Os últimos jogos do SL Benfica têm mostrado a melhor forma de Pizzi, um jogador que não tem sido uma primeira escolha de Jorge Jesus esta época, mas que ultimamente tem mostrado bons sinais dentro das quatro linhas.
Quando chegou à Luz, Jorge Jesus fez questão de salientar que Pizzi não seria uma opção para o meio do terreno e que as suas qualidades sobressaem mais na ala direita – lugar que ocupou em outras épocas nos encarnados. Ora, o que tem acontecido nas últimas partidas tem sido exatamente o oposto: Pizzi tem atuado no miolo ao lado de Weigl, fruto da lesão de Adel Taarabt.
A lesão do marroquino abriu portas ao internacional português para voltar a ser titular e tem merecido todos os elogios do técnico e da imprensa. No último jogo fora de casa, frente ao CD Tondela, Pizzi foi um dos elementos em destaque depois de ter marcado um golo, feito uma assistência e realizado quatro passes para finalização, acabando com uma eficácia de passes superior a 85%.
Pizzi volta a ganhar destaque no miolo encarnado Fonte: Isabel Silva / Bola na Rede
No mais recente jogo do SL Benfica, frente ao FC Porto, que terminou com um empate a uma bola, Pizzi voltou a ser titular ao lado de Julian Weigl. O internacional português jogou os 94 minutos da partida, mas não esteve ao nível que tinha apresentado nos dois jogos anteriores, apesar de ter tido uma eficácia de passe superior a 81% e de ter visto um golo anulado já em período de compensação por fora de jogo de Darwin Núñez.
Pizzi chegou ao SL Benfica em 2013 proveniente do Atlético de Madrid por 14 milhões de euros, mas esteve a primeira temporada emprestado ao RCD Espanyol de Barcelona onde fez 34 jogos e marcou quatro golos. No verão de 2014 regressou ao plantel encarnado, onde se fixou como uma das principais figuras até aos dias de hoje.
Em toda a história centenária do Sporting CP é uma tarefa difícil encontrar treinadores longevos, seja no futebol, seja nas principais modalidades de pavilhão. Acredito que serão poucos os casos, muito devido à instabilidade que o clube vive quase desde sempre. Nuno Dias está há nove anos no comando da equipa de futsal do Sporting CP e já tem um lugar muito especial na história do clube verde e branco.
Se o húngaro Joseph Szabo é, eventualmente, o maior treinador de futebol de sempre do clube, com 13 títulos conquistados ao serviço dos Leões, entre os quais quatro campeonatos nacionais, no futsal não restam dúvidas absolutamente nenhumas da grandeza que Nuno Dias já representa na tão recheada história do clube.
Desde a sua chegada, na época 2012/13, são já 405 jogos ao comando dos Leões, com 346 vitórias, 29 empates e apenas 30 derrotas. Foram marcados 2086 golos e sofridos 666 até à última final da Champions League, frente ao Barcelona, que coroou a segunda conquista europeia da história do clube nesta modalidade.
No palmarés, estão cinco campeonatos nacionais, cinco conquistas da Taça de Portugal, cinco Supertaças, três Taças da Liga e claro, duas UEFA Futsal Champions League, em 2018/19 e 2020/21 – um feito inédito no futsal nacional. Se hoje o Sporting CP é de longe o maior clube português na modalidade, muito se deve ao seu treinador.
Dos 38 títulos da história da secção de futsal, 20 foram com Nuno Dias ao leme. É obra! Pela sua competência, vontade de vencer, pela mentalidade, não é absurdo nenhum dizer que estamos a falar do maior treinador da história do Sporting CP!
PS: E apesar de tudo, Nuno Dias nunca foi eleito o melhor treinador do mundo, nem mesmo em 2019, quando conquistou a primeira UEFA Futsal Champions League da história do clube, assim como o Sporting CP nunca foi considerado o melhor clube do mundo em nenhum ano, algo que o próprio treinador criticou esta segunda-feira na conferência de imprensa após a final frente ao Barcelona. Cá estaremos para ver se será finalmente este ano…
No podcast do Bola na Rede “Frente a Frente” desta semana temos os nossos dois comentadores e treinadores de futebol a discutirem sobre dois craques do futebol europeu: Gerard Moreno ou Edinson Cavani? Qual é que é o teu preferido? Um programa a não perder com a moderação do João Filipe Brandão e as opiniões de Eduardo Moreira e Fellipe Andrade. 🎙️
Se queres saber no que deu, então ouve o novo Podcast BnR.
O GD Estoril Praia empatou a um golo com o GD Chaves. Zé Tiago e Miguel Crespo fizeram os dois golos do encontro.
