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Viseu 2001 4-3 AD Modicus Sandim: Viseenses regressam às vitórias

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NBA | O melhor 5 da semana, artigo do bola na rede sobre NBA

A CRÓNICA: JOGO EM ABERTO ATÉ AO ÚLTIMO SEGUNDO!

O Viseu 2001 e o Modicus Sandim apresentavam-se em campo para tentar recuperar o rumo, depois de um início de campeonato desapontante para os dois clubes. Ambos se encontravam na zona de descida.

A equipa de Viseu entrou com mais posse, a tentar construir jogo. No entanto, os visitantes foram os primeiros a criar perigo, num remate de Bruninho defendido por Thiago Soares.

Já o Viseu 2001 aproximava-se mais da baliza contrária e acabou por marcar à passagem do quatro minuto da partida. Na sequência de um canto pela direita, Lukinhas rematou de longe para defesa incompleta de Gerson. Por perto, Rafa Stocker desviou para a baliza, mas só à segunda conseguiu atirar para o fundo da baliza.

Sem tempo para recuperar, o Modicus sofreu o 2-0 menos de um minuto depois. Na sequência de uma jogada coletiva, o capitão, Peixoto, de fora da área, alargou a vantagem da equipa da casa.

Os visitantes acabaram por encostar os viseenses às boxes e tiveram várias oportunidades para marcar. Thiago Soares brilhou ao fazer várias defesas de grau de dificuldade elevada.

Nos minutos finais do primeiro tempo, o jogo acabou por ficar mais repartido, com os viseenses a explorarem as transições rápidas e a ficarem perto do 3-0.

A segunda parte começou praticamente com mais um golo do Viseu 2001. Mamadú Ture sprintou com a bola controlada pelo corredor direito do ataque e perante o guarda redes adversário atirou para o 3-0.

Apesar de mais um golo sofrido, a equipa de Sandim não atirou a toalha ao chão e conseguiu reduzir por Uesler, na sequência de uma boa jogada de equipa.

O jogo estava dividido e tornou-se mais duro, com várias entradas duras e vários cartões amarelos distribuídos pelo árbitro. Nesta fase do jogo mais faltosa, Peixoto foi expulso por acumulação de amarelos e deixou os viseenses a jogar com menos um elemento durante dois minutos.

Os visitantes encostaram o adversário à sua área e acertaram duas vezes na trave da baliza.

Apesar de ter sobrevivido sem sofrer golos à desvantagem numérica, o Viseu 2001 viria a sofrer logo a seguir o segundo golo na partida. Fábio Lima que tinha feito a assistência para o 1-3, reduziu de calcanhar, de costas para a baliza, para o Modicus, aos 7´ do segundo tempo. O guarda-redes viseense acabou por ficar mal na fotografia, ao sair da baliza e a deixar-se enganar pelo jogador adversário.

A equipa da casa aparentava estar nervosa e não conseguia avançar no terreno de jogo, acabando por falhar vários passes. O Modicus estava mais confortável, mas os poucos lances que conseguiu criar foram resolvidos por Thiago Soares.

Os viseenses equilibraram a partida e ficaram perto do 4-2 num remate ao poste por Rafa Stocker. Por outro lado, os visitantes, em desvantagem, apostaram no guarda redes avançado.

Esta mudança tática acabou por levar ainda a dois golos, um para cada lado, no minuto final da partida. Numa transição rápida, Mamadu Ture, lançado, por Daniel Ramos, fez o 4-2 para a equipa da casa. Logo a seguir, no reatamento, Fábio Lima voltou a colocar o resultado na margem mínima (4-3).

 

A FIGURA

 

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Uma publicação partilhada por Mamadú Turé (@mamaduture10)

Mamadú Turé – Fez dois golos e esteve bastante ativo nos processos defensivos e ofensivos. O jogador emprestado pelo Sporting ao Viseu 2001 tem uma qualidade técnica acima da média e grande velocidade, criando bastantes desequilíbrios. Se apurar a precisão do passe, irá ser um dos melhores jogadores em Portugal.

O FORA DE JOGO

Peixoto – O capitão do Viseu 2001 estava a ser um dos melhores da partida. Contudo, uma entrada imprudente, quando tinha já um cartão amarelo, colocou a equipa em desvantagem numérica e desequilibrou a equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – VISEU 2001

A equipa viseense entrou com mais posse e a tentar controlar o jogo. Depois dos dois golos marcados, os jogadores comandados por Paulo Fernandes acabaram por recuar no terreno e adotaram uma atitude expectante, explorando as transições rápidas para criar perigo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Thiago Soares (8)

Pedro Peixoto (6)

Mamadú Ture (8)

Lukinhas (7)

Rafa Stocker (6)

SUBS UTILIZADOS

Carioca (-)

Ciro (6)

Digão (-)

Pelé (6)

Pássaro (-)

Daniel Ramos (7)

Alexandre Lopes (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – AD MODICUS

António Fonseca apresentou a equipa a pressionar alto, tentando explorar as perdas de bola dos viseenses na sua linha defensiva. Ao estar em desvantagem, assumiu o jogo e adiantou as suas linhas, mas a maioria das oportunidades que criou foi na sequência de remates de fora da área.

Na segunda parte, a pressão alta voltou e limitou principalmente nos primeiros 10´ os viseenses. Nos últimos dois minutos, António Fonseca apostou em Márcio Moreira para guarda-redes avançado, mas a estratégia acabou por não ser recompensada.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Gerson Pinho (7)

Óscar Santos (6)

Pedrinho (6)

Ricardo Pinto (6)

Fábio Lima (7)

SUBS UTILIZADOS

Rui Cardoso (-)

Diogo Tavares (6)

Márcio Moreira (7)

Bruninho (6)

Uesler (7)

Renato Velho (-)

Diogo Velho (-)

Quaresma (6)

Ludgero Lopes (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Viseu 2001

BnR: O Viseu 2001 consegue a segunda vitória no campeonato. Vitória justa?

Rafael Outeiro (Treinador adjunto): “Do meu ponto de vista, foi. Pelo que os jogadores do Viseu trabalharam, com mais critério sobretudo na primeira parte. Depois, soubemos sofrer até ao fim para tentar obter o melhor resultado possível. Claro que a equipa do Modicus também tem muita qualidade, tentaram trabalhar para a vitória e foi um jogo bastante interessante de parte a parte. Foi um jogo emotivo que é aquilo que os adeptos gostam”.

BnR: Depois de conseguir o 3-0, o Viseu 2001 passou por uma fase difícil do jogo com os dois golos sofridos e, pelo meio, a expulsão do Peixoto. Como é que a equipa conseguiu dar a volta a esta situação?

