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Bayer 04 Leverkusen 2-4 FC Bayern München: Bayern conquista a dobradinha e põe olho no triplete

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A CRÓNICA: MAIS UM JOGO, MAIS UMA VITÓRIA, MAIS UM TÍTULO PARA O BAYERN

Depois de já se terem encontrado no período pós-Quarentena, Bayer Leverkusen e Bayern de Munique voltavam a entrar em campo, para defrontar-se, menos de um mês depois, mas desta vez com um troféu em disputa.

Em Berlim, apresentavam-se duas das equipas mais entusiasmantes da Liga Alemã, que prometiam um espetáculo à altura dos acontecimentos. E foi isso que aconteceu.

Apesar de tudo, e como seria de esperar, o Bayern entrou mandão na partida. Aos 16 minutos já vencia, com um golo de livre de Alaba, à entrada da área, a mostrar ao que vinha o octa(!)campeão alemão. Pouco depois, transição rápida, e mais um golo, desta vez de Gnabry, que permitiu à equipa Bávara ir tranquila para o intervalo.

Depois do descanso, o Bayern apareceu mais para gerir o resultado e o Bayer à procura de dar a volta ao prejuízo. No entanto, o que se viu foi um frango de Hradecky. Um remate potente de Lewandowski, no qual o guarda-redes encaixa a bola e depois deixa-a passar, só parando dentro da baliza.

A partir daí, o desfecho estava praticamente selado, apesar do golo do Bayer, que, na altura, fazia o 1-3, ter feito a equipa do Bayern tremer. Mas equipa que não marca… Sofre! E assim foi. Mais um golo do melhor marcador da equipa, Lewandowski, a acabar de vez com as dúvidas que restavam. No final, no período de compensação, ainda houve tempo para mais um golo da equipa de Leverkusen. Já nada fez, a não ser mudar o placard. Um mês depois, o mesmo resultado, a mesma história, 2-4, e mais um troféu para os de Munique.

 

A FIGURA


Robert Lewandowski – Quem mais? O homem dos momentos decisivos está de pé quente. Depois de fundamental nas conquistas internas, Lewangoalski aponta agora baterias para o que resta da Liga dos Campeões, onde, certamente, irá ajudar a sua equipa a lutar pelo trono Europeu. Hoje, mais do mesmo. Dois golos (em dois remates à baliza), um troféu e o título de “Man of the Match”. Mais um dia normal na vida do polaco…

 

O FORA DE JOGO


A defesa do Leverkusen – Apesar de não haver nenhum que se tenha destacado com mais ênfase do que os outros, a verdade é que a defesa dos farmacêuticos encaixou oito golos, em menos de um mês, nos jogos contra o Bayern. Por muito que tenha feito uma exibição razoável, a verdade é que são números preocupantes para uma equipa deste calibre, apesar da qualidade do oponente. Espera-se muito mais. Talvez se as peças fundamentais da equipa se mantiverem, não poderemos ver no próximo ano um Bayer com uma palavra a dizer na luta pelo título alemão.

 

ANÁLISE TÁTICA – BAYER LEVERKUSEN 

Ao contrário da última partida, Peter Bosz apresentou as suas peças num 4-2-3-1, com Havertz a fazer de vagabundo e munido por três jogadores de vertente ofensiva. Com isto tentou não dar referências à defensiva do Bayern e, ao mesmo tempo, apostar na velocidade dos jogadores da frente. No entanto, de nada valeu, pois a equipa, perante adversários desta envergadura, tem de se apresentar mais compacta e com maiores níveis de concentração. Faltas à entrada da área e espaço nas costas não são presentes que se querem dar a equipas como este Bayern. Por isso, apesar de bem pensada, a estratégia ficou aquém no relvado – daí as duas mexidas logo ao intervalo. O jogo equilibrou, mas já era tarde demais. A desvantagem já era “grande”, devido à qualidade do adversário.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Hradecky (5)

Lars Bender (6)

Sven Bender (7)

Tapsoba (7)

Wendell (6)

Aranguiz (6)

Baumgartlinger (5)

Leon Bailey (6)

Amiri (6)

Moussa Diaby (5)

Kai Havertz (7)

SUBS UTILIZADOS

Bellarabi (6)

Demirbay (7)

Volland (5)

