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FC Bayern Munchen 2-1 Sevilha FC: Bávaros novamente no topo da Europa

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A CRÓNICA: 105 MINUTOS DE MURALHA ANDALUZ NÃO CONTEVE TANQUE DOS BÁVAROS

O Puskás Aréna, em Budapeste, foi o palco da edição 20/21 da Supertaça Europeia, a prova mais aguardada neste início de temporada, que opôs as duas melhores formações europeias da época transata, o todo-poderoso FC Bayern München e o Sevilha FC, vencedores da Liga dos Campeões e Liga Europa, respetivamente.

Com o favoritismo à conquista do caneco a recair para a formação germânica, ambas as equipas se mostraram em grande nível, proporcionando um grande espetáculo de futebol aos 30% de adeptos permitidos no interior do estádio, bem como aos muitos milhões a ver pela televisão.

Os bávaros pareciam querer confirmar o favoritismo na partida, entrando muito bem nos primeiros minutos do encontro, mas quem abriu o marcador foram mesmo os andaluzes, através da conversão de um penálti por intermédio de Lucas Ocampos, ao minuto 12.

Em desvantagem no marcador, o Bayern foi aumentado a pressão, o Sevilha foi aguentando, mas Gorezka haveria de restabelecer a igualdade no marcador, à passagem do minuto 34. Numa primeira parte muito bem disputada, o resultado não voltou a sofrer alterações e as equipas regressaram aos balneários com o marcador igualado.

No segundo tempo, as duas formações voltaram ao relvado com grande intensidade e entrega, à imagem da primeira metade, com os bávaros a introduzirem a bola na baliza sevilhana ao minuto 50, mas de forma irregular, pois Lewandowski encontrava-se fora de jogo. O Bayern esteve sempre por cima do encontro, a tentar furar as linhas do Sevilha, mas tal foi a muralha construída pelos comandados de Julen Lopetegui, que os da Baviera sentiram imensas dificuldades em ultrapassar, de maneira a colocar-se em vantagem no encontro. A equipa espanhola ainda dispôs de um par de oportunidades de golo em momentos de contra-ataque, mas também não conseguiu capitalizar, muito por culpa do gigante Neüer.

Já nos primeiros minutos do prolongamento, En-Nesyri ficou cara a cara com Neüer, mas desperdiçou uma soberana oportunidade, com a bola a bater no poste da baliza germânica. Com o jogo cada vez mais dividido, ainda que com maior pendor ofensivo do lado do Bayern, as equipas continuaram a encontrar dificuldades de finalização, até ao cabeceamento vitorioso do recém-entrado Javi Martínez, à passagem do minuto 105. No segundos 15 minutos do tempo extra, e já com os jogadores de ambas as formações completamente esgotados, o relógio não parou, mas o resultado manteve-se em 2-1 até ao fim da partida.

Com este triunfo, o Bayern sucedeu ao Liverpool FC na conquista do troféu, adicionando apenas pela segunda ocasião esta taça ao seu palmarés.

A FIGURA

Manuel Neuer – O gigante guardião alemão voltou a mostrar o porquê de ser um dos melhores – senão o melhor – guarda-redes do mundo, ao efetuar uma exibição absolutamente monstruosa, mantendo a baliza do FC Bayern München quase intocável – excetuando o golo de penálti de Ocampos -, através de intervenções decisivas, só ao nível dos melhores.

O FORA DE JOGO

Youssef En-Nesyri – Não que o avançado marroquino do Sevilha FC tenha feito uma má exibição, mas as flagrantes oportunidades não concretizadas de que dispôs acabaram por prejudicar a formação espanhola, que não podia ter-se dado ao luxo de as falhar.

ANÁLISE TÁTICA – FC BAYERN MÜNCHEN

A formação orientada por Hans-Dieter Flick apresentou-se a jogar num sistema base de 4-3-3, com as linhas muito subidas e com maior controlo da posse de bola ao longo do encontro, como era de esperar. Os germânicos foram a equipa mais perigosa e ofensiva ao longo da partida, com Sané muito ativo na penetração à linha defensiva espanhola, até ao momento da sua substituição. A consistência ofensiva, a experiência e a qualidade dos bávaros acabou por marcar a diferença.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Neuer (8)

Pavard (6)

Alaba (6)

Süle (6)

Hernández (7)

Goretzka (8)

Kimmich (7)

Sané (6)

Müller (7)

Gnabry (6)

Lewandowski (7)

SUBS UTILIZADOS

 Tolisso (6)

 Javi Martínez (7)

Davies (6)

Boateng (-)

