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Estrelas da Formação: Renato Sanches

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Renato Sanches era um dos “meninos bonitos” do Sport Lisboa e Benfica até ser vendido ao FC Bayern de Munique, em 2016. Nascido a 18 de agosto de 1997 em Lisboa, ingressou no futebol aos oitos anos, mais precisamente no Águias da Musgueira. Um ano depois já fazia treinos pelo Benfica, no qual, em 2014, com 17 anos, fez o seu primeiro jogo oficial pela equipa B. No mesmo ano ajudou Portugal a chegar às meias-finais do Campeonato da Europa de Sub-14.

O “ex-encarnado” sempre deu nas vistas pelas suas qualidades, como é o caso dos seus sprints e do seu remate, que, segundo a revista “Sport Bild”, “deveria fazê-lo ter licença de porte de arma”. Reconhecido o seu valor em campo, fez a sua estreia na equipa A a 30 de outubro de 2015, com apenas 18 anos de idade, ao substituir Jonas na vitória do Benfica sobre o CD Tondela por 4-0.

Nesse mesmo ano, Renato renovou contrato com o clube da Luz até 2021, com uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros, quantia que, para os alemães, não fez grande diferença. Um acordo entre a presidência dos dois clubes fez de Renato Sanches jogador do Bayern de Munique na seguinte época por apenas 35 milhões de euros. Assim, os restantes 45 milhões da cláusula de rescisão ficariam condicionados. Isto porque os alemães impuseram uma condição à SAD benfiquista para esta receber o restante valor: o jogador português teria de conquistar alguns objetivos desportivos, como ser nomeado para a equipa do ano ou para melhor futebolista do ano (Bola de Ouro), por exemplo.

Renato Sanches: “Foram dez anos de manto sagrado”
Fonte: SL Benfica

Uma boa proposta, já que até Pep Guardiola, antes de deixar o Bayern, considerou Renato “um dos melhores da Europa neste momento” e frisou ainda que o jogador “tem um grande futuro à sua frente”. Mais ainda, o próprio dirigente do clube disse que o jogador “já estava a ser observado há muito tempo” e que o clube ficou convencido com a sua “dinâmica, capacidade de recuperar bolas e habilidade”.

No entanto, é claro o sentimento de Renato Sanches pelo clube da Luz. Quando ainda era médio das “águias”, prestou declarações sobre a transferências para os bávaros. Nesta,  agradeceu “a todos os adeptos do Benfica, a toda a minha família por este momento na minha vida” e realçou que foram “dez anos de manto sagrado” e que “aqui foi onde aprendi tudo aquilo que sei hoje”. Agradeceu também ao clube “e a todos aqueles que me ajudaram até hoje”.

As suas mais recentes declarações sobre o Benfica foram acerca da pesada derrota na passada terça-feira contra o Bayern e também sobre Rui Vitória. Na antecipação do jogo, Renato garante que “é sempre bom e especial encontrar o Benfica”, mas que “não é bom defrontar o Benfica, porque é o clube do meu coração e não é fácil”. Já nas declarações do pós-jogo, Renato diz que “Benfica não esperava sofrer tão cedo e isso fez com que não tivesse tanta reação” e defende o clube, dizendo que “estivemos muito bem e não demos hipóteses ao Benfica”. Quanto a Rui Vitória, o atual jogador do Bayern diz que “espero que fique no Benfica”, até por ter sido o treinador que o lançou e o único que dá uso aos jogadores da equipa B.

Renato Sanches: “Espero que Rui Vitória fique no Benfica”
Fonte: FC Bayern Munich

Na totalidade da sua carreira, ganhou, pelo Benfica, um Campeonato Português e uma Taça da Liga. Pelo Bayern de Munique, conquistou um Campeonato Alemão e uma Supercopa da Alemanha. Pela Seleção Nacional, o Euro 2016, e temos ainda os prémios individuais: equipa do torneio do Campeonato Europeu sub-17, jogador jovem do Euro 2016, 50 jovens promessas do futebol mundial de 2016, Golden Boy em 2016, 54º melhor jogador do mesmo ano, seleção das revelações da UEFA Champions League e 50º melhor jogador do ano de 2016.

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: SL Benfica

Arsenal FC 4-2 Tottenham Hotspur FC: Eletrizante derby do Norte de Londres

No lançamento do derby do Norte de Londres, Mauricio Pochettino afirmou que sabia da importância deste jogo para os adeptos e que esperava que a sua equipa estivesse ao nível das expetativas e confiante na sua forma de jogar.

Já Unai Emery afirmou que, para conseguir sair vitoriosa, a sua equipa devia manter a calma e cumprir a estratégia individual e tática durante os 90 minutos. Para o treinador espanhol, a receita para o sucesso neste jogo seria a conjugação de dois fatores: a emoção, indispensável para este derby, e a inteligência tática. Um “combo” entre coração e cérebro, emoção e razão.

