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GP EUA: Max Verstappen, o Ranger do Texas

A CORRIDA: NO RANCHO DE COTA, MAX FOI O MELHOR COWBOY

400 mil pessoas assistiram, no Circuito das Américas, ao 17.º capítulo do Mundial de Fórmula 1. Depois de Max Verstappen ter conquistado a pole position na qualificação, cresceu ainda mais a água na boca para o que poderia ser a nova página da batalha com Lewis Hamilton. O livro está longe de estar acabado.

O arranque prometia um elevar das cadeiras por parte dos fãs e não desiludiu. Lewis Hamilton reagiu mais rapidamente no apagar dos semáforos e, na primeira curva, assumiu a dianteira da corrida. Max Verstappen saiu um pouco da pista e só viu o rival a passar-lhe pelo lado esquerdo, sem capacidade de conquistar a posição durante as primeiras voltas.

O ritmo dos dois da frente era demasiado rápido para os restantes 18 carros. O único a conseguir manter-se na roda da frente era o mexicano da Red Bull, Sérgio Pérez, mas, mesmo assim, estava algumas vezes a mais de cinco segundos. A corrida entre os dois primeiros era algo à parte.

Um pouco mais atrás, existia a luta pelos lugares um pouco mais abaixo no Campeonato de Construtores, mais concretamente o terceiro e o quarto. A sanduíche entre a McLaren e a Ferrari era uma prova à parte, que o monegasco Charles Leclerc liderou para a Scuderia italiana e foi dono e senhor do quarto lugar.

Muito cedo, as equipas começaram a chamar os pilotos para a primeira paragem nas boxes. Na dianteira, foi a Red Bull a primeira a parar, primeiro com Max Verstappen e, logo depois, com Sérgio Pérez. Seguiu-se um undercut, como mandam os livros, visto que Hamilton parou algumas voltas depois. Assim, o leão holandês tornou-se o líder do Grande Prémio dos Estados Unidos da América.

Durante uma fase mais calma da corrida, a realização deu espaço à visualização de outras batalhas. O espanhol Fernando Alonso foi protagonista de duelos “quentinhos” com os dois Alfa Romeo, Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi.

Primeiro foi vítima de um toque com Kimi Raikkonen e, pouco depois, lutou pela posição com o finlandês. Pelo meio, também se assistiu ao abandono de Pierre Gasly, da Alpha Tauri, com um problema na suspensão. As características do asfalto de COTA fizeram a primeira vítima.

Depois da segunda paragem para a maioria dos atletas, foi tempo de assistir a mais uma batalha que marcou o Grande Prémio. Daniel Ricciardo, da McLaren e Carlos Sainz Jr., da Ferrari, lutavam pelo quinto lugar da corrida. Se o espanhol da equipa italiana conseguisse ultrapassar o australiano, a Ferrari passava para o quarto lugar do Mundial de Construtores.

As voltas passaram, mas o lugar ficou mesmo para o carro número três. Pior ficou Sainz quando percebeu que padecia de um problema na asa dianteira, que o atrasou ainda mais. Ciente das dificuldades do piloto da frente, foi hora de Valtteri Bottas aproveitar e “roubar” o sexto lugar.

Neste caso, o melhor do Grande Prémio fica para o final da crónica. Peter Bonnington avisou Hamilton: “A corrida vai se decidir nas últimas três voltas”. Max tinha parado primeiro e Lewis tinha vantagem com pneus menos desgastados. As voltas eram completas, o final da corrida ficava mais próximo e Hamilton parecia conseguir ultrapassar Verstappen.

O som ambiente no Circuito das Américas foi menos intenso durante alguns minutos, devido à tensão do momento. O leão holandês manteve a liderança com unhas e dentes e manteve Lewis Hamilton fora da zona de DRS em momentos fulcrais. Quando Max Verstappen avançou até às últimas curvas, já se cantava vitória.

No momento em que o carro número 33 da Red Bull Racing passou a reta da meta, o fogo de artifício nos céus texanos confirmou a oitava vitória na temporada. Os 25 pontos conquistados, em relação aos 18 de Hamilton, permitiram que Verstappen aumentasse a vantagem na dianteira do Mundial de Pilotos em 12 pontos.

Quando se assistiu ao melhor arranque de Lewis Hamilton, poucos esperavam que também desse início a uma das melhores corridas da temporada.

A verdade é que os corações dos fãs de Fórmula 1 bateram, mais uma vez, muito rápido devido à emoção de um Grande Prémio. Felizmente, estas batalhas são frequentes, algo que é muito apreciado pelo lado dos espectadores.

Agora, o paddock é desmontado do solo americano e o pensamento já está no México e no Autódromo Hermanos Rodríguez. Entre 5 e 7 de novembro, espera-se mais um combate entusiasmante num circuito que é, na teoria, mais favorável aos monolugares da RedBull, mas tudo pode acontecer. Que os dias passem rápido!

Foto de Capa: Red Bull Racing

FC Internazionale Milano 1-1 Juventus FC: “Derby d’Italia” com empate tardio

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A CRÓNICA: FALTOU O INTER MATAR O JOGO, MAS SURGIU UM DYBALA COM GARRA

E o “Derby d’Italia” foi o cartaz da jornada nove da Liga Italiana. Tanto o FC Internazionale Milano como a Juventus FC vinham para este encontro com uma vitória nos últimos jogos que disputaram para a Liga dos Campeões. Posto isto, esperava-se um duelo intenso entre dois históricos.

O primeiro susto veio de um remate de Morata perto dos dez minutos iniciais da partida. Na segunda bola, o avançado espanhol rematou e Handanovic conseguiu uma defesa apertada, perante os centrais do Inter, prontos a defender a recarga de Alex Sandro.

Com a equipa de Massimiliano Allegri a tentar pressionar, foram os nerazzuri a chegar primeiro ao golo. Hakan Calhanoglu rematou “à lei da bomba”, fora da grande área e o esférico acabou por bater na trave. No entanto, Dzeko estava no sítio certo à hora certa e, na recarga, à passagem do primeiro quarto de hora, inaugurou o marcador neste jogo entre históricos.

