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Liverpool FC 0-1 Chelsea FC: “Blues” agravam crise dos “Reds”

A CRÓNICA: INTENSO DUELO TÁTICO COM ESCASSEZ DE GOLOS

No encontro referente à 29ª jornada do campeonato inglês, o Chelsea FC foi ao terreno do Liverpool FC vencer por uma bola a zero, subindo à quarta posição da tabela classificativa. Os “Reds” somaram a quinta derrota consecutiva em Anfield a contar para a Liga Inglesa, agravando a recente crise de resultados.

O Chelsea FC esteve melhor no primeiro tempo, conseguindo um resultado adequado à sua exibição. O Liverpool FC apresentou várias debilidades defensivas, e também algumas dificuldades em chegar à baliza dos “Blues” de forma ameaçadora.

Ao minuto 42’, o Chelsea FC confirmou a supremacia que teve em toda a primeira parte, e colocou-se em vantagem no marcador, por intermédio de Mason Mount. O jovem prodígio inglês aproveitou as fragilidades dos “Reds” no setor defensivo e, fletindo da ala para o corredor central, disparou colocado para o fundo das redes adversárias. Antes do golo de Mount, Werner já havia batido Alison, mas o lance foi anulado por fora de jogo do avançado alemão.

A segunda parte começou com um ritmo mais elevado comparativamente com os primeiros 45’ minutos de jogo. Apesar da pressão intensa dos “Reds”, foi a formação forasteira a criar lances de maior perigo, principalmente através de contra-ataques rápidos.

Apesar de alguma insistência do Liverpool FC, a formação da cidade dos Beatles não conseguiu empatar a partida, sendo que também não criou lances dignos de verdadeiro perigo. O marcador permaneceu inalterado até ao final da partida, com o Chelsea FC a garantir os três pontos de forma justa.

 

A FIGURA

Mason Mount – O jovem inglês apontou o golo que decidiu a partida, realizando mais uma exibição de alto nível. Desde o começo do encontro, foi um dos mais interventivos por parte dos “Blues”, saindo dos seus pés as melhores jogadas do Chelsea FC.

Sempre bem posicionado, o médio ofensivo destacou-se pelos importantes movimentos sem bola, abrindo espaços para os seus colegas, mas também pela qualidade de passe e criatividade que o caracteriza. Com mais um desempenho de grande qualidade, Mount demonstrou ser um dos jogadores mais importantes da formação londrina na presente temporada.

 

O FORA DE JOGO

Ataque do Liverpool FC – O aclamado tridente ofensivo dos “Reds” teve mais um desempenho longe das expetativas, sendo um dos principais fatores para a atual má forma competitiva do Liverpool FC. O único remate da formação de Anfield que atingiu a baliza defendida por Mendy foi efetuado perto do final da partida, sendo um facto bastante exemplificativo da falta de criatividade e eficácia ofensiva.

Destaque também para as evidentes lacunas no setor defensivo dos atuais campeões ingleses, que foram apenas disfarçadas pelo escasso número de golos nesta partida.

 

ANÁLISE TÁTICA – LIVERPOOL FC

A equipa de Jurgen Klopp alinhou num sistema tático de 4-3-3. Como é habitual, a linha mais recuada é formada por quatro elementos, com os defesas laterais a subirem bastante no terreno. No centro do campo, Thiago e Wijnaldum ocuparam o corredor central, em zonas mais recuadas, para definir a construção de jogo. Curtis Jones atuou como médio mais “solto”, tendo mais liberdade posicional que os seus colegas.

O trio de ataque foi formado por Salah, Mané e Firmino, com os dois primeiros a atuar a partir das alas, e o avançado brasileiro a aparecer preferencialmente no corredor central. Estes três elementos foram importantes do ponto de vista tático, pelas rápidas transições ofensivas do qual são capazes, mas também na alta pressão exercida sobre a linha defensiva do Chelsea FC.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Alisson Becker (6)

Trent Alexander-Arnold (6)

Fabinho (5)

Ozan Kabak (5)

Andrew Robertson (6)

Thiago Alcântara (5)

Georginio Wijnaldum (6)

Curtis Jones (6)

Mohamed Salah (6)

Sadio Mané (5)

Roberto Firmino (5)

SUBS UTILIZADOS

Diogo Jota (5)

Alex Oxlade-Chamberlain (6)

James Milner (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – CHELSEA FC

A formação londrina apresentou-se num esquema de 3-4-3. Thomas Tuchel apostou na linha de três defesas centrais, e à sua frente atuaram Kanté e Jorginho como “duplo pivot”, essenciais na construção de jogo. Na ala direita, Reece James proporcionou profundidade no ataque, e sustentabilidade no processo defensivo. Na lateral contrária, com as mesmas funções, esteve Chilwell.

No centro do ataque jogou Werner, apoiado por Mount e Ziyech, que se movimentaram a partir dos corredores laterais em direção à zona central. Este trio de ataque destaca-se pela criatividade e técnica de Mount e Ziyech, e pela rapidez e verticalidade que Werner proporciona à sua equipa.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Édouard Mendy (6)

César Azpilicueta (7)

Andreas Christensen (6)

Antonio Rüdiger (6)

Reece James (6)

N’Golo Kanté (7)

Jorginho (7)

Ben Chilwell (6)

Hakim Ziyech (6)

Mason Mount (8)

Timo Werner (6)

SUBS UTILIZADOS

Christian Pulisic (6)

Mateo Kovačić (5)

Kai Havertz (-)

De olhos postos no Jamor | SL Benfica x GD Estoril Praia

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Taça de Portugal, 2.ª mão da Meia-Final: quinta-feira, 20h:15, 4 de março de 2021
ANTEVISÃO: SL BENFICA PROCURA CARIMBAR A PRESENÇA NO JAMOR

O segundo duelo entre SL Benfica e GD Estoril Praia tem lugar no Estádio da Luz. As “águias” querem marcar presença na final, mas antes disso têm de defrontar novamente a equipa candidata à subida à Primeira Liga, num jogo arbitrado por Hélder Malheiro. O SL Benfica ocupa o quarto lugar da Primeira Liga, com 42 pontos; o GD Estoril Praia continua a na liderança da Segunda Liga, com 47 pontos.

