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PSV Eindhoven 0-0 SL Benfica: Águia viu-se grega, mas garante a fase de grupos

A CRÓNICA: DEUS ODYSSEAS GARANTE MILHÕES NA LUZ

Noite de emoções fortes no Philips Stadion, que protagonizou o palco ideal para o duelo escaldante entre PSV Eindhoven e SL Benfica, que culminou na passagem das águias para a fase de grupos da UEFA Champions League.

O expectável 3-4-3 de Jorge Jesus deu lugar a um 3-5-2, com a entrada de Taarabt para o lugar que vinha a ser de Pizzi. Com esta mudança tática, os encarnados tinham a ideia de controlar o tridente de médios Sangaré, Van Ginkel e Götze.

A estratégia estava a resultar. Os neerlandeses não conseguiam pautar o jogo como haviam feito na primeira mão, sendo que as águias estavam confortáveis no seu terço defensivo.

Assistia-se a um jogo muito bem disputado, com o metro quadrado a ser muito caro, tal como é de esperar num jogo de Champions. O primeiro remate enquadrado com uma das balizas apareceria apenas aos 23′, quando Max apareceu no bico esquerdo da águia encarnada e rematou para encaixe fácil de Odysseas.

A resposta encarnada apareceria quatro minutos mais tarde. Após slalom Taarabt no miolo, este encontrou Grimaldo. Após uns ressaltos, o espanhol endossou o esférico a Rafa, que rematou por cima da barra da baliza de Drommel, após um corte fulcral de André Ramalho.

Cinco minutos depois, e numa fase da partida em que as equipas se estavam a adiantar mais no terreno, eis que acontece o impensável. Lucas Veríssimo, em apenas 32 minutos de jogo, é expulso, deixando as águias com menos uma unidade. O número 4 das águias saltou com o cotovelo aberto, tendo sido admoestado com o segundo amarelo.

A partir daí, o controlo do jogo passou para o lado dos neerlandeses, que se instalaram por completo no meio campo encarnado. Até ao intervalo, somaram-se duas oportunidades de golo flagrantes para o PSV Eindhoven, ambas a partirem dos pés de Madueke.

Aos 34′, o extremo inglês corta para dentro e remata colocado ao ângulo direito de Odysseas. Sete minutos depois, após combinação com Zahavi, o jovem, de 19 anos, aparece na cara do grego que, com a perna direita, nega o golo que colocaria a equipa de Eindhoven em igualdade na eliminatória.

A segunda parte foi o massacre total. O SL Benfica estava recolhido em 30 metros, totalmente expectante por aquilo que o PSV Eindhoven ia – ou, neste caso, não conseguia – fazer. Nota para a disciplina defensiva demonstrada pelos homens da linha mais recuada das águias – com especial enfoque para Vlachodimos -, que iam conseguindo suster os ímpetos ofensivos dos comandados de Roger Schmidt.

De resto, destacar as duas oportunidades de golo flagrantes que colocariam, sem dúvida alguma, o PSV Eindhoven na fase de grupos. A primeira aos 60′, onde Zahavi, de baliza aberta, acerta no travessão de Vlachodimos, para frustração dos mais de 23 mil neerlandeses na bancada.

A outra oportunidade apareceu aos 84′, novamente com o guardião grego em grande destaque. Vertessen apareceu isolado nas costas de Grimaldo, rematou forte para o ângulo inferior direito de Odysseas que, não agarrando o esférico, defendeu, novamente, a recarga do ponta de lança belga.

Ajusta-se o resultado face às incidências do encontro, onde a expulsão de Veríssimo ditou a supremacia neerlandesa, mas a mesma não passou a muralha da Luz. Que venha a fase de grupos!

 

A FIGURA

Odysseas Vlachodimos foi um gigante na baliza do SL Benfica
Odysseas Vlachodimos foi um gigante na baliza do SL Benfica.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Odysseas Vlachodimos – Imperial. É, para mim, esta a palavra que define a exibição de Vlachodimos, hoje, na Philips Stadion. No total, foram oito defesas protagonizadas pelo grego, que garantiram ao SL Benfica, para já, 37 milhões de euros e o acesso à fase de grupos da UEFA Champions League.

 

O FORA DE JOGO

Lucas Veríssimo foi expulso aos 32 minutos, deixando o SL Benfica reduzido a dez unidades

Lucas Veríssimo – O defesa central brasileiro tem tido um excelente início de temporada, mas não foi feliz esta noite nos Países Baixos. Em apenas 32 minutos de jogo, Lucas Veríssimo foi admoestado duas vezes com o cartão amarelo.

Após a sua saída, os neerlandeses dominaram a partida por completo, tendo os encarnados sido sufocados até ao final da partida. É uma situação a rever, e refletir, por parte do número 4 das águias.

 

ANÁLISE TÁTICA – PSV EINDHOVEN

Novamente com uma frente ofensiva muito móvel, o PSV Eindhoven voltou a apostar na velocidade para encontrar falhas na defesa encarnada. Foi assim que Gakpo conseguiu tirar o primeiro amarelo a Veríssimo, cartão esse que viria mostrar-se fulcral mais à frente.

