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Portugal 28-34 Dinamarca: Alguém para os dinamarqueses?

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A CRÓNICA: DEPOIS DO INTERVALO, A DINAMARCA DITOU AS REGRAS DO JOGO

Na quarta jornada do Grupo B dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Portugal defrontou a seleção campeã mundial de Andebol, a Dinamarca. Os Heróis do Mar já se encontram mais adaptados e isso tem-se evidenciado nas recentes exibições, que têm vindo em crescendo de qualidade, tendo culminado numa vitória frente ao Bahrain e uma grande exibição frente à Suécia, vice-campeã mundial. No entanto, do encontro com a Dinamarca esperava-se um desafio muito maior e difícil de superar.

A seleção dinamarquesa entrou determinada a provar o seu valor, conseguindo um parcial de 1-4 logo nos momentos iniciais da partida. Ambas as equipas apresentaram sistemas defensivos 6×0, mas, por vezes, a equipa portuguesa alterava o seu sistema para uma defesa mais adiantada, 3×3, tentando dificultar a circulação de bola adversária e fazer com que os jogadores dinamarqueses procurassem situações de um para um.

Apesar da melhor entrada em campo da Dinamarca, Portugal conseguiu ir recuperando a desvantagem, mas sem chegar ao empate, numa primeira parte em que os ataques se superiorizaram sem grande dificuldade às defesas adversárias. As dificuldades portuguesas traduziam-se em mais turnovers e menor eficácia, mas, ainda assim, com a ajuda de um bom final de primeira parte de Humberto Gomes, Portugal conseguiu sair para o intervalo a perder apenas por um golo (19-20).

Na segunda parte, a Dinamarca apresentou um nível muito superior em termos defensivos, sofrendo apenas dois golos em 17 minutos. A equipa de Paulo Jorge Pereira não conseguiu replicar essa subida de nível e passou por imensas dificuldades, aumentando o número de turnovers, apesar de apresentar uma eficácia superior no momento da finalização. Assim sendo, a campeã mundial conseguiu construir uma vantagem sólida e que foi gerindo sem grande problema até ao final da partida, que terminou 28-34.

Portugal continua a apenas uma vitória de praticamente garantir o apuramento, mas, hoje, voltou a apresentar grandes dificuldades em conter os ataques adversários e, por momentos, em encontrar soluções no ataque organizado.

A FIGURA

Mathias Gidsel – Um dos melhores laterais direitos da atualidade voltou a demonstrar o porquê de ser uma das principais armas da Dinamarca e foi uma autêntica dor de cabeça para a defesa portuguesa: sete golos (100% de eficácia), seis assistências, um roubo de bola e apenas um turnover.

O FORA DE JOGO

Pedro Portela – Um jogo muito complicado para um dos jogadores mais experientes de Portugal e que costuma ser muito consistente. Hoje, não esteve ao seu nível, marcando apenas um golo em quatro oportunidades e tendo ainda sofrido uma exclusão de dois minutos.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Mais uma vez, as dificuldades defensivas foram determinantes no desenrolar da partida. Paulo Jorge Pereira tentou condicionar a prestação ofensiva da Dinamarca com uma aposta num sistema 3×3 em certos momentos, mas os erros individuais em momentos de 1×1 levaram a que o treinador voltasse para o mais conservador 6×0, que por poucas vezes conseguiu dificultar o trabalho aos talentosos jogadores dinamarqueses.

Em termos ofensivos, durante a primeira parte Portugal conseguiu encontrar diversas soluções, mas, no segundo tempo, a subida de nível defensivo da Dinamarca causou imensas dificuldades à seleção, o que levou a um aumento de turnovers.