O Arsenal apresentou-se no seu habitual 3-4-3, com Aubameyang apoiado por Mkhitaryan e Iwobi. O Tottenham apresentou-se em 4-3-1-2, com Dier no vértice mais recuado do meio-campo e Eriksen no apoio a Son e Harry Kane.

Os homens de Unai Emery tiveram um início de jogo fulgurante, encostando os spurs às cordas e pressionando muito alto, impedindo o adversário de construir a partir de trás, à imagem do que os spurs tinham feito no jogo anterior contra o Chelsea FC. Esta pressão em bloco do Arsenal obrigou o Tottenham a cometer erros, um dos quais foi “fatal”: mão de Vertonghen dentro da área, com o árbitro Mike Dean a não hesitar e a assinalar penalty a favor dos da casa.

Frente a frente com Lloris, Aubameyang não tremeu na marca dos 11 metros e fez o primeiro golo do jogo. O avançado gabonês confirmou o seu bom momento de forma e fez o nono golo na Premier League esta época, colocando justiça no marcador.

Depois do nervosismo inicial, o Tottenham conseguiu estabilizar o jogo e partiu à procura do empate. Confortável com o golo madrugador, o Arsenal desceu as linhas de pressão e os comandados de Pochettino começaram a subir no terreno. Son foi o principal catalisador da ofensiva azul e branca, com duas oportunidades flagrantes aos minutos 12’ e 23’, às quais Leno se opôs com dificuldade.

Os spurs cresciam no jogo e foi com naturalidade que chegaram ao golo. À meia hora de jogo, Erisken, que até aí estava a fazer um jogo discreto, bateu um livre no lado esquerdo do seu ataque e Dier apareceu ao primeiro poste a cabecear certeiro, com algumas culpas para Leno pela forma como tentou sacudir a bola. O Tottenham empatava no Emirates Stadium e colocava também justiça no resultado.

Dier celebra o golo do empate com os companheiros
Fonte: Premier League

Quatro minutos volvidos e cambalhota no resultado: Kane soltou Son com um pormenor delicioso, e o sul-coreano correu, correu, correu, até ser rasteirado dentro da área por Holding. Mike Dean voltou a não hesitar e assinalou penalty a favor dos visitantes. Chamado a converter, Harry Kane não vacilou e disparou forte e colocado, sem hipóteses para Leno. O Tottenham passava para a frente do jogo em apenas quatro minutos, fruto da dinâmica do seu processo ofensivo, com Kane, Son e Erkisen a mostrarem muita mobilidade e o Arsenal a não conseguir travá-los.

Para a segunda parte, os gunners precisavam de trazer algo diferente para o jogo e Unai Emery decidiu fazer duas alterações. Os desinspirados Iwobi e Mkhitaryan deram lugar a Ramsey e Lacazette, e as alterações promovidas pelo técnico turco vieram a revelar-se bastante acertadas.

Apesar das trocas, até foi o Spurs a criar perigo em primeiro lugar. Kane, de livre direto, rematou forte e obrigou Leno a aplicar-se. Na resposta, o Arsenal chegou ao empate. Bellerín lançou bem Ramsey no corredor central e o médio galês assistiu de primeira Aubameyang. O avançado gabonês não hesitou e disparou de primeira para o fundo das redes da baliza de Lloris, colocando o Emirates em ebulição.

Aubameyang bisou num remate de primeira de fora da área
Fonte: Premier League

O ambiente estava eletrizante no derby do Norte de Londres e mais ainda ficou quando aos 74’ Lacazette colocou os da casa em vantagem. Perda de bola de Foyth, Ramsey recuperou e lançou Lacazette, que perante a oposição de dois defesas do Tottenham, bailou sobre a bola e disparou de pé esquerdo. A bola ainda desviou em Dier antes de bater no poste e anichar-se nas redes da baliza. Que grande momento no Emirates Stadium!

Três minutos depois, e com os homens de Pochettino ainda a recuperar do duro golpe infligido por Lacazette, o Arsenal voltou a marcar. Aubameyang desmarcou com classe Lucas Torreira, com o ala dos gunners a entrar na área isolado e a rematar cruzado sem hipóteses para Lloris.

O marcador passava para 4-2 a favor do Arsenal e aos 85’ o pesadelo do Tottenham piorou ainda mais. Vertonghen viu o segundo amarelo e deixou a sua equipa reduzida a dez elementos, hipotecando qualquer hipótese de resposta dos spurs.

Até ao final da partida, e a jogar em superioridade numérica, o Arsenal limitou-se a controlar o jogo e o resultado não mais se alterou. O derby do Norte de Londres foi seguramente um dos melhores jogos da época. Extremamente bem disputado, com muitos golos e algumas picardias à mistura, o jogo esteve à altura das expetativas.