 Weiser (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BAYERN MÜNCHEN

A equipa de Hans-Dieter Flick apresentou-se exatamente com o mesmo 11 de há um mês atrás. Ao seu estilo, dispôs os seus jogadores num 4-2-3-1 que joga em posse de bola, constrói em todo o comprimento do campo (incluindo através de Neuer) e aproveita a velocidade e qualidade dos seus executantes. Flick não abandona os seus princípios, seja qual for o adversário, e isso está a dar frutos. Veremos agora o que será capaz de fazer, este Bayern, no maior palco do Mundo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Manuel Neuer (6)

Pavard (6)

Boateng (7)

Alaba (7)

Davies (5)

Kimmich (8)

Goretzka (7)

Coman (7)

Müller (7)

Gnabry (8)

Lewandowski (9)

SUBS UTILIZADOS 

Perisic (7)

Lucas Hernandéz (6)

Thiago Alcantara (-)

Coutinho (-)

Artigo revisto

FPF eSports Masters: Grandes surpresas no 1.º e 2.º dia

A Masters de FIFA, organizada pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), decorre este fim-de-semana (3 a 5 de julho) e é transmitida em Live Stream pela RTP Arena. O torneio conta com a participação dos 32 melhores jogadores portugueses de FIFA, que estão divididos em dois grupos de dezasseis jogadores cada, e tem um prémio de 4.000€ para o vencedor.

1.º dia (3 de julho)

O primeiro dia da Masters começou ao final da tarde desta sexta-feira, com as Rondas 1 e 2 dos grupos A e B.

Na primeira jornada, os favoritos “Tuga810” e “BrunoRato_” tiveram diferentes sortes: Diogo “Tuga810” Pombo perdeu na estreia frente a “Jperes99” por 2-1, enquanto que Bruno “BrunoRato_” Rato venceu o seu jogo por 3-2 frente a “MarQzou”. Nos outros jogos, destaque para a goleada de “TiagoAraujo10” por 10-1 contra o “Rikhard11”, a derrota de “gouvy10” por 5-0 frente a “RafaMonteiro09” e para as vitórias de “somosnos”, “Luca-nr1”, “SeeNsationZZ” e “xx1_Guti_7xx”.

Na segunda ronda do grupo A, “o jogo grande” deu-se entre “TiagoAraujo10” e “BrunoRato_” e terminou com o resultado de 5-1. “Tuga810” alcançou a primeira vitória com a goleada por 6-1 frente a “Rikhard11”. Numa ronda com 45 golos em oito jogos, “RafaMonteiro09”, “SeeNsationZZ” e “Jperes99” ganharam os seus jogos e têm seis pontos em tantos possíveis. “DaniThe7th”, “SalesPT”, “Leo_Carca7yt” e “Rikhard11” perderam ambos os jogos e ocupam as últimas quatro posições do grupo com zero pontos.

No outro grupo da competição, as primeiras duas rondas também tiveram grandes surpresas e resultados. Na primeira ronda, “RastaArtur”, “Darkley11” e “Balmeida96” confirmaram o favoritismo e ganharam os seus jogos com resultados de 4-2, 4-0 e 5-1, respetivamente. Destaque ainda para a pesada derrota de “JOliveira10” por 7-2 frente a “tcosta1126”, a goleada de “NEEVE99” contra “GoncaloSCP119” por 6-1 e para as vitórias de “Bernasfigue5”, “Hug0B0ss52_” e “runrun1010”.

Relativamente à segunda jornada do grupo B, a grande surpresa foi a vitória de “Guialex28” por 4-3 frente a “JOliveira10” e a derrota de “RastaArtur” por 4-3 contra “tcosta1126”. Além deste, também “NEEVE99”, “Darkley11” e “Balmeida96” ganharam os seus jogos e conquistaram mais três pontos e fizeram o pleno de vitórias em duas jornadas. No fundo do grupo encontra-se o “JOliveira10”, “GoncaloSCP119”, “afonsodantas0707” e “K1KC_Duarte” com zero pontos em seis possíveis.

As contas dos grupos para o dia seguinte estavam desta forma

O título está bem encaminhado, mas é preciso fazer muito melhor

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O último jogo contra o Paços de Ferreira foi um passo importantíssimo para a conquista do título de campeão nacional, mas a exibição do FC Porto deixou muito a desejar. A incapacidade e a falta de vontade de defender com bola foi algo preocupante, e permitiu ao Paços que tivesse oportunidades de igualar a partida.

