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Terá por fim a Red Bull encontrado um segundo piloto?

A Red Bull tem vindo a crescer nos últimos anos, ao ponto de ser, atualmente, a única equipa capaz de rivalizar com a Mercedes no campeonato de pilotos e de construtores. Mas em 2020 (e em 2019 também, com a Ferrari igualmente nessa luta), a Mercedes dominou ambos. Max Verstappen ganhou duas corridas e foi 11 vezes ao pódio, mas Hamilton e a Mercedes não deram hipóteses. Este ano está a ser diferente…

Há um conjunto de fatores que permitem que a equipa austríaca esteja a dificultar bastante mais a tarefa do construtor alemão. Desde logo, o carro é mais rápido do que era em 2020. Mas há outro ponto que merece uma reflexão: a entrada de Sergio Pérez na equipa também se está a revelar bastante importante para a obtenção de resultados da Red Bull.

Depois da saída de Daniel Ricciardo para a Renault no final da época de 2018, a Red Bull foi reforçar-se à AlphaTauri, primeiro com Pierre Gasly e depois com Alexander Albon. É certo que houve pouca paciência com ambos os pilotos por parte da equipa, mas a verdade é que nenhum deles estava a conseguir fazer algo fundamental: ficar consistentemente no grupo da frente, quer nas qualificações, quer nas corridas.

Para este ano, a Red Bull optou por uma estratégia diferente. Em vez de se irem reforçar à sua segunda equipa, optaram por ir buscar um piloto com créditos firmados, que vinha de uma excelente época com a Racing Point em 2020, cujos pontos altos aconteceram na Turquia, com um segundo lugar, e no Grande Prémio de Sakhir, com uma vitória na corrida.

E antes da época começar, houve muito falatório sobre a suposta ‘maldição’ do segundo carro da Red Bull. Mas Pérez teve um início positivo. No Bahrain, depois de uma má qualificação (11.º lugar), Pérez foi ainda mais ‘empurrado’ para trás com um problema na volta de formação que o obrigou a começar a corrida no pitlane. Mas o mexicano conseguiu recuperar e terminar a prova em quinto.

Seguiu-se depois uma prova para esquecer em Imola, onde uma qualificação promissora (segundo lugar) foi ‘apagada’ por muitos erros do mexicano numa corrida à chuva. E mesmo em Portimão, parecia que a Red Bull iria continuar a esquecer a utilidade do seu segundo piloto, deixando Pérez em pista com os mesmos pneus bastante tempo, sem resultados práticos (Pérez manteve o quarto lugar com que começou, Verstappen perdeu para Hamilton).

Foi em Barcelona que Pérez começou, passo a passo, a mostrar as suas credenciais. Um quinto lugar depois de se ter qualificado em oitavo foi seguido de um quarto lugar no Mónaco depois de uma qualificação em nono (aí, ajudado pela estratégia da equipa, o que prova que já estava a ser visto com outros olhos pela Red Bull).

E a partir de Baku, «Checo» Pérez começou a estar onde a equipa queria que ele estivesse: no grupo da frente. No Azerbaijão, começou em sexto, rapidamente subiu lugares (estava em terceiro na quarta volta) e passou à frente de Hamilton depois da paragem para trocar de pneus. Depois aguentou o britânico atrás de si, permitindo a Verstappen ir embora, aproveitando o azar do holandês para vencer a corrida.

E em Paul Ricard, no último fim de semana, o mexicano começou a corrida em quarto, mas terminou no pódio porque a Red Bull voltou a ser melhor do que a Mercedes em termos estratégicos, com Pérez a parar mais tarde do que Valtteri Bottas e a ter pneus mais frescos para atacar o último lugar do pódio. Antes disso, aconteceu este momento.

Ora, este bom entendimento entre pilotos, adicionado à vantagem que a Red Bull tem sobre a Mercedes nos dois campeonatos, faz com que estejamos perante uma rara situação em que a equipa alemã está na mó de baixo. E as próximas duas corridas são na Red Bull Ring…

Foto de Capa: Red Bull Racing

A competência depende apenas da experiência e da idade? | Sporting CP

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No que toca a competências, a nossa sociedade tem um problema em reconhecer valor a uma pessoa quando a mesma se enquadra em determinados intervalos etários. Ou seja, se o individuo for jovem e estiver no início da sua carreira (ou ainda não a tenha sequer iniciado) não é aceite, mas se estiver numa faixa etária acima dos 35 ou 40 anos, já está ultrapassado, não se perspetivando nenhum futuro profissional, ou evolutivo.

Concluímos então que a nossa sociedade aceita como capaz de desempenhar funções no mercado de trabalho apenas os indivíduos que se enquadrem num intervalo etário dos 25 aos 35 anos. Isto num plano otimista.