7 INICIAL E PONTUAÇÕES

Gustavo Capdeville (5)

André Gomes (4)

António Areia (7)

Alexis Borges (8)

Daymaro Salina (8)

Diogo Branquinho (8)

Gilberto Duarte (6)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Pedro Portela (4)

João Ferraz (8)

Miguel Martins (6)

Rui Silva (8)

Humberto Gomes (6)

Luis Frade (8)

Fábio Magalhães (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – DINAMARCA

Mais um jogo em que a Dinamarca demonstrou o porquê de ser a melhor seleção da atualidade, demonstrando durante toda a partida o leque de soluções ofensivas. Ao conseguir melhorar o nível defensivo na segunda parte, a equipa conseguiu construir uma boa vantagem, que permitiu controlar os ritmos do jogo, impedindo que Portugal causasse grandes problemas.

7 INICIAL E PONTUAÇÕES

Niklas Landin (4)

Mikkel Hansen (7)

Mathias Gidsel (10)

Mads Mensah (8)

Magnus Saugstrup (8)

Lasse Svan (9)

Emil Jakobsen (8)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Magnus Landin (8)

Kevin Moeller (5)

Henrik Toft Hansen (5)

Jakob Holm (6)

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

Nuno Mendes: Sair ou ficar? | Sporting CP

Nuno Alexandre Tavares Mendes, o atual defesa/lateral esquerdo de 19 anos de idade do Sporting Clube de Portugal, tem muitos interessados. A grande maioria dos tubarões do futebol europeu tem os olhos postos no jovem português.

UMA ÉPOCA PARA RECORDAR

O prodígio formado em Alcochete viveu uma época fantástica ao serviço do Sporting Clube de Portugal. A qualidade que demonstrou permitiu-lhe estrear-se com a camisola principal das quinas. Somou os seus primeiros 90 minutos frente ao Azerbaijão, num jogo a contar para a qualificação para o Mundial de 2022, com apenas 18 anos, nove meses e cinco dias, tornando-se um dos jogadores mais novos de sempre a atuar pela Seleção Nacional.

Fonte: Isabel Silva / Bola na Rede

Afirmou-se como um jovem promissor e isso permitiu-lhe também estar no lote dos 100 nomeados para o Golden Boy, o mais prestigiado prémio para jovens jogadores com menos de 21 anos.

O MERCADO EXPORTADOR

A verdade é que, nos últimos sete anos, em Portugal vimos vários jovens dos três grandes sair bem cedo do clube que os formou. Olhando para a influência que Nuno Mendes teve no Sporting CP, é praticamente impossível não pensar em dois exemplos em concreto. São eles Renato Sanches e João Félix.

Vimos, em 2016, Renato Sanches, com 19 anos, sair para o colosso FC Bayern Munchen. Venceu, nesse ano, o Golden Boy. Mas a verdade é que não foi capaz de se adaptar à grandeza do clube. Só em 2019, após sair para o Lille, é que voltou a chamar a atenção das câmaras.

Mais recentemente, foi a vez de João Félix, ele que também venceu o prémio Golden Boy. Félix teve uma época alucinante ao serviço das águias e foi isso que o levou a sair, aos 19 anos de idade, para reforçar os “colchoneros”. Foi uma forte aposta do clube de Madrid, que ainda espera o colher dos frutos. Apesar de já ter demonstrado a sua qualidade, por culpa das lesões, e também pelo estilo de jogo utilizado por Simeone, que não favorece as suas características, ainda não caiu na graça dos adeptos.

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Tanto Renato, como Félix, apesar do potencial que estava à vista de todos e da qualidade que revelaram ter em Portugal, ao chegarem a ligas como a alemã e a espanhola não foram capazes de expressar o seu futebol e atrasaram o seu crescimento.

É DIFERENCIADO

Nuno Mendes tem 19 anos, os mesmos que tinham Renato Sanches e João Félix quando saíram de Portugal. O miúdo demonstra uma maturidade em campo acima da média. É um jogador muito sereno. Muito forte na condução da bola. Protege-a com facilidade. Usa muito bem o seu 1,84m para segurar o esférico, ganhando muitas faltas dessa forma.

