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AFC Ajax 4-2 Sporting CP: Do “bom aquecimento” ao “jogo a feijões”

A CRÓNICA: ALUNOS DO PROFESSOR AMORIM AQUECEM A NOITE, MAS NÃO CONSEGUEM EVITAR A DERROTA NA LIGA DOS CAMPEÕES

Jogo do Ajax contra Sporting a contar para a última jornada da Liga dos Campeões, os dois melhores conjuntos do grupo C aproveitaram o bom trabalho feito até ao momento para fazer descansar os titulares, em momentos diferentes do jogo.

Os leoninos deram o pontapé de saída numa arena vazia e silenciosa, com ambas as equipas a demonstrar desde logo vontade de pressionar alto e com vigor.

Os primeiros classificados do grupo seriam os primeiros a chegar à área adversária, com Martinez a criar perigo nas costas da linha defensiva dos “leões”.

O AFC Ajax dominaria os primeiros minutos através de posse tranquila e paciência para chegar ao último terço, enquanto o Sporting CP procuraria organizar-se para conquistar um pouco mais a bola e tentar surpreender o adversário em contra-ataque.

Os holandeses voltariam a chegar à área ao minuto 9, com Neto em desequilíbrio a conseguir resolver, sem que, contudo, fosse capaz de evitar o episódio triste que se seguiu: em lance disputado na área, Daniel Bragança acabou por ceder um penálti.

Haller, sem espinhas, não desperdiçou, e marcou pela sexta partida consecutiva nesta edição da competição.

O onze de Rúben Amorim entrou com mais alterações na equipa, sim, mas seria principalmente o golo sofrido tão cedo que complicaria a missão dos leoninos na primeira parte.

Ainda assim, a turma de Alvalade teve uma excelente capacidade de reação e foi através de ataque veloz por parte de Tabata que começou a criar perigo.

Aos 15 minutos, as boas trocas e rapidez pelo flanco esquerdo dos homens da casa viriam a encontrar Berghuis, com liberdade para chutar à entrada da área. A bola passou muito perto do poste direito da baliza de Virgínia.

Antony apareceria logo de seguida em “modo furacão” nas costas da defesa leonina, mas o jovem guardião voltaria a resolver.

O 1️⃣1️⃣ 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐣𝐨𝐯𝐞𝐦 de sempre na @ChampionsLeague#UCL #AJASCP #DiaDeSporting pic.twitter.com/BhKnxBUHJ6

— Sporting Clube de Portugal 🏆 (@Sporting_CP) December 7, 2021

O Sporting, apesar da dificuldade em ter bola, conseguiria criar mais ocasiões.

Tabata, excelente ao minuto 20, a rodar e desfazer-se do adversário no corredor central, consegue encontrar Tiago Tomás nas costas e o avançado remataria com perigo de fora da área.

Dois minutos depois, o golo chegava! Através de saída rápida, e desta vez ao contrário, é Tiago Tomás que está mais recuado e faz a bola seguir para Tabata, na direita, que em cruzamento teleguiado vê Nuno Santos marcar um fantástico golo em “modo acrobático”.

João Virgínia faria uma bela primeira parte, resolvendo possíveis males maiores por várias vezes, mas as constantes ameaças de Antony ao longo do jogo viriam a dar frutos. Os holandeses pressionam sempre com vários homens quando perdem a bola e um erro na tentativa de saída com bola levou Inácio ao erro, mesmo no coração da área. 2-1 para o intervalo.

A segunda parte traria menos história e começaria algo embrulhada, e durante a maior parte do tempo o Ajax estaria sempre mais perto de marcar novamente do que o Sporting de reduzir.

Os primeiros 15 minutos demonstrariam que a formação verde e branca teria muita dificuldade em voltar aos níveis de concentração alcançados durante algum tempo da primeira parte, e os erros viriam a acumular-se e dar origem a mais golos por parte dos homens de Erik ten Hag.

Só após o minuto 70, e depois de algumas alterações, com as entradas dos titulares Paulinho, Pedro Gonçalves e Sarabia, os “leões” demonstrariam capacidade para voltar ao jogo e Tabata arrancaria algum consolo a nível individual com um golo que premiaria a sua boa exibição em Amesterdão.

Desta forma, os portugueses sairiam da Johan Cruijff Arena com uma derrota amarga, principalmente se apenas se considerassem os esforços da primeira parte.

O destaque vai para Gonçalo Esteves, que se tornou no mais jovem “leão” a jogar na Liga dos Campeões, durante 73 minutos, passando depois o testemunho a Dário Essugo, que substituiria Bragança aos 81’.