Com Zahavi a ponta de lança e Gakpo e Madueke a criarem perigo vindos das alas, o tridente ofensivo neerlandês foi um autêntico quebra-cabeças. No processo ofensivo, a equipa de Eindhoven abria os seus centrais e permitia que Van Ginkel ou Sangaré iniciassem o ataque, libertando os laterais para subir e abrindo espaço que Götze podia aproveitar.

Contudo, os desequilíbrios só apareceram decorrentes da superioridade numérica em campo. O jogo entrelinhas começou a surgir, tendo sido a jogada entre Zahavi e Madueke, aos 41′, o exemplo perfeito disso.

No geral, e sem retirar mérito às águias, exigia-se mais a um PSV Eindhoven que, durante mais de 70 minutos, jogou com mais um elemento em campo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

J. Drommel (6)

P. Mwene (6)

A. Ramalho (7)

O. Boscagli (5)

P. Max (7)

M. Van Ginkel (6)

M. Götze (7)

M. Madueke (7)

E. Zahavi (6)

C. Gakpo (6)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Bruma (5)

Obispo (5)

Vertessen (6)

J. Teze (-)

R. Thomas (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O SL Benfica apresentou-se no Philips Stadion num 3-5-2 que, no processo defensivo, assumia-se um 5-3-2. Taarabt entrou para o lugar de Pizzi, assumindo o papel de interior esquerdo, deixando João Mário como interior direito e Weigl na sua típica posição ‘6’.

O jogo ofensivo dos encarnados praticamente não existiu, sendo que os homens da Luz alongaram o jogo na busca da profundidade de Rafa e Yaremchuk durante grande parte do encontro, mesmo em igualdade numérica. E, quando não alongava, era Taarabt a desequilibrar – tal como fez aos 27′, numa jogada em que Rafa esteve perto do golo.

O plano era combater a superioridade do miolo do PSV Eindhoven, algo notório no jogo da primeira mão, mas que hoje não existiu – pelo menos, antes do minuto 32′. Com a expulsão de Veríssimo, as águias reorganizaram-se – primeiro num 4-4-1, até ao intervalo, e depois num 5-3-1.

O sacrifício valeu a pena e as águias conseguiram manter a baliza a zeros durante os 95 minutos da partida. Enorme mérito para Jorge Jesus, que soube mexer consoante o desenrolar da partida, tendo sempre conseguido serenar a equipa.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

O. Vlachodimos (9)

Gilberto (5)

L. Veríssimo (1)

N. Otamendi (8)

Morato (8)

A. Grimaldo (7)

J. Weigl (7)

J. Mário (6)

A. Taarabt (6)

Rafa (6)

R. Yaremchuk (5)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

J. Vertonghen (6)

A. Almeida (6)

G. Ramos (5)

S. Meité (6)

Everton (6)

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

Liga Italiana | Os 5 jovens a observar

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No Velho Continente, a Liga Italiana, truculenta e latina, foi, muitas vezes, o “berço tático” de novas abordagens estratégicas ao jogo. Na “bota da Europa” esta faceta adquiriu, no entanto, através dos anos, várias tendências. Do tradicional “Cattenacio”, profundamente pragmático e visto como uma séria ameaça à génese ofensiva do futebol, até um contínuo processo de modernização que ainda hoje se assiste, o país transalpino sempre se destacou por ser taticamente inteligente e tecnicamente evoluído.

Talvez por isso tenha sido vários anos um campeonato onde aos 30 ainda se é jovem e no qual as promessas demonstravam dificuldades de adaptação e demoravam a despontar…. Fruto da exigência e complexidade tática.

No entanto, a última década tem sido sinónimo de uma mudança de paradigma na Liga Italiana, com uma aposta crescente em atletas mais inexperientes, ávidos de mostrarem a sua qualidade e de conquistarem o coração dos exigentes “tiffosi” italianos.

É certo que ainda está longe de ser “um viveiro” de jovens diamantes, comparativamente com outras ligas europeias, mas a verdade é que na Liga Italiana o talento é abundante e a expectativa é grande para ver os artistas a subirem ao palco e deliciarem todos os amantes da modalidade. Assim, no presente artigo, proponho-me a destacar cinco nomes repletos de potencial que se possam destacar em território transalpino durante a temporada 2021/22.

PSV Eindhoven x SL Benfica | Encarnados à procura de alimentar os cofres

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Segunda mão do play-off da Liga dos Campeões: terça-feira, 20h, 24 de agosto de 2021
ANTEVISÃO: NO PHILIPS STADION, O SL BENFICA NUNCA PERDEU – É VITAL MANTER O REGISTO

Quatro empates. É este o registo do SL Benfica sempre que defrontou o PSV longe da Luz. Em Eindhoven – 0-0, e duplo 2-2 –, assim como na final inglória de Estugarda, onde os penáltis ditaram a sorte das duas equipas: possibilidade nada descabida para o jogo desta terça-feira, depois da abolição dos golos fora a dobrar por parte da UEFA.