Rafael Outeiro (Treinador adjunto): “Perder um jogador com tanta mobilidade, com tanta importância no grupo como o Peixoto, não só como capitão, mas por aquilo que transmite em termos de jogo e de liderança lá dentro, não é fácil em termos psicológicos de reagir. A equipa acabou por reagir bem e a única forma que teriam de fazer e fizeram era colocar o individual em prol do coletivo. Acho que foi fantástico, tiveram um atitude boa do início ao fim e foi o que nos valeu para sair daqui com os três pontos”.

AD Modicus Sandim

BnR: O Modicus acabou por não conseguir o resultado que pretendia. O que falhou?

António Fonseca (Treinador): “O que se passou aqui hoje é o que nos tem acontecido no campeonato. Temos entrado bem nos jogos, criando diversas ocasiões de golo e, depois do nada, acaba por nos tirar conforto no jogo.

A primeira vez que o Viseu tem uma situação de golo, o nosso guarda-redes defende, mas acabam por meter a bola na nossa baliza. Depois, a segunda vez num canto, fizeram o 2-0. A gente andava em cima da baliza, com situações de golo, boas jogadas, com bolas nos postes e defesas do guarda-redes. Quando assim é, as coisas são complicadas e o que é certo é que, quando erramos ou temos um lance que não abordamos tão bem, a bola para sempre dentro da nossa baliza. É assim que tem sido durante o campeonato. Obviamente que o objetivo é obter os três pontos e, mais uma vez, perdemos por um e não levamos ponto nenhum.

Em termos de empenho, não tenho nada a apontar aos jogadores, foram de uma entrega do princípio ao fim, não podiam dar mais. Diz-se que a sorte também se procura e nós temos procurado essa sorte, mas, com as jornadas do campeonato disputadas até agora, não podemos dizer que tivemos uma estrelinha de sorte em nenhum jogo. Eu preferia estar a dizer que o Viseu foi melhor do que nós, mas os três pontos eram nossos. Parabéns ao Viseu que também lutou, nós tivemos que nos lançar mais no ataque e eles aproveitaram o contra-ataque. Estamos tristes porque, mais uma vez, no geral, fomos superiores e vê-se pela quantidade de oportunidades que tivemos e pelas bolas nos postes”.

Bola na Rede: Mesmo depois de sofrer o 3-0, a equipa do Modicus acreditou que podia virar o resultado e, usando uma estratégia de pressão alta, conseguiu chegar ao 3-2, mas não acabou por não criar lances perigosos para chegar ao empate, até à utilização do guarda redes avançado. O que faltou?

António Fonseca (Treinador): “Nós utilizámos o guarda redes avançado, obviamente mais posicional, com a defesa do Viseu. Tivemos uma ou outra situação para marcar. Depois, começa a vir o desgaste também ao decima, mas é de salientar sempre o empenho dos jogadores, a luta que tiveram dentro do campo, sempre a pressionar, tivemos sempre as linhas altas. Obviamente, quem está confortável no jogo a ganhar, vai ser mais facilmente em contra-ataque nas costas. Não há nada a fazer, faz parte do jogo. No mínimo, podíamos ter saído daqui com um empate”.

Chelsea FC 1-1 Manchester United FC: “Red devils” empatam “blues” em Stamford Bridge

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A CRÓNICA: MUITA PARRA, POUCA UVA

Mais um grande jogo na Liga Inglesa, com o Chelsea FC – primeiro classificado do campeonato – a receber o Manchester United FC – no o décimo posto -, em Stamford Bridge, numa partida referente à 13ª jornada da principal competição em terras de sua Majestade.

Com Ronaldo no banco de suplentes, mas com Bruno Fernandes a titular, o Manchester United viu o Chelsea, favorito à entrada para este encontro, superiorizar-se em toda a linha desde o apito inicial.

Depois de várias tentativas de golo por parte dos caseiros, Rüdiger teve nos pés a melhor oportunidade do encontro até àquele momento, à passagem do minuto 31, mas o seu remate embateu com estrondo na barra da baliza defendida por de Gea. Ainda assim, apesar da melhor prestação dos “blues” no primeiro tempo, o resultado foi para o intervalo com o nulo no marcador.

Na segunda parte, o Chelsea voltou a entrar melhor, mas foi mesmo o Manchester United que abriu o marcador, à passagem do minuto 50, num lance de contra-ataque em que Jorginho facilitou e permitiu que Jadon Sancho ficasse cara-a-cara com Mendy e não perdoasse.

A formação de Londres não tirou o pé do acelerador e, ao minuto 67, conquistou uma grande penalidade, que converteu com sucesso e restaurou a igualdade no marcador. Até ao final, o empate no marcador poderia ter sido desfeito, mas o golo não apareceu para nenhum dos lados, com a igualdade a prevalecer no resultado.

Posto isto, com este resultado, o Chelsea mantém-se na liderança da tabela classificativa, com mais um ponto que o Manchester City, enquanto o Manchester United sobe ao oitavo lugar.

A FIGURA


Hakim Ziyech – O jogador marroquino esteve muito bem neste encontro, sendo um dos motores da formação “blue”, dando muitas dores de cabeça à defesa adversária. A meu ver, o melhor em campo.

O FORA DE JOGO


Bruno Fernandes – O internacional português tem vivido um mau momento de forma nos últimos jogos, com este encontro a não ser exceção. Muito desligado do jogo e da dinâmica da sua equipa, o médio foi, na minha opinião, o elemento menos nesta partida.

ANÁLISE TÁTICA – CHELSEA FC

Os Chelsea Fc apresentou-se em campo num sistema tático de 3-4-2-1. Com o goleador Romelu Lukaku no banco de suplentes, foi Timo Werner quem assumiu a frente de ataque “blue”. Destaque também para a ausência de N’golo Kanté, ausência essa que foi colmatada com a presença de Loftus-Cheek no centro do terreno.

O Chelsea FC foi a melhor equipa em campo, sendo sempre mais perigosa junto da baliza que o adversário, assumindo a posse de bola e um jogo bastante vertical e ofensivo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Mendy (6)

Chalobah (6)

Silva (7)

Rüdiger (7)

James (6)

Loftus-Cheek (6)

Jorginho (7)

Alonso (7)

Ziyech (7)

Hudson-Odoi (6)

Werner (6)

SUBS UTILIZADOS

Mount (6)

Pulisic (6)

Lukaku (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC

Com a recente saída de Ole Gunnar Solskjær, e com Michael Carrick no banco a assumir os destinos do Manchester United FC, o grande destaque recaiu para a presença de Cristiano Ronaldo no banco de suplentes e a aposta em Jadon Sancho no onze titular.

