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GD Chaves 0-4 FC Porto: Eficácia devolve dragões ao topo

fc porto cabeçalhoO FC Porto venceu esta tarde o GD Chaves, por quatro bolas a zero, e voltou a assumir a liderança da liga. Depois da vitória a meio da semana sobre o Sporting CP e já com o jogo da próxima quarta-feira para a Liga dos Campeões na mira, os azuis e brancos foram a Trás-os-Montes conquistar os três pontos, num jogo em que a eficácia foi a chave para o sucesso.

Com o nome inscrito no boletim clínico do FC Porto, Aboubakar era já uma ausência certa dos convocados para esta partida, deixando a Tiquinho Soares a possibilidade de repetir a titularidade que já havia tido no jogo da Taça de Portugal. Ainda assim, Sérgio Conceição fez mais duas mexidas, deixando Ricardo Pereira e Brahimi no banco de suplentes e fazendo entrar para os seus lugares Maxi Pereira e Otávio. Do outro lado, um GD Chaves a atravessar um bom momento, contando apenas uma derrota nos últimos dez jogos, frente ao SL Benfica, e a ocupar o sexto lugar da classificação, ainda com vista para os lugares europeus.

Depois de verem o SL Benfica vencer ontem e ascender, à condição, ao primeiro lugar da tabela, os azuis e brancos foram os primeiros a tentar o golo, com um remate de Herrera de fora da área, logo aos três minutos, que obrigou António Filipe a aplicar-se e a tirar para canto. Aos 12 minutos foi a vez de Soares tentar a sorte, mas Domingos Duarte conseguiu o corte e afastou o perigo. E se não foi à primeira, foi à segunda! À passagem do quarto de hora Tiquinho Soares conseguiu mesmo abrir o marcador, com um remate cruzado após passe de Sérgio Oliveira.

Os flavienses não baixaram os braços perante o desbloquear do marcador e continuaram a pressionar o FC Porto, embora sem conseguirem criar oportunidades de perigo. A primeira chegou aos 23 minutos, por intermédio de Matheus que, depois de um bom trabalho no meio campo dos dragões, rematou para uma grande defesa de José Sá. Sem estar por cima no jogo, a formação azul e branca beneficiou novamente da eficácia de Soares na frente para chegar ao dois a zero. O brasileiro recebeu o passe de Maxi, encheu o pé e não deixou qualquer hipótese a António Filipe. O GD Chaves poderia ter reduzido aos 36 minutos, novamente com um bom trabalho de Matheus que deixou para Davidson rematar, mas Maxi apareceu para o corte.

Soares e Marega marcaram três dos quatro golos do FC Porto na partida Fonte: FC Porto
Soares e Marega marcaram três dos quatro golos do FC Porto na partida
Fonte: FC Porto

Num jogo intenso e bem disputado, com a equipa da casa a não facilitar a vida aos azuis e brancos, a segunda parte começou com o FC Porto a gerir o resultado e o esforço dos jogadores. Um golo do GD Chaves poderia ter relançado a partida, mas apareceu Marega para trazer mais tranquilidade ao jogo. O avançado maliano fez o terceiro, aos 57 minutos, num remate que saiu fraco mas que só parou no fundo das redes. E para evitar o quarto, só mesmo os ferros da baliza flaviense! Ainda antes dos 60’ Soares podia ter feito o hat trick, mas o poste esteve no caminho da bola e, cinco minutos depois, foi a vez da barra ser o destino do remate do recém-entrado Warris.

O terceiro golo acabou por colocar uma pedra sobre o jogo, dando mais tranquilidade ao FC Porto para gerir a meia hora final, com o GD Chaves a não chegar com perigo junto da baliza de José Sá. Os dragões ainda conseguiram ampliar a vantagem já em tempo de compensação, com Sérgio Oliveira a selar da melhor forma mais uma grande exibição, com um golo à meia volta após combinação com Herrera, a fechar o resultado em 0-4.

