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Recordar é Viver

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Recordar é Viver

Recordar é Viver | Sporting 5-3 Benfica

A média de golos marcados em jogos oficiais entre Sporting e Benfica é de 3,22. A 16 de abril de 2008, o dérbi a contar para a meia-final da Taça de Portugal contribuiu generosamente para aumentar essa média, com oito golos. Recordamos um jogo verdadeiramente emocionante que, naturalmente, é guardado com mais carinho na memória dos adeptos leoninos. No início do mês, os dois grandes lisboetas tinham visto o FC Porto carimbar um dos títulos mais tranquilos da Primeira Liga e viravam assim todo o foco para a última competição ainda em disputa. Pela última vez, apenas 90 minutos foram jogados para determinar os finalistas da Taça, já que na época seguinte seria introduzida a controversa meia-final a duas mãos.

João Pedro Santos · 2 min de leitura
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Recordar é Viver | Paços de Ferreira em 2012/2013

A época 2012/2013 foi a melhor época da história do Paços de Ferreira, com um terceiro lugar no campeonato e a atingir a meia-final da Taça de Portugal. Uma temporada extraordinária, sob a liderança de Paulo Fonseca e um dos grandes feitos da carreira do treinador português. Nessa temporada, o Paços de Ferreira terminou em terceiro lugar na liga, atrás de FC Porto e Benfica e garantiu a participação histórica no play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. Na Taça de Portugal, os castores caíram apenas na meia-final, após serem eliminados pelo Benfica, deixando pelo caminho o Estoril-Praia, Olhanense, Lourinhanense e Gil Vicente.

Jorge Faria Sousa · 2 min de leitura
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Recordar é viver | Lima no Benfica de JJ

Rodrigo José Lima dos Santos, mais conhecido por “Lima”, foi um avançado brasileiro que vestia a camisola “11” e um dos grandes talismãs na “era” de Jorge Jesus no início da década passada. Proveniente do Braga, onde foi destaque durante os dois anos que por lá passou, inclusive chegou à, inédita, final da Liga Europa na temporada 2010/11, chegou à Luz por apenas quatro milhões de euros e foi, sem dúvida, uma das melhores contratações na época. De relembrar que foi um pedido expresso de Jorge Jesus ao assumir o comando técnico dos encarnados.

Miguel Costa · 3 min de leitura
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Recordar é viver: E aquele Málaga de Champions?

Para muitos amantes e seguidores de futebol, o dia 9 de abril de 2013 ficou marcado por nos ter presenteado um dos melhores jogos da Liga dos Campeões. O palco foi o Signal Iduna Park, em Dortmund, o árbitro era Craig Thompson. Estava tudo a postos para mais uma noite mágica de quartos de final da melhor competição de clubes do mundo, num jogo entre Borussia Dortmund e Málaga. Mas já lá vamos. Numa época em que o Real Madrid, com Pepe, Fábio Coentrão, Cristiano Ronaldo, Di Maria e José Mourinho, atingiu o centenário (recorde) de pontos numa edição da La Liga, o Málaga carimbou a sua primeira e até então única experiência na elite europeia de clubes. O quarto lugar e os 58 pontos na temporada 2011/2012 vão ficar eternizados na memória das gentes do sul de Espanha.

David Costa · 5 min de leitura
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Recordar é Viver: O ídolo de Haaland | Michu e o Swansea 12/13

Se em amena cavaqueira com outros amantes da bola referirmos Miguel Pérez Cuesta, a conversa fluirá rapidamente noutra direcção aleatória. É provável que ninguém dê conta do desrespeito que acabou de cometer. Se insistirmos, delicadamente, e trocar-mos o nome todo pela alcunha – Michu – a mesa irromperá em efusivos elogios, todos eles a redundarem em sintética mas esclarecedora onomatopeia, algures a meio caminho entre o sensaborão EISH! imortalizado por Pedro Henriques e o multifacetado EHPÁ!, a interjeição mais adorada da nossa língua, que se intensifica com o prolongar da primeira vogal com recurso a múltiplos agás, o tal que não faz barulho sozinho mas basta juntar-se aos outros para provocar o caos. Ao contrário de Michu, que não era desses que precisavam duma equipa a suportá-lo. A este tipo de figura, basta juntar-lhes colegas competentes para ascenderem a patamar de intocáveis; só que, em 12/13, com tantos da sua laia técnica nas redondezas, Michu foi transcendente, surgindo como meteorito para ser ícone do football original, mesmo partilhando palco com Van Persie, Aguero ou Bale.   Um trequartista inato com corpo de homem-alvo, o híbrido perfeito para os ritmos alucinados da Premier League. Depois de fazer 15 golos pelo Rayo Vallecano na La Liga 11/12 (o único médio no top8 do Pichichi, e médio se diz porque naquele Rayo havia Raúl Tamudo ou Diego Costa), o Swansea pagou dois milhões pelo seu passe no Verão de 2012, quando Michael Laudrup tinha substituído Brendan Rodgers, de viagem para Liverpool. Na altura pouco se falou da movimentação e foi preciso esperar pela primeira jornada da Premier para Michu se apresentar como deve ser, com dois golões numa tarde mágica na Loftus Road, casa do Queens Park Rangers. O 0-5 final, primeira vitória de sempre dos Cisnes naquele estádio, foi como uma bomba: o futebol rendilhado de Laudrup era irresistivelmente interpretado por Routledge, De Guzman, Nathan Dyer, Pablo Hernández e Michu, com o seu girar de mão perto do ouvido, celebração que servia para pedir o parecer dos críticos. Os olhos dum jovem chamado Erling Haaland, de 12 anos, brilhavam intensamente e escolhiam o novo ídolo.

Pedro Cantoneiro · 8 min de leitura
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Recordar é Viver: O veto da NBA a Chris Paul e aos Lakers

Nesta altura, os LA Lakers vinham de uma fase menos boa da história. Apesar de terminarem em primeiro lugar na conferência Oeste, demoravam em convencer nos playoffs e tinham sido eliminados nas semi-finais na temporada passada. Esta troca não assustava no imediato, mas sim o futuro. O GM dos Cavaliers alegava que, caso os Lakers conseguissem Chris Paul, iam se tornar uns Harlem Globetrotters, porque todos iriam querer jogar lá e ganhar. Foto de capa: New Orleans Hornets

Clara Maria Oliveira · 3 min de leitura
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