A HISTÓRIA, DESDE BRUCE MCLAREN, ATÉ AO PERÍODO DOURADO DA EQUIPA
A estreia da McLaren na Fórmula 1 data de 1966. O Grande Prémio do Mónaco desse ano foi o ponto de partida para uma equipa que, apesar das diferentes peles que vestiu ao longo dos anos, se estabeleceu como uma das melhores da modalidade. Bruce McLaren, na altura, provavelmente nunca pensou que tinha construído a primeira pedra de uma herança histórica.
Os anos foram passando e nem sempre se vislumbraram períodos de ouro para a formação inglesa. A Scuderia Ferrari, a única que se mantém há mais anos em competição, sempre foi um osso duro de roer ao longo de várias épocas. Não foram nada raras as vezes em que passavam a hegemonia de testemunho. Ora ganhas tu, ora ganho eu.
Nas instalações da McLaren, em Woking, moram oito títulos da construtora e 12 troféus individuais de pilotos. Com tudo somado são, até ao momento, 183 corridas vencidas e 493 pódios com o nome da equipa inglesa cravado na história. Sem ameaça, são a segunda marca mais bem-sucedida de sempre na Fórmula 1.
Pelos bancos dos carros, passaram alguns dos melhores pilotos de sempre. Depois da morte trágica de Bruce McLaren, em 1970, foi com Teddy Mayer que conseguiram colher o primeiro campeonato para a construtora, quatro anos mais tarde, com a valiosa ajuda do campeão, o brasileiro Emerson Fittipaldi. Já em 1976, o irreverente James Hunt levou para casa o Campeonato do Mundo de pilotos.
Durante toda a história da empresa, a aposta nos jovens pilotos era uma filosofia a seguir. Muitos começaram em equipas modestas, mas com a transferência para a formação inglesa, muitos provaram que, com um carro superior, eram candidatos a ser campeões do mundo.
Depois de algumas temporadas competitivas, a McLaren estava num túnel que parecia sem saída possível. Sem o espírito vitorioso a rondar as instalações, Ron Dennis comprou a equipa, em 1980, aos donos principais e mudou, em poucos anos, as perspetivas da marca. Seguiram-se, então, as páginas mais douradas dos ingleses.
Até 1999, foram conquistados sete dos oito títulos da construtora. De forma individual, contam-se nove campeonatos do Mundo de pilotos com o fato de macaco da McLaren vestido. Desde Nikki Lauda, passando por Alain Prost e Ayrton Senna e terminando no finlandês Mika Hakkinen, não faltaram razões para o sorriso dos profissionais de Woking.
A CRÓNICA: CF ESTRELA DA AMADORA NÃO ENTRA NA CADÊNCIA, ACADÉMICA OAF AINDA COM VIDA NEGRA
Em jogo em atraso da quarta jornada da Segunda Liga, Académica OAF e CF Estrela da Amadora empataram 2-2. Adiada inicialmente devido a um surto de covid-19 na equipa da Amadora, ambas as equipas testaram um pouco de todos os sentimentos que uma partida de futebol pode proporcionar.
A Académica partia para o encontro no último lugar na classificação. Apenas com um ponto na Segunda Liga, os estudantes precisavam de um triunfo como quem precisa de ar para viver.
Por menos, Rui Santos, vítima dos resultados, quase sempre impiedosos, deixou o comando técnico do Estrela com o registo de uma vitória, um empate e duas derrotas no campeonato. Para dar um novo rumo ao Estrela, chegou Ricardo Chéu.
Cedo os homens mais adiantados da Académica, Jonathan Toro e João Carlos, se mostraram atentos ao que se poderia passar nas costas da defesa do Estrela. Os braços que várias vezes os dois jogadores levantaram para pedir a bola nesse espaço dizia muito do que eram as intenções da Briosa.
Fábio Vianna responsabilizou-se por responder à solicitação de João Carlos. O avançado da Académica ganhou a profundidade e foi derrubado por Vítor São Bento dentro da área. A passo, Toro deu a tranquilidade da vantagem à equipa de Coimbra.
A Académica não dominava territorialmente, mas dominava no que às situações de perigo dizia respeito. Além do golo, João Carlos, por duas vezes, e Fatai protagonizaram os maiores sinais de perigo do primeiro tempo.
Com mais bola, não houve luz que iluminasse o caminho da baliza para o Estrela.
O Estádio Cidade de Coimbra, pela primeira vez com público desde março de 2020, viu os tricolores serem perigosos logo no início da segunda parte. Num remate geometricamente preparado, Tipote, de um ângulo agudo, quase raso, testou o instinto da mão esquerda e Mika.
Ricardo Chéu dotou a equipa de uma referência ofensiva com a entrada de Paulinho, baixando Diogo Pinto para o miolo. Três minutos depois de ter entrado, o ponta de lança aproveitou um canto para desviar ao primeiro poste e fazer o empate.
O jogo animou e Guilherme aproveitou o mote para sambar na cara de Tipote e cruzar para João Carlos. Tal como os festejos carnavalescos, também João Carlos estava adiantado, pelo que o golo não valeu.