A deslocação a Chaves não se adivinhava fácil mas a eficácia de Soares no primeiro tempo ajudou a tranquilizar a equipa, que saiu para o intervalo a vencer por duas bolas a zero e fez os outros dois golos da partida já no segundo tempo. O FC Porto assegurou assim o regresso à liderança isolada do campeonato, com 55 pontos, mais dois do que o segundo classificado, SL Benfica.

CD Nacional 1-1 SC Covilhã: O que se escapou por entre os dedos

Cabeçalho Futebol NacionalNum encontro a contar para a 24.ª jornada da Segunda Liga, CD Nacional e SC Covilhã defrontavam-se num duelo entre equipas que vinham de séries positivas, embora nenhuma tivesse vencido na ronda pretérita.

O Nacional, que interrompera na jornada anterior um ciclo de oito jogos sem perder entrou com vontade de marcar o ritmo, conseguindo três boas oportunidades nos cinco minutos iniciais.

Já os Leões da Serra, que entraram mais comedidos, reagiram depois do susto, subindo algumas vezes à área nacionalista, pese embora sem grande sucesso na criação de oportunidades de golo.

Depois de uma boa entrada, contudo, os minutos que se seguiram trouxeram um futebol mais amorfo e preso ao meio-campo. Ambas as formações denotavam mais dificuldades em furar as defensivas contrárias e as ocasiões produzidas advinham quase sempre de erros defensivos.

Fonte: Bola na Rede
Camacho foi quem inaugurou o marcador na Choupana, assinando uma grande jogada individual
Fonte: Bola na Rede

Foi já numa altura em que se adivinhava o nulo para a segunda metade, que João Camacho deu uma ‘sapatada’ no marasmo para o qual caminhava a partida. Mesmo a terminar a primeira parte, o extremo madeirense protagonizou uma excelente jogada individual pela esquerda, deixando para trás dois adversários antes de chutar da entrada da área serrana.

Com o marcador inaugurado, o regresso das cabines trouxe um Sporting da Covilhã a procurar ser mais assertivo e o encontro tornou-se então mais interessante. Nem por isso, contudo, se viram melhores oportunidades para colorir o marcador, e até aos dez minutos finais a toada manteve-se.

Com o Nacional a controlar o jogo e o Sporting da Covilhã em busca de melhor sorte, só ao minuto 88 se efetivou o empate, que surgiu como um balde de água fria para a equipa caseira.

O golo conferiu um sabor de alguma injustiça para o Nacional, sobretudo depois de ter ficado momentaneamente reduzido a dez unidades, pela assistência a Vítor Gonçalves, cuja entrada foi atrasada pelo árbitro, numa das jogadas que antecederam o tento serrano. Até ao final, o Nacional ainda procurou regressar à vantagem, mas o empate imperou pelos cinco minutos adicionais.

 

CD Santa Clara 2-0 FC Porto B: Ferrari azul e branco travado pelo trânsito açoriano

Cabeçalho Futebol NacionalMais um domingo de jogo no estádio de São Miguel. Um domingo chuvoso que prometia trazer animação ao povo açoriano numa disputa de três pontos entre o CD Santa Clara e o FC Porto B, equipas que vinham de vitórias moralizadoras e que procuravam somar nova vitória.

A primeira parte começou com o Santa Clara a assumir o jogo, a jogar com as linhas bem subidas e a causar muitos dificuldades aos pupilos de Folha. O FC Porto B tentava explorar as costas da defensiva açoriana mas a verdade é que nunca o conseguiu fruto de uma pressão muito intensa, por parte da equipa de Carlos Pinto, que asfixiava à nascença qualquer tentativa de jogada da equipa azul e branca. A toada do jogo manteve-se e culminou no primeiro golo da equipa da casa. Jogada coletiva de belo efeito, depois de mais uma boa recuperação de bola em zonas perigosas e João Reis, na área, inaugura o marcador.

Era de esperar que a partir daí surgisse um FC Porto B mais ofensivo, a tentar remeter a equipa da casa mais para trás mas foi precisamente o contrário a acontecer. A pressão do Santa Clara intensificou-se e os jovens azuis e brancos iam sentindo muitas dificuldades para fazer face à dinâmica imposta pelos homens da frente dos açorianos.

