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5 Resoluções de Ano Novo do SL Benfica

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Estamos perto do fim do ano 2019, um ano recheado de grandes memórias para os adeptos benfiquistas: a reviravolta no campeonato com exibições de categoria e a vitória em pleno Estádio do Dragão; os festejos de um título que parecia impossível em 2018; a goleada de mão cheia no derby da Supertaça; e agora o término de um ano em que a equipa lidera o campeonato com sensações de um futebol em crescendo de qualidade (finalmente).

Este ano que termina, contudo, não foi um mar de rosas: houve uma abordagem desastrosa ao mercado de inverno, consecutivas exibições de muito pobre qualidade entre Setembro e Dezembro e ainda a eliminação da Liga dos Campeões da Taça da Liga.

Assim, o ano 2020 surge com novas esperanças, novos objectivos e novas oportunidades de remendar o que de pior se fez em 2019. É neste contexto que deixo as minhas cinco resoluções de ano novo.

5 Resoluções de Ano Novo do FC Porto

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O ano civil de 2019 está a terminar e com ele fecha-se mais um ciclo, mais uma década, um espaço temporal, onde aconteceram e ocorreram muitas vitórias, derrotas, dias mais felizes e outros menos felizes.

Assim de cabeça, chega-nos à memória a temporada memorável com Villas Boas, que culminou com uma vitória na Liga Europa, o FC Porto que se mantém como a única equipa portuguesa, até ao presente, a ter esta competição no seu currículo, o tricampeonato, onde ocorreu a partida emblemática de Kelvin para sempre perpetuada no museu, a partida memorável contra o FC Bayern de Munique, que fez sonhar alguns adeptos mais românticos com uma nova Liga de Campeões.

Mas também, é verdade, que foi neste período que os azuis e brancos estiveram mais tempo sem ganhar uma Liga NOS, no reinado de Pinto de Costa. Por sua vez, não esquecer outros tantos jogadores, que passaram pelo relvado do Dragão, desde Hulk a Casillas, de James Rodriguez a Alex Sandro, de João Moutinho a Danilo, de Otamendi a Militão, entre tantos outros, que fizeram a plateia do Estádio vibrar com os seus nomes, após um golo, um drible ou um desarme crucial.

Mas, como o FC Porto não é só futebol, também há o particular destaque para as modalidades, onde foi um fim de década incrível para a equipa de Andebol, que dia após dia continua a bater recordes, em Portugal, olhar também para o ressurgimento do ciclismo e a sua dominância nas estradas portuguesas, o excelente trabalho no Bilhar, a competitividade demonstrada no hóquei, a perseverança e a raça evidenciada pela secção do basquetebol, entre outras tantas conquistas que enchem de orgulho qualquer portista.

Porém, o tempo não pára e agora é momento de olhar para o presente e preparar o futuro, e apesar de estarmos a concluir mais um ano, a época desportiva ainda vai a meio e muito longe do seu término. Neste sentido, focando mais no futebol, a equipa de Sérgio Conceição chega a 2020 com os objetivos todos intactos e a tentar melhorar o registo da época transata, que no seu final acabou por saber a pouco, dado os objetivos que o emblema da invicta se propunha a atingir.

Sendo assim, é altura de propor 5 resoluções que como portista, eu e todos os adeptos do clube, gostaríamos de ver cumpridos, por isso às 24h do dia 31 de dezembro de 2019 para o dia 1 de janeiro de 2020, no momento de abrir o champanhe e consumir as 12 passas, vamos ter no pensamento estes 5 desejos.

5 (Re)Soluções de Ano Novo

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Contam-se as passas para acompanhar a contagem das badaladas. São elas os 12 momentos solenes para, em cada uma, cada um, a seu belo prazer, pedir os seus desejos para o próximo ano.

A verdade é que o número de desejos para o Sporting CP, feitos pelos seus adeptos sedentos de vitórias, extravasa, em grande escala, uma dúzia. São desejos perdidos, esquecidos e com fraca esperança de concretização. São-no porque, como em grande parte dos desejos, são despidos de racionalidade ou noção das circunstâncias. Para isso, para a criação das condições para concretizar desejos, existem as soluções ou resoluções. E é sobre essas que o Sporting CP e os seus adeptos se devem debruçar.