OS ENCARNADOS NUNCA TIVERAM UM DESAIRE EM EINDHOVEN. CONTINUARÁ ASSIM O REGISTO RUMO À FASE DE GRUPOS DA LIGA MILIONÁRIA? SE A RESPOSTA É SIMPLES, APOSTA JÁ EM BET.PT!

Importa aos encarnados, sobretudo, amparar o ímpeto ofensivo de uns holandeses que jogarão com o apoio de 23 mil fervorosos adeptos – e, no meio dessa loucura, há que meter travão nas travessuras de Madueke, Gakpo, Götze e companhia. Jesus sabe disso – repetiu-o a várias cadeias televisivas em diversas antevisões – “vai estar muitas vezes por baixo do jogo, o Benfica”.

Mas há que saber contra-atacar e manter o registo limpo: contra equipas dos Países Baixos, o SL Benfica perdeu apenas por duas vezes (em 12 tentativas) nos últimos… 46 anos, a data da única vitória do PSV contra os encarnados  – que aconteceu em Lisboa. A 9 de Março de 1975, a Seleção Portuguesa entra em campo no Serra Dourada, estádio do Goiás.

É a inauguração do recinto, que se enche com 76 mil brasileiros em pulgas para ver a seleção de… Goiânia, defrontando os irmãos portugueses. José Maria Pedroto, selecionador nacional, não se coíbe de levar a artilharia pesada: só à Luz veio buscar Artur Correia, Humberto Coelho, Toni, Barros, Vítor Martins e Néné. Pimba, seis titulares. Em Alvalade, sacou três: Vítor Damas, Carlos Alhinho e Fraguito.

Ao melhor Vitória Futebol Clube da história pediu o dínamo do meio-campo, Octávio Machado (que viria a ser o marcador português). À CUF, um imberbe Manuel Fernandes. Ao Boavistão, João Alves. Foi a Belém chamar pelo jovem Minervino Pietra e, por fim, telefonou para as Antas a pedir Fernando Gomes.

Se a ocasião não justificava tamanho desmembramento aos colossos do Campeonato, muito menos esta tournée veio em boa altura – o SL Benfica preparava a segunda mão dos Quartos de Final da Taça das Taças frente ao PSV Eindhoven, jogada dentro de uma semana.

Numa altura em que as viagens e a preparação dos atletas eram assuntos tratados de forma completamente diferente dos dias de hoje, a derrota (1-2) naquela festa – com muita samba à mistura – apenas proporcionou que se enchessem os cofres da Federação Portuguesa de Futebol. “Para ganhar 30mil dólares, a Federação facilitou a eliminação da equipa”, exasperava assim Borges Coutinho, presidente encarnado, culpabilizando o organismo federativo pela inesperada derrota na Luz, frente ao PSV de Van der Kerkhof, graças ao cansaço acumulado no seio da equipa.

Desde aí, nunca mais o SL Benfica perdeu com os homens da Philips. Sim, mesmo em 1987-88, na final perdida da Taça dos Campeões, houve empate no final do tempo regulamentar. Em 1998-99, 2-1 na Luz e 2-2 em Eindhoven. Em 2010-11, já com Jesus, houve atropelo em Lisboa (4-1) e novo empate a dois na Holanda.

Jesus antevê uma partida difícil para o SL Benfica
Jesus antevê uma partida difícil para o SL Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Só em 2018-19 voltaria o SL Benfica a tropeçar perante equipas do país das tulipas – em Amesterdão, frente ao Ajax. Diz-nos então a História que ao SL Benfica (e principalmente a Jesus, como se verá nos dados mais à frente) convém sempre encontrar Ajax, Feyenoord, PSV, FC Twente, AZ Alkmaar, Roda JC ou SC Heerenveen, os infortunados que caíram perante as águias vezes sem conta.

Caberá ao PSV contrariar a estatística. Tem equipa para isso e Roger Schmidt assume-o sem complexos. “Trabalhámos duro e desde a pré-época que estamos focados neste jogo. Estamos quase na Liga dos Campeões e estou ansioso por praticar bom futebol”, assegura, porém precavido perante o poderio contrário. “Espero um jogo de máxima intensidade. Sabemos que se perdermos estamos fora da Liga dos Campeões, mas queremos muito estar lá”.

A única dúvida, Madueke, o prodígio inglês fortemente cobiçado neste fecho de mercado, recuperou de um toque sofrido frente ao Cambuur, na segunda jornada da Eredivisie e completa o plantel 100% ao serviço do treinador. Dores de cabeça para o SL Benfica e Jorge Jesus, que conseguiu recuperar Vertonghen – não totalmente, pelas palavras do técnico –, mas vê Darwin ficar em Lisboa por não ter sido inscrito nesta fase.

De resto, tudo pronto: Morato, que anteviu a partida junto ao técnico, assegurou que a equipa “não mudou nada na preparação ao encontro” em relação ao que é habitual e que “está confiante em fazer uma boa exibição”.

Dada as circunstâncias, antevê-se reforço do meio-campo encarnado – não é totalmente improvável que João Mário inicie na posição habitual de Pizzi, descaído sobre a direita, relegando o português para o banco de suplentes e permitindo a Soualiho Meite integrar a parelha da intermediária junto a Weigl, entregando músculo ao meio-campo.

