancini (5)

Kumbulla (5)

Ibanez (4)

Karsdorp (6)

Spinazzola (7)

Villar (7)

Veretout (7)

Cristante (6)

Mkhitaryan (6)

Mayoral (7)

SUBS UTILIZADOS

Diawara (5)

Dzeko (5)

Carles Perez (6)

Bruno Peres (6)

Artigo revisto

Leixões SC 0-1 FC Arouca: Autocarro para Arouca com três pontos na bagagem

A CRÓNICA: OFENSIVA AROUQUENSE RESULTOU NA PRIMEIRA DERROTA DE JOSÉ MOTA

Com o regresso de José Mota ao banco de suplentes e Beto na baliza matosinhense, jogou-se a 19.ª jornada da Segunda Liga, no Estádio do Mar. O Leixões SC recebeu o FC Arouca, duas equipas à procura da vitória para somar posições na tabela.

O jogo partiu mesmo da premissa ofensiva de ambas as equipas. Viu-se um início partido, com duas equipas a demonstrarem vontade de atacar a baliza adversária. Logo no primeiro minuto, tanto o Leixões como o Arouca tiveram oportunidades flagrantes de golo, ambas anuladas pelos guarda-redes de serviço.

Partindo da má posição da linha defensiva do Leixões, e também de alguma desconcentração por parte da equipa de José Mota, o Arouca chegou-se à frente da vantagem, depois de um remate “do meio da rua” de Arsénio. Beto não conseguiu chegar à bola, que entrou na gaveta do canto superior direito da baliza. Aos 17 minutos, os visitantes estavam à frente no marcador por um golo.

Depois de uma entrada fulminante no encontro, o Leixões começou a desvanecer. Quem o aproveitou da melhor maneira, concretizando transições ofensivas consecutivas, foi a turma de Armando Evangelista. A pressão arouquense estava mesmo em cima dos jogadores do Leixões. Aos 24 minutos, a vantagem podia ter sido mesmo dilatada, após uma saída sem sentido dos postes por parte de Beto, que podia ter comprometido a própria equipa. A sorte dos matosinhenses foi André Silva ter errado no alvo.

Tudo permaneceu igual até ao apito para o intervalo, feito soar pelo árbitro João Gonçalves. No retomar do encontro, o Arouca continuou a demonstrar mais perigo. Ao contrário do Leixões, os arouquenses, a partir do momento em que ultrapassavam a linha do meio-campo, demonstravam perigo e critério na finalização – faltava apenas a eficácia. Já a equipa de Matosinhos, quando perto da área de Victor Braga, não demonstravam qualquer tipo de critério, nem pareciam desenvolver uma estratégia ofensiva clara.

Os últimos minutos demonstraram fraqueza ofensiva por parte do Leixões, e nem as substituições feitas por José Mota conseguiram colmatar essas lacunas do elenco em campo. O Arouca acabou mesmo por vencer no Estádio do Mar, condenando José Mota à sua primeira derrota enquanto treinador do Leixões. 1-0 foi o resultado de um encontro plenamente dominado pelo Arouca.

 

 

A FIGURA

⌛️ Intervalo do encontro em Matosinhos.

A nossa equipa vai vencendo o Leixões SC ao intervalo por 0-1.

Leixões SC 0-1 FC Arouca
15’ Arsénio

Publicado por Futebol Clube de Arouca em Sábado, 6 de fevereiro de 2021

Estratégia ofensiva do FC Arouca – Bastante bem fundamentada e implementada em campo, a forma como Armando Evangelista dispôs os seus jogadores a nível ofensivo foi uma constante em criar perigo e oportunidades de golo. De cada vez que o Arouca passava a linha do meio-campo, era certo que iria existir uma oportunidade de golo.

 

O FORA DE JOGO

ℹ️ AVTO É JOGADOR DO LEIXÕES

O Leixões SC – Futebol, SAD chegou a acordo com Avtandil Ebralidze, conhecido no universo…

Publicado por Leixões SC – Futebol, SAD em Terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Avto – Aquele que costuma ser um dos jogadores mais influentes do Leixões esteve totalmente apagado em jogo. Apanhado na curva, devido à falta de critério ofensivo da equipa, Avto já teve dias melhores.