Os “red devils” apresentaram-se num dispositivo tático base em 4-3-1-2 muito defensivo, jogando quase todo o encontro num bloco baixo, numa clara pretensão de dar fazer subir o adversário e tentar surpreendê-lo em contra-ataque. Essa estratégia até deu frutos, permitindo ao Manchester United abrir o marcador dessa forma.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

de Gea (7)

Wan-Bissaka (7)

Lindelöf (6)

Bailly (6)

Telles (6)

McTominay (6)

Matić (6)

Fred (7)

Fernandes (5)

Sancho (7)

Rashford (6)

SUBS UTILIZADOS

Ronaldo (6)

Lingard (6)

van de Beek (6)

Leixões SC 1-2 CD Trofense: Prenda de aniversário leixonense amargurada

A CRÓNICA: PARABÉNS A VOCÊ NESTA DERROTA NADA QUERIDA

Foi dia de festa no Estádio do Mar, dado que consagravam os 114 anos do Leixões SC. Para celebrar, a casa da equipa de Matosinhos foi palco do encontro frente ao CD Trofense. E festa não poderia ter começado melhor para os adeptos leixonenses.

Logo aos quatro minutos, o árbitro Rui Costa apontou para a marca dos onze metros, após falta sobre Sapara dentro da grande área de Rodrigo. O mesmo jogador do Leixões quis dar o presente aos adeptos presentes e converteu o golo inaugural do marcador.

A pressão imposta pela equipa da casa sobre a equipa da Trofa sobrepunha-se no jogo, com os comandados de Francisco Chaló a jogarem, quase no seu pleno, em contra-ataque.

Mas é no erro que se encontram as oportunidades. Achouri, que brilhou no relvado do Mar ao longo da totalidade da primeira parte, rematou em jeito, com o esférico a bater na trave. Quem aproveitou foi Gustavo Furtado que, na recarga, concretizou o golo do empate. Distribuiu a prenda amargurada.

À saída para o intervalo, viam-se duas equipas bastante desgastadas do jogo partido e equilibrado que se viu durante a primeira parte. Precisavam de um ar fresco e esperanças renovadas. A temporização completa nas construções ofensivas do Leixões SC que partiam de Beurnardeau complicavam todo o processo. Do lado do CD Trofense, valia Achouri e as toadas ofensivas que este criava.

Na segunda parte, o jogo fundiu-se com o estado climatérico sentido em Matosinhos: estava frio, muito frio. As ocasiões de golo deixaram de aparecer e a lentidão de processos não ajudava a aquecer.

Ainda mais frio se fez sentir nas bancadas destinadas aos adeptos da casa à passagem dos 69 minutos. Numa disputa de bola com um dos defesas do Leixões SC, Bruno Almeida foi mais rápido e rematou para o golo da reviravolta no marcador. Beurnardeau apenas viu a bola passar por si. Mais um presente algo envenenado para os comandados de José Mota.

No fim, não houve vontade de cantar os já conhecidos “parabéns a você” porque o CD Trofense estragou a festa ao Leixões SC. Tudo terminou num 1-2 favorável à equipa da Trofa, num presente que a armada do Mar não estava, de todo, à espera de receber.

 

A FIGURA

Elias Achouri
Fonte: CD Trofense

Achouri (CD Trofense) – O futebol envolve criatividade e Achouri foi a prova maior disso mesmo ao longo do jogo criado pelo CD Trofense. Esteve envolvido nos lances capitais, que foram poucos, e ainda tentou criar bastantes jogadas de perigo para a equipa forasteira.

 

O FORA DE JOGO

Beunardeau (Leixões SC) – O processo da construção ofensiva começa, praticamente no seu todo, no guarda-redes. Beunardeau pecou, e muito, aqui. Mesmo com desvantagem no marcador, o guardião leixonense demorava bastante tempo a decidir o início da jogada, o que dificultou, na larga maioria das vezes, a construção de jogo do Leixões SC.

 

ANÁLISE TÁTICA – LEIXÕES SC

José Mota montou um 3-4-3 tradicional, mas moldável em 4-3-1-2 aquando dos momentos defensivos, com Sapara a baixar no terreno.

Beunardeau voltou a ser o guardião de serviço, com a linha defensiva já habitual dos leixonenses e os laterais bastante subidos. No miolo do terreno, Nduwarugira comandou as hostes da construção de jogo.

Na frente, Wendell e Oliveira foram os homens no último terço do terreno.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Beunardeau (4)

Léo Bolgado (5)

Sapara (7)

Wendel (5)

Luisinho (6)

Ben Hassan (6)

Christophe Nduwagira (6)

Oliveira (6)

Calasan (6)

João Amorim (6)

Morim (6)

SUBS UTILIZADOS

Luan Santos (6)

Kiki (6)

Jefferson Encada (6)

Thalis (6)

Yuri (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD TROFENSE

Francisco Chaló alinhou a sua equipa num 3-4-3 moldável em 5-3-2 nas transições defensivas.

Rodrigo permaneceu entre os postes da baliza da equipa da Trofa e a linha defensiva foi composta por Daniel Liberal e Simão Martins nas laterais, enquanto Mutsinzi e João Paulo se mantiveram na zona central.

No meio do terreno, Matheus, Tiago André e Vasco Rocha controlaram a zona, com Gustavo Fernando a fazer a ligação de jogo para Achouri e Bruno Almeida.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rodrigo (5)

Mutsinzi (6)

Bruno Almeida (6)

Daniel Liberal (6)

Simão Martins (6)

Achouri (7)

Gustavo Furtado (6)

Matheus (6)

Vasco Rocha (6)

João Paulo (6)

Tiago André (6)

SUBS UTILIZADOS

Keffel (5)

Andrézinho (5)

João Faria (5)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Leixões SC

BnR: Foi um jogo difícil, principalmente no que toca às decisões no último terço. O que faltou para conseguir concretizar?

José Mota: Não é por aí que quero começar. Quero pedir desculpa aos nossos adeptos. Aos nossos sócios. Hoje era um dia especial e falámos muito disto durante toda a semana. Hoje era um dia em que o Leixões SC celebra 11 anos da sua história. Tínhamos uma missão a cumprir e falhámos. Eu errei. Eu assumo que errei. Mas, cá dentro, toda a gente que trabalha por este clube tem de sentir o peso da derrota. Nós somos o expoente máximo do clube, os holofotes estão em cima de nós e falhámos. Peço desculpa de trazer este nome à conversa, mas, também hoje, faz um ano que o nosso amigo Vítor Oliveira faleceu. Como grande matosinhense, também tínhamos de ter vencido por ele. Não o fizemos. Posso dizer que este foi o pior jogo do Leixões SC desde que cá estou. Peço desculpa aos adeptos e aos sócios e a todos os matosinhenses.