Já perto do final da primeira parte, nova recuperação e no coração da área, Rafael Batatinha atira forte para o segundo e último golo da partida.

Fonte: CD Santa Clara
Fonte: CD Santa Clara

Na segunda parte era de esperar que o Porto viesse com uma atitude renovada e que, sobretudo, criasse mais perigo para as redes de Marco Pereira. O Porto B veio, efetivamente, com outra atitude, ainda assim insuficiente para poder mudar o rumo do jogo. A equipa azul e branca tentava colocar mais ritmo no jogo e tentava chegar ao golo mas a estratégia dos encarnados dos Açores condicionou a ideia de jogo da equipa de Folha. O Santa Clara na segunda parte acabou por baixar as linhas e por oferecer a iniciativa de jogo ao FC Porto B. A equipa de Folha não conseguiu aproveitar a maior percentagem de posse de bola e acabou por não criar nenhuma jogada digna de registo nesta segunda parte. Aliás, foi o Santa Clara a dispor da melhor oportunidade desta segunda parte, quando Pineda arrancou em direção à baliza do jovem guardião Diogo Costa, falhando o golo por pouco.

O resultado não mereceu contestação alguma. O Santa Clara conseguiu bloquear o Ferrari de Folha com uma estratégia consertada, conseguindo vencer os dois primeiros classificados do campeonato de forma consecutiva.

TOP 10 jogadores mais duros do SL Benfica

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sl benfica cabeçalho 1

Numa altura em que os benfiquistas apelidam o médio do FC Porto de “Felipe Vale-Tudo” e se critica as atitudes de Fábio Coentrão descrevendo-as como “arruaceiras”, resolvi trazer de volta algumas das pérolas que passaram pelo SL Benfica. E, para que fique já esclarecido, a “dureza” dos jogadores em nada está relacionado com a sua qualidade.

Sofia Open: Procura-se João Sousa, o antigo!

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Cabeçalho modalidades

O Sofia Open é um torneio ATP 250 que, não fosse a presença de Stan Wawrinka como primeiro cabeça de série, não teria até significativos motivos de interesse. Porém, para os amantes de ténis portugueses qualquer torneio no qual participe João Sousa é relevante, sobretudo numa fase em que o “Conquistador”, atual número 68 mundial, se encontra em busca da forma que o conduziu, em 2016, ao lugar 28 do ranking ATP.

A verdade é que, mais uma vez, a história não teve um final feliz. Depois de na ronda inaugural João Sousa, sétimo cabeça de série, ter derrotado o wild card Dimitar Kuzmanov (7-6[6] e 6-1), logo nos oitavos de final este viria a ser eliminado pelo seu colega de pares, Maximilian Marterer, por 7-5 e 7-6(6) ao fim de 1h40m de batalha. O esquerdino alemão, número 82 do ranking ATP, criou sempre muitas dificuldades a João Sousa com o seu serviço e, mantendo-se mais consistente ao longo do encontro, acabou por vencer com alguma naturalidade.

Já na variante de pares João Sousa, desta feita lado a lado com o seu “carrasco” Maximilian Marterer, acabaria por sair derrotado nos quartos de final da competição pelos segundos favoritos Nikola Metic e Alexander Peya, por 6-3 e 6-3, em apenas 53 minutos. O vimaranense, mais uma vez, jogou muito abaixo do seu potencial e parece não conseguir sair da espiral recessiva em que se encontra. É evidente a fragilidade psicológica do “Conquistador” neste momento da sua carreira e a esta se associa, claramente, uma falta de solidez de jogo que o distancia das suas grandes conquistas do passado recente.

Mirza Basic surpreendeu tudo e todos e acabaria por sair vencedor do Sofia Open Fonte:  Sofia Open
Mirza Basic surpreendeu tudo e todos e acabaria por sair vencedor do Sofia Open
Fonte: Sofia Open

No que ao resto do torneio diz respeito Stan Wawrinka acabaria mesmo por chegar à meia-final do mesmo mas, inesperadamente, viria a cair às mãos do qualifier Mirza Basic, número 129 mundial, por 7-6 e 6-4. Na final, Basic marcaria encontro com Marius Copil, número 93 do mundo e outra grande surpresa neste torneio.