O Inter foi, sem dúvida alguma, mais perigoso do que a Juventus no decorrer da primeira parte, onde o jogo esteve partido entre o meio-campo e a grande área de Szcesny. Esperava-se uma vecchia signora mais resistente e fortuita na segunda parte.

As entradas de Chiesa e Dybala vieram mexer com um jogo que os comandados de Simone Inzaghi não quiseram “matar” por não concretizar o segundo golo durante o tempo que pressionou durante a primeira parte.

Os bianconeri pressionaram totalmente a equipa adversária, encostando-a “às cordas”. O Inter começou a jogar no contra-ataque e no erro da turma de Allegri. Inzaghi tentou combater as substituições com a entrada de Sanchéz, aprimorando a organização de jogo.

Pediu-se grande penalidade, e o árbitro Maurizio Mariani confirmou no vídeoárbitro a alegada mão de Dumfries na bola aos 88 minutos. Na sequência deste lance, o técnico Simone Inzaghi foi admoestado com cartão vermelho, sendo obrigado a abandonar a zona técnica. Paulo Dybala foi chamado ao dever, converteu a grande penalidade e empatou o marcador, durante o período de tempo em que a Juventus esteve por cima no encontro (muito devido ao argentino).

Mesmo com o Inter a jogar no erro, não houve espaço para uma decisão diferente da do empate no marcador no Giuseppe Meazza no “Dérbi d’Itália”. Dividem-se assim os pontos entre Inter e Juventus.

 

A FIGURA

Paulo Dybala – Entra no terreno de jogo aos 65 minutos, converte a grande penalidade já perto dos 90 minutos, mas inverte o rumo do jogo durante esse período de tempo. Se a Juventus sai do Giuseppe Meazza com o empate, deve-o e muito a Paulo Dybala.

 

O FORA DE JOGO

Denzel Dumfries – Sem contar com a grande penalidade cometida, Denzel Dumfries acabou por não entrar bem no jogo. Inzaghi apostou no jovem de 25 anos em jeito de resposta às entradas de Dybala e Chiesa no encontro, mas o resultado acabou por ser o contrário do desejado.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC INTERNAZIONALE MILANO

Simone Inzaghi apostou no habitual 3-5-2, com a marcação com linhas mais defensivas e o uso da ligação direta e força do meio-campo.

Handanovic permaneceu entre os postes, com a defesa compostas pelos três jogadores a que Inzaghi já habituou: Skriniar, de Vrij e Bastoni. No meio-campo, Calhanoglu e Barella atuaram para dar a verticalidade, enquanto Darmian e Perisic davam profundidade nas alas. Na frente de ataque, restaram Dzeko e Lautaro Martínez.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Handanovic (6)

Milan Skriniar (7)

Stefan de Vrij (7)

Alessandro Bastoni (7)

Matteo Darmian (7)

Nicolo Barella (6)

Marcelo Brozovic (7)

Hakan Calhanoglu (8)

Ivan Perisic (6)

Edin Dzeko (7)

Lautaro Martínez (6)

SUBS UTILIZADOS

Roberto Gagliardini (6)

Denzel Dumfries (5)

Alexis Sanchéz (6)

Matías Vecino (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC

Massimiliano Allegri voltou a apostar num 4-4-2, apesar de ter sido um jogo coletivo bastante retraído até às entradas de Paulo Dybala e Chiesa.

Szczesny voltou a ser o guardião eleito, com Chiellini e Bonucci a permanecerem na zona central da defesa. Alex Sandro e Danilo voltaram às laterais. Álvaro Morata e Kulusevki tomaram rédeas do ataque.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Szczesny (6)

Alex Sandro (6)

Giorgio Chiellini (7)

Leonardo Bonucci (7)

Danilo (6)

Federico Bernardeschi (5)

Weston McKennie (6)

Manuel Locatelli (6)

Juan Cuadrado (7)

Dejan Kulusevksi (5)

Álvaro Morata (6)

SUBS UTILIZADOS

Rodrigo Bentancur (7)

Federico Chiesa (6)

Paulo Dybala (8)

Kaio Jorge (6)

Arthur (6)

Olympique de Marseille 0-0 Paris Saint Germain FC: Zero golos, muito futebol

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A CRÓNICA: “LE CLASIQUE” INTERESSANTE, FRENÉTICO E MUITO INTENSO

Este domingo foi sinónimo de bom futebol. E nada melhor que terminar com mais um clássico: Olympique de Marseille contra Paris Saint-Germain FC.

Ambas as equipas entraram em jogo muito bem organizadas taticamente, deixando pouco espaço de criação nos primeiros instantes. No entanto, a intensidade aumentava exponencialmente a cada segundo e as oportunidades de perigo batiam à porta, inclusive dois golos anulados em 20 minutos (um para cada lado).

Mesmo sem golos, foi uma primeira parte muito calorosa e agradável de se ver dentro das quatro linhas, porque fora o cenário foi diferente. O comportamento de alguns adeptos do Marseille foi inaceitável, especialmente nos pontapés de canto do PSG. Estiveram constantemente a atrapalhar os jogadores parisienses com uma chuva de papéis e garrafas e um concerto de assobios, principalmente quando Neymar Jr. tocava no esférico. E voltou a acontecer no segundo tempo.

Aos 57 minutos, a equipa de Mauricio Pochettino ficou reduzida a dez jogadores, com a expulsão de Achraf Hakimi que impediu a progressão isolada de Cengiz Under. Ainda assim, 25 remates depois, nenhuma das equipas conseguiu marcar e chegar ao golo da vitória. Partida terminada e o Olympique de Marseille sobe ao quarto lugar, ao passo que o PSG mantém a liderança do campeonato francês. Um resultado final tímido de 0-0 com um conteúdo futebolístico riquíssimo ao longo dos 90 minutos.