É agressivo, no bom sentido, e também incansável, luta até ao fim em todos os lances que disputa. É forte no desarme e também no capítulo das interceções, revelando-se muito atento do início ao fim do jogo. Para a idade que tem, são muito poucas as vezes em que o vemos desposicionado defensivamente. E mesmo quando não está corretamente posicionado, tem a velocidade necessária para recuperar a posição.

Liga Alemã | Os 5 jovens a observar em 2021/22

Historicamente conhecida como uma liga que desenvolve talento com relativa facilidade e onde jovens têm grande capacidade para se revelarem, a Liga Alemã está prestes a começar e há novos talentos a despontar no principal escalão do futebol alemão.

Perderam-se talentos como Jadon Sancho, Ibrahima Konaté e Nicolás González para alguns dos grandes palcos do futebol europeu, porém, outros chegam a este campeonato, que cada vez mais se torna um “viveiro” de talento e projeção para as equipas de maior panorama do futebol mundial.

Deste modo, seguem os cinco jovens a observar nesta edição da Liga Alemã, dos quais nenhum jogava nesta competição na época transata.

LPB: As primeiras investidas no mercado | Basquetebol Nacional

O mercado está aberto!

Ainda à falta de algum tempo para a bola voltar a ir ao ar, grande parte das equipas da LPB já começaram a preparar os seus plantéis, com vista à próxima época.

Desde jogadores a equipas técnicas, de contratações a renovações, este último mês já deu para abrir o apetite para a nova temporada da LPB.

Com equipas como o Imortal BC, Sporting CP e Vitória SC muito ativas nesta fase inicial. E com o FC Porto, CD Póvoa e CAB Madeira a serem os conjuntos mais discretos nesta fase do mercado, na LPB.

Foto de capa: FPB

Artigo redigido por Gonçalo Correia Tomás

Carlos Alcaraz: um “menino” que joga como gente grande! | Ténis

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Se o jovem Carlos Alcaraz já era dado como o futuro herdeiro de Rafael Nadal, como comandante dos espanhóis no que ao Ténis diz respeito, tal condição parece ter ganho ainda mais força depois de no ATP 250 de Umago, disputado em terras croatas, ter arrecadado o seu primeiro título de campeão entre a nata do Ténis mundial.

Esta surpreendente vitória de Carlos Alcaraz parece-me motivo mais di que óbvio para a redação deste artigo, no qual daremos conta desta sua meteórica ascensão, destacando ainda pontos fortes e a melhorar por parte do jovem jogador natural de Múrcia.

Para concluir, aspetos nos quais Alcaraz pode evoluir por forma a atingir grandes feitos numa carreira que se adivinha bastante auspiciosa, repleta de títulos e uma das melhores da nova vaga de jovens presentes na maior categoria da modalidade a nível mundial.

Neemias Queta: Finalmente, um português na NBA!

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Após um NBA Draft totalmente virtual, em 2020, a cerimónia voltou ao Barclays Center, casa dos Brooklyn Nets. Apesar de a maior parte dos olhares estarem fixados nas escolhas mais altas, como Cade Cunningham, Jalen Green ou Evan Mobley, os portugueses tinham um outro motivo para seguir o certame: Neemias Queta.

Queta, natural do Vale da Amoreira, podia tornar-se o primeiro atleta lusitano a entrar na NBA. Depois do feito de Ticha Penicheiro, ao ser a primeira portuguesa escolhida no Draft da WNBA, de 1998, o Basquetebol português ganhou mais motivos para sorrir.

A espera foi longa. Demorou algumas horas para ouvir o seu nome a ser chamado, mas, depois de tanto sacrifício, era só mais um degrau rumo ao sonho. Queta começou a jogar basquetebol no clube local, o FC Barreirense, até dar o salto para o SL Benfica. No entanto, nem uma época depois, esperava-o, do outro lado do Atlântico, uma bolsa de estudo na Utah State University.

