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SL Benfica 3-0 SC Espinho: A Supertaça é vermelha e branca

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A CRÓNICA: SUPREMACIA ENCARNADA RESOLVE A FINAL

A data inicialmente acordada para a realização da final da Supertaça de voleibol era a de 21 de outubro, mas dado o isolamento profilático da equipa do SC Espinho, devido à pandemia da COVID-19, só agora se realizou.

O Pavilhão Multiusos de Gondomar recebeu a final da Supertaça de voleibol, num encontro que opôs dois históricos, o SL Benfica e o SC Espinho, e o qual os encarnados venceram com distinção.

O arranque do jogo foi completamente dominado pelo Benfica, que foi totalmente superior em relação à equipa do Espinho. A forte exibição dos encarnados levou a que Vítor Pinto, treinador do Espinho, pedisse um timeout quando o marcador ditava um 10-4 a favor das águias. Mas pouco alterou, e o Benfica terminou o set a vencer por 25-16.

O segundo set acabou por ser diferente, mas o desfecho foi o mesmo do primeiro set. O jogo esteve empatado até ao 7-7, mas rapidamente a equipa de Marcel Matz ligou o turbo e disparou para a frente. O Benfica foi perfeito em todas as vertentes de jogo e venceu este set por 25-17.

No último set, tudo se tornou mais equilibrado, pois as equipas mantiveram-se coladas no resultado. O Espinho esteve mesmo na frente do marcador, por 13-15, mas a equipa vermelha e branca fez oito pontos consecutivos e a sua supremacia no encontro culminou numa vitória por 25-21 no set e 3-0 no encontro.

Assim, o Benfica venceu a sua 9ª Supertaça e, desde que Marcel Matz assumiu o comando técnico da equipa, nunca outra equipa venceu o trofeu.

A FIGURA

RaphaO jogador do Benfica foi dos mais influentes na partida. Com o maior número de pontos marcados da equipa e um dos jogadores mais fortes da mesma, com uma forma excecional, Rapha é obviamente uma das grandes figuras do encontro.

 

O FORA DE JOGO

* Seniores Masculinos em isolamento profilático *
* Jogos cancelados até dia 27 de Outubro *

O Sporting Clube de…

Publicado por Sporting Clube de Espinho – Voleibol em Sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Isolamento profilático do SC Espinho – A situação que o SC Espinho viveu nos últimos dias foi o fator mais influente para o seu jogo. Devido a um surto, tiveram de efetuar um isolamento profilático e isso influenciou a competição, os treinos e, no final, o jogo que fizeram.

  

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA 

As águias entraram no encontro com toda a força e a todos os níveis. A equipa de Marcel Matz foi exímia em todas as variantes: serviços, blocos e receções. Sempre com o jogo bem organizado que culminou na vitória do encontro e da Supertaça.

FORMAÇÃO DO SL BENFICA

Tiago Violas (7)

Ivo Casas (6)

Peter Wohlfahrtstatter (6)

Marc Honoré (7)

Hugo Gaspar (8)

Rapha (9)

André Aleixo (7) 

SUBS UTILIZADOS

Nuno Pinheiro (6)

Theo Lopes (6)

André Lopes (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC ESPINHO 

O SC Espinho de Vítor Pinto entrou com as ideias de jogo bem clara, mas dada a enorme forma do Benfica, foi impossível de as pôr em prática durante todo o encontro. Com os seus pontos fortes a residir nos serviços e nos blocos, o Espinho aproveitou muitas dessas vertentes para consolidar os seus pontos, mas não foi o suficiente.

FORMAÇÃO DO SC ESPINHO

Zé Pedro (6)

Januário (5)

Robinho (8)

Filip Cveticanin (6)

Dinis Leão (8)

João Simões (6)

Gabriel Andrade (7)

SUBS UTILIZADOS

André Lázaro (6)

Manuel Figueiredo (5)

Ricardo Alvar (6)

Foto de capa: SL Benfica

As 5 melhores equipas portuguesas de sempre (extra-grandes)

As 5 melhores equipas portuguesas de sempre

Nem só dos grandes nomes se faz a grande história do nosso futebol nacional. É, aliás, por causa do historial tripartido entre SL Benfica, FC Porto e Sporting CP que muitas das vitórias das restantes equipas portuguesas se tornaram verdadeiramente heróicas.