No encontro decisivo foi o qualifier quem levou a melhor. Ao fim de três sets e 2h21m de encontro Basic, aos 26 anos de idade, viria a conquistar pela primeira vez na carreira um torneio ATP. Com esta vitória o tenista bósnio entra, pela primeira vez, no top 100 mundial e tem agora responsabilidades acrescidas para os torneios vindouros.

Foto de Capa: Facebook de João Sousa

Mais FC Porto sem Óliver Torres?

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fc porto cabeçalho

Redigir um texto no qual se questiona se uma equipa rende mais com ou sem a presença na mesma de um futebolista pelo qual foram pagos 20 milhões de euros é, desde logo, um mau sinal. Porém, a realidade atual do FC Porto é precisamente essa: após um longo período de não utilização, nos últimos dois jogos nos quais Óliver Torres esteve em campo durante um substancial período de tempo o FC Porto não foi além de dois empates (0-0) frente ao Sporting CP e ao Moreirense FC.

Desde lá, o pequeno mago espanhol não mais foi utilizado; resultado: os azuis e brancos cresceram francamente a nível exibicional e os resultados acompanharam esse mesmo crescimento. Este trata-se de um fenómeno estranho e de difícil análise. Por um lado, Óliver é o mais criativo de todos os centrocampistas do FC Porto e essa criatividade tem feito falta, em alguns momentos, para desbloquear organizações defensivas mais “fechadas”; por outro lado, sem Óliver na equipa tem ganho preponderância um super-Sérgio Oliveira que, não sendo tão criativo quanto o espanhol, é igualmente competente na tomada de decisão e traz à equipa um maior equilíbrio pela sua agressividade na transição defensiva.

A questão que se coloca é: como solucionar este dilema? Sérgio Conceição não tem sido muito competente na gestão de Óliver Torres. O espanhol ora faz partes das escolhas para o onze inicial, ora não é utilizado, o que em nada abona a favor da sua motivação. Óliver é um génio, tecnicamente o melhor médio da Liga Portuguesa, mas não consegue impor-se por razões que apenas o treinador poderá (e deverá) explicar. Nos dois últimos jogos, frente a SC Braga e Sporting CP, o FC Porto jogou bem e venceu (sem Óliver), mas estes tratam-se de opositores que não limitam o seu jogo ao momento defensivo. É nesses contextos, nos quais a criatividade escasseia (estando centrada, quase exclusivamente, em Brahimi), que o espanhol pode ser mais importante no jogar dos dragões, ajudando a encontrar espaços onde, aparentemente, estes não existem.

Óliver Torres não tem conseguido cumprir com as expetativas colocadas sobre si Fonte: Facebook de Óliver Torres
Óliver Torres não tem conseguido cumprir com as expetativas colocadas sobre si
Fonte: Facebook de Óliver Torres

No momento em que a âncora defensiva do FC Porto, Danilo, se encontra ausente da equipa são necessárias soluções de equilíbrio para o meio-campo dos azuis e brancos. Nesse contexto, Óliver Torres poderá passar por um novo período de “apagão”. Contudo, este jamais deverá ser esquecido porque: 1) tem talento para dar e vender; e 2) constitui um avultado investimento do clube do qual se espera que, no futuro, venha a haver retorno. Tem a palavra Sérgio Conceição…

Foto de Capa: Facebook de Óliver Torres

Sporting CP 3-0 Castêlo da Maia GC: Leão líder e maiatos esperançosos!

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Cabeçalho modalidadesNa 23.ª jornada do Campeonato Nacional de Voleibol 2017/2018, o Spoting Clube de Portugal recebeu o Castêlo da Maia Ginásio Clube no Pavilhão João Rocha. Os Leões, líderes isolados com 54 pontos somados, defrontavam uma equipa que luta pelo 4.º posto da tabela classificativa, última vaga de acesso aos play-offs de apuramento de campeão, fruto dos 42 pontos averbados, menos 1 que a Associação de Jovens Fonte do Bastardo.