ANÁLISE TÁTICA – SEVILHA FC

Lopetegui colocou os seus pupilos dispostos também num 4-3-3, mas com dinâmicas claramente diferentes dos alemães, sendo obrigados a jogar com as linhas mais recuadas, face à constante pressão exercida pelos germânicos. Ainda assim, a formação da Andaluzia deu o ar da sua graça, criando algumas dificuldades de construção ao FC Bayern München e algum perigo relevante à baliza defendida por Manuel Neüer. A garra e a ambição da formação espanhola não foram suficientes para saírem vitoriosos deste encontro.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bono (7)

Navas (6)

Carlos (7)

Koundé (7)

Escudero (6)

Jordán (6)

Fernando (6)

Rakitić (6)

Suso (6)

de Jong (6)

Ocampos (8)

SUBS UTILIZADOS

 En-Nesyri (6)

Óliver Torres (6)

Gudelj (6)

Vásquez (6)

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Sporting CP 1-0 Aberdeen FC: Teste “Liga Europa”? Deu positivo

A CRÓNICA: SPORTING HABILITOU-SE, MAS ACABOU POR VENCER

Hoje o reino do leão voltou a abrir portas para o mundo em jogo a contar para a 3.ª Pré-Eliminatória da Liga Europa. Cautela para os guardas do Sporting CP porque pela frente tinham uma equipa já com algum andamento esta temporada – quer na Liga escocesa, quer na Liga Europa.

Ainda assim, não há minutos nas pernas que superem uma lição bem estudada. E o Sporting provou-nos isso desde cedo. Aos oito minutos, uma bela jogada e uma finalização que não lhe ficou nada atrás contribuiu para os leões se adiantarem no marcador. Grande jogada de Vietto, mais em jeito do que em velocidade, que Tiago Tomás soube aproveitar.

O Sporting não dilatou a vantagem até ao intervalo, mas a superioridade foi evidente. A diferença de qualidade não enganava ninguém. O Aberdeen ainda conseguiu chegar ao ataque algumas vezes, mas a falta de argumentos no último terço só levaram a más decisões. Os da casa levaram o primeiro tempo com qualidade, mas sem encantar ninguém. Faltava mesmo o segundo golo para os astros europeus se alinharem com o Sporting. E ele esteve mesmo perto de aparecer: aos 40 minutos, Jovane cabeceou na sequência de um canto batido por Nuno Mendes, mas uma palmada de Lewis negou o segundo aos leões neste primeiro tempo.

A segunda parte não foi muito diferente. O Sporting evidenciava o melhor plantel que tinha, mas continuava a pôr-se “a jeito” para as coisas poderem descambar. Digo isto não pela forma como o Aberdeen jogava, mas sim pela ausência de oportunidades por parte dos leões. A equipa de Alvalade estava a ter muita facilidade em organizar o seu jogo, é verdade, mas faltava velocidade para ir mais além. Já os escoceses, continuaram na mesma senda. Tanto é que o primeiro remate de bola corrida neste segundo tempo aconteceu apenas aos 61 minutos. Por sua vez, o Sporting estava mesmo a jogar a duas velocidades: devagar e devagarinho mas o Aberdeen não conseguiu de forma alguma tirar proveito disso mesmo. Só aos 87 é que houve uma exceção: Ryan Hedges rematou perto, mas, ainda assim, ao lado.

Foi um jogo sem magia, onde o momento mais bonito foi mesmo aos oito minutos quando o menino Tiago Tomás se estreou a marcar pela equipa principal e logo na Europa. O Sporting passa então à próxima fase onde vai defrontar o LASK que venceu hoje o Streda da Eslováquia por 7-0.

 

A FIGURA

Pedro Porro – Fez vários passes para jogadas perigosas, recuperou por diversas as vezes a bola. Foi o principal transportador de jogo e, desta forma, muito importante na construção criativa. O espanhol esteve mesmo em dia “sim” e conseguiu melhorar um pouco um jogo algo aborrecido e previsível.

 

O FORA DE JOGO

Aberdeen no último terço – Não digo que sejam geniais a defender. Nem de perto nem de longe. Ainda assim, esta equipa no último passe ou até mesmo na finalização é para lá de perdulária. Foi mesmo gritante a falta de argumentos esta noite aqui em Alvalade. Principalmente se tivermos em conta de que se tratou também de um Sporting que, ainda que tenha feito a sua parte, não fez por apaixonar os demais.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

O Sporting apresentou-se esta noite num 3-4-3 e com uma postura competente. Ainda que sem muitos brilhantismos, os portugueses conseguiram evidenciar a maior qualidade frente ao escoceses. A equipa soube aproveitar as falhas de posicionamento do adversário e notou-se que fez o trabalho de casa antes deste duelo.

O primeiro golo é exemplo disso mesmo: o Aberdeen estava a recuar com muita gente e, ao mesmo tempo, a deixar muito espaço entre linhas. Aos oito minutos, Wendel aproveita e pressiona para ganhar a bola. Dito e feito. O Sporting conseguiu, a partir daí, dar inicio à jogada do primeiro tento da noite. Ainda assim, nem sempre foi assim tão fácil: por vezes o bloco tão baixo do adversário dificultou a entrada da equipa de Rúben Amorim em zonas de finalização. Apostou algumas vezes no corredor central e, ainda que tenha corrido bem da primeira vez, as seguintes tentativas não estavam a ser tão felizes.

