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Espanha Sub-21 x Portugal Sub-21 | Luta Ibérica com olhos no trono europeu

Campeonato da Europa sub-21, Meia-final: Quinta-feira, 17h00, 3 de junho de 2021

ANTEVISÃO: A UM PASSO DA FINAL DO EURO SUB-21

Em causa está um lugar na final do Campeonato da Europa do escalão de sub-21, lugar onde ambas as equipas já estiveram num passado recente. A Espanha nas duas edições anteriores, onde defrontou a Alemanha por duas vezes, e Portugal há três edições atrás, em 2015, onde defrontou a Suécia. Os anos passaram mas aparentemente os bons jogadores continuam a vir do mesmo lado, e a Península Ibérica parece ter solos bastante férteis para o aparecimento e crescimento de craques ano após ano.

TEMOS DUELO IBÉRIO NA MEIA-FINAL E ODDS INTERESSANTÍSSIMAS PARA VERES. A VITÓRIA DA ESPANHA (2.30), EMPATE NOS 90 MINUTOS (3.15) OU PORTUGAL (3.05). EM QUAL É QUE VAIS APOSTAR? SEGUE JÁ PARA A BET.PT!

A realidade é que somos vizinhos, por vezes amigos, mas amigos, amigos, negócios à parte, e neste jogo não há lugar para grandes companheirismos. Só uma das seleções poderá vencer e assim chegar à tão desejada final onde irá defrontar a Alemanha ou os Países Baixos. Que haja respeito pelo adversário e fair-play, como dita o acordo de cavalheiros do desporto rei, mas que acima de tudo que haja muita vontade de vencer e, algo ainda mais importante nestas idades, de praticar bom futebol.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Portugal chegou até esta fase com um percurso quase inigualável: três jogos, três vitórias, nove seis marcados e zero sofridos. A seleção espanhola foi também muito superior mas ainda assim conseguiu apenas duas vitórias e um empate, com cinco golos marcados e zero sofridos. Qualificadas para os quartos de final, ambas as equipas tiveram alguns sobressaltos. Ainda assim conseguiram resolver a questão no prolongamento, Portugal com um 5-3 sobre a Itália e Espanha com um 2-1 sobre a Croácia.

Para esta partida está tudo em aberto e é muito difícil prever quem poderá sair vencedor. É um cliche, mas os pormenores farão toda a diferença e ganhará quem estiver concentrado durante mais tempo. Espanha tem mais experiência em decisões deste calibre, mas Portugal tem uma vontade imensa de fazer aquilo que ainda não foi feito.

10 DADOS RÁPIDOS
  1. A Espanha já ganhou a competição por cinco vezes e foi finalista vencida por três vezes.
  2. Portugal nunca ganhou a competição, tendo chegado duas vezes à final. Perdeu com a Itália em 1994 e com a Suécia em 2015.
  3. No ano de 1994, Portugal chegou à final e bateu a Espanha por 2-0 nas meias-finais.
  4. Dany Mota e Javi Puado são os melhores marcadores das equipas com três golos cada.
  5. Ambas as equipas não sofreram golos na fase de grupos.
  6. A seleção da Espanha pode alcançar a final pela terceira vez consecutiva.
  7. Em caso de vitória, Portugal atingirá um novo recorde de 12 vitórias consecutivas em jogos oficiais.
  8. As equipas realizaram nove jogos entre si. A Espanha ganhou cinco, Portugal três, e empataram um.
  9. Portugal é a seleção que mais golos tem na fase final deste Campeonato da Europa, com 11 marcados.
  10. A Espanha tem a melhor defesa da competição com apenas um golo sofrido.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Javi Puado (Espanha Sub-21) – Fez uma ótima temporada ao serviço do RCD Espanhol e agora está a aparecer em bom plano neste Campeonato da Europa. Apesar de não ter sido titular na última partida frente à Croácia, Puado fez os dois golos que ditaram a qualificação dos espanhóis e por isso é possível que comece de início no jogo frente a Portugal. Tem tudo para estar motivado e depois de um jogo onde a seleção das Quinas mostrou algum desacerto defensivo, este jogador de 23 anos pode ser crucial e decidir o jogo em pequenos lances.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Vitinha (Portugal Sub-21) – O melhor em campo no jogo frente à Itália. Deu um autêntico recital de futebol durante todo o tempo em que esteve dentro das quatro linhas, e foram muitos minutos, mostrando uma maturidade pouco comum para jogadores da sua idade. Mesmo com mais de 90 minutos nas pernas mostrou sempre a sua classe e qualidade com bola e chamou a atenção de todos os adeptos. Se fizer o mesmo frente à seleção espanhola, pode perfeitamente ser ele a decidir o jogo, seja com golos ou, mais provavelmente, assistências. Que bem que joga este menino.