Neste jogo, os Dragões tiveram o seu terceiro mais baixo registo de posse de bola, apenas atrás dos dois jogos contra o Benfica e contra uma equipa que, desde a retoma, estava a ser a que menos posse de bola tinha em média por jogo. Foi apenas a quarta vez que o FC Porto teve menos posse do que o seu adversário. Como seria de esperar, foi também das primeiras vezes que a equipa foi superada em termos de remates, cantos e oportunidades de golo.

É importante olharmos para estes dados e tentarmos percebê-los, porque é preciso que este Porto aumente, e muito, a qualidade de jogo.

No início do artigo, falei em incapacidade e em falta de vontade em segurar o resultado com bola, e são estes dois pontos que vou explorar.

A incapacidade parte do facto de alguns dos jogadores do FC Porto simplesmente não estarem à vontade no momento de jogo com bola. Numa análise mais profunda do jogo, quantas vezes não se veem receções falhadas, passes mal direcionados, más tomadas de decisão com bola… tudo coisas que uma equipa ao nível dos Dragões não deveria cometer, pelo menos não com tanta frequência. Na primeira fase de construção, foi mais do que evidente a falta de recursos técnicos de Danilo para sair a jogar. Mesmo quando recebe de costas com espaço, é muito raro que este se consiga virar para ficar de frente para o jogo e lançar o ataque. Tem também muitas dificuldades em, através da sua movimentação, arrastar a pressão e abrir linhas de passe diretamente dos centrais para os médios.

Ainda assim, o FC Porto tem jogadores que conseguem fazer a diferença com bola. Mas aqui entra o segundo ponto de preocupação: a falta de vontade de manter a posse. E esta, ao contrário da anterior, vem única e exclusivamente do treinador. Sérgio Conceição não quis que a sua equipa defendesse com bola, é tão simples quanto isso. Conseguimos contar pelos dedos das mãos (e ainda sobram alguns) as vezes que a equipa saiu a jogar curto em pontapés de baliza, algo que não acontece por norma nos Dragões. Foi uma instrução específica de Sérgio que acabou por oferecer a bola aos Castores em várias ocasiões.

Se na semana passada elogiei as substituições do treinador, que ajudaram a mudar o jogo, certamente que não farei o mesmo agora. Quando o Paços começava a ter cada vez mais posse e a sentir-se cada vez mais confortável, Sérgio decidiu trazer Loum ao jogo. Ora, esta época não foi boa para o senegalês. É muito cedo para avaliar se é ou não jogador para o FC Porto, mas a entrada do médio, que não tem qualquer ritmo de jogo e que tem características de jogo algo parecidas com as de Danilo, não acrescentou absolutamente nada à equipa. Quando se pedia que Conceição mexesse para dar mais bola à equipa, este meteu Loum e recuou ainda mais os dragões, fazendo com que o Paços tivesse ainda mais posse nos últimos 10 minutos de jogo.

 A verdade é que o FC Porto ganhou o jogo e conquistou três pontos cruciais. Mas certamente não é este tipo de futebol que muitos portistas quererão ver. Numa altura em que, com a impossibilidade de ir ao estádio, muitos adeptos estarão desmotivados para ver os jogos, é preciso cativá-los com bom futebol – futebol que entusiasme e que dê prazer ver.

Artigo revisto por Mariana Plácido

Wolverhampton Wanderers FC 0-2 Arsenal FC: Quando dominar não chega

A CRÓNICA – ARSENAL COLOCA ÁGUA NA FERVURA DOS WOLVES

O Molineux Stadium, na cidade de Wolverhampton, recebeu um dos jogos cartaz da 33ª jornada da Premier League. A partida começou a prometer logo nos primeiros segundos, com a tentativa de Adama Traoré de desfazer o nulo no marcador. O Wolves tomou as rédeas da bola, mas foi o Arsenal FC a chegar à vantagem por intermédio de Bukayo Saka, muito contra a corrente do jogo.

Os Gunners fizeram pouco para garantir a vantagem, mas chegaram ao intervalo a liderar pela margem mínima. Na entrada para a segunda parte, os pupilos de Nuno Espírito Santo entraram como saíram da primeira metade: a dominar. Apesar disso, os londrinos trancaram todas as vias aos jogadores caseiros, que não estavam numa tarde inspirada.