Os 517 espectadores presentes no Pavilhão João Rocha não deram certamente o tempo como perdido, tendo assistido a um encontro jogado com intensidade, alma e garra de parte a parte, o que se traduziu num jogo bastante disputado, com o equilíbrio a ser a nota dominante em várias fases da partida.

No primeiro set a turma de Alvalade entrou melhor, mas os maiatos mantinham-se na discussão do mesmo, prova disso foram os resultados nos 2 tempos técnicos (8-6 e 16-13). Os comandados de Hugo Silva foram segurando a vantagem e fecharam em 25-21.

Fonte: Sporting CP
Fonte: Sporting CP

O segundo set começou de forma idêntica ao primeiro, com os verde e brancos a chegarem ao primeiro tempo técnico na frente também por 8-6, mas no segundo tempo técnico a vantagem era já de 5 pontos (16-11), uma preponderância que se foi evidenciando cada vez mais, com a turma da casa a vencer este segundo parcial por 25-18, o set mais desequilibrado!

No terceiro set os pupilos de João Coelho mostraram porque razão são candidatos ao acesso ao play-off de apuramento de campeão. Com uma entrada bastante aguerrida os maiatos conquistaram uma vantagem de 3 pontos (1-4), que se manteve até ao primeiro tempo técnico (5-8), contudo os leões cerraram fileiras e aproximaram-se gradualmente do adversário, acabando por atingir o segundo tempo técnico em vantagem (16-15). Nesta fase, apesar de ser sempre a turma leonina a colocar-se na frente, o equilíbrio era uma constante, bem patenteado nos sucessivos empates, de tal forma que o encontro foi forçado às vantagens, onde o Sporting CP acabou por ser mais astuto, fechando o set em 26-24 e o jogo em 3-0.

Vitória justa de um Sporting credenciado, que prolonga assim o bom momento que atravessa. Os Leões demonstraram uma consistência e coesão ao longo de todo o encontro que lhes permitiu não só segurar vantagens, como também reverter desvantagens como as que se verificaram durante o último set. Os verde e brancos somam assim três importantes pontos na luta pelo 1.º lugar desta fase. Nesta reta final a turma de Alvalade terá ainda pela frente as deslocações às Caldas da Rainha e a Espinho para defrontar os Sporting locais e a recepção ao Esmoriz GC, sendo que o duelo entre Leões e Tigres será aquele que, no plano teórica, será o mais complicado para a formação de Alvalade.

O Castêlo da Maia GC deu bem conta de si, conseguiu manter a incerteza em vários momentos do encontro, principalmente no 3.º set. Sustentados num bloco competente e numa defesa sólida, os maiatos demonstraram os predicados que legitimam a luta pelo acesso ao play-off, contudo foram os muitos erros no serviço que impediram os forasteiros de oferecer uma réplica mais “efectiva”. As últimas jornadas trazem as recepções ao Vitória SC e à AA São Mamede e a deslocação à AA Espinho, o que se traduz num calendário teoricamente mais acessível que o daa AJ Fonte do Bastardo.

Leoas Invencíveis!

sporting cp cabeçalho 1O Sporting Clube de Portugal regressou na temporada passada, cerca de 20 anos depois ao futebol feminino. Numa temporada fantástica, as leoas conquistaram a Liga Allianz, Taça de Portugal e Supertaça, sob a liderança do Professor Nuno Cristóvão.

Este tem sido um caminho de Esforço, Dedicação, Devoção e Glória. No que diz respeito às competições nacionais, o Sporting soma 48 jogos nestas duas temporadas, com 45 vitórias e apenas 3 empates. Na Liga dos Campeões, as leoas somaram a sua única derrota diante FC BIIK do Cazaquistão, ainda assim vencendo o MTK de Budapeste e a equipa do Kosovo, KF Hajvalia.

Uma equipa repleta de internacionais, onde se destacam nomes como, Ana Borges, Solange Carvalhas, Diana Silva, Joana Marchão, Ana Capeta, Tatiana Pinto, Patrícia Morais, entre tantas outras. O Sporting tem sido importantíssimo, na afirmação do futebol feminino em Portugal. Por duas ocasiões, o Sporting e o Braga já se defrontaram no Estádio de Alvalade, tendo sido batido o recorde de assistência num jogo do futebol feminino na final do Jamor na passada temporada.