 

XI’S PROVÁVEIS

Espanha Sub-21: Alvaro Fernandez; Mingueza, Guillamon, Cuenca, Pedrosa; Beltran, Zubimendi, Manu Garcia; Brahim Diaz, Bryan Gil, Javi Puado.

Treinador: Luis de La Fuente

“Estar na fase a eliminar foi um sucesso e estar nas semifinais é um grande sucesso. Todos os jogos são muito difíceis. Sabíamos que os quartos-de-final seriam muito apertados”.

Portugal Sub-21: Diogo Costa; Diogo Dalot, Diogo Queirós, Diogo Leite, Tomás Tavares; Daniel Bragança, Gedson Fernandes, Vitinha, Fábio Vieira; Dany Mota Gonçalo Ramos.

Treinador: Rui Jorge

“Em relação à parte defensiva, analisámos. Evidente que existem pequenos erros, mas não é uma coisa que me preocupa em demasia, não é mesmo”.

PREVISÃO DE RESULTADO: ESPANHA SUB-21 1-2 PORTUGAL SUB-21

Mais uma vez, dérbi eterno na final | Futsal

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Depois de cumpridos os jogos relativos aos quartos-de-final e meias-finais do play-off de Futsal, eis que chega a hora de olhar para a final e para os seus intervenientes. Como tem sido hábito desde que se iniciou a disputa deste atual modelo competitivo, indo já na sua 16.ª edição com os play-off, em 12 ocasiões houve uma final entre os rivais de Lisboa.

Nesta última década apenas em duas edições não se defrontaram os clubes lisboetas na final (em 2013/14, a Desportiva do Fundão de Joel Rocha eliminou o SL Benfica e conseguiu chegar à final com o Sporting CP e em 2016/17 o SC Braga igualou o feito dos beirões e chegou à eliminatória decisiva com o emblema leonino, feito que valeu o apuramento para a edição seguinte da Liga dos Campeões de Futsal.

Mas esses casos têm sido apenas a exceção, apesar do aumento da qualidade do nosso campeonato, que se tem verificado nestes últimos tempos e que se comprovam nas grandes dificuldades que os dois clubes com melhores equipas e maior orçamento, fatores que não podem ser dissociados, tiveram nos encontros anteriores, pese embora tenham ganho ambos os jogos e passado à final com a diferença máxima.

Há uma outra estatística interessante que pode assustar alguns adeptos leoninos mais supersticiosos: quando uma equipa portuguesa foi campeã europeia, nunca conseguiu juntar o campeonato nacional na mesma temporada. Ou seja, em 2010 o Benfica foi campeão continental e o Sporting foi campeão nacional. Em 2019 foi o Sporting que logrou conquistar o troféu europeu mas foi o Benfica que ganhou o troféu nacional.

Conquista brilhante essa que foi igualada neste ano mas resta saber se a “maldição” se mantém ou se os verde e brancos ousam quebrar essa tradição. O histórico mais recente dá algum favoritismo aos Leões, nomeadamente ao terem fechado a fase regular em primeiro lugar, logo têm a vantagem de jogar mais um jogo no seu pavilhão, ainda mais decisivo visto que a partir de 14 de junho se prevê que o público possa voltar aos recintos desportivos, ou seja, o eventual quinto jogo no Pavilhão João Rocha já poderá ter público, ao terem ganho a edição de 2021 da Taça da Liga e obviamente, com a motivação em alta com a conquista da glória europeia.