 

A FIGURA

William Saliba – Vamos ser diretos, que grande jogo de Saliba! Na minha opinião, o destaque vai para o central francês pelo seu enorme contributo na defesa do Olympique de Marseille, impedindo inúmeras vezes a progressão do quarteto fantástico do PSG. Honestamente, toda a linha defensiva esteve muito bem, à semelhança de Dimitri Payet, também ele um dos melhores jogadores em campo esta noite.

 

O FORA DE JOGO

Comportamento de alguns adeptos do Olympique de Marseille – Grande jogo de futebol, péssimos adeptos. Alguns deles, obviamente. Nem parecia que estávamos perante um jogo de Liga Francesa. Para mim, este tipo de comportamento é inaceitável, até chegou a interromper a partida na primeira parte. Isto não é futebol e não podemos aceitar estas atitudes. O futebol é muito mais que isto…

 

ANÁLISE TÁTICA – OLYMPIQUE DE MARSEILLE

O conjunto de Jorge Sampaoli foi à procura de pontos com um sistema tático de 4-2-3-1. No decurso da partida, defenderam em 4-4-2 com a linha defensiva praticamente colada à linha média, fechando muito bem o jogo interior do Paris Saint-Germain FC. No meio campo, foi confiado a Boubacar Kamara a função de médio defensivo, enquanto Mattéo Guendouzi conduzia e distribuía muito bem a bola com auxílio de Dimitri Payet, um dos principais criadores. Entretanto, Cengiz Under e Pol Lirola ocupavam as faixas laterais e Arkadiusz Milik era o último homem da frente. Chegou até a marcar golo, mas foi invalidado por fora-de-jogo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Pau López (7)

Luan Peres (7)

Duje Caleta-Car (7)

William Saliba (8)

Valentin Rongier (7)

Boubacar Kamara (6)

Mattéo Guendouzi (6)

Pol Lirola (7)

Dimitri Payet (8)

Cengiz Under (6)

Arkadiusz Milik (6)

SUBS UTILIZADOS

Gerson (7)

Pape Gueye (6)

Ahmadou Bamba Dieng (6)

Konrad de la Fuente (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – PARIS SAINT-GERMAIN FC

Com Danilo Pereira e Nuno Mendes no onze inicial, a equipa parisiense enfrentou o Olympique de Marseille num 4-2-3-1. A sua estratégia passava por uma circulação de bola e ataque rápido, passes entrelinhas e em rotura muito explorados por Lionel Messi e Ángel Di Maria para Neymar e, sobretudo, Kylian Mbappé. Contudo, não conseguiram chegar ao golo e a expulsão de Hakimi não veio facilitar. Os 90 minutos esgotam-se e a partida termina empatada.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Keylor Navas (6)

Nuno Mendes (7)

Presnel Kimpembe (7)

Marquinhos (7)

Achraf Hakimi (5)

Danilo Pereira (6)

Marco Verratti (6)

Neymar (6)

Lionel Messi (7)

Ángel Di María (6)

Kylian Mbappé (6)

SUBS UTILIZADOS

Thilo Kehrer (6)

Idrissa Gueye (6)

Georginio Wijnaldum (6)

FC Vizela 0-1 SL Benfica: Rafa decide no último suspiro

A CRÓNICA: ENCARNADOS NÃO DESATARAM O NÓ ATÉ AOS 98 MINUTOS

A jornada nove da Primeira Liga portuguesa ditou a visita do SL Benfica ao reduto do recém-promovido FC Vizela, equipa que frente aos encarnados não conhece outro sabor sem ser o da derrota. As equipas não se encontram no campeonato desde 13 de janeiro de 1985, quando o FC Vizela foi goleado na Luz por 5-1.

O jogo iniciou-se e não tivemos de esperar muito tempo para vermos as primeiras oportunidades, quer de um lado quer do outro. Primeiro, excelente jogada do SL Benfica, que acabou com Yaremchuk a servir Darwin na perfeição, mas o uruguaio, que até passou pelo guarda-redes, demorou muito tempo a decidir e acaba por errar o passe para Grimaldo.

Logo no minuto seguinte, na sequência de um contra-ataque, o FC Vizela chegou à frente, apertou Odysseas, obrigando o grego a errar e deixar a bola à mercê de Samu, que acaba por falhar na cara do guardião.

A segunda oportunidade da equipa vizelense iria chegar aos 25 minutos, após uma jogada pela esquerda, a bola chega a Marcos Paulo que encontra Samu solto na área e o médio vizelense obriga Ody a uma defesa complicada.

Aos 31, chegou também a segunda chance do SL Benfica chegar à vantagem, quando Diogo Gonçalves rematou potentíssimo para a baliza vizelense, valeram os reflexos de Charles.

A cinco minutos do final da primeira parte, ainda tivemos um belíssimo remate de Mendez, que Odysseas defendeu para a frente e Igor Julião não consegue dar a melhor sequência ao lance.

A segunda parte começou e a equipa do SL Benfica veio diferente do intervalo, tentando empurrar desde cedo os vizelenses às cordas. Ao minuto 51, a primeira grande oportunidade do segundo tempo. Investida de Diogo do lado direito, cruzamento picado ao segundo poste e Darwin a avisar Charles, obrigando-o a uma defesa difícil.

À passagem do minuto 62, o FC Vizela tem uma oportunidade de ouro para inaugurar o marcador. Recuperação de bola alta no terreno, Schettine fica na cara do guarda-redes, atrapalha-se com a bola e serve Nuno Moreira, que remata contra um adversário.

O SL Benfica até iria colocar a bola no fundo das redes, ao minuto 81, mas Rafa, o homem que fez o golo, estava em posição irregular. As águias, já perto do minuto 90, tiveram duas oportunidades perigosas, as duas com os mesmos protagonistas. Primeiro é Radonjic a amortecer para remate à figura de Taarabt e depois foi o marroquino que cruzou para o sérvio rematar para nova defesa de Charles.

