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Os 5 melhores SL Benfica-SC Braga da última década

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O embate entre Sport Lisboa e Benfica e Sporting Clube de Braga tornou-se já um clássico do futebol português, fruto da ascensão minhota com António Salvador. O presidente dos bracarenses proporcionou uma evolução acelerada a um clube acomodado à meia tabela da primeira divisão, recorrendo a uma visão abrangente sobre o mundo empresarial e futebolístico, seguindo as pisadas de Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira.

Numa cidade tradicionalmente vermelha ocorreu a inevitável mutação geracional, não mudando a cor, apenas o símbolo: onde antes a maior festa era a visita do Benfica, o clube da Luz é agora convidado indesejado, devido às rivalidades do novo século. Desde 2003/2004, o Braga só falhou o top 5 da classificação por duas vezes (2007/2008 e 2013/2014), venceu a sua segunda Taça de Portugal (2016), conseguiu o máximo histórico no campeonato (segundo lugar de 2009/2010), estreou-se e bateu recordes na Liga dos Campeões e chegou à final da Liga Europa: feitos que naturalmente levaram à criação de novas rivalidades e disputas, definindo-se neste momento como o quarto grande português, assumindo uma luta que sempre fora propriedade de Belenenses, Boavista ou Vitória Futebol Clube.

Neste sábado, entrará em campo com aspirações ao pódio e tentando aproveitar a fase de menor fulgor benfiquista, já que a qualidade exibicional que Rúben Amorim impôs à chegada ao comando da equipa permite antecipar uma luta aguerrida pelos três pontos. Este encontro tem tudo para se tornar num espectáculo ao nível dos maiores da última década: panóplia de polémicos, conturbados e grandiosos jogos no relvado e no banco que nos desafia a fazer o divertido exercício de relembrar cinco dos melhores combates entre gverreiros e águias desde 2011, por ordem cronológica.

FC Famalicão | Procura-se identidade!

Da equipa que muita gente pensou que seria um simples ‘floop’ – após as elevadas confirmações de contratações, a mudança para um treinador estreante enquanto técnico principal e devido a ser uma equipa recém subida – a uma das equipas revelações da Primeira Liga Portuguesa.

Não é algo novo, o FC Famalicão surpreendeu tudo e todos na primeira volta do campeonato, visto que os famalicenses acabaram empatados com o Sporting CP na luta pelo terceiro lugar da tabela classificativa. O FC Famalicão tem sido um dos destaques desta época, desde o guarda-redes aos avançados, o futebol que pratica diferencia-os de muitos outros.

Ao falar da equipa é necessário referir o nome por detrás dos relvados: João Pedro Sousa. Um técnico inteligente que colocou identidade num grupo tendo como base uma construção forte e sem limites. Um plantel construído de raiz por jogadores que o técnico português teria observado e anotado sobre a qualidade desde as suas aventuras na Europa (um pouco por todo o lado), jogadores individuais com princípios da sua própria conveniência e de modo a obter aquilo que lhe teria sido pedido: a manutenção.

João Pedro Sousa tem sido um dos estrategas da ideia de jogo do FC Famalicão
Fonte: FC Famalicão

O técnico português faz a sua primeira época longe da sombra de Marco Silva, seu conhecido e amigo desde da sua época no CD Trofense, e a influência do antigo treinador do Everton é notável sobre João Pedro Sousa. Os sinais de consistência e de ambição são claros, visto que o técnico pôs o FC Famalicão num patamar muito superior àquele que lhe foi proposto. A manutenção já deixou de ser a questão! A luta pelos lugares europeus (ou, eventualmente, algo mais) é a nova ambição da equipa de Vila Nova de Famalicão.

No entanto, a equipa está a enfrentar um momento que poderá ser fatal para tais ambições. O FC Famalicão já se encontra há 6 jogos sem ganhar (sendo que conta com 3 derrotas e 3 empates), mais recentemente é de salientar a goleada que levou em casa frente ao Vitória SC por 0-7 (castigo levado perante a poupança máxima de jogadores) e o empate para a Taça de Portugal contra o SL Benfica por uma bola.

O elevado número de jogos também é um fator a ter em conta, visto o desgaste e enfraquecimento dos jogadores tanto a nível mental como físico, perante a carga elevada de esforço. A necessidade de voltar a instituir a identidade como princípio básico da equipa famalicense é algo urgente, visto que as ideias do treinador estão lá, mas não se entende a passividade que carateriza os jogadores nos últimos jogos. Conformismo não é uma palavra que deva caraterizar a equipa, pelo menos não deveria ser, perante a época realizada até ao momento.

A ideia mantém-se, mas a qualidade não é a mesma.

Foto de Capa: FC Famalicão

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Olheiro BnR: Pedro Almeida

«De Famalicão para o mundo»

Pedro Almeida é, neste momento, um dos jovens talentos presentes no Campeonato de Portugal de Ralis. Atualmente, a geração que compete pelas vitórias e pelos campeonatos já não vai para “nova” e, apesar de continuarem muito competitivos, de certeza que daqui a uns anos terão de dar espaço aos mais novos.