Ao SL Benfica caberá assumir responsabilidades e procurar o controlo do jogo, honrando o estatuto de grande equipa que o seu passado ainda lhe permite.

O árbitro nomeado pela UEFA é o esloveno Slavko Vincic.

 

10 DADOS RÁPIDOS
  1. Com a vitória em Barcelos, o SL Benfica completa seis vitórias nos seis jogos inaugurais: o melhor começo desde 1983-84, quando Sven Goran Eriksson comandou os encarnados a sete vitórias.
  2. O PSV, por seu turno, interrompeu a senda vitoriosa na Luz, mas retomou-a no fim-de-semana caseiro: 4-1 ao Cambuur, que faz subir o número de golos marcados para 22 em apenas oito jogos. Média de 2,75 por encontro – o SL Benfica conta 12 em seis partidas (2,0).
  3. Nas últimas duas visitas a Eindhoven, o SL Benfica sofreu sempre golos na primeira parte. Em 2010-11, o golo de Luisão nos descontos impediu o 2-0 neerlandês ao intervalo – circunstância semelhante colocaria os encarnados em muito maus lençóis em 2021-22. Porém, nesta temporada, ainda só Rafael Martins (Moreirense, 1-2) conseguiu bater Odysseas nos primeiros 45’.
  4. E se a estatística adversária não sublinha essa preocupação (o PSV divide a percentagem de golos marcados pelas duas partes), também é factual que foi nessa metade que o PSV decidiu a eliminatória anterior (3-0 construído até ao intervalo vs Midtjylland).
  5. Tudo somado, o PSV conta 12 golos nos cinco jogos europeus – oito deles em casa, o que resulta num golo a cada… 23 minutos, jogando no Philips Stadion.
  6. Jorge Jesus ganhou o primeiro jogo a Roger Schmidt na Luz (primeira vitória em cinco encontros). Contra treinadores alemães, tem cinco em 17 encontros – 10 derrotas.
  7. Contra equipas dos Países Baixos, o saldo do técnico português é bastante positivo. Num percurso iniciado pela vitória (1-2) em Heerenveen, em 2008-09, ao comando do SC Braga, conta seis vitórias em oito jogos, mais dois empates. Nunca perdeu contra oponentes do país.
  8. 24 jogos oficiais do SL Benfica contra equipas neerlandesas: 10 vitórias, oito empates e seis derrotas. Jogando nos Países Baixos, contam-se 11 jogos: seis deles empates, juntando-se a duas vitórias e três derrotas.
  9. PSV contra oponentes lusos: além do SL Benfica, encontrou o FC Porto em 1988-89 (5-0 em Eindhoven, derrota por 2-0 nas Antas), o GD Estoril-Praia em 2014-15 (1-0 no Philips e 3-3 na Amoreira) e o Sporting CP em 2019-20 (3-2 em casa e 4-0 em Alvalade).  Tudo somado dá quatro vitórias, quatro empates e cinco derrotas, com 21 golos marcados e 24 sofridos.
  10. Único jogo onde Slavko Vincic e SL Benfica se encontraram: o empate (1-1) em Instambul, frente ao Fenerbahce, a contar para a terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões 2018-19. O PSV conta dois jogos apitados pelo árbitro sérvio – uma vitória (vs St. Pölten) e um empate frente ao Tottenham, ambos em casa.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Eran Zahavi (PSV Eindhoven) – Qualquer um dos quatro da frente tem que ser alvo de atenções redobradas – de Zahavi espera-se a ratice e movimentações venenosas na procura do golo, como último homem. Alia à técnica uma prodigiosa sensibilidade para a finalização, sendo por isso o homem certo para complementar a rebeldia de Madueke ou Gakpo e a frieza de Gotze na descoberta de espaços livres.

Rafa marcou o primerio golo dos SL Benfica frente aos holandeses na primeira mão
Rafa marcou o primeiro golo dos SL Benfica frente aos holandeses na primeira mão
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Rafa Silva (SL Benfica) – Passarão pelos seus pés a maioria das esperanças benfiquistas num resultado positivo em Eindhoven. Num jogo sobre o qual Jorge Jesus reconheceu que a equipa “vai estar várias vezes por baixo” e que se torna importante “saber estar nesses momentos para depois aproveitar”, Rafa terá papel preponderante na exploração do espaço deixado pela incessante procura neerlandesa pelo golo, recorrendo à sua velocidade de ponta para alargar a vantagem na eliminatória.

 

XI´S PROVÁVEIS

PSV Eindhoven: Joel Drommel; Phillipp Mwene, André Ramalho, Olivier Boscagli e Philipp Max; Ibrahim Sangaré e Marco Van Ginkel; Noni Madueke, Mario Götze e Cody Gapko; Eran Zahavi.

Treinador: Roger Schmidt

Sabemos que o Benfica pode marcar e que vai procurar fazer golos, mesmo em vantagem. A qualidade individual e coletiva dos jogadores do Benfica é grande e não é fácil jogar contra eles. São muito fortes nas transições“.