 

CD Trofense

BnR: Começou o jogo a perder nos minutos iniciais, mas conseguiu mesmo dar a volta. A nível tático, sente que a equipa tem aspetos a melhorar?

Francisco Chaló: Hoje não sou eu que vou falar. Cheguei há pouco tempo e não sou eu que tenho de falar. Estão aqui o team manager e o Vasco Rocha. Essa pergunta é para eles, que até é uma pergunta interessante.

Vasco Rocha: Temos sempre coisas a melhorar. O mister chegou agora, ainda está a implementar as suas ideias e nós a assimilá-las. É normal que tenhamos de trabalhar muito e temos de evoluir no sistema tático, nas movimentações e por aí.

Rockets a caminho do pior recorde da história? | NBA

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Na temporada 2011-12, estabelecia-se um dos recordes menos desejados na história da NBA.

Os Charlotte Bobcats terminaram em último lugar da NBA, com sete vitórias e 59 derrotas. A franquia, cujo dono é Michael Jordan, terminou com uma percentagem de vitórias de 10.6% (0.106).

O treinador, Paul Silas, campeão três vezes pelos Celtics enquanto jogador, teve a sua última experiência como treinador principal de qualquer franquia na NBA, tendo chegado duas vezes às meias-finais da conferência Este com os Charlotte Hornets em 2000/01 e 2001/02.

O seu filho, Stephen Silas, que trabalhava como treinador assistente desde 2000 até 2020 (trabalhou até com o pai nesse período), comanda agora a equipa dos Houston Rockets. Chegou, tendo que lidar com a saída de James Harden e Russell Westbrook, entrando assim em modo de reconstrução, no modo que não era suposto encontrar quando chegou à equipa.

Na sua primeira temporada, teve de lidar com a perda do seu franchise player Christian Wood durante uma série de jogos, o que levou aos Rockets perderem 20 jogos consecutivos.

Até então, vinham com um record positivo (11-10) e o trio WOW (Wall, Oladipo e Wood) comandava a franquia, rumo ao play-in. Após a série de 20 jogos a perder, surgiram peças como Kevin Porter Jr, KJ Martin e até Armoni Brooks no final da temporada.

Nesta segunda temporada de Silas, o principal objetivo dos Rockets é desenvolver as peças jovens da franquia. No entanto, o caminho tem sido bastante sinuoso.

Até à presente data, os Houston Rockets já tiveram outra série enorme sem vencer, desta vez foram 15 jogos. Stephen Silas continuou por cometer os mesmos problemas do ano passado, principalmente nas rotações da equipa.

Os jovens não estão a ser desenvolvidos como esperado, principalmente Kevin Porter Jr e Jalen Green. A dupla do backcourt não tem funcionado como o esperado, tem cometido demasiadas perdas de bola e a eficiência não tem sido melhor. Mas vamos por partes:

Kevin Porter Jr começou por jogar como base na última temporada, tendo tido um jogo com 50 pontos e 11 assistências, frente aos Milwaukee Bucks. O treinador e o próprio Porter Jr cometeram um erro grave. Assumiram o rótulo de point guard, o que pressionou Kevin Porter Jr a assumir mais o estilo de Chris Paul e não James Harden.

Teve performances um pouco dececionantes, até à sua lesão frente aos Golden State Warriors. A partir desse jogo, jogou condicionado até ao jogo com os Grizzlies. Nos últimos jogos tem assumido mais uma postura de marcador de pontos, enquanto base, do que de passador – como é Chris Paul, por exemplo.

Quanto a Jalen Green, apesar do enorme jogo que fez frente aos Boston Celtics – acabou com 30 pontos, oito triplos, quatro ressaltos e três assistências – não tem tido a melhor das épocas de rookie. No entanto, tem estado muito tempo só no canto, sem se envolver muito no ataque da franquia do Texas.

Mesmo em maus jogos, não é chamado para jogar o garbage time, onde poderia jogar o seu jogo sem tanta pressão e acaba por não se envolver tanto no ataque da equipa, a decidir por onde jogar. A “decepção”, que tem sido este início de época de Jalen Green, deve-se um pouco a Stephen Silas.

De qualquer das formas, existem duas versões destes Rockets. Uma é quando Daniel Theis está presente em quadra, a outra é quando não está.

Quando joga, Christian Wood tem tido muitas dificuldades como extremo-poste, não consegue jogar pick-and-roll­ com o base, não tem estado tão envolvido na ofensiva do Texas. Cumulativamente, a nível mental não tem estado no seu melhor e o seu início de época tem sido penoso.

Foto de capa: Houston Rockets

FC Porto x Vitória SC: Amigos nos negócios, inimigos em campo

ANTEVISÃO: Foco Interno

O campeonato está de volta e desta vez o FC Porto terá pela frente o inconstante Vitória SC, que vai ao Dragão pela primeira vez sob o comando de Pepa, o treinador sensação da época passada.

OS DRAGÕES RECEBEM UM VITÓRIA SC MOTIVADO E A DEFESA DO FC PORTO NÃO ESTÁ NA MELHOR FORMA. IREMOS TER AMBAS AS EQUIPAS A MARCAR? APOSTA COM A BWIN!

Deste modo, os dragões procurarão dar seguimento ao bom momento que vivem na liga doméstica antes das paragem para os compromissos internacionais, estando atualmente, à condição, dois pontos atrás do SL Benfica que já garantiu os três pontos, com a possibilidade de permanecer na liderança partilhada com o Sporting CP caso ambos emblemas vencem.

Por outro lado, temos uns “conquistadores” que pecam pela irregularidade, pois ainda não sedimentaram bem o seu reino no campeonato, estando em lutas constantes com os seus inimigos mais próximos.

Fora isso, pelo menos, no que toca ao treinador, o condado de Vitória parece ter estabilizado, não havendo grandes sobressaltos à estadia de Pepa, como aconteceu com os seus antecessores.