Fonte: Sporting CP
Fonte: Sporting CP

Estando a cerca de oito jornadas do fim da Liga Allianz, as leoas de Nuno Cristóvão, seguem na liderança com 40 pontos, mais cinco do que o rival Braga. Por isso, o Sporting tem todas as condições para vencer o segundo título nacional consecutivo, no futebol feminino.

A Taça de Portugal é outro dos objetivos do Sporting Clube de Portugal. Na prova rainha, o Sporting irá ter pela frente o Valadares de Gaia, nos oitavos-de-final.

Este tem sido um caminho de títulos e vitórias, com dois objetivos pela frente, o Sporting pretende conquistar a “dobradinha”.

Foto de Capa: Sporting CP

Portimonense SC 1-3 SL Benfica: Tetracampeão de volta à liderança

sl benfica cabeçalho 1O Benfica venceu hoje o Portimonense por 3-1, num jogo a contar para a 22.ª jornada do campeonato. Os algarvios receberam o tetracampeão nacional, que voltou à liderança do campeonato, ainda que à condição, até ao jogo do FC Porto amanhã. Na visita ao Algarve, com Sálvio ausente, Rafa foi a única novidade no onze inicial escolhido por Rui Vitória.

A equipa lisboeta entrou em campo por cima, tentando desde logo assumir o controlo do jogo mostrando mais posse de bola. Foi aos 6 minutos que o Benfica fez o primeiro golo e se adiantou no marcador. Numa grande rotação de Rafa, Cervi recebeu a bola e, num remate matador, levou a melhor sobre o guarda-redes dos algarvios.

Com dificuldades em começar a construção tática por trás, o Portimonense não conseguia estabilizar o seu jogo nem fazer face à pressão do Benfica, que se ia mostrando asfixiante. A primeira vez que o Portimonense conseguiu entrar na área dos ‘encarnados’ foi apenas aos 26 minutos de jogo.

Dez minutos depois surgiu a maior oportunidade para a equipa da casa. Após um cruzamento na direita, Fabrício tentou fazer o golo de cabeça, mas Dener fez falta na área sobre André Almeida.

O Portimonense mostrou alguma vivacidade no final da primeira parte mas, apesar de ter perdido gás durante a partida, foi o Benfica quem foi para o balneário a vencer.

A equipa comandada por Vítor Oliveira entrou bem na segunda parte, aproveitando a recuperação dos instantes finais do primeiro tempo. Aos 57 minutos houve um lance perigoso na grande área do Benfica, com Jardel a derrubar Fabrício, que estava em fora de jogo, e, logo a seguir, outro na grande área do Portimonense, onde Rafa caiu. Com protestos de ambos os lados, Carlos Xistra recorreu ao VAR e mandou seguir.

Franco Cervi bisou e foi um dos grandes destaques na vitória do Benfica Fonte: SL Benfica
Franco Cervi bisou e foi um dos grandes destaques na vitória do Benfica
Fonte: SL Benfica

Aos 63 minutos Jonas lesionou-se e foi substituído por Raúl Jiménez. O brasileiro quebrava assim o seguimento de dez jogos sucessivos a marcar no campeonato.

O Benfica jogava bem mas o 1-0 era perigoso. Jonas lesionava-se e, como uma desgraça nunca vem só, ao fim de dois minutos chegava o golo do empate. Na sequência de um canto, Felipe cabeceou e bateu Varela. Foi o abanão de que as ‘águias’ precisaram para acordarem. Depois do golo do adversário o Benfica cresceu e multiplicaram-se as tentativas de golo, ora por um remate de André Almeida, ora pelas investidas de Rafa.

Mas foi de um pontapé de Cervi que saiu o golo do desempate. O argentino bisava com um grande golo de livre. Numa bola perfeitamente colocada, o extremo punha de novo os tetracampeões nacionais em vantagem.

Galeno ainda tentou a sorte para o Portimonense aos 89 minutos, mas o remate saiu ao lado. Jogavam-se mais quatro minutos de compensação e ainda havia tempo para mais um golo. Aos 95 minutos, Zivkovic não vacilou quando teve de bater Ricardo Ferreira.