O Arsenal mantém a série invencível que perdura desde o dia 18 de agosto (!) e iguala o Tottenham na classificação. Os spurs vinham de uma série de seis jogos consecutivos a vencer em todas as competições, mas saíram vergados da casa do seu maior rival. Unai Emery acertou na antevisão do jogo na receita para vencer: a mistura ideal de emoção e razão, para além de um toque de midas com as duas substituições ao intervalo, que acabaram por mudar o rumo do jogo.

Onzes iniciais:

Arsenal FC: Leno, Bellerín, Sokratis, Holding, Mustafi (Guendouzi, 71’), Kolasinac, Mkhitaryan (Ramsey, 46’), Torreira, Iwobi (Lacazette, 46’), Shaka e Aubameyang.

Tottenham Hotspur FC: Lloris, Vertonghen, Juan Foyth, Aurier, Ben Davies (Davies, 82’), Eric Dier, Sissoko, Dele Alli (Winks, 79’), Eriksen, Son (Lucas Moura, 79’) e Harry Kane.

Conseguirá o Dragão fazer “xeque-mate” em casa axadrezada?

Semana de deslocação ao Bessa para o FC Porto. Tradicionalmente denominado de “dérbi da invicta”, um jogo entre Boavista e FC Porto, apesar de não ocorrer no período áureo dos axadrezados, continua a ser um jogo que tem aquele “gostinho” a mais, aquele “gostinho” que todo o bom adepto gosta. Conseguirá o Boavista equiparar-se ao vizinho do lado ou, simplesmente, a lei do mais forte prevalecerá no final dos 90 minutos?

Estatísticas não vencem jogos, é um facto; se estivermos a falar de dérbis, estatísticas perdem o seu valor de forma mais significativa ainda. Contudo, o “bichinho dos números” não permite que eu termine este artigo sem referir a tal estatística: desde o regresso do Boavista ao escalão máximo do futebol português, em 2014/15, o FC Porto visitou o Estádio do Bessa em cinco ocasiões: todas elas resultaram em vitórias dos azuis e brancos; apesar de ser um dado por si só extremamente positivo, há que acrescentar que os dragões não sofreram golos em nenhum desses encontros.

Na época passada, o FC Porto venceu o Boavista no Bessa por 0-3
Fonte: FC Porto

Voltemos ao presente: as duas equipas encontram-se polarizadas na tabela classificativa: o FC Porto lidera a Liga NOS com 24 pontos, enquanto que o Boavista “agonia” abaixo da linha de água, com apenas nove pontos. Em jogos a contar para o campeonato, o FC Porto vem de três vitórias consecutivas (contudo, se juntarmos as restantes competições, o número de vitórias consecutivas sobe para nove); por outro lado, a equipa de Jorge Simão vem de uma sequência de três jogos sem vencer, no que diz respeito à liga.

Individualidades que mereçam destaque? Menciono Yacine Brahimi, necessariamente. O argelino marcou em três das últimas cinco deslocações ao Bessa, mostrando ser particularmente letal frente ao rival da invicta.

Apesar de tudo o que foi referido anteriormente, como forma de encerramento, resumo a minha antevisão com as seguintes palavras: “dérbi é dérbi e vice-versa”.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Wendel é o “menino bonito” de Keizer

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O médio brasileiro Wendel parece ser uma das grandes apostas de Marcel Keizer no plantel leonino. Foi titular nos dois primeiros jogos de estreia do técnico holandês – frente ao Lusitano de Vildemoinhos para a Taça de Portugal e contra o Qarabag para a Liga Europa – funcionando como homem mais avançado de um tridente do meio-campo constituído por Nemanja Gudelj a seis e Bruno Fernandes a oito.

 

Wendel parece estar a entrosar-se muito bem no plantel leonino desde a chegada de Marcel Keizer
Fonte: Sporting CP

Trata-se de um jogador com qualidades técnicas claramente acima da média. Trata a bola, não diria como ninguém, mas certamente como muito poucos. A condução do esférico, a forma delicada com que o trata, faz parecer que bota e bola estão presas por um cordão invisível. Destaca-se também a sua elevada capacidade de decisão e técnica no passe. Mas o que mais o caracteriza, principalmente nos últimos dois jogos dos Leões, é um sentido de pressing alto e forte aquando da perda da bola. O jogo contra o Qarabag foi o corolário disso mesmo: várias vezes o brasileiro condicionava a primeira fase de construção da equipa azeri, numa excelente interpretação das ideias que Keizer quer ver neste Leão.