Nos 15 minutos finais, o Arsenal FC começou a crescer na partida. As substituições de Mikel Arteta foram fundamentais para esse desfecho, que culminou no segundo tento dos visitantes, por intermédio de Lacazette. O francês fechou o placard no 0-2 final, e garantiu a vitória dos Gunners frente ao sexto classificado da Premier League.

A FIGURA


Mikel Arteta – O espanhol conseguiu retirar o coelho da cartola. A decisão da entrada de Lacazette, que rendeu Eddie Nketiah, mostrou-se eficaz e confirmou o melhor momento do Arsenal FC na partida. O francês acabou por marcar o segundo dos Gunners e terminou com as contas do jogo. Aposta certeira.  

O FORA DE JOGO


Wolverhampton Wanderers FC desinspirado – A equipa mais portuguesa da Premier League prometeu durante toda a partida, mas mostrou dificuldades no último terço do terreno. Foi uma tarde para esquecer para os lobos de Nuno Espírito Santo. 

ANÁLISE TÁTICA – Wolverhampton Wanderers FC 

Nuno Espírito Santo não surpreendeu. O Wolves atuou no habitual 3-5-2, com especial tendência para encontrar a velocidade de Adama Traoré entre linhas. O espanhol foi sempre o jogador mais inconformado da equipa da casa. Durante todo o jogo, os lobos dominaram a partida, mas o golo não chegou. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

Rui Patrício- 6

Willy Boly- 6

Conor Coady- 6

Roman Saiss- 5

Matt Doherty – 7

Jonny Otto – 6

Dendoncker – 5

João Moutinho – 6

Rúben Neves- 7

Adama Traoré- 7

Raúl Jimenez – 6 

SUBS UTILIZADOS

 Diogo Jota – 7

Pedro Neto – 6

Gibbs-White  (-) 

ANÁLISE TÁTICA – Arsenal FC 

Do lado da equipa forasteira, Mikel Arteta revolucionou o onze dos Gunners depois da goleada frente ao Norwich na jornada passada. O treinador espanhol desenhou um 3-4-3 para a partida. Destaque para a estreia a titular do português Cédric Soares na Premier League. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

Emiliano Martinez – 7

Cédric Soares – 7

David Luiz – 6

Kolasinac – 6

Mustafi – 6

Dani Ceballos – 7

Granit Xhaka – 6

Kierney Tierney – 7

Aubameyang – 6

Eddie Nketiah – 7

Bukayo Saka – 8

SUBS UTILIZADOS 

Maitland-Niles – 7

Joe Willock – 7

Hector Bellerin – 6

Lucas Torreira (-)

Alexandre Lacazette – 8

Artigo revisto por Mariana Plácido

Club Football Estrela da Amadora SAD | Uma nova página na história

Uma das notícias que mais marcou o futebol semi-profissional em Portugal nas últimas semanas foi a proposta de fusão feita pelo Club Sintra Football ao Clube Desportivo Estrela, podendo formar o Club Football Estrela da Amadora SAD.

O Club Sintra Football foi fundado no dia 27 de Agosto de 2007, tendo, ao longo da sua curta história, vivido com a casa às costas e feito muito pouco. Nos seus quase 13 anos de existência, já conseguiu cinco subidas de divisão. Nesta última temporada, teve a sua estreia nos escalões nacionais.

Aquando da suspensão do Campeonato de Portugal, causada pela pandemia da COVID-19, o Club Sintra Football ocupava a 18ª e última posição da Série D do CNS. No entanto, o cancelamento da época decretado pelo Governo e pela Federação Portuguesa de futebol estipulou que não haveria descidas de divisão, o que dará uma nova oportunidade do Club Sintra Football de se impor nos escalões nacionais.

O Club Sintra Football saltaria nesta temporada para a ribalta, ao eliminar o Vitória SC na terceira eliminatória da Taça de Portugal, tornando-se, assim, no primeiro clube da história do futebol português a atingir a quarta eliminatória da Taça na sua estreia na competição.

Por outro lado, após a insolvência do CF Estrela da Amadora em 2009 e extinção em 2011, o clube seria refundado com o nome Clube Desportivo Estrela no dia 28 de Setembro de 2011. No entanto, trabalharia apenas com escalões de formação até 2018, voltando a competir a nível sénior na temporada 2018/2019, na Série 2 da 1ª Divisão da AF Lisboa, na qual ficaria em oitavo lugar. Nesta temporada, repetiu a mesma posição na Série 2 da 3ª divisão da AF Lisboa, aquando do cancelamento da época.