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Os adeptos do desporto rei esperam um bom espetáculo de futebol, no jogo que garante o último lugar disponível para a final da Taça. A vitória do SL Benfica frente ao Rio Ave FC pôs fim à série de maus resultados das “águias”, mas a equipa da Linha já mostrou que pode surpreender qualquer um. O SL Benfica parte em vantagem para o segundo encontro, após ter derrotado o emblema canarinho, no Estádio António Coimbra da Mota, por 3-1.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Este é o 63º encontro oficial entre as duas equipas. O SL Benfica venceu 48 jogos e o GD Estoril Praia apenas quatro. A superioridade dos encarnados é clara, mas a equipa da Linha também conseguiu 11 empates frente às “águias”.
  2. No que diz respeito a golos, o SL Benfica volta a superiorizar-se, com 180 golos marcados e 56 sofridos.
  3. Este é o oitavo encontro entre as duas equipas em jogos para a Taça de Portugal.
  4. Foi na final da Taça de Portugal de 1943/44 que as “águias” registaram a maior vitória frente à equipa canarinha, uns notáveis 8-0.
  5. Na Primeira Liga, os encarnados contam com 12 vitórias, seis empates e três derrotas. Somam 35 golos marcados e 17 sofridos. Os estorilistas, na Segunda Liga, têm 14 vitórias, cinco empates e três derrotas. A nível de golos, somam mais um golo marcado do que as “águias” (36) e menos dois golos sofridos (15).
  6. Para chegar até esta fase da competição, os encarnados eliminaram o USC Paredes, o UD Vilafranquense, o CF Estrela e o Belenenses SAD. Os canarinhos eliminaram o Sertanense FC, o Lusitano de Évora e três equipas da Primeira Liga – Boavista FC, Rio Ave FC e CS Marítimo.
  7. Ambas as equipas vêm de vitórias. O SL Benfica venceu o Rio Ave FC, por 2-0 (golos de Seferovic e de Pizzi) e o GD Estoril Praia derrotou o SL Benfica B, por 3-2 (golos de João Gamboa, André Vidigal e Miguel Crespo).
  8. Na primeira mão, os benfiquistas festejaram a vitória por 3-1 (com dois golos de Darwin e um de Seferovic).
  9. Apesar da vitória, a equipa de Jorge Jesus tem de estar atenta ao seu adversário. Aos 23 minutos do jogo da primeira mão, a equipa da casa adiantou-se no marcador, com o golo de André Vidigal.

10. Para este jogo Jorge Jesus tem uma baixa de peso – Darwin, que foi a figura de destaque no primeiro jogo.

JOGADORES A TER EM CONTA

Seferovic (SL Benfica) – O suíço já soma nove golos pela equipa encarnada na Primeira Liga. No jogo da primeira mão entrou aos 58 minutos e, 10 minutos depois, marcou o segundo golo do SL Benfica, dando início à reviravolta no marcador. Seferovic está de pé quente e é um perigo constante para os adversários. O GD Estoril Praia tem de tentar ao máximo anular o ponta de lança, de modo a evitar males maiores.

 

Miguel Crespo é a maior ameaça para o SL Benfica
Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede

Miguel Crespo (GD Estoril Praia) – É impossível falar do GD Estoril Praia e não falar de Miguel Crespo. O médio de 24 anos é uma das figuras principais da equipa de Bruno Pinheiro. No jogo da primeira mão, foi um adversário difícil de travar e causou imensas dores de cabeça à equipa encarnada. O jogo de hoje não será exceção, pelo que a equipa orientada por Jorge Jesus deve ter especial atenção ao “número 13” canarinho.

 

XI’S PROVÁVEIS

SL Benfica: Helton Leite; Diogo Gonçalves, Otamendi, Lucas Veríssimo, Grimaldo; Rafa, Weigl, Pizzi, Cervi, Pedrinho e Seferovic.

Treinador: Jorge Jesus

“Um dos nossos grandes objetivos da época é chegar à final. Falta um jogo. É verdade que estamos em vantagem, mas temos de respeitar seja que adversário for. Temos a certeza de que durante o jogo o Estoril é uma equipa bem organizada, com qualidade técnica quando está em ataque posicional e é capaz de nos criar alguns problemas como criou na Amoreira. Estamos preparados para a eliminatória, para sairmos vencedores e termos o passaporte para a final.”

 

GD Estoril Praia: Thiago; Carles Soria, Hugo Basto, Hugo Gomes, Joãozinho; Rosier, Zé Valente, Miguel Crespo; André Vidigal, Clóvis e Murilo.

Treinador: Bruno Pinheiro

“Neste jogo vamos ter um Estoril que, tal como tem acontecido, vai procurar jogar mais e melhor do que o adversário, sabendo que isso nos dá mais hipóteses de ganhar. Estamos à espera de um Benfica pressionante, forte, a querer ser dominador, arrasador, como fez aqui na Amoreira. Mas também sabemos que vamos conseguir contrariar essa tendência e que teremos os nossos momentos.”

PREVISÃO DE RESULTADO: SL Benfica 2- 1 GD Estoril-Praia

 

O dia em que o rock de Klopp mede forças com o blues de Tuchel: Liverpool FC vs Chelsea FC

Liga Inglesa, Jornada 29: quinta-feira, 20h15, 4 de março de 2021
ANTEVISÃO: BATALHA EM ANFIELD ÀS PORTAS DA EUROPA

 

Anfield recebe na quinta-feira uma batalha entre forças opostas; um ataque demolidor pintado a vermelho de Jürgen Klopp, com algumas permeabilidades defensivas, e uma fortaleza em tons de azul de Thomas Tuchel.

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Depois de um título histórico, os reds mostram dificuldade em manter-se com o ímpeto da época passada e estão, ao momento, fora dos lugares europeus. Com duas jornadas em atraso, até será matematicamente possível que a turma de Klopp desça para nono. Um autêntico contraste com a campanha de 2019/20.

A casa não está completamente tomada pelas chamas, mas o próximo visitante em nada vai ajudar. O objetivo dos comandados de Tuchel passará por encurtar distâncias para o top four e consequente apuramento direto para a Liga dos Campeões.

 

10 DADOS RÁPIDOS
  1. O terceiro melhor ataque da prova (47 golos) recebe a segunda melhor defesa (25 golos).
  2. O Liverpool FC vem de quatro derrotas consecutivas em casa para o campeonato.
  3. Fora de portas, o Chelsea FC só perdeu uma vez em 2021, frente ao Leicester CFC (5V, 1E, 1D).
  4. Blues vêm de 10 jogos sem perder, sete deles com vitórias.
  5. Nas últimas 10 partidas, o Chelsea FC sofreu apenas três golos (11 marcados).
  6. No embate entre os treinadores alemães, Klopp venceu nove encontros, Tuchel venceu dois e empataram em três ocasiões.
  7. Os melhores marcadores de cada equipa são Tammy Abraham (seis) e Mohamed Salah (17) – o egípcio é o maior artilheiro da prova.
  8. Os últimos cinco encontros entre estes emblemas terminaram com quatro vitórias dos de Liverpool e apenas uma dos londrinos.
  9. Com o mesmo número de jogos na época passada, o Liverpool FC era líder com mais 30 pontos (76) e o Chelsea FC era quarto classificado com mais três pontos (41). Terminaram nessas posições.
  10. O jogo da primeira volta em Stamford Bridge terminou com a vitória dos reds por 0-2.
JOGADORES A TER EM CONTA


Mohamed Salah (Liverpool FC) – São 118 golos em 188 jogos pelos reds. O caminho para a imortalização como lenda do Liverpool FC está a ser feito desde 2017/18 e o egípcio não mostra sinais de abrandamento. É, ao momento, o melhor marcador do campeonato inglês e a estrela maior da campanha atribulada da equipa de Klopp. Alia o drible rápido, curto e quase impossível de desfazer a uma facilidade de armar remate acima da média. Adivinha-se noite difícil para Mendy.