Contudo, nem tudo foram rosas para Wendel no reino do Leão. Quando chegou a Alvalade (na época 2017/18) deparou-se com uma clara dificuldade de adaptação ao futebol português, apesar de vir como uma das principais promessas do Brasileirão. Era um jogador lento e a dificuldade de adaptação traduziu-se em baixa auto-estima e desmotivação. Corria ainda a era José Peseiro, e o jornal Record, escrevia que o empresário do jogador estava em Lisboa para averiguar as intenções da SAD relativamente ao futuro do atleta. Mas o treinador Marcel Keizer pode muito bem ter resolvido um dossier sensível para os lados de Alvalade. Uma aposta de risco, é certo, mas certamente uma oportunidade para o jogador e para o Sporting.

Foto de Capa: Sporting CP

HC Turquel 2-5 CGC Viareggio: Viareggio eficaz garante vantagem importante

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Naquela que foi a partida que marcou o regresso de Reinaldo Ventura a Portugal, o Turquel realizou uma boa exibição, mas acabou por perder contra o Viareggio por 5-2 na primeira mão dos oitavos de final da WS Europe Cup. 

O jogo começou com as equipas a trocarem períodos de posse de bola, sem que existissem grandes oportunidades para marcar, somente alguns testes de meia distância.

Ultrapassados os minutos iniciais, o encontro continuava equilibrado, com dois conjuntos encaixados um no noutro, estando mais preocupados em fechar os caminhos para as suas balizas do que em atacar.

Apesar do menor favoritismo, sobretudo a nível teórico, o Turquel era quem estava mais perto de marcar, visto que conseguia levar o esférico junto à baliza de Leonardo Barozzi com alguma regularidade e perigo.

Disputados cerca de doze minutos da partida, o Turquel beneficiou de uma grande penalidade. Luís Silva foi o escolhido para a marcação do penalti, mas não conseguiu bater Barozzi, que com as caneleiras impediu o tento português. 

No comando do jogo, o Turquel procurava incomodar o guardião transalpino, mas sempre sem dar espaços nas suas costas, pois o Viareggio, à boa maneira italiana, nunca dizia que não a um belo contra-ataque em superioridade numérica.

A faltarem por volta de sete minutos para a pausa, o Viareggio adiantou-se no marcador. Sem conseguir chegar junto às redes de Diogo Almeida a não ser numa transição rápida, Sérgio Festa fez uso da sua boa meia distância e atirou a contar. Estava feito o 1-0.

Na frente, o Viareggio tomou conta das rédeas do encontro e não permitiu uma grande reação ao clube da “Aldeia do Hóquei”, tendo gerido o resultado até ao intervalo. 

Concluída a primeira metade, o Viareggio foi para as cabines a vencer o Turquel por 1-0. No entanto, a equipa do conjunto de Alcobaça esteve melhor durante a maior parte do tempo, mas a habitual eficácia italiana veio ao de cima e foi fundamental para a vantagem transalpina.

Luís Silva foi um dos principais jogadores do Turquel, tendo ainda marcado um golo
Fonte: Hóquei Clube de Turquel

A segunda parte arrancou de forma equilibrada, mas, tal como acontecera na primeira, as defesas superiorizaram-se aos ataques e não permitiram qualquer lance de golo eminente. Exceção à regra foi mais uma stickada de meia distância de Sergio Festa que, desta feita, Diogo Almeida defendeu com a luva esquerda.

Com o passar dos minutos a partida tornou-se mais aberta e o Viareggio aproveitou para avolumar o marcador. Num lance algo estranho, Diogo Almeida realizou uma defesa incompleta a uma stickada de Fernando Montigel e a bola acabou por entrar dentro da sua baliza. Contudo, o Turquel reagiu de imediato e Luís Silva reduziu a diferença para 2-1. 

Motivado pela rápida reação ao segundo golo sofrido, o conjunto turquelense ganhou velocidade e dinâmica, tendo ficado, por algumas ocasiões, muito perto da igualdade. 

Após alguns minutos conturbados depois do tento do Turquel, a equipa transalpina reorganizou-se, voltou a tomar conta da partida e repôs a vantagem de dois golos. Num lance onde Diogo Almeida parece voltar a ter ficado mal na fotografia, Davide Gavioli, com um remate enrolado, fez o 3-1 para o Viareggio. Porém, minutos depois, Pedro Batista fez uma maldade a Reinaldo Ventura e o experiente jogador português foi obrigado a fazer penalti. André Pimenta foi o escolhido para a marcação da grande penalidade e não desperdiçou, tendo reduzido o marcador para 3-2.

Novamente dentro do jogo devido a Luís Silva, o Turquel procurava chegar ao golo do empate. Contudo, estava a começar a deixar algum espaço nas suas costas, mas surpreendentemente o Viareggio, sobretudo através de Davide Gavioli, não conseguia aproveitar. 

A quatro minutos do fim surgiu a 10ª falta do Turquel. Com uma soberana chance para praticamente fechar o encontro, Sergio Festa recorreu à sua capacidade técnica e com uma belíssima “picadinha” apontou o 4-2. 