E foi no último suspiro. Variação para o corredor direto benfiquista, onde Pizzi recebeu e cruzou rasteiro para Rafa decidir a partida, já no minuto 90+8. O SL Benfica, que teve muitas dificuldades, durante toda a partida, sai assim vencedor desta deslocação difícil ao terreno do FC Vizela.

 

A FIGURA

Rafa tem sido o principal agitador do SL Benfica
Rafa tem sido o principal agitador do SL Benfica e hoje deu a vitória aos encarnados
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Rafa – Simplesmente decisivo. Não foi o jogo em que desequilibrou mais nem em que teve a sua melhor exibição, mas decide a partida já muito perto dos 100 minutos. Menção honrosa para Marcos Paulo que faz um jogo de um nível estratosférico.

 

O FORA DE JOGO

Darwin voltou a passar ao lado do jogo do SL Benfica
Darwin voltou a passar ao lado do jogo
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Darwin – Não foi um jogo feliz para o uruguaio. Teve nos pés (e na cabeça) as melhores oportunidades do SL Benfica, mas não conseguiu finalizar. Na segunda parte não apareceu ao jogo, não sendo sequer solicitado pelos seus colegas.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC VIZELA

O FC Vizela apresentou-se no 4-3-3 habitual, com Samu com mais liberdade do que Marcos Paulo e Claudemir no meio-campo. Álvaro Pacheco mudou algumas peças, principalmente no eixo defensivo, entrando Igor Julião e Aidara no onze, para os lugares de Koffi e Bruno Wilson. Entrou também Mendez para o lugar do lesionado Zohi.

Numa primeira fase de construção, o FC Vizela primou por sair apoiado pelos centrais, com os laterais não muito projetados a serem solução. Nenhum dos médios fazia uma linha de três para sair a jogar, mas ambos os médios mais recuados apareciam numa fase posterior a dar linha de passe, quer aos centrais, quer aos laterais. Num segundo momento, o FC Vizela tentou servir Schetinne na profundidade ou encontrar Samu entre linhas.

Sem bola, o Vizela esteve organizado e foi perigoso em praticamente todas as situações que recuperou a bola e conseguiu sair apoiado em transição.

 11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Charles (6)

Ivanildo (7)

Aidara (5)

Igor Julião (5)

Kiki (6)

Marcos Paulo (8)

Claudemir (6)

Samu (7)

Mendez (6)

Nuno Moreira (7)

Schettine (6)

SUBS UTILIZADOS

Kiko (5)

Zag (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O SL Benfica apresentou-se no seu habitual 3-4-3 e com praticamente todos os elementos que têm feito parte do 11 mais regular dos encarnados no campeonato. Linha de três centrais, com Grimaldo e Diogo Gonçalves abertos nos corredores laterais. João Mário e Weigl tomaram conta do meio-campo. Darwin e Rafa no apoio a Yaremchuk, em constantes trocas e a jogarem muito por dentro.

Numa primeira fase de construção, o SL Benfica tentou sair pelos centrais, tentando atrair o FC Vizela, que hoje não jogou num bloco muito alto, para depois ter algum espaço na zona interior do terreno, sendo João Mário e Weigl as principais soluções para, numa fase seguinte, levar o jogo para a frente.

Sem bola, o SL Benfica abordou o jogo numa pressão média/alta, porém teve algumas dificuldades em conter as transições ofensivas do Vizela, muitas vezes por falta de velocidade a chegar perto do adversário.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Odysseas (5)

Verissimo (6)

Vertonghen (5)

Otamendi (5)

Grimaldo (5)

Diogo Gonçalves (6)

João Mário (6)

Weigl (6)

Darwin (4)

Rafa (8)

Yaremchuk (5)

SUBS UTILIZADOS

Radonjic (6)

Gonçalo Ramos (4)

Everton (5)

Pizzi (6)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Vizela

BnR:  Depois de uma boa primeira parte, o Vizela teve um início de segunda parte bastante complicado, com o Benfica a entrar com tudo e a obrigar o Vizela a baixar linhas e a recuar no terreno. Entretanto, a sua equipa equilibrou forças e demonstrou uma grande qualidade até ao fim, mas acha que esse desgaste no início de primeira parte foi decisivo para a falta de discernimento na parte final da partida?

Álvaro Pacheco: Concordo plenamente. Falamos disso ao intervalo e sabíamos que o Benfica ia entrar forte na segunda parte, e também sabíamos que se não fizessem golos no início iriam ficar intranquilos e expor-se mais ao erro. Identificamos o espaço na profundidade e atrás dos médios e tentamos explorar isso. Depois não conseguimos chegar ao golo e num escorregão eles chegam ao golo.

SL Benfica

Jorge Jesus: Não foi possível fazer pergunta a Jorge Jesus.

AS Roma 0-0 SSC Napoli: Líder travado na visita à capital

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AS Roma empata a zero contra Napoli, artigo do bola na rede

A CRÓNICA: EMPATE SATISFEZ OS DOIS LADOS

O Estádio Olímpico de Roma foi o palco da partida entre a AS Roma, de José Mourinho, e o SSC Napoli, a contar para a nona jornada da Liga Italiana.

Os napolitanos chegavam a este encontro como a única equipa com o registo totalmente vitorioso no campeonato, enquanto os romanos traziam o ego bastante ferido depois da humilhação a meio da semana (perderam 6-1 frente ao FK Bodø/Glimt, para a Liga Conferência). AS Roma

Numa primeira parte em que existiram poucas oportunidades de golo, com apenas um remate enquadrado com as balizas, pertenceu a Tammy Abraham a melhor de todas, ao ser isolado por Cristante, mas a enviar a bola ao lado da baliza de Ospina.

Já no segundo tempo, o Nápoles manteve a vantagem nos números da posse de bola, sobretudo nos primeiros 15 minutos. Esta superioridade quase se materializou à passagem da hora de jogo, mas Osimhen não foi capaz de desviar a assistência de Di Lorenzo para golo, muito fruto da intervenção de Mancini e Ibañez que acabaram por chocar com o poste.