Já está decidido que, com ou sem fusão, Rui Santos será o treinador do Club Sintra Football, contando ainda com Sérgio Levita como team manager. Dinis Delgado, sócio fundador do clube, conciliará os cargos de Director Desportivo com o de Administrador da SAD. A nova SAD formada, caso a fusão de concretize, será presidida por André Geraldes (ex-Sporting CP e SC Farense), terá Marco Ferreira (ex-Sintrense) como Director Executivo, e contará ainda com outros nomes, tais como Carlos Bettencourt e Francisco Lopo, filho de Paulo Lopo, presidente da SAD do Leixões SC.

Quanto aos jogadores, o Bola na Rede sabe que Filipe Leão, Diogo Santos, Filipe Gaspar, Bruno Oliveira, Laton e Nuno Sá renovaram com o Sintra Football Club e vão integrar o plantel, em caso de fusão. Já João Costa é também reforço vindo do Bocal.

Caso a fusão se confirme, o Club Sintra Football Estrela SAD ainda irá estabelecer protocolos com o SC Farense e o Leixões SC, e irá competir no Campeonato de Portugal, ocupando a vaga do Club Sintra Football. A vaga deixada pelo Clube Desportivo Estrela poderá vir a ser ocupada por uma equipa B.

O próximo dia 11 de Julho será o Dia “D”, pois será o dia no qual o Clube Desportivo Estrela irá realizar uma Assembleia Geral, sendo que os sócios irão decidir se a fusão será aprovada ou não. Se a proposta de fusão for aceite, o CD Estrela irá adquirir a licença do Sintra Football Club, de modo a poder competir no Campeonato de Portugal. O velhinho Estádio José Gomes será revitalizado para ter condições para receber os jogos, podendo, assim, estar um pouco mais perto de voltar a ser a casa de grandes jogos do futebol português.

Toda esta história ainda poderá fazer correr muita tinta, mas uma coisa é certa: se a fusão se concretizar, o Club Sintra Football Estrela SAD será um clube a seguir no futebol português nos próximos anos.

Artigo revisto por Mariana Plácido

Antevisão GP Áustria: nova época, mesma liderança?

Finalmente chegou o dia por que todos esperávamos: o regresso da Fórmula 1 (que, inevitavelmente, nem chegou a começar, devido à pandemia da COVID-19). Assim, em vez de começarmos o ano em março, na Austrália, é agora o Grande Prémio da Áustria que nos brinda ao regresso da modalidade, que tem sido realizada ao abrigo de todos os cuidados recomendados pela OMS.

A ANTEVISÃO: BEM-VINDOS DE VOLTA AO Q3, RACING POINT!

Com entusiasmo, temos visto e revisto as performances das dez equipas que se comprometeram a competir neste ano, que tem sido atípico, incluindo para as modalidades.

Surpreendentemente, nos três treinos livres que religiosamente se realizam (os dois primeiros à sexta-feira e o terceiro ao sábado de manhã), a Racing Point tem sido a equipa que, tal como já se tinha visto nos testes que se realizaram em Barcelona, em fevereiro, tem prometido um carro capaz de ameaçar até a própria Ferrari.

Curiosamente, é isso que acontece na qualificação, realizada este sábado à tarde. Sebastian Vettel (Ferrari), por muito estranho que isto pareça ser, não chega sequer à terceira parte da qualificação, restando-se pelo 11.º lugar. Já o seu colega de equipa, Charles Leclerc, ficou em 7º lugar na qualificação final. Parece que algo de errado se passa na equipa italiana.

Já a Racing Point demonstra novamente um carro que pode, com certeza, ser o novo líder das equipas de segundo pelotão: desloca-se até ao Q3, com um sexto (Sergio Perez) e nono lugar (Lance Stroll), mas certamente com vontade de mostrar um pouco mais em tempos de corrida.

Fora isso, não tão surpreendente, é a pole position de Valtteri Bottas, bem como o segundo lugar de Lewis Hamilton (a apenas doze milésimas de segundo de Bottas!), que mostra que, mais uma vez, a Mercedes continua fortíssima e não deixará escapar a oportunidade de dominar mais uma época.

Sendo assim, o que podemos esperar para este domingo?