Já dentro dos últimos sessenta segundos de jogo, o Viareggio usufruiu de uma grande penalidade. Reinaldo Ventura, quem mais, assumiu a marcação da bola parada e com uma stickada bem colocada fixou o resultado final em 5-2. 

Terminada a partida, o Viareggio derrotou o Turquel por 5-2. Margem bastante confortável para o conjunto transalpino preparar o encontro da segunda mão, mas que, por outro lado, deixa a equipa portuguesa em muito maus lençóis e à beira da eliminação nos oitavos de final da WS Europe Cup. 

No que diz respeito ao resto da participação lusitana na WS Europeu Cup, a situação não é nada favorável. Em casa, a Juventude de Viana recebeu e empatou a 2-2 com os espanhóis do Voltregà, enquanto que em terras italianas o Tomar foi goleado pelo Sarzana por 6-2.

A segunda mão dos oitavos de final da WS Europe Cup vai realizar-se no dia 19 de janeiro de 2019.

HC Turquel: 23-Diogo Almeida (GR), 8-Pedro Batista, 9-Vasco Luís (CAP.), 24-André Pimenta e 58-Tiago Mateus; Jogaram ainda: 4-Daniel Matias, 22-Luís Silva e 74-Zé Costa

Viareggio: 10-Leonardo Barozzi (GR), 5-Nicola Palagi, 7-Fernando Montigel, 29-Jepi Selva e 66-Reinaldo Ventura; Jogaram ainda: 21-Sergio Festa e 71-Davide Gavioli

SC Braga 2-0 Moreirense FC: Abel argumentou e ninguém lhe resistiu

Na Pedreira, a partida começou quente, com amarelos, assobios ao árbitro, uma jogada de perigo para os visitantes e, aos nove minutos, um pedido de penálti pelos da casa. Pedido, que é como quem diz. Quando o jogo parou, Abel Ferreira “trocou ideias” com o árbitro e convenceu-o a recorrer ao VAR. Resultado: Penálti.

Da marca dos 11 metros, Wilson Eduardo não desperdiçou e colocou os arsenalistas em vantagem. A partir daí, o jogo acalmou e houve menos pontos de interesse. Isso favorecia o Braga, que tentava manter o jogo morno, aproveitando-se depois de jogadas rápidas para aumentar a vantagem.

Jogo parado à espera do VAR
Fonte: Bola na Rede

Depois de algumas tentativas, resultou mesmo, com um “golão” de Paulinho aos 25’, aparecendo entre o defesa e o guardião para finalizar. O Moreirense ainda reagiu e obrigou Tiago Sá a uma boa saída, mas o jogo rapidamente voltou ao ritmo anteriormente imposto e até ao intervalo, só um livre dos da casa, aos 40’, criou algum perigo.

A segunda metade ficou marcada por uma apatia generalizada ainda maior. O Braga não se preocupava muito com esta situação e foi aproveitando para, calmamente, ir vendo passar os minutos até aos 90’.

Depois de Wilson atirar ao poste, em fora de jogo bem assinalado, aos 62’, e um bom livre, aos 74’, os arsenalistas foram tentando assustar em contra-ataque. E foi só mesmo isso que fez, e Paulinho talvez tenha tido motivos para reclamar nova grande penalidade aos 87’.

O golo inaugural madrugador acabou por definir o jogo, e os comandados de Abel Ferreira (que bem lhe podem agradecer) tiveram uma noite tranquila para somar mais três pontos e manterem-se na luta pelo título.

SC Braga: Tiago Sá; Sequeira, Raul, Bruno Viana, Goiano; Ricardo Horta (Fábio Martins 78’), Fransérgio, Claudemir, Ricardo Esgaio (Xadas 85’); Paulinho, Wilson Eduardo (Dyego Sousa 72’)

Moreirense FC: Jhonathan; D’Alberto, Ivanildo, Abarhoun, Ruben Lima; Chiquinho, Neto (Bilel 72’), Arsénio; Pedro Nuno (Heri 45’), Nenê (Teixeira 87’)

AS Mónaco 1-2 Montpellier HSC: Últimos 10 minutos fatais para os homens de Henry

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Em mais um encontro da Ligue 1, o Mónaco perdeu no seu terreno com o Montpellier por 1-2. A fazer uma época atípica até ao momento, os “Monegascos” queriam dar sequência à vitória obtida fora na jornada anterior (0-1 frente ao Caen) e assim sair da zona aflita da tabela classificativa, mas do outro lado estava um surpreendente Montpellier, que se encontra a realizar um belo campeonato, ocupando o terceiro posto da classificação.

Em relação aos últimos jogos, apenas um dos técnicos fez algumas mudanças no onze inicial: do lado caseiro, Thierry Henry, após a derrota fora para a Liga dos Campeões contra o Atlético de Madrid, mudou quatro peças, colocando Pierre-Gabriel, Benjamin Henrichs, Ait Bennasser e Falcão nas opções titulares. Já nos visitantes, Michel Der Zakarian manteve exatamente a mesma formação que atuou de início no empate caseiro a duas bolas com o Rennes a contar para a liga.

