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Lusitano FCV 0-4 SC Beira Mar: Goleada marca regresso dos aveirenses às vitórias

A CRÓNICA: ERROS DEFENSIVOS DESTROEM ASPIRAÇÕES DO LUSITANO FCV

O SC Beira Mar veio ao Estádio dos Trambelos tentar retomar o caminho das vitórias. Já a equipa da casa estava ainda a tentar alcançar a primeira vitória na série D do Campeonato de Portugal para sair do fundo da tabela.

O Lusitano FCV pareceu querer mandar no jogo, desde o início. No entanto, o adiantamento no terreno dos jogadores da equipa da casa foi bem aproveitado pelos aveirenses para os contra-ataques. O primeiro da partida surgiu precisamente dessa maneira, aos nove minutos,  por Zé Pedro, que recebeu um passe longo da grande área do Beira Mar, e à entrada da área da equipa de casa, à meia volta desferiu um remate à meia volta. Os dois defesas que o acompanharam não lhe conseguiram tirar a bola e o guarda-redes adiantado na área ao tentar agarrar a bola, acabou por deixá-la passar entre as mãos e entrar dentro da baliza.

O Lusitano tentou reagir, mas os buracos na defesa eram muitos. Num livre marcado por Edgar Almeida, o Beira Mar chegaria ao segundo golo, aos 16′. Romário amorteceu com a cabeça para João Nogueira, livre de marcação, rematar para o fundo da baliza.

O Lusitano continuava a tentar puxar o Beira Mar para trás, mas as oportunidades só viriam perto do fim da primeira parte. Primeiro num cabeceamento de Raphael que pareceu por cima perto da trave da baliza de Gabriel Sousa e depois por Landry que rematou à entrada da área para uma boa defesa do guarda-redes forasteiro. Contudo, o Beira Mar podia ainda ter marcado o 3-0 por Aparício, noutro contra-ataque, perto do final da primeira parte.

Por incrível que pareça foi o Beira Mar que apareceu mais “mandão” no jogo, no início da segunda metade. No entanto, foi o Lusitano que esteve mais perto do golo com Luís Almeida a não chegar a tempo a um cruzamento de Dare, quando ia isolado perto do coração da área.

Os aveirenses mandavam no jogo e chegaram ao 3-0 aos 71′. Aparício, da esquerda assistiu Garruço, que à entrada da área desferiu um remate bem colocado junto ao poste esquerda.

O Lusitano voltou a tentar pegar no jogo, mas a eficácia era nula. Até num lance caricato foi o avançado Luís Almeida a cortar o remate de Dare que se não iria entrar na baliza iria passar perto do poste direito da baliza adversária.

Zé Pedro acabaria bisar e dar o 4-0 aos forasteiros com um remate cruzado do lado direito do ataque, com um belo remate. O Beira Mar esteve mesmo perto do quinto golo, com João Nogueira, à boca da baliza, sem ninguém pela frente, nem o guarda-redes, atirou para fora.

Vitória justa do Beira Mar a regressar aos resultados positivos. Já o Lusitano vai ter de melhorar muito para sair dos lugares de despromoção aos Distritais.

 

A FIGURA

⚽️ 83’ GOLO! Golaço de Zé Pedro!

Lusitano FCV 0 🆚 4 SC Beira-Mar

💛🖤

#paixãoaurinegra #campeonatodeportugal

Publicado por Sport Clube Beira-Mar em Domingo, 20 de dezembro de 2020

 

Zé Pedro – Dois golos na partida na partida é o melhor cartão de visita para um avançado. O jogador aveirense conseguiu fazer uma boa combinação, na frente de ataque, com Aparício, com a defesa do Lusitano a passar muitos calafrios na defesa, em cada transição rápida do Beira Mar.

 

O FORA DE JOGO

CAMPEONATO DE PORTUGAL – ÉPOCA 2020/2021
“Ruca mantém-se fiel à baliza do Lusitano”

O Lusitano Futebol Clube informa…

Publicado por Lusitano Futebol Clube em Quarta-feira, 27 de maio de 2020

 

Ruca – A defesa do Lusitano não esteve nada bem durante todo o jogo. No entanto, o guarda redes foi a melhor imagem ao não deixar passar entre as mãos o remate de Zé Pedro que fez o primeiro golo da partida. Não se entendeu bem com os centrais e pareceu, por vezes, demasiado adiantado no terreno de jogo, como aconteceu no primeiro golo da partida. Um jogo para esquecer.

 

 ANÁLISE TÁTICA – LUSITANO FCV

Rogério Sousa apostou no 4-4-2 com Luís Almeida e Dare, na frente, sem uma referência ofensiva, e apostando na rapidez de ambos. Hélder Rodrigues e Landry eram os elementos mais adiantados do meio-campo. Mauro e Adilson eram os elementos do meio campo nas laterais. Os quatro estavam tão próximos, em especial com a equipa no ataque, o que levava a haver muito espaço entre o meio campo e a defesa.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ruca (4)

Gonçalo Lixa (5)

Leal (5)

Raphael Almeida (5)

Calico (5)

 Adilson (5)

Mauro (5)

Landry (6)

Dare Shokumbi (6)

 Hélder Rodrigues (5)

Luís A. (5)

SUBS UTILIZADOS

Chisom (5)

 Luís Almeida (5)

Rafa Silva (-)

 Sena (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC BEIRA MAR

Ricardo Sousa apostou num 4-4-2, com Zé Pedro mais fixo e Pedro Aparício mais móvel, principalmente do lado direito. Romário era o homem mais adiantado do meio campo, que contava ainda com o porte físico de Manuel Garruço, Elsinho e Diego Raposo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Gabriel Souza (7)

João Nogueira (6)

Caio Sena (7)

Romário (8)

Edgar Almeida (7)

Elsinho (7)

Ivo Lemos (6)

Diego Raposo (7)

Manel Garruço (7)

Pedro Aparício (8)

Zé Pedro (9)

SUBS UTILIZADOS

Diogo Tavares (6)

Berna (-)

 Rui Sampaio (-)

Sory (-)

 Leandro Vieira (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

SC Beira Mar

O treinador do Beira Mar, Ricardo Sousa, não foi à conferência de imprensa. Em sua substituição, foi o guarda redes titular na partida, Gabriel Souza.