Apesar disso, um FC Porto vs Vitória SC nunca deixa de ser um encontro interessante, sendo que os azuis e brancos quererão continuar na sua senda de vitórias internas, enquanto os vimaranenses não querem perder mais terreno de batalha para a guerra do 4º lugar.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Será um jogo de reencontros, já que André André, Rafa Soares, Quaresma e Jorge Fernandes voltarão a um terreno que lhes diz muito;
  2. O FC Porto procura a sua 7.ª vitória consecutiva do campeonato;
  3. Fábio Cardoso, ao que tudo indica, poderá fazer a sua estreia na liga portuguesa, com a camisola do FC Porto;
  4. Pepe e Marcano serão baixas certas para o encontro do lado dos azuis e brancos, enquanto Estupiñan e Borevkovic falharão do lado vitoriano;
  5. O Vitória SC surpreendeu em 2018 no Dragão, tendo vencido o encontro por 2-3;
  6. De acordo com as estatísticas, esta poderá ser a 113.ª vitória dos azuis e brancos frente aos vimaranenses;
  7. Pepa foi o último treinador, na liga portuguesa, que derrotou o FC Porto, ao serviço do FC Paços de Ferreira;
  8. Já aconteceram 547 golos em desafios entre ambas as formações, o futebol espetáculo no seu melhor;
  9. Bi-bota é o jogador que já marcou mais golos em encontros que opunham as duas equipas, ou seja, registou 15 golos;
  10. O árbitro da partida será Luís Godinho;

JOGADORES A TER EM CONTA

Vitinha FC Porto Vitória SC
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Vitinha (FC porto) – Chegou a hora de Vitinha. O médio criativo, apesar de não ser um titular indiscutível, tem tido os seus momentos no meio campo azul e branco e é tão clarividente como a água, que quando tem a bola nos seus pés, a bola sai sempre a sorrir.

É impossível não admirar a sua capacidade técnica, o seu drible curto, a sua qualidade de posse e ainda para mais a sua visão de jogo. De facto, para quem gosta de futebol bonito, é imperdoável não ter este jogador debaixo da sua agenda, pois traz ao jogo aquele toque de romantismo e de saber jogar bem que todo o adepto que gosta de futebol, aprecia.

Neste sentido, não é só pelos seus pés bonitos que Vitinha merece esta distinção, mas sim porque em partidas que o FC Porto vai ter mais domínio, ou seja, contra formações mais defensivas, todas as qualidades mencionadas a este prodígio poderão ser bastante úteis na abertura de espaços para finalização.

Porque para ter o domínio do jogo não basta saber correr, mais importante ainda será o que fazer com a bola e como segurar o esférico, que diga Pirlo.

FC Porto Vitória SC Tomás Handel
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Tomás Handel (Vitória SC) – A sua titularidade não é provável, mas hoje decidi destacar os bons valores que a liga portuguesa tem e de facto este menino da formação do Vitória é um deles.

Aposta de início de época de Pepa, o jovem jogador tem uma qualidade que não engana e que será uma das jóias da coroa que fará sorrir os cofres do Vitória num futuro próximo. Elegante a jogar e com uma boa estampa física, Handel faz-se notar em qualquer meio-campo onde atue e caso Pepa privilegie o bom futebol, Tomás terá de estar nas opções.

Algo que certamente os adeptos vitorianos agradecerão, pois o seu potencial está à vista de todos e até a Itália já chegou, pois recentemente viu o seu nome conectado ao gigante AC Milan. Por isso Handel, eu escolho-te a ti.

XI’S PROVÁVEIS

FC Porto: Diogo Costa, João Mário, Mbemba, Fábio Cardoso, Wendell, Uribe, Vitinha, Otávio, Luis Díaz, Taremi e Evanilson

Treinador: Sérgio Conceição

“O Vitória é sempre muito difícil de defrontar e apresenta boas individualidades e bons treinadores. Uns anos mais, outros menos, é uma equipa competitiva e exige muito aos adversários que façam bons jogos para ganhar. É dentro desse registo que os esperamos”

Vitória SC: Bruno Varela, Sacko, Mumin, André Amaro, Rafa Soares, Tomás Handel, André André, André Almeida, Marcus Edwards, Rochinha e Bruno Duarte

Treinador: Pepa

“Não há palco melhor. Gostamos desse tipo de desafios. Mais do que ter muita personalidade, temos de ter muita inteligência para conseguirmos os três pontos. Vai ser um jogo muito intenso, disputado, em que a dificuldade vai ser extrema. Só o melhor Vitória é que pode conseguir algo”

PREVISÃO DE RESULTADO: FC PORTO 3-1 VITÓRIA SC

Lei do Mercado #7: Especial FC Barcelona

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Lei do mercado, PODCAST do bola na rede

LEI DO MERCADO, AS ÚLTIMAS DOS RUMORES E MOVIMENTAÇÕES!

As últimas transferências e rumores de quem entra e de quem sai estão todas num só sítio: na Lei do Mercado.

Todas as semanas, o nosso comentador e especialista em análise do mercado de transferências, Luís Pinto Coelho, deixa-te com os principais rumores e confirmações das movimentações a nível nacional e internacional.

Nesta semana da “Lei do Mercado” focamos atenções apenas num só clube: o FC Barcelona. O futuro do clube, as possíveis entradas e saídas, no fundo uma análise completa à equipa catalã, que agora é comandada por Xavi Hernández.

Fica com a sétima edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.

Para veres todos os podcasts do Bola na Rede, clicar aqui.

7.º PROGRAMA – LEI DO MERCADO

Sporting CP x CD Tondela: Leões querem deslocar-se à Luz na frente do campeonato

Primeira Liga: Domingo, 18:00, 28 de novembro de 2021

ANTEVISÃO: LEÕES PRECISAM DE VENCER PARA PROLONGAR O BOM MOMENTO

Depois de garantirem a presença nos oitavos de final da Liga dos Campeões pela segunda vez na história do clube, os leões recebem agora o CD Tondela para a 12ª jornada do campeonato. A mudança de chip não tem sido um problema e Amorim espera que assim continue.

ACHAS QUE O SPORTING VAI CONTINUA NO CAMINHO DAS VITÓRIAS? APOSTA JÁ COM A BWIN

Na passada quarta-feira o Sporting CP venceu o Borussia Dortmund por três bolas a uma no lotado estádio de Alvalade e garantiu o passaporte para a fase a eliminar da liga milionária. Rúben Amorim vai provando ter sido a escolha certa. Foi com o treinador português que os verdes e brancos alcançaram o tão desejado campeonato que não venciam desde 2002. E agora, passados 13 anos e apenas pela segunda vez estão nos oitavos de final da melhor competição de clubes do mundo.

Estão em segundo lugar no campeonato com os mesmos pontos do primeiro e ainda estão em todas as competições possíveis. Estão no melhor momento da época, momento esse que tem vindo a ser alargado e que conta com dez jogos a ganhar.

O Tondela vem de duas vitórias consecutivas. O último encontro foi a contar para a Taça de Portugal no qual venceu o Leixões SC por 3-1, mantendo-se vivo na competição. No último jogo para a liga bateu o CS Marítimo por quatro bolas a duas. Ambas as vitórias foram conseguidas no seu reduto.

