Início Site Página 10505

Grandes da Europa sofrem em Portugal

A situação frágil do SC Braga suscita reflexões por parte dos adeptos e amantes de futebol. Como é possível uma equipa com o calibre que a equipa bracarense se tem apresentado nos anos anteriores, apenas possua 12 pontos em 10 jogos disputados na Liga Portuguesa? Até ao presente, vimos excelentes exibições do clube minhoto, nomeadamente na Liga Europa, onde os guerreiros se apresentam como favoritos a passar à próxima fase com sete pontos em três jogos – com uma vitória na Turquia contra o Besiktas, um empate caseiro contra o Slovan Bratislava e uma vitória na Inglaterra contra o Wolves.

No panorama geral era de esperar algo mais de uma equipa que arranca com estes resultados e é extremamente cobiçada por ocupar bons lugares na tabela classificativa. É neste momento que o trabalho de Sá Pinto enquanto técnico da equipa é posto em causa, tanto pelos adeptos insatisfeitos perante estes resultados como pelo próprio presidente do clube, António Salvador.

QUE RESULTADO TERÁ O SC BRAGA NESTA JORNADA DA LIGA EUROPA? APOSTA JÁ NAS EQUIPAS PORTUGUESAS NA BET.PT

Existe um sentido de responsabilidade quando se assume o compromisso de treinar uma equipa onde todos os jogos são decisivos para conseguirem obter um lugar cimeiro, ao contrário do que se verifica visto que a equipa se encontra em décimo lugar. Perante a situação, Sá Pinto demonstrou-se apto para falar sobre o mau momento que a equipa atravessa e assume total responsabilidade nos resultados que a equipa tem obtido, concordando com a insatisfação dos adeptos mas sublinhando que nenhum dos outros rivais diretos se encontra nas restantes competições com os resultados que o SC Braga oferece.

Sá Pinto foi o substituto escolhido após a saída do técnico Abel Ferreira, que deixou o clube minhoto para rumar até ao PAOK, na Grécia.
Fonte: SC Braga

“Gosto muito de estar cá até ao dia em que me quiserem.” No entanto, será que existe só uma necessidade de rever todo o trabalho do técnico português e efetuar ligeiras mudanças ou será necessário uma mudança radical de treinador, visto que o domínio que os minhotos estão a obter na Europa está a sacrificar a equipa a nível nacional e até quando será a prevalência dos Guerreiros do Minho na Liga Europa? Valerá a pena sacrificar?

Saudade, uma palavra típicamente portuguesa que uso para descrever o SC Braga da época passada, contra quem se sentia o gosto de jogar e onde, atualmente, se sente o desejo de mudança. O líder isolado do Grupo K da UEFA Europa League recebe o Besiktas JK, jogo relativo à quarta jornada, e a equipa ambiciona (naturalmente) dar continuidade ao natural ciclo de vitórias registado. A nível nacional, desloca-se a Guimarães para disputar o jogo contra o rival direto, Vitória SC, onde «O Dérbi» de Portugal irá acontecer na cidade berço.

Foto de Capa: UEFA Europe League

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Olheiro BnR – Adriano Castanheira

0

O SC Covilhã tem-se destacado nos últimos anos por ter revelado alguns jogadores que, posteriormente, viriam a dar o salto para a Primeira Liga. Adriano Castanheira tem tudo para ser um desses casos, num futuro muito breve.

Nascido em Neuchatel na Suíça a 7 de Abril de 1993, Adriano Castanheira viria para a Covilhã bastante cedo, tendo iniciado a sua formação no clube local. As suas prestações valeram-lhe uma transferência para o FC Porto em 2009, com 16 anos de idade.

Após concluir o seu percurso nas camadas jovens, em 2012, Adriano Castanheira regressaria à Covilhã, onde começaria a ser aposta na equipa principal. Em três épocas, Adriano realizou 80 jogos e marcou cinco golos. Porém, tal desempenho não seria suficiente para convencer os responsáveis do clube, levando o jogador a transferir-se para o Benfica de Castelo Branco no Campeonato Nacional de Seniores.

Após duas épocas de nível ao serviço do clube albicastrense, Adriano Castanheira rumaria à União de Leiria, onde voltou a mostrar serviço, regressando na temporada 18/19 ao clube onde se deu a conhecer: o SC Covilhã.

Adriano Castanheira foi o jogador do mês da Agosto na Segunda Liga
Fonte: SC Covilhã

E foi aí então que Adriano Castanheira se afirmou definitivamente no clube serrano, realizando 34 jogos e marcando oito golos. Na temporada actual, já leva quatro golos marcados em 12 jogos, tendo sido considerado o jogador do mês de Agosto na Segunda Liga. Tem sido um dos principais responsáveis pelo facto da equipa orientada por Ricardo Soares estar a disputar a subida de divisão.