Na primeira parte, a equipa orientada por Bruno Pinheiro mostrou ao que vinha. Apesar de se querer adiantar cedo na partida, foi o GD Chaves a inaugurar o marcador ao minuto 30, por Zé Tiago. A reação veio quatro minutos depois dos pés de Miguel Crespo. Os primeiros 45 minutos ficaram a prometer uma segunda parte a um bom nível.
Na segunda parte, o GD Estoril Praia voltou a entrar muito forte com bolas na barra e trabalho acrescido para Ricardo Moura. A partir da expulsão de Miguel Crespo ao minuto 70, o GD Estoril Praia perdeu o controlo total de partida e os minutos finais tornaram-se um sufoco total por parte dos flavienses.
Com este resultado, o GD Estoril Praia adia a conquista do título de campeão da Segunda Liga. Já o GD Chaves vê cada vez mais longe o sonho da promoção.
A FIGURA
🔥 Oportunidades não faltaram no empate entre estorilistas e transmontanos ⚖ ⚽
Entrega ofensiva do GD Chaves – Apesar de não ter marcado o segundo golo, a equipa de Vítor Campelos foi uma autêntica dor de cabeça para os canarinhos. As transições e as jogadas rápidas mostraram que se trata de uma equipa com boas dinâmicas, mas ainda sem o fator concretizador.
O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
GD Estoril Praia depois da expulsão – Como está escrito no título da crónica, há expulsões e expulsões. Miguel Crespo era aquele jogador que o GD Estoril Praia não queria de maneira nenhuma perder. A ausência daquele que era o “bombeiro” do meio-campo foi fundamental no crescimento do GD Chaves na partida.
ANÁLISE TÁTICA – GD ESTORIL PRAIA
O GD Estoril Praia apresentou-se durante os 90 minutos num 4-3-3 puro com Clovis a ponta de lança e o apoio de Vidigal e Bruno Lourenço nas alas. O ponta de lança do GD Estoril Praia era uma autêntica dor de cabeça para os flavienses pela pressão que exercia sobre os centrais. João Diogo era o lateral mais ofensivo da equipa, por estar quase sempre nos apoios diretos a Bruno Lourenço.
João Gamboa era o médio mais recuado que muitas vezes se posicionava entre os dois centrais canarinhos. Por outro lado, Miguel Crespo era um autêntico “bombeiro” do meio-campo: estava presente em todos os locais, onde a equipa mais precisava. A expulsão aos 70 minutos acabou por ser o maior fator condicionante da equipa e nem a entrada de Lazare e Rosier serviram de refresco do setor intermediário.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Daniel Leite (8)
João Diogo (6)
Hugo Gomes (5)
Joãozinho (6)
Hugo Basto (5)
André Franco (5)
Miguel Crespo (7)
João Gamboa (6)
Bruno Lourenço (5)
André Vidigal (5)
André Clovis (6)
SUBS UTILIZADOS
Rosier (5)
Lazare (5)
Azis (5)
Harramiz (-)
Murilo (-)
ANÁLISE TÁTICA – GD CHAVES
A equipa orientada por Vítor Campelos apresentou-se num 4-4-2, com os centrais Vasco Fernandes e Bura muito descidos no terreno de jogo, de forma a aguentar a pressão dos avançados do Estoril. Ao longo do jogo foi notória a troca de bola rápida dos jogadores do GD Chaves: jogadas de bola corrida, rápidas e muito ao primeiro toque. O primeiro golo da partida apontado por Zé Tiago, ao minuto 30 é exemplo disso: uma jogada rápida que contou com um excelente pormenor técnico.
Já na segunda parte, a equipa visitante beneficiou da expulsão de Miguel Crespo e começou a pressionar a equipa da casa. Também a partir dessa expulsão, começaram as substituições dos flavienses com o objetivo de refrescar o ataque frente a uma equipa combalida. Por essa mesma razão, os minutos finais acabaram por se tornar um sufoco para a equipa da casa.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Ricardo Moura (7)
João Reis (5)
Miguel Granja (6)
Vasco Fernandes (6)
Rafael Viegas (5)
Zé Tiago (7)
Kevin (6)
Luís Silva (5)
Juninho (6)
Wellington Carvalho (6)
Roberto (6)
SUBS UTILIZADOS
Benny (6)
Guedes (5)
Batxi (6)
Rocha (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
GD Estoril Praia
BnR: Ao longo do jogo, Miguel Crespo foi um jogador determinante, quer nas bolas paradas, quer na ligação de jogo que criava. A expulsão de Crespo foi um fator determinante que permitiu a pressão exercida pelo GD Chaves na reta final do jogo?
Bruno Pinheiro: Sim, acho que no jogo 11 para 11 foi equilibrado. Conseguimos as melhores oportunidades. Na expulsão de Miguel Crespo, o GD Chaves acabou por ter as melhores oportunidades.