Fora de casa os tondelenses registam uma vitória em cinco jogos, tendo três das derrotas sido contra o SL Benfica, FC Porto e SC Braga. Estes dados não são animadores para a formação de Pako Ayestarán. O treinador espanhol que está infetado com Covid-19 assim como três jogadores. Mas mesmo não estando na máxima força vêm a Alvalade à procura de mostrar “a sua melhor versão” como disse o treinador adjunto da equipa Joshe Viela.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Rúben Amorim, como treinador, nunca perdeu contra o Tondela. Ao serviço do Braga SC venceu o único jogo que disputou. Ao comando dos leões, em três jogos leva três vitórias;
  2. Das seis vezes que o Sporting recebeu o Tondela para o campeonato venceu 3. Os tondelenses nunca ganharam em Alvalade;
  3. No total de confrontos (12) o Sporting CP soma 22 golos marcados. O Tondela leva 10 tiros certeiros
  4. A vitória mais expressiva dos leões em casa foi um 4-0 na época passada
  5. O maior triunfo do Tondela frente ao Sporting foi um 2-1 na temporada 2018/2019;
  6. Os resultados mais comuns em casa dos leões entre estas duas equipas, a contar para a primeira liga, são o 1-1 o 2-0 a favor dos leões;
  7. O jogador dos verdes e brancos com mais golos apontados ao Tondela é Bas Dost com cinco tiros certeiros em cinco jogos;
  8. Do lado dos tondelenses, Tomané foi quem mais vezes fez as redes leoninas balançar (dois golos em quatro jogos);
  9. Dos jogadores que compõem os plantéis das equipas atualmente, Pedro Gonçalves é o jogador com mais golos apontados (2 em 2 jogos);
  10. Do lado do Paços, Jhon Murillo leva dois golos em oito jogos.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pedro Gonçalves (Sporting CP) – Mesmo tendo estado afastado dos relvados continua a ser o melhor marcador do Sporting no campeonato. Além disso está de pé quente. Marca há quatro jogos, tendo em três bisado, dois deles para a Liga dos Campeões. A defensiva do Tondela vai ter de estar muito atenta.

 

Fonte: CD Tondela

João Pedro (CD Tondela) – O meio-campista do Tondela é o melhor marcador da equipa no campeonato com cinco golos, tendo três deles sido feitos na jornada passada contra o Marítimo. O médio de 28 anos esteve em destaque com o hat-trick e vai levar a formação de Amorim a estar de olhos postos no que pode fazer em Alvalade onde a motivação é maior.

 

XI’S PROVÁVEIS

Sporting CP (3-4-3): Adán; Neto, Coates, Inácio; Ricardo Esgaio, Palhinha, Matheus Nunes, Matheus Reis; Pedro Gonçalves, Paulinho e Nuno Santos.

Treinador: Rúben Amorim

“Confio em todos e quem não estiver bem com o Tondela não vai jogar com o Benfica. Essa é a maior motivação que podem ter. Volto a dizer, basta um empate e podemos estragar tudo o que construímos nos últimos meses, portanto, temos de ganhar”

CD Tondela (4-3-3): Pedro Trigueira; Khacef, Manu, Sagnan, Tiago Almeida; Iker Undabarrena, João Pedro, Pedro Augusto; Daniel Dos Anjos, Renat Dadashov, Jhon Murillo.

Treinador-adjunto: Joshe Viela

“Devemos estar confiantes nas nossas possibilidades e nas nossas capacidades, evidentemente que temos pontos fortes e também temos algumas debilidades e é isso que trataremos de mostrar, a nossa melhor versão, tanto no ataque como na defesa”.

 

PREVISÃO DE RESULTADO: SPORTING CP 3-0 CD TONDELA

Chelsea FC x Manchester United FC | “Red Devils” vão ter pela frente uns “Super Blues”

Liga Inglesa, Jornada 13: domingo, 16h30, 28 de novembro de 2021

ANTEVISÃO: TIRAR A PROVA DOS NOVE

Na entrada para este clássico inglês, as equipas estão separadas por 12 pontos. O Chelsea FC continua a sua caminhada no primeiro posto com 29 pontos, enquanto o Manchester United FC se encontra na oitava posição com 17 pontos.

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Face a estas características pontuais a partida assume muita maior importância para os Red Devils, uma vez que, podem quase abandonar as esperanças pelo título em caso de derrota e ficar a nove pontos do lugar de acesso à Liga dos Campeões, apesar de o campeonato ainda nem ir a meio.

Será uma partida para tirar a prova dos nove, perceber se o Chelsea FC está assim tão forte, como demonstrou, por exemplo, o Manchester City FC contra este mesmo “United”, e se a turma de Ronaldo, Bruno e Dalot consegue dar uma resposta aos últimos resultados ou continua com as suas pobres ideias de jogo.

A pressão vai estar do lado dos Red Devils, a necessidade maior de pontuar, também, e a iniciativa de jogo também deveria estar, mas não me parece que vá acontecer. A equipa orientada, pontualmente, por Carrick vai ter muitas dificuldades para ameaçar a baliza de Mendy, vai ter que ser muito eficaz tanto a atacar como a defender.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. No campeonato, o Chelsea FC tem uma média de 0,33 golos sofridos por jogo e 2,5 marcados.
  2. O Manchester United FC, na Liga Inglesa, tem uma média de 1,75 golo sofridos por jogo e 1,67 marcados.
  3. Em todas as competições, nos últimos dez jogos, os blues venceram oito e empataram dois.
  4. Nas últimas dez partidas, em todas as competições, os Red Devils perderam cinco,venceram quatro e empataram um.
  5. Nos seis jogos em casa, para o campeonato, o Chelsea FC venceu quatro, empatou um e perdeu um
  6. Nas seis partidas para Liga Inglesa, fora de portas, o Manchester United FC ganhou três, perdeu dois e empatou um.
  7. Nos últimos cinco encontros entre os dois emblemas, dois empates, duas vitórias para os Red Devils e uma para os Blues.
  8. Entre os dois conjuntos, nos últimos cinco jogos, houve uma média de 1,8 golos por jogo.
  9. Tuchel nunca venceu o Manchester United FC. Em cinco partidas, perdeu quatro e empatou uma.
  10. Em todas as competições, o Chelsea FC leva 11 jogos consecutivos a marcar.

JOGADORES A TER EM CONTA

Reece James (Chelsea FC) – Um defesa que mete inveja a qualquer avançado. Reece James é, neste momento, o melhor marcador dos Blues com cinco golos e ainda tem cinco assistências em 14 jogos.

Nas últimas cinco partidas marcou três golos e fez duas assistências. Com o pé quente, e com o lado esquerdo da defesa do Manchester United FC aos papéis, especialmente com Shaw, o jogador de 21 anos pode ser um inusitado destaque do jogo.

 

Bruno Fernandes (Manchester United FC) – Podia destacar Ronaldo, mas era mais que óbvio. Bruno Fernandes não tem tido, por vezes, o destaque que merecia. É o jogador com mais chances criadas tanto na Liga Inglesa como na Liga dos Campeões.