Há casos de superação, campeões nacionais improváveis, épocas do ‘quase’, e conquistas que eram há muito merecidas. Os confins do futebol nacional têm, de facto, muita coisa para contar e relembrar.

Esta semana, o Bola na Rede olhou para a atualidade mas também reabriu o baú para tentar descobrir quais foram as cinco melhores equipas de sempre em Portugal, para além dos três grandes.

Top 5 Melhores Equipas Portuguesas 

FC Porto | A história de como uma ausência destrói uma defesa

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Neste artigo, decidi contar-vos uma história que até enquadra bem no Halloween. A noite das bruxas foi de facto na noite de dia 31 de outubro, mas esta história deu-se na véspera e acabou por dar aos portistas o pesadelo que todos esperavam ter apenas no dia seguinte, com grandes culpas na defesa portista.

Falo, pois, da derrota portista em Paços de Ferreira por três a dois. Resultado igual à derrota do FC Porto diante do CS Marítimo no Estádio do Dragão. No entanto, a principal diferença é que esta última derrota pode começar a complicar muito as contas do campeonato deste ano para os lados da Invicta. Já são 5 pontos frente a um SL Benfica que promete não vacilar por enquanto. O Sporting CP também decidiu surpreender e empurrou a equipa de Sérgio Conceição para o terceiro lugar. Resumindo, um fiasco para os azuis e brancos.

Vamos então para o pesadelo da Mata Real. Um pesadelo que resultou em mais 3 pontos naquela que foi talvez a pior exibição da era Sérgio Conceição. Um desastre completo com bruxas e fantasmas a abençoar o espírito dos dragões.

O título deste artigo remete para o principal motivo que levou ao descalabro que assistimos na sexta-feira à noite. A história de como uma ausência destrói uma defesa. Pois bem, não é difícil adivinhar que essa ausência foi o capitão de equipa Pepe, que, com 38 anos, mete uma defesa e uma equipa em sentido. O central português testou inconclusivo à Covid-19 e por isso não pôde ser utilizado por Sérgio Conceição. Para o seu lugar entrou Diogo Leite que não esteve à altura tal como o restante setor defensivo, refira-se.

Notou-se claramente a ausência de um espírito de liderança, de qualidade na saída de bola, até porque muitos lances que se viram em Paços de Ferreira não se iriam ver com Pepe em campo. A juntar a isto foi o facto de a equipa nem ter tempo para se preparar sem o internacional português, porque só se soube que Pepe não podia jogar muito em cima da hora.

 Tudo isto que acabei de referir serve de desculpa? Um claro não. Se o FC Porto tem de estar dependente de um jogador para se comportar bem defensivamente e ofensivamente frente ao FC Paços de Ferreira então estamos mesmo muito mal.

A equipa parecia estar possuída para não criar perigo e para deixar o adversário criá-lo. Ofensivamente, o FC Porto foi uma nulidade por só conseguir marcar com um penalti muito duvidoso e por uma bomba de Otávio que de pouco serviu. De resto, nada, o que é extremamente preocupante. Em termos defensivos formou-se uma autoestrada, com uma transição defensiva amadora, erros infantis e um golo do FC Paços de Ferreira que só não foi validado sabe-se lá porquê…

Creio que há muito a refletir se o FC Porto ainda ambiciona poder vir a ser Campeão Nacional. Que sejam dados murros na mesa, berros, que se façam revoluções…

A juntar a isto, estamos perante o pior registo defensivo dos últimos 61 anos. Pior que aquele FC Porto de José Peseiro e Lopetegui. Uma coisa é certa, não faz sentido falar-se em ausências e em 72 horas entre jogos… Que se comece a ver um FC Porto sólido e à imagem da sua história.