 

ONZES INICIAIS E PONTUAÇÕES

Antonio Adán (6)

Feddal Agharbi (5)

Sebastian Coates (6)

Nuno Mendes (5)

Matheus Luiz Nunes (5)

Luciano Vietto (6)

Luís Neto (6)

Tiago Tomás (7)

Pedro Porro (8)

Wendel (6)

Jovane Cabral (4)

SUBS UTILIZADOS 

Sporar (-)

Daniel Bragança (-)

Plata (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – ABERDEEN FC

A tática do Aberdeen era uma autêntica incógnita. Se por um lado sabemos que poderia apresentar-se em Alvalade com um bloco baixo e mais defensivo, também não é menos verdade que o fator “jogo único” na eliminatória poderia levar a uma postura mais atrevida. Porém, tal não aconteceu

O Aberdeen jogou num 5-3-2, um bloco muito recuado. A postura da equipa escocesa foi passiva: deu iniciativa e só na sua linha mais recuada é que pressionava de forma a tentar retirar a bola ao Sporting. Uma equipa que, quando tinha de definir no ataque, ficava muito aquém. Já em termos defensivos, muitas fragilidades também. Muito espaço entre linhas, maus posicionamentos e uma apatia que levou mesmo ao golo dos leões ao minuto oito, mas não só. Aos 70′, Derek McInnes abdica de um homem ao meio-campo para reforçar o ataque, mas não foi por isso que se viu muito mais desta equipa. Nos últimos minutos, ainda houve mais gente na frente, mas sem efeito.

 

ONZES INICIAIS E PONTUAÇÕES

Joe Lewis (7)

Shaleum Logan (5)

Thomas Hoban (4)

Andrew Considine (4)

Ryan Hedges (6)

Ashton Taylor (5)

Dylan McGeouch (5)

Jonny Hayes (6)

Lewis Ferguson (4)

Ross McCrorie (5)

Marley Watkins (4)

SUBS UTILIZADOS

Scott Wright (5)

Edmondson (5)

McLennan (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA

Aberdeen FC

O Bola na Rede não colocou questões ao técnico do Aberdeen FC, Derek McInnes

Sporting CP

BnR: Disse que o adversário era uma equipa com mais minutos nas pernas e que isso pesa. Pergunto-lhe se apostou num Sporting muito mais pragmático para este jogo a aproveitar mais o erro do adversário? Dou o exemplo do primeiro golo em que o wendel aproveita os espaços entre as linhas e rouba a bola ao adversário. E é precisamente daí que surge o primeiro golo.

Emanuel Ferro: Eles são muito físicos, muito solidários e muito coletivos. Sabíamos que eles iam apostar muito no contra-ataque e na reação. Nós já tínhamos essa ideia. Nós sabíamos que tínhamos de atacar com equilíbrio ofensivo, com os nossos jogadores próximos a saírem. Em segundo, sabíamos que precisávamos de ter uma boa recuperação defensiva. Nesse sentido, os nossos médios têm um papel fundamental nesse tipo de situações como a do golo. E em terceiro, ter uma boa reação defensiva. Sabíamos que era fundamental.

 

 

 

 

 

 

Besiktas JK 1-1 Rio Ave FC (2-4 GP): Vilacondenses ainda sonham com nova presença na fase de grupos

A CRÓNICA: OS VENTOS DE VILA DO CONDE SOPRAM NAS MARGENS DO BÓSFORO

O Besiktas JK recebeu no Vodafone Park, em Istambul, a equipa portuguesa do Rio Ave FC, em jogo a contar para a terceira pré-eliminatória da Liga Europa, num jogo marcado por várias condicionantes, nomeadamente mais um jogo à porta fechada, além de se tratar de uma eliminatória a ser decidida a um só jogo, neste caso com a equipa portuguesa a jogar fora de casa. O Rio Ave FC alimentava o sonho de poder jogar a próxima ronda de qualificação contra o todo poderoso AC Milan.

Apesar de se tratar de um adversário substancialmente mais forte que os anteriores, a verdade é que o Rio Ave parece ter entrado na partida um pouco “amorfo”, pouco agressivo e pressionante. A equipa portuguesa até acabou a primeira parte com maior posse de bola, mas a mesma foi pouco consequente, sendo que o domínio e as melhores oportunidades pertenceram à equipa da casa, que aos 15 minutos fez o primeiro golo por Guven Yalcin, com uma excelente assistência do lateral direito – Necip Uysal. Ao intervalo o Rio Ave perdia por 1-0, mas era uma boa notícia porque o Besiktas JK já tinha desperdiçado boas oportunidades de golo.