GD Chaves
BnR: João Gamboa era um jogador que se encostava muitas vezes aos dois centrais do GD Estoril. Foi por isso que o GD Chaves procurou sempre jogadas mais rápidas, que podiam proporcionar um fator surpresa no ataque?
Vítor Campelos: O Estoril na 1.ª frase de construção tenta ligar o jogo pelo Rosier e pelo Gamboa, que por vezes passa para a posição de defesa-central, ficando assim a equipa a jogar com uma defesa composta por cinco jogadores. Durante a semana preparámos o jogo, tendo em conta esse aspeto tático: apostámos na troca rápida de bola, com o objetivo de passar a fase de pressão dos alas do Estoril. Conseguimos isto com eficácia, mas hoje faltou uma pontinha de sorte.
A CRÓNICA: ACADÉMICA OAF TRASNFIGURADA NOS SEGUNDOS 45 MINUTOS ARRANCA EMPATE FRENTE AO CD MAFRA
O jogo da 32.ª jornada da Segunda Liga, entre o CD Mafra e a Académica OAF, tinha objetivos diferentes para ambas as equipas: a Académica procurava a vitoria para se manter na luta pela subida direta, enquanto o CD Mafra buscava a vitória para garantir desde já a manutenção e, assim, poder encarar o resto da época com maior tranquilidade.
Inicio de jogo muito “tranquilo”, praticamente jogado apenas nos 30 metros centrais, com ambas as equipas com muita cautela e preocupadas em não cometer erros. Contudo, numa jogada rápida e de grande envolvimento, onde a bola rolou rápido da esquerda para a direita, Nuno Campos levou a bola até à linha de fundo e centrou rasteiro para Andrézinho aparecer ao segundo poste e inaugurar o marcador.
Ao contrário do que seria de esperar, a Académica não reagiu ao golo e foi o CD Mafra, que após uma perca de bola dos “Estudantes”, voltou a marcar: Andrézinho progrediu rápido e, à entrada da área, desferiu um remate colocado e sem hipóteses para Mika.
Com os golos, a equipa do CD Mafra baixou claramente os níveis de ansiedade e começou a controlar com alguma tranquilidade o jogo. A Académica apenas uma vez chegou com perigo à baliza do CD Mafra, através de uma bola parada, na qual o guarda redes João Godinho fez uma excelente defesa, no seguimento de um alívio de João Miguel em cima da linha de golo.
A segunda metade do jogo foi completamente diferente, com a Académica a entrar muito pressionante. A entrada de Leandro Sanca e a passagem de Mayambela para junto de Bouldini trouxe uma maior acutilância ao ataque dos “Estudantes”.
A Académica chegou ao golo aos 56 minutos, através de uma jogada de insistência de Mayambela e na qual a defesa do CD Mafra facilitou na esquerda. Com o golo animaram-se ainda mais os homens de Coimbra, que passados nove minutos, aos 65 minutos, fez o empate por Bouldini.
Reagiu o CD Mafra e, aos 67 minutos, teve a hipótese de passar para a frente, mas Abel Camará falhou uma grande penalidade. A partir desse momento, assistimos a um cerrar de linhas da equipa do CD Mafra e a um assédio constante da Académica, que aos 86 minutos teve uma oportunidade para marcar com Leandro Sanca, completamente isolado na frente de João Godinho, que fez uma defesa monumental e segurou o empate para o CD Mafra.
Um resultado justo para o que se passou em campo, pela repartição de jogo por ambas as partes: na primeira CD Mafra, na segunda Académica. Com este resultado, a Académica fica mais longe do objetivo de subida e o CD Mafra assegura a manutenção na Segunda Liga.
A FIGURA
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
João Godinho – O guarda-redes do CD Mafra, que voltou a titularidade com Ricardo Sousa como treinador, fez uma mão cheia de boas defesas e assegurou o empate nesta partida frente à Académica OAF.
Entrada de jogo da Académica – Início de jogo completamente apático da Académica, que descansou o CD Mafra e não pressionou o estado de ansiedade que era normal da equipa do Oeste.
ANÁLISE TÁTICA – CD MAFRA
O CD Mafra apresentou-se com o esquema habitual, o 4-3-3, sem qualquer alteração no “onze” em relação ao jogo da semana passada em Chaves. Na baliza, João Godinho, depois nas alas defensivas, Nuno Campos pela direita e Gui Ferreira pela esquerda, com a zona central da defesa a cargo de João Miguel e Pedro Barcelos. À frente deste quarteto, apareceu Ismael, com João Graça e Cuca a jogarem na posição oito. Nas alas Rodrigo Martins por um lado e Andrezinho pelo outro com o ataque a cargo de Abel Camará.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
João Godinho (8)
Nuno Campos (6)
João Miguel (6)
Pedro Barcelos (6)
Gui Ferreira (Cap) (5)
Cuca (7)
João Graça (7)
Ismael (7)
Andrezinho (8)
Camará (8)
Rodrigo Martins (8)
SUBS UTILIZADOS
Bruno Fidélis (3)
Bruno Silva (3)
Okitokandjo (3)
Kaká (4)
Carlos Daniel (5)
ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICA OAF
O Mister Rui Borges fez quatro alterações em relação à equipa que perdeu na passada segunda-feira em Coimbra frente ao Arouca, alinhando desta feita em 4-4-1-1.