Os primeiros 15 minutos do encontro não tiveram grande história para contar, uma vez que as duas equipas entraram com receio uma da outra, embora com o Mónaco a mostrar maior iniciativa de jogo, a ter bola e a empurrar o opositor para o seu meio-campo, embora não tenha conseguido uma única oportunidade de golo em bola corrida. Só através de bola parada, é que os monegascos conseguiam levar perigo à área adversária, mas mesmo aí o Montpellier revelava uma boa coesão defensiva e mantinha o perigo longe do guardião Lecomte.

O primeiro remate digno de registo no jogo surgiu só ao minuto 23 para o Mónaco, com Ait Bennasser, após receber o passe de Henrichs, a rematar prontamente, mas a bola passou muito por cima da baliza. Os monegascos iam começando a carregar sobre o Montpellier, e Tielemans, ao minuto 28 na sequência de um canto, teve perto de inaugurar o marcador com um belo remate já dentro de área, com a bola a passar junto ao poste direito. Quatro minutos depois, foi a vez de Falcão a tentar a sua sorte, com um bom cabeceamento após excelente cruzamento de Raggi, o que obrigou Lecomte a voar para agarrar a bola.

Já perto do intervalo, os homens de Henry fizeram o primeiro tento do jogo: Tielemans correu com a bola até à área adversária, passou para Henrichs, que devolveu logo a seguir para o médio belga, que fuzilou para inaugurar o marcador, com a bola a entrar no canto inferior esquerdo da baliza do Montpellier. Mesmo sem fazer uma grande exibição, o Mónaco foi para o intervalo em vantagem, que assentava perfeitamente, tendo em conta o que se assistiu nos primeiros 45 minutos.

O Montpellier na segunda mostrou outra face e chegou com justiça ao triunfo
Fonte: Ligue 1

O jogo recomeçou com os mesmos jogadores que tinham participado na primeira parte, e o Mónaco voltou a entrar melhor, e Golovin teve pertíssimo de dilatar a vantagem monegasca: ao minuto 54, o extremo russo atirou à baliza, contudo o seu remate esbarrou no travessão. O Montpellier respondeu a seguir, através de um cabeceamento de aborde, que fez a bola passar perto do poste esquerdo da baliza de Benaglio.

Os técnicos fizeram as primeiras mudanças táticas à entrada do minuto 60: Pelé entrou para o lugar de Chadli, ao passo que Sambia rendeu Oyongo. O Montpellier parecia disposto a discutir o resultado, e a substituição ajudou a equipa a ter mais posse de bola, o que obrigou o Mónaco a recuar no terreno. A iniciativa de jogo pertencia agora aos visitantes, que arriscavam à procura, mas faltava alguma assertividade e inteligência para conseguir fazer mossa na defensiva caseira. O substituto Sambia, ao minuto 77, trabalhou bem dentro da área do Mónaco, contudo viu o seu remate a ser bloqueado por um defesa.

Não foi aí que surgiu o empate, mas a persistência deu frutos: à entrada dos últimos 10 minutos da partida, Laborde aproveitou o bom cruzamento de Delort, e cabeceou para colocar a igualdade no marcador no Stade Louis-II. O golo animou os visitantes, que consomaram a reviravolta pouco depois, por Skuletic, que, após um rápido contra-ataque, libertou-se bem da marcação de Jemerson e fez o segundo tento do Montpellier. O Mónaco ainda tentou chegar ao empate até ao apito final do árbitro, mas sem sucesso.

Mais uma derrota para a equipa de Henry, que teve uns últimos 10 minutos de partida fatais, que impediram o triunfo, continuando assim a difícil batalha na cauda da tabela. Já o Montpellier aproveitou da melhor forma o empate entre Lille e Lyon, para saltar para o segundo lugar da classificação.

Onzes Iniciais

A.S. Mónaco: Diego Benaglio; Andrea Raggi; Jemerson; Benoit Badiashile; Pierre-Gabriel (Sofiane Diop 86’); Benjamin Henrichs; Youri Tielemans; Ait Bennasser; Nacer Chadli (Pelé 60’); Aleksandr Golovin; Radamel Falcão (Moussa Sylla 74’)

Montpellier H.S.C.: Benjamin Lecomte; Rubén Aguilar; Daniel Congré; Hilton; Pedro Mendes; Damien Le Tallec (Petar Skuletic 72’); Ambroise Oyongo (Solomon Sambia 56’); Ellyes Skhiri; Florent Mollet; Gaetan Laborde; Andy Delort (Gonzalez Piriz 87’)

SL Benfica 4-0 CD Feirense: Uma vitória à Benfica

O SL Benfica recebeu e venceu o CD Feirense por 4-0 no regresso aos relvados após uma longa e atribulada semana para o universo encarnado. Rui Vitória aplaudiu os jogadores na caminhada para dentro do relvado e foi da mesma zona do banco de suplentes que acompanhou toda a partida.