Até final, poucos foram os pontos de interesse num jogo que se tornou algo quezilento. Osimhen voltou a tentar e até colocou a bola na baliza, mas o golo foi anulado por fora de jogo.

O empate a zeros permaneceu e, assim, o Nápoles regressa ao primeiro lugar da tabela de forma a isolada, com mais um ponto do que o AC Milan. Já a Roma, fica no quarto lugar, à espera do que fará a Juventus FC no jogo com o FC Internazionale Milano. AS Roma

 

A FIGURA

Bryan Cristante – Muito seguro no meio-campo, descobriu de forma brilhante Abraham no primeiro tempo, mas o inglês falhou a oportunidade. Esteve bem no capítulo defensivo, ganhando duelos e bloqueando as ofensivas adversárias, sobretudo na segunda parte.

O FORA DE JOGO

Victor Osimhen – Dispôs de várias oportunidades para marcar, mas o certo é que não foi capaz de mostrar a veia goleadora que todos sabemos que tem. Se estivesse nos seus dias, o Nápoles teria mantido o seu registo totalmente vitorioso no campeonato.

ANÁLISE TÁTICA – AS ROMA

José Mourinho alinhou a formação romana em 4-2-3-1, com Tammy Abraham solto na frente de ataque. No meio-campo, Veretout e Cristante protegiam as costas dos três médios mais ofensivos: Zaniolo, Pellegrini e Mkhitaryan. AS Roma

No setor defensivo, Viña e Karsdorp deram garantias nas laterais, ao mesmo tempo que aproveitavam para subir ao ataque “à vez”.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rui Patrício (6)

Rick Karsdorp (6)

Gianluca Mancini (6)

Roger Ibañez (6)

Matias Viña (6)

Bryan Cristante (7)

Jordan Veretout (6)

Nicolò Zaniolo (6)

Lorenzo Pellegrini (6)

Henrikh Mkhitaryan (5)

Tammy Abraham (6)

SUBS UTILIZADOS

Stephan El Shaarawy (5)

Eldor Shomurodov (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – SSC NAPOLI

Os napolitanos apresentaram-se no Olímpico de Roma em 4-3-3. No tridente do meio-campo, Zielinski era o elemento mais adiantado, com Anguissa e Fabian Ruiz a proteger as costas do polaco. AS Roma

Na frente de ataque, o goleador Osimhen foi suportado pela velocidade de Politano e, sobretudo, de Insigne, que descaíram das alas para o meio por várias vezes.

11 INCIAL E PONTUAÇÕES

David Ospina (6)

Giovanni Di Lorenzo (6)

Amir Rrahmani (6)

Kalidou Koulibaly (6)

Mário Rui (6)

Zambo Anguissa (6)

Fabian Ruiz (6)

Piotr Zielinski (6)

Matteo Politano (6)

Lorenzo Insigne (6)

Victor Osimhen (5)

SUBS UTILIZADOS

Elif Elmas (5)

Hirving Lozano (5)

Dries Mertens (5)

AS Roma

Manchester United FC 0-5 Liverpool FC: Reds destroem red devils em show de Salah

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A CRÓNICA: UM RESULTADO HISTÓRICO COM SHOW DE SALAH

O Manchester United FC recebeu o Liverpool FC, em Old Trafford, em partida a contar para a nona jornada da Liga Inglesa, num dos mais aguardados e intensos dérbis europeus.

O encontro começou de forma muito animada, com oportunidades para ambos os lados nos minutos iniciais, mas foi mesmo o Liverpool FC, por intermédio de Naby Keita, a abrir o marcador, à passagem do minuto cinco. Os reds não tiraram o pé do acelerador e voltaram a faturar, desta feita por Diogo Jota, ao minuto 14.

O Manchester United FC ia mostrando dificuldades, tanto em ferir, como em conter o adversário e acabou mesmo por sofrer o terceiro, ao minuto 38, com Mohammed Salah a fazer o gosto ao pé. Já em tempo de descontos da primeira parte, Salah afundou ainda mais os red devils, apontando o quarto da sua formação e bisando na partida.

No segundo tempo, o Liverpool não demorou mais do que quatro minutos a voltar a encontrar as redes da baliza defendida por de Gea, com Salah a completar o hat-trick no encontro, à passagem do minuto 49. Três minutos depois, os anfitriões conseguiram reduzir, através de Ronaldo, num golo de belo efeito, mas o tento acabou por ser invalidado pelo VAR.

E se as coisas já não estivessem a correr mal o suficiente para os red devils, à passagem do minuto 61 sofreram um revés ainda maior com a expulsão de Paul Pogba, que estava em campo há 16 minutos. Ao minuto 83, Cavani ainda mandou uma bola à barra da baliza de Alisson, com este a ser o lance de maior perigo criado pelos red devils em todo o segundo tempo.

Assim, com este esclarecedor triunfo, o Liverpool sobe ao segundo posto da tabela classificativa, a um ponto do Manchester City FC – primeiro classificado -, enquanto o Manchester United se mantém no sétimo lugar.

A FIGURA
Salah
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Mohammed Salah – O avançado egípcio está a fazer uma temporada absolutamente mágica, com exibições e números estratosféricos, aos quais juntou mais três golos e uma grande exibição neste encontro.

O FORA DE JOGO

Paul Pogba – O médio francês entrou ao intervalo para anular a clara desvantagem numérica que os red devils iam sofrendo no meio-campo, mas os 15 minutos que esteve em campo foram suficientes para deixar a sua equipa com uma desvantagem ainda maior, após a sua expulsão.

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC

Os comandados de Ole Gunnar Solskjær perfilaram-se em campo num sistema tático de 4-2-3-1, com Cristiano Ronaldo a ser a principal referência atacante. Os red devils foram uma autêntica nódoa a nível tático neste encontro, principalmente no primeiro tempo, período no qual sofrearam o maior número de golos.