É aqui que entra Pedro Almeida. O piloto de Vila Nova de Famalicão tem atualmente 22 anos e já é dos que anda lá na frente no CPR. Começou nos karts, mas desde cedo que sempre quis chegar aos ralis. Aos 16 anos estreava-se nos RaliCross, conquistando o título de Campeão Nacional Júnior na Categoria S2000. Foi subindo na escada e chega aos ralis, onde para além do CPR e de provas regionais, também competiu no campeonato galego, ainda com o Renault Clio R3. Mas, não tardou e no seu rali caseiro estreou-se com o Skoda Fabia S2000 em 2017.

Pouco andou com este carro, mais precisamente quatro ralis, já que depois daria o passo para o Ford Fiesta R5, onde começou a estar presente no CPR e entre o lote dos dez primeiros.

Em 2018, estreou o Ford Fiesta R5, ex-Ricardo Moura, no Azores Rallye, ficando no sexto lugar entre o Campeonato Portugal de Ralis
Fonte: Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting

2019 entrou e, com ele, um novo carro. Voltou à marca checa, mas desta vez ao modelo mais recente da altura, o Skoda Fabia R5. Com este carro, o piloto de 22 anos foi ganhando experiência, sendo que termina o CPR em quinto lugar, com 76 pontos, mas com muitos quilómetros no bolso, pois é um piloto regular e que consegue sempre terminar os ralis, algo muito importante para quando se está a começar.

Em 2020, mais uma vez, o projeto de Pedro Almeida trouxe novidades. No banco de navegador, Almeida vai contar com o experiente navegador Hugo Magalhães, que assim deixa o projeto do Team Hyundai Portugal e Bruno Magalhães no Hyundai i20 R5. Hugo Magalhães é, na atualidade, para mim, o melhor navegador português. Oriundo de Fafe, Magalhães tem sempre o calendário preenchido e conta já com participações em ralis do WRC (World Rally Championship), ERC (European Rally Championship), entre outras provas pelo globo.

A montada de Almeida também será diferente. O jovem piloto retorna aos carros de duas rodas motrizes, para pilotar o Peugeot 208Rally4, o substituto do Peugeot 208 R2.

Mas, a grande novidade é a expansão no calendário. As provas em Portugal continuarão a ser feitas, mas Almeida também vai correr ‘fora de portas’. A Peugeot Rally Cup Ibérica e o ERC são os principais campeonatos que a dupla efetuará com o novo ”leão”.

Pedro Almeida já mostrou que é um dos próximos grandes pilotos portugueses. Agora, o jovem vai dar mais um passo ao internacionalizar-se. Os adeptos dos ralis esperam agora pela evolução de Almeida e, quem sabe, a caminho do mundial de ralis?

Foto De Capa: Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

«Trade deadline» chega ao fim: As trocas mais importantes da Liga Milionária

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O “mercado de inverno” da NBA chegou ao fim na passada sexta-feira e parece mesmo que tivemos de chegar aos últimos dias para que as grandes “trocas” tivessem lugar.

A troca que mais fez tremer a liga foi por parte de duas equipas que já não lutam por um lugar nos playoffs mas que, esta decisão, as coloca numa posição vantajosa para a seguinte época. A troca foi entre os Minnesota Timberwolves e os Golden State Warriors. Este passado verão, os Warriors tinham assinado o grande jovem sensação D’Angelo Russell ao contracto máximo a que este estava elegível mas, desde o início, que a intenção da equipa seria trocá-lo. Os Timberwolves, que em 2014 tinham adquirido Andrew Wiggins, na esperança que este cumprisse as expectativas nele postas, já viam as épocas a passar e o jogador a continuar apagado e inconsistente.

Assim, as duas equipas chegaram a um consenso. Os Warriors começam a preparar o retorno de Stephen Curry e Klay Thompson e preenchem assim a posição de extremo com o jovem Andrew Wiggins. Os Timberwolves necessitavam de uma chama maior na posição de base e base-extremo e este é um papel que D’Angelo desempenha bem, devido à sua versatilidade a partir do drible.

Os Warriors recebem assim Andrew Wiggins, uma pick para o draft de 2021 de primeira ronda e outra para a segunda ronda. Enquanto que os Timberwolves recebem D’Angelo Russell, Jacob Evans e Omari Spellman. Uma boa troca para ambas as partes, uma vez que os Warriors continuam a conseguir construir o futuro à volta de Curry e os Timberwolves desenvolvem assim o duo Anthony-Towns e Russell.

A outra grande troca foi do, múltiplas vezes All-Star, Andre Drummond, o poste que actuava pelos Detroit Pistons. O poste tem feito uma boa temporada com médias de 17.8 pontos e 15.8 ressaltos por jogo. No entanto, os Pistons não têm ganho jogos, encontrando-se em 11.º na conferência, levando à decisão de “desistir” de construir equipa à volta do poste. Assim, este foi trocado para os Cleveland Cavaliers pelo base Brandon Knight, o extremo-poste John Henson e uma pick de segunda ronda do draft de 2023.