BnR: O segredo da vitória esteve na defesa?

Gabriel Souza: Foi no conjunto. Sabíamos que vínhamos de três derrotas consecutivas, a última das quais foi mais por demérito nosso do que o adversário [1-2 frente ao Lusitânia de Lourosa]. Tivemos mais bola, mais oportunidades, mas falhámos nos pormenores e perdemos o jogo, no final. Sabíamos que tínhamos de sair daqui com os três pontos e, juntos conseguimos esta grande vitória.

BnR: Esta vitória vem voltar a dar confiança à equipa, depois da série negativa de resultados?

Gabriel Souza: Não, confiança sempre tivemos. A gente nunca perdeu confiança, mesmo no dia-a-dia de trabalho, na conversa, na motivação. Tivemos sempre tranquilos porque estávamos bem. Criámos, fizemos golos, mas as coisas não aconteceram. O complicado seria se nós não estivemos apresentado tão bem nos últimos jogos. Tivemos bem, mas falhámos nos pormenores, e sabíamos que hoje não podíamos falhar nos pormenores e fomos felizes. Sempre existiu confiança e não vai mudar nada até ao final do campeonato.

BnR: Principalmente, na primeira parte, o Beira Mar apostou em transições rápidas e em bolas longas da defesa até aos homens mais avançados. Foi algo que vocês treinaram durante a semana, em específico para este jogo?

Gabriel Souza: Não, nós não temos na frente jogadores com grande estatura. Sabíamos que bolas muito esticadas não nos iriam criar grande vantagem. O nosso intuito foi sempre sair a jogar, foi sempre criar, chegar na frente com qualidade, com a bola no pé. Essa é a identidade do Beira Mar.

Lusitano FCV

BnR: Era intenção do Lusitano mandar no jogo logo de início, antes dos golos do Beira Mar?

Rogério Sousa: A ideia era sermos pressionantes porque o Beira Mar gosta de ter bola, de sair a jogar desde trás. Conseguirmos pressionar forte, tínhamos de contrariar essa posse de bola. Quando as coisas estão mais ou menos bem, mas depois comete-se um erro daqueles e sofremos golo de uma equipa já por si muito confiante, fruto da posição que ocupa, torna-se difícil. Os jogadores tentaram, lutaram, mas depois é mais com o coração do que com a cabeça e pede-se uma coisa, mas eles já não conseguem fazer, porque a vontade de contrariar é tanta que já não é com a cabeça. Ao Beira Mar, as coisas correram todas bem. Finalizaram muitas vezes e bem e nós finalizámos algumas vezes e mal. O resultado espelha isso. O Beira Mar com mais posse, nós a tentarmos sair, eles fizeram o golo e não conseguimos fazer para sequer entrar no jogo. Se nós tivéssemos feito golo na primeira parte, acho que conseguíamos entrar no jogo. Não fizemos e depois não conseguimos dar a volta.

BnR: Atendendo aos maus resultados, a ideia do jogo vai-se alterar?

Rogério Sousa: Temos de pensar jogo a jogo. Nós planeámos o Beira Mar e depois vamos planear o próximo. Não vale a pena projetar o futuro.

BnR: Faltam apenas 12 dias para reabrir o mercado de transferências. O mês de janeiro vai ser aproveitado para restruturar o plantel para salvar esta época? Qual é aquela que considera ser a maior lacuna da equipa?

Rogério Sousa: Esse é um assunto que está a ser analisado e tratado com a direção. Sabemos desde o início que o plantel tem algumas lacunas que tentámos colmatar. Sabemos que este é um ano atípico que não é fácil para as direções conseguirem reunir condições para irem buscar dinheiro e fazer uma equipa forte. As equipas têm muitas limitações financeiras como é o nosso caso. A equipa precisa de competitividade e precisa de várias coisas que estão detetadas desde o início e que não vale a pena especificar. Não é uma, nem duas, mas é um assunto a resolver com a direção.

Gil Vicente FC x SL Benfica | 4 dados para o encontro em Barcelos

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O Gil Vicente FC recebe, este domingo, o SL Benfica no seu reduto, no Estádio Cidade de Barcelos, em jogo a contar para a décima jornada da Primeira Liga.

Após uma paragem de duas semanas para jogos da Taça de Portugal e Taça da Liga, o campeonato retoma, assim, a normalidade.

AS ÁGUIAS QUEREM MANTER A DISTÂNCIA PARA O SPORTING CP E, POR ISSO, PRECISAM DE VENCER. EM QUEM APOSTAS? SEGUE JÁ PARA A BET.PT!

O jogo terá início às 17h30 e será orientado pelo árbitro da AF Algarve Nuno Almeida, assistido por André Campos e Rui Cidade, sendo o quarto árbitro Marcos Brazão. Na cidade do futebol estarão António Nobre e Pedro Felisberto com o VAR.

FC Porto x CD Nacional | 5 dados estatísticos para o encontro

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Os dragões e os insulares reencontram-se no próximo domingo na principal competição portuguesa um ano após a descida de divisão da equipa madeirense. Quis o destino que se fizesse à jornada 10 da Primeira Liga, última jornada antes do Natal, podendo ser esta uma prenda antecipada para os adeptos de ambos os clubes. Embora o favoritismo esteja do lado da equipa da casa, o CD Nacional quererá interromper o bom momento dos dragões e aproveitar pontuar num jogo difícil.

O FC PORTO QUER MANTER-SE FIRME NA PERSEGUIÇÃO AO PRIMEIRO LUGAR DO CAMPEONATO. SERÁ QUE VAI CONFIRMAR O FAVORITISMO DIANTE DO CD NACIONAL? APOSTA JÁ NA BET.PT.

O FC Porto e o CD Nacional defrontar-se-ão neste domingo pela 44.ª vez na sua história. Em 43 jogos, os portistas saíram como vencedores 32 vezes, empataram quatro e os alvinegros venceram sete. Os moradores do Estádio do Dragão, nos últimos anos, têm sido um verdadeiro rolo compressor para com os madeirenses, mas a equipa rejuvenescida pelo jovem Luís Freire quer por termo a essa hegemonia. Sérgio Conceição tem as armas suficientes para parar este ambicioso e irreverente CD Nacional?