Estava feito o 3-1 e o Benfica saía de Portimão com uma boa exibição e, principalmente, com os três pontos e a liderança provisória do campeonato.

Tottenham Hotspur FC 1-0 Arsenal FC: Spurs vencem e convencem

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Cabeçalho Futebol Internacional

Mais uma semana, mais um jogo grande na Premier League! Depois de um emocionante Liverpool-Tottenham na jornada passada, foi a vez do dérbi londrino entre Spurs e Gunners.

Perante um espetacular e repleto estádio de Wembley (mais de 83 mil espectadores), foi a equipa da casa (emprestada) que entrou a mandar o jogo, aproveitando a vertiginosidade do sul-coreano Son. Os visitantes, que não puderam contar com Ramsey, apostavam nas diagonais do reforço Aubameyang e, aos nove minutos, só não tiraram partido de uma delas porque o árbitro assinalou um fora de jogo duvidoso quando o gabonês estava cara-a-cara com Lloris.

A partir daqui só deu Tottenham. Ainda antes da meia hora, na sequência de um cruzamento milimétrico de Eriksen, Kane apareceu solto de marcação, mas cabeceou por cima. Coisa rara para o internacional inglês. A pressão dos comandados de Mauricio Pochettino intensificava-se e só não chegou à vantagem porque Dier não conseguiu emendar um remate de ressaca de Dembele. O Arsenal não conseguia sair a jogar, Elneny dava-se muito ao jogo mas com pouca clarividência e apenas quando o esférico chegava a Ozil, que esteve sempre muito preso a uma faixa, ou ao inspirado Wilshere, é que a equipa conseguia sair com critério. Foi assim que, aos 40 minutos, Bellerin apareceu sem marcação na quina da área e atirou por cima.

Se o Tottenham já tinha sido superior no primeiro tempo, foi-o ainda mais no segundo, com um regresso dos balneários fulgurante. Ainda antes dos cinco minutos, um cruzamento da esquerda encontrou Harry Kane nas costas de Koscielny que cabeceou imperialmente, sem hipóteses para Cech. Dois minutos depois novamente Kane de cabeça poderia ter bisado, mas a bola bate no chão e passa, caprichosamente, ao lado do poste. Como não há duas sem três, aos 53’ uma bomba de Kane num remate em volei levou Cech a defender por instinto. Ainda antes da hora de jogo, novamente o guardião checo a brilhar, na resposta a um livre de Eriksen. Que entrada dos Spurs! O Arsenal não conseguia ter bola para contrariar o domínio de jogo da equipa da casa, que ia jogando a seu bel-prazer.

O resultado foi magro para tanta superioridade dos Spurs
Fonte: Tottenham Hotspur FC

Aos 65 minutos de jogo Arsène Wenger decidiu finalmente mexer com o jogo, fazendo entrar Iwobi e Lacazette. No entanto, a toada de jogo manteve-se, apenas intercala com um bom remate de Wilshere para uma bela estirada de Lloris.

A vantagem só não aumentou devido a uma enorme exibição de Peter Cech, a fazer lembrar os velhos tempos, aliada à falta de eficácia dos jogadores da casa. Dele Ali, Trippier e Lamela perderam belas oportunidades. No entanto, apesar de todo o domínio dos Spurs, a vantagem magra permitia aos Gunners acreditar no golo do empate e, no final, teve duas boas oportunidades para isso, ambas por Lacazette. Na primeira atirou para as nuvens e, na segunda, na cara de Lloris, viu a bola passar rente à linha de golo, a fazer uma curva que a levou para fora. A melhor oportunidade de todo o jogo.

Na luta pelo quarto lugar, que também significa apuramento direto para a Champions, houve uma grande demonstração de carácter e personalidade dos Spurs, que são muito mais equipa que o Arsenal. O Tottenham apareceu sempre muito confiante, com um ritmo de jogo alto e as linhas muito juntas no momento defensivo, não dando hipóteses aos Gunners, que averbaram a sétima derrota fora de portas no campeonato.