Na baliza, o experiente Mika, com um quarteto defensivo formado por Fabiano á direita, Bruno Teles á esquerda e os centrais Rafael Vieira e Zé Castro. No centro do meio-campo, apareceram Ricardo Dias e Mimito, Traquina mais pela direita e Mayambela pela esquerda, com Fabinho nas costas de Bouldini.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Mika (8)
Bruno Teles (6)
Zé Castro (Cap) (5)
Rafael Vieira (5)
Fabinho (5)
Mayanbela (7)
Fabiano (6)
Mimito (7)
Traquina (6)
Bouldini (7)
Ricardo Dias (8)
SUBS UTILIZADOS
Leandro Sanca (7)
Fábio Viana (5)
Guima (5)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
CD Mafra
BnR: Mister, como se explica ou que explicações encontra para uma 2ª parte tão diferente da 1.ª parte do CD Mafra? Foi só a alteração produzida pelo adversário ao intervalo?
Ricardo Sousa: Foram um conjunto de situações, não entrámos bem na 2ª Parte, temos duas/três perdas de bola que fazem com que os jogadores percam os índices de confiança com que os jogadores foram para o intervalo e claro, foi a qualidade da equipa da Académica que veio ao de cimo na 2.ª Parte.
Académica OAF
BnR: Mister, foi a entrada ao intervalo do Leandro Sanca e a colocação do Mayambela junto ao Bouldini que mudou tudo na 2ª parte?
Rui Borges: Mais que a mudança, embora dê coisas diferentes á equipa, mas mais do que isso foi o crescimento geral da equipa, não tenho palavras, foram os jogadores todos, depois de uma 1.ª parte onde estávamos totalmente descompensados. Os Jogadores perceberam isso e mudaram totalmente, a intensidade a alegria da equipa, foi o que mudou para a 2.ª Parte.
Rescaldo da autoria de Hugo Rodrigues e Carlos Gonçalves.
Duas equipas que já cumpriram o objetivo principal da época, mas pretendem ainda chegar mais longe. O Viseu 2001 recebeu a AD Fundão para o primeiro jogo dos quartos de final do play-off para o apuramento do campeão nacional de futsal.
Os visitantes entraram mais pressionantes na partida e conseguiram, através de boas combinações, penetrar na área viseense. Por duas vezes, Mário Freitas podia ter colocado a sua equipa em vantagem, mas Bruno Felipe não deixou.
Do lado da equipa da casa, apenas pontualmente conseguia adiantar-se no terreno de jogo. Contudo, não conseguiam levar perigo à baliza de Luan Barbosa.
O Fundão estava melhor na partida e colocou-se mesmo em vantagem. A sete minutos do intervalo, um passe longo cruzado da esquerda por Peléh chegou até Nem que entrou na área viseense e foi abalroado pelo guarda redes adversário. A bola acabou por sobrar para Pedro Senra que, com a baliza deserta à entrada da área, fez o primeiro golo da partida.
Até ao final da primeira parte, o Viseu 2001 teve mais bola e aproximou-se da defensiva adversária, mas sem conseguir criar qualquer lance de perigo. Aliás, foram os visitantes que estiveram mais perto de voltar a marcar, num remate potente de Peléh que Bruno Felipe desviou para cima do travessão.
Na etapa complementar, houve um equilíbrio de forças, sem grandes oportunidades nos primeiros minutos. Se o Viseu 2001 não conseguiu empatar, acabou por ser o Fundão a fazer o segundo. Numa reposição lateral, Pedro Senra lançou a bola para dentro da área viseense, com o esférico a embater em Matheus Jorge e a entrar dentro da baliza.
A partir do golo, o ritmo do jogo caiu, mas os ânimos exaltaram-se. Os jogadores envolveram-se em trocas de palavras e empurrões, com o árbitro a ver-se obrigado a distribuir alguns cartões amarelos para elementos das duas equipas.
O Viseu 2001 ainda apostou no guarda-redes avançado nos últimos cinco minutos, mas foi o adversário a estar mais próximo de engordar o resultado, nos últimos segundos do jogo.
Com esta vitória no terreno dos rivais, o Fundão pode conseguir o apuramento para as meias finais, no próximo jogo a disputar no seu pavilhão.
A FIGURA
Pedro Senra – Não esteve muito ativo no jogo, mas foi decisivo quando interviu. Fez o primeiro da partida e conseguiu, de forma inteligente, que uma reposição lateral que parecia inofensiva se transformasse em golo, ao colocar a bola com muita força a embater em Matheus Jorge.
O FORA DE JOGO
Minutos iniciais do Viseu 2001– Uma das imagens de marca dos viseenses é a pressão, por vezes asfixiante, que a equipa exerce sobre os seus adversários nos primeiros minutos, com oportunidades de golos umas atrás das outras. Contudo, hoje não aconteceu e isso parece ter tido repercussão no resto do jogo.
ANÁLISE TÁTICA – VISEU 2001
A equipa viseense entrou mais expectante do jogo do que o habitual. Paulo Fernandes tentou explorar as transições rápidas pelas laterais, mas sem grande aproveitamento.
5 INICIAL E PONTUAÇÕES
Bruno Felipe (7)
Pedro Peixoto (6)
Matheus (5)
Kiko (6)
Rafa Stocker (5)
SUBS UTILIZADOS
Russo (5)
Lucas Otanha (6)
Caio Santos (6)
Lucas Amparo (5)
Daniel Ramos (5)
Lukinhas (6)
ANÁLISE TÁTICA – AD FUNDÃO
Nuno Couto tentou através de combinações e de ataque apoiado chegar à baliza adversário. Em especial pelo lado direito, com Nem, a ser organizador das iniciativas, a equipa do Fundão conseguiu causar vários calafrios à defensiva viseense.
5 INICIAL E PONTUAÇÕES
Luan (7)
Pedro Senra (8)
Guilherme Meira (6)
Nem (8)
Mário Freitas (7)
SUBS UTILIZADOS
Tiago Couto (-)
Jair (7)
Peléh (7)
Felipe Leite (6)
Wilson Cabral (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
AD Fundão
BnR: O Fundão consegue a vitória na partida. Que balanço faz do jogo?
Nuno Couto (Coordenador técnico): O jogo poderia ter claramente mais golos, atendendo às oportunidades que houve, mas mais claro para a equipa do Fundão. Cumprimos com aquilo que nós críamos a nível de rigor e de intensidade defensiva. Tivemos muita qualidade nos momentos com bola, proporcionamos poucas transições ao Viseu, que é onde eles são mais fortes. Parece-me uma vitória justa.
Viseu 2001
Não foi possível colocar questões ao técnico do Viseu 2001, Paulo Fernandes.
A CRÓNICA: PRIMEIRA PARTE DEMOLIDORA DO FC BAYERN MUNCHEN DECIDE PARTIDA
O FC Bayern Munchen entrou em campo já com o título de campeão conquistado, face à derrota do RB Leipzig frente ao BVB Dortmund. Mesmo com o grande objetivo alcançado, a formação “Bávara” realizou uma exibição demolidora e goleou o Borussia VfL Monchengladbach por seis bolas a zero.
O encontro começou praticamente com a equipa da casa em vantagem. Logo ao segundo minuto de jogo, Lewandowski apareceu solto de marcação ao segundo poste, e abriu o marcador após cruzamento de Alaba. A superioridade do FC Bayern Munchen era clara, criando as melhores ocasiões de todo o primeiro tempo. Ao minuto 23’, Muller fez o segundo golo dos “Bávaros”, com assistência de Musiala, num belo desenho de contra-ataque. Antes de entrar, a bola ainda sofreu um desvio que traiu Sommer.
À passagem do minuto 34’, Lewandowski fez o golo da tarde, colocando o resultado em três bolas a zero. Muller serviu o avançado polaco, que finalizou com grande classe num fantástico gesto acrobático. Antes da ida para os balneários, aos 44’ minutos, Lewandowski assistiu Coman para o quarto golo da partida.
Após o massacre imposto pelo FC Bayern Munchen na primeira parte, o Borussia VfL Monchengladbach foi incapaz de inverter a corrente da partida. Mesmo reduzindo a intensidade ofensiva, o emblema já consagrado como campeão alemão na presente temporada, ampliou ainda mais a diferença no marcador, por intermédio de Lewandowski. O avançado polaco consumou o hat-trick através da concretização de uma grande penalidade assinalada após o esférico embater no braço de Neuhaus.
Apesar da expulsão de Tanguy Nianzou apenas cinco minutos depois de ter entrado em campo, os pupilos de Munique fecharam a goleada através de Sané, assistido por Gnabry. Uma grande exibição no dia da consagração do título do principal escalão do futebol alemão.
Robert Lewandowski – Com mais uma exibição brilhante, o ponta de lança polaco apontou um hat-trick, fazendo o 39º golo da época no campeonato alemão. Não só marcou, como também assistiu Coman para o quarto golo da partida.
Neste encontro provou novamente que é um dos elementos mais importantes e emblemáticos da conquista do título alemão na presente temporada. Foi também da sua autoria o golo da tarde, respondendo com um fantástico pontapé acrobático a um belo cruzamento de Müller.
Setor defensivo do Borussia VfL Monchengladbach – Os seis golos sofridos nesta partida demonstram a fragilidade defensiva da equipa. Foram incapazes de travar as constantes incursões ofensivas dos “Bávaros”, acabando por saírem goleados de Munique.
Para além da passividade com que abordavam os portadores da bola do FC Bayern Munchen, os defesas cometeram erros posicionais e técnicos com alguma gravidade. Aliado à ineficácia defensiva do Borussia VfL Monchengladbach, a dificuldade na construção de jogo foi outro dos pontos negativos da formação visitante.
ANÁLISE TÁTICA- FC BAYERN MUNCHEN
A equipa de Hans-Dieter Flick apresentou-se num esquema tático de 4-2-3-1. Uma formação bastante dinâmica e móvel, que desempenhou várias trocas posicionais no decorrer da partida. Defensivamente, realizaram uma pressão altíssima perante a saída de bola do adversário, condicionando uma possível construção de jogo mais criteriosa por parte do Borussia VfL Monchengladbach. Ao nível ofensivo, a preferência da formação da casa era jogar em ataque organizado, mas também tirando proveito dos contra-ataques rápidos.
Os laterais do FC Bayern Munchen, Pavard e Davies, posicionaram-se muito abertos junto às alas, criando mais espaço para os médios Alaba e Kimmich. Os médios ala Musiala e Coman habitualmente faziam movimentos interiores, apoiando Lewandowski e Muller, que atuou nas costas do ponta de lança polaco, com menor rigor posicional.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Manuel Neuer (7)
Benjamin Pavard (8)
Jérôme Boateng (6)
Lucas Hernández (7)
Alphonso Davies (7)
Joshua Kimmich (7)
David Alaba (7)
Kingsley Coman (8)
Thomas Müller (7)
Jamal Musiala (6)
Robert Lewandowski (9)
SUBS UTILIZADOS
Serge Gnabry (7)
Leroy Sané (7)
Leon Goretzka (-)
Tanguy Nianzou (3)
Javi Martínez (5)
ANÁLISE TÁTICA- BORUSSIA VfL MONCHENGLADBACH
A formação visitante apresentou-se num esquema tático de 4-4-2, com diversas mutações durante o encontro. Defensivamente posicionou-se com linhas defensivas muito recuadas, numa tentativa de conter os ferozes ataques organizados do FC Bayern Munchen. Do ponto de vista ofensivo, procurava criar perigo através de contra-ataque.
A linha de quatro defesas era bastante rígida e visível, e à sua frente posicionaram-se Neuhaus e Zakaria. A frente de ataque era bastante móvel, com Lazaro e Hofmann a atuarem preferencialmente a partir das alas, no apoio a Embolo e Thuram, que era o elemento mais móvel antes de ser substituído.
A CORRIDA: ANTÓNIO FÉLIX DA COSTA VENCE EM DANÇA A TRÊS
No regresso da Fórmula E às ruas do Mónaco, António Félix da Costa (DS Techeetah) foi o grande vencedor do E-Prix, mas não o fez sem luta. O piloto português perdeu a liderança por duas vezes ao longo da corrida, primeiro para Robin Frinjs que começou na grelha ao seu lado, e depois para Mitch Evans da Jaguar, a quem na última volta, o piloto da DS ultrapassou “na raça”.
Para os mais desatentos, este ano, pela primeira vez, a Fórmula E correu por todo o traçado tradicional do Mónaco, e não apenas a metade utilizada em épocas anteriores. Isto pode funcionar como algo curioso, porque pela primeira vez, é possível comparar diretamente a velocidade de um carro de Fórmula E e um Fórmula 1 no histórico circuito do Mónaco.
A utilização deste layout só favoreceu a corrida, sendo que estes monolugares, sendo bastante mais compactos que os seus primos híbridos, permitem maiores oportunidades de batalha roda a roda.
So. Much. Action. ⚡️@maxg_official making the most of the battle up ahead 👀
— ABB FIA Formula E World Championship (@FIAFormulaE) May 8, 2021
Os primeiros sinais de uma batalha pela liderança acesa surgiram quando Robin Frinjs consegue superar Félix da Costa, e salta para a liderança na reta da meta. O holandês foi capaz de criar uma distância grande o suficiente, para que, após cair na utilização do Attack Mode, ser possível ultrapassar o DS do português facilmente.