A partir de 14 de junho, deixaremos de contar com as bancadas totalmente despidas de público, conforme se vê em pano de fundo nesta foto de Zicky Té
Fonte: SCP Modalidades

É muito pouco provável que tudo se resolva em três ou quatro encontros, mas espero acima de tudo que sejam encontros de grande intensidade e emotividade, disputa feroz em cada lance, mas com lealdade e fair-play, dentro do terreno de jogo e nas bancadas, quando os adeptos regressarem para embelezar ainda mais o espetáculo e motivar os jogadores, já cheios de saudades do sexto jogador.

Acho que todos os fãs, independentemente da sua cor clubística, já sentem falta do ambiente único que os espetadores criam, de apoio contínuo e incondicional às equipas. Que comecem os jogos e que comece esta final emocionante, com um conjunto de jogos onde a principal rivalidade vai ser posta à prova, de forma saudável (esperemos)!

Foto de Capa: SCP Modalidades

Sporting CP 86-85 FC Porto: 39 anos depois, o Sporting CP é campeão nacional!

A CRÓNICA: OS TRÊS PONTOS DA FINAL – VONTADE, ESPETÁCULO E DESCALABRO EMOCIONAL

Está descoberto o novo campeão nacional 2020-2021! 39 anos depois, os leões alcançaram o trono do basquetebol português e são os novos campeões nacionais, sucedendo à UD Oliveirense que havia conquistado os últimos dois campeonatos.

Numa partida que apruma (com muita polémica à mistura) o basquetebol, o Sporting CP venceu o FC Porto e ergueu o nono troféu de campeão nacional.

A ‘finalíssima’ principiou e terminou com o equilíbrio como nota dominante. Sporting CP e FC Porto entraram com vontade, e o nervosismo inicial rapidamente se dissipou com ambos os lados a corresponderem às expectativas, oferecendo uma «negra» com excelente qualidade.

A transição acabou por ser a marca prevalecente nos primeiros 10 minutos de jogo, com ambos os conjuntos a aproveitarem cada mílimetro de espaço oferecido no campo para atacar o cesto. Sob constantes cambalhotas no marcador, o primeiro quarto terminou com uma vantagem ligeira para o Sporting CP de 22-20.

No segundo quarto, com muitos ajustes e heterogeneidade de estratégias, o FC Porto foi quem entrou melhor e, sob o leme de Gordon e Nevels, cravou uma vantagem de 25-33, que consequentemente obrigou a mudanças no lado leonino. Isto, de salientar, num período onde Moncho López decidiu entrar em constante mutações na forma de defender o 5×5 leonino, com a adoção de uma zona 2-3 que constrangeu (muito) as isolações dos homens do Sporting CP.

Numa espécie de resposta ao técnico espanhol, Luís Magalhães também tirou um ‘coelho da cartola’, e com Fields em bom plano conseguiu, através de um box and one, impedir os lançamentos dos principais protagonistas azuis e brancos. O equilíbrio voltou a ser a nota principal da partida, e o jogo foi para os balneários com uma ligeira supremacia leonina (51-47).

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

A saída dos balneários trouxe um Sporting CP aguerrido, e com o passar dos minutos o espetáculo tornava-se melhor, mais intenso e, acima de tudo, mais agressivo. A equipa comandada por Luís Magalhães foi quem entrou melhor, mas Gordon e Nevels apresentavam-se inconformados e mantinham o FC Porto bem colado no marcador. No final do terceiro quarto os leões sorriam com uma vantagem de cinco pontos (68-63).

Os últimos 10 minutos de jogo (e de toda a temporada) não desiludiram. Que final! Bem, foi taco a taco…Triplo de um lado, triplo do outro, luta de um lado, luta do outro, foi assim até ao último segundo. E para além de todo o espetáculo, sentia-se as emoções a «correrem» no sangue de todos os intervenientes. Ora, já perto do fim, com tudo empatado (85-85), Micah Downs sofreu uma falta, que colocou os dragões desesperados com Moncho López a perder a cabeça, queixando-se de uma falta sobre Nevels.

Por fim, o cenário do primeiro jogo da final repetiu-se, desta feita com três lances livres favoráveis para o norte americano, que faturou um ponto e deu uma ajuda fundamental para levar o Sporting CP ao topo do basquetebol português, 39 temporadas depois.