 

ANÁLISE TÁTICA – LEIXÕES SC

José Mota, de regresso ao banco após um período de isolamento devido a infeção por COVID-19, optou por um 4-3-3. Beto voltou às redes, depois de, à semelhança do treinador, também ter estado infetado. A linha defensiva manteve-se composta pelo capitão Pedro Pinto e Brendon, com as laterais asseguradas por Lucas Lopes e Tiago André.

O meio-campo foi assumido pela muralha Nduwarugira, Bruno Monteiro e Joca Samuel. No apoio a Nenê, estiveram Avto e Jefferson Encada.

 

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

Beto (5)

Tiago André (6)

Pedro Pinto (6)

Jefferson Encada (6)

Nenê (5)

Nduwarugira (6)

Avto (4)

Lucas Lopes (6)

Bruno Monteiro (5)

Joca Samuel (5)

Brendon (6)

SUBS UTILIZADOS

Sapara (6)

Rodrigo (6)

Belkheir (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC AROUCA

Armando Evangelista alinhou a sua equipa num 4-4-2 para este encontro frente ao Leixões. Victor Braga segurou a baliza e a linha defensiva foi composta por Basso e Brunão na zona central, com apoio de Thales e Quaresma nas alas.

No setor do meio-campo, Leandro e Pedro Moreira fizeram a ligação aos avançados André Silva e Adilio, com apoio dos extremos Ofori e Arsénio.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Victor Braga (6)

Quaresma (7)

André Silva (7)

Arsénio (6)

Adilio (6)

Basso (7)

Pedro Moreira (6)

Leandro (6)

Brunão (7)

Thales (6)

Lawrence Ofori (6)

SUBS UTILIZADOS

Bukia (6)

Marco Soares (6)

Joel (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Leixões SC

BnR: Peço-lhe uma análise ao encontro e pergunto, igualmente, o que faltou à equipa para conseguir somar pontos hoje?

José Mota: Faltou marcar golos. Entrámos bem no jogo, mas o Arouca foi mais dominador. Depois do golo que sofremos, tivemos uma boa resposta. Na primeira parte, tivemos boas oportunidades para fazer um resultado completamente diferente. No segundo tempo, tentámos ser esclarecedores, mas o Arouca fechou as linhas e o futebol acabou por perder qualidade. Na minha opinião, foi um resultado injusto e ingrato. Injusto porque tivemos muito boas oportunidades e ingrato porque eu sei o quanto os meus jogadores trabalharam para mudar o rumo do jogo.

FC Arouca

BnR: Acredita que, depois do jogo que fizeram, o resultado podia ter sido mais dilatado?

Armando Evangelista: Temos de ter em conta a equipa que defrontamos. O Leixões pagou caro neste jogo. Penso que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e, para mim, foi um resultado justo. O 1-0 foi justo. Demonstrámos que estamos sólidos e a querer somar pontos. Procurámos vencer. Estamos bem vivos e com uma identidade presente.

Artigo revisto por Mariana Plácido

Estará Eustáquio a um “Paços” do Dragão?

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Na última semana do mercado, que entretanto fechou, o FC Porto viu o seu nome a ser adicionado à lista de pretendentes do internacional sub-21 português, Stephen Eustáquio. O atleta, atualmente, tem contrato com o FC Paços de Ferreira, que, recentemente, adquiriu 50% dos direitos do jogador, que pertenciam ao Cruz Azul FC, do México.

O futebolista tem sido um dos pilares de Pepa, treinador dos “castores”, para o sucesso da época desportiva que a formação da “capital do móvel” está a protagonizar, estando, atualmente, num meritoso quarto lugar, a par do SL Benfica. De referir que os outros 50% do passe do médio pertencem ao CD Chaves, pelo que, se os dragões quiserem avançar em força para a sua contratação de modo a obterem os direitos plenos sobre o jogador, têm de negociar com os dois emblemas.

Stephen Eustáquio é um médio com muito critério na posse de bola, que sabe pautar os vários ritmos de jogo, sendo então um jogador de construção. Além disso, é um médio que tem ganho uma boa intensidade, ou seja, não descuida a sua equipa no momento de pressão. Desta forma, tem todas as capacidades e habilidades para jogar no sistema tático de Sérgio Conceição, que gosta de atuar num esquema com 2 médios. Apesar de não ser um jogador com muito golo, Eustáquio destaca-se, essencialmente, pelo equilíbrio que concede ao miolo da sua equipa e pela forma como desbloqueia o jogo ofensivo através da sua criatividade, que utiliza para executar passes mortíferos.