Da nossa parte, deixamos cinco que consideramos pertinentes para ajudar o clube a ter um 2020 melhor do que 2019 e que, sobretudo, permita criar bases para que todos os anos vindouros tendam a ser cada vez melhores.

O curioso caso de Sofia Bertizzolo

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A jovem italiana Sofia Bertizzolo é vista como uma das grandes promessas do ciclismo mundial e, aos 22 anos, parece ter um futuro brilhante pela frente. Este ano, demonstrou bem o porquê de merecer tanta expectativa com alguns bons resultados, em especial o quarto posto na Ronde van Vlaanderen, que contribuiu para finalizar o ano no podium da Juventude do ranking World Tour.

No entanto, a preparação para a próxima época não correu da forma esperada. Em agosto, a italiana foi anunciada como reforço da Movistar, com Eusebio Unzué a afirmar que esta tinha sido a prioridade no ataque ao mercado. No entanto, no final de novembro, a equipa anunciaria que Bertizzolo já não se juntaria ao conjunto telefónico. A italiana tem um contrato de trabalho com a Polícia do seu país e para cumprir os requisitos da UCI no seu contrato com a Movistar teria de usar um regime que a lei espanhola não permite.

Bertizzolo acabaria por resolver rapidamente a sua situação e encontrar uma nova casa no holandesa CCC-Liv, mas este episódio deixa bem a nu duas fragilidades do sistema com que nos deparámos.

Bertizzolo vai representar a CCC-Liv em 2020
Fonte: CCC-Liv Team

Desde logo, as mudanças operadas pela UCI para esta temporada são uma das razões para esta ocorrência e, apesar de no geral serem bem-intencionadas, revelam duas grandes falhas. Primeiro, são apressadas e bruscas, quando deviam ser mais graduais e realistas. O crescimento que hoje vemos no ciclismo feminino foi possível pelo trabalho realizado pela direção anterior de Brian Cookson, que tratou a vertente com o devido respeito e paulatinamente a levou na direção do patamar merecido. Segundo, continuam a existir falhas destas em que equipas e ciclistas são postos perante obrigações sem sentido ou até mesmo, como neste caso, irrealizáveis.

O que também podemos ver é como as leis restritivas de um país podem ter consequências gravosas na vida dos atletas e das pessoas. Neste caso, uma equipa espanhola de topo perdeu a oportunidade de contar com um dos nomes que marcará os próximos anos da sua modalidade, mas quantas oportunidades perderão no quotidiano os cidadãos comuns por leis destas?

 

Foto de Capa: Team Virtu Cycling

Artigo revisto por Joana Mendes

5 Resoluções de Ano Novo do Futebol Nacional

Por entre rescaldos e reflexões de 2019, este top vem reunir ideias e preocupações que esperamos ver resolvidas já no decorrer do próximo ano. Entre questões monetárias, éticas ou até comportamentais, há muito por onde evoluir, beneficiando sempre o futebol, quem o envolve e quem o consome.

Liverpool FC 1-0 Wolverhampton Wanderers FC: Nova vitória para seguir na rota certa

A CRÓNICA – COM OU SEM BRILHO, EIS OS TRÊS PONTOS

Com muitas mexidas do lado dos Wolves, onde figuraram seis portugueses de início, e apenas uma da parte dos reds, o Liverpool recebeu e venceu os pupilos de Nuno Espírito Santo, mas estes “venderam” a derrota “bem caro”. O nulo só foi desfeito perto do intervalo, por Sadio Mané, mas não fosse uma má ação do vídeo-árbitro e teria sido reposta a igualdade minutos depois, por Pedro Neto. Confortáveis com a vantagem e com a clara superioridade nos números da posse de bola, os comandados de Jurgen Klopp foram tentando gerir o jogo, mas várias foram as ocasiões em que os “lobos” causaram frisson na frente da baliza de Alisson. No entanto, quando se tem a “estrelinha de campeão” e estamos num dia bom, nada nos tira a vitória. Mais três pontos para a caminhada dos rapazes de Anfield, que parece cada vez mais destinada a terminar com a Premier League nas suas mãos.