Esta troca demonstra a direcção em que os Detroit decidiram rumar, uma vez que procuram reconstruir a equipa mas sem começar do zero, uma vez que mantêm Blake Griffin e ainda o veterano Derrick Rose.

A outra grande troca envolve uma equipa que luta pelo titulo, os Houston Rockets. Houston decidiu fazer algo que não era imposto na liga desde os anos 60: jogar cinco abertos. Isto significa jogar com cinco jogadores “pequenos”. Cinco jogadores que saibam driblar e atirar a bola ao cesto. Assim os Rockets trocaram o seu poste Clint Capela numa troca que envolveu quatro equipas: os Denver Nuggets, Houston Rockets, Atlanta Hawks e Minnesota Timberwolves.

Os Rockets recebem Robert Covington e Jordan Bell (dos Minnesota Timberwolves) e a pick do draft de 2024 de segunda ronda dos Atlanta Hawks. Os Atlanta Hawks recebem Clint Capela e Nene dos Houston Rockets. Os Denver Nuggets recebem Keita Bates-Diop, Shabazz Napier e Noah Vonleh dos Minnesota Timberwolves e Gerald Green dos Houston Rockets, bem como a sua pick de primeira ronda do draft de 2020. Os Minnesota Timberwolves recebem Malik Beasley, Juancho Hernangomez e Jarred Vanderbilt dos Denver Nuggets, Evan Turner dos Atlanta Hawks bem como a sua pick de primeira ronda do draft de 2020.

Assim, depois desta enorme confusão, no fundo os Timberwolves perseguem a mesma estratégia, crescer em torno do seu novo duo de Anthony-Towns e Russell e os Rockets trocam assim Clint Capela por Robert Covington, um extremo atirador que consegue defender o perímetro e Jordan Bell para reforçar o banco. Uma estratégia de jogar cinco abertos que tem resultado mas que, no final de contas, apenas no fim da época se pode concluir se foi ou não uma boa decisão.

Robert Covingont é a adição chave dos Houston Rockets
Fonte: Houston Rockets

Os Los Angeles Clippers também foram ao mercado reforçar o seu banco, adquirindo Marcus Morris, o extremo-poste dos New York Knicks. A troca acontece envolvendo três equipas. Os LA Clippers enviam Moe Harkless e uma pick de primeira ronda do draft de 2020 para os  New York Knicks por Marcus Morris, recebendo também o direito de trocar de picks de primeira de segunda ronda do draft de 2021 (com os NY Knicks). Também trocaram o base Jerome Robinson para os Washingont Wizards pelo base Isaiah Thomas.
Os Clippers conseguem adicionar alguma força ao seu banco, apesar de existirem rumores de não estarem a planear manter Thomas no plantel.

Foram assim estas as trades mais importantes e que mais agitaram a liga. Grande parte das trocas ocorreram apenas horas antes do mercado fechar, num ano em que fica marcado por uma troca entre equipas que apenas planeiam para o futuro (são elas os Golden State Warriors, Minnesota Timberwolves e Detroit Pistons).

Resta assim saber se as decisões tomadas por Los Angeles Clippers e Houston Rockets são assim a receita para o sucesso e se são peças que irão fazer a equipa ainda estar a jogar em Junho.

Foto de Capa: Minnesota Timberwolves

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

NBA All Star: Antevisão do fim de semana das estrelas

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A cidade de Chicago recebe, de 14 a 16 de fevereiro, o fim de semana do All Star Game. O evento organizado pela NBA deixa de lado muito do espírito competitivo da temporada regular e foca-se no entretenimento dos adeptos. Este ano, as novidades são muitas e o principal objetivo será honrar Kobe Bryant. Desde o Rising Star Game até ao grande encontro de estrelas de domingo, esperam-se bons momentos e um registo diferente de competição.

Rising Stars Challenge

Trae Young e Luka Doncic jogam no Rising Stars Game e no All Star Game
Fonte: NBA

Um dos eventos de dia 14 de fevereiro marca o encontro entre os melhores jogadores do primeiro e do segundo ano da NBA. Divididos entre Team USA e Team World, os jovens atletas protagonizam duelos intensos todos os anos e este não será uma exceção. A competição fica marcada por muitas lesões, que levaram à inclusão da primeira escolha no draft de 2019, Zion Williamson, e do base dos Cleveland Cavaliers, Collin Sexton, para defender as cores americanas. A luta pelo prémio de melhor jogador vai ser acesa, com os titulares do “jogo dos graúdos” de domingo, Luka Doncic e Trae Young nas fileiras, o prémio deve cair para um dos dois.