NFL | Semana 8: Jornada de confirmações

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Mais uma semana de NFL em que os fortes dominaram e os fracos mostraram todas as suas debilidades. Os Steelers confirmaram que são sérios candidatos ao Super Bowl, os problemas dos Patriots e do quarterback dos Eagles continuaram, Seattle voltou às vitórias e Tom Brady bateu mais um recorde.

Atlanta Falcons 25-17 Carolina Panthers: Falcons vingam-se

Duas semanas depois do primeiro encontro entre as duas equipas – na altura sorriu aos Panthers – os Atlanta Falcons vingaram-se e somaram a segunda vitória da época.

O jogo começou com Carolina por cima. A defesa dos Panthers começou e até conseguiu incomodar o ataque de Atlanta, que apenas conseguia colocar pontos no marcador através de field goals. Já do outro lado, Teddy Bridgewater, através de uma jogada interessante com o seu running back, lançou para o touchdown de Curtis Samuel que fez o 6-14.

No entanto, uma corrida de Matt Ryan marcou a mudança para os Falcons. O quarterback reduziu para 12-14, e permitiu que a equipa voltasse à luta pela vitória. O Younghoe Koo ia-se mostrando seguro, e com dois pontapés – um para o ponto extra e outro a converter um field goal – deixou o resultado em 16-14 ao intervalo.

No segundo tempo os Falcons voltaram a marcar através de um pontapé de Younghoe Koo, antes dos Panthers reduzirem. Gurley voltou a marcar para os visitantes fazendo o 25-17, mas numa altura em que Carolina tentava chegar ao empate nos segundos finais, uma interceção de Blidi Wreh-Wilson colocou um ponto final no jogo.

Foto de capa: Pitsburgh Steelers

«A maior mágoa da minha vida é nunca ter tido uma oportunidade no Sporting» – Entrevista BnR com Fábio Paím

Fábio Paím. Nome grande do imaginário coletivo de uma geração que floresceu sob a égide de um predestinado de quem Cristiano Ronaldo disse um dia “Se acham que sou bom, esperem até ver o Paím”. De um trato e educação desarmante, esta conversa permitiu ao autor – e quiçá ao leitor – a compreensão de que nem tudo o que parece… é. Parangonas várias foram escritas sobre o lado oculto de um homem que mostrou ser muito além do que se conhece. Este foi, aliás, o mote para que o Fábio aceitasse o nosso convite: deixar de fora da convocatória o sensacionalismo e estender-lhe a passadeira do jornalismo sério, nunca lhe puxando o tapete. Numa entrevista exclusiva Bola na Rede, a primeira depois do décimo aniversário, fiquem com Fábio Paím, o humano por trás fama.

«Cresci com esse talento fora do normal de que as pessoas falam e ainda não apareceu alguém igual»

Bola na Rede: Estás na Polónia?

Fábio Paím: Sim, estou na Polónia.

Bola na Rede: Quantos graus estão aí?

Fábio Paím: Não sei. Não ligo ao frio. Nunca tenho frio [risos]. Diria uns 15 ºC. Está tranquilo.

[…]

Desculpa a demora.

Bola na Rede: Não faz mal. Como estás?

Fábio Paím: Bem, vêm aí coisas boas. Ainda não falei sobre isto publicamente e não quero fazê-lo enquanto não tiver certezas, mas acabei de receber um pré-contrato.

Bola na Rede: Vou respeitar. Ando atrás de ti há meses.

Fábio Paím: Só aceitei dar-te esta entrevista porque, embora não te conheça, gostei da maneira como me abordaram. Eu tento “ajudar-vos”, mas vocês, comunicação social, nunca me tentaram ajudar. Escrevem e dizem o que querem, sem direito ao contraditório. A entrevista é com imagem?

Bola na Rede: Não, apenas texto.