Numa partida que acabou por desiludir, dada a intensidade baixa com que foi disputada, o Rio Ave melhorou na segunda parte, criando algumas oportunidades que poderiam ter dado o empate à equipa de Vila do Conde.

A verdade é que só nos 15 minutos finais do tempo regulamentar, já com Mané a lateral direito e com Diego Lopes e Meshino em campo é que a equipa do Rio Ave foi pressionante e perigosa, o que culminou com o golo do empate aos 86 minutos. Destaque para a bola no poste, enviada pelo avançado do Besiktas JK, ao minuto 90, que poderia ter enviado a equipa portuguesa ao tapete.

No prolongamento, foi notória a fase da época em que as equipas se encontram. Ambas quebraram fisicamente o que provocou que o jogo ficasse partido e surgissem várias oportunidades para ambas as equipas. O golo podia ter caído para qualquer uma das equipas, principalmente para o Rio Ave FC aos 121 minutos, mas tal não aconteceu, o que empurrou a decisão para as grandes penalidades. O Rio Ave FC foi mais diligente e venceu por 4-2.

 

A FIGURA

Carlos Mané – O médio passou um pouco ao lado do jogo na primeira parte, mas foi crescendo ao longo do tempo e quando o Rio Ave FC começou a usar mais os flancos, Carlos Mané assumiu-se como a principal arma do clube vilacondense. A partir do minuto 75 passa para lateral direito e é já nessa posição que faz a assistência para o golo do empate, num cruzamento teleguiado para a cabeça de Bruno Moreira. O Besiktas JK não teve pernas para parar o extremo/lateral português.

O FORA DE JOGO

Lucas Piazon – Tendo em conta o currículo e a qualidade técnica que todos lhe reconhecem, esperava-se (e não só hoje…) um pouco mais deste jogador. Este é o ano em que o Rio Ave FC precisa que Lucas Piazon se assuma como o “playmaker” da equipa, algo que parece tardar em acontecer. Hoje, sempre que tinha a bola, foi muito marcado e pressionado, acabando por não conseguir ter grande influência no jogo. Acabou substituído aos 68 minutos, num jogo com muito pouco brilho por parte do brasileiro.

 

ANÁLISE TÁTICA – BESIKTAS JK

A equipa turca apostou no seu habitual 4x2x3x1, num plantel com muitas novidades em relação à época anterior. Acresce ao descrito, a necessidade de mexer no 11 inicial devido a algumas lesões e limitações no plantel.

Ao bom estilo das equipas turcas, o Besiktas JK entregou a iniciativa de jogo ao adversário e apostou na velocidade dos seus laterais e alas para criar desequilíbrios. O primeiro golo surge precisamente numa das incursões do lateral direito turco. Quando teve a bola, a equipa foi sempre mais objetiva que a equipa portuguesa na forma como encontrava a baliza adversária. Talvez por causa da conjuntura anormal em que o jogo decorreu, a equipa jogou com pouca intensidade e foi pouco assertiva nos passes a meio campo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Utku Yuvakuran (5)

Necip Uysal (7)

Welinton (5)

Montero (5)

Ridvan Yilmaz (5)

Dorukhan Tokoz (5)

Ozyakup (6)

Jeremain Lens (5)

Ljajic (4)

Tyler Boyd (5)

Guven Yalcin (7)

SUBS UTILIZADOS

Cyle Larin (4)

Bernard Mensah (5)

Gokhan Tore (5)

Ajdin Hasic (4)

 

ANÁLISE TÁTICA – RIO AVE FC

Também o Rio Ave FC apostou num 4x2x3x1, mas a equipa na primeira parte pareceu sempre mais preocupado em ter bola do que propriamente criar perigo ou colocar muita velocidade no jogo. À semelhança das sensações que já tinha deixado na pré-época e nos jogos oficiais anteriores, a equipa parece usar e abusar da posse de bola, por vezes com pouca velocidade e objetividade, o que faz a equipa “adormecer” um pouco no jogo.

A equipa ofensivamente vive demasiado dos rasgos individuais dos seus extremos e médios ofensivos, que neste jogo não resultaram, com exceção dos últimos 15 minutos e de alguns momentos do prolongamento. Aliás, neste jogo a equipa forçou demasiado o espaço central e o jogo interior e não utilizou tanto as alas como deveria ter feito, isto apesar dos laterais terem jogado praticamente no meio campo adversário. Foi quando começou a usar os flancos, que Mané apareceu no jogo e o Rio Ave FC conseguiu criar as melhores oportunidades.