A tempo e horas, chegou Diogo Pinto para dar a vantagem ao Estrela. Estava assim confirmado o sucesso da alteração do treinador estrelista.
Com o cronómetro a passar dos 90 minutos, o jovem Costinha executou um remate disfarçado de cruzamento que estabeleceu nova igualdade. A Académica ainda teria um canto para tentar vencer, mas em vão.
Mais um ponto somado deixa, ainda assim, a Briosa em zona de descida e longe das vitórias. O Estrela, tal como o seu técnico assumiu na antevisão, somou um valioso ponto fora de casa.
A FIGURA
Estrela da Amadora confirma Diogo Pinto.
O extremo de 22 anos deixa o Ascoli e assina por duas épocas, com outra por opção, pelos “Tricolores”. pic.twitter.com/BKCi3Vgh5o
— Diário de Transferências (@DTransferencias) July 8, 2021
Diogo Pinto – Apesar de ter estado mais apagado no primeiro tempo (muito por culpa da estratégia da Académica na organização defensiva), Diogo Pinto apareceu mais na segunda parte, soltou-se em campo com as mexidas promovidas por Ricardo Chéu e acabou por desequilibrar o adversário com maior regularidade. Marcou o golo da reviravolta ao minuto 74, mas não foi suficiente para somar os três pontos.
O FORA DE JOGO
Mamadu Candé regressa a Portugal para vestir as cores do Estrela da Amadora ! O defesa guineense de 29 anos estava na 2a divisão da Polónia #Djurtospic.twitter.com/r9AaBVfjZU
Mamadu Candé – Não foi uma exibição propriamente feliz do lateral do Estrela da Amadora. Mamadu Candé acumulou várias perdas de bolas e ainda algumas abordagens defensivas menos positivas, de tal modo que foi para o intervalo já com a admoestação de um amarelo. Ofensivamente, não conseguiu dar produtividade nas vezes a que foi chamado para tal no seu corredor. Não foi de admirar a sua substituição no regresso dos balneários.
ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICA OAF
Rui Borges procedeu a três mudanças na equipa inicial em relação ao que tinha apresentado em Santa Maria da Feira na jornada anterior: Jonathan Toro rendeu Michel Lima no meio-campo, enquanto que na defesa Lorenzo Soares e Guilherme entraram para os lugares dos lesionados Zé Castro e João Pedro.
Alinhados em 4-3-3, a estratégia dos estudantes passava essencialmente por explorar as lacunas defensivas do Estrela, principalmente por via das inúmeras bolas em profundidade para todos os corredores. A acrescentar a isso, a Académica atraía os oponentes na construção e rapidamente rodava o flanco, criando mais desequilíbrio às linhas adversárias. A defender, a Académica organizou-se em 4-4-2 e, além dos timings para pressionar, soube como fechar os caminhos para a baliza de Mika, procurando sempre contra-ataques vertiginosos.
No segundo tempo, Traquina desceu no terreno para dar mais consistência ao setor defensivo com uma linha de cinco, mas o Estrela viria a chegar ao empate e os alarmes rapidamente soaram junto do conjunto conimbricense, que não tardou em desorganizar-se e a sofrer novo golo. Rui Borges mexeu na equipa e a Académica, com muita crença, ainda foi a tempo de conquistar um ponto.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Mika (5)
Fábio Vianna (6)
Michael Douglas (5)
Lorenzo Soares (5)
Guilherme (6)
Ricardo Dias (6)
Mimito (6)
Jonathan Toro (6)
Fatai (5)
Traquina (6)
João Carlos (5)
SUBS UTILIZADOS
Reko (5)
Dani (6)
Michel Lima (-)
Costinha (-)
ANÁLISE TÁTICA – CF ESTRELA DA AMADORA
Na sua estreia, Ricardo Chéu optou por promover quatro alterações em relação ao último “onze” apresentado pelo ex-técnico Rui Santos: no setor defensivo, Mamadu Candé rendeu Edu Duarte na ala esquerda e Anthoy Correia rendeu Mamadou Traoré no eixo da defesa; já no ataque, Miguel Rosa e Tipote passaram a ocupar as vagas deixadas por Paulinho e Xavi.
A jogar em 4-3-3, os estrelistas privilegiaram a construção com os laterais subidos no terreno no apoio aos extremos, mas esbarraram muitas vezes na solidez defensiva academista, criando pouco movimentos de desequilíbrio junto às linhas. Com o intuito de “esticar o jogo”, Aloísio desceu um pouco no terreno para a saída a três, entre os centrais, porém, as perdas de bola repentinas foram dificultando a reorganização coletiva nas transições defensivas.