 

SL Benfica: Odysseas; Gilberto, Lucas Veríssimo, Otamendi, Morato e Grimaldo; Weigl, Meité; João Mário, Rafa e Yaremchuk.

Treinador: Jorge Jesus

Uma das equipas tem de ficar de fora, partimos com uma vitória, mas temos a certeza de que o adversário nos vai fazer correr atrás da bola. É uma equipa com uma qualidade posicional muito grande“.

 

PREVISÃO DE RESULTADO: PSV EINDHOVEN 2-2 SL BENFICA

 

Artigo revisto por Joana Mendes

 

Volta a Espanha | Análise da primeira semana

O esloveno Primoz Roglic lidera após nove etapas decorridas na Volta à Espanha. Era um dos favoritos à conquista da prova e está a corresponder da melhor forma na estrada.

O líder da Jumbo-Visma começou muito bem, logo ao primeiro dia, após ter feito o tempo mais rápido no prólogo.

Perderia a camisola vermelha na terceira etapa, de forma consentida, mas recuperou-a na sexta tirada, e foi para o primeiro dia de descanso com o símbolo de liderança.

Em nove etapas, houve espaço para o prólogo inicial, quatro etapas para os sprinters e quatro vitórias para a fuga.

No que toca aos sprints, Fabio Jakobsen e Jasper Philipsen têm dividido os triunfos entre si, dois para cada um. A luta pela camisola verde está ao rubro e, se nada de anormal acontecer, deverá ser até ao final.

Jakobsen ficou extasiado por vencer, tal como os colegas de profissão, staff e os adeptos por voltarem a ver o holandês a triunfar nos “grandes palcos”, após a terrível queda em 2020.

Os triunfadores através da fuga foram: Rein Taaramae, Magnus Cort, Michael Storer e Damiano Caruso. O primeiro, o estónio, até conseguiu arrecadar a camisola de líder, após vencer a terceira etapa, andando com ela por dois dias.

Infelizmente, uma queda retirou-lhe a possibilidade de continuar a envergar a camisola de líder na Volta a Espanha, passando esta para Kenny Elissonde, que esteve um dia na liderança, recuperada por Roglic.

Até ao momento, não tivemos um embate à séria entre os líderes da Volta a Espanha. Dá para ver que Roglic está um patamar acima da concorrência. Enric Mas tem sido o único que tem conseguido acompanhar o esloveno.

O espanhol está a 28s e é o único que está abaixo de um minuto. Na terceira posição segue o colombiano Miguel Ángel López, companheiro de Enric Mas na Movistar, mas já a 1m21s. Seguem-se Jack Haig a 1m42s, Bernal a 1m52s e Adam Yates a 2m07s.

Roglic está muito confortável, até ao momento, na prova espanhola. O esloveno sabe que é melhor no contrarrelógio, face à maioria dos adversários, incluindo Enric Mas.

Para o espanhol, seguir na roda de Roglic não será suficiente se quiser almejar a vitória, porque irá perder tempo no crono, falta saber se é capaz de fazer as diferenças na alta montanha.

É um ciclista muito constante na geral, já terminou no pódio da Volta a Espanha na edição de 2018, apenas atrás de Simon Yates.

O colombiano Miguel Ángel López tem estado a “queimar-se” um pouco em prol de Enric Mas, no entanto, ainda está na luta pela classificação. Jack Haig é uma incógnita do que conseguirá fazer em três semanas, no papel de líder.

Os Ineos estão um bocado à deriva. Richard Carapaz, o campeão olímpico, acusa desgaste físico, à semelhança de Egan Bernal, o vencedor do Giro.

Adam Yates parece ser aquele que apresenta melhor condição física, tem tido liberdade para atacar, mas também já trabalhou para Bernal. Não se sabe bem o que pode sair daqui.

Mikel Landa tem estado muito aquém, perdendo tempo nas subidas, sendo que era o líder da Bahrain-Victorious.

Com isto, a equipa apercebeu-se da sua má forma física e começou a abordar a corrida de outra forma, lançando corredores para as fugas, na tentativa de voltar a ter um homem para a geral. O australiano Jack Haig deverá ser a principal aposta.

Os coletivos mais fortes têm sido a Movistar e a Bahrain-Victorious. Vai ser uma luta interessante pela classificação por equipas. A Movistar podia tirar mais vantagem, caso Valverde não tivesse tido uma queda grave, obrigando o veterano espanhol a abandonar.

Aleksandr Vlasov também tem mostrado dificuldades quando o terreno inclina. Está na 11.ª posição, com o mesmo tempo do décimo classificado, e devido à sua regularidade deverá fazer top dez com relativa facilidade.

Romain Bardet caiu e deitou por terra as suas aspirações à geral. A sua equipa, agora, abordará a corrida de forma, focando-se sobretudo na conquista de etapas.

Bardet também poderá tentar conquistar a camisola de melhor trepador, visto que está no segundo lugar da classificação, com 22 pontos, menos seis que Damiano Caruso. Vamos ver vários elementos da Team DSM nas fugas.

Quanto a desistências, acabaram por abandonar a prova treze ciclistas, com destaque para os abandonos de: Hugh Carthy, Alejandro Valverde, Davide Cimolai e Juan Sebastián Molano.