Os mais jovens têm ainda o problema de conseguir experiência profissional. Porque hoje em dia, qualquer empresa que esteja a contratar pede sempre três a cinco anos de experiência, faltando perceber onde querem eles que, quem esteja iniciar a sua carreira, consiga essa mesma experiência, se ninguém se predispõe a proporcioná-la.

No caso dos jornalistas esse problema ficou resolvido assim que apareceu o Bola na Rede, que dá oportunidade aos jovens em mostrar o seu valor, ainda que estes não tenham sequer terminado a sua formação académica, até porque o talento não advém da formação. Esta apenas complementa aquele.

Nuno Mendes completou 19 primaveras no presente ano e foi uma das chaves do título
Carlos Silva / Bola na Rede

Já no futebol, quem resolveu esse problema de arranque profissional foi o Sporting CP. Porque não há clube como o de Alvalade para dar oportunidades a jovens para mostrarem o seu valor, sejam eles treinadores ou jogadores. Ou não tivéssemos sido nós campeões com uma equipa recheada de jovens jogadores da academia de Alcochete e de alguns recém-chegados, assim como um treinador mais jovem que alguns dos seus jogadores.

E quanto ao treinador, para além de jovem – como já disse antes – mostrou competência sem o curso de treinador. Porque esse curso só lhe irá validar competências para colocar em prática o talento que já demonstrou. O “canudo” é, portanto, sobrevalorizado, não querendo aqui desvalorizar a formação académica que deve existir sempre.

Para corroborar toda esta teoria, a equipa de futebol do Sporting CP foi então campeã nacional com mais de uma dezena de jovens abaixo dos 23 anos, tendo alguns deles completado há poucas semanas as suas 19 primaveras, isto referindo apenas os que estavam em permanência no plantel principal, comandados por um treinador de 36 anos. Talvez outros com mais experiência não mostrassem tanta competência.

Mas este sinal não foi dado apenas pelo futebol. Também a equipa de futsal iniciou a época desportiva que terminou há poucos dias, tendo como reforços apenas jovens da formação. E o resultado disso foi ganhar todos os títulos nacionais, embelezado com a conquista da liga dos campeões da modalidade.

Zicky Té foi um dos destaques do futsal leonino em 2020/2021
Fonte: Bola na Rede / Carlos Silva

Claro que estes resultados não poderiam ter sido alcançados apenas com os “miúdos”, porque eles precisam de apoio dos mais experientes em determinados momentos. Mas isso mostra apenas que uma equipa, para vencer, precisa essencialmente de indivíduos competentes e talentosos, tenham eles 17, 25, 35 ou 60 anos, “letrados” ou não.

A competência não depende da tua faixa etária, ou do teu nível académico. Depende sim da tua capacidade de trabalho e vontade de aprender. E estes miúdos trabalham como gente grande.

Filip Krovinovic | Um regresso com a bênção de Jesus

Numa altura em que o SL Benfica procura por um ‘8’ no mercado, uma das soluções poderá passar mesmo pelo regresso de um dos (muitos) jogadores emprestados. Filip Krovinovic, médio croata de 25 anos, deverá regressar à Luz para realizar a pré-época sob o comando de Jorge Jesus.

Na temporada 2020/2021, Krovinovic esteve ao serviço do West Bromwich Albion, na Primeira Liga Inglesa, e do Nottingham Forest, na Segunda Liga Inglesa. O croata tinha sido emprestado ao emblema do primeiro escalão inglês na temporada 2019/2020, onde realizou 43 jogos e marcou três golos.

Devido ao bom desempenho, os responsáveis quiseram avançar para um prolongamento do empréstimo por mais um ano, mas acabou por ser mais curto dado que, em janeiro de 2021, Krovinovic rumou ao Nottingham Forest FC, onde realizou 31 jogos, totalizando 2248 minutos.

Tal como já foi referido, Jorge Jesus procura um jogador capaz de desempenhar a posição de médio-centro e vai experimentar o croata nessa mesma posição. De relembrar que Adel Taarabt deixou “muito a desejar” nessa função devido à sua impaciência na construção de jogo, à sua ineficácia de passe e, sobretudo, ao pouco golo que apresenta. Nestes parâmetros, Krovinovic poderá acrescentar e, eventualmente, jogar até numa posição de avançado recuado à semelhança do que fez na sua primeira passagem pelos encarnados.

Ainda que há umas semanas tenha sido noticiada a tentativa dos responsáveis do Nottingham Forest FC em avançar para a contratação em definitivo do médio croata, o interesse “caiu por terra” e levou Krovinovic a decidir apresentar-se na Luz no próximo dia 28 de junho.

Segundo o transfermarkt.pt, Filip Krovinovic está avaliado em quatro milhões de euros, valor muito próximo daquele que foi pago pelo SL Benfica ao Rio Ave FC em 2017, cerca de três milhões e meio. O médio croata tem contrato com as águias até 2023.

Alemanha 2-2 Hungria: Em casa todos os “Fritz” ajudam

A CRÓNICA: ALEMANHA SOFRE, MAS PASSA AOS “OITAVOS”

Com tanto ainda por definir, para fechar contas de grupos e decidir quem iria ocupar as últimas cadeiras vagas nos “oitavos”, a Alemanha defrontou a Hungria em Munique, na Allianz Arena, naquilo que foi uma partida imprópria para os cardíacos fãs da “Mannschaft”.

Do lado da Hungria, esperava-se que mantivesse um bloco consistente e adiasse ao máximo o golo por parte do adversário, de forma a colocar pressão e aumentar a probabilidade de provocar um erro que lhes pudesse dar oportunidade de criar perigo em transição rápida. Cabia à Alemanha assumir as rédeas do jogo, mantendo a posse de bola e procurando a chave que seria capaz quebrar a densa linha defensiva húngara.

Ao terceiro minuto, a primeira ocasião com Kimmich a receber na pequena área e a fazer um remate cruzado que Péter Gulácsi conseguiu parar com algum esforço com a luva direita.

Ao quinto minuto, após um canto, a Hungria conseguiu também chegar à área contrária com algum perigo, resolvido com um corte in extremis por parte de Hummels.

Aos dez minutos, em transição rápida por parte dos três médios, um cruzamento tenso e bem executado chegou ao avançado que já estava a pedir a bola: Szalai cabeceou heroicamente para dentro da baliza e tornou o sonho possível.

Ao minuto 20’, a Alemanha teria a sua melhor oportunidade através da marcação de um canto direitinho à cabeça de Hummels que viu o ferro da baliza contrária negar-lhe o golo e, ainda no decorrer da jogada, Ginter apareceria para rematar em frente ao guardião húngaro que voltou a defender

Os 45 primeiros minutos foram marcados pela intensidade do rigor tático e defensivo da Hungria, que se focou no posicionamento, não se desgastando em demasia em pressionar. Do lado da Alemanha, a falta de criatividade para contrariar o jogo húngaro foi tremenda e os ataques quase sempre pelo flanco direito pouca comichão fizeram à defesa contrária.

Na segunda parte, sabendo da importância de Kimmich no centro do terreno, Joachim Löw optou por dar essa liberdade ao médio do FC Bayern München, enviando Sané para a direita e criando uma linha de três médios centrais para tentar criar mais desequilíbrios capazes de furar as linhas húngaras.

Dada a lentidão na circulação de bola por parte dos alemães, não foi de admirar que o golo do empate surgisse de bola parada, através de livre cobrado por Kimmich e assistência de cabeça por parte de Hummels para Havertz que finalizou da mesma forma.

A festa da Alemanha durou pouco uma vez que, imediatamente a seguir, em nova transição rápida, Andras Schafer voltou a dar vantagem à formação húngara.

Depois de várias substituições, e com a Hungria a manter o espírito guerreiro, Goretzka acabaria por conseguir empatar com remate dentro da grande área e deitar por terra o sonho húngaro.

 

A FIGURA

Leon Goretzka – Não só por marcar o golo que garantiu o empate, mas também porque a sua entrada deu velocidade ao jogo. O médio do FC Bayern Munchen voltou a provar que merece ter mais minutos de jogo nesta Alemanha.

O FORA DE JOGO

Péter Gulácsi – Com defesas de grande classe nas três partidas, o guarda-redes do RB Leipzig acaba por ter uma saída inglória deste europeu. Jogo “menos” do guardião húngaro.

 

ANÁLISE TÁTICA – ALEMANHA

A “Mannschaft”, ainda de Joachim Löw, voltou a apresentar-se num 3-4-2-1, praticamente repetindo os “onzes” titulares utilizados nos dois primeiros jogos. A defesa foi novamente formada por três defesas centrais de raíz, com Ginter sobre a direita, Hummels no corredor central, e Rüdiger à esquerda.

Na linha de meio-campo da Alemanha, Kroos e Gündoğan foram os suspeitos do costume ao centro, apoiados por Kimmich, que continua a assumir a missão da qual foi incumbido de segurar o lado direito, atuando depois como médio interior para dar ainda mais corpo ao meio campo alemão. Na ala esquerda, o homem do jogo anterior, Robin Gosens.

A única alteração deu-se na frente de ataque, com Müller a ficar de fora por não estar nas melhores condições físicas. No seu lugar jogou Sané que, juntamente com Havertz, esteve encarregue de abrir os flancos por diversas vezes e, por fim, Gnabry, como falso ponta de lança. A meio da primeira parte, Sané e Gnabry acabariam por trocar de posições de forma a tentar confundir as marcações e criar mais perigo junto à área húngara.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Manuel Neuer (6)

Matthias Ginter (6)

Mats Hummels (7)

Antonio Rüdiger (6)

Joshua Kimmich (6)

İlkay Gündoğan (6)

Toni Kroos (7)

Robin Gosens (6)

Kai Havertz (7)

Leroy Sané (6)

Serge Gnabry (6)

SUBS UTILIZADOS

Leon Goretzka (7)

Timo Werner (6)

Thomas Müller (6)

Jamal Musiala (-)

Kevin Volland (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – HUNGRIA

O selecionador Marco Rossi repetiu a aposta no sistema tático que utilizou frente a Portugal e França – 3-5-2 – sem alterar o “onze” titular que lhe permitiu arrancar um empate à atual campeã do mundo.

Apesar do 3-5-2 referido, a Hungria voltou a apresentar-se com um bloco baixo, acabando por formar uma linha de cinco defesas, com Botka, Orban e Szalai no centro, e os laterais Fiola e Nego a subir nas tentativas de construção ofensiva.

No meio-campo, Adám Nagy foi o pêndulo encarregue de atrair as atenções para dar espaço a Schäfer e Kleinheisler nas alas e fazer a bola chegar aos avançados Sallai e Szalai.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Péter Gulácsi (6)

Endre Botka (6)

Willi Orbán (7)

Attila Szalai (6)

Attila Fiola (6)

Andras Schafer (7)

Ádam Nagy (7)

László Kleinheisler (6)

Loic Négo (6)

Ádám Szalai (8)

Roland Sallai (7)

SUBS UTILIZADOS

 Szabolcs Schon (6)

Kevin Varga (-)

Nemanja Nikolics (-)

Gergo Lovrencsics (-)

Portugal 2-2 França: Empate entre campeões

A CRÓNICA: EQUILÍBRIO JUSTIFICA RESULTADO

No derradeiro encontro do Grupo F, que opôs a seleção campeã do mundo frente ao atual detentor do título de campeão europeu, Portugal terminou a fase de grupos com um empate a duas bolas, garantindo a passagem à próxima fase da competição. Devido ao empate entre Alemanha e Hungria, a “Seleção das Quinas” apura-se como um dos melhores terceiros classificados, ficando atrás da seleção germânica devido ao confronto direto.

A França procurou controlar o jogo desde o primeiro minuto, mas demonstrou dificuldades em criar lances de perigo para a baliza defendida por Rui Patrício. Portugal conseguiu equilibrar a partida no decorrer dos primeiros 45 minutos. O primeiro tempo foi caracterizado pelo encaixe tático entre as duas equipas.

À meia hora de jogo, o inevitável Cristiano Ronaldo inaugurou o marcador através de grande penalidade, enganando o guardião Hugo Lloris. Numa bola parada, Danilo Pereira foi atingido violentamente pelo guarda-redes francês, e de imediato o árbitro da partida Mateu Lahoz apontou para a marca dos onze metros. Mesmo antes da ida para os balneários, numa altura em que a “Seleção das Quinas” estava melhor no encontro, Mbappé foi derrubado por Semedo no interior da área lusa. O avançado Benzema não desperdiçou o penálti, e restabeleceu a igualdade no marcador.

No começo da segunda parte, a seleção gaulesa entrou mais forte, e consumou a reviravolta no marcador. Ao minuto 47’, Karim Benzema fugiu de marcação à linha defensiva portuguesa, e após um grande passe de Pogba, o ponta de lança bisou na partida. A “Seleção das Quinas” subiu as suas linhas em busca de um resultado mais positivo, e à passagem da hora de jogo, Cristiano Ronaldo reestabeleceu a igualdade no encontro, novamente através de uma grande penalidade, após a bola embater no braço de Koundé.

A defesa da noite pertenceu a Rui Patrício, que ao minuto 68’ impediu Pogba, e posteriormente Griezmann, de voltarem a colocar a seleção francesa na frente da partida, com uma dupla intervenção fantástica. O encontro foi perdendo intensidade, com ambas as equipas a correrem menos riscos, acabando por resistir o empate a duas bolas até ao final dos 90 minutos.

 

A FIGURA
Renato Sanches
Fonte: Diogo Pinto / FPF

Renato Sanches – Pela primeira vez titular na atual edição do Campeonato de Europa, Renato Sanches realizou uma exibição notável, conferindo estabilidade ao miolo do terreno, algo que faltou na derrota frente à Alemanha.

A forma como dinamizou o processo ofensivo de Portugal, desorganizando a equipa adversária, mas cumprindo também as suas tarefas defensivas, confirmaram a aposta de Fernando Santos para esta partida, que terminou com um resultado positivo para a continuidade da armada lusa em prova.

O FORA DE JOGO

Diogo Jota – O avançado português desempenhou uma prestação negativa, estando ausente da partida na maior parte do tempo que esteve dentro das quatro linhas. Esteve pouco interventivo no ataque da “Seleção das Quinas”, e poderia ter feito melhor nas ocasiões que foi chamado a jogo.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Após a derrota pesada frente à Alemanha, Fernando Santos realizou algumas mexidas no meio-campo, e apresentou Portugal num esquema tático de 4-3-3. A defesa, não sofreu alterações relativamente ao último jogo, mantendo-se Nélson Semedo na lateral direita, Raphaël Guerreiro no corredor esquerdo, e no centro da defesa posicionaram-se Pepe e Rúben Dias.

O meio-campo a três elementos foi composto por Danilo Pereira, posteriormente substituído por João Palhinha, atuando como médio mias recuado, sendo acompanhado por João Moutinho, mais posicional, e Renato Sanches, com mais liberdade de movimentos. Na frente de ataque, Cristiano Ronaldo posicionou-se a partir do corredor central, acompanhado nas alas por Bernardo Silva, na direita, e Diogo Jota, na esquerda, embora este trocasse posicionalmente com Ronaldo regularmente.

Apesar da tentativa de domínio de jogo por parte da seleção gaulesa, Portugal conseguiu gerir a posse de bola, procurando criar espaços na defesa adversária através da troca de bola constante.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rui Patrício (7)

Nélson Semedo (6)

Pepe (6)

Rúben Dias (6)

Raphaël Guerreiro (6)

Danilo Pereira (6)

João Moutinho (6)

Renato Sanches (8)

Bernardo Silva (6)

Cristiano Ronaldo (7)

Diogo Jota (4)

SUBS UTILIZADOS

João Palhinha (7)

Rúben Neves (6)

Bruno Fernandes (5)

Diogo Dalot (-)

Sérgio Oliveira (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FRANÇA

A seleção campeã do mundo entrou em campo com um desenho tático de 4-2-3-1, com a novidade da introdução de Tolisso no “onze” inicial. O médio atuou a partir da ala direita, mas sempre com muita mobilidade e liberdade tática, deslocando-se para o corredor central por várias ocasiões.

A linha defensiva foi formada por Varane e Kimpembe no corredor central, e nas laterais, Lucas Hernández na esquerda, enquanto Koundé posicionava-se na ala direita, dispunham de maior liberdade nas incursões ofensivas. O miolo do terreno foi composto por Kanté, atuando como médio mais recuado, Pogba como elemento organizador de jogo, e Griezmann posicionou-se atrás do ponta de lança. A posição de extremo esquerdo foi desempenhada por Mbappé, com a flexibilidade de realizar movimentos interiores com regularidade, de forma a apoiar o avançado de referência, o experiente Karim Benzema.

A seleção gaulesa procurou gerir a posse de bola, e criar jogadas de ataque organizado. No momento defensivo, a pressão era efetuada sobre o portador da bola, tentando impedir as rápidas transições ofensivas por parte de Portugal.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Hugo Lloris (5)

Jules Koundé (5)

Raphaël Varane (6)

Presnel Kimpembe (6)

Lucas Hernández (6)

N’Golo Kanté (6)

Paul Pogba (8)

Corentin Tolisso (5)

Antoine Griezmann (6)

Kylian Mbappé (6)

Karim Benzema (7)

SUBS UTILIZADOS

Lucas Digne (-)

Adrien Rabiot (5)

Kingsley Coman (6)

Moussa Sissoko (-)

Artigo revisto por Joana Mendes

Suécia 3-2 Polónia: O fim da linha para Lewandowski e companhia

A CRÓNICA: SEGUNDA PARTE DA POLÓNIA NÃO FOI SUFICIENTE  

Dia de decisões no grupo E do Euro 2020. Num grupo onde o desfecho, em termos classificativos, era de todo imprevisível, a Suécia, que entrou em São Petersburgo como primeira classificada e com a presença na próxima fase garantida, media forças com a Polónia de Paulo Sousa, uma seleção que somava, até então, apenas um ponto, fruto do empate a uma bola diante da Espanha.

Os polacos, que pisaram em solo russo cientes de que necessitariam de um triunfo para garantir um lugar nos oitavos, não poderiam ter começado o jogo de pior forma. Ainda se estariam a sentar os espetadores mais atrasados e já Emil Forsberg, na sequência de um lance algo confuso perto da área adversária, inaugurava o marcador. Com um remate de pé esquerdo, o camisola dez sueco não deu hipóteses a Szczesny, dificultando ainda mais a tarefa à turma de Paulo Sousa.

Esperava-se, portanto, uma resposta forte por parte dos polacos no que restava da primeira metade. Todavia, tal acabou por não se verificar, não obstante os níveis consideravelmente elevados de posse de bola que a turma de Paulo Sousa ia apresentando. Os pontos fora da curva, durante os primeiros quarenta e cinco minutos, seriam a dupla cabeçada à barra de Lewandowski juntamente com o remate de fora de área de Zielinski, já perto do intervalo.  

Nos segundos quarenta e cinco minutos, não só a atitude polaca veio renovada, mas sim toda a dinâmica do encontro. O que, até ao intervalo, era um jogo muito morno e sem grandes ocasiões de perigo transformou-se num desafio bem mais movimentado; tal transformação traria, inclusivamente, resultados práticos em termos de resultado.

Primeiramente, numa saída rápida encabeçada pelo recém-entrado Kulusevski, a Suécia dilatou a vantagem para 2-0, uma vez mais através de um golo da autoria de Forsberg. Do outro lado, respondeu o suspeito do costume: Lewandowski. Por volta da hora de jogo, a estrela polaca, em grande estilo, diga-se, diminuiu para 2-1; pouco mais de vinte minutos mais tarde, novamente o número nove fez o gosto ao pé, deixando a sua seleção a apenas um golo da qualificação.

Todavia, o futebol consegue, por vezes, ser verdadeiramente duro. Num momento onde a equipa polaca estava completamente balanceada para o ataque, acaba por ser a Suécia a fazer o terceiro golo por intermédio de Viktor Claesson. Foi, portanto, a machadada final nas aspirações da equipa de Paulo Sousa, que é, assim, eliminada numa fase precoce da competição. Quanto aos nórdicos, com este triunfo garantem o primeiro lugar do grupo E, dois pontos à frente da seleção espanhola.

 

A FIGURA

Robert Lewandowski – Certamente, o goleador polaco trocaria uma notável exibição individual por um triunfo da sua seleção. No entanto, como tal não é possível, resta sublinhar aquela que foi a preponderância de Lewandowski no jogo de hoje: dois golos, um deles de belo efeito, e uma participação ativa nos melhores momentos da Polónia, ofensivamente. Tivessem um daqueles cabeceamentos à barra entrado…

O FORA DE JOGO

Primeira parte da Polónia – A seleção comandada por Paulo Sousa vê a Suécia adiantar-se aos dois minutos no marcador, contudo é incapaz de responder de forma efetiva durante todo o primeiro tempo. Muito desacerto coletivo, pouquíssimo discernimento no último terço e apenas dois lances de perigo junto às redes de Olson. É caso para dizer que a Polónia “deu” a primeira parte de avanço à Suécia.

 

ANÁLISE TÁTICA – SUÉCIA

Do lado da seleção nórdica, a opção tomada pelo selecionador Jan Andersson foi a de manter o sistema tático que havia sido apresentado nos primeiros dois jogos do Euro 2020. A única alteração, face à vitória perante a Eslováquia, residiu na entrada de Quaison para a dupla da frente, por troca de Marcus Berg.

Assim, a Suécia dispôs-se em campo em 4-4-2, procurando manter a sua equipa organizada sem bola e impedir aproximações perigosas da Polónia à baliza defendida por Olson.

Ofensivamente, a inclusão de Kulusevski, no início da segunda parte, concedeu aos suecos uma outra capacidade de explorar as transições rápidas e de ferir o adversário. Todavia, posteriormente, as saídas de jogadores como Isak ou Forsberg acabariam por anular esse efeito, “empurrando” a turma sueca, nos últimos 15/20 minutos do jogo, para uma posição mais baixa no terreno.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Robin Olson (7)

Mikael Lustig (6)

Victor Lindelöf (6)

Marcus Danielson (6)

Ludwig Augustinsson (6)

Sebastian Larsson (6)

Kristoffer Olson (6)

Albin Ekdal (6)

Emil Forsberg (8)

Robin Quaison (5)

Alexander Isak (7)

SUBS UTILIZADOS

Dejan Kulusevski (7)

Marcus Berg (5)

Emil Krafth (6)

Viktor Claesson (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – POLÓNIA

Comparativamente ao duelo com a seleção espanhola, Paulo Sousa optou por efetuar apenas uma alteração na sua equipa, com Jakub Moder a dar lugar a Krychowiak, retornado de castigo. Em termos de desenho tático, o técnico português voltou a basear a sua estratégia num 3-4-2-1, onde a estrela da companhia, Robert Lewandowski, recebia apoio da dupla Zielinski-Swiderski.

Durante os primeiros quarenta e cinco minutos, notou-se uma Polónia “sem ideias”, com pouco discernimento, incapaz de criar perigo através de transições rápidas ou em jogo organizado, permitindo que a Suécia se sentisse relativamente confortável.

No segundo tempo, uma postura completamente diferente. A entrada de Frankowski e uma maior intervenção no jogo de Zielinski vieram trazer uma maior dinâmica ao ataque polaco, deixando claramente a ideia de que, caso adotasse esta postura desde o apito inicial, podia ter saído de São Petersburgo com um passaporte para os oitavos de final em mãos.

 11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

Wojciech Szczesny (5)

Bartosz Bereszynski (6)

Kamil Glik (6)

Jan Bednarek (6)

Kamil Jozwiak (5)

Grzegorz Krychowiak (6)

Mateusz Klich (6)

Tymoteusz Puchacz (5)

Karol Swiderski (6)

Piotr Zielinski (7)

Robert Lewandowski (8)

SUBS UTILIZADOS

Przemyslaw Frankowski (7)

Jakub Swierczok (6)

Kacper Kozlowski (6)

Przemyslaw Placheta (6)

Artigo revisto por Joana Mendes

Eslováquia 0-5 Espanha: Espanha passeou, goleou e passou

A CRÓNICA: DE HERÓI A BESTA

Ambas as equipas começaram o jogo sem saber se seriam eliminadas, tendo a Espanha uma pressão extra, pois, para além de favorita, estava também em lugar de descida à partida para o jogo, sendo obrigada a ganhar para não ter de contar com terceiros.

Logo ao minuto 10, o árbitro assinala falta de Koke sobre Hromada, mas depois de consultar o vídeo-árbitro este assinala penálti para a Espanha, que é defendido por Dúbravka após o remate de Morata. Mas se este havia sido o herói a defender, eis que ao minuto 30’ comete um erro clamoroso ao inserir a bola dentro da própria baliza, colocando a Espanha em vantagem.

Mas a história da primeira parte não ficava por aqui, sendo que quase a terminar a primeira parte, após um canto defendido pela Eslováquia, a bola volta à área onde Moreno se antecipa a Dúbravka e cruza para Laporte que se estreou a marcar pela seleção espanhola, tornando o resultado mais a imagem do que havia vindo a ser o jogo: um controlo total da Espanha.

A segunda parte começa da mesma maneira que foi o jogo todo da primeira, com a Espanha a jogar e a Eslováquia a ver, sendo que não tardou a que Sarabia castigasse os eslovacos pela liberdade com que deixavam jogar. Aos 66 minutos, Morata sai de campo sobre um coro de assobios misturados entre palmas para a entrada de Ferran Torres, que só precisou de um toque para marcar de calcanhar após um canto estudado, mas não foi o único a precisar de apenas um toque para participar num novo golo, pois Pau Torres logo de seguida entra e assiste para o auto-golo de Kucka, fazendo com que o pesadelo da Eslováquia continuasse.

A Espanha passeou totalmente em campo, sendo que a Eslováquia nunca criou perigo ou mostrou intenções de o fazer, permitindo que a goleada fosse consumada e a Espanha passasse em segundo no grupo num jogo fácil e que colocou os eslovacos a fazer contas.

 

A FIGURA

Pedri – Um autêntico Iniesta hoje em campo. A forma como fez a Espanha jogar e controlar o jogo foi de uma categoria digna de um maestro. Contribui para três dos golos e a sua capacidade de passe foi indispensável para a vitória da Espanha

 

O FORA DE JOGO

Martin Dúbravka – Aos dez minutos de jogo era o herói do jogo, mas infelizmente o jogo só termina aos 90 minutos e pouco depois de defender um penálti cria um auto-golo caricato, não se percebendo o que se passou. Tem também culpas no segundo golo da Espanha, sendo que a sua saída da baliza comprometeu a equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – ESLOVÁQUIA

A Eslováquia entrou em campo com um sistema tático de 4-2-3-1, fazendo apenas duas alterações em relação ao último jogo, entrando Hromada e Haraslín. Duda voltou a atuar como falso ponta de lança com apoio do experiente e capitão Hamsik.

O processo de criação começava curto através dos defesas, mas sempre que o passe saia novamente para o guarda-redes, a bola era chutada para a frente, que, sem nenhuma referência ofensiva, era perdida e a equipa prontamente recuperava, puxando os dois jogadores mais ofensivos para perto do meio-campo, oferecendo o ataque à Espanha

11 INICAL E PONTUAÇÕES

Martin Dúbravka (3)

Peter Pekarík (3)

Lubomír Satka (4)

Milan Skriniar (5)

Tomás Hubocan (5)

Jakub Hromada (4)

Juraj Kucka (4)

Lukás Haraslín (5)

Marek Hamsik (6)

Robert Mak (5)

Ondrej Duda (5)

SUBS UTILIZADOS

Stanislav Lobotka (6)

Michal Duris (6)

Vladimir Weiss (5)

Tomas Suslov (5)

Laszlo Benes (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – ESPANHA

A Espanha entrou em campo com algumas alterações no “onze” inicial, alterando quatro jogadores desde o último encontro com a Polónia, mas continuando a alinhar no 4-3-3 base.

Gerard Moreno começou a jogar na esquerda, permitindo que Sarabia atuasse no seu lado preferencial, mas fez com que o primeiro se colocasse demasiado aberto, não permitindo atuar tanto na área, algo que mudou após o primeiro golo e teve efeitos positivos com a entrada na área do avançado.

11 INICAL E PONTUAÇÕES

Unai Simón (6)

Jordi Alba (6)

Éric García (6)

Aymeric Laporte (7)

Cezar Azpilicueta (6)

Sergio Busquets (6)

Pedri (9)

Koke (6)

Gerard Moreno (6)

Alvaro Morata (4)

Pablo Sarabia (8)

SUBS UTILIZADOS

Ferran Torres (7)

Pau Torres (6)

Thiago Alcantara (6)

Adama Traore (6)

Mikel Oyarzabal (6)

Artigo revisto por Joana Mendes

Sonho do Olimpo #9: Telma Monteiro salvou a honra portuguesa no Brasil!

PELA PRIMEIRA VEZ, JOGOS FALAM A LÍNGUA PORTUGUESA

A última edição dos Jogos, em 2016, foi histórica e memorável por várias razões. Primeiro, porque foi a primeira vez que uma cidade de um país cuja língua oficial é o português acolheu o maior evento desportivo do planeta, um grande motivo de orgulho e satisfação para toda a comunidade lusófona. Foi também a estreia absoluta da América do Sul nestas andanças e o regresso à América Latina, que não organizava as Olimpíadas desde 1968, quando estes foram disputados na Cidade do México.

Continuando com as curiosidades, foi o regresso ao Hemisfério Sul, depois de 16 anos passados desde a edição de 2000, na cidade Australiana de Sydney. A escolha da cidade-sede era uma incógnita, pois não havia nenhum favorito declarado no início da votação, que se restringiu a quatro finalistas: Chicago, Tóquio, Madrid e Rio de Janeiro.

Na primeira ronda de votações, que eliminou a cidade de Chicago, havia um relativo equilíbrio entre as outras três, mas a partir da segunda ronda começou-se a desenhar um tal domínio nas votações que não deixava muitas dúvidas que a cidade maravilhosa ia albergar os jogos no ano de 2016. Como habitual e como a logística na preparação de um evento desta magnitude exige, o vencedor foi conhecido em 2009, no dia 2 de Outubro, em Copenhaga, capital da Dinamarca.

Mas não se pense que esta edição não teve qualquer polémica, antes pelo contrário. Desde logo, o problema com o estado das águas onde iriam decorrer as provas de canoagem, remo e vela, devido à concentração de diversos agentes poluentes que colocavam em risco a integridade física e, no limite, a própria saúde dos atletas, mas este problema foi identificado e conseguiu-se resolver sem grande alarido e com eficácia.

Depois, surgiu um outro que colocou em causa a realização dos Jogos na data prevista, o surgimento da epidemia do vírus Zika, causada pela mordidela de um mosquito em tudo semelhante ao bicho responsável pela Dengue, com o pico de casos a acontecer no ano de 2015, mas o COI e as autoridades de saúde locais entenderam, e bem, que não haveria problema ao deixar entrar pessoas vindas de países estrangeiros e o certame avançou, decorrendo dentro da normalidade.

5 jogadores “lá fora” para reforçar o leão | Sporting CP

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O Sporting CP inicia a sua pré-época já no próximo dia 28 de Junho. Com incertezas sobre o futuro de muitos jogadores e com os rumores de transferências a ganharem cada vez mais destaque. Como disse no meu artigo anterior é altura da silly season e ao contrário do que fiz no outro artigo, neste vou dar a conhecer cinco nomes (de uma lista bem maior) que se podem encaixar no modelo e no plantel leonino, mas de mercados fora do mercado português.

11 combinado de portugueses e franceses NÃO convocados para o Euro 2020

De uma coisa a Seleção Nacional e a Seleção Francesa não se podem queixar: falta de opções para esta convocatória. Mesmo com o alargar de convocados para este Campeonato da Europa – de 23 para 26 – muitos foram os jogadores que foram preteridos por Fernando Santos e Didier Deschamps nas derradeiras listas para esta fase final.

O JOGO ENTRE PORTUGAL E FRANÇA ESTÁ A CHEGAR! QUEM ESCOLHES PARA ESTA PARTIDA? SEGUE JÁ PARA A BET.PT!

A oferta é mais do que muita nos dois países, sendo que em França se encontram opções credíveis para praticamente todas as posições. No entanto, e de forma também a promover um dos jogos que encerram as contas do Grupo F, optámos por misturar as coisas e fazer um onze altamente competitivo que recolha jogadores portugueses e franceses. O resultado final é muito interessante. Vem daí!