No segundo tempo, o conjunto da Amadora desmontou a “teia” adversária e passou a criar mais perigo junto da baliza de Mika, nomeadamente em virtude das substituições feitas por Ricardo Chéu (as entradas de Edu Duarte e Paulinho foram cruciais, ao ponto de terem construído o lance do 1-1). O Estrela tentou fechar os caminhos da baliza após a reviravolta, mas a estratégia não revelou ser suficiente para evitar o empate no final.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Vítor São Bento (5)
Mamadu Candé (4)
Matheus Dantas (6)
Anthony Correia (5)
Sérgio Conceição (6)
Aloísio (6)
Chapi (5)
Diogo Pinto (7)
Tipote (6)
Miguel Rosa (6)
Salomão (6)
SUBS UTILIZADOS
Edu Duarte (6)
Paulinho (7)
Xavi (-)
Mamadou Traoré (-)
BNR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
ACADÉMICA OAF
BnR: O facto de o Estrela chegar a este jogo a conhecer um pouco mais da Académica do que a Académica do Estrela tem algum peso neste resultado ou teve algum peso no planeamento da estratégia a implementar?
Rui Borges: Não teve peso no resultado, mas condicionou-nos bastantes. Entrou um treinador há dois dias, um treinador que não estava no ativo. Não percebemos, do passado do treinador, o que é que ele podia implementar no Estrela. Estávamos às escuras em termos estratégicos. Apesar de termos uma leitura com o passar do jogo, é difícil passar para dentro, pois são comportamentos que exigem repetição. Não me vou desculpar com isso.
CF ESTRELA DA AMADORA
BnR: Numa fase inicial da partida, o Estrela teve alguma dificuldade em controlar a profundidades. A que é que isso se deveu? Alguns dos erros da equipa também se podem justificar com o pouco tempo de trabalho que tem com a equipa?
Ricardo Chéu: Claramente isso. Estamos a mudar uma ideia de jogo já criada e falta melhorar essa parte. Temos de criar uma condição física para aquilo que queremos e com três treinos é um pouco complicado. Do outro lado temos uma ideia daquilo são as dinâmicas do adversário, mas eles têm o lado estratégico deles. Gosto de ter bola, pressionar alto, criar boas dinâmicas. Não é algo de novo aquilo que se passou hoje, é o futebol à imagem do que quero e penso que só assim conseguiremos valorizar os jogadores.
Rescaldo com opinião de Miguel Simões e Francisco Martins.
O SC Braga iniciava o seu percurso nas competições europeias e logo num território difícil, onde os adeptos têm uma grande força e por vezes podem criar um clima intimidatório à equipa visitante.
Tanto a equipa portuguesa como o Estrela Vermelha (também conhecido como FK Crvena Zvezda) entravam com vontade de vencer e começar da melhor maneira este percurso europeu, no entanto as equipas iam-se encaixando sem que grandes oportunidades aparecessem no início do jogo, havendo um maior número de remates para fora do que oportunidades de golo.
O SC Braga ia construindo mais o jogo, tendo até mais bola, apesar de parecer muita lenta e estática que não beneficiava das suas tentativas de passes longos. Acabou por ser mais perto do intervalo que a equipa bracarense criou as suas maiores oportunidades de perigo, tendo até ido para os balneários com um remate ao poste após um remate de Galeno. Os bracarenses durante a primeira parte mostraram ser uma equipa mais completa que o Estrela Vermelha, mas com grandes dificuldades em entrar na área.
No início da segunda parte o SC Braga entrava com um grande ímpeto e parecia entrar com a vontade de marcar cedo, mas rapidamente acabou e deu a posse à equipa da casa. O jogo ia mantendo-se muito morno com o Estrela Vermelha cada vez mais a ter bola e até a criar mais oportunidades, sendo que aos 75 minutos depois da marcação de um canto, Rodic cabeceia e coloca a bola dentro da baliza. No entanto melhor resposta seria impossível, com Galeno um minuto depois a rematar, colocado de fora de área, e a marcar o golo bracarense.
Nem mesmo o golo do SC Braga balanceou a equipa para o ataque e a tomada do jogo continuava da equipa sérvia, que vê ser-lhe concedida um penalti a cinco minutos do final do jogo, sendo que Katai não falhou na hora de marcar.
O SC Braga que até parecia ser melhor equipa e ter mais vontade de ganhar, acaba por perder num jogo onde, sem contar com o golo, fez apenas dois remates há baliza e não soube gerir o seu ritmo acabando por sofrer os golos nos momentos em que dá a posse ao rival.
A FIGURA
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Galeno – Beneficiou de liberdade no lado direito e acaba por ser esse espaço que lhe permite marcar o golo. O Estrela Vermelha ao não atacar pelo seu lado permitiu que Galeno não precisasse de descer para defender e que se concentrasse ofensivamente, algo que ia fazendo. Foi sempre um dos elementos mais inconformados do SC Braga e o seu golo foi prova disso.
Lucas Mineiro – no primeiro jogo a titular pelo SC Braga, pareceu sempre muito perdido durante o jogo, sendo os seus movimentos muito estáticos e trazendo pouco ao jogo. Al Musrati ficou muito sozinho no meio-campo, sendo que a saída de Mineiro até pecou por tardia devido à equipa portuguesa necessitar de mais dinâmica no centro.