Fábio Paím: Senão vestia a camisola do clube.

Bola na Rede: Como te sentires mais confortável. Se achas que as entrevistas que já deste foram boas, espera até veres esta.

Fábio Paím: [risos] O Cristiano, não é? São frases que marcam a vida de uma pessoa, ainda por cima dito por ele.

Bola na Rede: Mantêm contacto?

Fábio Paím: Há muito tempo que não falamos, há muitos anos. As nossas vidas seguiram rumos distintos e tenho de ser sincero: o homem está noutro nível. Desencontrámo-nos e é normal; acontece com os amigos, também. Mas o carinho e o respeito mantêm-se.

Bola na Rede: Antes de avançarmos tira-me uma dúvida. Cresci a ouvir falar num jogo contra o Belenenses, em que fintaste meia equipa adversária – guarda-redes incluído – e voltaste para trás. Aconteceu ou é mito?

Fábio Paím: Aconteceu em vários jogos, inclusive contra o Benfica, em Alcochete. Eu era mau, era “chateado” e cresci com esse talento fora do normal de que as pessoas falam e ainda não apareceu alguém igual. É o talento, um dom, que tanto pode ser bom como pode ser mau. É difícil de explicar.

Bola na Rede: Vamos às tuas raízes. Os teus pais são angolanos, mas já nasceste em Portugal. Como é a tua relação com eles?

Fábio Paím: Do meu pai sou um bocadinho afastado, apesar de agora estarmos a criar uma ligação. Ele desligou-se de mim muito cedo. A minha mãe e o meu tio são os pilares da minha vida. São pessoas humildes, que trabalharam e trabalham muito. O meu tio foi quem sempre me acompanhou e era quem me levava aos treinos. A minha mãe, uma mulher de trabalho, é uma pessoa muito parecida comigo. Vieram muito cedo de Angola, por força da guerra, e vieram para trabalhar, como muitos africanos que vieram para Portugal nessa altura.

Bola na Rede: De que forma a cultura angolana se fazia sentir em tua casa?

Fábio Paím: De todas as formas que possas imaginar. As nossas raízes são de festa. É algo que sempre esteve comigo e que eu e a minha mãe adoramos; é por isto que digo que ela é a pessoa mais parecida comigo.

Bola na Rede: Onde moravam?

Fábio Paím: Em Alcoitão. Até hoje a minha mãe ainda lá tem a casa.

Bola na Rede: Continua a ser onde ficas quando vens a Portugal?

Fábio Paím: Não, mas vou lá muitas vezes. Quando vou a Portugal fico em Alvide, com a minha mulher e com os meus filhos.

Bola na Rede: A Associação Familiar e Desportiva da Torre era o clube mais perto?

Fábio Paím: Atualmente sim, mas antigamente era o Alcabideche, que já não existe. Agora é a Torre, o Fontainhas e outro clube onde o Hélder, que jogou no Benfica, treinou…

Bola na Rede: Talaíde?

Fábio Paím: É isso mesmo.

Bola na Rede: Chegaste a jogar na Torre?

Fábio Paím: Não, só joguei no Alcoitão, onde comecei. Depois fui logo para o Sporting. Joguei foi no Torneio da Torre.

Bola na Rede: Como foste parar ao Sporting?

Fábio Paím: Foi nesse torneio, onde nem sequer podia jogar porque não tinha idade suficiente. Tinha sete anos e não podia ser inscrito. Joguei com outra identificação [risos]. Estavam lá Sporting, Benfica e outras equipas de bom nível e eu joguei pelo Alcoitão. Foi quando o Sr. Aurélio Pereira me viu e falou com o meu tio. Perguntou-lhe se me deixava ir fazer testes ao Sporting.

Bola na Rede: O que é que o Sr. Aurélio Pereira tinha de especial?

Fábio Paím: Ao longe via um talento. Ele acompanhava estes pequenos torneios e sabia que os grandes craques vêm dos sítios com menos possibilidades. Quando me viu foi amor à primeira vista. A maneira como ele fala com as pessoas é diferenciada.