 

A FIGURA

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— AFC Ajax (@AFCAjax) December 7, 2021

Antony – O avançado brasileiro de 21 anos confirmou a boa forma em que tem estado. Na Champions tem-se destacado mais com assistências do que com golos, mas na partida de hoje, além do golo, só lhe faltou mesmo assistir. Foi “pau para toda a obra”, não parou um segundo e criou dores de cabeça constantes para a defesa leonina com a rapidez e perspicácia das suas movimentações.

O FORA DE JOGO
Sporting Gonçalo Inácio
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Gonçalo InácioO mais central dos centrais apresentou-se com uma atitude confiante no terreno do Ajax, mas seria precisamente essa confiança em demasia que originaria o segundo golo dos holandeses.

Arriscar o drible no coração da área não pode ser opção, muito menos face a uma equipa com um conjunto tão pressionante e um ataque tão demolidor. Nota negativa hoje para o jovem Inácio.

 

ANÁLISE TÁTICA – AFC AJAX

A formação de Erik ten Hag mudou apenas três jogadores comparativamente ao último jogo, fazendo descansar os restantes titulares apenas na segunda parte, e apresentou-se em campo com Pasveer na baliza, Schuurs e Martínez no eixo central da defesa, Blind na esquerda e Mazraoui na direita.

Mais à frente, Gravenberch e Álvarez formariam dupla nos momentos defensivos, nos quais a equipa se organizaria em 4-2-3-1.

Nas transições ofensivas, os dois pivots avançariam no terreno para formar uma linha de três com Berghuis, e assim fariam também Neres e Antony nas alas, avançando em grande velocidade para formar “tridente” com o “matador” Haller.

Nestes momentos, veríamos um sistema de 4-3-3, com muita velocidade e dinamismo nas movimentações ofensivas, com especial atenção para já referido Antony, que esteve particularmente endiabrado.

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Remko Pasveer (6)

Daley Blind (6)

Noussair Mazraoui (6)

Lisandro Martinez (7)

Perr Schuurs (7)

Edson Álvarez (7)

Ryan Gravenberch (6)

Steven Berghuis (7)

Antony (8)

David Neres (7)

Sebastien Haller (8)

SUBS UTILIZADOS

Nicolas Tagliafico (6)

Devyne Rensch (6)

Davy Klaassen (7)

Kenneth Taylor (6)

Jurrien Timber (6)

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

A formação verde e branca iniciou o jogo em Amesterdão com sete alterações face àquele que costuma ser o onze habitual.

A retaguarda seria salvaguardada por João Virgínia e a linha de três da ordem, hoje com Neto, Inácio e Matheus Reis.

O meio-campo contaria com Bragança e Ugarte no corredor central, Esgaio na ala esquerda e Gonçalo Esteves na direita.

A frente de ataque confirmaria o 3-4-3 de Rúben Amorim e foi assumida por Tabata, Nuno Santos e Tiago Tomás, que tentariam surpreender com constantes trocas no posicionamento, com particular destaque para a figura de Tabata que foi incansável nas movimentações durante a primeira parte e continuou a ser o mais desequilibrador na segunda.

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

João Virgínia (6)

Luís Neto (6)

Gonçalo Inácio (4)

Matheus Reis (6)

Esgaio (7)

Daniel Bragança (6)

Ugarte (5)

Gonçalo Esteves (6)

Tabata (8)

Nuno Santos (7)

Tiago Tomás (6)

SUBS UTILIZADOS

Paulinho (6)

Pedro Gonçalves (6)

Nazinho (6)

Sarabia (6)

Dário Essugo (6)

 

Artigo revisto por Joana Mendes

Fim-de-semana dourado para o país do esqui | Saltos de Esqui

Era após a viagem até solo finlandês, mais em concreto até à pequena cidade de Ruka, na qual Anze Lanisek havia subido pela primeira vez ao degrau mais alto do pódio, que a Taça do Mundo de Saltos de Esqui teria uma dupla jornada em solo polaco, no mítico trampolim de Wisla.

Uma cidade que, aquando da passagem do campeonato por estas paragens, vira “santuário” da modalidade, com dezenas de milhares de espectadores a lotarem as bancadas do Malinka Adam Malysz, assim batizado em homenagem a Adam Malysz, agora diretor da equipa e ex-saltador que detém, atualmente, a terceira posição na tabela dos praticantes mais vitoriosos de sempre deste incrível desporto.

De realçar ainda que, no segundo dia de prova, teve lugar a primeira competição coletiva da temporada, sendo que, durante a presente época, se assiste a um decréscimo de eventos deste âmbito.

A estrutura de 134m contava com o K-point localizado nos 120m, com um record que datava de 2013, um dos mais antigos, assinado então por Stefan Kraft, registo esse de 139m. A questão que todos queriam ver respondida era se seria desta que a marca cairia.