As novidades no onze encarnado foram o regresso de Jardel ao centro da defesa e a estreia a titular para o campeonato de Zivkovic. Este último a jogar na posição de extremo. De regresso também ao onze esteve o jovem do Seixal Gedson Fernandes que tinha dado o seu lugar a Gabriel na derrota em Munique. Os primeiros dez minutos da partida foram tremidos.

A equipa benfiquista mostrou alguma fragilidade nos primeiros lances da partida e defensivamente também não mostrou muita qualidade. Os dados estatísticos marcavam um remate à baliza para cada equipa nos primeiros dez minutos. Após esses primeiros minutos o Benfica conseguiu estabelecer-se como coletivo mais controlador, mas com dificuldade em entrar no último terço do terreno.

Aos vinte e oito minutos Pizzi concretizou o melhor lance da primeira meia hora. De remate na ponta esquerda da área de Caio Seca, o médio português obrigou o guarda-redes a uma brilhante defesa. Um remate de livre que surpreendeu a massa adepta nas bancadas. Aos trinta minutos da partida os adeptos dos topos do estádio decidiram colocar fim a um silêncio que durava desde o primeiro minuto e iniciaram os cânticos com o hino do Sport Lisboa e Benfica. O decorrer da restante primeira metade da partida mostraram um jogo cada vez mais ofensivo com os alas Rafa e Zivkovic a mostrarem muita qualidade técnica e de velocidade junta às linhas. Contudo, foi nesta primeira parte que a equipa fogaceira conseguiu da melhor forma controlar os lances de ataque dos encarnados. Uns primeiros quarenta e cinco minutos de jogo bastante pausados por assistência a diversos jogadores da equipa adversária.

Jonas continua a ser o homem-golo do Benfica. Quem tem um Jonas, tem tudo
Fonte: SL Benfica

 

Uma parte bastante diferente aquela que se viu, e poderá verificar, na segunda metade do jogo. A segunda parte da partida começou com o mesmo controlo de jogo por parte da equipa da casa e o golo chegou mesmo a confirmar essa diferença. Jonas abriu o marcador num lance onde precisou apenas de receber, virar-se para a frente do guarda-redes e fazer abanar as redes da baliza norte do Estádio da Luz. Um golo bastante festejado pelo próprio junto ao grupo de adeptos que se encontrava naquela zona do estádio. Nos festejos bastantes efusivos do brasileiro destaque para o agradecimento do próprio ao assistente Grimaldo.

O segundo golo surgiu também neste início da segunda parte. Bruno Nascimento, central da equipa de Santa Maria da Feira, introduziu a bola na própria baliza depois de um lance rápido e com direito a cruzamento rasteiro. O brasileiro de vinte e sete anos tentou cortar a bola que se dirigia para Jonas e acabou por marcar um auto-golo, o primeiro da carreira.

O caudal ofensivo manteve-se e Rafa fez o terceiro golo da partida num lance rápido na área adversária. A bola circulou com muita classe nos pés de Zivkovic, depois debaixo das pernas de Jonas, Pizzi recebeu e passou ao camisola dez que assistiu Rafa. O extremo português precisou apenas de rematar de baliza aberta pois os jogadores do Feirense estavam “aos papeis” e muitos deles no chão, em tentativas de corte.

Após o terceiro tento da partida o caudal do jogo manteve-se com os extremos e os médios mais ofensivos da partida a mostrarem uma boa química nos lances ofensivos da partida. Defensivamente a equipa encarnada não teve tanto trabalho, mas o pouco que teve mostrou pouca segurança. Alguns passes mal calculados poderiam ter dado mau resultado e comprometido a equipa.

O último golo da partida foi de Seferovic. Zivkovic assistiu o sérvio que rematou de quase de costas quando Caio Seco estava a levantar-se de uma defesa incompleta.

O jogo terminou e os quase cinquenta mil adeptos aplaudiram de pé os jogadores do Benfica. Uma vitória que trouxe tranquilidade a uma equipa que precisava urgentemente de pontos e qualidade futebolística.

Onzes Iniciais

SL Benfica: Vlachodimos; André Almeida, Rúben Dias, Jardel e Grimaldo; Fejsa, Gedson Fernandes (Gabriel, 80′) e Pizzi (Krovinovic, 89′); Zivkovic, Rafa e Jonas (Seferovic, 82′)

CD Feirense: Caio Secco; Edson Farias, Antonio Briseño, Bruno Nascimento e Tiago Gomes; Cris Santos, Kódjo Alphonse (Edinho, 63′) e Tiago Silva; Fábio Sturgeon (Brian Gómez, 46), Luís Machado (Marco Soares, 84′) e João Silva

Passo a passo até ao sucesso

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Num grupo em que o Sporting era o principal favorito ao segundo lugar, a turma de Alvalade, que até chegou a ser orientada por três treinadores só nesta fase da competição, cumpriu mesmo com o que estava pré estipulado e ficou só atrás do Arsenal.