FC Porto 3-0 Académico de Viseu FC: É uma viagem para o Jamor, por favor

A CRÓNICA: FAVORITISMO POSTO EM PRÁTICA

Depois do SL Benfica ter garantido, nesta terça-feira, a presença na final da Taça de Portugal, foi a vez de FC Porto e Académico de Viseu se defrontarem por um lugar no Jamor. Os portistas chegaram a este jogo motivados pela vitória no clássico do último sábado, enquanto os viseenses pisaram o Dragão com a motivação de atingir a sua primeira final na Taça de Portugal.

A primeira parte do encontro não foi de grande entusiasmo. Com o FC Porto a dominar a partida, com ataque em posse, e o Académico a querer sair rápido em contra-ataque, mas sem grande perigo, poucas foram as situações de golo. A primeira, e que deu mesmo golo, foi uma grande penalidade sofrida por Zé Luís, após um passe de Nakajima. Alex Telles foi chamado a marcar e converteu. A segunda, já aos 42′, foi uma dupla perdida de Zé Luís, primeiro após uma interceção e passe de Vitinha, em que permitiu a defesa de Ricardo, e depois, já dentro da área, atirou, ainda que a bola tenha desviado, por cima. Manuel Oliveira apitou para o intervalo e o FC Porto seguia na frente da eliminatória.

Na segunda parte, a toada do jogo manteve-se e só depois do primeiro quarto de hora é que as oportunidades apareceram. Primeiro foi Corona a falhar na cara de Ricardo, mas logo de seguida vieram os golos. Primeiro, aos 64′, Zé Luís cabeceou ao segundo poste após cruzamento de Alex Telles e aumentou a vantagem. Sérgio Oliveira, vindo do banco, ainda deu maior vantagem aos dragões ao desviar, ao segundo poste, um cabeceamento de Diogo Leite.

Num jogo que não foi espetacular, o FC Porto demonstrou na prática o favoritismo que lhe era atribuído na teoria e carimbou a passagem ao Jamor.

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Alex Telles – O lateral brasileiro esteve em dois dos golos do FC Porto. Primeiro marcou de grande penalidade e depois assistiu para Zé Luís. Além do contributo ofensivo, o lateral cumpriu defensivamente.

O FORA DE JOGO

Fonte: Académico de Viseu FC

Félix Mathaus – O central do Académico de Viseu teve culpa no cartório em dois dos golos do FC Porto. Primeiro, fez falta dentro da área sobre Zé Luís, e, no segundo golo, Zé Luís cabeceia à vontade ao primeiro poste, onde Mathaus deveria estar.

ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICO DE VISEU FC

O Académico de Viseu remeteu-se, em grande parte do primeiro tempo, ao processo defensivo. Os viseenses defenderam em 5-4-1, com João Mário a ser o primeiro elemento de pressão. O ataque era feito através de bolas longas ou a virar flancos e tentar explorar alguma desatenção portista ou à procura de João Mário na frente de ataque.

Na segunda parte, a partida manteve o mesmo seguimento, com o Académico a sofrer dois golos sem resposta.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Fernandes (5)
Rui Silva (6)
Pica (6)
Mathaus (5)
Jorge Miguel (6)
Kelvin (5)
João Oliveira (6)
Fernando Ferreira (5)
Luisinho (6)
João Mário (6)
Patric (6)

SUBS UTILIZADOS

Carter (6)
Diogo Santos (6)
Bruno Correia (–)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto geriu o ataque em posse, apresentando uma dupla de médios, Uribe e Vitinha, em que um fazia um papel mais posicional e o outro tinha mais liberdade, variando de ataque para ataque, e com Nakajima solto entre linhas, à procura de abrir brechas na defesa do Académico.

Na segunda metade, os portistas aceleraram o ritmo de jogo e marcaram por duas vezes, mantendo sempre o controlo da partida.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Costa (6)
Manafá (6)
Diogo Leite (6)
Mbemba (6)
Alex Telles (7)
Matheus Uribe (6)
Vítor Ferreira (6)
Luis Díaz (6)
Nakajima (6)
Corona (6)
Zé Luís (7)

SUBS UTILIZADOS

Sérgio Oliveira (6)
Marega (6)
Romário Baró (6)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC PORTO

Bola na Rede: No sábado a equipa marcou três golos, hoje repetiu o feito, já havia marcado quatro em Setúbal. Apesar de serem adversários diferentes, nota uma evolução na definição no último terço?

Sérgio Conceição: É importante. Se a definição for boa, estamos mais perto de fazer golos. Trabalhamos com e sem bola para essas situações e cada jogo vai dando situações diferentes. Alguns pontos perdidos tiveram a ver com isso, noutros momentos a definição não foi a melhor, mas trabalhamos sempre em situações que estão menos bem, faz parte do nosso trabalho.

ACADÉMICO DE VISEU FC

Bola na Rede: Depois desta campanha do Académico, a Taça de Portugal, nos próximos anos, vai passar de sonho a objetivo?

Rui Borges: Não. Pés bem assentes na terra, acabou este sonho e temos de estar focados no que é o nosso trabalho, temos jogo para o campeonato e o foco está aí. O futuro tem de ser dentro do que fizemos este ano, jogo a jogo, comprometidos, independentemente do adversário. Começamos com uma equipa da regional dos Açores e ganhámos aos 92′ ou 93′, e fomos ganhando, foi muito bom chegar até aqui.

Foto de Capa: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

FC Internazionale Milano 0-1 SSC Napoli: Uma napolitana difícil de digerir

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A CRÓNICA: UM RASGO NO MEIO DA NEBLINA

O Napoli derrotou esta noite o Inter no Giueseppe Meazza, graças a um golo solitário de Fabián Ruiz, aos 57 minutos. Os napolitanos foram mais eficazes na primeira mão da meia-final da Taça de Itália e seguem em vantagem para o jogo da segunda mão no San Paolo.

O Inter até entrou melhor no jogo e a controlar a posse de bola mas sem conseguir transformar esse domínio em algo mais concreto. O Napoli surgiu muito compacto a defender e tornava difícil aos nerazzurri alvejar a baliza de Ospina. Os visitantes começaram a crescer no jogo a partir dos 20 minutos e chegaram ao descanso com 51% de posse de bola e cinco remates, contra quatro do Inter. O 0-0 a intervalo refletia a postura de duas equipas que sabiam que o jogo não se decidia hoje e, por isso, arriscavam pouco.

Na segunda parte, o Inter voltou a entrar melhor mas acabou surpreendido por um lance de inspiração de Fabián Ruiz, que inaugurou o marcador aos 57’ num grande remate de fora da área. Até ao final, Antonio Conte deu tudo por tudo e lançou Eriksen e Alexis Sánchez mas o Napoli de Gennaro Gattuso mostrou-se muito coeso a defender e não permitiu que o Inter chegasse ao golo.

O acesso à final da Taça joga-se dia 5 de março, com o Napoli a receber o Inter no San Paolo para a segunda mão da meia-final.

A FIGURA

Fonte: Lega Serie A

Fabián Ruiz – Acaba por ser o herói do jogo uma vez que fez o golo que permite ao Napoli chegar em vantagem ao jogo da segunda mão, que será disputado na sua casa.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Internazionale Milano

Ataque do Internazionale – Esta noite o ataque da equipa de Milão foi bastante inoperante, não sendo capaz de transformar a maior posse de bola dos nerazzurri em golos. A equipa sai penalizada deste jogo e segue em desvantagem para a segunda mão no San Paolo.

ANÁLISE TÁTICA – FC INTERNAZIONALE MILANO

O Inter surgiu para este jogo no habitual 3-5-2, com Padelli na baliza e Skriniar, de Vrij e Bastoni na retaguarda. Victor Moses e Biraghi surgiram como alas, substituindo Ashley Young e Candreva, jogadores utilizados no derby de Milão deste fim-de-semana e que Antonio Conte optou por poupar. Barella, Brozovic e Sensi eram os restantes elementos da linha média, com Lautaro e Lukaku a serem os dois homens a quem o ataque foi entregue. A equipa de Antonio Conte passava a 5-3-2 no momento defensivo, com Moses e Biraghi a descerem e juntarem-se à linha de cinco defesas. O Inter atacou sempre com muitos elementos, aproveitando a disponibilidade física dos seus alas, que integravam quase sempre o movimento atacante da equipa. Apesar da disponibilidade física, os alas nem sempre recuperavam a posição com a rapidez necessária e o Napoli foi aproveitando o espaço que o Inter muitas vezes deixava no momento da perda da bola.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Padelli (6)

Skriniar (5)

De Vrij (5)

Bastoni (5)

Moses (6)

Barella (6)

Brozovic (6)

Sensi (6)

Biraghi (5)

Lautaro Martinez (7)

Lukaku (6)

 

SUBS UTILIZADOS

D’Ambrosio (5)

Eriksen (5)

Alexis Sánchez (4)

 

ANÁLISE TÁTICA – SSC NAPOLI

Gattuso escalou a equipa em 4-3-3, com Ospina entre os postes, Di Lorenzo, Manolas, Maksimovic e Mário Rui na linha da defesa, Demme, Fabian e Zielinski na zona intermédia do campo e o ataque ficou entregue a Callejón, Elmas e Mertens. A defender, os gli azzuri passavam a uma de duas táticas: ou 4-1-4-1, com Demme a surgir como pivot defensivo à frente da defesa e Mertens a ser a unidade mais avançada, ou então 4-4-2, em que Elmas se juntava a Mertens na primeira linha de pressão e Callejón surgia na linha média dos napolitanos. O Napoli jogou maioritariamente com o bloco baixo e as linhas juntas, mostrando-se muito coeso a defender e colocando sempre muitos homens atrás da linha da bola. No seu melhor período no jogo, na segunda metade da primeira parte, a equipa jogou com a linha defensiva mais alta e procurando as bolas para as costas da defensiva do Inter.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ospina (7)

Di Lorenzo (8)

Manolas (8)

Maksimovic (7)

Mário Rui (7)

Demme (8)

Fabian (9)

Zielinski (7)

Callejon (6)

Elmas (7)

Mertens (6)

SUBS UTILIZADOS

Milik (5)

Politano (5)

Allan (-)

Foto de Capa: FC Internazionale Milano

Artigo revisto por Diogo Teixeira

A entrevista que não promete títulos

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Após a leitura da primeira parte da entrevista de Frederico Varandas ao jornal Record, irrompeu a vontade de a querer ter realizado. O registo das palavras desdobrou-se ao longo das páginas do jornal, mas as sensações, os olhares e a asfixia (engolir em seco, à moda do povo), embora se verifiquem em curtos vídeos na plataforma online, não padeceram de captação total. Uma espécie de Alta Definição com a prática pleonástica da pergunta “o que dizem os seus olhos” sempre que determinada temática adentrasse no plano da explicação e uma variação da música de fundo consoante o estado de espírito do entrevistado resultariam e divertiriam muito mais o leitor. Não existiu visão e estratégia editorial…

Como adepto da minúcia, analisei as questões e o discurso do presidente até ao ínfimo detalhe – isto porque, caso fosse eu a delineá-las, sairiam com a isenção característica de um acólito da imparcialidade – e pensei propor uma revisão da entrevista com a reversão devida.

  1. “Quem executa a política de contratações do Sporting: o presidente ou o diretor desportivo?” – Ora bem, expressões como “empregada de limpeza” e “porteiro da academia”, neste momento, conferiam à temática um sentido mais próximo da realidade. Aliás, a admissão da premissa por parte de Frederico Varandas era vista como algo positivo e, até, esperançoso junto dos adeptos leoninos. Aí, emergia a possibilidade de colocar um diretor desportivo encarregue dessa tarefa. Exceto Hugo Viana, claro está…
  2. “Quando ele (Cristiano Ronaldo) diz que tem muito orgulho de ser sportinguista, que sofre com o Sporting, isso vale títulos para os sócios. Vale títulos!” – A missiva tranquilizou-me, sou outra pessoa depois de uma declaração deste calibre. Esquecendo o palmarés, imaginem a quantidade de títulos que o clube arrecadou inospitamente, sem menção da comunicação social e sem o “levantar do caneco!” Só me resta uma dúvida: os títulos correspondem a frases proferidas no espaço público ou dentro das quatro paredes de Cristiano Ronaldo?

3. “Vou corrigir. Eu não telefonei a Pinto da Costa. Por entre portas e travessas percebi que o FC Porto não estava interessado no Galeno. Questionei-o por SMS, mas nunca obtive resposta. Zero.” – Constroem-se, rapidamente, possíveis trocas de mensagens entre os dois líderes de dois dos três grandes portugueses. A minha é a seguinte:

(Frederico Varandas) – Olá, Sr. Jorge Nuno. Num primeiro momento, gostava de tecer a minha modesta admiração por si: para mim, é um grande exemplo de profissionalismo e de labuta diária em prol do sucesso desportivo-financeiro do clube que representa e, ultimamente, uma das maiores figuras defronte do poder do centralismo e da corrupção que continua a cercar o futebol português. Como tal, propunha uma conversa sobre a transferência do Galeno, uma vez que o tópico se enquadra na base da argumentação desta mensagem.

(Pinto da Costa) – (pensa para si) Hm, quando o Sporting Clube de Portugal arranjar o 100º presidente, eu respondo…

A direção leonina continua debaixo de fogo
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

4. “Fernando: olho para trás e digo que foi uma contratação falhada, porque jogou zero minutos. Foi um miúdo que chegou e teve três problemas físicos. Um deles veio “mascarado”. Ele veio com uma pubalgia e, não querendo ser técnico, isso não se consegue comprovar por exames complementares.” – Azar ou desconhecimento das condições físicas do jogador? Talvez uma mixórdia! Quem assume as culpas deste falhanço: a empregada de limpeza ou o porteiro? Delegar este tipo de tarefa é um risco e algum dos dois falhou redondamente. Qual o palpite do leitor? Urge rever a política de transferência e recrutar a cozinheira da academia?

5. “Já trocou os colchões?” – Soa, num primeiro momento, a um aviso de uma mãe enraivecida a perguntar se já fizemos a cama ou estendemos a roupa… Mas já trocou, pelos vistos.

6. “Hoje, com todo o ruído que possa haver, com toda a desilusão que tem havido no futebol, o Sporting está melhor do que há 16 meses? Não. Está muito melhor. Muito melhor” – Numa primeira instância, a censura da deixa “Está muito melhor. Muito melhor” ergue-se como atitude sensata e conhecedora da realidade do clube. Mas censura não é alternativa num país que diz livre de expressão. Então, a solução passava pela técnica do “engano editorial”: no momento em que o “Não.” era dito, o gravador era desligado silenciosamente. Assim, como quem não quer a coisa.

Seis citações aborrecidas de (uma primeira parte da entrevista) ainda mais aborrecida, resumida em: Supertaça, Bruno Fernandes, Bas Dost, Departamento de Scouting, Hugo Viana, mercado de transferências, Keizer, emprestados, Pedro Mendes, formação, dívida aos Bancos e rescisão de antigos jogadores.

A segunda parte confesso que não li, apesar de estar ciente de que a mesma pudesse despertar um interesse acrescido. Na vida, existe sempre alguém incumbido da atividade menos estimulante e eu, por iniciativa própria, coloquei-me na dianteira. O Hugo Viana devia agradecer a importância que lhe dou!

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Diogo Teixeira

CD Mirandés: do sonho profundo ao objetivo real

Desde que conhecemos o futebol que o associamos ao formato mais comum da sua existência, que é o do campeonato, que se caracteriza por ser uma prova de regularidade. No entanto, haver apenas um modelo de competição no desporto rei era manifestamente pouco, e houve então a necessidade de se criarem provas a eliminar, onde interessava apenas um jogo em que o melhor seguiria em frente. No futebol moderno essas competições têm ganho cada vez mais importância, uma vez que se tornaram também numa possibilidade das equipas mais pequenas de campeonatos inferiores defrontarem os grandes colossos mundiais, permitindo assim que a festa seja feita de uma forma diferente.

É neste âmbito que todos os anos nos deparamos com grandes surpresas que tornam este desporto em algo tão imprevisível e, consequentemente, interessante. Desta feita foi a vez do CD Mirandés, clube do segundo escalão do futebol espanhol, que está agora nas meias finais da Taça do Rei e viu assim o seu sonho tornar-se em algo bem possível.

Começando por uma análise mais superficial rapidamente percebemos que se trata de mais uma boa equipa dos segundos escalões europeus. No campeonato encontram-se atualmente no décimo posto, mas ainda com possibilidades de chegar ao playoff de acesso à primeira divisão, estando apenas quatro pontos atrás do Elche, que ocupa a última posição de acesso a esse mesmo playoff. Tiveram um início um pouco atribulado, com apenas uma vitória nos primeiros dez jogos, mas foram-se recompondo e conquistando várias vitórias, ainda que com alguma irregularidade.

A reviravolta começou na semana em que disputaram a primeira partida da Taça do Rei, onde bateram o Coruxo por 5-4. Na semana antes, dia 7 de dezembro, haviam perdido contra o Almeria naquele que é o último desaire da turma de Miranda de Ebro. A partir daí não mais se recordaram do sabor da derrota, e levam já 12 jogos sem perder, contando com sete vitórias e cinco empates.

Três dessas sete vitórias foram conseguidas no prolongamento, em jogos da Taça
Fonte: CD Mirandés

Apesar da situação no campeonato, o foco parece ter mudado um pouco, e é normal que assim aconteça. Estão nas meias finais da Taça do Rei e já eliminaram grandes equipas do principal escalão. Depois de derrotarem o Coruxo venceram o Murcia, também em prolongamento. A partir daí a competição ficaria mais séria, uma vez que só os melhores iriam resistir.

Foi então que já no decorrer de 2020 nos proporcionaram a primeira surpresa do ano, eliminando o Celta de Vigo por 2-1, num jogo que também durou 120 minutos. Na semana seguinte teriam de provar que a anterior vitória não tinha sido apenas um golpe de sorte, e assim fizeram. Receberam o poderoso Sevilha, de Julen Lopetegui, e aos 30 minutos de jogo já venciam por duas bolas a zero. A partida terminou com o placard em 3-1 e avançaram então para os quartos de final, onde certamente iriam defrontar mais uma grande equipa da primeira divisão. Calhou o Villareal e, apesar do favoritismo atribuído ao submarino amarelo, por esta altura já nada era dado como certo. Pois bem, como não há duas sem três, o jogo ditou nova vitória para os Rojillos, que assim eliminavam três equipas do escalão acima no espaço de 15 dias.

O impensável estava feito e a final parecia uma miragem cada vez mais forte. O sorteio colocou a Real Sociedad (que eliminou o Real Madrid) no caminho, e esse será o próximo adversário que precisam de vencer. Nesta fase, a eliminatória disputa-se já a duas mãos, sendo que a segunda será no Estádio Municipal de Anduva, reino do Mirandés, de onde ainda ninguém saiu vivo.

Do outro lado da competição estão o Granada e o Athletic Bilbau, que deixaram de fora equipas como o Valência e o Barcelona, respetivamente, tornando esta numa Taça atípica onde qualquer um tem condições para sair vitorioso.

Os dados estão lançados e o cenário está mais do que preparado. Falta agora concluir o guião e saber qual destas equipas irá levantar o tão ambicionado troféu. Todas o merecem, é certo, mas seria um gosto enorme ter a oportunidade de ver este clube triunfar, conseguindo assim uma vitória que ficaria para sempre registada na memória de todos os seus adeptos.

Foto de Capa: CD Mirandés

Artigo revisto por Diogo Teixeira

AC Milan x Juventus FC: Duelo de “Deuses” a caminho do Olímpico

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 “SENTENÇA LIDA” EM MILÃO OU DECISÕES SÓ EM TURIM?