Como manda a tradição por estas bandas, o trampolim tornou a receber os entusiastas adeptos polacos, confiantes de que Stoch, Zyla ou Kubacki lhes pudessem conferir novas alegrias, com o triunfo a ficar entre portas. De referir que o “samurai”, Ryoyu Kubayashi, falhava a jornada de Wisla, visto estar ainda em isolamento profilático, após ter voltado a contrair a covid-19.

Desta forma, seriam 72 os atletas a “afrontar” a qualificação realizada na tarde de sexta-feira, que seria disputada debaixo de forte vento, nada impeditivo pois soprava de forma frontal. Quem levaria a melhor, apesar de não ter registado o salto mais longo, seria o jovem Jan Hoerl, a anotar 129m, marca inferior, em cinco metros, à averbada por Karl Geiger, que vestia o dorsal amarelo de líder da Taça do Mundo de Saltos de Esqui, situação facilmente explicável uma vez que o germânico havia contado com condições mais favoráveis aquando da execução do seu voo quando comparadas com as de que dispusera o austríaco. O terceiro mais pontuado seria o norueguês Marius Lindvik, a registar 132m.

Ainda a destacar os nomes de Pius Paschke, fechando a ronda preliminar com a quarta melhor pontuação, 128m, e para o único saltador russo que até à data soma vitórias entre a elite do desporto, sucesso esse obtido em Wisla, em 2019, Evgeniy Klimov, com uma marca de 129m.

Refira-se que sta foi uma ronda na qual se viu um amplo contingente caseiro marcar presença na competição dominical, algo relacionado com o maior número de vagas atribuídas à nação anfitriã.

De resto, são ainda de salientar os registos, interessantes, de dois desportistas que já tocaram a glória do Olimpo: Andreas Wellinger, germânico que atualmente procura recuperar forma para conseguir apresentar-se a um nível consentâneo com a sua real valia, a posicionar-se em oitavo, com 122.5m, e para Kamil Stoch, que fechava em décimo com um salto sobre o K-point.

Este apronto não veria marcas particularmente distantes, para além das já mencionadas, uma vez que o vento não ia sendo amigo dos atletas, estando agora fraco, algo que ia prejudicando a qualidade do espetáculo.

Pela negativa, evidenciavam-se os saltos do esloveno Anze Lanisek, que terminaria em 15.º posto, Halvor Egner Granerud, que desta feita asseguraria a presença na prova, mas apenas com recurso a parcos 119m, qualificando-se no 32º posto, e ainda Markus Eisenbichler, a concluir em 39º, anotando apenas 117m. Com todos os nomes de monta a seguirem, com maiores ou menores sobressaltos, para a competição de domingo. Agora, as “baterias” iam estando apontadas para o evento de sábado.

O dia seria destinado a uma competição por equipas, com as nações a apresentarem cada uma quatro saltadores que atuariam duas vezes, uma em cada ronda. As mesmas seriam compostas por quatro “mangas”.  O evento contaria apenas com nove conjuntos a concurso: Alemanha, Áustria,  Noruega, EUA, Suíça, Rússia, Eslovénia, Japão e a anfitriã, a Polónia. Destaque para a ausência de um quarteto finlandês, algo bem revelador da escassez de matéria-prima no que diz respeito à qualidade apresentada pelos jovens competidores de um país que, outrora, era uma das nações de topo.

Finalizados os primeiros 36 saltos, seria, sem surpresas, o quarteto norte-americano a deixar mais cedo a contenda, visto que os oito restantes conjuntos garantiriam direito a realizar mais quatro marcas nesta fantástica estrutura. Quanto a uma das nações favoritas, os noruegueses, que contavam com Robert Johanson, Marius Lindvik, Daniel Andre-Tande e Halvor Egner Granerud, estavam num “miserável” sétimo posto, a mais de meia centena de pontos da liderança na posse dos austríacos, verdadeiros especialistas em eventos coletivos  que contavam nas suas fileiras com Jan Hoerl, Manuel Fettner, Stefan Kraft e Daniel Huber.

No entanto, a mesma ia estando “presa” por apenas 3.6 pontos, com o segundo posto a ser pertença dos caseiros David Kubacki, Kamil Stoch, Andrzej Stekala e Piotr Zyla, seguidos de muito perto pela jovem equipa eslovena formada por Cene Prevc, Anze Lanisek e Timi Zajc, aos quais se aliava a veterania do vencedor da Taça do Mundo de Saltos de Esqui em 2016, Peter Prevc. Fora, por estes instantes, dos lugares medalháveis iam militando alemães em quarto, japoneses em quinto, russos em sexto e suíços em oitavo, a garantirem, perante os EUA, a derradeira vaga na segunda parte do evento.