Sporting CP 1-0 SC Farense: Leões à frente no Natal? 2020 a fazer das suas

A CRÓNICA: SPORTING VIU LUZ AO FUNDO DO TÚNEL POR DEFENDI

Os primeiros minutos serviram para ter certezas de uma coisa: o Sporting CP poderia vir a ter mais dificuldades do que aquilo que inicialmente se poderia pensar. O SC Farense entrou cauteloso, mas competente a nível defensivo. E a primeira oportunidade do jogo é mesmo dos leões de Faro. Aos seis minutos, Adán é obrigado a mostrar serviço. Quem o abriga a isso é Ryan Gauld, ex-Sporting que, depois de ganhar vários ressaltos, remata com o pé esquerdo, mas Adán impede o golo.

A primeira parte não foi entusiasmante. Nem de perto, nem de longe. A equipa de Rúben Amorim dominou o primeiro tempo, mas não conseguiu traduzir essa supremacia em lances de perigo e muito menos em golos. Muita posse de bola, é certo, mas o Farense não estava a permitir que os leões da capital conseguissem chegar ao último terço. À semelhança daquilo que tinha feito no estádio da Luz, esta equipa de Sérgio Vieira mostrou que, apesar de uma posição mais modesta na tabela classificativa, consegue fazer frente a um grande. Muito mais a níveis defensivos, sim, mas sempre ouvi dizer que cada um joga com as armas que tem. Mesmo depois dos 45′, cheira a golo… nas duas balizas. O que faltou nos restantes minutos, chegou mesmo quase no momento do regresso aos balneários. Primeiro, Hugo Seco vai lançado pela ala direita e passa para Ryan Gauld que estava na meia lua. O escocês remata, mas a bola vai à figura do guardião dos leões. De seguida, foi a vez de Tiago Tomás criar muito perigo do outro lado do campo. Depois de um passe de Pedro Gonçalves, o avançado tenta aproveitar mas a bola vai ao poste.

O Sporting CP até entrou a dar bons indícios na vinda dos balneários. Aos 51′, Pedro Gonçalves remata depois de um lance muito bem trabalhado por Nuno Santos. Mas Rafael Defendi defendeu a bola e negou o 1-0 aos leões da capital. Ainda assim, a equipa de Rúben Amorim continuava a mostrar bastantes dificuldades para encontrar espaços esta noite. A partir dos 60 minutos, muito devido à entrada de Tabata que mexeu com o jogo, a equipa da casa conseguiu explorar muito mais os terrenos ofensivos. Aos 69 minutos, valeu ao Farense um olho de lince de Defendi depois de um cruzamento que mais parecia um presente envenenado de Natal de Tabata, com a bola a ir parar junto à trave. O guardião de Faro, atento, defende o lance. Mas ficava já o sinal de um Sporting finalmente mais incisivo nesta altura do duelo.

Os minutos finais foram momentos de sufoco para o SC Farense. E houve mesmo um balde de água fria para os leões de Faro. Aos 86′, é assinalada falta sobre Defendi (num lance que gerou alguma polémica). Depois de uns minutos de espera, Sporar converte o penálti e faz o 1-0 para o conjunto de Rúben Amorim. O Sporting continua então invicto no campeonato e, sim, pasmem-se: estamos a chegar ao Natal. Mas não é por hoje ter sido um jogo menos bem conseguido, que esta posição deixa de ser merecida.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bruno Tabata – Veio muito bem do banco. Mexeu com o jogo de forma evidente e marcou mesmo diferença nos cerca de 40 minutos que esteve em campo. Tabata causou desequilíbrios, veio impor dinâmica no duelo e, com a sua entrada, o Sporting conseguiu ser muito mais atrevido.

 

O FORA DE JOGO 

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Tiago Tomás – Podiam ser vários os jogadores escolhidos esta noite, mas a decisão final vai mesmo para Tiago Tomás. O menino teve oportunidade no onze inicial. Mas de facto não conseguiu corresponder com aquilo que lhe era pedido. Verdade seja dita: muito por mérito do Farense. Tiago Tomás não conseguiu criar dinamismos e criar os desequilíbrios de que o Sporting estava a precisar.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP 

Rúben Amorim, como era de esperar, mantém apenas dois jogadores em relação ao onze com o CD Mafra, regressando ao onze a que nos tem habituado no campeonato. Destaque ainda para a continuidade de Tiago Tomás no onze inicial, que senta assim Sporar no banco pelo menos nos primeiros minutos do duelo.

O Sporting apresentou-se no seu esquema habitual de 3-5-2. A equipa de Rúben Amorim estava a ser muita parra mas pouca uva. Muita posse de bola, domínio claro de jogo, mas isto não estava a ser suficiente porque a falta de ligação entre os setores estava a ser para lá de evidente. Nota ainda para uma dinâmica individual diferente da primeira parte. Se todos se recordam, o melhor que vimos de João Mário foi em 2015/2016 quando jogava essencialmente sobre a esquerda. Ora, o jogador esteve uns minutos mais nessa zona e claramente serviu para ver que conseguiu criar mais desequilíbrios do que aqueles que cria na posição 8.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Adán (7)

Feddal (6)

Coates (5)

Nuno Mendes (5)

João Palhinha (7)

Nuno Santos (7)

Neto (6)

João Mário (5)

Tiago Tomás (4)

Pedro Porro (6)

Pedro Gonçalves (5)

SUBS UTILIZADOS

Tabata (8)

Gonzalo Plata (7)

Sporar (8)

Gonçalo Inácio (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC FARENSE

Sérgio Vieira manteve o mesmo onze que levou a melhor sobre o CS Marítimo na última jornada. Os leões de Faro mostraram-se num 4-4-2 muito recuado no seu meio-campo. Uma postura tão recuada e compacta causou sérias dificuldades ao conjunto de Alvalade que não estava a conseguir penetrar o seu último terço. O Farense estava a conceder domínio territorial na partida mas, sempre que podiam, espreitavam a oportunidade para sair em contra-ataque. Uma estratégia que estava a surtir efeito, uma vez que ia conseguindo controlar as ações ofensivas do adversário que, até ao final da primeira parte, não conseguiu criar nenhum lance de perigo iminente. Para isso, a equipa algarvia procurou anular um dos pontos fortes do Sporting: as transições fora do bloco defensivo adversário. E como? Não permitindo que Porro e Nuno Mendes conseguissem desequilibrar tanto como costumam fazer.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Rafael Defendi (5)