Adriano Castanheira é o típico extremo direito canhoto: é um jogador que gosta de pegar na bola junto à ala e percorrer com a mesma para espaços interiores, para zonas onde possa utilizar o seu forte pontapé. Também tem capacidade para aparecer na área para finalizar.

A imprensa já deu como certa a sua transferência para o Boavista. E aos 26 anos, está mais que preparado para se desafiar na Primeira Liga, onde certamente irá mostrar qualidade e poderá alcançar voos mais altos.

Foto de Capa: SC Covilhã

Artigo revisto por Diogo Teixeira

 

O motor não aguenta até Bragança

0

Definir o significado das palavras é navegar pelo mar da curiosidade. O tempo urge e o dicionário de quem lê ou escreve com frequência inquieta-se pelo facto de novos vocábulos borbulharem e a necessidade de encontrar formas díspares de informar ou opinar sobre algo crescer. A vida de quem tem ou pretende ingressar neste modo de vida exige esta preocupação em aconchegar os textos, em adorná-los à nossa maneira e a cobri-los quando o frio atraca ou quando a nudez se verifica.

Saudade. Aquela palavra tipicamente portuguesa que, por mais que a alma lusa se esforce por descodificá-la, paira a sensação de que um acrescento na explicação favorecia a transmissão da mensagem. Um conceito dúbio para quem se encontra à demanda de domar a ferocidade, o contorcionismo e a elasticidade das palavras: o circo edifica-se, mas o vocábulo é o palhaço que, apesar dos traços de ingenuidade e do ar dócil e afável, atormenta as cabeças dos mais imberbes e os remete para a ideia do medo característico dos thrillers. Um “IT” cozinhado e temperado com realidade.

Neste momento, vivo defronte de um puzzle: numa mesa, encontram-se as diferentes peças espalhadas, viradas do avesso, à espera que alguém as eduque e as agregue com o simples desígnio de contribuir para a harmonia e para a construção de uma imagem lúcida, viva e sem qualquer traço de opacidade. O retrato de Daniel Bragança!

Na Segunda Liga, o jovem leão tem mostrado qualidade para outros patamares
Fonte: Estoril Praia SAD

Aqui, colidimos, outra vez, com a nostalgia. Nostalgia essa que o clã leonino ainda não vivenciou, ainda não bradou aos céus, ainda não agradeceu aos deuses que delegam o desporto rei pela alegria que é contemplar tal imberbe com um músculo, visão de jogo e qualidade de veterano. Questiono-me, de todas as vezes que o vi jogar, se as chuteiras se tinham transfigurado em pantufas ou em qualquer outro tipo de calçado suave e leve. À boa moda da gíria futebolística, o miolo era ocupado pelos pés de veludo do internacional sub-21. Além disto, elevo o sadomasoquismo do jovem recém alojado no Estoril: o cabelo, imagem de marca, comprido e liso, nunca foi impedimento para a orquestração de ataques e contra-ataques letais nem à frequente metamorfose em batalhões e tanques de guerra dispostos nas pelejas travadas a meio campo e nos duelos individuais com capitães adversários.

Palrando “sportinguez”, o resultado da análise relata algo deste género: Frederico Varandas, durante a pré-época, comprou uma máquina que ainda necessitava de montagem; posto isto, desde o primeiro momento, rotulou Daniel Bragança como peça acessória e, a mando da sua ingenuidade, emprestou-o a um clube de uma divisão inferior; ora, a máquina, faltando-lhe uma das componentes que a alicerçava, quando ligada à tomada, é substituída por Idrissa Doumbia: após faíscas sucessivas, o motor aquece, a reação esvai-se num fumo negro e o motor cessa a sua atividade por sobreaquecimento. O médico, numa atitude de desespero e desistência pelo choro dos adeptos, comunica à assistência técnica a sua inaptidão, mas a chamada cai imediatamente. Mais tarde, foi informado que a ajuda só chegaria em janeiro pela chuva de pedidos.

Até lá, teço súplicas para que o motor não expluda.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Diogo Teixeira

José Mourinho | Arsenal? Porque não?

Unai Emery está a prazo no Arsenal FC. Aparentemente, foi dado um mês ao espanhol para salvar o seu cargo de treinador, mas quando se chega a este ponto, Normalmente, já não há retorno.

Na primeira época, os adeptos do Arsenal ainda acreditaram que Emery seria capaz de mudar o paradigma do clube, contudo a realidade seria bem mais dura. Uma parte final de época decepcionante atirou o Arsenal para fora dos lugares que dão acesso à Champions e, pior que isso, provocou uma derrota humilhante na final da Liga Europa. Chegou o defeso e, ao contrário de épocas anteriores, o Arsenal investiu 152 milhões de euros no reforço da equipa, o que fez dos gunners os mais gastadores em Inglaterra.