Fonte: Fórum SCP

Bola na Rede: Lembras-te de alguém com quem tenhas jogado no teu primeiro ano de Sporting?

Fábio Paím: Lembro-me de todos. O Daniel Carriço, por exemplo, é um irmão. Apesar de não convivermos todos os dias é uma pessoa que, sempre que precisei, estava lá. É uma pessoa diferente, é “O Capitão”.

Bola na Rede: Onde vivias nessa altura?

Fábio Paím: Comecei a viver no estádio antigo, depois fui para a Academia. O Daniel chegou depois e, muitas vezes, era o pai dele que me levava para os treinos e para os jogos. Cheguei a ir com eles de férias para Montargil. Mas depois a vida, e a nossa cabeça, leva-nos para um lado e as outras pessoas vão para outro.

Bola na Rede: Podes contar alguma história dessa altura que nunca tenhas revelado?

Fábio Paím: Lembro-me de uma, também com o Daniel, em que estávamos a ir para o treino e íamos apanhar o comboio, em Cascais. Como ainda faltava algum tempo para o comboio chegar, lembrámo-nos de ir andando pelas praias até ao Monte Estoril e apanhávamo-lo mais à frente. Fomos andando e passámos por umas piscinas junto à praia; nesse momento veio uma onda e mandou-nos para dentro da piscina. A sorte é que estava muito calor.

Bola na Rede: Ires viver sozinho com 16 anos foi um passo maior do que a perna?

Fábio Paím: Eu não tinha noção do que era e do que poderia vir a ser. As pessoas falavam comigo, mas eu não dava importância. Pensava que só me queriam chatear, mas não. Não tinha alguém para quem olhasse e pudesse ter como referência.

Luís Sénica: Os desafios do primeiro mandato à frente do hóquei português

Luís Sénica iniciou o segundo mandato na presidência da Federação Portuguesa de Patinagem (FPP). Como candidato único, o antigo selecionador nacional vai ter mais tempo para concretizar as suas ideias, depois de ter entrado a meio do mandato anterior em 2018 pela demissão de Fernando Claro. Estes quatro anos revelam-se ainda mais desafiantes do que os anteriores dois.

Primeiro, pela situação de pandemia que impediu a conclusão das competições na época 2019/20 e que também não permite a presença de público nos pavilhões. A transmissão online das partidas no site da FPP é arma principal para manter os seguidores do hóquei atentos. No entanto, alguns apoiantes da modalidade mais velhos não têm um acesso facilitado à internet e mesmo com a transmissão de alguns jogos no canal A Bola TV, não garante que uma franja importante veja os duelos do campeonato.

A criação de um canal da federação, proposto por Luís Sénica, também não parece ser o que vai resolver para aproximar o público da modalidade, mas qualquer iniciativa pode ser uma pequena ajuda. Contudo, a solução ideal seria a transmissão, em sinal aberto, como já aconteceu, há vários anos, na RTP2. O interesse pela modalidade pode, assim, ficar diminuído.

A profissionalização da arbitragem no Hóquei em Patins também é um dos assuntos discutidos pelos agentes da modalidade. Luís Sénica admitiu, em entrevista ao site Zerozero, que «o grau de profissionalismo que nós queremos e apontamos como caminho», mas as condições financeiras constituem apenas uma parte das dificuldades. Para uma modalidade em que uma parte significativa, mesmo na primeira divisão, é amadora ou semi-profissional, parece-me quase impossível concretizar a profissionalização.

Os árbitros portugueses, com exceções claro, são dos melhores a nível mundial e não creio que árbitros profissionais tragam menos contestação no mundo do hóquei. O problema vem da cultura desportiva em Portugal e que abrange as diversas modalidades desportivas, por vezes até despoletado pelos próprios dirigentes dos clubes.