Umas das maiores razões deste descalabro tático e consequente goleada sofrida, esteve a constante desvantagem numérica que a formação da casa teve no meio-campo, algo que acabou por ser fatal tanto defensiva, como ofensivamente. Um problema que se agravou ainda mais com a expulsão de Pogba e que não mais viu uma efetiva resolução.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

de Gea (5)

Wan-Bissaka (6)

Lindelöf (5)

Maguire (6)

Shaw (6)

McTominay (7)

Fred (6)

Greenwood (6)

Fernandes (6)

Rashford (6)

Ronaldo (6)

SUBS UTILIZADOS

Pogba (4)

Cavani (6)

Dalot (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – LIVERPOOL FC

A formação orientada por Jürgen Klopp alinhou num dispositivo tático base em 4-3-3. O trio Salah-Firmino-Jota foi uma constante dor de cabeça para a defensiva adversária, mas a chave do encontro esteve na superioridade numérica que os reds conseguiram criar no meio-campo. Com uma eficácia soberba e com um Salah estonteante, a vitória neste encontro, ainda que por números tão expressivos, assenta que nem uma luva à formação visitante.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Alisson (7)

Alexander-Arnold (8)

Konaté (7)

Van Dijk (7)

Robertson (7)

Keita (8)

Henderson (8)

Milner (6)

Salah (9)

Firmino (7)

Jota (8)

SUBS UTILIZADOS

Jones (6)

Chamberlain (7)

Mané (6)

SALAH

FC Barcelona 1-2 Real Madrid CF: Qualidade merengue afunda culés na sua própria crise

A CRÓNICA: REAL MADRID DA AULA DE CONTRA-ATAQUE E DERROTA BARCELONA EM PLENO CAMP NOU LOTADO

O primeiro El Clásico após a era Messi na Catalunha, começou com a posse de bola do FC Barcelona. A pressão inicial significou muito para a recuperação da posse da bola para os mandantes, enquanto o Real Madrid CF apenas estudava as melhores saídas de jogo.

A primeira grande oportunidade veio através de uma bela jogada individual de Vinicius Junior. Enquanto o relógio marcava 20 minutos de jogo, o avançado merengue meteu a bola entre as pernas de Mingueza e ainda passou por outro defensor que apenas impediu Vinicius com um toque na grande área. Mesmo assim, o árbitro não entendeu como penálti e mandou o jogo seguir.

Em seguida, a resposta do Barcelona veio. Depay puxou um contra-ataque ao ganhar na velocidade de Militão e passou para o outro lado do campo para Dest, que livre na grande área jogou a bola por cima da baliza, perdendo uma incrível oportunidade para o Barcelona.

Por volta dos 30 minutos da primeira etapa, enquanto o Barcelona permanecia com a posse da bola, o defensor austríaco recuperou a bola e começou um contra-ataque. Em meio a isso, a bola passou nos pés de Casemiro, Benzema, Vini Junior até finalizar no mesmo jogador que começou a trama. David Alaba livre pelo lado esquerdo que arremata forte no canto da baliza sem oportunidades para Ter Stegen.

A vitória parcial encerrou a primeira parte do jogo. Enquanto o Barcelona permanecia com a bola, os contra-ataques puxados principalmente por Vinicius Junior encaminharam as principais e mais perigosas oportunidades do jogo.

Para o segundo tempo, o jogo ganhou em velocidade e volume de jogo. Principalmente por parte do Barcelona, que progrediu no aumento de volume de jogo, entretanto, a qualidade no passe e no remate final impediram que o equipa da casa jogasse a bola no fundo das redes.

A partir dos 70 minutos, o Real Madrid fechou as linhas de jogo, formando uma tática reativa preparada para o contra-ataque. De forma contrária, os donos da casa necessitando do resultado mantinham o controlo da bola.

O jogo nos últimos minutos ganhou em emoção. Aos 94 minutos, o Barcelona pressionava com total força, e após falhar uma oportunidade em que Piqué, no ataque, distribuiu a bola para Depay que jogou para Coutinho, que não aproveitou. Ao mesmo tempo, em que Carvajal afastou a bola, e Asensio puxou o contra-ataque levou aproveitou da ausência de Piqué na defesa. O espanhol rematou, mas Ter Stegen ainda defendeu, mesmo assim Lucas Vázquez aproveitou a sobra e jogou a bola para o fundo das redes.

Mesmo faltando dois minutos para o final do jogo, o Barcelona ainda aproveitou a desconcentração eufórica do Real Madrid e Aguero no meio da grande área recebeu o cruzamento da direita de Coutinho e diminuiu o resultado para os donos da casa.

Além disso, o Barça lutou sem sucesso para destravar a defesa do Real Madrid, que conseguiu segurar um grande resultado no El Clássico. Desta forma, o Barcelona permanece numa crise oriunda desde o início da época. Por outro lado, o Real Madrid permanece nas primeiras posições e ganha confiança para o restante do campeonato.

 

A FIGURA

David Alaba – A principal contratação do clube da realeza espanhola provou o seu valor no seu primeiro el clássico. Consistente na defesa, a sua principal característica, a polivalência, foi fundamental no primeiro golo do Real Madrid. Ao roubar a bola e progredir, movimentando-se e arrematando de forma precisa, Alaba é sim, alguém que agrega e eleva a qualidade do plantel merengue.

O FORA DE JOGO
Frenkie De Jong
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Frankie De Jong O médio holandês sentiu muito o peso da pressão da nova era sem Messi. A sua movimentação por vezes se confunde com a de Busquets em que atrapalha a criação de jogo catalã. Durante o El Clássico, De Jong demonstrou pouca concentração, ao perder diversas vezes a bola na zona de meio-campo. Além disso, em meio ao jogo, poucas vezes o nome do médio do Barcelona foi falado no jogo.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BARCELONA

O técnico Koeman apostou no usual 433 em formação de ataque, que se transformou em um 4-1-4-1 na formação de defesa. Como grande novidade, Sergiño Dest foi deslocado como um ponteiro no lado direito, enquanto Depay foi deslocado para o lado esquerdo também como ponteiro, apenas sobrando Ansu Fati como Ponta de Lança.