Amine (6)

Filipe Melo (6)

Hugo Seco (7)

Bura (6)

Fabrício Isidoro (5)

Patrick (5)

Ryan Gauld (6)

Bilel (7)

Cláudio Falcão (7)

Fábio Nunes (5)

SUBS UTILIZADOS

Stojiljkovic (5)

Mansilla (5)

Eduardo Mancha (5)

Alex Pinto (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Sporting CP

BnR: O Nuno Mendes sai aos 56 minutos para a entrada de Bruno Tabata. Apesar da boa entrada de Tabata, queria pergunta-lhe sobre o estado físico do Nuno Mendes. Foi uma substituição que se deveu ao estado físico do jogador ou mesmo uma opção técnica? 

Rúben Amorim: Foi opção técnica. Queríamos outra coisa. Metemos lá o Nuno Santos para dar mais profundidade, para ter lá um extremo e não um lateral. Apesar de ele ser um lateral muito ofensivo. E o Nuno precisa de crescer no seu rendimento. Vimos que o Nuno Santos estava bem no jogo. Estava com mais velocidade e mais energia e portanto foi essa opção.

SC Farense

Não foram colocadas questões ao técnico do SC Farense, Sérgio Vieira

Declarações:

“Sabemos que ficou muita coisa por fazer hoje. Apesar de ter sido um bom jogo da nossa parte, houve coisas que falharam”

“Não vale a pena estar a comentar o lance do penálti. Para mim é claro que o Defendi toca na bola, mas não quero entrar por aí. Tal como nós temos de evoluir, nota-se que a equipa de arbitragem também tem de o fazer”

“Se formos a ver na primeira parte, não estivemos assim tão defensivos quanto isso. E até mesmo comparando com o jogo na Luz. Conseguimos ainda criar algumas oportunidades de golo”

Bayer 04 Leverkusen 1-2 FC Bayern München: Lewandowski resolve ao cair do pano

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A CRÓNICA: BÁVAROS COM ESTRELINHA RECONQUITSAM O TOPO DA LIGA ALEMÃ

A ronda 13 da Liga Alemã trouxe jogo grande para todos os amantes de futebol, opondo um surpreendente Bayer 04 Leverkusen, líder do campeonato, contra o todo-poderoso FC Bayern München logo atrás na tabela classificativa.

Num primeiro quarto de hora marcado por um relativo equilíbrio entre as duas equipas, coube ao Leverkusen desatar esse nó, por intermédio de Schick, que após um pontapé de canto colocou a bola dentro da baliza de Neuer com um remate fulminante.

Em vantagem no marcador, os caseiros foram crescendo na partida, mas, ainda assim, apesar do melhor futebol praticado pelos da casa, foram mesmo os visitantes que mexeram com o marcador, restabelecendo a igualdade na partida muito perto do intervalo, pela cabeça do inevitável Lewandowski, que aproveitou uma falha de comunicação de Tah e Hrádecký para colocar a bola no fundo das redes.

No segundo tempo, os farmacêuticos voltaram a entrar muito bem na partida, controlando o ritmo do jogo à sua vontade e criando perigo junto da baliza adversária. Com o correr do relógio a intensidade da partida foi diminuindo, bem como as oportunidades de golo. Contudo, Musiala e Gnabry tiveram nos pés as melhores oportunidades dos segundos 45 minutos, com o primeiro a mandar a bola ao poste e com o segundo a permitir uma grande intervenção do guarda-redes adversário.

E quando toda a gente esperava a divisão de pontos no final da partida, um novo erro por parte da defensiva do Leverkusen permitiu a Lewandowski bisar no encontro e garantir os três pontos para o Bayern mesmo ao cair do pano.

Com este triunfo o Bayern München assume a liderança do principal campeonato alemão com 30 pontos, enquanto que o Leverkusen cai para o segundo lugar, com 28 pontos.

 

A FIGURA

Robert Lewandowski – “The Best” registou uma exibição algo apagada e desinspirada, mas como o grande avançado que é, quando a equipa mais precisou ele apareceu e resolveu a partida. Mais dois tentos para a conta do melhor avançado da atualidade.

O FORA DE JOGO

Jonathan Tah – O defesa alemão do Bayer 04 Leverkusen foi o elo mais fraco no encontro, estando diretamente envolvido nos dois golos sofridos pela sua equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – BAYER 04 LEVERKUSEN

A formação orientada por Peter Bosz atuou num dispositivo tático base de 4-3-3. No computo geral, os farmacêuticos fizeram uma grande partida, mostrando-se muito compactos e organizados, exceto nos momentos dos golos sofridos que nasceram de erros defensivos. Na manobra ofensiva, o trio atacante composto por Bailey- Schick-Diaby esteve sempre muito ativo no jogo, dando imensas dores de cabeça aos homens da linha defensiva bávara. A equipa da casa foi melhor que a formação adversária, mas no final, o resultado não se espelhou na qualidade da exibição.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Hrádecký (6)

Dragović (6)

Tah (5)

Tapsoba (7)

Sinkgraven (6)

Wirtz (6)

Baumgartlinger (7)

Amiri (6)

Bailey (6)

Schick (7)

Diaby (6)

SUBS UTILIZADOS

Demirbay (6)

Alario (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BAYERN MÜNCHEN

Os comandados de Hans-Dieter Flick apresentaram-se num sistema tático de 4-2-3-1. Os bávaros mostram bastantes dificuldades de organização, bem como em lidar com a pressão exercida pelos jogadores do Bayer 04 Leverkusen, perdendo várias vezes a bola em zones proibidas.

Para além disso, a frente de ataque da formação da capital alemã mostrou-se muito desinspirada, não conseguindo criar grande perigo junto da baliza do adversário, com os golos do triunfo a surgirem de desatenções da defensiva do Leverkusen e do sentido de oportunidade do goleador Robert Lewandowski.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Neuer (6)

Süle (6)

Boateng (7)

Hernández (6)

Davies (6)

Tolisso (6)

Alaba (6)

Coman (6)

Müller (7)

Gnabry (7)

Lewandowksi (7)

SUBS UTILIZADOS

Sané (6)

Kimmich (7)

Musiala (6)

Académico Viseu FC 2-1 GD Chaves: Viseenses garantem a primeira vitória em casa

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A CRÓNICA: REVIRAVOLTA RECOMPENSOU RISCO FINAL DO ACADÉMICO DE VISEU FC

Depois da goleada na Taça de Portugal, frente à Académica OAF, era interessante ver como a equipa de Académico de Viseu FC iria reagir num jogo referente à Segunda Liga contra um dos candidatos à subida, o GD Chaves.

O jogo começou com os forasteiros a terem mais bola, mas com os viseenses a estarem mais perigosos no ataque. Logo nos primeiros dez minutos de jogo, num contra-ataque rápido, Ayongo conseguiu chegar à área vindo da direita cruzou rasteiro para João Vasco, que só com o guarda redes pela frente, mas pressionado por um adversário, atirou por cima.

A equipa da casa apresentava-se compacta e bem organizada a nível defensivo e aproveitava os erros na defesa dos flavienses. O guardião do Chaves, Paulo Vitor repôs mal a bola em jogo e colocou a bola em Ayongo. O avançado, já nas imediações da grande área, rematou forte, obrigando o guarda redes brasileiro a socar a bola com os punhos para longe da baliza. Aos 25 minutos, nova oportunidade para a equipa da casa com Paná a lançar na direita para Ayongo que rematou para uma bela defesa do guardião junto ao poste direito da baliza, desviando a bola para a linha de fundo.

À medida que os minutos passavam, o Desportivo de Chaves estava cada vez mais a encostar os academistas à sua área defensiva. No entanto, os visitantes não conseguiam incomodar o guarda redes da equipa da casa. Só que aos 43 minutos, Roberto cabeceou para o fundo da baliza do Académico, depois de um cruzamento de Batxi pela direita para a grande área.

A segunda parte iniciou-se com o Desportivo de Chaves a estar com maior posse de bola e mais avançado do terreno de jogo. Contudo, o Académico de Viseu esteve perto de empatar na sequência de um livre de Mesquita, despejando a bola para dentro da grande área. Em boa posição para fazer o golo, Ayongo viu um defesa do Chaves fazer o corte no momento em que ia rematar. Logo de seguida, foi Toro que esteve perto de alargar a vantagem, com um remate à entrada da área, mas que acabou desviado para fora ao embater involuntariamente nas costas de Wellington.

Com as entradas de Carter e de André Carvalhas, passou a ter mais bola e a estar mais perto da baliza flaviense, mas aí foi a equipa de Carlos Pinto a dar pouco espaço aos viseenses.

O Académico acabaria mesmo por empatar a cinco minutos dos 90´. Da esquerda, Zimbabwe cruzou para Mathaus, que num remate rasteiro à meia volta, atirou para o fundo da baliza do Chaves. No entanto, a reação dos anfitriões não iria ficar por aqui. Passados dois minutos, num lance sem bola, Rafael Viegas derrubou João Vasco dentro da grande área flaviense. Carter não tremeu na grande penalidade e atirou para a reviravolta na partida.

O Académico de Viseu está no melhor momento da época com duas vitórias consecutivas, já o Desportivo de Chaves falha a aproximação aos lugares de subida à Primeira Liga.

 

A FIGURA

#VFCxAVFC

⚽️ GOLOOOOO AYONGO !

Vitória FC 0-1 Académico de Viseu FC

#TerrasdeViriato #AVFC #Viriato

Publicado por Académico de Viseu Futebol Clube em Quarta-feira, 28 de outubro de 2020

 

Ayongo – Não esteve envolvido em nenhum dos dois golos do Académico de Viseu, mas foi ele o elemento mais desequilibrador na maioria do jogo, em especial na primeira parte. Através da mobilidade e do controlo de bola que possui, consegue dar mais verticalidade ao jogo da equipa viseense. No entanto, falta-lhe ainda confiança para rematar, no momento certo, à baliza.

 

O FORA DE JOGO

Publicado por Grupo Desportivo de Chaves em Sexta-feira, 7 de junho de 2019 

 

Rafael Viegas – Acabou por cometer o penalti que levou a sua equipa à derrota, de forma precipitada, num lance em que João Vasco não tinha posse de bola. Já na primeira parte deixou Ayongo muitas vezes ter liberdade e espaço para fazer o que queria com a bola. Apesar de estar muitas vezes, mais adiantado, quando a equipa do Desportivo de Chaves atacava, foi inconsequente.

 

 ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICO DE VISEU FC

Pedro Duarte apostou num 4-4-2, sem um ponta de lança fixo na frente, apenas dois extremos, João Vasco, pela esquerda, e Ayongo, mais pela direita. Diogo Santos e Zimbabwe faziam o tampão do meio-campo, num duplo pivô defensivo. Paná era o médio mais próximo da dupla da frente, com Joel a ficar encarregue pela ala direita. Na segunda parte, Carter acabou por entrar para a frente do ataque academista, passando o esquema tático para 4-3-3.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Fernandes (7)

Jorge Miguel (7)

Mathaus (8)

João Pica (7)

Mesquita (7)

Zimbabwe (7)

Diogo Santos (7)

Paná (6)

Joel (6)

 João Vasco (6)

Ayongo (8)

SUBS UTILIZADOS

Carter (8)

 André Carvalhas (7)

Jeremias Push (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – GD CHAVES

Carlos Pinto apostou, por sua vez, num 4-3-3 com Roberto como referência ofensiva no centro, com Wellington e Batxi, nas laterais. Nuno Coelho era o médio mais recuado, com Toro e Zé Tiago mais adiantados a apoiarem o ataque flaviense.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Paulo Vitor (6)

João Reis (6)

 Rocha (6)

 Bura (6)

 Rafael Viegas (5)

 Nuno Coelho (5)

Wellington (7)

Zé Tiago (6)

Toro (6)

Batxi (7)

Roberto (7)

SUBS UTILIZADOS

João Correia (6)

Luís Silva (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

GD Chaves

BnR: O Desportivo de Chaves teve mais posse de bola e encostou o adversário mais à sua zona defensiva. Contudo, a sua equipa teve poucas oportunidades de golo. O que faltou?

Carlos Pinto: Se vocês repararem, a melhor oportunidade na segunda parte é nossa, do Wellington que rematou para a defesa do guarda redes do Viseu. Na primeira parte, também tivemos uma ou outra oportunidade. Foi um jogo de grande entrega das duas equipas. Tivemos muita posse de bola, mas não fizemos muita mossa. Na segunda parte, o Viseu não teve uma oportunidade de golo. As equipas trabalharam muito bem, em termos defensivos. Em termos ofensivos, não houve grandes oportunidades de golo. Em termos de qualidade de jogo, ficou um pouco aquém, atendendo aos intervenientes que estavam dentro do campo.

Académico de Viseu FC

BnR: O plano do Académico hoje era dar a iniciativa do jogo ao Chaves e aproveitar os espaços livres do adversário para explorar o contra-ataque?

Pedro Duarte: Sabíamos que o Chaves, no processo ofensivo, mete os extremos por dentro e os laterais muito projetados. Numa primeira fase, para combater essa organização ofensiva do Chaves, teríamos de estar extremamente organizados no processo defensivo. Mas ao mesmo tempo estar conscientes de que, através dessa organização defensiva, poderíamos permitir uma recuperação de bola e explorar os corredores laterais e se formos a ver nos primeiros 10/15 minutos, as situações de perigo que nós criámos foi fruto disso e a estratégia de jogo era um bocadinho essa.

Sabíamos que o Chaves ia ter mais bola, não temos problema nenhum em assumir. Mas queríamos ser extremamente fortes naquilo que a nossa organização defensiva para depois poder explorar esses espaços que o Chaves dá normalmente nos corredores laterais. Foi isso que fizemos na primeira parte. Poderíamos ter feito golo em duas situações: pelo Ayongo e pelo João Vasco. Obviamente, com o passar do jogo e com o Chaves em vantagem, “demos” um bocadinho mais de bola na segunda parte e aí jogámos mais instalados no campo defensivo do Chaves.

Depois acabámos por fazer de um golo de canto e outro de penalti. Se ganhamos os jogos em bolas paradas ou em bola corrida, isso não é o que mais me preocupa. Efetivamente nós queremos é ganhar. As bolas paradas dão muito trabalho durante a semana e acabámos por fazer o golo através de bola parada, embora fosse na sequência de ressaltos. Já tínhamos feito na semana passada. Também fico satisfeito por ficarmos a ganhar, nesse momento do jogo. Como digo, muito satisfeito, orgulhoso pelo que fizemos. Segunda-feira voltamos ao trabalho para começar a preparar o jogo frente ao FC Porto B.

Esgueira 70-83 Sporting CP: Chuva de triplos…falhados

A CRÓNICA: INTENSIDADE LEONINA DERRUBA UM ESGUEIRA BATALHADOR

Num encontro que marcou um frente a frente de equipas muito distantes na tabela e com objetivos diferentes, o aro do cesto ficou a chorar com a quantidade de lançamentos exteriores falhados.

O jogo iniciou com boas indicações por parte da equipa aveirense, tomando bem conta da fisicalidade imposta por parte da equipa leonina. De resto, a excelente eficácia por parte de ambas as equipas permitiu um primeiro período entusiasmante, com jogadas de “encher o olho” de ambos os lados. 22-29 fechou o primeiro período, com um Sporting CP a ratificar o favoritismo e o Esgueira a demonstrar um indíce de confiança elevado, demonstrando estar com a lição estudada.

Ora, todavia o primeiro quarto intenso e competitivo, eis que aparece Elissor. O extremo norte americano pegou no jogo e assumiu as rédeas da ofensiva leonina, num 1vs1 muito mal gerido por parte da equipa aveirense. A reconhecida defesa «trap» a meio campo adotada por Luís Magalhães, finalmente parecia criar dano na ofensiva do Esgueira, que concretizava os ataques de forma individualizada sem envolver os cinco jogadores.

Tal, caucionou nos aveirenses ações precipitadas e uma série de jogadas acéfalas, cujo Sporting CP agradecia. O segundo quarto do Esgueira, ainda assim, graças a Gustavo Teixeira, não foi mau, na medida em que os «leões» não conseguiram alargar de forma substancial a sua vantagem. A «turma» de Luís Magalhães levava consigo uns 42-53 desaconchegados para os balneários.

O intervalo e a saída dos balneários, fizeram muito mal a ambas as equipas que não encontravam o caminho para o cesto. Foram 10 minutos de confusão e pouca objetividade de ambos os lados. Destaque para a assertividade defensiva do Esgueira que conseguiu segurar o 1vs1 das principais estrelas do Sporting CP.

O último quarto manteve a mesma toada do terceiro, não obstante a produtividade tenha aumentado ligeiramente. O Sporting CP desligou-se um pouco do jogo, contudo, apenas apanhou «um susto» a 3 minutos do fim quando o Esgueira reduziu a vantagem leonina para 9 pontos. O lançamento exterior permaneceu uma (estranha) prioridade de ambas equipas, que terminaram a partida com apenas 10 triplos concretizados.

O esforço foi inglório do lado aveirense e o Sporting CP caminhou para uma vitória firme, segurando o primeiro posto da tabela.

 

A FIGURA

James Elissor – O extremo norte americano demonstrou bem o porquê de ser pedra fulcral nesta equipa do Sporting CP, jogando uns estonteantes 40 minutos. Não saiu uma única vez de campo, sendo que não ser substituído no modelo rígido e exigente de Luís Magalhães evidencia bem o rigor e eficiência de Elissor. Realizou 23 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências.

 

O FORA DE JOGO

Eficácia no lançamento exterior – Ora, num jogo de elevada espetacularidade, faltou assertividade no «tiro» exterior. A equipa do Esgueira apenas concretizou 5 dos 29 lançamentos tentados, culminando numa eficácia assustadora de 17%, enquanto a equipa leonina terminou com 5/20 da linha dos 3 pontos, culminando com uma eficácia ligeiramente superior de 25%. Do lado leonino foi Travante Williams quem falhou mais, enquanto da equipa da casa foi o jovem Henrique Barros quem mais falhou.

 

ANÁLISE TÁTICA- ESGUEIRA

A «turma» de Pedro Costa alinhou com um 5 inicial muito versátil, tendo no base Gustavo Teixeira o cérebro da equipa na organização ofensiva. A aposta no lançamento exterior demonstrou-se impotente, concretizando apenas 5 dos 29 lançamentos tentados. Por outro lado, na zona pintada, destaque para Drake que não só aguentou o poderoso Fields, como também se demonstrou fundamental no duelo das tabelas. Defensivamente, Pedro Costa não variou muito a sua estratégia defensiva, mantendo o 1vs1 durante o jogo todo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Gustavo Teixeira (6)

Kareem Brewton (7)

Santis (7)

Aaron Bowen (6)

Benjamin Drake (9)

SUBS UTILIZADOS

Gonçalo Madureira (6)

Henrique Barros (5)

Tilghman (5)

Sauané (-)

  

ANÁLISE TÁTICA- SPORTING CP

A equipa comandada por Luís Magalhães manteve-se fiel aos seus príncipios de jogo adotando uma defesa acérrima e feroz os 40 minutos. A equipa leonina variou entre um «pressing» a campo todo e uma «trap» a meio campo, obrigando um dos postes a intimidar o portador de bola adversário aquando feito o 2vs1. Ofensivamente, apesar de ter muitas referências interiores, o Sporting CP depositou em Elissor e Diogo Ventura a maioria da carga ofensiva.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Ventura (8)

James Elissor (9)

Travante Williams (7)

João Fernandes (6)

Bailey Fields (6)

SUBS UTILIZADOS

Pedro Catarino (5)

Francisco Amiel (6)

Cláudio Fonseca (7)

Diogo Araújo (-)

Cândido Sá (7)

Foto de capa: LPB

CS Marítimo 1-0 Belenenses SAD: Madeirenses de regresso às vitórias

A CRÓNICA: JOEL TAGUEU MOLHA A SOPA NO “CALDEIRÃO”

Em jogo a contar para a décima jornada da Liga, o CS Marítimo e o Belenenses SAD, subiram ao relvado do Estádio do Marítimo, a fim de amealhar os três pontos.

Em relação à partida, o Belenenses SAD entrou com tudo e, logo no primeiro minuto de jogo, Amir foi obrigado a intervir para defesa apertada. No entanto, o auxiliar de Fábio Veríssimo já tinha assinalado fora-de-jogo ao homem da formação vestida de azul.

O relógio não parava e o jogo tornava-se algo chato, com uma turma do Belenenses a mostrar mais iniciativa e mais organização no momento ofensivo e defensivo. Quase sempre a atacar pela asa esquerda, ora por cruzamentos vindos dos pés de Rúben Lima, ora pelo trabalho individual de Afonso Sousa, a verdade é era um Belenenses SAD muito mais capaz na primeira meia-hora.

Só aos 39 minutos é que a formação madeirense se mostrou realmente capacitada em manifestar algum perigo, e num canto batido do lado direito do seu ataque, o central e capitão Zainadine cabeceou para uma grande defesa do guarda-redes russo do Belenenses, seguindo-se ainda a recarga de René Santos, intercetada por um homem da turma de Belém.

Para a segunda metade do encontro, o “lanterna vermelha” do campeonato português veio com outros argumentos para travar as ofensivas da formação do distrito de Lisboa, organizando-se melhor naquilo que era a sua saída de bola até ao momento. Todavia, a predominância que o CS Marítimo parecia trazer para a segunda metade, não durou muito e o Belenenses SAD equilibrou a posse de bola.

Não obstante, numa jogada de futebol mais direto, para as costas dos defesas do Belenenses SAD, o avançado iraniano Alipour viu a saída do guarda-redes Kritciuk e tentou passar a bola por cima deste, com o russo a fazer falta sobre o iraniano, deixando assim, a formação do restelo a jogar com apenas dez jogadores.

À passagem do minuto 68, numa jogada pela direita do recém-entrado Edgar Costa, Joel Tagueu fez-se ao cruzamento feito pelo madeirense e até introduziu a bola no fundo das redes do Belenenses SAD, no entanto Fábio Veríssimo e a sua equipa técnica anularam-no por fora-de-jogo do camaronês.

Nos últimos minutos do duelo entre lisboetas e madeirenses, o Marítimo tentou a todo o custo marcar o golo que lhe garantisse os três pontos, permitindo assim descolar do fundo da tabela da Liga. Ora, esse golo viria mesmo a acontecer já em cima do apito final de Fábio Veríssimo, com o jogador internacional pela seleção dos Camarões, Joel Tagueu a finalizar sem hipóteses para o guarda-redes português de 25 anos, Guilherme Oliveira.

Até final do jogo, nota ainda para mais uma expulsão para o Belenenses SAD. Numa confusão por falta de Cafú Phete sobre René Santos, o sul-africano viu o cartão vermelho, recebendo ordem para recolher aos balneários.

 

A FIGURA

Joel Tagueu – Entrou aos 28′ do segundo tempo e esteve em evidência em vários momentos do jogo, sendo o herói da partida, com um golo ao minuto 90’+3.

 

O FORA DE JOGO

Stanislav Kritciuk – Apesar de ter até estado bem enquanto esteve em campo, a verdade é que foi expulso logo nos primeiros 15 minutos da segunda parte, por falta sobre Alipour fora da área, deixando a sua equipa a jogar com menos um, possibilitando assim, um maior condal ofensivo por parte dos homens de Milton Mendes.

 

ANÁLISE TÁTICA – CS MARÍTIMO

Para esta partida frente à Belenenses SAD, Milton Mendes fez cinco alteração relativamente ao 11 que tinha jogado com o Farense, decidindo-se por alterar o sistema tático para um 3-4-1-2. Ofensivamente era um CS Marítimo a sair curto, com uma algumas trocas de passe até a bola chegar, eventualmente, aos homens mais adiantados do ataque “verde- rubro”. Contudo, a saída curta não estava a resultar como o treinador brasileiro dos “leões da Madeira” certamente quereria, e por isso começou-se a ver um CS Marítimo forçado a jogar com maior regularidade um futebol mais direto, com passes longos dos centrais e do próprio Amir.