 

 

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Espetáculo dentro de campo – Costuma-se dizer: ‘o melhor fica para o fim’, e assim foi, com um autêntico ‘jogaço’ de ambas equipas. Individualmente, Nevels foi absolutamente fantástico do lado azul e branco, executando 29 pontos, sendo que, defensivamente apagou por completo Elissor. Do lado leonino, Travante e Micah Downs voltaram a ser figuras preponderantes com uma soma conjunta de 37 pontos.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Final da partida – O desporto provoca, por inúmeras vezes, reações indesejadas em todos os intervenientes. A felicidade de uns é a tristeza/desilusão de outros, e Moncho López e os seus jogadores – após a última decisão dos árbitros – foram o espelho de como não reagir depois de uma derrota. Exemplo maior foi a danificação que o troféu sofreu, depois de Nevels o ter atirado ao chão com a «cabeça a fervilhar», enfim, um final de campeonato muito aquém depois de um jogo incrível dentro das quatro linhas.

 

ANÁLISE TÁTICA- SPORTING CP

A equipa comandada por Luís Magalhães alinhou com Shakir Smith no cinco inicial em detrimento de Ventura, e explorou ao máximo as situações de 1×1 e 2×2. Simples de processos (como usual) a equipa do Sporting CP potenciou sempre os exteriores, sendo que, quando Elissor ou Travante não estavam com a confiança habitual, Micah Downs estava sempre disposto a assumir as rédeas, quer do ponto de vista do lançamento, quer do passe.

Defensivamente, a turma de Lisboa variou numa defesa marcação individual a campo todo, com um box and one, de forma esporádica todavia.

 

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Shakir Smith (5)

Travante Williams (8)

Elissor (3)

Fields (7)

Micah Downs (8)

 

SUBS UTILIZADOS

João Fernandes (8)

Diogo Ventura (6)

Pedro Catarino (5)

Fonseca (4)

 

ANÁLISE TÁTICA- FC PORTO

A equipa orientada por Moncho López alinhou com dois postes – Miguel Queiroz e Eric Anderson Jr – dois extremos e o base Tinsley. Após alguma desorientação preambular com as marcações individuais e sem grandes frutos nas tabelas, o técnico espanhol fez entrar Riley para o lugar de Queiroz e voltou a priveligiar o jogo exterior.

Ofensivamente foi com Tinsley a comandar ‘as tropas’ que os dragões alavancavam os pontos. Do ponto de vista dos triplos os dragões apresentaram grande confiança para atirar, e tal procura era acentuada com muita precisão por parte de Soares (essencialmente do zero graus), mas também por Nevels (muito consistente).

Defensivamente, a equipa portista – à semelhança dos leões – variou muito, mas ofereceu primazia à marcação individual a campo todo. Ainda assim, a defesa zona 2-3 prevaleceu durante alguns minutos da partida.

 

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Miguel Queiroz (7)

Bradley Tinsley (6)

Larry Gordon (7)

Garrett Nevels (9)

Eric Anderson Jr (5)

 

SUBS UTILIZADOS

Jalen Riley (7)

João Soares (8)

Voytso (5)

Foto de capa: FPB

Os 3 principais candidatos à vitória final | Euro 2020

Numa fase em que nos estamos a aproximar do tão esperado Campeonato da Europa de 2020, adiado por um ano devido à pandemia de Covid-19, chegou o momento de nomear os três maiores candidatos ao título. Vários são os países que irão apresentar grupos talentosos, uns irão basear-se nos génios individuais para decidir jogos, enquanto outros brilharão pela força do coletivo.

No lote apresentado, estão três seleções com elencos de luxo que, na minha opinião, terão tudo para levantar a taça. Mas estas competições são sempre recheadas de incógnitas, havendo sempre espaço para surpresas. No entanto, ficam sem resposta, por enquanto, duas questões de extrema importância e que despertam curiosidade: Quem será o sucessor de Portugal no trono europeu? Ou será que a “Seleção das Quinas” prolongará o seu reinado no “Velho Continente”?