Mason Mount (Chelsea FC) – Apesar da forte concorrência, é um dos candidatos a vencer o prémio de jovem do ano da liga inglesa. É já uma certeza do futebol inglês, apesar dos apenas 22 anos, tendo alinhado em 35 dos 38 jogos disputas pelo Chelsea FC na presente temporada. Regular acima de tudo, Mount oferece a capacidade de ligar o jogo entre o segundo e terceiro terços através do transporte ou da grande qualidade de passe, característica muito evidente. Ainda que não seja a estrela evidente da partida, será o jogador-chave para que os avançados sejam bem servidos, sejam eles Werner, Giroud, Abraham ou até Pulisic.

XI’S PROVÁVEIS

Liverpool FC: Alisson Becker, Andrew Robertson, Ozan Kabak, Jordan Henderson, Alexander-Arnold, Georginio Wijnaldum, Curtis Jones, Thiago Alcântara, Sadio Mané, Mohamed Salah e Roberto Firmino

Treinador: Jürgen Klopp:

“Espero um Chelsea FC de filosofia clara, ideias claras, totalmente à base da posse, independentemente das várias formações que possam apresentar.”

 Chlesea FC: Edouard Mendy, Antonio Rüdiger, Andreas Christensen, César Azpilicueta, Marcos Alonso, Reece James, Mateo Kovacic, Jorginho, Timo Werner, Mason Mount e Olivier Giroud

Treinador: Thomas Tuchel

“O Liverpool FC é uma das equipas mais fortes da Europa, mas temos a confiança suficiente de que sabemos o que fazer para vencer; nada menos que uma exibição de grande qualidade”

PREVISÃO DO RESULTADO: Liverpool FC 2-1 Chelsea FC

 

Tribuna VIP: Saudades dos jogos do Mágico na Primeira

TRIBUNA VIP é um espaço do BnR dedicado à opinião de cronistas de referência para escreverem sobre os diversos temas da atualidade desportiva.

13 de maio, 2018 – acompanhei quase todos os jogos do Estoril Praia em casa nessa época, que foi dificílima. Na última jornada, visita ao também aflito Feirense. O Mágico precisava de ganhar para se manter.

O clube organizou viagens de autocarro para Santa Maria da Feira, mas eu, o meu primo Ricardo e o nosso amigo João decidimos ir por conta própria, para não andarmos presos por horários, etc. (SPOILER ALERT: foi uma péssima ideia).

Arrancamos a partir de minha casa em Carcavelos, num Mercedes de 89, era um antigo taxi. Devia ter quilómetros suficientes para ir à Lua e voltar umas quantas vezes.

Estamos na A1 e eu, no banco de trás, começo a ver algum fumo dentro do carro, um cheiro esquisito e alerto a malta. Paramos na área de serviço de Leiria. O tubo que faz a ligação do depósito de combustível para o motor tinha uma fuga. Percebemos que não podíamos ir muito além dos 90/100km/h e que metade do combustível era para consumir e a outra metade ficava pelo caminho.

Bom, eis que chegamos a Santa Maria da Feira, estava um festão. Primeira preocupação: deixar o carro estacionado numa descida para qualquer eventualidade. Conseguimos e fomos para o restaurante do estádio. Ainda não tínhamos comido nada e lá fomos.

Entramos no Marcolino de Castro (cheio), mas a nossa bancada era a mais bonita e mais em festa. Os 90 minutos passaram, futebol pobre, poucas oportunidades, zero a zero, Estoril na segunda. 

Fotografia gentilmente cedida pelo João Pedro Rodrigues

Muitas lágrimas, na bancada e no relvado. Saímos do estádio, fomos para o portão dar um aplauso à saída do autocarro e seguimos para a nossa viatura.

A tristeza da descida e do jogo varreu-nos da memória aventura que foi a viagem da manhã. Já de noite arrancamos com o carro na reserva e com muitas dúvidas sobre a capacidade de chegar inteiro a Carcavelos. A verdade é que alguns 60€ de gasóleo e mais de quatro horas de viagem depois chegamos a casa. Num percurso que se faz tranquilamente em duas horas e meia.

O Estoril pode estar prestes a regressar à Primeira Liga e eu quero muito poder fazer uma deslocação, mas desta vez num carro capaz! E, claro, como é unânime entre toda a gente, ver jogos da primeira na Amoreira, que é dos estádios mais bonitos e que melhor sabe receber neste país. 

Apoio dois clubes em Portugal: Atei FC que é o clube da terra dos meus pais na Divisão de Honra de Vila Real e o Estoril Praia porque é a única equipa do meu concelho em campeonatos profissionais. Força, Mágico!

Artigo de opinião de João Pedro Rodrigues,
jornalista TVI


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FC Porto 2-3 SC Braga: Passaporte para a final da Taça é dos Guerreiros

A CRÓNICA: DEPOIS DO EMPATE NA PRIMEIRA MÃO, GUERREIROS BATALHAM NA FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL

É a quarta vez que estas equipas se defrontaram na época. Depois dos encontros a contar para o campeonato e, também, para a primeira mão da prova, FC Porto e SC Braga duelaram, mais uma vez, e num jogo que determinava quem seria um dos finalistas da Taça de Portugal.

A primeira mão desta meia-final culminou num empate a um golo, no Estádio Municipal de Braga, empurrando todas as decisões para esta segunda mão no Estádio do Dragão. Para além da busca pela vitória e pela final da prova rainha, previa-se um jogo combativo e aguerrido entre os Dragões e os Guerreiros. Duas equipas com calendários carregados, com o desgaste físico dos jogadores mais que notório e também as variadas lesões que assolam cada um dos plantéis.

Com o objetivo do encontro bem vincado para cada um dos lados, começou a batalha. E não foi preciso muito tempo para se inaugurar o marcador no Estádio do Dragão. O encontro começou bastante ofensivo para ambas as equipas, pois, aos cinco minutos, já existia um remate para cada lado. A primeira grande oportunidade culminou em golo para o SC Braga. No seguimento de um cruzamento de Lucas Piázon e de uma bela jogada coletivo dos guerreiros, no lado direito da grande área portista, Abel Ruiz rematou para o fundo da baliza de Diogo Costa e marcou o primeiro golo da partida. Aos dez minutos, venciam os minhotos e estavam na frente do agregado da meia-final.

Não havia descanso. Com o FC Porto a tentar empatar a partida, forçando o ataque, a formação de Carvalhal não deitava a vantagem por terra. Malang Sarr perdeu a bola que sobrou para Ricardo Esgaio, deu a Al Musrati que, com um passe nas costas da defesa dos Dragões, fez chegar a bola a Ricardo Horta e, com nota artística, assistiu para o bis de Abel Ruiz. Passaram apenas 14 minutos desde o apito inicial e o SC Braga vencia por 2-0.

Era um verdadeiro festival ofensivo do SC Braga, frente a um FC Porto que parecia adormecido. Na ofensiva seguinte ao segundo golo, Galeno rasgou pela ala esquerda fora, chegou ao centro dá área dos dragões e ainda conseguiu concretizar o crossbar challenge.