Após uma primeira metade de disputa em que o equilíbrio entre os dois primeiros dificilmente poderia ser maior, esperava-se cenário idêntico para a segunda parte da competição. Beneficiando de um grande segundo registo da autoria de Jan Hoerl, 135.5m, marca mais distante de todo o fim-de-semana até então e de um voo de 130m de Kraft a fechar, a Áustria repetiria o sucesso aqui conseguido na época transata.

Em segundo, ficaria a Alemanha, que viu em Karl Geiger, com 134m na sua segunda aparição, ser um dos principais impulsionadores do crescimento germânico, que contava com uma formação constituída por: Karl Geiger, Markus Eisenbichler, Pius Paschke e Stephan Leyhe, relegando a equipa da Eslovénia para o bronze. Eles que eram líderes até à segunda “manga” da ronda derradeira, altura em que Lanisek deitaria tudo a perder com um segundo salto de 112m.

De resto, este seria um dia para esquecer para o bem jovem saltador, visto que, na sua primeira atuação, havia registado apenas 104m, ao contrário do companheiro Cene Prevc, que teria um segundo voo gigante, no caso 135m, que davam boas indicações para domingo.

Em quarto, mas liderando até à última ficaram os caseiros, com o responsável por tal queda a ser David Kubacki, que efetuaria um paupérrimo segundo salto de apenas 97m.  Em quinto, concluíam os nipónicos, seguidos pelos noruegueses, pelos soviéticos e pelos helvéticos, desfalcados do veterano Ammann.

Treinadores portugueses treinam pelo mundo inteiro. Onde treinam os brasileiros?

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Estavam um português, um alemão e um brasileiro, na esplanada do Banana Café, em Lisboa, a discutir futebol. Às tantas, para enorme pouca surpresa dos outros dois, o brasileiro exclama, com o fervor típico das grandes mentes: “Quem não sabe, estuda!”

Aqui termina (ou começa?) a anedota que me deu vontade de escrever este artigo.

Foi há uma semana que me embrenhei na desafiante tarefa de escrever sobre a final da Libertadores e admito, sem pudor, que depressa percebi o porquê de nunca ter sentido qualquer tipo de chamamento divino por parte do futebol brasileiro.

No dia seguinte, após uma noite muito mal dormida, graças a um “mas afinal, que raio foi aquilo?!”, que não me largava, fui como que por milagre surpreendida pelo tweet que me faltava para terminar de montar o puzzle na minha cabeça.

Posto isto, desafiei-me a examinar o que me parece ser a realidade do futebol e dos treinadores que provêm do país irmão. E para isso, posso começar por responder à pergunta:

Onde treinam os técnicos brasileiros? Não treinam, meus amigos. Não treinam, porque o país ficou colado à glória do passado e em momento algum quis, ou achou necessário, acompanhar a evolução do desporto-rei.

Venham daí que a viagem hoje é mais longa, mas não menos animada.

Aparentemente, a conhecida frase, “Os ingleses podem até ter inventado o futebol, mas nós, brasileiros, aperfeiçoamo-lo”, fez até bastante sentido há umas boas décadas atrás. O futebol brasileiro dos anos 1960 era olhado com muitos e bons olhos, e recordemos que três de cinco Copas do Mundo foram alcançadas em 1958, 1962 e 1970. Tempos áureos do outro lado do Atlântico.

Nos anos 90, o interesse na Premier League já começava a ser tentador, sim, mas o mundo viveu ainda, e muito intensamente, a conquista de mais um Mundial, desta feita por parte da turma de Dunga e Romário.

A juntar à festa, o São Paulo ganharia a Taça Intercontinental por dois anos consecutivos, em 1992 e 1993, e a euforia do futebol canarinho continuaria a atrair as atenções e os investimentos estrangeiros.

AFC Ajax x Sporting CP: A vingança em Amsterdão!

6.ª Jornada Fase de Grupos, Liga dos Campeões: terça-feira, 20h00 – 15 de Setembro de 2021

ANTEVISÃO: A VINGANÇA EM AMSTERDÃO

O Sporting Clube de Portugal desloca-se ao Johan Cruijff Arena, para defrontar o Ajax FC, em jogo a contar para sexta jornada do grupo C da Liga dos Campeões. Ambos os emblemas já estão qualificados para os “oitavos” e está definida a classificação final do grupo C.