Antes de um destes dois históricos emblemas do calcio ter a honra de disputar mais uma final da Taça de Itália, 180 minutos (pelo menos) de grande futebol aguardam os adeptos do “desporto rei”. Habituados a estar nos momentos das grandes decisões, AC Milan e Juventus não guardam segredos entre si, uma vez que já se defrontaram durante a atual temporada (vitória da “Juve” por 1-0, em Turim, para o campeonato) e que, nas últimas cinco edições da “prova rainha” italiana, batalharam em três delas, incluindo duas vezes no jogo decisivo (vitórias dos “bianconeri” em ambas). Analisando a atualidade, tanto os homens de Milão como os de Turim começaram os primeiros cinco jogos oficiais de 2020 invictos. No entanto, nas últimas três partidas, cada formação apenas venceu uma, e a vitória dos milaneses só foi alcançada no prolongamento do jogo contra o Torino, para os quartos de final da Taça de Itália.

DOIS HISTÓRICOS EM CONFRONTO PELO ACESSO À FINAL DA TAÇA DE ITÁLIA! UMA VITÓRIA DA TURMA DE MILÃO TEM ODD DE 3.25 NA BET.PT. ARRISCAS?

Embora os resultados recentes não tenham sido os mais positivos, a oportunidade de marcar presença no Estádio Olímpico, em Roma, é fator motivacional mais do que suficiente para que as equipas façam de tudo para estar ao seu melhor nível nesta primeira mão, pelo que nos aguarda uma eliminatória recheada de bons momentos de futebol. A “apimentar” ainda mais o desafio, e servindo de aliciante para os adeptos neutros, ganha destaque o confronto individual entre dois dos mais carismáticos goleadores do futebol atual, Zlatan Ibrahimovic e Cristiano Ronaldo. Ainda assim, importa salientar que, quando a bola começar a rolar, vários serão os intervenientes com capacidade de virarem protagonistas. 

COMO JOGARÁ O AC MILAN?

Desde a chegada de Stefano Pioli que a preferência tem sido o 4-4-2, pelo que não se antevê uma alteração no sistema tático. Quanto às “peças” a utilizar, a maior dúvida surge nos dois homens mais avançados da turma milanesa. As opções naturais passariam pela escolha de Zlatan Ibrahimovic e Ante Rebic, dada a boa forma de ambos, mas por ser um desafio para a taça, pode esperar-se alguma rotação da parte do técnico italiano, pelo que poderá surgir uma oportunidade para Rafael Leão entrar no onze titular. 

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: AC Milan

Ante Rebic – Com certeza que muita da atenção da defesa adversária estará em Zlatan Ibrahimovic, mas os quatro golos que Ante Rebic marcou nos últimos cinco jogos deixarão em alerta os responsáveis “bianconeri”. Forte fisicamente e com bom poder de arranque, o atacante croata alia a estas características o seu potente pontapé, transformando-se num problema sério caso não seja tido em conta.

XI PROVÁVEL

4-4-2 – Gianluigi Donnarumma; Davide Calabria; Simon Kjaer; Alessio Romagnoli; Theo Hernández; Giacomo Bonaventura; Franck Kessié; Ismael Bennacer; Hakan Çalhanoglu; Ante Rebic; Zlatan Ibrahimovic. 

COMO JOGARÁ A JUVENTUS FC?

Os encontros mais recentes da “Juve” mostraram a equipa disposta em 4-3-3, com Douglas Costa num extremo, Cristiano Ronaldo no outro e Gonzalo Higuaín no meio. No entanto, a falta de alguém capaz de pegar no jogo e funcionar como dínamo do processo ofensivo da equipa foi evidente. Este dado, aliado à lesão do extremo brasileiro, poderá levar à entrada de Paulo Dybala para o onze titular, assim como à mudança do sistema tático para 4-3-1-2. Também no meio-campo poderão surgir novidades, uma vez que o leque de opções que Maurizio Sarri tem à sua disposição para essa zona do terreno é enorme, em quantidade e qualidade.

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: Juventus FC

Cristiano Ronaldo – Apesar da derrota no jogo frente ao Hellas Verona, o avançado português deixou a sua marca e apontou o 34º golo no mesmo número de jogos disputados na presente temporada. Contando dez encontros seguidos a marcar, Ronaldo vai à procura de mais um recorde frente aos milaneses: se marcar pela 11ª partida consecutiva, iguala Gabriel Batistuta como o jogador com a maior sequência de jogos a apontar pelo menos um golo. 

XI PROVÁVEL

4-3-1-2 – Gianluigi Buffon; Juan Cuadrado; Leonardo Bonucci; Matthijs de Ligt; Alex Sandro; Rodrigo Bentancur; Miralem Pjanic; Adrien Rabiot; Paulo Dybala; Cristiano Ronaldo; Gonzalo Higuaín. 

Foto de Capa: Juventus FC

Artigo revisto por Diogo Teixeira