Sérgio Conceição precisava de reanimar os seus jogadores e fazer algo para que a equipa da Invicta criasse perigo na área adversária. Elaborou duas alterações em resposta aos dois golos sofridos, optando por um FC Porto mais atacante com as entradas de Mehdi Taremi e Zaidu.

À entrada para o jogo, os critérios relativos aos desgaste físico dos jogadores e o calendário pesado faziam transparecer que iria ser uma partida algo morna, mas as equipas demonstraram que subiram ao relvado do Dragão para praticar futebol.

O SC Braga aumentou a vantagem no marcador. Depois de uma falta à entrada da área a favor dos minhotos, Lucas Piazón pegou na bola e, de livre, fez o melhor que sabe. À entrada para a primeira meia hora, a equipa de Carlos Carvalhal vencia por 3-0.

Mas a vantagem de três golos foi sol de pouca dura. Numa transição ofensiva rápida, Otávio, depois de um cruzamento brilhante de Tecatito Corona, rematou em jeito para o fundo das redes de Matheus. Aos 31 minutos, lia-se um 3-1.

Começaram a ser sentidas no jogo as substituições elaboradas por Sérgio Conceição. O FC Porto tornou-se, efetivamente, mais ofensivo e também com algum critério no ataque. Faltava, apenas, o momento decisão ser mais assertivo.

A cinco minutos de terminar a primeira parte, o SC Braga viu-se reduzido a dez elementos. Cristian Borja foi admoestado com vermelho direto e teve de recolher aos balneários, depois de uma falta sobre Marega à entrada da grande área, para onde o maliano se dirigia sem oposição.

A segunda parte começou de feição para o FC Porto, falando a nível de pressão ofensiva. Logo no primeiro minuto, Moussa Marega juntou-se ao grupo do crossbar challenge, mas o lance acabou invalidado por fora de jogo. Apesar disso, mostrou que os Dragões continuavam vivos na luta pelo resultado e na busca pela final da Taça.

Otávio e Corona foram os donos e senhores das transições ofensivas dos dragões até então. Tanto um como o outro foram os jogadores que criaram as ocasiões de golo que o FC Porto arrecadou no início da segunda metade.

A imensidão ofensiva da formação de Sérgio Conceição foi dos elementos mais notórios na segunda parte. Não havia SC Braga na área dos Dragões, só dava FC Porto. E o golo que diminuiu a vantagem para apenas um golo não tardou em aparecer. Aos 75 minutos, depois de um grande cruzamento de Otávio, Matheus não completou a defesa. A bola chegou a Marega, que rematou para o fundo das redes sem dó nem piedade. O jogo estava quente, vivo e emotivo, como a Taça bem deve ser, especialmente num jogo que dava acesso a uma final.

Mas tudo terminou assim. Depois de um jogo com bastantes incidências na primeira parte e com um FC Porto bastante atrevido na segunda, o SC Braga carimbou a passagem à final da Taça de Portugal, depois de triunfar no Estádio do Dragão por 2-3 (agregado de 3-4 no juntar das duas mãos).

 

A FIGURA

Lucas Piazón – Não deixa indiferente quem gosta de futebol. A qualidade de Lucas Piazón é inegável e, jogo após jogo, transparece-o sempre. Com um golo saído da tela e influência em toda e qualquer construção de jogo por parte do SC Braga, Piazón foi um dos melhores reforços que os minhotos poderiam ter adquirido esta época, e conseguiu ser um dos principais razões para o apuramento para a final. Menção honrosa para Otávio Monteiro que, ainda a recuperar ritmo depois da lesão, foi um dos grandes influenciadores da construção de jogo e das ocasiões de golo do FC Porto.

O FORA DE JOGO

Malang Sarr – Esteve em campo durante 67 minutos, mas pareceu não estar quando era preciso. Sarr esteve num dia mau e não teve, particularmente, a melhor exibição que poderia ter. Os seus erros poderiam ter custado ainda mais caro ao coletivo do que aquilo que custaram. Menção (não tão) honrosa para Cristian Borja que deixou a equipa reduzida a dez elementos com mais de uma parte para jogar. 

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

 Sérgio Conceição deixou de lado o habitual 4-4-2 e optou por um 4-3-3, muitas vezes transformado num 4-2-3-1. Dadas as limitações físicas de Sérgio Oliveira (que acabaria a entrar na partida no decorrer da segunda metade), o treinador dos dragões teve de remodelar o onze em dois dos setores e, consequentemente, alterou o esquema.

Manafá, Pepe e Mbemba permaneceram nos seus lugares na linha de quatro defesas. Malang Sarr voltou ao onze inicial, enquanto Luis Díaz e Grujic voltaram a subir ao relvado como titulares, reformulando o meio-campo, em detrimento de Sérgio Oliveira. Na frente, e com os apoios de Jesús Corona e Otávio, aproveitando a largura do terreno, ficou Moussa Marega como único homem no setor mais avançado.

As duas primeiras substituições, elaborados após o sofrer de dois golos em 15 minutos, tiveram o objetivo de tornar o FC Porto mais atacante no jogo. Entraram Zaidu, lateral que se apresenta bastante subido no terreno, e Mehdi Taremi, que dificultava a primeira fase da construção de jogo por parte dos minhotos, e que transparecia um novo ar ao setor avançado dos dragões.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Costa (6)

Wilson Manafá (6)

Pepe (6)

Malang Sarr (4)

Chancel Mbemba (5)

Grujic (5)

Matheus Uribe (6)

Luis Diaz (6)

Otávio Monteiro (7)

Jesús Corona (7)

Moussa Marega (6) 

SUBS UTILIZADOS

Zaidu Sanusi (5)

Mehdi Taremi (6)

Sérgio Oliveira (6)

Francisco Conceição (6)

Evanilson (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA

Carlos Carvalhal, que assumiu, em antevisão, que o SC Braga se ia apresentar como uma equipa organizada, voltou ao 4-2-3-1, com os laterais bastante subidos no terreno, mas moldável num 4-4-2 quando em transições defensivas. A guarda da baliza ficou à conta de Matheus, como o habitual. A linha defensiva composta por quatro defesas com Raúl Silva e Tormena na zona central, a par de Ricardo Esgaio e Borja nas laterais. Este último, encarregue de também ocupar a zona central nos momentos defensivo, atuava como lateral esquerdo na construção de jogo e também nas transições ofensivas.

Encarregues do meio-campo ficaram o veterano Fransérgio e Al Musrati, fazendo a ligação entre setores na construção de jogo. Piázon, Ricardo Horta e Galeno seriam os homens mais avançados no meio-campo e incumbidos de servir o ponta de lança, Abel Ruiz. Este último baixava bastantes vezes no terreno para ajudar na construção e nos momentos defensivos.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Matheus (6)

Borja (4)

Raúl Silva (6)

Tormena (6)

Ricardo Esgaio (6)

Fransérgio (6)

Al Musrati (7)

Lucas Piázon (8)

Galeno (6)

Ricardo Horta (6)

Abel Ruiz (5)

SUBS UTILIZADOS 

Bruno Rodrigues (6)

Sporar (5)

Zé Carlos (-) 

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Porto

Não foi possível fazer perguntas ao técnico do FC Porto, Sérgio Conceição.