ANÁLISE TÁTICA – ESTRELA VERMELHA
Com um 4-3-3 inicial o Estrela Vermelha não fez grandes alterações naquele que costuma ser o seu “onze” inicial nos jogos europeus, mas escolheu colocar Richairo Zivkovic na frente, que ia sendo apoiado pelo médio ofensivo e pelos extremos.
O Estrela Vermelha optava predominantemente pelo lado esquerdo para atacar sendo Katai e Kanga os jogadores que se mostravam mais predominantes. Já o lado direito era raramente utilizado, sendo que os jogadores destinados a ocupar essa posição caiam mais para o centro.
11 INICAL E PONTUAÇÕES
Borjan (6)
Gobeljic (6)
Dragovic (6)
Degenek (6)
Rodic (7)
Ivanic (6)
Sanogo (6)
Kanga (7)
Bem Nabouhane (5)
Katai (7)
Zivkovic (5)
SUBS UTILIZADOS
Diony (6)
Krsticic (5)
Srnic (-)
Pankov (-)
ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA
Carlos Carvalhal apostou em várias mudanças em relação ao último jogo, mudando cinco elementos de campo e alterando a tática, optando por um 4-2-3-1 com Diogo Leite a jogar sobre a esquerda da defesa. Já no meio campo juntava Lucas Mineiro a Al Musrati como médios mais posicionais, dando liberdade a Galeno e a Piazon para atuarem mais nas alas ofensivas.
Em momentos defensivos a equipa bracarense optava por vezes em assumir uma linha de cinco defesas com Galeno a descer, mas era algo mais raro, pois a inutilização desse lado por parte da equipa sérvia permitia que Galeno não ocupasse tantas vezes lugares defensivos e passando a Leite o papel de defesa e construtor de jogo dessa zona.
O segundo encontro no Campeonato do Mundo de Futsal 2021 colocava no caminho de Portugal a seleção das Ilhas Salomão, congénere da Oceânia e claramente a equipa menos forte deste Grupo C.
À priori para esta partida, Portugal sabia que era importante ganhar, obviamente, a esta seleção, mas sabia que tinha de tentar marcar o máximo de golos possível, para um eventual desempate no fim do grupo. Essencialmente, era preciso ganhar confiança num trajeto que todos desejamos muito longo neste Mundial.
O jogo em si não teve grande história, apenas a espaços as Ilhas Salomão conseguiam incomodar a baliza defendida por Vítor Hugo na primeira parte e, que na segunda parte, seria André Sousa a guardar as redes portuguesas sem muito perigo a registar.
Portugal também não fez um jogo brilhante… Longe disso, mas a diferença entre seleções era tão grande que o resultado se ia avolumando com naturalidade. O grande destaque deste jogo foi mesmo o golo de belo efeito de André Coelho, talvez o melhor jogador português do mundial até agora. Num movimento bem típico da seleção, com uma reposição lateral de bola estudada, o passe milimétrico caiu de forma perfeita para o pé do jogador do FC Barcelona. Um disparo de fora da área sem hipóteses para o guarda-redes adversário.
Ao intervalo estava 3-0 e na segunda metade marcamos mais quatro da autoria de Pany Varela, Erick, André Coelho e uma infelicidade de um jogador das Ilhas Salomão. Portugal não sofreu qualquer tento, fazendo assim o primeiro jogo digno deste registo. Como já disse anteriormente, foi um jogo sem grande história, onde o resultado apenas peca por escasso.
A seleção portuguesa fica, virtualmente, apurada para a próxima fase do Mundial, com seis pontos, e tem encontro marcado com Marrocos para definir em qual posição concluiu a Fase de Grupos.
A FIGURA
Fonte: André Sanano/FPF
Regresso aos golos de Ricardinho – Não foi uma obra de arte nem tão pouco um golo de belo efeito, mas foi um golo memorável por ser o primeiro depois de uma lesão que quase o impediu de marcar presença na competição.
O FORA DE JOGO
Fonte: André Sanano/FPF
Jogo pouco competitivo – A vitória portuguesa nunca esteve em causa e o resultado poderia ter sido bem mais pesado para a equipa das Ilhas Salomão, não por causa de uma grande exibição de Portugal, mas pelas evidentes fragilidades do nosso adversário.
ANÁLISE TÁTICA – ILHAS SALOMÃO
O técnico brasileiro, Vinícius de Carvalho, tentou naturalmente retardar ao máximo o golo português. Mesmo que tivesse uma tática mais ambiciosa, a qualidade dos seus jogadores não dava para muito mais neste encontro frente a Portugal.
5 INICIAL E PONTUAÇÕES
Anthony Talo (5)
Marlon Sia (4)
Samuel Osifelo (4)
Elis Mana (4)
Arnold Maeluma (4)
SUBS UTILIZADOS
Charlie Otainao (4)
Paul Laki (4)
Alwin Hou (4)
Elliot Ragomo (4)
George Stevenson (4)
Coleman Makau (4)
Alwin Ray (4)
Jeffry Bule (4)
Micah Lea’alafa (4)
ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL
Num jogo sem história, Jorge Braz tentou apostar maioritariamente no estilo 4×0 para a sua equipa ganhar confiança nesta vertente tática que não correu bem contra a Tailândia. Raramente usou um pivot fixo no ataque.