A equipa melhorou substancialmente com a entrada de Diego Lopes e a passagem de Carlos Mané para lateral direito, funcionando quase como segundo extremo e criando problemas ao Besiktas JK. A equipa precisa de tempo para olear o sistema e tornar o seu jogo mais fluido e apelativo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Pawel Kieszek (6)

Ivo Pinto (5)

Borevkovic (5)

Aderllan Santos (6)

Matheus (6)

Tarantini (5)

Filipe Augusto (5)

Lucas Piazon (3)

Chico Geraldes (4)

Carlos Mane (7)

Bruno Moreira (6)

SUBS UTILIZADOS

Diego Lopes (6)

Niko Jambor (3)

Ryotaro Meshino (5)

Gabrielzinho (4)

SL Benfica 4-2 Sporting CP (Sub-23): Tarde de espetáculo e grandes golos

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A CRÓNICA: ÁGUIAS VENCEM LEÕES EM JOGO COM SEIS GOLOS

Foi em circunstâncias completamente diferentes que as equipas sub-23 de SL Benfica e Sporting CP prepararam este jogo. Os verde e brancos vinham de duas derrotas em outros tantos jogos para a Liga Revelação e abordaram este encontro sob o desígnio da mudança – sete no onze inicial, porque em equipa que perde… mexe-se – ao contrário do Benfica, que teve na inclusão de Ronaldo Camará a diferença mais significativa em relação à equipa inicial que venceu o Portimonense SC.

O jogo começou vivo, cheio de mudanças de velocidade e disputas a meio terreno, com o Sporting a conseguir criar a primeira oportunidade, quando Lucas Dias surge sozinho na zona de penalty para finalizar de forma insuficiente boa associação na ala direita entre Hevertton e Loide Augusto. Começavam por cima os verde e brancos, numa altura de caos que precede o encaixe tático das equipas.

Mas, Henrique Araújo não permitiu o reconhecimento inicial, já que no minuto seguinte pressionou de forma eficaz Rodrigo Rego, central do lado esquerdo adversário, ganhou o lance e avançou isolado perante um Vasco Gaspar desprotegido, desviando-se deste para introduzir o esférico na baliza. 1-0, que distanciava os conjuntos do ponto de vista emocional, com o Sporting a ter de correr atrás do prejuízo desde muito cedo.

O encontro continuou animado, com oportunidades em catadupa para cada lado e duelos interessantíssimos a meio-campo. O Sporting fez-se alinhar em duplo-pivot, com a parelha Renato Veiga-Edson, soltando Lucas Dias no papel adiantado do triângulo como segundo avançado.

Do outro lado, Jocú protegia as costas de Ronaldo Camará e Martim Neto, que tiveram liberdade criativa a mais para tão pouco apoio lateral: Sérgio Andrade e Samuel Pedro pouco acrescentaram ás ideias ofensivas benfiquistas.

Bola lá, bola cá, e o golo do empate, aos 28 minutos, numa grande acrobacia de Loide Augusto. Cruzamento de Gonçalo Costa (após erro ingénuo de Miguel Nóbrega) e, ao segundo poste, o avançado arranjou a ‘bicicleta’ como solução mais acertada, resultando em golo de belo efeito. A igualdade não se desfez mais até á chegada do intervalo.

A segunda parte apenas serviu para acentuar as diferenças ao nível do ritmo e agressividade das duas equipas, com um Benfica a subjugar um apático Sporting à sua vontade na procura da vitória.

Ronaldo, com 45 minutos completos pelos B’s pelo Chaves, acusou desgaste e deu entrada a Tomás Azevedo, que viria a assinar o 2-1 à passagem dos 54 minutos. Assistência de Sérgio Andrade após grande visão de jogo de Tomás Araújo, o golo balanceou ainda mais os encarnados para a frente, com o 3-1 a surgir quatro minutos depois: Sérgio, depois de primeira parte apagada, assiste primeiro e finaliza depois, em mais um lance criado pela ala direita encarnada.

Foi assim todo o encontro, com Gonçalo Costa (estreante sportinguista na lateral esquerda) a acusar dificuldades aquando das associações entre Martim Neto, Samuel Pedro e a chegada de Filipe Cruz. No meio do caos que do conjunto liderado por Filipe Pedro, houve discernimento do técnico para ir ao banco tentar remediar estragos, fazendo entrar em campo Tiago Fernandes e Daniel Rodrigues, dupla que conseguiu estabilizar o onze leonino e que lhe deu esperança, na construção do 3-2 – em remate de belo efeito do supracitado Daniel, que deixou Leo Kokubo pregado ao solo.

O Sporting tentou recompor-se, houve tentativa de equilibrar um jogo dominado a toda a linha pela turma da casa, que assegurou a vitória final num livre directo de Filipe Cruz, marcado de forma exímia por cima da barreira já nos últimos dez minutos.

4-2, resultado que reflecte um jogo em muitas fases partido, noutras fases totalmente organizado pela turma benfiquista e controlado de forma autoritária. Os comandados de Luís Castro mostraram outra disponibilidade física nos duelos e na velocidade das transições, causando inúmeros calafrios numa defesa demasiado inexperiente dos leões.

A FIGURA

Fonte: SL Benfica

Sérgio Andrade – O golo e a assistência conferem-lhe destaque como figura do encontro, ainda que o seu rendimento não tenha sido tão constante como o de Ronaldo Camará ou Filipe Cruz, os verdadeiros craques do conjunto. O médio ofensivo, que regressou a casa após interregno de duas épocas no Belenenses, soube ser oportuno, foi autor de vários bons pormenores e podia ter aumentado a sua conta pessoal aos 47’, após cabeceamento ao lado. Fica a dúvida se as suas características não seriam melhor aproveitadas na zona central.

O FORA DE JOGO

Fonte: Sporting CP

Diogo Braz – O extremo era (e é) uma das grandes esperanças leoninas, mas a sua exibição deixou muito a desejar. Integrado na equipa B, veio ao escalão ajudar em jogo de máxima importância, mas não conseguiu imprimir a sua qualidade num colectivo que desesperava por ela. Passou ao lado duma partida dificil – a marcação de Filipe Cruz foi irreprensível, e talvez ajude a explicar eclipse tão descarado.

ANÁLISE TÁTICA SL BENFICA

Luís Castro iniciou em 4-3-3, com Ronaldo Camará a acompanhar Martim Neto no meio-campo. Samuel Pedro esteve irrequieto na direita, embora inconsequente, e Sérgio Andrade só produziu perigo na segunda metade. Tomás Araújo esteve muito bem no capítulo da criação, ainda que a parelha com Miguel Nóbrega não tenha sido suficientemente eficaz em travar Loide Augusto, o avançado sportinguista que esteve a grande nível. Filipe Cruz cumpriu a ala direita quase na perfeição, e nada a apontar existe a Montóia do outro lado. Nota para a grande entrada em jogo de Diogo Nascimento.

ONZE INICIAL 

Kokubo (6)

Filipe Cruz (8)

Miguel Nóbrega (5)

Tomás Araújo (6)

Montóia (7)

Jocú (6)

Ronaldo Camará (7)

Martim Neto (6)

Sérgio Andrade (7)

Samuel Pedro (6)

Henrique Araújo (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Tomás Azevedo (6)

Daniel Nascimento (6)

Henrique Pereira (5)

João Tomé (-)

Vasco Paciência (-)

ANÁLISE TÁTICA SPORTING CP

Filipe Pedro baseou-se no 4-2-3-1 para tentar travar as investidas contrárias e a velocidade dos executantes. Foi notória a intenção do duplo pivot em trancar a criatividade da dupla de interiores contrária, mas a rigidez defensiva não permitiu à equipa grande desenvoltura ofensiva, onde Loide Augusto esteve sempre muito desancompanhado nos ataques à baliza de Kokubo. Hevertton teve boas investidas pelo flanco direito, mas foi dos únicos a tentar produzir mais ofensivamente. Lucas Dias, no papel de 9,5, esteve furos abaixo do exigido. Muitas dificuldades sentidas por Rodrigo Rego e Gonçalo Costa quando o Benfica explorava a ala direita.

ONZE INICIAL

Vasco Gaspar (5)

Hevertton (5)

João Goulart (4)

Rodrigo Rego (3)

Gonçalo Costa (3)

Renato Veiga (4)

Edson (4)

Lucas Dias (3)

Diogo Braz (2)

Loide Augusto (7)

Bruno Tavares (2)

SUPLENTES UTILIZADOS

Daniel Rodrigues (4)

Tiago Fernandes (-)

A Liga da Discórdia ou Concórdia?

A Federação Portuguesa de Futebol apresentou a Liga 3, uma competição que irá ser, a partir da próxima época, o terceiro escalão do futebol português, situando-se entre o Campeonato de Portugal e a Segunda Liga. Em termos desportivos, tratar-se-á de uma decisão daquelas que são tomadas só para mostrar que se tomam decisões e que se fazem coisas, ou será algo verdadeiramente útil para os clubes portugueses?

Acompanhar o Campeonato de Portugal é algo incrível, recomendo vivamente a todas as pessoas que nos leem. Um campeonato, no qual 91 equipas com realidades bem distintas lutam entre si, possibilita a existência de jogos fantásticos. Trata-se de uma competição em que é possível encontrar grandes disparidades. Uma equipa profissional ou semi-profissional, com jogadores bastante rodados no futebol português e com jovens repletos de potencial, pode defrontar uma equipa amadora, na qual boa parte dos jogadores trabalham durante a semana e aturam os seus chefes. Podem passar a semana a carregar paletes e ao fim da tarde vão dar uns toques na bola a troco de um baixo ordenado e de uma sandes de courato. No entanto, apesar de uma situação destas por vezes ser caricata e proporcionar um espetáculo curioso, não deixa de ser desportivamente questionável.