Para o segundo tempo, o péssimo desempenho do lado direito catalão fez com que Koeman lançasse Coutinho como ponteiro e deslocasse Dest para lateral direita. Além disso, Ansu Fati por diversas vezes, trocou de posição com Depay para confundir a defesa do Real Madrid.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ter Stegen (5)

Mingueza (4)

Piqué (4)

Garcia (5)

Jordi Alba (6)

Busquets (5)

Gavi (5)

Frank de Jong (4)

Dest (6)

Memphis Depay (6)

Ansu Fati (6)

SUBS UTILIZADOS

Coutinho (6)

Kun Aguero (6)

Sergi Roberto (5)

Luuk de Jong (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID CF

Os merengues foram ao Camp Nou com tudo que há de mais bem-disposto no seu plantel. O 4-3-3 continua como grande escolha de Ancelotti. Além de contar com a “trinca” campeão com Kross, Modric e Casemiro, a grande novidade está na lateral esquerda com a volta de Mendy.

O lateral francês, desempenhou a função de deslocar a marcação de Dest, para deixar Vinicius Jr. favorecido para a criar jogadas individuais no um-contra-um. Para o segundo tempo, a entrada de Valverde deu mais consistência no meio para conter a movimentação de Coutinho.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Courtois (6)

Vázquez (7)

Éder Militão (6)

Alaba (7)

Mendy (5)

Modric (5)

Casemiro (5)

Kross (4)

Rodrygo (5)

Vini Jr. (7)

Benzema (6)

SUBS UTILIZADOS

Valverde (4)

Asensio (6)

Carvajal (5)

GP Emilia Romagna: El Diablo, Le Nouveau Champion

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GP emilia o troço da GP, artigo do bola na rede sobre o GP

GP emilia

A CORRIDA: GRAZIE, VALENTINO ROSSI

Nesta corrida que iria decidir o novo campeão de MotoGP, as atenções encontravam-se divididas devido a este Grande Prémio de Emilia Romagna marcar o adeus da lenda italiana de motociclismo de terrenos italianos, Valentino Rossi no seu circuito predileto encerraria assim as suas presenças no Misano World Circuit.  GP emilia

Quem conseguiu o holeshot foi Pecco Bagnaia como seria de esperar e o piloto português da KTM conseguiu um ótimo arranque assumindo por breves momentos a 3ª posição logo no início da corrida.

A primeira queda da corrida envolveu dois pilotos, na curva dois, setor um, sendo eles o campeão em título Joan Mir e Danilo Petrucci, que viram a sua participação neste GP terminada ainda numa fase inicial. GP emilia

As bandeiras amarelas foram novamente exibidas no setor número quatro com queda de Jack Miller que até ao momento se estava a dedicar a “tapar” o caminho a Marc Márquez, que perseguia insistentemente Francesco Bagnaia na esperança de alcançar a liderança da corrida.

Com o decorrer da corrida as lutas pelos quatro primeiros lugares foi se mantendo muito intensa, estando Miguel Oliveira na luta por um lugar no pódio.

Novamente bandeiras amarelas no setor quatro com outra queda, desta vez do nipónico Takaaki Nakagami, totalizando a quarta queda nesta corrida. GP emilia

Álex Márquez teve de abandonar a corrida devido ao que aparentemente pareciam problemas mecânicos na sua Honda e posteriormente nova queda de outro piloto, na curva número um do setor um por parte do espanhol Iker Lecuona que já se sabe que no próximo ano já não correrá na categoria rainha, curva esta que fez igualmente cair o rookie espanhol da Pramac Racing, Jorge Martin.

Brad Binder recebeu uma penalização de long lap penalty por infringir os limites de pista, comportamento esse repetido por vários pilotos. GP emilia

Fabio Quartararo foi trepando cautelosamente na classificação, com o objetivo de chegar a posições que lhe permitissem pontuar e conquistar o título.

Este GP até ao final foi uma espécie de repetição do GP de Aragão com o italiano da Lenovo Racing Team a aguentar a pressão de Marc Márquez quase até ao final.

O paddock da Ducati gelou com a queda de Francesco Bagnaia na gravilha da última curva, tendo o Miguel Oliveira caído também num dos melhores fins de semana desta temporada, com bandeiras amarelas a serem mostradas no setor número quatro.

Como o azar de uns é a sorte de outros, os franceses e a Yamaha puderam celebrar o título de Campeão Mundial, sendo o El Diablo o primeiro campeão francês na categoria rainha do motociclismo.

Marc Márquez venceu a corrida de forma saborosa depois de toda a luta que deu sem nunca desistir, celebrando à passagem da meta mostrando o seu músculo do braço, fazendo uma alegoria à força mental e física que teve de fazer para obter este resultado.

O resto do pódio ficou composto com Pol Espargaró na segunda posição e Enea Bastianini no terceiro lugar. GP emilia

Foto de Capa: MotoGP

Top 5 capitães do Sporting no Século XXI

Top 5 capitães do Sporting CP, artigo sobre o sporting da bola na rede

Top 5 capitães

Neste século XXI, foram poucos os jogadores que marcaram o Sporting “sendo” um líder de equipa. Há vários jogadores que foram capitães e que saíram a “mal” com o clube, exemplos como: Rui Patrício, Adrien Silva e João Moutinho, tiveram atritos com o clube, antes de saírem e para muitos, sujaram o seu trajeto em Alvalade.

Mesmo assim, o clube tem atletas que representam o lema: “Esforço, Dedicação, Devoção e Glória”, e que são nos dias de hoje símbolos para o clube e para a sua massa associativa.