A segunda semana será dura. Serão seis dias, com três etapas de média montanha, duas de alta montanha e uma para sprinters. As etapas 14 e 15, no fim de semana, prometem espetáculo, com chegadas ao Pico Villuercas e a El Barraco.

A primeira contará com uma contagem de terceira categoria e duas de primeira, com a última a culminar com a meta. Nas vésperas do descanso, os ciclistas irão ultrapassar duas primeiras categorias, uma segunda e uma terceira na parte final da etapa, com os últimos cinco quilómetros em terreno plano.

Foto de capa: La Vuelta
Artigo revisto por Joana Mendes

Rúben Prey: A nova coqueluche do Basquetebol Nacional | Olheiro BnR

Rúben Prey: A nova coqueluche do Basquetebol Nacional

Durante o mais recente Challenger da FIBA, na categoria de Sub-16, na Bulgária, um talento despertou os olhares dos olheiros presentes.

Rúben Prey – A nova coqueluche do Basquetebol Nacional

Rúben Prey, de apenas 16 anos, é um extremo/poste que está a representar o Joventut Badalona, em Espanha, e que começou a representar as seleções jovens portuguesas.

Com formação também feita no Paço d’Arcos e no CA Queluz, o jogador decidiu emigrar para uma das melhores escolas europeias.

Com jogadores como Rudy Fernández ou Ricky Rubio formados nas suas fileiras, o clube catalão foi um passo acertado para o sonho de, provavelmente, conseguir melhores opções na carreira.

Durante a temporada passada, na categoria de Cadetes, o clube venceu o campeonato da Catalunha, frente ao FC Barcelona, por 79-67. No jogo decisivo, Rúben Prey anotou 24 pontos em 37 minutos e deixou água na boca para os compromissos internacionais que se avizinhavam.

Logo durante a primeira partida do Challenger, Mike Schmitz, um dos primeiros olheiros a mecionar o nome de Neemias Queta nos Estados Unidos da América, ficou impressionado com Prey. Segundo Schmitz, o jogador demonstrou bons instintos defensivos, boas mãos e um grande “feel” pelo jogo.

Durante a primeira partida, Rúben Prey terminou com a folha cheia.

Os 14 pontos, 17 ressaltos, seis desarmes de lançamento e três assistências, frente à Ucrânia, não deixaram ninguém indiferente. Depois de se fazer notar, Rúben Prey nunca mais parou de surpreender.

O jogo de pés é surpreendente para a idade e para a estatura que apresenta. Os impressionantes 2,07 metros não retiram capacidades e técnica ao jovem basquetebolista.

O extremo/poste demonstrou uma boa visão de jogo e uma boa leitura dos movimentos do adversário. Além, claro, da grande capacidade defensiva, onde é um desarmador de primeira linha.

Portugal terminou o Challenger de Sub-16 em terceiro lugar, mas ganhou uma estrela para os próximos anos. Além da qualidade coletiva, o buzz criado em redor de Rúben Prey vai ser positivo para dar a conhecer potenciais novos talentos para enriquecer o Basquetebol português.

Durante o último mês, o país viu Neemias Queta a ser o primeiro luso na NBA e um talento a despontar na seleção. É precoce prever o futuro de um atleta que ainda está na fase embrionária da carreira, mas é verdade que já deu todos os indicadores de que pode fazer um percurso sólido durante a carreira.

Com o conhecimento do nome além das fronteiras europeias, é provável que as universidades da Division I da NCAA (Liga Universitária americana) comecem a sondar o basquetebolista. Se tudo correr muito bem, poderemos ter mais um português na NBA a partir de 2024, quando completar 18 anos.

A qualidade existe e já demonstrou que é superior a muitos basquetebolistas do mesmo escalão, mas é preciso dar tempo a um jovem que está a começar a dar os primeiros passos no mundo da ribalta.

Apesar de toda a cautela pedida, há motivos para ficar entusiasmados, porque Rúben Prey é um potencial talento geracional em construção.

Foto de capa: FIBA

Artigo revisto por Joana Mendes

Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020: Os atletas portugueses rumo à Glória

Os Jogos Paralímpicos vão muito para além da sua vertente desportiva, na qual as medalhas são objetivo. Num evento, não descurando a vertente competitiva bem como todo o esforço na obtenção do melhor resultado de cada atleta em representação do seu país, a grande “bandeira” promovida é a igualdade quer de direitos, quer de oportunidades para todos, mostrando que o desporto pode ser fundamental na inclusão de atletas com algum tipo de défice.

Pela glória, competem desportistas com as mais variadas patologias: amputação de membros, défice de mobilidade, paralisia cerebral, deficiência mental e visual ou fragilidades a nível intelectual. Estas são apenas algumas condições para a participação neste espetáculo.

De salientar que estaremos perante a 16.ª edição dos Jogos Paralímpicos, que acontecem pela segunda vez em Tóquio, com a edição precedente a datar de 1964.