O surgimento de uma competição como a Liga 3, permite que estas diferenças competitivas sejam atenuadas. A Liga 3 será disputada na próxima época, pelas 22 melhores equipas do Campeonato de Portugal que não consigam ascender à LigaPro (à qual apenas dois clubes vão subir) e pelos dois emblemas despromovidos da LigaPro. Com isto, as equipas semi-profissionais, e que almejam alcançar a elite do futebol português, jogarão entre si, numa luta acesa e que promete grandes jogos.

Enquanto isto, aquelas equipas que ambicionam apenas a estabilidade nas provas nacionais veem ficar enfraquecido o grande adversário que tem sido a diferença orçamental e estrutural dos clubes do Campeonato de Portugal, e jogarão umas com as outras, proporcionando também belos momentos para a modalidade.

Esta alteração aparenta ser positiva, visto que permitirá um aumento da competitividade por culpa do maior equilíbrio que haverá entre as equipas. Ainda assim, foi possível ouvir, aqui no Bola na Rede, na primeira pessoa, as críticas do Caldas SC à abordagem da Federação Portuguesa de Futebol a todo o desenvolvimento e criação desta nova competição.

Apesar de faltar quase um ano para o início da Liga 3, uma garantia pode ser dada. Aos domingos, por volta das três da tarde, quando o árbitro apitar, seja na Liga 3 ou no Campeonato de Portugal, iniciar-se-á um espetáculo entusiasmante, porque a qualidade dos jogadores continuará presente e, acreditem, é imensa.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

A projeção do plantel do FC Porto para a nova época desportiva

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Já teve início a temporada 2020/2021 do FC Porto e com uma vitória importantíssima. Afinal de contas, os dragões foram campeões na época transata e perderam as duas vezes contra o mesmo adversário (três até… a contar com a Taça da Liga). Começar o campeonato sem o peso do SC Braga nos ombros já é um bom indício de que, afinal de contas, os azuis e brancos também estão a lutar pelo título de campeão nacional.

Ora, porque o FC Porto não joga 34 vezes contra o rival direto, joga apenas duas (com a mesma obrigação de vencer) e em todos os outros encontros a determinação e garra que levou o clube à conquista dos dois títulos mais importantes a nível nacional só tem de ser repetida e as primeiras anotações são bem positivas. A intensidade mantém-se, verifica-se união no grupo e denota-se um plantel com todas as valências para disputar o título até ao fim. Resta apenas limar as arestas do elenco.

Posto isto, com o mercado quase a fechar portas, o plantel do clube parece estar já praticamente definido, nomeadamente os elementos que não vão fazer parte dele, assim como uma possível entrada de mais um ou outro reforço.

O FC Porto anunciou recentemente os inscritos para competir na liga 2020/2021 e destaca-se a ausência de alguns nomes que poderão estar de partida do clube. Zé Luís, Aboubakar, Osorio e Diogo Queirós foram os quatro preteridos desta seleção e ao que tudo indica, estão de malas feitas para abandonar a cidade invicta.

Zé Luís foi contratado na última temporada e ainda sem uma devida explicação acerca do seu decréscimo de forma. Quem viu o cabo-verdiano a desperdiçar todas as oportunidades e mais algumas na Vila das Aves foi quem viu o mesmo jogador a marcar um hat-trick estupendo no Estádio do Dragão, convencendo os adeptos de que estava ali o tal avançado “à Porto”, que marca de qualquer forma e com qualquer parte do corpo.

Aboubakar? Em poucas palavras, um eterno obrigado. O cenário mais certo é a saída dos azuis e brancos (já está, inclusive, em Istambul, para assinar com o Besiktas JK) e o que fica na memória é uma caminhada com direito a distintivo. Afastar os problemas de lesões e mesmo assim dar tudo dentro de campo faz parte da identidade deste clube e não me esqueço quando na reta final do campeonato, com apenas 11 minutos realizados, era muitas vezes o primeiro a chegar à beira dos colegas na hora do festejo dos golos.

Aboubakar deve ser o próximo a abandonar o FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Diogo Queirós deverá seguir mais uma temporada emprestado a um clube no estrangeiro, isto caso Diogo Leite permaneça no plantel, o que parece ser a hipótese mais viável de momento. O FC Porto conta com Pepe, Mbemba, Leite e Marcano (ainda não inscrito por estar a recuperar de uma lesão grave), o que impossibilita um lugar para o jovem defesa central na equipa sénior. Também Yordan Osorio, regressado de empréstimo no FK Zenit, deverá ser vendido brevemente aos italianos do Parma Calcio.