SC Braga

Não foi possível fazer perguntas ao técnico do SC Braga, Carlos Carvalhal.

Luíz Phellype: o regresso aos relvados | Sporting CP

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Luíz Phellype poderá regressar em breve à competição. O ponta-de-lança brasileiro soma ao serviço do Sporting CP 78 jogos, 25 golos e cinco assistências, tendo conquistado uma Taça de Portugal e uma Taça da Liga. No entanto, o jogador leonino viveu um verdadeiro calvário – com uma lesão grave – que o afastou dos relvados cerca de um ano e meio. Na época em que jogava em seu país de origem, Luíz não teve a oportunidade de levantar o troféu da Copa Brasil, um torneio que pode ser conquistado por Abel Ferreira esta temporada.

Apesar de ser nacional, ganhou destaque na bet365 Copa do Brasil. Com selecções de odds para jogos surpreendentes, equipas de todos os níveis têm as mesmas hipóteses de competir, e não perderás nenhum jogo já que podes acompanhar as transmissões ao vivo e apostar durante as mesmas. As expectativas pela final da competição são grandes, assim como os desejos de recuperação de Luíz Phellype.

Após uma longa ausência, Luiz Phellype procura adquirir a sua melhor forma física, para poder ajudar o Sporting CP, nos jogos que restam da temporada. No imediato, o ponta-de-lança deveria somar minutos ao serviço da equipa “B”, para poder competir e melhorar os seus índices físicos. O dianteiro teve uma longa paragem e por isso é fundamental que possa competir, para readquirir confiança e voltar à sua melhor forma.

Luíz Phellype, estando a 100% e readquirindo os seus melhores índices físicos, poderá vir a ser mais uma alternativa para o ataque leonino. No modelo 3-4-3 de Rúben Amorim, o ponta-de-lança poderá lutar pelo lugar com Paulinho e Tiago Tomás. Relativamente aos outros dois pontas-de-lança, Tiago Tomás apresenta características distintas, sendo mais móvel, mais veloz e muito forte no ataque à profundidade. Paulinho e Luiz Phellype são jogadores com menor mobilidade, referência de área, fortes no jogo aéreo e ainda capazes de jogar de costas para a baliza adversária.

Assim, caso o avançado leonino possa somar minutos de competição e voltar à sua melhor forma física, poderá claramente ser reforço para Ruben Amorim. Aliás, o plantel leonino conta apenas com Paulinho e Tiago Tomás, após a saída de Sporar por empréstimo para o SC Braga.

Luiz Phellype está intimamente associado à conquista da última Taça de Portugal
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Luiz Phellype fez a sua formação no futebol brasileiro, no clube paulista Desportivo Brasil. No entanto, aos 19 anos rumou ao Futebol belga para servir o Standard Liège. Na temporada seguinte, mudou-se para Portugal, onde tem feito praticamente toda a sua carreira, com passagens pelo SC Beira-Mar, GD Estoril Praia, CD Feirense e FC Paços de Ferreira. Em 2016, aventurou-se ainda no futebol angolano, vencendo um campeonato e uma Supertaça de Angola, marcando 13 golos em 32 jogos. O avançado do Sporting CP representou o FC Paços de Ferreira nas últimas três temporadas, sendo uma peça importante para os “castores”. No total, somou 57 jogos oficiais e 23 golos.

No Sporting Clube de Portugal, Luiz Phellype viveu o momento mais alto da sua carreira, tendo convertido a grande penalidade decisiva, na final da Taça de Portugal em 2019, diante do FC Porto, após um empate a dois golos no final do prolongamento.

Luiz Phellype já demonstrou em 78 jogos que poderá ser útil para o futuro. No imediato, tem de somar minutos de competição, para poder vir a ser opção para Rúben Amorim. Sendo que, depende do seu trabalho em cada treino, em cada minuto de jogo, poder reclamar minutos com a listada verde e branca. Será mais um jogador a ajudar, jogo a jogo, a vencer as 13 partidas que restam do campeonato.

#ondevaiumvãotodos

Houston Rockets | Sem combustível para voar

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Houston, we have a problem”. Depois de oito épocas consecutivas nos playoffs, tudo indica que os Rockets não vão marcar presença na fase a eliminar da presente temporada. Das oito presenças nos playoffs, os fãs de Houston festejaram a ida à final da conferência Oeste em duas ocasiões, onde acabaram por ser eliminados pelos Golden State Warriors – era uma equipa que causava muitos pesadelos aos Rockets.

No decorrer da atual época, os Rockets perderam a principal estrela dos últimos anos: James Harden. O 9x all-star foi extremamente importante nos anos em que representou os Rockets – conquistou muitos prêmios individuais na liga. Desde 2012 até 2021, o “Barba” foi o líder de assistências por jogo (2017), o líder de mais pontos marcados por jogo (2018, 2019 e 2020), apareceu na primeira equipa do ano em 6 ocasiões e foi o jogador mais valioso (MVP) em 2018. Com esses números e toda a dedicação em prol da franchise, não surpreende a decisão da atual direção de querer retirar a camisola número 13 dos Rockets. Apesar da sua saída não ter sido bem recebida por muitos fãs, Harden contribuiu muito para excelentes épocas dos Rockets.

Ao contrário das outras épocas, os Rockets de 2020-21 estão numa péssima fase – 12 derrotas consecutivas. Além de terem perdido James Harden, os Rockets também já não contam com o Russell Westbrook, jogador mais valioso da liga em 2017, no plantel. O base apenas teve uma época na equipa de Houston e não causou um grande impacto, numa tentativa de substituir Chris Paul. Antes do início da época atual, numa troca entre os Rockets e os Washington Wizards, Westbrook foi para os Wizards e John Wall foi para a equipa de Houston.

Entre os atuais jogadores do plantel, John Wall é um dos mais conhecidos. Apesar de não ter jogado durante quase dois anos devido a lesões, nota-se que Wall continua a ser um bom basquetebolista. Na presente época, em média, o base está com 20.4 pontos por jogo, 6.1 assistências por jogo e 3.3 ressaltos por jogo. Apesar da boa média de pontos, a equipa não está a produzir bons resultados e não está a ter uma boa concretização de lançamentos (0.482 eFG%).

Na sequência da troca de Harden, os Rockets receberam vários jogadores, entre os quais Victor Oladipo. O antigo jogador dos Pacers não deve permanecer por muito tempo em Houston. O atual contrato termina no final da presente época e há rumores de que Oladipo recusou uma proposta de 2 anos por 45 milhões de dólares dos Rockets. Até ao momento, Oladipo disputou 14 jogos pela equipa de Rockets e está com uma média de 19 pontos por jogo, 4.7 assistências por jogo e 4.8 ressaltos por jogo. Mas a cabeça de Oladipo não está em Houston, está em outros locais.