A competição que, pela primeira vez na história, por conta da pandemia de SARS CoV-2, não verá espectadores nas bancadas, decorrerá entre os dias 24 de agosto e 5 de setembro, com a presença de cerca de 4.400 atletas provenientes de 203 países ou federações inscritas no COI – Comité Olímpico Internacional –, verificando-se um decréscimo de três, quando comparada com a edição anterior, realizada no Rio de Janeiro,  em 2016. Tal motivo deve-se à exclusão da Rússia, uma vez que cumpre suspensão devido à existência de casos de doping no seu seio.

Deste modo, todos os atletas daí provenientes atuarão sob representação ROC (Comité Olímpico Russo). A Coreia do Norte invocou a proteção de saúde pública, enquanto que o Afeganistão se vê afastado da competição, visto que o país está sob o domínio do exército Talibã.

Já no que respeita a modalidades, o elenco desta edição conta com 22, sendo que o Badminton e o Taekwondo serão desportos em estreia, substituindo a Vela e o Futebol de 7, que desaparecem do programa.

OS NOSSOS HERÓIS RUMO AO JAPÃO

Portugal não contará com a presença do seu maior atleta, Lenine Cunha – o desportista mais medalhado de sempre em lides olímpicas, visto não ter obtido mínimos para aquela que seria a sua 3ª participação no maior evento multidesportivo à escala global. Mesmo assim, são várias as hipóteses de sermos felizes no país do sol nascente, com a comitiva a registar 33 “guerreiros/as,” que darão o seu máximo para honrar toda uma nação, distribuídos/as por oito modalidades.

ATLETISMO

Ana Filipe e Claúdia Santos – salto em comprimento categoria T20;

Sandro Baessa – 400m, categoria T20; também a correr os 1500m, prova essa onde Cristiano Santos, na mesma categoria, marcará igualmente presença;

 João Correia – 100m, categoria T51;

Hélder Mestre – atuará nas duas provas mais rápidas do atletismo, os 100 e 200m, categoria T51;

Manuel Mendes – maratona T46;

Maria Odete Fiúza – maratona T11;

Miguel Monteiro – lançamento do peso, categoria F40.

Saliente-se que Claúdia Santos, João Correia e Sandro Baessa serão caras novas em eventos desta importância, participando assim nos seus primeiros Jogos.

BADMINTON

A defender o País, encontramos a muito jovem e estreante Beatriz Monteiro, de 15 anos, atleta da Associação Académica de Coimbra, que competirá na vertente de singulares, na categoria SU5.

CANOAGEM

 

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A modalidade verá dois atletas estrear-se nestas andanças: Alex Santos, na prova de 200m KL1, natural do Brasil, e Norberto Mourão, ele que é uma das maiores apostas rumo aos metais, competindo na prova de 200m, na categoria VL2.

CICLISMO DE ESTRADA

São dois os embaixadores lusitanos: Luís Costa – contra-relógio e prova em linha, categoria H5 – e Telmo Pinão – contra-relógio e prova em linha, categoria C2.

EQUITAÇÃO

Nesta especialidade, Ana Mota Veiga é representante única, indo disputar as provas individuais e de Freestyle Gau I. 

JUDO

Destacamos a estreia do praticante nascido em território africano, mais exatamente na Guiné-Bissau, Djobrilo Iafa, que participará na categoria de -73KG B1, sendo também ele o único representante luso na modalidade.

NATAÇÃO

 

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Estará representada por seis atletas, de entre os quais cinco serão estreantes:

Daniel Videira – 400m livres e 100m costas, categoria S6;

Diogo Cancela – 100m costas, 100m mariposa, 100m bruços e 200m, estilos S8/SB8 e SM8;

Marco Meneses – 400m e 50m livres, 100m costas, 100m mariposa e 200m, estilos S11/SB11 e SM11;

Ivo Rocha – 100m bruços, SB5;

Susana Veiga – 50m livres, S10, e 100m livres, S9;

Estes rostos contrastam com a presença do experiente David Grachat – 400m livres, S9, sendo ele o primeiro atleta do contingente nacional a atuar na presente edição dos Jogos.

BOCCIA

Nesta modalidade em que por diversas vezes já fomos laureados com subidas ao pódio, estaremos representados por:

Ana Sofia Costa – individual e pares, BC3;

André Ramos – individual e equipas, BC1 e BC2;

Avelino Andrade – individual e pares, BC3;

Manuel Cruz – pares, BC4;

Nelson Fernandes – individual e equipas, BC1 e BC2;

Realce-se que todos estes são estreantes na competição. Já mais experientes e, por conseguinte, maiores candidatos a um resultado de monta, temos os casos de:

Pedro Clara – pares, BC4;

José Carlos Macedo –  individual e pares, BC3;

Cristina Gonçalves – individual e equipas, BC2 e  BC1;

Carla Oliveira – individual e pares, BC4;

Abílio Valente – individual e equipas, BC2 e BC1;

Nas 15 anteriores edições, os nacionais conquistaram 92 medalhas, sendo que o Atletismo, o Boccia e a Natação foram as modalidades que mais contribuíram para tal. Nas olimpíadas anterior, no Rio 2016, haviam sido 7 as modalidades, sendo 37 os desportistas em competição.