FC Vizela x SL Benfica | Águias em busca da redenção

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Primeira Liga, Jornada 9: FC Vizela x SL Benfica – Domingo, 18h, 24 de outubro de 2021

ANTEVISÃO: UM SL BENFICA FERIDO PERANTE UM FC VIZELA QUE QUER FAZER HISTÓRIA

Depois de um arranque de temporada forte e sólido, o SL Benfica retoma o campeonato este Domingo, atravessando a fase mais tumultuosa da época.

A derrota caseira com o Portimonense SC, a vitória sofrida para a Taça e a goleada sofrida contra o FC Bayern Munique levantaram algumas reticências quanto ao que esta equipa pode dar.

DEPOIS DA DERROTA EUROPEIA, O SL BENFICA VOLTA A JOGAR PARA A LIGA E QUER REGRESSAR ÀS VITÓRIAS! TEREMOS UM JOGO COM AMBAS AS EQUIPAS A MARCAR EM VIZELA? APOSTA COM A BWIN!

Por outro lado, esta também é a oportunidade para os encarnados darem um pontapé a este ciclo negativo, sendo que uma vitória convincente poderá inverter esta má fase de resultados que o conjunto orientado por Jorge Jesus atravessa, conservando a liderança isolada no campeonato e manter a distância para os adversários diretos.

Do outro lado está uma equipa que a cumprir apenas a segunda época da sua história na Primeira Liga, ocupando atualmente o 12º lugar com oito pontos conquistados. Com apenas uma vitória nas primeiras oito jornadas, o conjunto nortenho teve um arranque de época a meio-gás, em que ainda procura aquecer os motores.

No entanto, neste jogo existe uma possibilidade da equipa vir a fazer história, visto que nos quatro confrontos já disputados entre águias e vizelenses, o conjunto encarnado levou sempre a melhor.

Este é um fator que pode motivar uma equipa que, a jogar em casa e a precisar de pontos, irá procurar enfrentar o SL Benfica olhos nos olhos.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. A primeira presença do FC Vizela na Primeira Liga deu-se na longínqua época de 1984/1985, terminando o campeonato no 16º e último lugar com 15 pontos.
  2. Nessa temporada, seria o SL Benfica a apadrinhar a estreia do FC Vizela na Primeira Liga, com os encarnados a deslocarem-se ao norte, derrotando a equipa estreante por 2-1. No confronto na Luz, o SL Benfica viria a golear por 5-1.
  3. O terceiro confronto entre SL Benfica e FC Vizela deu-se na fase de grupos da Taça da Liga em 2016/17, no qual os encarnados ganharam esclarecidamente por 4-0.
  4. o quarto e último confronto deu-se na quarta eliminatória da Taça de Portugal 19/20, onde os encarnados teriam de suar bastante para derrotar a equipa que então militava no Campeonato Portugal, vencendo por 2-1.
  5. Na época atual, o FC Vizela é, ao fim da oitava jornada, a equipa com mais empates no campeonato: cinco.
  6. No seu último jogo, o conjunto vizelense conquistou a segunda vitória na época, eliminando o Vitória FC da Taça de Portugal com uma vitória por 2-0.
  7. A equipa orientada por Álvaro Pacheco ainda não perdeu em casa nesta época.
  8. O FC Vizela vem de duas subidas de divisão consecutivas e ainda possui vários jogadores que transitam da equipa que vem do Campeonato de Portugal, como são os casos de Koffi Kouao, Samu e Kiko Bondoso.
  9. O SL Benfica venceu os quatro jogos fora de casa já realizados neste campeonato, três dos quais por mais de um golo de diferença.

10. O SL Benfica possui o melhor ataque do campeonato com 19 golos marcados e a segunda melhor defesa, com apenas cinco golos sofridos, atrás do Portimonense SC, precisamente a única equipa que já roubos pontos ao SL Benfica nesta Primeira Liga.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Guilherme Schettine (FC Vizela) – O avançado emprestado pelo Sporting Clube de Braga tem conseguido relançar a carreira no emblema vizelense. Já marcou três golos nesta temporada, um dos quais que ditou a única vitória do campeonato frente ao CD Tondela nos descontos. O brasileiro é uma peça importante no modelo de jogo do treinador Álvaro Pacheco.

 

Rafa tem sido um dos destaques do SL Benfica esta temporada
Rafa tem sido um dos destaques do SL Benfica esta temporada
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Rafa (SL Benfica) – Recuperado da lesão que o impediu de representar a seleção nacional nos últimos compromissos, espera-se que Rafa volte a ter a preponderância que teve no início da época.

O extremo internacional português já leva cinco golos e duas assistências nesta temporada e tem sido fundamental para a equipa orientada por Jorge Jesus.

Frente a uma equipa que irá procurar jogar subido, espera-se que a sua capacidade de aceleração e progressão possa fazer estragos.

 

XI’S PROVÁVEIS

FC Vizela: Charles; Igor Julião, Ivanildo Fernandes, Bruno Wilson e Kiki Afonso; Marcos Paulo, Claudemir e Samu; Kiko Bondoso, Nuno Moreira e Schettine.

Treinador: Álvaro Pacheco

O Benfica vai jogar com a obrigação de ganhar, contra um adversário que tem a obrigação de jogar o jogo pelo jogo e ir em busca dos três pontos. Será um jogo entre duas equipas com um futebol atrativo e de ataque, com a baliza nos olhos. Espero que os meus jogadores tenham a coragem de jogar assim.”

 

SL Benfica: Vlachodimos; Otamendi, Lucas Veríssimo e Verthongen; Diogo Gonçalves, Weigl, João Mário e Grimaldo; Rafa, Darwin e Yaremchuk.

Treinador: Jorge Jesus

“Uma equipa que não sabia o que era perder, não ganhando há dois jogos, é o pior período de todos os momentos que o Benfica teve neste início de época. Isso é uma realidade e não podemos fugir dela. (…) É normal que pensem que têm a possibilidade de pontuar com o Benfica. Agora, também é verdade que o Vizela é forte em casa, ainda não perdeu, mas o Benfica também é forte fora.”

PREVISÃO DO RESULTADO: FC VIZELA 1-2 SL BENFICA