A FIGURA

Fonte: Liverpool FC

Sadio Mané – Não foi o jogo mais brilhante de nenhum dos homens do “trio fantástico” do Liverpool, mas o golo de Mané fez com que sobressaísse em relação a todos os outros colegas e adversários. Apesar de não ter sido uma atuação de “mão cheia”, é um jogador imprevisível e uma ameaça constante.

O FORA DE JOGO

Fonte: Liverpool FC

Mohamed Salah – Dos jogadores de quem se esperava mais, foi o que menos fez. A falta da sua intervenção mais ativa foi notória nas poucas oportunidades claras de golo de que o Liverpool dispôs, sendo esta uma das razões para a curta vantagem nesta vitória.

ANÁLISE TÁTICA – LIVERPOOL FC

No papel constava um 4-3-3, mas quase nunca foram só três as “miras” apontadas à baliza adversária. Aproveitando a elevada qualidade para subir no terreno que os laterais têm, bem como a propensão ofensiva que os médios mais centrais também demonstram, os “Reds” controlaram a bola de início ao fim. No entanto, não se superiorizaram como em tantos outros encontros da atual época, e prova disso são as somente duas grandes oportunidades que possuíram para fazer golo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Alisson Becker (7)

Trent Alexander-Arnold (7)

Joe Gómez (7)

Virgil Van Dijk (7)

Andrew Robertson (6)

Jordan Henderson (6)

Georginio Wijnaldum (6)

Adam Lallana (6)

Sadio Mané (8)

Mohamed Salah (6)

Roberto Firmino (6)

SUBS UTILIZADOS

Naby Keita (6)

James Milner (6)

Divock Origi (6) 

ANÁLISE TÁTICA – WOLVERHAMPTON WANDERERS FC

Dispostos num 3-5-2, coube a Pedro Neto e Diogo Jota serem as duas unidades mais adiantadas do sistema, enquanto João Moutinho e Rúben Neves tiveram a companhia de Dendoncker no centro do terreno, para condicionar os três do “miolo” do Liverpool. Contudo, foi mais o tempo que passaram em 5-3-2, com Jonny e Vinagre a juntarem-se aos centrais para anular o poderio ofensivo dos “Reds”. A partir da hora de jogo voltou o habitual 3-4-3, e com ele veio também Adama Traoré, mas o extremo espanhol não demonstrou o “poder de fogo” das últimas partidas.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rui Patrício (6)

Ryan Bennett (6)

Conor Coady (7)

Max Kilman (7)

Jonny Castro (6)

Leander Dendoncker (6)

Rúben Neves (6)

João Moutinho (7)

Rúben Vinagre (7)

Pedro Neto (7)

Diogo Jota (6)

SUBS UTILIZADOS

Romain Saiss (6)

Adama Traoré (6)

Raúl Jiménez (6)

Foto de Capa: Liverpool FC

artigo revisto por: Ana Ferreira

(Res)Caldo do Natal

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O período entre o Natal e o fim de ano é sempre caracterizado pela substituição dos constantes anúncios publicitários típicos daquela quadra pelas clássicas reportagens de revista do ano que está a chegar ao fim.

Assim, como escrevemos nestes dias, também nós não podemos fugir à tradição. Contudo, não só pela falta de jeito mas também pela falta de dados, poupar-nos-emos (e poupar-vos-emos) a isso e, em alternativa, faremos o destaque de um momento de reconhecimento do valor desportivo nacional e, quiçá, de mudança no panorama jornalístico português.

Na sequência do que outras entidades já tinham feito, o CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto, fez, pela primeira vez, a sua votação de Melhor Atleta Masculino e Melhor Atleta Feminina do ano de 2019. Coincidindo (e, espera-se, não condicionado) com os resultados apresentados pelas outras referidas entidades, o CNID elegeu (e bem) Jorge Fonseca e Fu-Yu como os melhores atletas do ano.

Em Tóquio, Jorge Fonseca, atleta do Sporting CP, conquistou o primeiro lugar e trouxe para Portugal o primeiro campeão do mundo de judo português e, em Minsk, Fu-Yu, a título individual, conquistou a medalha de ouro nos Jogos Europeus.

