Última horaEM DIRETO: Rui Borges lança duelo da 10.ª jornada entre Casa Pia e Sporting

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Ivan Baptista

47 artigos

Opinião

Consagração sem travão na Luz | Benfica 3-1 Sporting

O Benfica entrou em campo com o Hexacampeonato já garantido. Não haverá, no final da época, assim tantas exibições memoráveis em que uma equipa com o título no bolso decida não puxar o 'travão de mão' e jogar com tanta fome de vencer. Nesta consistência mental, explica-se a principal força das águias. A exibição na Luz, na vitória categórica (3-1) no dérbi diante do Sporting, é mais um dos vários triunfos que pode ser usado para explicar a superioridade encarnada nesta época, reinando com mão de ferro no futebol feminino nacional. Contra o Sporting há, acima de tudo, uma primeira parte dominante e repleta de méritos táticos. Estrategicamente, as águias asfixiaram desde cedo com uma dinâmica de corredor direito muito bem oleada. Mais coletiva foi a forma como o Benfica conseguiu criar perigo pelas características individuais das suas jogadoras: Nycole Raysla aparecia colada à linha para dar largura e esticar a defesa leonina, o que permitiu a Lund, a partir da posição de lateral, assumir um jogo muito mais interior para criar superioridade. A atuar a ponta de lança, Diana Silva foi essencial neste processo: procurou incessantemente a profundidade, mas deu-se muito ao jogo associativo e apoiado das encarnadas, servindo de farol ofensivo. A partir daí, não foi preciso muito para surgir o primeiro momento de êxtase, com Lund a assinar um remate fortíssimo de fora da área que não deu hipóteses e inaugurou o marcador.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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Sporting

Ariana Grande disse “Santa Telma” e só aí o Sporting competiu com o Benfica

Nos últimos anos, poucos jogos entre Sporting e Benfica foram tão desproporcionais como a meia hora inicial o fez parecer. O primeiro golo encarnado, chegado aos 20 minutos, era uma questão de tempo, e o segundo, o terceiro e o quarto assim o faziam parecer, tamanha a superioridade inicial. Micael Sequeira admitiu-a à ansiedade e o nervosismo de uma equipa que ainda se procura conhecer e dar os primeiros passos em conjunto. A verdade é que, se é natural e evidente que o aspeto mental tem essa importância, também o é que o plano tático para a segunda parte, mais ousado e ajustado, cumpriu melhor os propósitos de um Sporting que, por longos minutos, foi vendo o Benfica chegar de qualquer maneira ou feitio.

Diogo Ribeiro · 6 min de leitura
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Benfica

Bolas, carambolas e ressaltos | Benfica

Há, na segunda parte do Benfica x PSG, um lance caricato. As parisienses vinham tentando cercar a área encarnada e aproveitavam todas as bolas paradas e cruzamentos para criar perigo quando Merveille Kanjinga, sem preparação, rematou duas vezes para onde estava virada. Ambas as bolas foram parar ao poste, o Benfica respirou de alívio e o caos passou. Mais do que o perigo que o Benfica sentiu de forma constante sempre que as jogadoras do PSG, com uma presença física desproporcional e assinalável, se acercavam à baliza de Lena Pauels, o lance é, de certa forma, definidor de um percurso encarnado na Champions League Feminina traduzido em zero vitórias e apenas dois pontos. Entre deméritos naturais e as circunstâncias de um sorteio complicado, o Benfica conseguiu crescer.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
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Benfica

Cristina Martín-Prieto e as novas possibilidades do ataque do Benfica

Depois de dois jogos como suplente, Cristina Martín-Prieto voltou a ser titular no ataque do Benfica na Champions League Feminina. A situação da internacional espanhola, presença constante nas convocatórias daquela que é (oficial e oficiosamente) a melhor seleção do mundo, tem sido algo oscilante na equipa feminina do Benfica. Mas é a partir da número 7 que as encarnadas mais poderão crescer. No empate diante do Twente, o Benfica não fez a melhor exibição da temporada. As neerlandesas eram um adversário mais acessível – o que não é sinónimo de fraqueza – que as poderosas Juventus e Arsenal com quem as águias iniciaram o percurso na competição europeia, mas que se soube moldar e adaptar depois de uns minutos iniciais de volume ofensivo incontestável do Benfica. Esses 15 minutos são exemplo de como a avançada espanhola, mesmo quando não com a bola nos pés, pode impactar o jogo das águias.

Diogo Ribeiro · 3 min de leitura
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