Este domingo será a primeira corrida, pelo que tudo poderá estar em aberto. A Mercedes terá vontade suficiente para não dar hipóteses de vencer à sua possível adversária mais direta, que parece ser a Red Bull. Porém, também a equipa da casa tem motivação suficiente para fazer frente à equipa alemã e voltar a triunfar, como aconteceu no ano passado.

Em relação à Ferrari, o ritmo da scuderia italiana não parece estar certo. E, por isso, a equipa terá de ter cuidado com equipas como a McLaren, Renault ou mesmo a Racing Point, que tem ritmo suficiente para querer chegar ao pódio.

Fora das probabilidades em relação às performances das equipas, também a chuva poderá estar à vista este domingo em Spielberg. Se assim for, muita coisa poderá mudar, inclusive, equipas que não seriam tão rápidas em pisos secos podem sair beneficiadas.

No entanto, é importante salientar que, sendo a primeira corrida, tudo pode acontecer, pelo que teremos que esperar para ver quem se sairá melhor neste primeiro evento.

Os dez primeiros qualificados para o Grande Prémio da Áustria
Fonte: Formula 1

Foto de Capa: Formula 1

Marcos Acuña | A raça que faz a diferença

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Marcus Javier Acuña, 28 anos, nascido em Zapala, Argentina, também conhecido como “El Huevo”. Chegou a Alvalade em 2017 e trouxe consigo o sangue quente latino. Um jogador que dispensa apresentações, conhecido pela sua qualidade e irreverência. É o tipo de atleta que se ama ou se odeia. No meu caso, Acuña é um daqueles que admiro profundamente.

Tenho a sensação de que não é suficientemente valorizado por uma parte dos adeptos leoninos. A sua capacidade emocional poderá ser o principal fator que cria uma divisão, sendo inúmeras vezes criticado pela sua postura no plano psicológico. Embora concorde que ainda tem de evoluir nesse ponto, ao longo dos últimos tempos, tem-se verificado que o jogador já não é o mesmo de 2017, e a correção dessa característica tem sido desenvolvida.

Depois da lesão contraída na retoma do campeonato, está a ser pintado um cenário de que Acuña já não faz falta e que pode ser vendido, seguindo-se Nuno Mendes para ocupar a vaga no corredor esquerdo de Amorim. As boas exibições do jovem jogador da formação têm sido agradáveis, mas, atualmente, não há ninguém melhor do que Acuña para ocupar a posição de ala esquerdo.

A qualidade que o argentino fornece à equipa coloca-o num patamar onde só estariam Jérémy Mathieu e Bruno Fernandes, na minha opinião. Há um Sporting CP com Acuña e outro sem – e eu não quero o Sporting CP sem esse jogador. A raça de Marcos Acuña é contagiante. É o tipo de jogador que qualquer equipa precisa e que é essencial para mover um grupo em torno de si.

Na vertente tática, destaca-se pela sua qualidade defensiva, pela ocupação dos espaços e na largura que dá ao jogo, correndo 90 minutos para a frente e para trás. Fisicamente é bastante forte. Geralmente, utiliza o seu corpo para ganhar vantagem na proteção da bola e fazer o típico movimento, em que deixa encostar o adversário e depois o tira do caminho.

Jorge Jesus foi o responsável pela sua vinda, e inicialmente colocou o jogador argentino a extremo esquerdo, num sistema de 4-4-2. Partilhava o corredor com Fábio Coentrão. Os dois formavam, na minha opinião, uma das melhores duplas que passou por Alvalade nos últimos anos (basta ver o vídeo que se segue).

Com Rúben Amorim, estou convicto de que Acuña será um jogador indispensável. O jovem treinador português já admitiu que ponderaria colocar o argentino em simultâneo com Nuno Mendes. Recentemente recuperado de lesão, pode fazer parte das escolhas do técnico para o embate frente ao Moreirense FC. Se o Sporting CP quer lutar pelo título na próxima época, tem de contar com este jogador.

Lanço o repto à Direção do clube para que faça todos os possíveis para mantê-lo no Sporting CP e resistir ao mercado de transferências. Borja é claramente curto para substituí-lo e Nuno Mendes, embora tenha deixado boas indicações, ainda tem muito para crescer.

Por último, nunca esquecerei que Marcus Javier Acuña faz parte de um leque de jogadores fiéis ao Sporting CP. Não rescindiu com o clube quando teve oportunidade, e nunca se aproveitou da situação débil para fazer aquilo que outros que cresceram aqui fizeram. Merece o respeito de todos os sportinguistas não só por isso, mas também pela qualidade que tem. Acuña está numa lista muito curta da qual me orgulho!