Quem está a surpreender pela positiva nos Rockets é Christian Wood. O poste está a jogar a sua melhor época desde que chegou à NBA. A sua titularidade deixou DeMarcus Cousins, 4x all-star, no banco e o poste veterano agora está sem equipa, numa tentativa de querer jogar mais. Apesar da extraordinária época de Wood, o poste já falhou alguns jogos devido a lesões. Como consequência, as exibições dos Rockets estão muito fracas e já tiveram várias derrotas com uma diferença pontual de 20 pontos – destaque para a derrota frente aos Memphis Grizzlies por 49 pontos, a terceira maior da história da franchise.  Até ao momento, nos Rockets, Wood está com uma média de 22 pontos por jogo e 10.2 ressaltos por jogo. Com uma média de duplo-duplo por jogo, o atual poste dos Rockets é uma forte hipótese para conquistar o Most Improved Player (MIP).

Com o atual recorde, é muito provável que a equipa de Houston não tenha grandes esperanças para a restante época desportiva. Os Rockets devem ser uma das lottery teams e muito possivelmente terão um bom lugar no próximo Draft. Vão ter uma boa hipótese para restabelecer o depósito para atacar a próxima época.

Foto de Capa: Houston Rockets

O eclipse de Everton Cebolinha

“O Jorge [Jesus] fez uma pressão fantástica por Everton”, afirmou Luís Filipe Vieira na recente entrevista à BTV. De facto, o extremo brasileiro foi um pedido expresso do técnico desde o primeiro minuto em que este aterrou em Lisboa, e custou aos cofres da Luz cerca de 20 milhões de euros. A sua qualidade é inegável, mas como têm sido os primeiros meses do ex-Grêmio FPA em Portugal?

Os números de Everton são simples de apresentar: quatro golos e nove assistências em 33 jogos oficiais pelas “águias”. Ainda que tenha contribuído para 13 golos da equipa, os números ficam aquém daquilo que era esperado de um dos maiores craques da passada edição do Brasileirão. Este registo ainda se torna mais preocupante quando se olha para os minutos na presente temporada – 2.331 minutos, cerca de 71′ por jogo.

Por aqui percebe-se que Everton é um dos pilares do esquema de Jorge Jesus e um dos jogadores preferidos do técnico português, mas não tem apresentado a qualidade necessária e as críticas começam a cair sobre ele.

Everton tem ficado aquém das expetativas dos adeptos encarnados
Everton tem ficado aquém das expetativas dos adeptos encarnados
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

“Porque é que o Everton não está a render no SL Benfica o que rendeu no Brasil?”. Esta é a pergunta que grande parte dos adeptos encarnados faz e que, de facto, não tem uma resposta fácil. É certo que o brasileiro tem tido muitos minutos em cima das pernas e pouco descanso nos últimos meses – quando chegou à Luz já vinha de muitos meses a jogar pelo Grêmio FPA –, mas o próprio estilo de jogo não “bate certo” com aquele visto pelos olheiros do SL Benfica no Brasil.

O um para um, os sucessivos dribles, as explosões na ala esquerda ou até os golos em arco que deixaram muita gente de boca aberta do outro lado do Atlântico desapareceram quase que por completo no jogo do brasileiro.

Pode ser um jogador que precise de alguns meses de adaptação ao futebol europeu, dado que é a sua primeira experiência fora do seu país, mas a questão não parece ser essa.

Este eclipse de “Cebolinha” parece acontecer devido ao que Jorge Jesus pede do atleta: mais ações defensivas, mais calma com a bola nos pés, menos expressividade no seu jogo e manter-se mais aberto em vez de procurar sucessivos movimentos interiores. Quase tudo vai contra o futebol apresentado no Brasileirão e estes podem ser alguns dos pontos que justificam o pouco rendimento na Luz.

Torun 2021: Antevisão aos European Indoor

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Sem público, recheado de medidas de distanciamento social e com algumas ausências notórias, realizam-se já nos próximos dias (de 4 a 7 de Março) os Europeus em pista coberta, em Torun, na Polónia.

PROVA A PROVA, O QUE ESPERAR

60 metros (f) – Sem Asher-Smith, e sem Ewa Swoboda – testou positivo ao COVID um dia antes do início dos campeonatos! – a prova está mais em aberto do que nunca. Atenção à dupla francesa (Carolle Zahi e Orlann Ombissa-Dzangue), a qualquer uma das alemãs, à suiça Ajla Del Ponte ou à holandesa Jamile Samuel, experiente em eventos internacionais.

60 metros (m) – É a prova com mais atletas inscritos, mas onde tudo está mais em aberto. Com muitas estrelas de fora, parece haver caminho aberto para Jan Volko (SVK) renovar o seu título europeu, mas atenção a nomes como Kevin Kranz (GER) ou Lamont Marcell Jacobs (ITA), que também compõem os maiores favoritos.

400 metros (f) – Têm sido dois anos incríveis para a jovem Femke Bol (HOL) e parece partir como grande favorita e única abaixo dos 51 segundos este ano (por quatro vezes!). A Polónia tem as suas maiores esperanças em Swiety-Ersetic, a Suiça em Léa Sprunger, enquanto Corinna Schwab (GER), Phil Healy (IRL) e Jodie Williams (GBR) espreitam uma surpresa.

400 metros (m) – Karsten Warholm abdicou, o que deixa caminho livre para que Pavel Maslák (CZE) volte aos títulos em pista coberta. Oscar Husillos (ESP) procurará a glória indoor que lhe viu ser negada, mas Thomas Jordier (FRA) parece pronto para a sua primeira medalha individual. No entanto, o líder europeu do ano é Liemarvin Bonevacia (HOL), que parece renascido das cinzas.

800 metros (f) – Keely Hodgkinson (GBR) é a única que este ano já correu abaixo dos 2 minutos, mas terá que enfrentar nomes como Christina Hering (GER), Selina Büchel (SUI) Hedda Hynne (NOR) ou a jovem Nadia Power (IRL). Apesar de tudo, tem todo o favoritismo a britânica.

800 metros (m) – Talvez seja uma das provas dos campeonatos, com muita gente a ambicionar – e com motivos para tal – chegar à glória. Adam Ksczot (POL) tem que ser o favorito por tudo o que já fez e, habitualmente, faz em grandes competições. Mas está cá todo o pódio de Glasgow: Álvaro de Arriba (ESP), Jamie Webb (GBR) e Mark English (IRL). Junte-se ainda Pierre Ambroise-Bosse (FRA), Amel Tuka (BIH) e Andreas Kramer (SWE). E, claro, as habituais surpresas da meia distância.

1.500 metros (f) – Mantemos que Marta Pen pode sonhar, num ano em que a elite da distância parece estar a guardar todos os cartuchos para Tóquio. A espanhola Esther Guerrero parte como uma das favoritas, assim como a germânica Hanna Klein. Atenção, no entanto, à jovem Elise Vanderlest (BEL), a mais rápida este ano entre as inscritas.