A cultura desportiva em Portugal, ou falta dela, é um tema de debate constante
Fonte: Bola na Rede

São estes os resultados desportivos incontornáveis que não passaram despercebidos aos olhos de todos os júris de eleição dos prémios de reconhecimento desportivo. Não passaram despercebidos aos olhos destas entidades mas, com grande probabilidade, são desconhecidos de muitos portugueses.

De facto, este reconhecimento desportivo, que enaltece os resultados independentemente do mediatismo de que os mesmos são alvo, ganha contornos de desenvolvimento quando o mesmo é feito por quem, diariamente, preenche jornais ou noticiários com todos os aspetos e mais alguns de apenas uma modalidade desportiva.

Na verdade, aquilo que reflete e transparece uma agenda e cultura monodesportivas e aquilo que reduz as conquistas desportivas nacionais a pequenas caixas laterais e que, a final, valoriza como sendo merecedor da distinção como atleta do ano, nada mais é que o resultado de uma realidade nacional: o produto que vende em Portugal, jornalisticamente falando, não são as chamadas “modalidades” mas sim o “ópio do povo”.

De facto, constatar que os próprios jornalistas reconhecem o valor desportivo daquilo que usualmente relegam para segundo plano nos seus espaços de comunicação é revelador da manifesta dependência e escassez de recursos por parte dos órgãos de comunicação social para fazer face ao facto de serem reféns “daquilo que conseguem vender”.

Mas tal facto também ganha contornos de preocupação se pensarmos que o desiderato da comunicação social atual passa mais por vender e lucrar do que, efetivamente, informar.

Estamos conscientes das dificuldades que a indústria passa mas as circunstâncias que a envolvem não a podem fazer perder de vista a razão da sua existência que é, justamente, informar. E informar, especialmente em jornais especializados como os desportivos, não pode passar por destacar conjeturas associadas a determinados clubes e deixar para notas de rodapé as conquistas desportivas nacionais de relevo.

Portugal ficou melhor com o reconhecimento que os jornalistas deram a dois atletas de grandes feitos desportivos. Mas Portugal tem muita margem para alcançar um outro patamar e nessa margem encontra-se a necessidade de transportar o reconhecimento feito por distinções para a área da comunicação através dos seus diferentes meios.

A base para a transformação das mentalidades reside na educação e, como é sabido, os meios de comunicação social são um dos seus veículos, pelo que, utilizá-los para combater a monocultura desportiva nacional, fomentando e dando a conhecer, com vontade e qualidade, outras modalidades aos leitores, tem que ser, para as redações, mais do que uma responsabilidade, um privilégio.

Foto de Capa: Bola na Rede

artigo revisto por: Ana Ferreira

Arsenal FC 1-2 Chelsea FC: Lampard resolve o dérbi de Londres

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A CRÓNICA: UMA LICÃO TÁTICA

O Chelsea venceu esta tarde o dérbi de Londres, derrotando o Arsenal pela margem mínima no Emirates Stadium. A equipa da casa entrou melhor no jogo, mais pressionante e mais esclarecida no último terço, chegando à vantagem no primeiro quarto de hora por intermédio de Aubameyang, na sequência de um canto. Frank Lampard leu bem o jogo e retirou Emerson ainda antes do final do primeiro tempo, fazendo entrar Jorginho, que acabou por ser determinante no resultado e na mudança na forma de jogar do Chelsea. Os Blues apareceram de cara lavada no segundo tempo e mimetizaram o comportamento do Arsenal na primeira parte, pressionando alto, com muita intensidade na reação à perda da bola e acabaram por controlar o jogo até ao final. A excelente exibição dos comandados de Lampard teve os seus frutos já na reta final da partida, com Jorginho a fazer o empate aos 83’, aproveitando um erro monumental de Leno, e depois Abraham a confirmar a reviravolta aos 87’, concluindo um contra-ataque rápido.

A FIGURA

Fonte: Premier League

Frank Lampard – Foi o obreiro desta vitória do Chelsea, lendo bem o jogo a partir do banco e não tendo medo de arriscar com uma substituição que iria mudar os destinos deste dérbi ainda antes do intervalo. Ao fazer entrar Jorginho para o lugar de Emerson, o Chelsea conseguiu controlar o jogo, intensificar a pressão e fazer a reviravolta no resultado.