As 3 Supertaças Europeias mais emocionantes de sempre

Olhada por muitos como um troféu de menor expressão, a Supertaça Europeia já traz uma longa e vasta história no futebol europeu. Criada em 1971 pelo jornalista holandês Anton Witkamp, esta competição coloca frente-a-frente o vencedor da Liga dos Campeões e o vencedor da Liga Europa. Mas nem sempre foi assim, começou por opor o vencedor da Taça dos Campeões Europeus (atual Liga dos Campeões) frente ao vencedor da extinta Taça das Taças.

NA SUPERTAÇA O FAVORITISMO É ALEMÃO, MAS EM SEVILHA MORA UMA EQUIPA HABITUADA A SURPREENDER. QUEM VENCERÁ? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Por se tratar de uma competição que põe frente a frente dois clubes vitoriosos na transacta época, a prespetiva desta final é sempre, sem dúvida, de um grande jogo a nível tático e técnico. Neste artigo irei destacar aquelas que são consideradas por mim e por muitos como as três Supertaças Europeias mais emocionantes de sempre. Até 1998, a Supertaça Europeia era disputada a duas mãos, o que retira um claro fator de emoção, é diferente falar de um jogo de “mata-mata” de uma eliminatória a duas mãos.

Já são 47 edições (com a 47.º a ser disputada este ano) e por isso a escolha é muita e variada, ao contrário daquilo que muitos adeptos de futebol poderão pensar.

Tyler Herro: O novato com mentalidade de veterano

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“With the 13th pick in the 2019 NBA draft, the Miami Heat select… Tyler Herro, from the University of Kentucky” (Com a décima terceira escolha no Draft de 2019 da NBA, os Miami Heat escolhem Tyler Herro, da Universidade de Kentucky). Foi com esta frase de Adam Silver, o comissário da NBA, que o caminho de uma jovem estrela começou a nível profissional.

Desde muito cedo, o natural do Wisconsin começou a ser seguido de perto por muitos olheiros. A capacidade de lançar em qualquer parte do campo e a superioridade que sempre teve em relação aos restantes adversários era evidente. No entanto, nunca foi afamado como muitos jogadores da sua geração, ficando sempre um patamar abaixo nos rankings antes da entrada na faculdade.

Foi precisamente na transição entre a escola secundária e a escolha da universidade que Herro ficou mais conhecido, mas não pelos melhores motivos. Ainda pouco recrutado pelos grandes programas, o jovem basquetebolista escolheu a Universidade de Wisconsin, dando um grande impulso à instituição do local onde nasceu, ganhando igualmente um grande respeito pela comunidade.

Tudo mudou quando, um ano mais tarde, John Calipari, o emblemático treinador de Kentucky fez uma visita a um jogo de Tyler. A exibição agradou e prontamente fez uma proposta para se mudar para os Big Blue. Por consequência, o jogador deixou de lado a oportunidade de jogar pela equipa da casa, os Badgers, para representar uma das equipas mais tituladas da NCAA.

Apesar de ser uma decisão que iria favorecer o atleta, os adeptos, como seria de esperar, não pensaram da mesma forma. Depois do anúncio, a casa e alguns pertences da família Herro foram vandalizados por adeptos de Wisconsin, mas a adversidade fortaleceu o jovem e tornou-o numa pessoa bastante diferente.

Cada jogo em casa parecia um ambiente hostil ao maior rival. Com isso, moldou-se aos poucos a personalidade que vemos hoje nos pavilhões da NBA. A mudança radical de comportamento tornou-o mais convencido e um verdadeiro trash-talker. Com isso, as exibições subiram ainda mais de nível, tornando-o um melhor jogador do que já era.

Foto de capa: Miami Heat

24h Le Mans: Porsche cai por terra, Aston Martin nas nuvens

Em 2020, a classe de GTE em Le Mans viu-se sem os dois construtores americanos, a Ford e a Chevrolet. Apesar disso, a luta prometia ser intensa. Na pista francesa, a Porsche estreou a nova versão do 911 RSR, algo que aliado à pandemia COVID-19 dá pano para mangas à marca alemã e não correu muito bem. Já a Aston Martin teve uma corrida de sonho: Venceu nas duas classes, a LMGTE Pro e a LMGTE Am, e no total três dos seis carros no pódio eram da marca britânica.

Foto de Capa: Aston Martin Racing

Artigo redigido por Angelina Barreiro e David Pacheco

Sporting CP x Aberdeen FC: Os 3 dados europeus a reter

O Sporting CP tem encontro marcado para o próximo dia 24 de Setembro, em Alvalade, para defrontar a formação escocesa do Aberdeen FC.

Este jogo está inserido na 3.ª pré-eliminatória da Liga Europa sendo que, em caso de sucesso da equipa comandada por Rúben Amorim, os leões terão ainda de derrotar os austríacos do LASK Linz ou os eslovacos do Dunajska Streda, caso pretendam chegar à fase de grupos da competição.

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Neste top, olhamos para os últimos resultados, a forma como a formação escocesa joga e para a principal arma dentro das quatro linhas.