1.500 metros (m) – Quem não acredita em poupança são os irmãos Ingebrigtsen. Jakob e Filip estão confirmados para esta distância e para os 3.000 (!), e não fazem qualquer intenção de optar por uma delas. Jakob tem que ser o absoluto favorito, mas, além do seu irmão, irá voltar a enfrentar Marcin Lewandowski (POL) e os perigosos espanhóis, Ignacio Fontes e Jesus Gómez.

3.000 metros (f) – Com todas as quatro melhores europeias ausentes (ora por opção, ora por castigo russo), a prova ganha uma dimensão muito mais aberta. As mais rápidas inscritas são Marusa Mismas-Zrimsek (SLO) e Maureen Koster (HOL), mas nem conseguimos dizer se serão as favoritas, ao por lá andarem as experientes Meraf Bahta (SWE) e Claudia Bobocea (ROU).

3.000 metros (m) – Jakob, Filip e Lewandowski também estarão por aqui, mas terão que ter muita atenção à rápida concorrência existente. Se for uma prova rápida, o espanhol Mohamed Katir deverá ter muito a dizer, assim como os franceses Djilali Bedrani e Jimmy Gressier. Andrew Butchart é a maior esperança britânica, numa prova que é quase uma incógnita.

60 metros barreiras (f) – Elvira Herman (BLR) é a campeã europeia ao ar livre (100) e Tiffany Porter (GBR) parece regressada aos mais altos patamares. Nooralotta Neziri (FIN) já correu em 7.91 este ano, mas será muito difícil alguém contrariar o favoritismo de Nadine Visser (HOL), uma das líderes mundiais do ano.

60 metros barreiras (m) – A disciplina não verá nada parecido com o que viu em Madrid (Grant Holloway bateu o recorde mundial), mas pode ver o campeão mundial (o britânico Andy Pozzi) a juntar o título europeu. Para isso tem que bater o atual campeão europeu (o cipriota Milan Trajkovic), o francês Aurel Manga (Bronze há dois anos) ou Balázs Baji (HUN). E acima de tudo, o líder europeu do ano, o francês Wilhem Belocian.

Salto em Altura (f) – Com mais um castigo russo, Lasitskene fica impedida de conquistar mais um Ouro. Todo o favoritismo irá para as ucranianas, em especial para a jovem Yaroslava Mahuchikh, que este ano já chegou a incríveis 2.06 metros! A sua compatriota, Yuliya Levchenko devertá entrar na disputa e deverá chegar a uma medalha, mas será difícil parar uma das novas coqueluches do atletismo mundial. As experientes italianas Elena Vallortigara e Alessia Trost, bem como a britânica Morgan Lake deverão disputar as outras medalhas.

Salto em Altura (m) – O sempre espectacular Gianmarco Tamberi (ITA) está de regresso ao seu melhor e já saltou 2.35 metros neste ano. É o favorito, mas não se pode distrair, pois Andrii Protsenko (UKR) também está em grande forma e irá vender caro o Ouro. Atenção ao jovem Maksim Nedasekau (BLR), que também já chegou aos 2.34 este ano e a um outro consagrado da Altura europeia, Mateusz Przybylko (GER).

Salto com Vara (f) – O castigo russo também retirou a Sidorova a possibilidade de revalidar o título. O favorito vai todo para Holly Bradshaw (GBR), que foi a Prata há dois anos e está num excelente momento de forma. O resto do nível europeu tem estado bem nivelado por baixo e, portanto, as outras duas medalhas do pódio deverão estar muito em aberto. Ainda assim, embora Stefanidi cá não esteja, talvez uma medalha vá para a Grécia, pois Eléni-Klaoúdia Pólak tem estado em bom nível.

Salto com Vara (m) – A prova mais aguardada por todos. Mondo Duplantis (SWE) bateu o recorde mundial no ano passado e este ano já vai nos 6.10 metros! Mas o anterior recordista, o francês Renaud Lavillennie também já não saltava assim há muito tempo, tendo já chegado aos 6.06 metros! Números incríveis na Vara que deverão garantir que o Ouro se disputa entre estes dois monstros. No entanto, Piotr Lisek (POL) e Pawel Wojciechowski (POL) quererão ter uma palavra a dizer em casa.

Salto em Comprimento (f) – Spanovic abdicou, mas este ano ela já não entraria como favorita. Ainda assim, mais caminho aberto ficou para a campeã mundial Malaika Mihambo (GER). Maryna Bekh-Romanchuk (UKR) e Khaddi Sagnia (SWE) deverão ser as suas maiores rivais, com as inglesas Irozuru e Sawyers a quererem cheirar o pódio. Mas muita atenção à jovem Larissa Iapichino (ITA), que acabou de quebrar um recorde júnior histórico e tem a melhor marca do ano (6.91m).

Salto em Comprimento (m) – O Comprimento masculino europeu não atravessa uma fase particularmente boa e os favoritos deverão voltar a ser o grego Miltiádis Tentóglou e Thobias Montler (SWE). Gabriel Bitan (ROU) e Vladyslav Mazur (UKR) podem surpreender.

Triplo Salto (f) – Patrícia Mamona (POR) pode aspirar a um lugar no pódio, visto ser uma das cinco presentes acima dos 14 metros. O favoritismo parece ir para a grega Paraskevi Papahristou (Prata há dois anos), embora Ana Peleteiro (ESP), possa voltar a batê-la, como em Glasgow. Kristiina Makela (FIN) já é uma velha conhecida de Mamona, mas um novo osso duro de roer pode vir de Viyaleta Skvartsova (BLR), que chegou nesta época já aos 14.39 metros.

Triplo Salto (m) – Pedro Pablo Pichardo (POR) é o absoluto favorito, ao já ter chegado aos 17.36 metros este ano. Só há mais dois a ter chegado aos 17 metros este ano: o conhecido Max Heß (GER) e o jovem francês Melvin Raffin, segundo do ano, com 17.09. Por lá também andará o muito experiente Alexis Copello (AZE), mas só algo muito inesperado evitará o regresso do título a Portugal.

Lançamento do Peso (f) – Favoritismo para Auriol Dongmo (POR), que é a líder mundial e a única acima dos 19.5 este ano. É verdade que nunca chegou a uma competição deste nível com esse estatudo e pode acusar, mas também é verdade que não tem demonstrado amedrontar-se com nenhum palco (venceu a IAAF World Indoor Tour deste ano). Atenção a nomes experientes, como Christina Schwanitz (GER) ou Aliona Dubitskaya (BLR), muito habituadas a estes ambientes.

Lançamento do Peso (m) – Há três grandes favoritos e dois são polacos: Michal Haratyk e Konrad Bukowiecki. O terceiro é o também muito experience Tomas Stanek (CZE). Depois há muito, muito equilíbrio numa disciplina que tem subido assustadoramente de nível, que, independentemente do nível, tanto se pode chegar às medalhas, quanto ficar de fora da final, num dia menos bom.

Pentatlo (f) – Não está Johnson-Thompson, e, portanto, não há o muito esperado reencontro com Nafi Thiam (BEL). Assim, a belga é ultra favorita para conquistar o Pentatlo de Torun. A maior concorrência deverá vir de Ivona Dadic (AUS), mas temos muitas expectativas para ver o que fazem as jovens Maria Vicente (ESP) e Holly Mills (GBR).