SL Benfica | Os 3 talentos da Segunda Liga com lugar na Luz

Os campeonatos profissionais em Portugal chegaram ao fim, e é hora do SL Benfica começar a preparar o plantel para a próxima época. Relativamente à Segunda Liga, vários são os nomes que se destacaram ao serviço de algumas das 18 equipas que atuaram nesse escalão.

No caso das águias, muitas são as opções no plantel principal e, por isso, apenas os jogadores de grande qualidade poderão ter a hipótese de encaixar nas ideias de Jorge Jesus, de modo a atingir os objetivos propostos para a época 2021/2022.

Os encarnados têm lacunas na defesa – ala direita e setor central – assim como na posição de ‘6’ e ‘8’. Depois de um mercado muito atarefado e com mais de 100 milhões de euros gastos em contratações, as águias vão reduzir a despesa no verão que se avizinha e, como tal, os responsáveis da Luz podem olhar para o mercado interno para procurar alterações mais baratas e com qualidade.

Assim, o Bola na Rede decidiu nomear os três grandes destaques desta edição que, porventura, teriam lugar no SL Benfica.

Posições a reforçar | Sporting CP

O campeão nacional, Sporting CP, prepara a nova temporada 2021/2021. Uma época que será exigente, com Liga dos Campeões e o objetivo de conquistar todas as provas internas: campeonato, Taça de Portugal, Taça da Liga e Supertaça, jogo a jogo.

Nesse sentido, poderão chegar reforços, para posições-chave que venham acrescentar qualidade ao plantel e aumentar as soluções para o treinador, Ruben Amorim. Sendo certo que o grande desafio será conseguir “segurar” talentos que deram nas vistas na última temporada e que irão disputar o Euro 2020: Nuno Mendes, João Palhinha e Pedro Gonçalves.

Na baliza leonina e no eixo defensivo, não deverão existir alterações na constituição do plantel. O Sporting CP conta com dois guarda-redes de enorme qualidade, António Adán e Luis Maximiano. Quanto aos defesas-centrais, os leões têm soluções suficientes, quer em qualidade, quer em quantidade. Tendo os jovens, Eduardo Quaresma e Gonçalo Inácio dois talentos para o futuro.

Nuno Mendes está na iminência de uma saída e é associado ao Manchester City
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

No meio-campo leonino, o plantel necessita de um jogador que possa ser alternativa a João Palhinha e por isso, deve chegar um reforço para jogar na posição “seis”. Para a posição “oito” o Sporting conta com Matheus Nunes, Daniel Bragança e tem ainda por fechar o dossier “João Mário”.

Nas alas, os leões necessitam de recorrer ao mercado, com a saída de João Pereira, há a necessidade de ter um jogador que possa ser alternativa a Pedro Porro. Para a ala esquerda, o Sporting CP conta com Antunes e Nuno Mendes. No entanto, o jovem formado em Alcochete foi um dos atletas que mais se valorizou e por isso terá vários clubes interessados, tendo um valor de mercado de 25 milhões e uma cláusula de rescisão fixada nos 70 milhões. Nesse sentido, numa eventual saída do jovem craque, pode o Sporting CP reforçar a ala-esquerda.

Nas três posições da frente, no modelo 3-4-3 de Rúben Amorim, o Sporting CP não deve ir ao mercado. No centro do ataque haverá o regresso de Sporar e ainda Luiz Phellype que voltará de lesão, que podem continuar no plantel, sendo dois “reforços” para a nova temporada, sendo alternativas a Paulinho. Para as restantes posições, os leões têm qualidade e talento suficientes, para a exigência da próxima temporada – Pedro Gonçalves, Tabata, Tiago Tomás, Jovane Cabral, Gonzalo Plata e Nuno Santos.

Andraz Sporar voltará a ser opção de Rúben Amorim
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O Sporting CP deve ter assim como prioridade: a chegada de um médio-defensivo e dois alas, para a próxima temporada. No entanto, existem ainda jogadores que poderão integrar o plantel, os jovens da formação e os atletas que estiveram ao serviço de outros clubes por empréstimo na última temporada. O leão terá de se reforçar, para ficar ainda mais forte e continuar a conquistar a glória!