A juntar a esses dados, esta temporada leva quatro golos e nove assistências nos 18 jogos pelos Red Devils, esta temporada. Nas últimas dez partidas tem 8 assistências.

 

XI’S PROVÁVEIS

Chelsea FC: Mendy, Rudiger, Thiago Silva, Chalobah, Reece James, Kanté, Mount, Jorginho, Chilwell, Hudson-Odoi, Lukaku

Treinador: Thomas Tuchel

“A qualidade destes jogadores e a mentalidade deste clube são uma ótima combinação para estarmos na forma em que estamos.”

 

Manchester United FC: David de Gea, Wan-Bissaka, Lindelof, Bailly, Shaw, Scott McTominay, Matic, Bruno Fernandes, Rashford, Sancho, Cristiano Ronaldo

Treinador: Michael Carrick

“É sempre um grande desafio jogar contra uma equipa que está em alta e cheia de confiança. Estamos preparados e vamos testar os nossos limites.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: CHELSEA FC 2-1 MANCHESTER UNITED FC

SE Palmeiras 2-1 CR Flamengo: Abel “Verdão” é bicampeão e à terceira também é português

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A CRÓNICA: CR FLAMENGO SEM IDEIAS ESTENDE A PASSADEIRA VERMELHA AO SE PALMEIRAS

A Europa atravessava hoje mais uma noite de inverno tranquila, sem grandes euforias.

Do outro lado do Atlântico, a bola iria rolar em Montevideo, no grandioso Estádio Centenário, inaugurado em 1930.

Em jogo, nada mais nada menos do que vitória na 62ª edição da maior competição de clubes do continente americano.

Frente a frente, estilo western a levantar poeira, ao som do samba, encontravam-se pela segunda vez consecutiva duas equipas brasileiras.

De um lado, o segundo classificado no Brasileirão que não perdia há nove partidas, do outro lado, o conjunto de Abel Ferreira, terceiro classificado e há quatro jogos sem vencer.

O Flamengo partia como (ligeiramente) favorito, mas Abel já havia provado possuir uma frieza muito eficaz em competições do “mata-mata”, como aliás se voltaria a verificar hoje.

A turma do professor português deu o pontapé de saída, focada em pressionar alto e evitar a todo o custo a construção de jogo por parte do Flamengo. Ao mesmo tempo, e sempre que possível, arrancava rapidamente para o ataque de forma a tentar surpreender.

A bola estava muito disputada nos primeiros minutos do jogo, com o Flamengo a dominar ligeiramente a posse, sem que isso afetasse a maior concentração e organização dos paulistas.

A estratégia de Abel, focada em processos simples, daria frutos logo aos seis minutos de jogo. Gómez descobre Mayke através de abertura em profundidade e este, do lado direito, percebe que Veiga vem lançado de trás e oferece-lhe de bandeja o primeiro golo da final brasileira.

Depois disto, muito pouco se passou, e a primeira parte mais pareceu um nó muito bem amarrado.

Por um lado, a reação ao golo de uma equipa de cariz tão ofensivo não era a esperada e os homens de Renato Gaúcho jogavam, literalmente, a passo de caracol. A posse continuaria elevada, mas principalmente no seu próprio meio campo e sem qualquer objetividade.

Por outro lado, o golo madrugador favoreceu a estratégia do português, que se limitou a pedir à sua equipa para ficar na expectativa e manter o bloco baixo e coeso.

Gabigol teria uma única real oportunidade já quase no desfecho da cortina da primeira parte. Após cruzamento de Arrascaeta, Bruno Henrique à esquerda amortece de cabeça e Gabigol, já dentro da pequena área e frente ao guarda-redes, falha redondamente e acaba por ditar a maior parte do futuro das suas tentativas.

A segunda metade traria mais emoção para os adeptos e mais trabalho para os “goleiros”, graças a uma atitude mais convincente por parte do Flamengo.

Pela sua parte, Gabigol era efetivamente o homem que demonstrava mais frustração por não conseguir mudar o rumo dos acontecimentos.

Aos 49 minutos, depois de correr praticamente sozinho desde o meio campo, vê-se de novo cara a cara com Wéverton, mas é Luan que salva a situação com um carrinho in extremis.

O canto traria também bastante perigo, uma vez mais protagonizado pelo ponta-de-lança que, sozinho ao segundo poste, falha a bola por milímetros. Não dava para acreditar.

Do outro lado da barricada, aos 53’, Rony arrancaria um forte remate à entrada da área, dando oportunidade de brilhar a Diego Alves. O SE Palmeiras não voltaria a criar uma situação tão perigosa até ao final dos 90 minutos.

Logo a seguir, continuariam as investidas do Flamengo e David Luiz aparece sozinho após marcação de livre, com Wéverton a provar que também é capaz de defesas vistosas: com reflexos felinos, nega aquilo que era golo certo e dá uma patada na bola para canto.

Aos 60’, mais uma grande oportunidade, mas realmente parecia que não estava destinado. À entrada da pequena área, Bruno Henrique remataria de cabeça para deixar Wéverton completamente paralisado… e a bola passaria a poucos centímetros do poste.

O tão desejado golo chegaria ao minuto 72’, em jogada rápida pelo lado esquerdo que seria finalizada pelo homem que mais vezes tentou: Gabigol!

O Flamengo continuaria na mesma onda endiabrada durante o prolongamento, mas Andreas Pereira acabaria por ditar o resultado, com um erro crasso, quando sem qualquer tipo de pressão tenta devolver a Diego Alves, falhando a bola de forma tosca e acabando por oferecê-la ao recém-entrado Deyverson que, à frente da baliza, não perdoou.

Ainda que partisse com algum favoritismo, pela maior quantidade e diversidade de soluções do seu plantel, o Flamengo não conseguiu satisfazer o previsto e criar ideias suficientes para contrariar a organização do “Verdão”.

O professor voltou a ensinar ao SE Palmeiras o caminho até à vitória na Libertadores, que conquista a taça pela terceira vez na sua história, e assim, ao ganhar pela segunda vez consecutiva, Abel volta a confirmar com classe o destaque que os treinadores portugueses têm tido no país irmão.

 

A FIGURA

Raphael Veiga – Naquilo que foi uma partida lenta e com pouco sal, principalmente durante a primeira parte, o golo ao minuto 12’ permitiria ao SE Palmeiras seguir a seu belo prazer o plano minuciosamente traçado por Abel Ferreira, durante a maior parte da partida.

Não só por isso, o médio foi dos membros mais ativos na frente de ataque, tentando sempre entregar a bola ao companheiro mais avançado, Rony, ou arriscando remates fortes à entrada da área.