Heptatlo (m) – Grande favoritismo para Kevin Mayer (FRA), mas o espanhol Jorge Ureña tentará provar porque é o atual campeão. Kai Kazmirek (GER) é outro nome de destaque, mas atenção ao momento de forma do atleta da casa Pawel Wiesiolek (POL). Expectativa para os jovens Simon Ehammer (SWE) e Dario Dester (ITA).

Estafetas 4×400 (f/m) – No feminino, Grã Bretanha, Polónia e a Holanda parecem ter o grande favoritismo, enquanto que na versão masculina, Bélgica, Polónia e Rep. Checa parecem ter algum ascendente. Mas…são estafetas!

Há vida para além do campeonato | FC Porto x SC Braga

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Taça de Portugal, 2.ª mão da Meia-Final: quarta-feira, 20h15, 3 de março de 2021
ANTEVISÃO: JOGA-SE O PASSAPORTE PARA A FINAL DA PROVA RAINHA

Depois de três confrontos na época, FC Porto e SC Braga duelam entre si novamente, porém, desta feita, as circunstâncias são divergentes: não é um jogo que vale três pontos, mas sim um jogo que assegura um lugar na final da Taça de Portugal. No seu último confronto, as duas equipas vinham de contextos algo similares, e o desgaste físico era evidente no coletivo, fruto de um mês de fevereiro saturado em jogos, sendo um fator que ficou patente no desenrolar da partida que contou com muitas paragens e sanções.

QUEM CONSEGUIRÁ MARCAR PRESENÇA NO JAMOR? O FC PORTO PARTE EM VANTAGEM COM O JOGO DA PRIMEIRA MÃO MAS OS GVERREIROS IRÃO À PROCURA DA VITÓRIA! APOSTA COM A BET.PT!

Presentemente, com algum tempo de descanso entre jogos, e com vantagem na eliminatória por ter empatado a uma bola na Pedreira, o FC Porto defronta um SC Braga que vem de uma sequência de jogos sucessivos, com pouco espaço ao descanso. Contudo, a fraca consistência apresentada pelos Dragões e o baixo estado anímico dos jogadores por deixarem, possivelmente, escapar o título por conta do empate em casa frente ao Sporting CP, pode ser um fator relevante para os Guerreiros. Apesar de terem sido eliminado da Liga Europa, recentemente ultrapassaram o FC Porto na Primeira Liga, ocupando agora o 2.º lugar, apresentando um futebol de qualidade mesmo com o cansaço físico que o plantel enfrenta.

No que toca às ausências, os azuis e brancos, que não dispunham da presença de Corona e Otávio na 1º mão da eliminatória, desta vez correm o risco de não contarem com a comparência dos seus dois capitães Pepe e Sérgio Oliveira, que apresentam dificuldades físicas. Do lado minhoto, destacar as ausências de David Carmo, Iuri Medeiros e Castro.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Nos últimos 5 jogos, o SC Braga conta com três vitórias e uma derrota, sendo que o FC Porto, nos seus últimos 5 jogos, tem duas vitórias e três empates.
  2. A primeira mão da eliminatória entre SC Braga e FC Porto terminou com o empate a uma bola, sendo um jogo envolto em muita polémica com a expulsão de dois jogadores dos dragões, Luiz Díaz e Matheus Uribe.
  3. O SC Braga foi recentemente eliminado da Liga Europa pelo Roma, 5º classificado da Serie A italiana, por 5-1 no agregado das duas mãos.
  4. O FC Porto defronta o SC Braga depois de empatar com o seu rival direto SC Sporting, que se encontra em primeiro lugar da Primeira Liga a dez pontos dos dragões.
  5. O vencedor entre FC Porto e SC Braga defronta, na final da competição, o vencedor da eliminatória entre SL Benfica e GD Estoril Praia, que já conta com o agregado de 3-1 a favor das águias que venceram a 1º mão no Estádio António Coimbra da Mota.
  6. O FC Porto leva 18 jogos sem perder na Taça de Portugal, sendo a última derrota contra o Sporting a 18 de abril de 2018, no desempate por grandes penalidades.
  7. O SC Braga tem o melhor ataque da competição, a par do GD Estoril Praia, com 19 golos marcados.
  8. O FC Porto apresenta um registo de 4 golos sofridos na Taça de Portugal, à medida que o SC Braga sofreu apenas 3 golos.
  9. O FC Porto conta com 17 Taças de Portugal no seu palmarés, ao passo que o SC Braga possui apenas duas.
  10. A última vitória do SC Braga na Taça de Portugal contra o FC Porto foi na época de 2015/2016, após o desempate por grandes penalidades, resultado este que deu o título da competição ao SC Braga.

JOGADORES A TER EM CONTA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Uribe (FC Porto) – o médio colombiano, que pode jogar na posição 6 ou 8, é dos jogadores mais subvalorizados no plantel portista. Com a possível ausência de Sérgio Oliveira, o seu parceiro de meio-campo, Uribe é o grande pilar no terreno central portista para este jogo com o SC Braga. O seu exímio sentido posicional aliado à sua agressividade com ou sem bola, podem ser essenciais no auxílio à defesa portista que, possivelmente, não contará com Pepe. Uribe, o famoso “jogador raçudo” que joga simples e sem rodeios, pode ser o ponto de equilíbrio na transição ataque-defesa e o entrave contra as investidas por contra-ataque do ataque rápido do SC Braga.

Lucas Piazón (SC Braga) – o médio ofensivo brasileiro encontra-se num notável momento de forma: acumula, em média, 51 minutos por jogo e já soma cinco golos e quatro assistências. O mais novo reforço bracarense chegou neste mercado de inverno proveniente do Rio Ave, a custo zero, e teve uma rápida ascensão na equipa, sendo atualmente um dos jogadores mais perigosos do SC Braga. A relação entre Lucas Piazón e Carlos Carvalhal, que trabalharam juntos no Rio Ave, é fulcral para as recentes exibições do médio. O jogador apresenta um bom controle de bola e aparece muitas vezes na área da grande penalidade de forma a evitar a marcação do adversário, tornando-se assim num finalizador decisivo quando essas posições não são marcadas. Forma com Ricardo Horta uma dupla temível a ter em atenção por parte da defesa portista.

XI’S PROVÁVEIS

FC Porto: Diogo Costa, Manafá, Mbemba, Sarr, Zaidu, Grujic, Matheus Uribe, Otávio, Luis Díaz, Corona e Taremi

Treinador: Sérgio Conceição

“Este jogo permite-nos estar numa final e mais próximos de ganhar um título. Se formos competentes, temos a possibilidade de passar e estar numa final de uma competição importante”

SC Braga: Matheus, Ricardo Esgaio, Tormena, Rolando, Borja, Galeno, Al Musrati, Fransérgio, Lucas Piazón, Ricardo Horta e Abel Ruiz

Treinador: Carlos Carvalhal:

“Vamos ter um SC Braga organizado, muito motivado e com vontade de chegar à final”

PREVISÃO DE RESULTADO: FC Porto 2-1 SC Braga