OS LEÕES SOMAM 12 JOGOS SEM PERDER. O QUE ACHAS QUE VAI ACONTECER MAIS LOGO? APOSTA COM A BWIN

Para este embate da Liga dos Campeões, Ruben Amorim não poderá contar com Jovane Cabral, Ruben Vinagre, João Palhinha e Coates. O Sporting chega a este embate com 12 vitórias consecutivas, para todas as competições.

O Ajax FC liderado por Erik ten Hag, tem o seu plantel praticamente na sua máxima força. O Ajax soma quatro vitórias consecutivas, antes deste encontro a contar para a Liga dos Campeões.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Sporting CP contabiliza duas derrotas e dois empates, tendo vencido 18 jogos;
  2. O Ajax FC soma 16 vitórias, três empates e duas derrotas;
  3. Este será o quarto encontro, entre os leões e o Ajax, com histórico positivo para a equipa portuguesa, duas vitórias na Taça UEFA na época 88/89 e uma derrota na primeira jornada desta fase de grupos;
  4. O Sporting CP conquistou a Supertaça, vencendo o SC Braga por 2-1;
  5. O Ajax FC saiu derrotado na Supertaça, diante do PSV por 0-4;
  6. Zakaria Labyad que representa o Ajax FC, vestiu de leão ao peito, somando 41 jogos e seis golos marcados.
  7. Seba Coates será uma das ausências dos leões, o capitão apontou dois golos na Liga dos Campeões.
  8. O campeão dos Países Baixos, contabiliza 64 golos marcados e nove golos sofridos, em 21 partidas.
  9. O Sporting CP, 44 golos marcados e apenas 16 golos sofridos, em 22 jogos.
  10. A formação de Alvalade soma doze jogos sem perder.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pedro Gonçalves– O número 28 dos leões, volta a ser o melhor marcador da equipa, com onze golos apontados e duas assistências. Pedro Gonçalves irá ser uma das principais ameaças à baliza neerlandesa.

 

Rúben Amorim Fernando Santos
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Dusan Tadic – O capitão do Ajax FC é a sua principal figura e um dos sobreviventes do plantel, que atingiu a semi-final da Liga dos Campeões. O número dez do Ajax é fundamental no processo ofensivo da sua equipa, com dois golos e uma assistência, nos primeiros cinco jogos desta época. O internacional sérvio é assim, a principal arma do Ajax FC.

 

XI’S PROVÁVEIS

Sporting CP: Adán; Gonçalo Inácio, Neto, Feddal; Porro, Matheus Nunes, Ugarte, Matheus Reis; Pedro Gonçalves, Pablo Sarabia, Paulinho.

Treinador: Rúben Amorim

«Somos um grande clube, representamos o Sporting e olhamos para cada jogo para vencer. Amanhã não será exceção. Vamos tentar vencer, disfrutar, evoluir e crescer nesta competição.»

Rio Ave:R. Pasveer; Noussair Mazraoui, Jurrien Timber, Daley Blind, Devyne Rensch; Ryan Gravenberch, Edson Álvarez; Dusan Tadic, Steven Berghuis, Antony e Haller

Treinador: Erik ten Hag

«Pode ser um jogo histórico. Somos uma equipa ambiciosa e queremos bater todos os recordes que aparecem à nossa frente. Por isso, vamos tentar, mesmo sabendo que já está tudo definido quanto ao apuramento e ao primeiro lugar.»

 

PREVISÃO DE RESULTADO:  AJAX FC 1-1 SPORTING CP

Artigo revisto por Joana Mendes

FC Porto x Club Atlético de Madrid | A loucura no grupo B: em jogo o segundo lugar

Liga dos Campeões, 6.ª Jornada, Fase de Grupos: terça-feira, 20:00, 7 de dezembro de 2021
ANTEVISÃO: QUEM VAI SEGUIR NA COMPETIÇÃO?

Pela última vez, nesta edição, joga-se o tudo por tudo pela passagem à fase seguinte e os milhões que se fazem acompanhar por tal conquista tão significativa. O FC Porto recebe o oponente da primeira jornada, o Club Atlético Madrid, desta vez algo desfigurado pelas lesões que assolam a defesa dos colchoneros.

DIA DE DECISÕES NO DRAGÃO PARA A LIGA DOS CAMPEÕES! SABES QUEM VAI VENCER O ENCONTRO? ENTÃO APOSTA JÁ NA SPORTS.BWIN.PT!

O “grupo da morte” guarda toda a emoção para a reta final, retirando o Liverpool FC, já apurado com uma grande diferença pontual para os restantes elementos do grupo, Club Atlético de Madrid, AC Millan e FC Porto podem seguir em frente, cair para a Liga Europa ou até abandonar as competições europeias antes das festividades natalícias.