Nos últimos cinco minutos da primeira parte, a formação natural de Santo António acordou, finalmente, para o jogo e originou algumas situações de perigo junto da baliza da Belenenses SAD, demonstrando uma boa qualidade na saída de bola, com o francês Rafik Guitane a ser o ´visionário´ maritimista.

Para o início dos segundos 45 minutos, os madeirenses vieram com a mesma qualidade evidenciada nos últimos cinco minutos da primeira metade. Aos 67 minutos, Milton Mendes decidiu lançar Edgar Costa e Joel Tagueu, passando a jogar num 4-4-2, com René Santos a subir para a posição de médio defensivo ao lado do francês Bambock. Para os últimos 15 minutos, o treinador da formação madeirense colocou a “carne toda no assador” e fez entrar Tamuzo e Marcelinho, para dar uma maior projeção ofensiva, acabando mesmo por resultar a estratégia usada por Milton Mendes com o golo de Joel Tagueu, já para lá dos 90′.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Amir Abedzadeh (6)

Cláudio Winck (5)

Zainadine (7)

Leo Andrade (5)

René Santos (5)

Marcelo Hermes (6)

Bambock (5)

Pedro Pelágio (5)

Rafik Guitane (6)

Alipour (6)

Rodrigo Pinho (6)

SUBS UTILIZADOS

Correa (5)

Edgar Costa (6)

Joel Tagueu (8)

Tamuzo (5)

Marcelinho (4)

 

ANÁLISE TÁTICA – BELENSESES SAD

O Belenenses SAD entrou no seu já habitual 3-4-3, mas a jogar em 5-4-1, quando tinha que defender. Quando não tinha a bola, o Belenenses era uma equipa pressionante, que tentava não dar linhas de passe aos jogadores do Marítimo. A turma do Belenenses era por volta da meia hora de jogo, a equipa mais esclarecida e organizada, quer a nível ofensivo, quer a nível defensivo. No entanto, à medida que a primeira parte avançava, os condados de Petit, iam perdendo um pouco dessa organização.

O Belenenses SAD apresentou-se um pouco mais encolhida no segundo tempo, deixado inclusivamente que a formação madeirense dominasse nos dez minutos iniciais. O Belenenses SAD veio algo desamimada e sem as ideias que tinha indicado na primeira metade do encontro, e só aos 90 minutos conseguiu criar uma verdadeira ocasião de perigo para a baliza à guarda de Amir Abdezadeh

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kritciuk (5)

Tomás Ribeiro (5)

Rúben Lima (5)

Bruno Ramires (5)

S. Varela (6)

Miguel Cardoso (5)

Tiago Esgaio (4)

Yaya (5)

Cafu Phete (5)

Danny Henriques (5)

Afonso Sousa (7)

SUBS UTILIZADOS

Diogo Calila (5)

Guilherme (4)

Taira (3)

Cassierra (4)

Richard (3)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Belenenses SAD

Não foram colocadas questões ao treinador do Belenenses SAD, Petit.

CS Marítimo

BnR: Milton acha que apesar da vitória, ainda há jogadores que não estão a demonstrar tudo aquilo que podem mostrar?

Milton Mendes – Em termos de entrega não. Os jogadores deram tudo o que tinham e estiveram fantásticos. É claro que em termos coletivos, podemos melhorar muito, mas no que toca à dedicação, os jogadores dão sempre o seu melhor.

Os 5 jogos que não podes perder nas competições europeias

A Liga dos Campeões e a Liga Europa começam agora apertar o cerco e só há espaço para as melhores equipas e os grandes jogos. As fases finais das duas competições trazem sempre muita incerteza, muita qualidade, e muita atenção por partes de nós, os adeptos. O sorteio já ditou a sorte dos clubes, e cabe-nos a nós em que jogo vamos sintonizar durante as terças, quartas e quintas europeias.

Os jogos que envolvem clubes lusos são obrigatórios, e FC Porto, SC Braga e SL Benfica têm embates muito interessantes, e que não podemos perder de vista. Neste artigo vais encontrar além desses, cinco jogos que não podes de maneira alguma perder. Começa já a reservar o comando e atenta aos jogos.

Sporting CP x SC Farense | Os 3 maiores artilheiros

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Finalmente! Volvidos 18 anos, A décima jornada da Primeira Liga sinaliza um embate entre dois históricos do futebol português, Sporting CP e SC Farense,  – um deles com plena afirmação durante a  famosa e polémica década de 90, maioritariamente sob as ordens e a batuta do tão aclamado Paco Fortes. Alvalade é o palco, a manutenção da primeira posição o objetivo primordial e Ryan Gauld a experiência científica a observar e digna de registo de oscilações.

DUELO ENTRE LEÕES COM REGRESSO DE UM BRAVEHEART A ALVALADE! A ODD PARA UM GOLO DE RYAN GAULD É DE 6.75, CONSEGUIRÁ O ESCOCÊS ROUBAR PONTOS AO SPORTING? APOSTA JÁ COM A BET.PT!

Em 57 jogos disputados entre leões geograficamente distintos, a turma de Alvalade soma 44 vitórias, sete empates e seis derrotas; em casa, nos 29 jogos realizados, apenas perdeu um e empatou dois diante dos algarvios. São 129 os tentos apontados pelo Sporting CP e 29 as vezes nas quais o SC Farense alvejou a baliza à guarda dos leões.

Nos derradeiros cinco jogos, a equipa liderada por Sérgio Vieira arrecadou um empate defronte do Belenenses SAD (1-1), dois triunfos sobre Boavista FC (3-1) e CS Marítimo (2-1) e dois desaires, um deles a contar para a Taça de Portugal (Estrela, 2-0) e em Braga (1-0). Contrariamente, a listada verde e branca fez um (quase) pleno: quatro vitórias nos últimos cinco embates, à exceção do FC Famalicão (2-2) e com destaque para a prossecução nas taças intenas.

Terminada a breve análise, em jeito de antevisão, recordamos os três melhores marcadores nos duelos que opõe Sporting CP e SC Farense.