Artigo revisto por Mariana Plácido

5 dados estatísticos do SL Benfica x Boavista FC

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SL Benfica e Boavista FC defrontam-se este sábado, pelas 21h15, na jornada 30 da Primeira Liga portuguesa. Perspetiva-se um jogo agradável e com bastantes oportunidades de golos, tentando os agora comandados de Nélson Veríssimo demonstrar uma imagem diferente daquela que se verificou nas últimas partidas.

JÁ SEM BRUNO LAGE, O BENFICA TENTA RETOMAR O CAMINHO DAS VITÓRIAS EM CASA, FRENTE AO BOAVISTA FC! ARRISCAS COM A BET.PT?

Apresentamos cinco dados estatísticos sobre o confronto que se avizinha.

Os 5 jogadores a ter em conta para a final da Taça da Alemanha

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Sensivelmente um mês depois do duelo para a liga alemã, Bayer 04 Leverkusen e FC Bayern München disputam, este sábado, a final da Taça da Alemanha. Na altura, os bávaros derrotaram os farmacêuticos por 2-4, mas agora o desfecho pode muito bem ser outro. Afinal de contas, está em causa um troféu que ninguém quer perder!


O BAYERN TENTA JUNTAR A TAÇA AO CAMPEONATO, MAS PELA FRENTE TEM UM RIVAL DURO DE ROER. QUEM VENCERÁ A FINAL DA TAÇA? APOSTA JÁ NA BET.PT!

De um lado, um clube que conta apenas com uma Taça da Alemanha no seu palmarés (conquistada em 1993). Do outro, o atual detentor do troféu e aquele que conta com mais conquistas na competição, procurando chegar às duas dezenas.

Na antevisão da final (inédita, por sinal), apresentamos os cinco jogadores a ter em conta num embate do qual só um clube sairá a sorrir. Quem levará o troféu para casa?

SL Benfica perde o seu melhor marcador

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O plantel do SL Benfica perde um dos seus principais ativos no que concerne ao seu plantel sénior de futsal. O brasileiro Fernandinho foi anunciado como reforço do Kairat Almaty para a próxima temporada 2020/21.

Desportivamente, é uma grande perda para o clube encarnado. Mas a sua idade já avançada (37 anos) e a alta folha salarial que o jogador canarinho representava para os cofres das águias permitem aliviar o esforço financeiro, sobretudo quando estamos numa fase em que muitos clubes, um pouco por todo o mundo, enfrentam problemas graves de tesouraria – e o SL Benfica não é exceção.

Nesta altura, já se registaram várias saídas no plantel benfiquista e apenas uma entrada (o internacional russo Ivan Chishkala), o que significa que apenas nove jogadores têm presença garantida no plantel da próxima época desportiva.

Ivan Chishkala é, até ao momento, o único reforço conhecido do SL Benfica
Fonte: Gazprom-ugra

Isto não significa que não haja mais tempo do que suficiente para reforçar devidamente o elenco, até porque a contratação cirúrgica do jogador leste europeu, atendendo à relação qualidade-idade, foi brilhante, no meu entender. É, no entanto, necessário um período de adaptação a um país e um estilo de jogo completamente diferente daquilo a que está habituado na distante Rússia.

Não vejo necessidade de se deixar de investir em jovens valores portugueses – não só na formação de jovens talentos como na contratação e valorização do jogador nacional. Isto é algo que tem sido feito em épocas anteriores e que tem trazido para a ribalta internacional jogadores como André Coelho, Tiago Brito, Fábio Cecílio, só para recordar os elementos mais recentes.

Conforme já detalhámos em artigos anteriores, existem muitos (e bons!) valores portugueses em equipas de menor valia teórica, pelo que há muito por onde escolher. Mas as águias terão gente competente nessas áreas. Em termos de renovações, a mais sonante foi a do guardião brasileiro Diego Roncaglio, peça-chave na baliza encarnada, que divide o protagonismo nesta posição específica com o campeão europeu André Sousa.

Para a semana, irei analisar o comportamento neste mercado do eterno rival desportivo do Benfica: o Sporting CP.

Foto de Capa: SL Benfica

Artigo revisto por Mariana Plácido