No primeiro jogo, os dragões mostraram uma grande vontade e capacidade de fazer frente ao campeão espanhol, estando em vários momentos por cima do adversário. O empate não fez justiça ao que aconteceu em campo.

Agora, no momento de todas as decisões é que os jogadores podem transcender e escrever o nome na história do clube e da competição, afinal, desde o sorteio do grupo que o FC Porto era visto como o elemento mais fraco do grupo.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. O Club Atlético de Madrid só venceu uma vez no Estádio do Dragão;
  2. O FC Porto não conta com Uribe e Pepe;
  3. Nos últimos 10 jogos em casa, os dragões somam apenas uma derrota, frente ao Liverpool FC;
  4. É a segunda vez que Sérgio Conceição e Diego Simeone se enfrentam enquanto treinadores;
  5. Diego Simeone só conta com Hermoso como central de raiz;
  6. Em nove jogos, o resultado mais comum é o empate, que aconteceu em 4 ocasiões;
  7. Nos nove jogos em que as equipas se enfrentaram, o FC Porto conta com apenas duas vitórias (ambas na campanha de 2009), contra três vitórias do Club Atlético de Madrid;
  8. Em caso de derrota, uma destas equipas pode acabar fora das competições europeias;
  9. O Club Atlético de Madrid tem várias dificuldades nas deslocações a Portugal;
  10. Apenas a vitória serve para garantir as aspirações portistas.

JOGADORES A TER EM CONTA

FC Porto Club Atlético de Madrid
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Otávio (FC Porto) – O luso-brasileiro é o talismã deste FC Porto, leva a equipa a pressionar alto, é um jogador que não desiste de uma jogada e não tem medo de fazer falta para travar uma jogada perigosa da equipa adversária. A qualidade de jogo dos dragões depende, e muito, da maneira como o número 25 joga.

Matheus Cunha (Atlético de Madrid) – O jovem de 22 anos está de “pé quente”, segue já com dois golos em dois jogos consecutivos. Esta veia goleadora pode garantir-lhe uma presença no onze inicial.

XI’S PROVÁVEIS

FC Porto: Diogo Costa, Wendell, Mbemba, Cardoso, Corona, Sérgio Oliveira, Vitinha, Luis Díaz, Otávio, Taremi, Evanilson.

Treinador: Sérgio Conceição

“Quando o árbitro apitar, há dois grandes clubes que se vão defrontar. A partir desse momento, o que podem ser os momentos das equipas ou um ou outro lesionado, tudo passará. Importante é o que coletivamente se vai fazer”

Atlético Madrid: Oblak, Lodi, Hermoso, Kondogbia, Llorente, Correa, Koke, De Paul, João Felix, Suárez, Griezmann.

Treinador: Diego Simeone

“É uma equipa extraordinária que tem estado muito bem. Tem um trabalho estruturado, muita gente para recuperar a bola, jogam com intensidade e boa velocidade. É uma equipa muito boa e que cria muito jogo. Parte mais favorito do que todos porque tem mais pontos do que o AC Milan e do que nós”

PREVISÃO DE RESULTADO: FC PORTO 1-0 CLUB ATLÉTICO DE MADRID

Artigo revisto por Joana Mendes

A um Wendell de distância | FC Porto

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Este ano, Sérgio Conceição tem tido problemas evidentes na defesa, nomeadamente no eixo central, devido a algumas lesões e na asa esquerda pela falta de alternativas. Na verdade, alternativas até há, com Wendell a chegar no final do mercado de verão, agora não há é a qualidade que se exige a um clube como o FC Porto.

A época começou a exemplificar isso mesmo com a situação de Zaidu em Famalicão, onde ficou nitidamente mal na fotografia do golo dos famalicenses. O nigeriano, apesar de ter ganho alguma consistência com o passar dos jogos, não deixa de ficar sempre associado aos lances de maior perigo do adversário, como na última partida contra o Vitória SC.

Deste modo, é nítido que o defesa nigeriano, apesar da sua vontade, não tem o nível que os dragões nos tem vindo habituado nos últimos anos, com Álvaro Pereira, Alex Sandro ou Telles. Neste sentido, Sérgio Conceição exigiu e teve nos últimos dias de mercado Wendell, defesa que antes estava ao serviço do Bayer de Leverkusen.

Um claro aumento de qualidade com a chegada de Wendell

Claramente, logos nos primeiros minutos se viu que estávamos perante uma clara melhoria face a Zaidu, tanto a nível defensivo como ofensivo, capítulo que Zaidu deixa muito a desejar, devido aos seus cruzamentos diretos à VCI ou o seu fraco sentido de definição de lances.

Algo que o brasileiro veio trazer alguma esperança, pois o lado esquerdo é claramente mais forte com a sua presença em campo.