Durante esta fase, um dos homens a lutar por uma posição no pódio, Jean Éric Vergne, foi ao Attack Mode, no entanto não o ativou, por não realizar a linha necessária da forma correta, o que o obrigou a repetir o feito, e perder posições e a possibilidade de provar o champanhe.
Quando parecia que Robin Frinjs seguia confortável na liderança, com mais de dois segundos de vantagem, António Félix da Costa começou a engolir a distância entre os dois, e à entrada do túnel, ativou o Fan Boost para ultrapassar o holandês e chegar novamente à liderança.
— ABB FIA Formula E World Championship (@FIAFormulaE) May 8, 2021
Liderança essa que seria breve, pois Mitch Evans (Jaguar), seguia calmamente na terceira posição, até que em Attack Mode (os rivais já o tinham gasto), ultrapassa tanto Robin Frinjs, como António Félix da Costa na subida para Beau Rivage. Uma ultrapassagem arriscada do neozelandês, mas também uma defesa de Félix da Costa que deixou um pouco a desejar.
O medo e trauma de Valência 2.0 voltou ao ver um safety-car em pista, para recolher o carro de René Rast (Audi), que foi demasiado ambicioso na primeira curva e chocou contra as barreiras, mas após o Mini entrar para as boxes, retomou a corrida, e António Félix da Costa não perdeu tempo em pressionar Mitch Evans com tudo o que tinha.
O português tinha mais bateria do que Evans, e sabia que pressionando, iria obrigar a gastar mais energia do que aquela que ele queria. A batalha foi feroz, com Evans a tentar tornar o seu carro o mais largo possível, e durou até metade da última volta, onde numa ultrapassagem arriscada na saída do túnel, o português subiu à liderança. Evans, já quase sem bateria, não teve tempo de relaxar, e viu-se pressionado ao máximo por Robin Frijns, que subiu à segunda posição mesmo em cima da bandeira axadrezada.
— ABB FIA Formula E World Championship (@FIAFormulaE) May 8, 2021
Curiosamente, com este desenvolvimento na última volta, o top 6 terminou exatamente como começou, com Félix da Costa em primeiro, Frijns em segundo, Evans em terceiro lugar, seguido de Vergne, que recuperou muito bem dos problemas com o Attack Mode, seguido de Max Gunther (BMW) e Oliver Rowland (Nissan).
Os restantes pilotos do top 10 foram Sam Bird (Jaguar), com uma fenomenal recuperação de 16.º para sétimo, Nick Cassidy (Virgin), André Lotterer em nono, e ganhando 10 lugares durante a corrida, um pontapé na crise da parte do piloto da Porsche, e a fechar ficou Alex Lynn.
Esta não foi uma corrida com o habitual caos do pelotão, no entanto, tudo correu bem do ponto de vista da organização e afins, o que tem sido um problema demasiado comum da Fórmula E nesta temporada. Apesar de não haver muito movimento no pelotão, a batalha pela liderança foi estupenda, e durou toda a corrida, com António Félix da Costa a apresentar uma performance fabulosa.
Em termos de campeonato, o vencedor António Félix da Costa saltou para a quarta posição com 52 pontos, atrás de Mitch Evans em terceiro com 54, Nyck de Vries em segundo com 57 e Robin Frinjs, que lidera a tabela com 62 pontos.
Samuel Jumpe Soares nasceu no dia 15 de maio de 2002, sendo natural de Sintra. Samuel Soares iniciou o seu percurso no futebol ao serviço do UDR Tires. Seria no ano de 2013, aos onze anos, que se iria transferir para o SL Benfica, onde ainda hoje permanece.
Ao longo do seu percurso no Seixal, o guarda redes sagrou-se campeão nacional de iniciados em 16/17 e campeão nacional de juvenis em 18/19. Na época passada, sendo júnior de primeiro ano, estreou-se pela equipa de sub-23. Nessa temporada, tem sido o guarda-redes mais utilizado na equipa de sub-23, realizando um total de 19 jogos.
Samuel Soares também tem um percurso realizado nas camadas jovens das seleções nacionais, tendo sido o guarda-redes titular da seleção no Europeu de sub-17 realizado em 2019, onde a equipa das quinas chegaria aos quartos de final.
O jovem português é um guarda-redes que sobressai pela sua grande envergadura (1,89m e 85Kg), o que lhe confere um bom posicionamento e uma grande presença entre os postes, sendo que se destaca na defesa de grandes penalidades e em situações de um para um. Samuel Soares também revela um forte pontapé, capaz de resultar em contra-ataques perigosos.