Mas gastar muito não é sinónimo de gastar bem. O Arsenal continua a desiludir e, acima de tudo, a demonstrar as debilidades defensivas dos últimos anos do reinado de Wenger.
Portanto, é sem surpresa que se sucedem os pontos perdidos e o quarto lugar na Premier League, o último que dá acesso ao milhões da Champions, já está a sei pontos de distância. Se ao fraco rendimento desportivo somarmos os problemas disciplinares no plantel, podemos concluir que será muito difícil a Unai Emery dar a volta a este complicado cenário. Por isso mesmo, a imprensa já especula quem poderá suceder ao espanhol no comando técnico dos gunners e, sem surpresa, um dos nomes mais falados é o de José Mourinho.

Desengane-se quem pensa que o português já não sabe vencer. José Mourinho é um campeão, um vencedor nato que não pensa noutra coisa a não ser em vitórias e troféus.

Por outro lado, o setubalense conhece a Premier League como as palmas das suas mãos. Campeão por três vezes no Chelsea FC, foi pela sua mão que os azuis de Londres começaram a trepar rumo ao topo do futebol britânico. E, apesar da passagem por Old Trafford não ter corrido bem, jamais se deve colocar em causa a competência de Mourinho. Até porque, por uma questão de orgulho e de brio profissional, este quererá voltar a vencer títulos importantes, nomeadamente a Premier League.

Fonte: UEFA

Por outro lado, desenganem-se também aqueles que consideram o plantel do Arsenal fraco. Leno, Bellerin, Sokratis, Holding, Tierney, Torreira, Guendouzi, Torreira, Ozil, Ceballos, Pepe, Lacazette e Aubameyang são uma excelente base para qualquer treinador começar a trabalhar e, a seu devido tempo, começar a construir uma equipa que permita voltar a vencer um título que já foge desde 2004, conquistado pelos Invencíveis de Arsène Wenger. E investir não deve ser problema para os lados do Emirates, assim Stan Kroenke o queira.

O próximo jogo do Arsenal para a Premier League é tão importante quanto difícil. Uma deslocação complicadíssima ao terreno do Leicester City FC, actual terceiro classificado, onde é proibido perder, sob pena de poder ver o quarto lugar a nove pontos de distância. E, o que acontecerá a Unai Emery, se se registar o mesmo resultado da última visita ao King Power? Uma derrota categórica por 3-0, jogo no qual o Arsenal foi totalmente dominado e subjugado pela equipa de Brendan Rodgers.

Aí poderá ser o fim e, se tal acontecer, porque não acenar a José Mourinho?

 

 

Foto de Capa: Manchester United FC

Artigo revisto por Diogo Teixeira

 

 

Mercado de transferências no Ciclismo Nacional

As equipas portuguesas do pelotão nacional já se encontram a apresentar os seus plantéis, com o intuito de começar a preparar a nova época.

Este ano, prevê-se que o pelotão nacional seja composto por nove equipas continentais. Com a descida da W52-FC Porto de pro continental para continental, o número aumenta em relação às oito do ano passado.

A equipa portista já fez duas contratações para a próxima temporada, incluindo Raúl Rico (ex-Vito-Feirense Pnb) e o regressado Amaro Antunes (ex-CCC Team). O primeiro é um jovem espanhol de 22 anos, que apenas correu um ano na equipa da Vito Feirense, e o segundo é já um corredor com provas dadas em Portugal, ao serviço da LA Alumínios-Antarte e da própria W52-FC Porto. Depois de duas temporadas a pedalar na equipa polaca da CCC Team, o algarvio não teve a melhor experiência no World Tour e acaba por voltar a Portugal.

A equipa boavisteira, a Rádio Popular Boavista, irá contar com os seus homens da geral para 2020. Daniel Silva, David Rodrigues e João Benta irão liderar a equipa rumo aos objetivos. As entradas confirmadas incluem os jovens Vinício Rodrigues e Gonçalo Carvalho. Este mercado de transferências fica também marcado pelo regresso do espanhol Alberto Gallego, que está suspenso desde 2016, voltando agora à competição.

Fonte: Rádio Popular Boavista

Pedro Silva, o campeão nacional de estrada na categoria de juniores, também vai fazer parte do elenco boavisteiro. Por fim, a entrada de Luís Fernandes, vindo da Aviludo-Louletano, que vai acrescentar mais experiência à equipa.

A Efapel é a equipa que mais apostou nas contratações. A próxima temporada promete ser cheia de bons resultados. Foram buscar António Carvalho à equipa da W52-FC Porto, ele que foi uma peça importante na montanha da equipa portista, ao longo das últimas temporadas. Terminou a última Volta a Portugal em quarto lugar, ganhando a etapa da Senhora da Graça.

O comboio amarelo foi ainda buscar Tiago Machado ao Algarve, sendo este mais um ciclista experiente que irá dar o apoio necessário nas provas mais duras. Não teve a melhor temporada ao serviço do Sporting-Tavira, mas é um ciclista importante para as equipas em que se insere. Vencedor de inúmeras camisolas da juventude, já foi campeão nacional de contrarrelógio em 2009, venceu um contrarrelógio individual no Circuit Sarthe em 2010, triunfou na camisola de montanha do Tour da Valónia em 2013, venceu a classificação geral do Tour da Eslovénia em 2014 e arrebatou um triunfo a abrir a época de 2018, com a vitória na Prova de Abertura.