Wendell FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Atualmente, o jogador perdeu algum espaço, fruto de uma lesão no jogo em casa contra o AC Milan e desde aí, Sérgio Conceição tem-se servido de Zaidu, porém a insegurança é nítida com o jogador em campo. Além disso, muito do jogo dos adversários, sabendo das debilidades inerentes aquele lado, tendem sempre a tentar criar perigo por esse flanco.

Por isso, não há dúvidas nenhumas de que o jogo do FC Porto fica muito mais solidificado com a presença de Wendell em campo, dado que é mais fiável a defender, bem como oferece muito mais a nível ofensivo, com melhores combinações, com maior envolvimento interior, algo que não é possível com o seu colega de equipa.

Por sua vez, também a nível técnico é algo diferente, mas para melhor, sem querer desconsiderar Zaidu.

Assim, num mês de decisões para o FC Porto, a começar já na terça-feira contra o Club Atlético de Madrid e o duplo confronto com o SL Benfica mais para o final do mês, restam poucas incertezas que os portistas estão a um Wendell de distância de se apresentarem mais fortes em campos.

Os 8 Combates de Wrestling Mais Estranhos de Sempre

O mundo do wrestling pode ser bizarro e este artigo é a prova disso.

Todos as semanas, existem milhares de combates de wrestling e todos os envolvidos fazem tudo o que podem para se conseguirem destacar. Ora os combates que se seguem, certamente atingiram esse objetivo.

Estes são os combates de wrestling mais estranhos de sempre.

Foto de Capa: WWE 

O que tem o treinador português?

Tribuna VIP do bola na rede

Currículo todos os treinadores possuem, já palmarés só alguns… e à boleia das recentes conquistas continentais de Leonardo Jardim (com Nélson Caldeira, António Vieira, José Barros, Diogo Dias e Miguel Moita) numa inédita Champions asiática no Al-Hilal SFC sob a nossa bandeira e de Abel Ferreira (com Vítor Castanheira, Carlos Martinho, João Martins e Tiago Costa) na segunda Libertadores consecutiva ao serviço do verdão, decidi elencar alguns dos alicerces dos competentes trabalhos dos treinadores lusos, por esse Mundo fora.

A LIGA DOS CAMPEÕES ENTRA NUMA FASE DECISIVA COM MUITOS TREINADORES PORTUGUESES ENVOLVIDOS NAS DESCISÕES E, POR ISSO, TODOS OS JOGOS IMPORTAM. APOSTA JÁ NA BWIN.PT!

Tribuna VIP | O treinador português

Ambos os treinadores estarão no Mundial de Clubes que se realiza no próximo mês de Fevereiro de 2022, em Abu Dhabi, na senda de outras históricas conquistas de Artur Jorge e José Mourinho na Europa, Manuel José em África, assim como Jorge Jesus na América do Sul, sendo estes o topo de uma enorme pirâmide qualificada que nos coloca como um dos países que mais técnicos exporta para clubes e seleções nacionais.

T de Táctica adequando a mesma aos jogadores que compõem o plantel, pois mais do que números em dispositivos procuram potenciar as individualidades, em prol de uma ideia de jogo colectiva, trabalhada diariamente.

R de Responsabilidade interligada com o profissionalismo que lhes é reconhecido, assim como a disciplina que colocam nos grupos de trabalho que conduzem, tornando-se já natural e habitual em diferentes patamares competitivos.

E de Estratégia que é sem dúvida um factor já referenciado por muitos e diferenciador para obter resultados e os objectivos definidos aquando das assinaturas dos respectivos contratos.

I de Inteligência na leitura do jogo e todas as vicissitudes, na antecipação de cenários e resolução dos mesmo no decorrer dos 90 minutos, algo que se torna vital na constante evolução da modalidade.

N de Nação contribuindo para elevar e colocar no mapa do mundo futebolístico o nosso país, abrindo portas para outros treinadores fazerem carreira além fronteiras, daí o número ter tendência para aumentar.

A de Adjuntos essenciais no quotidiano e peças fundamentais para o sucesso colectivo, onde com o seu trabalho invisível auxiliam a quem dá a cara e decide, num trabalho de equipa onde a delegação de tarefas é cada vez mais evidente.

D de Dinâmicas evidentes na forma de jogar, sem esquecer o contexto onde se inserem e com a maior brevidade se procuram adaptar em prol do sucesso colectivo. Numa relação com os atletas, staff e todas as pessoas que diariamente estão perto de uma equipa de futebol.

O de Organização além do trabalho de campo são frequentemente solicitados para auxiliar/contribuir para a melhoria dos projectos dos clubes em outros sectores estruturais, além da toda a preparação dos treinos, observação de jogos e adversários, assim como no recrutamento ao nível do scouting.