Após o clássico, podemos dizer que a tensão entre Sportinguistas e Portistas se acalmou. Porque nos dias em que se antecederam clássico os adeptos, não deram conta da troca de jogadores entre os dois clubes.
No último dia da janela de transferências, o Sporting CP e o FC Porto, protagonizaram uma troca surpreendente, que só se soube quando ambos entregaram as inscrições dos seus jogadores à liga.
Rodrigo Fernandes, médio de 20 anos chega ao Olival. Marco Cruz, jovem de 17 anos, faz o caminho inverso e chega a Alcochete.
O porquê e os contornos desta troca de jogadores ainda não foi sabe mas ela aconteceu e é difícil dizer qual das duas equipas saiu a vencer, porque ambos os jogadores ainda são bastante jovens e ambos são visto como grandes promessas em ambos os clubes.
Rodrigo Fernandes
Rodrigo Fernandes troca o Sporting pelo FC Porto e vai jogar na equipa B https://t.co/kApclRr3f1
Fez a sua formação enquanto jogador praticamente no Sporting, Rodrigo Fernandes chega ao Olival, para a equipa B dos azuis e brancos. O novo jogador dos dragões, já jogou pela equipa principal do Sporting, quando o treinador dos leões ainda era Jorge Silas, mas a sua passagem foi curta (realizou quatro jogos), e desde então atuava ou da equipa de s23 ou da equipa B dos verdes e brancos.
Rodrigo Fernandes era visto como uma grande promessa em Alcochete, foi um dos jogadores da academia a cumprir a pré-época juntamente com a equipa de Rúben Amorim, mas nunca encontrou o seu espaço na equipa principal. Chegou a ser adaptado a central, mas não conseguiu convencer a equipa técnica do Sporting, voltando para a equipa B, assim que os campeões nacionais regressaram do estágio.
Agora terá uma oportunidade no Porto para mostrar o seu valor, jogará na Liga Portugal (segunda liga), uma liga bastante competitiva, o que por si só já é um upgrade em relação ao Sporting B, pois estes competem na Liga Portugal 3 e jogará numa equipa bastante interessante recheada de várias promessas do Porto que também estão na equipa secundária como: Sidnei Tavares, Bernardo Folha, Gonçalo Borges, entre outros.
O atleta pode não ter encontrado o seu espaço no Sporting, mas o Porto poderá a vir a ser o clube onde Rodrigo Fernandes conseguirá explodir.
Marco Cruz
10 anos de dragão ao peito.
10 anos de felicidade, orgulho e dedicação!
É com gratidão que me despeço!
Ao FC Porto e a todos os que fizeram parte do meu percurso, devo muito do que hoje sou, como atleta e como homem! pic.twitter.com/sKY3LXjdWA
Marco Cruz, ao contrário de Rodrigo Fernandes, ainda não completou a sua formação, o jovem de 17 anos era visto no Olival como uma das grandes promessas do FC Porto (quase sempre capitão nas equipas em que jogava). Tanto pode jogar como médio interior, como a extremo ou até mesmo a defesa esquerdo.
As suas maiores qualidades enquanto jogador são: a sua qualidade de passe, a sua visão de jogo e a sua velocidade. O atleta estava nos juniores do Porto e agora será integrado no mesmo escalão, só que agora com a camisola do Sporting.
Ainda é cedo para dizer se Marco Cruz será um grande jogador, mas é certo se os responsáveis leoninos não vissem qualidade e um grande potencial neste jogador, ele não vinha. E segundo alguns relatos de vários especialistas podemos estar assegurados que o Sporting tem em mãos um diamante em bruto, em que os responsáveis acreditam que será no Sporting que ele demostrará o seu potencial. E não só os responsáveis do Sporting estarão atentos ao jogador, certamente que Rúben Amorim estará tanto ou mais atento.
Esta troca entre Rodrigo Fernandes e Marco Cruz foi algo surpreendente, pois ninguém estava à espera que acontecesse, dado à relação “pouco amigável” entre Sporting e Porto, nos últimos meses e também ao historial escasso de negócios entre os dois clubes. Este negócio também foi igualmente imprevisível, porque nenhum órgão da comunicação social noticiou antes que o mesmo acontecesse e só se veio a descobrir após o fecho do mercado.
Como disse anteriormente, é difícil saber que vai sair a ganhar com este negócio, pois são dois jovens e quando falamos do potencial/qualidade de um jovem é difícil saber que futebolista ele será no futuro, mas uma coisa é certa, mas os clubes ficaram com dois atletas de enormíssima qualidade.