 

O FORA DE JOGO

Andreas Pereira – Do lado do derrotado, Bruno Henrique esteve uns bons furos aquém do, dinamizando muito pouco o flanco esquerdo do ataque.

Ainda assim, sem sequer fazer uma má partida, Andreas Pereira seria o grande responsável pela derrota do Palmeiras, e tudo graças a dois ou três segundos dos 120 minutos jogados.

Um erro daqueles, numa final destas, simplesmente não pode acontecer.

 

ANÁLISE TÁTICA – SE PALMEIRAS

O conjunto de São Paulo apresentou-se em 4-1-4-1, com uma defesa composta por Wéverton na baliza, Piquerez à esquerda, Mayke à direita, e os dois “zagueiros”, Luan e Gustavo Gómez.

Mais à frente, a organização dependia naturalmente do momento do jogo. Quando em transição ofensiva, Danilo ficava mais atrás como médio defensivo, enquanto que Zé Rafael se juntava a Raphael Veiga mais à frente.

A completar a linha atacante do SE Palmeiras estavam Scarpa e Dudu, nas alas, e Rony mais à frente.

Em momentos defensivos, Zé Rafael recuava para auxiliar Danilo no papel de trinco e o “Verdão” passava assim a funcionar em 4-2-3-1.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Wéverton (7)

Piquerez (7)

Luan (7)

Gustavo Gómez (7)

Mayke (8)

Danilo (7)

Zé Rafael (7)

Raphael Veiga (8)

Dudu (7)

Gustavo Scarpa (6)

Rony (7)

SUBS UTILIZADOS

De Paula Carreiro (6)

Wesley Silva (6)

Danilo (6)

Deyverson (7)

Gabriel Menino (6)

Felipe Melo (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CR FLAMENGO

Renato Gaúcho apresentou-se em Montevideo com o seu conjunto mais forte e com o 4-2-3-1 que lhe é característico.

Diego Alves na baliza, Filipe Luís à esquerda e Isla à direita faziam companhia aos homens do eixo central, Caio e David Luiz.

Ao meio, Andreas Pereira e Arão eram os trincos de serviço. Mais à frente, Bruno Henrique ocupava o flanco esquerdo, Arrascaeta ameaçava pelo meio e Éverton Ribeiro corria pelo lado direito.

Como ponta-de-lança, o suspeito do costume: Gabigol.

Apesar das várias tentativas de Gabigol e do dinamismo de Arrascaeta na frente de ataque, o Flamengo não foi tão perigoso quanto todos esperariam que fosse, manifestando muita dificuldade em criar soluções para furar as linhas do SE Palmeiras.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diego Alves (7)

Filipe Luís (6)

Rodrigo Caio (6)

David Luiz (7)

Isla (6)

Willian Arão (7)

Andreas Pereira (7)

Bruno Henrique (6)

De Arrascaeta (8)

Éverton Ribeiro (7)

Gabigol (7)

SUBS UTILIZADOS

Renê (7)

Michael (6)

Matheuzinho (7)

Kenedy (7)

Vitinho (-)

Pedro (-)

Belenenses SAD 0-7 SL Benfica: O terror foi tanto que o filme ficou a meio

A CRÓNICA: ESTE TEXTO NÃO É SOBRE FUTEBOL

Os jogadores do SL Benfica fazem os normais exercícios de aquecimento. A folha de jogo com os onzes oficiais é lançada pela Liga Portugal mais tarde do que o habitual. As primeiras camisolas azuis sobem ao relvado. Uma é erguida por Álvaro Ramalho, a outra por João Monteiro. Ambos são guarda-redes, mas só um vai estar entre os postes. O eleito é Álvaro. João, à moda da peladinha de final de época, adianta-se para se mostrar como um dos homens de ataque.

Só a vinte minutos do apito inicial, a restante equipa do Belenenses SAD pisa o relvado. Não há os habituais cones espalhados pelo campo nem técnicos a dar instruções. Ainda assim, à entrada no palco do jogo, os audazes resistentes são aplaudidos pelos adeptos.

À hora do início da partida, as equipas perfilam-se no centro do relvado. A linha que o Benfica forma tem o comprimento de onze jogadores, a do Belenenses SAD de nove.

Foi dentro deste cenário que o Belenenses SAD x SL Benfica, que esteve para não acontecer devido ao surto de Covid-19 que assolou a equipa azul, se disputou. No meio de toda a indecisão, a partida foi para a frente sem a magia da competitividade e sem duas equipas capazes de lutar pelo resultado.

Antes do intervalo, o resultado era de 7-0 a favor das águias. Darwin completou um hat-trick, Seferovic bisou, Weigl fez o melhor golo do jogo através de um remate de fora da área e Kau introduziu a bola na própria baliza.

O intervalo durou mais do que o habitual. A demora fez alguns adeptos ensaiarem a saída do estádio, que estava prevista para mais tarde. Regressaram aos seus lugares quando os azuis voltaram ao relvado. No entanto, subiram apenas sete jogadores do Belenenses SAD. O toque de saída é dado e a bola chega aos pés de João Monteiro que a arremessa pela linha lateral e se senta no chão. É chamada assistência médica. Os jogadores reúnem-se e conferenciam durante breves minutos. Nas bancadas, protestava-se contra a Liga. Com menos de sete não se joga e Manuel Mota apita para o fim de um jogo que nunca o chegou a ser.

 

ANÁLISE TÁTICA

Por questões editoriais, o Bola na Rede recusa-se a fazer uma análise tática deste encontro.

 

BNR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

BELENENSES SAD

Rui Pedro Soares: Não há ninguém que tenha mais dignidade do que os nove jogadores que aqui estiveram hoje.

Às 19:13 temos o lote final de jogadores que podiam ir a jogo. Passamos a ter nove jogadores aptos. Às 19:13 pedimos também ao Benfica para não jogar.

A meio da tarde comunicámos à Liga que não tínhamos condições de ir a jogo.

Não há regulamento nem calendário que justifique a vergonha que aqui se passou.

A minha mágoa é em relação ao futebol português.

 

SL BENFICA

Rui Costa: Queria lamentar o que aconteceu hoje.

O Benfica simplesmente cumpriu o regulamento.

Em nenhuma circunstância o Benfica é responsável por esta página negra.

Não permitiria que o futebol português passasse por uma página destas se eu tivesse condições para adiar o jogo.

Não podemos deixar de parte os riscos que corremos hoje em campo.

Faço um extraordinário aplauso aos nove elementos do Belenenses SAD.

Os dois clubes foram obrigados a ir para dentro do campo.

 

Artigo da opinião de Francisco Grácio Martins e João Castro.