Olympique Lyonnais 3-1 SL Benfica: a Champions parece ter ido Aouar

O SL Benfica saiu derrotado de Lyon por 3-1, em jogo a contar para a quarta ronda da fase de grupos da Liga dos Campeões. Golos franceses a abrir e a fechar o encontro pulverizaram as esperanças encarnadas, nas quais, diga-se, nunca as águias cravaram as garras. Mais uma exibição cinzenta, mais uma derrota ajustada e, acima de tudo, justa. Vamos às incidências da partida.

Início inverso ao que teve lugar no Estádio da Luz. Domínio do Lyon e golo no quarto minuto de jogo. Através de um canto curto, o Lyon conseguiu colocar a bola na cabeça de Andersen, que, com demasiado à-vontade, bateu Vlachodimos, que nada podia fazer para evitar a vantagem francesa.

À passagem dos dez minutos de jogo, novo contratempo para os encarnados. Numa disputa de bola aérea com Dembélé e Vlachodimos, Ferro fica estendido no relvado, visivelmente combalido. O jovem defesa central das águias foi forçado a sair, de maca e com colar cervical, entrando Jardel para o lado esquerdo do eixo da defesa.

A intranquilidade benfiquista deu origem a várias – e inadmissíveis – perdas de bola, que permitiram que os franceses surgissem em vantagem numérica às redondezas da área encarnada. Por diversas vezes, a equipa do Lyon conseguiu conduzir a bola com quatro jogadores de frente para a baliza de Vlachodimos, tendo apenas uma linha de três portugueses para ultrapassar. No entanto, as más decisões tomadas pelos franceses e o bom posicionamento de Rúben Dias e Jardel evitaram o golo francês.

O campeão português ia esboçando uma reação, mas sem ser capaz de criar frissom junto da baliza de Anthony Lopes. Por seu turno, o Lyon, sem precisar de pensar nem de saber muito, chegou novamente ao golo. Perante a passividade das águias, que fazem o futebol ofensivo dos adversários parecer fácil, Depay só teve que amortecer a bola com o pé direito na direção da baliza, aproveitando o movimento de arrasto de Dembélé, que levou consigo Jardel, para se antecipar a Grimaldo.

2-0. Jogo fácil, jogo na mão. O domínio francês, já notório, intensificou-se. A grande tranquilidade gaulesa contrastava com a clara intranquilidade benfiquista, o futebol simples do Lyon contrastava com as dificuldades técnico-táticas do Benfica como botões de ouro num negro fato. A bola fluía pelos pés dos franceses, que não pareciam precisar de pensar o jogo. Do outro lado, era impensável utilizar os verbos fluir e pensar para definir o futebol (não) praticado.

Todavia, quiçá aproveitando uma eventual prepotência francesa, as águias começaram a ter mais espaço para atacar na reta final da primeira parte, período do jogo em que, pela primeira vez, incomodaram Anthony Lopes. Foi com dificuldade, mas com eficácia, que o guardião português travou o remate de circunstância de Chiquinho. Deu para a estatística.

Bruno Lage somou a terceira derrota em quatro jogos na Liga dos Campeões, mas é difícil dizer se é culpado ou vítima do insucesso europeu encarnado
Fonte: SL Benfica

Para a segunda parte, Bruno Lage lançou Seferovic para o jogo. Gedson foi o preterido, tendo Chiquinho ocupado o seu lugar na direita. Seferovic e Vinícius foi a dupla de ataque que iniciou o segundo tempo em Lyon. A intenção foi boa, mas os dez primeiros minutos da segunda parte foram tão sofríveis como os 45 da primeira.

No decorrer do minuto 56, Seferovic, descaído para a direita e a 22/23 metros, deu trabalho a Anthony Lopes pela primeira vez no segundo tempo. O português defendeu para canto e sacudiu o perigo e a iniciativa encarnada. Para longe, como comprovaram os minutos seguintes.

O jogo, nos vinte minutos seguintes, não teve dono. Também não teve graça. Pouca cabeça, não muito mais coração. Ataques pouco dignos do nome. Até que… Pizzi e Seferovic, que haviam despido o fato de treino há menos de meia-hora, vestiram o fato de gala e, com classe, fizeram uma assistência extraordinária, o primeiro, e um remate certeiro, o segundo. Aos 76 minutos, o Benfica reduz a desvantagem e o jogo, até aí, mortiço, ganha vida.