Uma possível contratação por parte do FC Porto não se concretizou neste mercado de inverno. Apesar de já ter sido comprado pelo FC Paços de Ferreira, poderia ter integrado nos azuis e brancos, num negócio de empréstimo com opção de compra. Porém, os contactos, de acordo com a imprensa, estão lançados e os campeões nacionais já sabem que terão de desembolsar uma quantia próxima dos 7,5 milhões de euros para contar com os serviços do luso-canadiano.

Artigo revisto

Sporting CP 79-67 Imortal: Leões na final da Taça Hugo dos Santos

A CRÓNICA:  SUPERIORIDADE LEONINA PREVALECEU IMORTALMENTE

A primeira meia-final da Taça Hugo dos Santos, no Pavilhão Multiusos de Sines, opôs o Sporting CP e a equipa revelação da Liga esta temporada, o Imortal.

A verdade é que o primeiro período começou escasso a nível de pontos, mas demonstrou um enorme trabalho defensivo de ambas as equipas. Em cinco minutos jogados de quarto, o marcador anotava apenas nove pontos no total. Os lançamentos exteriores não caíam, e mesmo os interiores entravam dificilmente. O resultado estava a ser contruído, na sua maioria, por lances livres, dada a pressão defensiva tanto dos leões como dos açorianos. O jogo melhorou na qualidade já no final dos primeiros dez minutos, com o marcador a anotar um 20-11 favorável aos leões.

O segundo período começou com uma grande recuperação no marcador dos algarvios. A equipa demonstrou-se sem grande ritmo, dado o período de isolamento profilático a que se viu obrigada, mas, com o passar dos minutos, mostrou não arredar pé. Apesar dessa grande recuperação e da eficácia tremenda de Nuno Morais no lançamento exterior, o Sporting também não tirava o pé do acelerador. Passámos de um primeiro quarto sem triplos para um segundo com fartura. DJ Micah Downs, uma das mais recentes contratações dos leões, mostrou que estava de mão quente.

Quem mostrou exatamente o mesmo, apesar de parecer pouco influente no jogo do Imortal, foi DJ Fenner – além de ser o melhor marcador do campeonato, estava também a ser, até ao momento, o melhor marcador no encontro. Apesar disso, foi o Sporting que levou a vantagem para o intervalo. 34-29 no marcador, numa partida que, apesar de não ser um brilhante jogo de basquetebol, demonstrou bastante equilíbrio entre as equipas.

O regresso do intervalo mostrou um Imortal bastante competitivo, mas um Sporting que não se queria dar por vencido ou vencedor. No entanto, a recuperação dos algarvios, que pressionaram bastante os leões a nível atacante, acabou por resultar num empate no final desse dez minutos.

Os minutos iniciais do último período foram um espelho da ambição do Imortal, que andou sempre colado ao Sporting no marcador. No entanto, a experiência verde e branca veio ao de cima e os algarvios não conseguiram parar a ofensiva leonina. Foi um jogo disputado até aos últimos minutos. Porém, começou a fazer-se notar o desgaste e a falta de preparação do Imortal.

O Sporting acabou mesmo por levar a vitória por 79-67, carimbando a passagem à final da Taça Hugo dos Santos, competição anteriormente arrecada pela UD Oliveirense.

 

A FIGURA

Fonte: Federação Portuguesa de Basquetebol

Dupla Travante Williams e James Ellisor – Foram os donos e senhores do jogo do Sporting CP. Para além do número de pontos concretizados, foram jogadores bastantes influentes no que tocou à construção de jogo ofensivo e defensivo dos leões.

O FORA DE JOGO

Falta de ritmo do Imortal – O isolamento profilático que o Imortal foi obrigado a cumprir foi a razão maior para o resultado. Apesar da garra e do querer dos algarvios, a falta de ritmo sobrepôs-se ao jogo e, não obstante de terem feito os impossíveis, não foi o suficiente para arrecadarem a vitória.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Sem Fields, Luís Magalhães estruturou a equipa como se não existisse qualquer impedimento. Com o cinco mais forte que teve à sua disposição, Magalhães alinhou a defesa em todo o campo, complementando com um dois para um ao portador da bola do Imortal, para dificultar as jogadas interiores da equipa algarvia.