A competição é a mesma, mas tem agora moldes renovados e um estatuto diferente. Em 2021/2022, a Liga Europa passar a ser a divisão intermédia do futebol do velho continente, entre a Liga dos Campeões e a nova Conference League. Passa também a ter um formato mais compacto, que traz equilíbrio e competitividade aos grupos.
Esta época, são 32 os clubes na fase de grupos e há um novo sistema de apuramento: os primeiros classificados seguem diretamente para os “oitavos”, os segundos disputam uma eliminatória contra os terceiros da Liga dos Campeões e os terceiros terão oportunidade de experimentar a Conference League.
Desengane-se quem acha que não vale a pena ligar a televisão às quintas-feiras, porque há muita qualidade e vários aspetos a ter em conta, já na primeira jornada.
O Sport Lisboa e Benfica fechou o seu mercado de transferências com um nome sonante. Valentino Lázaro assinou pelos encarnados um contrato válido até 2022, uma vez que vem cedido a título de empréstimo pelo Inter de Milão.
Lázaro é um lateral direito bastante rápido e com uma capacidade de drible incomum, sendo capaz de percorrer a ala toda para se juntar ao ataque para ajudar nos processos ofensivos da equipa. Muito forte no um para um, é mesmo no plano ofensivo que é mais forte, sendo que é razoável a defender (é um lateral moderno, digamos).
Chega a Lisboa proveniente do Inter de Milão, clube que não conta com os serviços do austríaco que lhes custou qualquer coisa como 22 milhões de euros. Em Itália não convenceu à chegada e foi emprestado sucessivamente ao Newcastle United FC e Borussia Mönchengladbach.
Em Portugal terá mais uma oportunidade de relançar a sua carreira, talvez uma das últimas, até porque se quer chegar a voos mais altos, tem de mostrar serviço rapidamente.
Benfica anuncia a contratação de Valentino Lazaro.
O lateral de 25 anos é cedido por empréstimo até ao final da época, proveniente do Internazionale.
A cedência contempla uma cláusula de opção de compra entre os 7,5 e os 8,5 milhões de euros. pic.twitter.com/NG5eJiNyfv
— Diário de Transferências (@DTransferencias) August 31, 2021
Na equipa do SL Benfica encontrará muita concorrência por um lugar no onze titular. André Almeida, Diogo Gonçalves e Gilberto serão os seus concorrentes diretos por uma vaga na lateral direita, se bem que o primeiro tem passado por várias lesões e vai regressando esporadicamente.
Quanto a Diogo Gonçalves e Gilberto, estes sim serão a forte concorrência de Lázaro, mas julgo ser uma questão de tempo até que Lázaro assuma o favoritismo perante Jorge Jesus.
Valentino Lázaro é o lateral ideal, daqueles que estão no plantel, claro está, para jogar num sistema de três centrais. Sendo o lateral mais rápido e com mais qualidade técnica, calculo que Jorge Jesus pense exatamente desta forma e, por isso mesmo que Lázaro terá minutos neste SL Benfica.
O jogador austríaco de 25 anos fez a sua estreia nos Açores frente ao CD Santa Clara numa altura em que o jogo já estava mais do que resolvido. As águias venciam por cinco bolas a zero e, sem qualquer tipo de pressão para o jogador, Jorge Jesus lançou Lázaro na partida para jogar os vinte minutos finais.
Foi uma exibição sólida num jogo em que era complicado mostrar serviço. O Sport Lisboa e Benfica já vencia por larga vantagem e o jogo já estava decidido. Entrou, mas não a tempo de mexer com o jogo, contudo, foi a partida ideal para se estrear, sem qualquer tipo de pressão.
Desta feita já jogou também na Ucrânia, em jogo a contar para a primeira jornada da Liga dos Campeões, rendendo Gilberto que saiu aos 59 minutos numa tripla substituição.
Espera-se muito de Valentino Lázaro, espera-se que confirme o seu talento e que finalmente se afirme ao nível do potencial que já demonstrou noutros clubes.
Esta semana estamos de regresso com mais um artigo. Numa primeira parte irei fazer uma análise de alguns dos melhores momentos dos jogos desta semana.
Irei também revelar alguns rankings dos principais jogadores em destaque, assim como das equipas que estão em melhor forma.
Numa segunda parte, estará uma previsão sobre a próxima semana da época. Vou fazer um destaque dos principais jogos que devem acompanhar, assim como das histórias e figuras em cada partida.
Ao longo do ano, tentarei apostar no vencedor de cada jogo, mantendo o registo do recorde para vermos como irei lidar com a imprevisibilidade desta liga que tanto nos atrai.
Recorde de previsões: 7–9. Parece que não lidei bem com a tão característica imprevisibilidade da primeira semana.
Numa noite em que já não chovia em Lisboa, foram os golos que decidiram chover no Estádio José de Alvalade. O Sporting CP perdeu por 5-1 numa estreia da Liga dos Campeões para esquecer. Entre os cinco golos do AFC Ajax, destaque para o poker de Haller.