Bola cá, bola lá, bola cá, bola lá dentro. Oitenta e oito minutos e Traoré, com uma boa finalização em arco de pé esquerdo, faz o terceiro do Lyon e coloca uma cruz sobre o jogo e uma lápide no jazigo do Benfica na Liga dos Campeões. O Benfica soma mais uma derrota por 3-1 em reduto alheio na presente fase de grupos da liga milionária e permanece no último lugar do grupo G, com três pontos. Já o Lyon segura o segundo lugar, com sete pontos, a dois do líder RB Leipzig e com três de vantagem sobre o FK Zenit.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

Olympique Lyonnais: Anthony Lopes Léo Dubois, Andersen, Denayer, Koné; Thiago Mendes, Lucas Tousart, Aouar (Marcelo, 90´), Reine-Adélaide (Traoré, 73´); Depay (Cornet, 45´), Dembélé.

SL Benfica: Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Ferro (Jardel, 12´), Grimaldo; Florentino, Gabriel, Gedson (Seferovic, 45´), Cervi (Pizzi, 73´); Chiquinho, Vinícius.

BVB Dortmund 3-2 FC Internazionale Milano: “Remontada” à moda alemã

Uma reviravolta começada e completada na segunda parte fez com que o Borussia Dortmund batesse o Inter de Milão perante os seus adeptos.

Ainda mal tinha começado a partida e já os milaneses se viam em vantagem: Lautaro Martínez, que tem andado de “pé quente”, aproveitou uma má intervenção de Akanji e isolou-se perante Burki, batendo o guarda-redes suíço com relativa facilidade. Um erro bem cedo colocava o cenário no jogo e nas contas da qualificação bastante difícil para os germânicos.

Perante a vantagem, e bem ao seu estilo, Antonio Conte mandou os seus homens baixar linhas e jogar em contenção, permitindo ao Borussia Dortmund um maior controlo da posse de bola, mas deixando sempre Lautaro e Lukaku soltos na frente de ataque para pressionar os defesas adversários.

A primeira ameaça do Borussia só surgiu perto dos 20 minutos, após um cruzamento rasteiro de Hakimi, que encontrou Mario Gotze solto no centro da área. Apesar da boa posição, o remate do alemão saiu fraco e na direção de Handanovic. A pressão dos pupilos de Lucian Favre ia-se acentuando, mas continuavam a “pecar” no momento da definição final. Fazia falta um finalizador puro do lado do Dortmund e a solução podia estar no banco, em Paco Alcácer.

No entanto, o futebol é um desporto completamente imprevisível, e é por isso que nos apaixona tanto! Num momento em que o Dortmund parecia estar a ganhar confiança, o Inter chegou ao segundo golo, por intermédio de Matias Vecino. O lance teve início no meio-campo, com um trabalho de pés fantástico da parte de Brozovic, que de seguida tocou para Lautaro Martínez. O avançado argentino virou o jogo para a direita, encontrou Candreva e este centrou rasteiro para a finalização do médio uruguaio. Um remate rente à relva e com a bola a descrever uma curva a fugir do guardião contrário concluiu uma jogada notável!

Em cima do minuto 45 surgiu finalmente Jadon Sancho, que até então havia passado muito ao lado do encontro. O atacante britânico recebeu a bola no centro da área e rematou de imediato, o que obrigou Handanovic a uma defesa quase por instinto. Pouco depois chegou o intervalo, estando o Inter em vantagem e com alguma justiça. Apesar do maior domínio da posse de bola por parte do Borussia Dortmund, as duas melhores oportunidades do encontro foram dos italianos, e ambas resultaram em golo.

O momento do golo de Lautaro Martínez, que inaugurou o marcador Fonte: UEFA Champions League

No reatar da partida, o Borussia entrou com um ritmo mais intenso, o que criou dificuldades imediatas ao Inter. Para compensar esta boa entrada, os alemães foram brindados com um golo, fruto de uma jogada onde vários foram os intervenientes. No momento decisivo, a assistência foi de Mario Gotze e a finalização foi de Hakimi, que se vem assumindo como um lateral goleador na presente temporada (este foi o seu quinto golo em 2019/20). Os “nerazzurri” continuavam em vantagem, mas viam-se cada vez mais confinados ao seu espaço defensivo, dada a entrada “eletrizante” dos alemães.

À hora de jogo, nova ofensiva do Dortmund, mas o remate de Thorgan Hazard saiu significativamente ao lado da baliza dos milaneses. Passados dois minutos, nova oportunidade para o belga, cujo remate voltou a não ser totalmente conseguido e a bola saiu por cima, após ressaltar no relvado. Depois de tantas ameaças, o segundo golo dos comandados de Favre surgiu de forma natural e merecida. Paco Alcácer, “acabadinho” de entrar, tocou pela primeira vez na bola para desarmar Brozovic e colocar o esférico nos pés de Julian Brandt, que ficou isolado perante Handanovic e finalizou com classe. O jogo estava relançado e ambas as equipas iriam certamente em busca da vitória!