5 jogadores que devem ser emprestados na próxima época | FC Porto

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Com a questão do treinador indefinida, é perfeitamente natural que não se saiba o futuro do plantel do FC Porto para a próxima época. São muitos os jovens que começaram a aparecer no final desta última temporada e alguns dos elementos que compunham o plantel regressaram ao clube de origem por estarem emprestados. Por outro lado, temos aqueles que são intocáveis para o atual treinador e os que são facilmente descartáveis.

De todas estas categorias que defini, aquelas que mais facilmente podem sair por empréstimo são os jovens jogadores e os que são facilmente descartáveis. Não sabemos se Sérgio Conceição será treinador do FC Porto na próxima temporada, mas podemos já pensar num top cinco de jogadores que devem ser cedidos para outras paragens. Venham daí conhecê-los.

Podcast À Prova de Bola #2 – O Estágio da Seleção Nacional e os favoritos no Euro 2020

No segundo episódio do “À Prova de Bola” falamos sobre o estágio da Seleção Nacional em Budapeste e sobre os favoritos à conquista do Euro’2020. Nesta semana, o Mário Cagica e o Francisco Pinho Sousa recebem o João Pedro Óca, jornalista da TVI que vai estar a acompanhar o estágio da equipa das quinas durante este Campeonato da Europa. 🎙️

Se queres saber no que deu, então ouve o novo Podcast BnR.

Podes ouvi-lo no Spotify, Anchor, Breaker, Google Podcasts, Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts e Radio Public.

Os 5 melhores equipamentos no Euro | Euro 2020

Ainda antes da bola rolar no EURO, são muitos os interesses para os fãs do Desporto Rei, e não só. Os equipamentos são, sem sombra de dúvida, um momento aguardado pelos espectadores, e que nos obriga a sonhar com “aquela camisola” pendurada lá em casa.

Neste exercício de gostos, começo por dizer que estava à espera de mais qualidade ao nível de indumentárias para entrar em campo. Gostos não se discutem, se não, o que seria do amarelo, que, diga-se, foi uma surpresa bem agradável. Neste campeonato de camisolas temos um claro campeão, é o mesmo que o teu?

Egan Bernal triunfa num Giro d’Italia com muito “lume” português

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De Zipaquirá para o topo do mundo, novamente. Egan Bernal consagrou-se como vencedor da 104.ª edição do Giro d´Italia no passado domingo e voltou a demonstrar o porquê de pertencer à elite dos voltistas do ciclismo atual.

Ofensivo, mas acima de tudo maduro e cirúrgico, uma autêntica dor de cabeça para aqueles que sonhavam com a vitória. O número um da Ineos Grenadiers arrumou com a concorrência (e com as dúvidas sobre a sua condição física devido ao problema nas costas) no miolo da corrida e exibiu uma estratégia conservadora, sempre suportada por uma equipa competente, à medida que o dia final, em Milão, se aproximava.

Com 24 anos e duas grandes voltas na bagagem, até onde é que Bernal pode ir? A forma como se comportou ao longo destas três semanas evidenciam um corredor mais experiente, pleno em termos de capacidade física e, principalmente, inteligente na gestão de toda a prova, o que de certa forma potencia ainda mais as suas qualidades.

Um livro nunca se deve julgar pela capa e a lógica aplica-se neste caso, até porque não foi só um Giro Grenadier com tons colombianos e uma locomotiva italiana. Momentos tensos e emotivos foram uma constante, como o feito de Lorenzo Fortunato, a naturalidade com que Sagan se vestiu à “Ciclamino”, os “Tacos” que beneficiaram de uma corrida aberta para atingir o melhor momento da carreira e claro, a extensa polémica no seio da Deceuninck Quick-Step, com a gestão tática da equipa sobre um João Almeida – em grande forma – à mistura, nunca descurando o altíssimo nível apresentado pelo português, pelos portugueses, aliás – Nélson Oliveira e Rúben Guerreiro tiveram nota positiva -.

A bolha competitiva contemplou uma panóplia de premiados, de surpresas, de desilusões e de momentos marcantes. Vamos, por isso, conhecê-los!

Foto de Capa: INEOS Grenadiers