Nos Aggies, foram três anos ao mais alto nível na NCAA, o campeonato universitário norte americano e a forma mais convencional de entrar na NBA. Na cidade de Logan, Neemias aprendeu e melhorou a olhos vistos. Até os scouts se aperceberem do talento que ali estava presente, foi um ápice.

Na carreira universitária, teve médias de 13.2 pontos, nove ressaltos e duas assistências por partida. A nível coletivo, colecionou dois títulos da conferência Mountain West, onde Utah State está inserida. Devido às grandes performances individuais, adicionou à prateleira dois prémios individuais de melhor defesa, assim como presenças no melhor cinco inicial da conferência.

With the 39th pick in the 2021 NBA Draft, the Sacramento Kings select, Neemias Queta, from Portugal and Utah State University”. Mark Tatum, sub-comissário da NBA, disse as palavras que todos queríamos ouvir.

Agora, espera-o uma aventura na costa Oeste e na cidade de Sacramento, onde Ticha Penicheiro também começou a carreira profissional. O mais importante já está, temos o primeiro jogador de Basquetebol português na NBA! Agora, voa, Neemias!

Foto de Capa: NBA

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

Tóquio 2020, Natação #2: O agridoce dos recordes e conquistas

ENTRE A GLÓRIA PESSOAL E A AMBIÇÃO NAS OLIMPÍADAS

Para começar da melhor forma, deve enaltecer-se o feito de Ana Catarina Monteiro. Apesar de ter falhado o acesso à final, a jovem portuguesa garantiu o melhor resultado olímpico de sempre da natação feminina portuguesa, tendo arrecadado o 11.º lugar nos 200 metros Mariposa. Depois de ter conseguido a qualificação para a meia-final, Ana Catarina Monteiro voltou a dar razões para se sorrir.

Na prova de 1500 metros Livres femininos, onde as portuguesas Diana Durães e Tamila Tolub se viram, infelizmente, eliminadas na primeira ronda, quem saiu feliz foi Katie Ledecky. A norte-americana voltou a levar para casa a medalha de ouro, seguida da compatriota Erica Sullivan e da alemã Sarah Kohler.

Francisco Santos também desceu à piscina olímpica para disputar os 200 metros Costas, mas, infelizmente, não conseguiu ultrapassar a eliminatória. Com um tempo de 1:57.06, o jovem português de 22 anos conseguiu bater o seu recorde pessoal e, simultaneamente, o nacional, mas arrecadou o 22.º melhor tempo da prova.

Outros dois portugueses também entraram em ação na piscina de Tóquio. Gabriel Lopes estreou-se na mais reconhecida competição desportiva, com a companhia de Alexis Santos, na prova de 200 metros Estilos. Gabriel Lopes conseguiu bater o seu recorde pessoal, ao fazer um tempo de 1:58.56 e Alexis Santos conseguiu um tempo de 1:59.32. Infelizmente, não conseguiram prosseguir na prova, alcançando o 21.º e 28.ª lugares, respetivamente.

Tamila Holub voltou à água, mas, desta vez, para disputar as eliminatórias de 800 metros Livres. Ficou em oitavo lugar da sua série e com o 25.º melhor tempo da classificação geral, tendo feito um tempo de 8:40.04, não conseguindo, assim, passar à fase seguinte da prova.

Assim, a participação portuguesa na piscina olímpica deu-se por terminada. Com alguns recordes pessoais e nacionais batidos pelo meio, espera-se a participação de Angélica André e Tiago Campos nos dez quilómetros em Águas Abertas que decorrerão nos dias 3 e 4 de agosto.

CD Santa Clara 2-0 FC Shkupi: A fazer história por uma região

A CRÓNICA: MAIS UM MARCO AÇORIANO NA EUROPA

A Liga das Conferências chegou aos Açores com a segunda mão do confronto entre CD Santa Clara e FC Shkupi, e trouxe consigo publico ao Estádio de S. Miguel. Na primeira mão, os Bravos Açorianos venceram por 3-0 na Macedónia do Norte. Ainda assim, estava tudo em aberto para esta eliminatória.