Comparando com o primeiro tempo, a equipa do Inter estava praticamente irreconhecível, ao passo que os homens do Borussia Dortmund se mostravam mais galvanizados do que em qualquer outro momento da partida. Assim, para além da “cambalhota” no campo exibicional, o mesmo sucedeu no marcador. Ao minuto 78, Hakimi tornou a aparecer na cara de Handanovic, lançado por Sancho, e voltou a não desperdiçar. O “Westfalenstadion” entrou em completa “erupção” e o ambiente típico daquele reduto ajudou a equipa do Rohr a virar o jogo!

Até final, os italianos foram “atrás do prejuízo”, tal como lhes competia, mas todos os esforços foram em vão. O Borussia Dortmund completou uma reviravolta que marca uma das mais memoráveis partidas da edição atual da Liga dos Campeões! Dado o empate entre Barcelona e Slavia de Praga, no outro jogo do grupo F, os alemães encontram-se agora na segunda posição, com sete pontos, menos um que o Barcelona. Já o Inter é terceiro com quatro pontos, mais dois do que o Slavia, que segura a “lanterna vermelha” do grupo.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

Borussia Dortmund – Roman Burki; Achraf Hakimi; Manuel Akanji; Mats Hummels; Nico Schulz; Julian Weigl; Axel Witsel; Jadon Sancho (Lucasz Piszczek, 82’); Julian Brandt; Thorgan Hazard; Mario Gotze (Paco Alcácer, 64’).

Internazionale – Samir Handanovic; Diego Godín; Stefan de Vrij; Milan Skriniar; Antonio Candreva; Matias Vecino; Marcelo Brozovic; Nicolo Barella (Stefano Sensi, 68’); Cristiano Biraghi (Valentino Lázaro, 66’); Lautaro Martínez; Romelu Lukaku (Matteo Politano, 73’).

NFL Semana 9: São Francisco 49ers na frente

0

A jornada acaba por ficar marcada pela vitória dos Baltimore sobre os Patriots. Quando todos achavam uma jogada de génio por parte de Belichick, foi o jovem Lamar Jackson quem surpreendeu e saiu com a vitória.

49ers 28-25 Cardinals: Invictos e sozinhos.

Os invictos São Francisco 49ers entravam para esta jornada como uma das duas equipas ainda invictas na National Football League e tinham pela frente os Arizona Cardinals do rookie Kyler Murray que vinham de uma derrota pesada frente aos Saints.

Os Cardinals até começaram melhor a partida fazendo o 0-7, mas essa liderança foi sol de pouca dura visto que depressa os 49ers empataram e ao intervalo já venciam por 21-7.

Essa vantagem iria-se manter e apesar de algumas tentativas por parte do ataque de Arizona, a forte defesa dos visitantes ia lidando bem com essas investidas. A equipa de Kyle Shanahan continua em alta com um registo de 8-0 que em grande parte se deve ao quarterback Jimmy Garoppolo, que lançou para 317 jardas e quarto touchdowns com zero interceções!

Texans 26-3 Jaguars: Fim de Minshew Magic?

No último jogo da temporada em solo inglês, o candidato a MVP Deshaun Watson não se deixou levar pela aura que envolvia Minshew e mesmo com apenas um olho a 100% – Deshaun sofrera um toque no seu olho esquerdo na última jornada – lançou para 201 jardas e dois touchdowns frente ao Jaguars e lançou a discussão sobre quem será titular no próximo jogo de Jacksonville.

Quanto ao jogo em si, o domínio de Houston foi evidente desde o primeiro minuto, especialmente da sua defesa que, sabendo que enfrentava um quarterback de primeiro ano, conseguiu dissimular as suas ações até ao último segundo de modo a que este não conseguisse fazer leituras corretas e tomasse a decisão errada.

Fica agora a questão de quem começará a próxima jornada dos Jaguars: o rookie Minshew ou a grande contratação deste verão por parte de Jacksonville, Nick Foles.

Bears 14-22 Eagles: Problemas ofensivos continuam

No seu primeiro encontro desde 2018, Bears e Eagles defrontaram-se em mais uma partida abismal do ataque de Chicago.

O quarterback Mitchell Trubisky voltou a desiludir no plano ofensivo – terminaria o jogo com 10 passes em 221 tentativas para apenas 125 jardas – de tal forma que durante a primeira parte a equipa de Chicago só conseguiu o seu primeiro primeiro down a 45 segundos do intervalo, altura em que os Eagles já venciam por 0-12.

Chicago apostava no jogo de corrida, com rookie David Montgomery a correr catorze vezes para 40 jardas e dois touchdowns, mas a vitória ficaria em Filadélfia com os Eagles a terem agora cinco vitórias e quatro derrotas enquanto que os Bears sofrem a sua quarta derrota consecutiva.

Colts 24-26 Steelers: Sorte da casa.