Esta caminhada começou precisamente em Alvalade com uma vitória frente ao Qarabag. No dia 20 de setembro, Raphinha e Jovane Cabral, com um golo cada, ofereceram os três pontos aos leões e fizeram com que os então homens de Peseiro entrassem de pé direito nesta competição.

Na segunda jornada, o Sporting viveu o jogo mais inesperado desta fase de grupos. Na Ucrânia, os leões estiveram a perder desde os 10 minutos, mas Fredy Montero, aos 91’, e Jovane (de novo), aos 93’, deram mais três pontos à turma de Alvalade.

O Sporting partia assim para a terceira jornada com seis pontos, o máximo número de pontos possível. Era fundamental chegar ao duplo embate com o Arsenal com duas vitórias. No primeiro desses dois jogos, os ainda homens de Peseiro receberam os londrinos em Alvalade e, após uma primeira parte de bom nível, recaíram no segundo tempo, foi só graças a um erro de Coates que Danny Welbeck conseguiu fazer o golo que acabou por dar os três pontos aos gunners.

Mesmo com Bas Dost lesionado na maioria do tempo, os leões estiverem sempre em sintonia com os golos
Fonte: Sporting CP

Duas semanas depois, no dia 8 de novembro, os homens de Alvalade, acompanhados por milhares de adeptos, e já sob o comando técnico de Tiago Fernandes, pautaram o jogo pela coesão defensiva e saíram do Emirates com um nulo no marcador. Em quatro jogos, os leões tinham sete pontos e partiam para a penúltima jornada com um pé e meio nos 16 avos de final.

O Sporting foi então até ao Azerbaijão para enfrentar o Qarabag.  Os pupilos de Keizer brilharam e bateram os azeris por seis bolas a uma. Bas Dost, Nani, Bruno Fernandes, com um bis, e Diaby, que também bisou, fizeram com que o Sporting alcançasse um resultado histórico e digno de registo.

Foto de Capa: Sporting CP

Sérgio Conceição no Top 3 dos melhores treinadores Portugueses

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Quando o nome de Sérgio Conceição foi anunciado como novo treinador do FC Porto não fiquei propriamente radiante, fiquei sim apreensivo. Depois de quatro anos sem o clube obter sucesso, escolher um treinador sem títulos no seu curriculum, sem experiência europeia e com uma personalidade que lhe valeu algumas saídas conturbadas por onde passou, não me pareceu ser a melhor solução. Mas estava completamente enganado!

Neste momento, considero que Sérgio Conceição já está no Top 3 dos melhores treinadores Portugueses. Onde incluo também Leonardo Jardim e Paulo Fonseca. São escolhas sempre questionáveis e baseadas na atualidade e não em currículos.

Existem vários itens para se avaliar um treinador e em todos eles, Sérgio Conceição tem demonstrado uma enorme qualidade. Ao nível da comunicação tem sido exemplar e, em Portugal, tem sido uma lufada de ar fresco, a sua frontalidade, a forma direta como não foge das questões não é muito habitual no nosso futebol, mas sem nunca deixar de passar a sua mensagem e deixar os seus “recados”. A forma como “controla” o balneário é outro aspeto que chama atenção. Sendo sempre extremamente exigente, não permitindo qualquer ato de indisciplina ou menor profissionalismo mas, ao mesmo tempo, estando sempre muito próximo dos jogadores é algo que faz diferença na gestão de um grupo.

Sérgio Conceição é hoje um dos melhores treinadores Portugueses
Fonte: FC Porto

Sérgio Conceição não veio da parte académica, a sua grande formação foi ser um jogador de top mundial. Mas não é por isso que não procura constantemente a busca do conhecimento. O treinador portista não descura nenhuma componente que possa ajudar no rendimento individual e coletivo da sua equipa. Quer seja na área do coaching, da recuperação física, na análise dos adversários, Sérgio Conceição e a sua magnifica equipa técnica trabalha ao nível dos melhores dos melhores treinadores do mundo.

A qualidade de jogo apresentada, a forma como potencia o rendimento individual dos jogadores, a variabilidade tática da equipa, a gestão dos momentos de forma dos jogadores, o magnifico trabalho nas bolas paradas são alguns de muitos exemplos da qualidade de trabalho do treinador portista e da sua equipa técnica. A diferença em Portugal para os adversários é muito grande, neste momento este FC Porto e Sérgio Conceição são de outro patamar.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira