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Seleção Nacional

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Tribuna VIP

Sub-17: O Mundial que ganhámos e as carreiras que podemos perder

Portugal voltou ao topo do futebol juvenil mundial, agora em Sub-17. Ser campeão do mundo Sub-17 é um feito que poucos países conseguem e prova que continuamos a produzir talento de elite. Mas quem trabalha no terreno, como eu, que já passou por vários balneários em Portugal e no estrangeiro, sabe que o perigo começa quando a festa acaba. Ao longo dos anos, vimos jovens brilhantes perderem-se aos 19 porque não tiveram orientação. E vimos outros, menos exuberantes aos 17, chegarem ao topo porque tiveram estrutura. É por isso que este título mundial é uma oportunidade, mas também um alerta. O que acontece quando os holofotes se apagam? O padrão repete-se demasiadas vezes:• Expectativas irreais colocadas em adolescentes.• Pressão mediática e comparações constantes.• Agentes, propostas e ruído externo.• Um regresso ao clube onde, muitas vezes, tudo continua igual.

João Prates · 3 min de leitura
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Benfica

5 jogadores de Portugal no Mundial Sub-17 que podem ser aposta no Benfica

A conquista portuguesa do Mundial Sub-17 revelou uma geração portuguesa cheia de qualidade e potencial para continuar a subir escalões na formação. O Benfica foi o clube mais representado na seleção nacional com nove jogadores e entre esses nomes, há cinco que se destacaram mais e podem estar mais perto de chegar à equipa principal dos encarnados. Mauro Furtado – O defesa central atua maioritariamente pela esquerda e isso, sendo canhoto, dá-lhe logo um valor especial num futebol onde este perfil continua a ser raro. É um defesa central moderno, com presença física, forte nos duelos e com margem para ficar ainda mais dominante à medida que for ganhando maturidade e minutos em contextos mais competitivos. Com bola, é dos defesas centrais mais confortáveis da geração. Recebe com calma, levanta a cabeça cedo e tem uma qualidade de passe que lhe permite construir de várias maneiras, tanto sai curto, a ligar com o médio mais próximo, como muda o centro de jogo com um passe longo. É quase sempre ele quem inicia a fase de construção da equipa, não só por ser seguro, mas porque tem critério e visão para acelerar o jogo ou pausar consoante o momento.

Duarte Rêgo · 4 min de leitura
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