Agora é esperar que todos os atletas, guias e treinadores disfrutem ao máximo da passagem pelos Jogos e que honrem da melhor forma a nossa bandeira, eles que já são os nossos heróis!

Boa sorte!

Foto de Capa: Comité Paralímpico de Portugal
Artigo revisto por Andreia Custódio

O silêncio do grande | Sporting CP

Em primeiro lugar, como acredito que este será um artigo que tenha várias interpretações variantes daquela que eu quero transmitir, começo por dizer que a forma como vou expor esta minha opinião não tem, de forma alguma, o intuito de dividir o universo “Sporting” – muito pelo contrário; apenas abordarei um tema que me incomodou.

 

Em segundo lugar, é de referir algo que é de conhecimento geral, mas que nunca é de mais ser relembrado. O Sporting CP é um clube grande. Tão grande como os maiores da Europa. Assim tão grande por várias razões: porque a sua história assim o dita; porque a sua massa adepta é imensa e nunca arreda pé; por todo o ecletismo; por toda a internacionalização da marca Sporting e do sentimento sportinguista; etc. Mais recentemente, as novas conquistas, sobretudo no futebol (que, quer queiramos quer não, é a modalidade mais assistida e acompanhada, por isso, consequentemente, é aquela a que se dá mais importância), permitem aos leões reforçar este estatuto de “grande”. No entanto, mesmo que a equipa de Alvalade não fosse campeã na época passada, seria sempre considerada “grande”, por todas as razões que elenquei anteriormente. Posto isto, o Sporting CP é grande e não é pelas opiniões de A, B ou C que vai deixar de o ser – ponto final.

 

Nós sabemos que na nossa #CurvaSul estão os melhores adeptos do mundo! 🙌 pic.twitter.com/0CgMIDLe3a

— Sporting Clube de Portugal 🏆 (@Sporting_CP) July 31, 2017

Agora, tenho visto várias coisas que me irritam no universo sportinguista e às quais não posso ficar indiferente, porque, como sportinguista, quero o melhor para a comunidade verde e branca e quero que seja o mais digna, transparente e “grande” (não no sentido de número de pessoas, mais sim a nível de grandeza) possível.

Custa-me ver grandes páginas de apoio ao Sporting CP em discussões constantes com os rivais nas redes sociais. Custa-me ver o nome de algo tão grandioso como o do Sporting CP arrastado em discussões que não valem um chavelho.

CS:GO: Top 3 clutches em Majors | eSports

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De acordo com o dicionário de Cambridge, clutch é uma situação difícil e importante na qual é requerida muita habilidade ou capacidade para a ultrapassar com sucesso.

Estas situações são normalmente encontradas no desporto, nomeadamente basquetebol, futebol, futebol americano, entre outros desportos… Até nos desportos eletrónicos, como no CS:GO.

É o momento entre a vitória e a derrota em que os jogadores têm de assumir o controlo num momento muito complicado. Alguns conseguem sobrepor-se sobre todos os outros e aumentam o seu nível… os outros simplesmente não têm resposta.

São estes momentos que entram para a história do desporto, principalmente em competições de alto nível.

No CS:GO, o próprio jogo homenageia estes momentos com graffitis nos locais onde as estrelas brilharam. Os dois mais famosos são de Marcelo “coldzera” David no Mirage e de Oleksandr “s1mple” Kostyliev em Cache. Mas já lá vamos.

Neste artigo reunimos os três melhores clutchs alguma vez feitos em Majors de CS:GO.

A ordem dos momentos será apresentada por ordem crescente.

Foto de capa: ESL Gaming
Artigo redigido por Henrique Silva

SL Benfica | As 6 águias que chegaram ao ninho da Luz

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O mercado de transferências do SL Benfica está ao rubro e nas últimas horas foi até anunciado mais um reforço para os quadros do emblema da Luz. Nemanja Radonjic foi oficializado a título de empréstimo com opção de compra na ordem dos oito milhões de euros.

Neste mercado chegaram ainda nomes como Roman Yaremchuk, Gil Dias, João Mário, Souahilo Meite e Rodrigo Pinho, para além de jogadores que regressaram dos seus empréstimos.

Neste arranque de temporada, as águias venceram todos os seis jogos oficiais que disputaram, realizando um começo fantástico, muito por “culpa” dos novos reforços, sobretudo de João Mário, que veio dar um novo fôlego ao meio campo encarnado. Assim, analisemos, então, as seis contratações individualmente.

5 clubes europeus que foram vendidos

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Nos últimos dias, muito se tem falado da possível venda da SAD do CD Tondela a investidores do CR Flamengo. Apesar de, até ao momento, nada ainda estar confirmado e as referidas notícias têm passado como apenas rumores, cada vez mais se tem assistido a situações como esta, em que os clubes de futebol são olhados não só no âmbito desportivo, mas também pelo âmbito financeiro, voltados paulatinamente mais para o negócio.

Posto isto, neste artigo, serão observados e analisados cinco dos clubes, a nível europeu, que foram comprados nos últimos anos e que mais sucesso alcançaram, tanto a nível desportivo como do alcance e evolução como marca.