A equipa visitante entrou melhor. No fim do primeiro quarto, iam na frente do marcador por 10-3 e ao intervalo venciam por 16-13, mesmo apesar da lesão do seu quarterback titular Jacoby Brissett que obrigou o suplente Brian Hoyer a jogar o resto do encontro. Depois de algumas trocas de liderança ao longo do terceiro quarto, os Steelers chegavam ao último período na frente 24-26, mas com a derrota a apenas um pontapé de distância.

Isto porque a um minuto do fim o experiente kicker de Indianapolis, Adam Vinatieri posicionou-se para marcar o field goal da vitória, mas acabou por falhar, dando assim uma importante vitória a Pittsburgh, que fica 4-4 e ainda pode sonhar com o acesso aos playoffs.

A nível individual é preciso apenas destacar o safety Minkah Fitzpatrick que com a sua interceção e retorno de 96 jardas deu o mote para a vitória da sua equipa. Depois de ter sido posto em causa aquando da sua troca para Pittsburgh, Fitzpatrick tem sido um dos pilares da defesa nos últimos jogos.

Jets 18-26 Dolphins: Miami atrasa-se na corrida pelo último lugar

A vitória dos Dolphins deixou os adeptos com sentimentos contraditórios
Fonte: Dolphins

Numa exibição história de Ryan Fitzpatrick, os Miami Dolphins venceram o seu primeiro jogo da época o que lhes pode ter custado o seu único objetivo do ano: conseguir a primeira escolha do Draft 2020.

Para quem não conhece a NFL, a equipa com o pior registo no final do ano recebe a primeira escolha do Draft, e uma boa escolha pode alterar por completo o destino de um franchise. Entrando nesta época ficou claro que o objetivo da equipa de Miami era perder o máximo possível de modo a que conseguisse essa tão cobiçada escolha número um. O problema desta vitória é que deixa os Cincinnati Bengals com o pior registo e pode arruinar tudo o que os Dolphins pretendiam fazer.

Falando do jogo em si, Fitzpatrick teve uma exibição histórica, terminando o encontro com 24 passes para 288 jardas, três touchdowns e zero interceções, enquanto que do lado dos Jets, Sam Darnold voltou a lançar uma interceção, apesar de no geral não ter sido a sua pior exibição da época.

Joguem mas é à bola

Em Portugal, a bola rola pouco durante os jogos de futebol. Parece confuso, mas quem o diz é o Observatório do Futebol (CIES) que concluiu que, entre as 35 ligas europeias, é por cá que se regista um dos piores tempos de jogo útil, 51,9%. Isto confere-nos um honroso (leia-se vergonhoso) quarto lugar a contar dos últimos no ranking que classifica as ligas que mais tempo jogam à bola, apenas à frente da liga grega (50,9%), da segunda divisão espanhola (50,4) e da liga checa (50,2%).

Por outro lado, as ligas em destaque são a sueca (59,7%), a holandesa (59,5%) e a finlandesa (57,7). Entre as cinco principais ligas europeias (Espanha, Inglaterra, Itália, França e Alemanha), são os alemães que mantêm o melhor registo, com 57,1%, logo seguidos pelos franceses com 56,7%. No ponto oposto temos a primeira liga espanhola, com 53,3%.

Apesar de tudo, temos de registar as boas notícias: houve uma ligeira melhoria em relação ao ano passado, em que a liga portuguesa ficou mesmo na última posição, com apenas 50,9% do tempo de jogo passado a efetivamente jogar futebol, ou seja, pouco mais do que 45 minutos. A subida foi ligeira, é certo, mas denota já algum esforço no sentido de melhorar esta questão.

Contudo, ainda há muito a ser feito. São vários os treinadores a queixarem-se do tempo que desnecessariamente se perde a fazerem outras coisas (muitas vezes propositadamente) em vez de se jogar à bola. No seguimento dos resultados do ranking do ano passado, Sérgio Conceição, treinador do FC Porto, concluiu que “é culpa de toda a gente: treinadores, jogadores e, muitas vezes, da condescendência dos árbitros”.

Mas se o técnico portista tem razão em protestar, já que por vezes tem de lidar com adversários em que a única estratégia de jogo é fazer o tempo passar, por outro lado, poderá também ter de fazer um “mea” culpa: o FC Porto regista apenas 51,2% de tempo útil de jogo, abaixo da média nacional e muito inferior ao seu eterno rival, o SL Benfica, com 57,1%. O CD Aves é aquele que pior aproveita os 90 minutos de jogo, com apenas 49,5% de tempo útil.

O Desportivo das Aves é a equipa com menor tempo útil de jogo na primeira liga
Fonte: CD Aves

Os motivos para estes números são vários, desde equipas que, como já foi referido, por não conseguirem ou quererem ter outra referência tática, passam os jogos a simular lesões e outros estratagemas para o tempo passar e, desta forma, segurarem ao menos o empate. Este tipo de comportamento muitas vezes é bem sucedido, pois os adversários (normalmente de maior calibre, mas às vezes o inverso também acontece) não conseguem impor o seu jogo e, a certa altura, deixam de ficar mentalmente aptos para o fazer, pois vêem os ponteiros do relógio a andar e o panorama do jogo não muda.

Claro que, nestes casos, a culpa é sempre repartida por treinadores e árbitros. Os primeiros, porque muitas vezes são os principais instigadores deste tipo de atitude; os segundos, porque são coniventes com ela. Assim, o facto de determinada equipa ter pouco tempo útil de jogo não quer dizer necessariamente que é a mesma que provoca as paragens nas partidas, mas sim porque os seus adversários têm uma tendência em abrandar o ritmo do jogo quando a defrontam.

Claro que haverá quem diga que este método é perfeitamente legítimo, porque há equipas que, fruto de orçamentos claramente inferiores ao seu oponente, têm as suas chances de ganhar pontos em determinados jogos claramente baixas. É aqui que discordo. É verdade que Primeira Liga portuguesa é pouco competitiva, que à exceção de dois ou três clubes, mais nenhum consegue discutir o pódio com os chamados “três grandes”. Os fatores necessários para inverter este cenário originariam um texto por si só, mas não podem servir como desculpa para não se fazer nada no imediato para melhorar o tempo útil de jogo.

Para começar, é imperativo mudar mentalidades de treinadores, jogadores, árbitros e todos os dirigentes desportivos. Talvez até apertar as regras para que se castiguem de forma mais severa aqueles que “queimam tempo”. Só quando perceberem que a beleza do futebol está na sua incerteza, na disputa genuína entre duas equipas, e que é para isso que as pessoas pagam bilhete para irem ver um jogo ao vivo em vez de o assistir no conforto do seu sofá, talvez aí entendam que, quando não fazem tudo o que está ao seu alcance para proporcionar o melhor espetáculo possível, estão a trair os adeptos do futebol.

Revisto por: Jorge Neves

 

 

Jovens sub-23 vivem o sonho

0

O Sporting Clube de Portugal anunciou recentemente a promoção de três jogadores da equipa sub-23 para a equipa principal. Os jovens Rodrigo Fernandes, Matheus Nunes e Pedro Mendes já trabalham às ordens do treinador Jorge Silas.

O goleador dos sub-23, Pedro Mendes, tem sido uma das figuras em maior evidência na equipa orientada por Leonel Pontes. Na sua terceira temporada de leão ao peito, já soma 12 golos e duas assistências em 14 jogos. Sendo que foi opção para dois encontros da Liga Europa frente ao PSV e ao Rosenborg, onde marcou um golo em Eindhoven. O internacional sub-21 é um finalizador nato, forte no futebol aéreo, tecnicamente evoluído e que trabalha muito para a equipa. A partir de janeiro, irá lutar pela titularidade com Luiz Phellype, podendo apenas, por enquanto, ser opção para a Liga Europa.

Rodrigo Fernandes está no Sporting há dez anos e realizou recentemente o seu sonho: vestiu a camisola da equipa principal, num jogo a contar para o campeonato com o Vitória SC. Com apenas 18 anos, Rodrigo poderá ser opção de Silas para o meio-campo leonino. O jovem atua preferencialmente na posição de médio-defensivo, sendo que é forte fisicamente, difícil de ser ultrapassado em duelos individuais, com qualidade de passe e boa visão de jogo. O leão Rodrigo Fernandes irá em breve lutar pela titularidade na equipa principal, por esta altura somou 10 jogos na formação sub-23 verde e branca. Rodrigo Fernandes é internacional sub-19 por Portugal, contabilizando 52 internacionalizações e dois golos nos vários escalões.

Rodrigo Fernandes fez a sua estreia pela equipa principal, no Estádio José Alvalade, perante o Vitória SC
Fonte: Sporting CP

O centrocampista Matheus Nunes foi mais um dos atletas promovidos por Jorge Silas. Matheus chegou ao Sporting na última temporada proveniente do Estoril-Praia, tendo feito a sua formação no Ericeirense. Ao serviço da equipa sub-23 tem vindo a ser preponderante como titular indiscutível, somando 12 jogos e um golo apontado. O médio brasileiro é um jogador tecnicamente evoluído com boa visão de jogo, qualidade de passe e forte nos equilíbrios do meio-campo, com peso ainda no processo defensivo da equipa. Um talento que poderá crescer e evoluir às ordens de Silas.

Estes três jovens leões são assim os primeiros reforços para Silas, reforços “made in Alcochete”. Há jogadores com talento na Academia de Alcochete que poderão vir a escrever, no futuro, a história do Sporting Clube de Portugal. Assim, que estes jovens possam ter a oportunidade de demonstrar o seu talento. Quando surgir a chance, que correspondam com Esforço, Dedicação e Devoção, para conquistar a Glória das vitórias e dos títulos.

Foto de Capa: Sporting CP

Revisto por: Jorge Neves