Na primeira parte, vimos um Santa Clara por cima do jogo. O primeiro quarto de hora ficou marcado pela pressão que a equipa açoriana coloca na equipa forasteira, que acabou por ceder. Apesar do Shkupi, sempre que tinha a posse de bola, tentar sair a jogar e a criar linhas de passe, o Santa Clara pressionava e acabava por cortar esses mesmos passes.

Aos 12 minutos, a superioridade traduziu-se em golo. Lincoln foi atrás da bola e cruzou para Carlos Jr. que, de cabeça, colocou a redondinha no fundo das redes, inaugurando assim o marcador.

Se pensávamos que o ritmo ia baixar estávamos enganados. O Santa Clara continuou a pressionar e a criar linhas de passe para chegar com mais facilidade à baliza da equipa macedónica. Prova disso foi o lance aos 38 minutos: depois dum canto batido por Lincoln, Mikel fez o segundo golo da partida, um golo impossível para o guarda-redes defender. A superioridade numérica no marcador manteve-se até ao intervalo.

A segunda parte da partida começou com a equipa açoriana a entrar melhor. No entanto, o Shkupi não se deixou ficar para trás e dificultou um pouco a vida à turma de Daniel Ramos, mas não por muito tempo. Apesar de tentar sair a jogar, não causava qualquer perigo para a baliza de Marco Pereira. O ritmo de jogo acalmou e as situações de golo não foram muitas. Os guarda-redes tiveram a situação controlada e sem muito trabalho até final.

Fez-se história nos Açores e os Bravos Açorianos de Daniel Ramos continuam na Liga das Conferências. A próxima viagem nesta competição é à Eslovênia. Só nos resta desejar boa sorte nesta próxima fase!

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Carlos Júnior – O brasileiro voltou a mostrar-nos a sua qualidade exemplar. Onde está a bola, está Carlos Júnior pronto para marcar e dar a vantagem à sua equipa. Hoje não foi exceção e foi uma figura importante na partida, uma vez que manteve a velocidade na ala e garantiu velocidade à sua equipa.

 

O FORA DE JOGO

Faustin- O médio senegalês estava mal posicionado por diversas vezes e foi por ali que o Santa Clara acabou por criar perigo e chegar à baliza com uma maior facilidade. Jogo falhado do atleta do FC Shkupi.

 

ANÁLISE TÁTICA – CD SANTA CLARA

A equipa de Daniel Ramos apresentou-se com o esquema tático 4-2-1-3. Com essa escolha procurou usar o miolo para ter mais posse e criar mais linhas de passe. Conseguiu também ter mais alguma velocidade nas alas para chegar mais facilmente à baliza de Naumovski.

Carlo Jr. foi importante nesse campo bem como Jean Patric e Sagna. João Afonso e Villaneuva continuaram a ser fundamentais para manter a equipa da Macedónia longe das redes de Marco Pereira.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marco Pereira (5)

Mansur (5)

Villanueva (5)

João Afonso (5)

Sagna (5)

Morita (6)

Nené (5)

Lincoln (6)

Jean Patric (6)

Rui Costa (4)

Carlos Jr (7)

SUBS UTILIZADOS

Anderson Carvalho (4)

Paulo Henrique (5)

Costinha (4)

Crysan (4)

Bouldini (4)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC SHKUPI

A equipa de Goce Sedloski apresentou-se com o esquema tático 3-4-3. Uma das principais diferenças da primeira para a segunda mão foi a sua agressividade. As mudanças na equipa permitiram tornar a equipa mais agressiva e deixar o Santa Clara mais vulnerável para conseguir criar linhas de passe e tentar marcar.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Naumovski (3)

Iljazi (5)

Rwatubyaye (3)

Ismaili (3)

Sheji (4)

Ali (4)

Faustin (3)

Alvarez (6)

Trapanovski (3)

Gjorgjievski (6)

Cvetanoski (3)

SUBS UTILIZADOS

Cheshmedjiev (3)

Markoski (4)

Djurkovski (3)

Zuka (3)

Abazi (4)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CD SANTA CLARA

BnR: Qual a análise que faz desta partida histórica?

Daniel Ramos: Fomos surpreendidos pela equipa do Shkupi. Eles mudaram a sua maneira de ver o jogo, tentaram ser mais agressivos e conseguiram tirar a tranquilidade por alguns momentos. Isso fez com que perdêssemos bolas e faltou-nos ler melhor o jogo. Apesar disso, fomos fazendo o nosso jogo e conseguimos chegar à vantagem. Isso deu-nos tranquilidade para a equipa se soltar mais. O segundo golo deu mais segurança. Tivemos uma segunda parte menos irreverente, uma exibição mais segura. Procuramos envolvência, mandar no jogo e procurar oportunidades. Concedemos mais oportunidades ao Skhupi do que queria mas também houve mérito deles. Acho que a vitoria foi ajustada ao jogo que foi e esta é, sem dúvida, uma passagem histórica para o clube.

 

FC SHKUPI

BnR:  Uma vez que o resultado da primeira mão foi negativo para a sua equipa, qual foi o mindset para o jogo de hoje?

Goce Sedloski: Quero congratular o Santa Clara pelo seu jogo. Eles foram a melhor equipa em campo. No primeiro jogo, a nossa equipa estava com medo e tinha muito respeito pelo Santa Clara. O golo do primeiro jogo aconteceu devido a um erro da nossa equipa e, para este jogo, procuramos fazer algumas alterações. Saibamos que ia ser um jogo difícil mas fico feliz com a exibição da minha equipa, principalmente na segunda parte.

Ilações e novas dinâmicas de pré-temporada | Sporting CP

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A pré-temporada arrancou e o Sporting CP desempenhou quatro partidas visíveis ao público. Em cada uma delas, foi possível sentir o entusiasmo por voltar a ver os leões de Alvalade em ação, assim como dar uma vista de olhos nos reforços do plantel e analisar novas dinâmicas da equipa.

Primeiro, a lista de convocados para o estágio do Algarve: mais uma vez, podemos ver que Ruben Amorim está atento à formação do Sporting CP e se preocupa não só com o sucesso a curto-prazo, mas também com as soluções para o futuro. Diego Callai, Flávio Nazinho, Gonçalo Esteves, Rodrigo Fernandes, Bruno Paz, Dário Essugo, Tiago Ferreira, Geny Catamo e Joelson Fernandes fizeram parte dos convocados para o estágio do Algarve, e a maior parte deles somou minutos.

Tanto na primeira partida frente ao Portimonense SC, como na terceira diante dos franceses do Angers, foi testada uma nova dinâmica entre o ala e o extremo interior. Enquanto que habitualmente o primeiro habita em zonas largas do terreno e o segundo em espaços interiores, nestes dois jogos registou-se precisamente o contrário. Ricardo Esgaio, que no momento defensivo era lateral, na transição ofensiva viajava para o meio-campo ou mesmo para a zona atacante.

Já Tabata e Joelson, os dois jogadores que partilharam o corredor com o reforço de verão, iniciavam as suas ações a partir da ala. Esta dinâmica pode ser uma maneira de Rúben Amorim, durante a temporada, encaixar os extremos que se sentem melhor a desequilibrar a partir da linha de fundo, mantendo a mesma estrutura do 3-4-3. Os casos de Gonzalo Plata e de Joelson Fernandes são os mais sonantes, pois ambos são exatamente esse tipo de jogador.

Com a saída de João Mário para o rival, o Sporting CP ficou carenciado de uma opção para o meio-campo. Apesar de Ugarte estar cada vez mais próximo de Alvalade, a verdade é que Rúben Amorim testou outro atleta na posição oito: Bruno Tabata. O internacional sub-23 pela seleção brasileira mostrou boas indicações a fazer o papel que João Mário fazia na temporada passada, aproveitando a liberdade dada por João Palhinha para ser participativo no momento ofensivo, demonstrando a sua capacidade de desequilíbrio e visão de jogo.

Outro meio-campista que demonstrou ser um sério candidato à titularidade foi Daniel Bragança. O talento da academia de Alcochete foi capitão de equipa no primeiro jogo da pré-temporada e atuou como médio mais recuado. Mostrou que com bola é o melhor médio leonino, pela sua capacidade de criação e organização de jogo. Porém, no momento sem bola teve mais dificuldade.

Apesar de gostar da ideia de Daniel Bragança como um seis organizador de jogo, reconheço que a sua coabitação com João Palhinha fará mais sentido, pois são a antítese um do outro: um destrói, o outro constrói. A dupla João Palhinha – Daniel Bragança poderá ser de sucesso numa construção de jogo com cinco elementos (três centrais + dois médios), algo que permitirá Bragança ver o jogo de frente.

Na defesa, vários jogadores deram boas indicações. Gonçalo Inácio foi um senhor com bola, revelando maturidade e qualidade de passe: mais uma vez, mostrou que a jogar como central do meio pode ser o patrão da defesa. Porém, como há Coates, acho que a solução melhor para montar uma defesa leonina mais forte, sobretudo no momento da construção, era contratar um central destro para o lado direito da defesa, para acompanhar Coates no meio e Gonçalo Inácio na esquerda, na temporada que se avizinha.

Matheus Reis, a jogar como central do lado esquerdo, fez várias “arrancadas” que desequilibraram o adversário, aparecendo muitas vezes em zonas atacantes. Já o reforço Rúben Vinagre, apesar do pouco tempo de jogo, demonstrou que pode ser uma boa opção caso a ausência de Nuno Mendes se verifique.

Temporada
Rúben Vinagre agarrará a titularidade da ala esquerda, caso Nuno Mendes saia
Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede

No ataque, tenho dois pontos a apontar. Acredito que Jovane Cabral terá mais minutos na temporada que se avizinha, pois parece um jogador mais inteligente, que trabalha melhor de costas para a baliza e está mais incisivo e criterioso no passe. Se o avançado cabo-verdiano conseguir ser regular ao longo da época, poderá ser uma arma muito perigosa. Paulinho continua a ser a referência no setor ofensivo, e a demonstrar cada vez mais intrusão e evolução na sua forma. Porém, o Sporting CP não pode depender de um ponta de lança só para atacar uma temporada tão exigente como a que aí vem.

O balanço da pré-temporada é positivo, mas não pode descansar ninguém. É preciso continuar a evoluir e a trabalhar, de modo a colher frutos num futuro que esperamos que seja bastante próximo.

SL Benfica | Os 3 comandados de Rui Vitória a ter em conta

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O SL Benfica conheceu o adversário que vai enfrentar na terceira pré-eliminatória de acesso à UEFA Champions League, no passado dia 19 de julho (data do sorteio realizado em Nyon – Suíça).

O Futbolniy Klub Spartak Moskva, mais conhecido como Spartak Moscovo, é o “alvo a abater”. A equipa orientada pelo conhecido treinador Rui Vitória vai receber as águias no dia quatro de agosto para jogar a primeira mão do duelo.

Apesar de este ser o primeiro jogo oficial do SL Benfica na temporada de 2021/22, os russos já iniciaram o campeonato no passado dia 24 do presente mês. A equipa orientada por Rui Vitória entrou com o pé esquerdo, uma vez que foi derrotada no terreno do FC Rubin Kazan, por 1-0.

No entanto, apesar da derrota, o Spartak Moscovo é uma equipa com muita qualidade, tendo ficado em segundo lugar na Liga Russa, na temporada passada. Posto isto, decidi eleger o top 3 de jogadores que o SL Benfica deve ter em atenção.