O FORA DE JOGO

Fonte: Arsenal FC

Bernd Leno – Um erro monumental do guarda-redes alemão permitiu ao Chelsea chegar ao golo do empate numa altura crítica do jogo. Fica ligado de forma negativa à derrota da sua equipa pois o golo sofrido naquele momento e daquela forma deu uma enorme vantagem psicológica ao Chelsea e deitou abaixo a resistência do Arsenal.

ANÁLISE TÁTICA – ARSENAL FC

No primeiro derby como treinador do Arsenal, Arteta escalou a sua equipa em 4-2-3-1, com duas alterações face à partida do Boxing Day. Sokratis e Xhaka saíram do onze inicial e deram o lugar a Chambers e Guendouzi. Os Gunners entraram bem no jogo, a pressionar alto e agressivos na reação à perda da bola, acabando por chegar à vantagem de forma natural. Com a entrada de Jorginho no Chelsea, o Arsenal deixou de conseguir controlar a posse de bola e foi tentando resistir à pressão dos Blues, acabando por ceder já perto do final do jogo. Ainda assim, ficou uma imagem positiva de Arteta no primeiro jogo em casa desde que assumiu o comando do Arsenal e há muita expetativa em relação ao que o espanhol poderá fazer até ao fim da época.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bernd Leno (3)

Maitland-Niles (5)

Calum Chambers (6)

David Luiz (6)

Saka (5)

Guendouzi (6)

Lucas Torreira (7)

Reiss Nelson (6)

Mesut Ozil (7)

Aubameyang (7)

Lacazette (6)

SUBS UTILIZADOS

Mustafi (6)

Joe Willock (5)

Nicolas Pépé (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CHELSEA FC

O Chelsea apareceu no Emirates Stadium num 3-4-2-1, que passava a 3-4-3 quando Mason Mount e Willian davam largura ao jogo dos Blues e chegavam mais perto de Abraham, ainda que ambos procurassem a maior parte das vezes o jogo interior. Frank Lampard leu bem o jogo a partir do banco e face à incapacidade da equipa se soltar da pressão do Arsenal, retirou Emerson aos 35’ e colocou Jorginho, libertando Kovacic para aparecer mais nas alas. Com esta alteração, o Chelsea conseguiu começar a ditar os tempos de jogo e foi controlando a posse de bola, para além de pressionar mais alto e com mais intensidade do que até aí tinha feito. A estratégia de Lampard acabou por dar frutos e a sua equipa conseguiu operar a reviravolta perto do final do jogo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kepa (6)

Rudiger (6)

Tomori (5)

Zouma (7)

Azpilicueta (6)

Kante (6)

Kovacic (7)

Emerson (4)

Willian (7)

Tammy Abraham (8)

Mason Mount (7)

SUBS UTILIZADOS

Jorginho (8)

Lamptey (7)

Hudson-Odoi (6)

 

Foto de Capa: Chelsea FC

artigo revisto por: Ana Ferreira

Futebol Nacional: O Melhor 11 de 2019

Com o ano civil de 2019 a terminar, juntámos num onze – por mais difícil que isso possa parecer (e é) – aqueles que para nós foram os melhores jogadores a atuar em Portugal durante estes 365 dias, excluindo da equação os elementos dos clubes denominados “Três Grandes”. Com as épocas desportivas divididas de outra forma que não por anos completos, digamos assim, três/quatro meses de exibições de qualidade (ou falta dela) podem fazer toda a diferença.

Sporting CP: O Melhor 11 de 2019

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O ano de 2019 foi repleto de emoções fortes para o universo sportinguista. Houve de tudo um pouco, desde dias de glória até momentos de fracasso.

Foi sobretudo o ano da “redenção” com a conquista da Taça de Portugal em que o Jamor foi pintado de verde e branco, um ano depois de o Sporting CP ter sido derrotado da forma inglória que todos sabemos.

Num ano em que todos diziam que o Sporting CP estaria acabado depois do incidente de Alcochete, o Leão, mesmo ferido, rugiu mais alto e conquistou duas finais diante o mesmo rival, apontado sempre pelos “especialistas” como favorito.

No fim de contas, assistimos a um Sporting CP que foi obrigado a reinventar-se, a mal ou a bem, para fazer face aos desafios da época. É, pois, chegado o momento de destacar os protagonistas que marcaram o futebol leonino de 2019.