Samuel Soares tem sido titular na equipa de sub-23 Fonte: SL Benfica
Precisa de crescer no jogo com os pés na primeira fase de construção, nas saídas nas bolas altas e no controlo de profundidade, onde, por vezes, ainda hesita em sair da baliza por se sentir mais confiante no um para um. No entanto, com quase 19 anos, ainda tem muita margem de progressão, o que lhe irá permitir evoluir.
Em relação ao futuro, Samuel Soares ainda tem um longo caminho a percorrer até chegar ao mais alto nível. É de esperar que continue pela equipa de sub-23 – Leo Kokubo ainda está à sua frente na hierarquia – e dar o salto para a equipa B a médio prazo.
A CRÓNICA: JOGO MUITO RÁPIDO SEGURA ATLÉTICO NA LIDERANÇA
Num jogo que pode ser decisivo para o desfecho do campeonato e marcado pelo jogo 300 de Oblak e 200 de Savic, as equipas anularam-se, com o FC Barcelona a desperdiçar aquilo que pode ter sido a grande oportunidade de saltar para a liderança do campeonato.
Num jogo com ares de final antecipada do campeonato espanhol, o empate sem golos no estádio Camp Nou, foi o melhor resultado possível para o Real Madrid CF.
Embora com maior posse de bola durante o primeiro tempo, o FC Barcelona pouco assustou a baliza de Oblak. O Atlético de Madrid, com uma postura mais defensiva, apostou nos contra-ataques e só não abriu o marcador devido à brilhante exibição de Ter Stegen. No lado catalão, apenas Messi trazia algum suspiro de bom futebol.
Na segunda parte, o jogo esteve mais repartido. O Atlético de Madrid foi melhor no geral, esteve mais perto de ganhar e apesar de poder perder a possibilidade de depender só de si para ser campeão (caso o Real Madrid vença o Sevilha FC), sai vivo da Catalunha, apresentando uma versão forte e consistente de candidatura ao título.
O FC Barcelona voltou a perdoar um “match point“, com Francisco Trincão a não sair do banco de suplentes, enquanto João Félix foi lançado por Diego Simeone aos 67 minutos, para o lugar do médio Saul.
Desta forma, o Atlético Madrid segura pelo menos provisoriamente a liderança, com 77 pontos, dois a mais do que o FC Barcelona. Vamos ver como acaba esta novela e emocionante campeonato.
A FIGURA
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Ferreira Carrasco – O jogo não teve um destaque claro, mas Carrasco tudo que fez, fez bem. 90 minutos, três remates, 14 duelos ganhos, sete recuperações, foi um jogador fundamental tanto na parte ofensiva como defensiva. Cada vez mais adaptado a esta nova posição de falso lateral, tem estado a um bom nível ao longo da época e nos grandes jogos.
Griezmann – Passou completamente ao lado do jogo. No embate com a ex equipa não foi capaz de acrescentar nada ao jogo nem desequilibrar. Continua a colecionar exibições intermitentes e principalmente a desaparecer nos grandes jogos. Será que vai continuar ao serviço da equipa catalã?
ANÁLISE TÁTICA – FC BARCELONA
Os Blaugrana apostaram no seu habitual 3-5-2 que tem vindo a ser caraterístico com Ronald Koeman, que pretendia essencialmente povoar o meio-campo e colocar Messi com liberdade para criar desequilíbrios e fazer estragos na baliza dos colchoneros.
Dominou grande parte da posse de bola, mas a nível de remates e oportunidades o jogo foi equilibrado. Esperava-se mais de uma equipa que tinha neste jogo a grande esperança para saltar para a liderança.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Ter Stegen (8)
Oscar Mingueza (6)
Pique (6)
Lenglet (6)
Sergio Busquets (5)
Sergino Dest (6)
Frenkie De jong (6)
Pedri (6)
Jordi Alba (6)
Leo Messi (7)
Griezmann (5)
SUBS UTILIZADOS
Ilaix Moriba(4)
Ronald Araujo (4)
Sergi Roberto (4)
Ousmane Dembele (3)
ANÁLISE TÁTICA – CLUB ATLÉTICO DE MADRID
A equipa de Diego Simeone jogou no sistema híbrido entre o 4-4-2 e o sistema com três centrais que foi utilizando ao longo de algumas fases da época, procurando numa fase inicial do jogo entrar com uma pressão muito alta sobre o adversário, na procura de um golo inicial. Como não obteve resultado direto, acabou por povoar o setor de meio-campo, por forma a reagir à posse de bola do Barcelona.
O Atlético “deu” a posse de bola ao adversário, cedendo, no entanto, poucas oportunidades ao adversário. Melhor na primeiro que na segunda parte, foi a equipa mais perto da vitória e sai viva de Barcelona, apesar de no final da jornada poder deixar de depender de si próprio para ser campeão. Bom jogo, ficando a sensação que poderia ter tirado ainda mais deste jogo.