Numa primeira parte frenética a todos os níveis, o Sporting CP não poderia ter entrado pior. Aos nove minutos já estava a perder por 2-0. Haller bisou no encontro, mas a principal fonte de preocupação estava nos pés de Antony que só causava dificuldades ao corredor esquerdo leonino. A verdadeira reação do Sporting só se deu aos 33 minutos por Paulinho, mas foi sol de pouca dura. O AFC Ajax voltou à carga pelo corredor esquerdo dos leões e nasceu o 3-1 por Berghuis.
A segunda parte foi um reflexo daquilo que vimos na primeira, mas com ainda mais negatividade para os leões. Aquilo que já era complicado tornou-se impossível. Paulinho poderia ter renascido as esperanças da equipa, mas o VAR também fez questão de dizer que esta não era a noite verde e branca. Depois, bastou a Haller bisar para dar o 5-1 final.
Um resultado que faz o Sporting CP provar do próprio veneno ao encontrar uma equipa à sua imagem.
Haller – Se pudesse mencionar dois homens, colocaria Antony em dupla com Haller, mas o meu critério acabou por incidir no homem que fez o Poker esta noite. Seguramente uma das noites mais gloriosas da carreira do avançado do AFC Ajax que deu a esta vitória números avassaladores. Menção de honra a quem muito contribuiu para estes golos: Antony.
O FORA DE JOGO
Fonte: Isabel Silva / Bola na Rede
Feddal – Noite para esquecer do corredor esquerdo defensivo do Sporting e com Feddal à cabeça. Quatro dos cinco golos do AFC Ajax partiram sempre da zona posicional de Feddal que acabou por ter de tentar travar um dos homens da noite: Antony. Uma missão que não foi cumprida com sucesso e que merece alguma reflexão para o que aí vem.
ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP
A equipa de Rúben Amorim apresentou-se num 3-4-3 que passou a um 4-4-2 com a entrada de Esgaio e saída de Gonçalo Inácio (apesar de na primeira fase de construção Esgaio ser central). Os laterais eram muito ofensivos e Nuno Santos colava-se mais vezes a Paulinho para oferecer profundidade. Matheus Nunes encarregava-se da ligação meio campo – ataque. Ao longo dos 90 minutos, vimos um Sporting CP surpreendido e muito desconcentrado por força dos movimentos rápidos do Ajax a criar confusão na linha defensiva leonina.
Outros dados de relevo foram as dificuldades na 1.ª fase de construção e no corredor esquerdo defensivo. Matheus Reis e Sarabia entraram para tentar corrigir o corredor esquerdo e a ala ofensiva direita respetivamente. Não resultou. Tiago Tomás e Daniel Bragança também foram entradas que não solucionaram o problema da equipa.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Adán (3)
Feddal (3)
Gonçalo Inácio (-)
Luís Neto (4)
Rúben Vinagre (3)
Matheus Nunes (7)
João Palhinha (5)
Pedro Porro (5)
Nuno Santos (4)
Jovane Cabral (3)
Paulinho (7)
SUBS UTILIZADOS
Ricardo Esgaio (5)
Matheus Reis (5)
Sarabia (4)
Tiago Tomás (4)
Daniel Bragança (5)
ANÁLISE TÁTICA – AFC AJAX
Os holandeses apresentaram-se num 4-3-3 num modelo de jogo já esperado: pragmatismo ofensivo e grande capacidade de recuperação na zona intermediária. Enquanto atacavam, privilegiavam muito o lado esquerdo com Anthony em destaque. Mas no golo sofrido mostraram como também têm algumas debilidades defensivas. Mesmo depois das substituições e com o decorrer do encontro, este pragmatismo nunca mudou e foi uma questão de tempo até a goleada estar consumada.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Pasveer (5)
Mazraoui (6)
Timber (5)
Martínez (5)
Daley Blind (6)
Álvarez (7)
Berghuis (6)
GravenBerch (5)
Antony (9)
Tadić (6)
Haller (9)
SUBS UTILIZADOS
David Neres (6)
Devyne Rensch (5)
Kenneth Taylor (-)
Perr Schuurs (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Sporting CP
Não foi possível colocar questões ao treinador do Sporting CP, Rúben Amorim.
AFC Ajax
BnR: Para além das dificuldades criadas no lado esquerdo da defesa do Sporting, acha que a capacidade de recuperação de bola da sua equipa foi um fator-chave para esta vitória?
Erik Ten Hag: Sim, o facto de termos conseguido recuperar muitas bolas em situação ofensiva foi determinante. Destaco também que o público do Sporting tivesse apoiado até ao fim e tentasse motivar a equipa. Isso tornou o ambiente no estádio excelente.
A CRÓNICA: NOVA GERAÇÃO DE GALÁTICOS AGUENTA PRESSÃO E CONQUISTA VITÓRIA IMPORTANTE
A volta das 50 mil vozes no Giuseppe Meazza possibilitou a transmissão de um incentivo colossal para a equipa do FC Internazionale Milano. Do outro lado, a volta de Ancelotti, justamente no seu conhecido estádio, ao final do jogo, mostrou ser uma das melhores experiências.