R de Rigor ao nível da gestão de recursos e permanente comunicação para dentro e fora do balneário, com tomadas de decisão a todos os níveis, procurando fazer parte da solução em detrimento de criar problemas.

Para o ano há mais… títulos e artigos!

Manchester United FC | As 5 principais mudanças para a nova era

Ontem, assistimos à magra vitória do Manchester United FC na receção ao Crystal Palace FC (1-0), naquela que foi a estreia do técnico interino Ralf Rangnick no banco dos “Red Devils”. O alemão vai ficar até ao final da época e vai dar inputs novos à equipa.

Desde já se observaram várias mudanças na estruturação da equipa em campo, nas dinâmicas e na forma de pressionar. Vamos, então, analisar algumas dessas mudanças.

Futsal | Portugal novamente no topo da Europa!

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O futsal português já deixou de ser um dos países emergentes para se afirmar como um dos maiores colossos a nível planetário e Europeu, mais especificamente.

Pela segunda vez na história, depois do ano de 2011, voltamos a ter duas equipas na final four que, como o nome indica, terá quatro equipas a lutar pelo principal troféu a nível continental, a Liga dos Campeões de Futsal da UEFA.

Depois de duas vitórias relativamente tranquilas nos dois primeiros jogos, foi preciso sofrer um pouco mais no terceiro e último duelo, mas a história está feita e isso é o que mais importa.

Para concretizar um objetivo, dado que ambas as equipas eram as favoritas a passar nos seus grupos, realizados nos seus pavilhões em Lisboa, SL Benfica e Sporting CP tiveram que ultrapassar, respetivamente, Haladas VSE (Hungria, 8-3), Uragan Ivano-Frankovsk (Ucrânia, 4-0) e UD Levante (Espanha,3-2) e MNK Olmissum (Croácia, 3-1), Hovocubo (Países Baixos, 8-2) e Sinara Yekaterimburg (Rússua, 1-1).

Como o resultado indica, e eu tive o cuidado de colocar os jogos por ordem de realização, e as organizações optaram por ordenar os adversários por ordem crescente de dificuldade, contando que o apuramento se iria discutir entre Levante e as águias e entre leões e o Sinara, este dois últimos rivais seriam, na teoria, os adversários mais complicados nas contas do apuramento.

Apesar da grande surpresa logo no primeiro dia no grupo encarnado, com a vitória do Uragan sobre os espanhóis do Levante (5-3), o adversário do país vizinho foi aquele que criou mais dificuldades e problemas aos comandados de Pulpis que conseguiram o pleno de vitórias nesta ronda de Elite e seguiram para a ronda final que reúne as quatro melhores formações europeias em local a defini.

De referir que é o regresso a esta fase desde a época de 2015/16, ou seja, é a estreia do clube encarnado na final four desde que a prova mudou de nome para Liga dos Campeões de Futsal, em 2020/21 esteve na final eight, mas foi logo eliminado nos quartos-de-final, logo não esteve entre os quatro melhores.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bem mais habituado a estes patamares nestes últimos anos, o Sporting CP, campeão em título, também segue em frente na competição, mas não conseguiu o pleno de vitórias, pois o derradeiro jogo acabou com um empate com a equipa do Sinara, divisão de pontos que não prejudicou o objetivo principal de avançar para a ronda decisiva, que os verde e brancos só falharam, com a denominação atual, em 2019/20.

Para completar o lote de equipas que seguem para esta fase, mais dois nomes de peso e cujo nome é bem reconhecido no mundo do futsal.

Na Rússia, apurou-se a equipa organizadora desta fase, o FK Tyumen, dos quatro apurados a única equipa que nunca ganhou esta prova anteriormente, tendo chegado ao quarto lugar em 2019/20, deixando para trás os cazaques do Kairat Almaty, os franceses do ACCS e os bielorussos do Viten Orsha.

Na República Checa, na cidade de Plzen, é o único emblema de futsal que não segue em frente, embora obviamente neste caso era algo expectável: passou o FC Barcelona, ficando pelo caminho os checos do SK interobal Plzen, os eslovenos do FK Dobovec e os belgas do Halle Gooik.

Promete ser uma ronda apaixonante, como sempre, mas ainda teremos que esperar até finais de Abril e início de Maio(28 ou 29 de Abril as meias-finais e 30 de Abril ou 1 de Maio a final e o 3º e 4º lugares).

Entretanto, ainda haverá muito futsal pelo meio, com a realização das provas nacionais e o Euro 2022 logo no mês de Janeiro, onde defendemos o título conquistado em 2018.