A nível de transições ofensivas, existiu, na maioria das vezes, um bloqueio central por parte de João Fernandes, que, consequentemente, arrastava a defesa, e deixava sempre alguém do Sporting livre para concretizar. Esta foi a movimentação mais recorrente do jogo dos leões.

 

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Travante Williams (8)

Shakir Smith (6)

João Fernandes (7)

Cláudio Fonseca (6)

James Ellisor (8)

SUBS UTILIZADOS

Jeremias (-)

Diogo Ventura (6)

Diogo Araújo (-)

Pedro Catarino (6)

Micah Downs (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – IMORTAL

O treinador Luís Modesto fez o melhor que pôde para entrar em campo e disputar o encontro. Depois de ter a sua equipa em isolamento profilático, só teve oportunidade de a começar a treinar cinco dias antes do encontro. Essa falta de preparação foi fulcral para o desvanecimento da equipa ao longo do encontro.

Optou-se por uma defesa a campo inteiro, mas o jogo não foi muito fluido, como o normalmente apresentado pelos algarvios. Ofensivamente, o lançamento exterior e a eficácia de Nuno Morais, Tanner Omlid e DJ Fenner foram importantes para a construção do resultado.

 

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

 DJ Fenner (8)

Nuno Morais (7)

Tanner Omlid (7)

Tyere Marshall (6)

Dominic Rob (5)

SUBS UTILIZADOS

Tymetrius Toney (6)

Hugo Sotta (-)

António Monteiro (7)

Miguel Toreia (-)

Foto de capa: Federação Portuguesa de Basquetebol

Artigo revisto por Mariana Plácido

As 5 equipas mais portuguesas no estrangeiro

Os “anos 10” deste século XXI vieram confirmar a ascensão de Portugal ao patamar mais alto do futebol, a nível da formação e produção de jogadores e treinadores. Por todo o mundo, o contingente luso continua a aumentar e a corresponder às expectativas que lhes são colocadas. É nesta onda que elencamos as cinco equipas com mais portugueses nos seus quadros – quer sejam jogadores, treinadores ou até dirigentes. Estas são provas da qualidade do produto nacional e da afirmação de Portugal como uma das maiores potências futebolísticas a nível europeu.

Força da Tática: O SC Braga de Carvalhal (Parte 1 de 3)

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Desde a chegada de Carlos Carvalhal ao comando técnico do conjunto bracarense, no início da atual época 2020/21, que o SC Braga tem vindo a praticar um futebol atrativo. Para muitos, o “melhor” futebol do campeonato. Apesar de um terceiro lugar (enganador) a nove pontos do líder Sporting CP, não era surpresa nenhuma se os “guerreiros” militassem no primeiro lugar da classificação. Contudo, o que faz esta equipa ser admirada no mundo do futebol? Quais são os seus padrões? Dinâmicas? Principais figuras? Debilidades? Venham daí.

Este novo SC Braga é uma equipa bem organizada, preparada e disciplinada nos quatro momentos do jogo:

ONZE BASE

Devido à participação em quatro competições (Campeonato, Taça de Portugal, Taça da Liga, Liga Europa) até ao momento, Carlos Carvalhal viu-se obrigado a colocar vários onzes diferentes em campo, dificultando a ideia de um “onze base”. Por isso, optei por escolher o que, na minha opinião, pode dar mais qualidade à equipa.

 

GR: Matheus

DD: Esgaio

DC: Tormena

DC: David Carmo

DE: Sequeira

MC: Al Musrati

MC: Fransérgio

ED: Galeno

MO: Ricardo Horta

ED: Iuri Medeiros

AC: Paulinho

Os 5 melhores negócios de final de mercado

Esta janela de mercado em específico não ficou, propriamente, marcada por grandes negócios. No entanto, à última da hora, houve algumas transferências sonantes que vão, seguramente, causar impacto. Tal justifica, portanto, um daqueles espetaculares top cinco de transferências no fecho do mercado.