A princípio, os mandantes utilizando do seu estilo de jogo, o Inter deixou com que nos primeiros minutos de jogo, o Real Madrid CF controlasse a bola. Enquanto isso, os donos da casa se preparavam contra-ataques reativos e de forma veloz.
Como resposta o Real aos 14 minutos, arrematou de longa distância com Casemiro. Mesmo assim, ainda os merengues não conseguiam utilizar de qualquer infiltração na defesa dos Nerazzuri.
Em seguida, aos 18 minutos de jogo, a bola perdida no ataque do Real Madrid fez com que o meio-campo da Inter partisse rapidamente para um contra-ataque. Brozovic passa para Lautaro que encontra Calhanoglu que cruza para área em direção ao próprio Lautaro que de cabeça obriga Courtois a realizar uma defesa segura.
Ao passo em que o primeiro tempo se encerrava, o prognóstico da partida continuava o mesmo. A Inter, mesmo sem ter a maioridade da posse da bola, conseguiu criar diversas oportunidades de finalização. Enquanto o real fica coagido e sem demonstrar velocidade com os seus avançados completamente isolados no ataque.
De certa forma, os primeiros 45 minutos demonstraram um certo domínio dos mandantes, que graças ao guarda-redes belga do Real Madrid manteve a partida sem golos.
No início do segundo tempo, o Real entrou com maior ímpeto na partida. Mais disposto e ligado, o Real nos primeiros minutos tentou encurralar o seu adversário. Que soube defender as ameaças merengues.
A resposta da Inter veio num pontapé de canto onde Skirinar cabeceia perfeitamente em direção ao chão. No entanto, Courtois realiza outra incrível defesa impedindo o golo dos mandantes.
O Real Madrid na segunda etapa consegue levar mais perigo à baliza do que o seu adversário. Primeiro com a oportunidade aos 56 minutos, que numa bela troca de passes resultou no arremate de Carvajal para a defesa de Handanovic. Depois, Vinicius Jr. aproveitou a deficiência defensiva de Dumfries e sequenciou duas jogadas individuais com sucesso contra os defensores merengues. No entanto, as finalizações não deram resultado.
Conforme o jogo chegava ao seu final, ambas as equipas demonstraram o desgaste físico diminuindo o ímpeto e a quantidade de oportunidades de golos.
Mas a força de quem já conquistou 13 vezes a Champions aparece nos derradeiros momentos. Aos 89, Valverde joga a bola por cima para Camavinga, que pelo lado esquerdo, joga para o meio da grande área e Rodrygo arremata rapidamente de perna esquerda para o fundo das redes.
Desta forma, o Real suportou a pressão na primeira etapa dos mandantes e terminou com suas promessas consagrando a vitória fora dos seus terrenos contra o atual campeão italiano.
Promessas Merengues – Após uma temporada em que o ataque era composto por Benzema, Ronaldo e Bale, o Real Madrid entendeu que o próximo passo era apostar em novos talentos. Com essa proposta chegaram Vini Jr., Rodrygo e Camavinga. Mesmo com uma inicial dificuldade de adaptação, os jovens brasileiros deram indícios durante o jogo de que podem sim, manter o alto nível alcançado por outros avançados.
O FORA DE JOGO
⚫️🔵 Will Inter find a way past Thibaut Courtois?#UCL
Falta de pontaria– O ataque e meio-campo da Inter direcionou diversas oportunidades à baliza adversária. No entanto, a imprecisão na hora mais importante da jogada, fez com que nenhum golo fosse marcado pela equipa nerazzuri. Como penalização, a equipa de Milão ainda pode sofrer no seu último respiro uma derrota dura na sua casa.
ANÁLISE TÁTICA – FC INTERNAZIONALE MILANO
O técnico Simone Inzaghi começou o jogo com o mesmo 3-5-2 que levou o clube de Milão a conquistar novamente o scudetto italiano. Porém, diferentemente de Conti, Inzaghi prefere utilizar a marcação com linhas mais defensivas e apostar na ligação direta e na força física do meio-campo. E assim foi bem trabalhada a equipa até que o ímpeto físico fosse cessado e o jogo vertical não foi bem suprido. As substituições foram todas para manter o estilo de jogo, focado na agressividade do esquema físico com a entrada de Arturo Vidal.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Handanovic (8)
Skriniar (6)
De Vrij (6)
Bastoni (6)
Darmian (4)
Barella (5)
Brozovic (6)
Calhanoglu (5)
Perisic (4)
Dzeko (6)
Lautaro (6)
SUBS UTILIZADOS
Di Marco (5)
Dumfries (4)
Vidal (6)
Correia (5)
Vecino (5)
ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID CF
O esquema escolhido de Ancelotti para sua volta aos merengues é a permanencia do 4-3-3, utilizado também por Zidane na época passada. Tendo apenas Tony Kross, como a única grande ausência entre os 11. Desta forma, a saída de bola com toque rápido e precisos além de uma grande movimentação do ataque. Utilizando o ponta de lança também como um organizador de jogadas para os extremas.