A formação dos atletas é uma bandeiras do presidente da FPP. No entanto, ainda não há ideias concretas divulgadas sobre tal. O que é possível concluir, é que a pandemia está a prejudicar seriamente os jovens praticantes, com a suspensão da época anterior e limitações na realização desta. No limite, pode levar a uma diminuição do interesse dos jovens na modalidade e até ao fim de várias equipas da formação, até pelas dificuldades económicas dos clubes e, assim, no limite, com o fim de competições.

A alteração do modelo do campeonato com os regressos do playoff de apuramento de campeão nacional é uma das novidades este ano. Este formato reciclado pode ser importante para introduzir emoção e mais clássicos e derbys que vendem a modalidade. No entanto, este modelo traz algum grau de injustiça ao campeão, visto que o melhor na fase regular pode não vencer o playoff, o que pode levar à pressão de alguns clubes para voltar a mudar. Uma coisa é certa: o campeonato necessita de estabilidade e, por isso, este formato deve ficar por alguns anos.

IPL: Mumbai mantém favoritismo

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Sem surpresas, os Mumbai Indians não tiveram problemas em qualificar-se para os playoffs da IPL 2020 e nem a lesão do capitão Rohit Sharma impediu os campeões em título de terminar a fase regular no topo da tabela. A superioridade foi tal que os Mumbai Indians foram uma de apenas duas equipas  conseguir um Índice de Corridas Líquido (NRR) positivo e com quase o dobro da outra, os Sunrisers.

Com um plantel bem apetrechado, os azuis podem bem sonhar com a revalidação do título, especialmente se Sharma regressar em forma para os encontros a eliminar. Pollard tem feito um bom trabalho como seu substituto a capitanear, mas falta-lhe a estrela do indiano.

No primeiro qualifier para a final, os Indians enfrentarão os Delhi Capitals, que tiveram uma segunda metade da prova para esquecer, incluindo quatro derrotas consecutivas, mas uma vitória sobre os Royal Challengers no último jogo garantiu-lhes o segundo lugar. Contudo, os homens da capital estão longe de ser favoritos. A equipa conta com lançadores de excelência, com especial destaque para Rabada, que lidera o Purple Cap com 25 wickets, mas demonstra fragilidades a bater e será difícil elas não virem à tona nos jogos a eliminar.

Para o qualifier 2, à equipa derrotada no primeiro juntar-se-á o vencedor do Eliminator e, aí, a luta esteve ao rubro para alcançar uma dessas posições. Três conjuntos terminaram igualados com sete vitórias e os restantes obtiveram seis triunfos cada.

No desempate, os Sunrisers Hyderabad ficaram com o terceiro lugar à custa de uma vitória no último jogo da fase regular sobre uns Indians já há muito qualificados e irão defrontar os Royal Challengers Bangalore, ficando os Kolkata Knight Riders de fora. Destes dois conjuntos, ambos têm equipas completas que poderão lutar pelo título, mas parece claro que os Royal Challengers partem como fortes candidatos a chegar até à final. Com Virat Kohli ao leme de um grupo experiente, esta é uma boa oportunidade de, finalmente, Bangalore conquistar a sua primeira IPL.

Entre os que terminam agora a sua participação na prova, também há alguns destaques. Apesar de um início fraco, os Kings XI terminaram fortes e chegaram a estar entre os quatro da frente, mas nem a liderança de KL Rahul no Orange Cap foi suficiente para garantir a qualificação. Finalmente, os Rajastan Royals não foram além do último lugar, mesmo contando com um inspirado Jofra Archer em ambos os lados da bola, que lidera a classificação de MVP.

Foto de Capa: Indian Premier League

Sporting CP | O estado de Ecletismo dura até quando?

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Ainda há poucos dias vinha aqui elogiar o início de temporada da maior parte das modalidades ditas amadoras do Sporting CP. Porém, já recebemos indícios do tal desinvestimento que tanto se vem falando. 

Estas últimas notícias não retiram o mérito do que já foi conseguido esta época desportiva, mas deixa antever algumas dificuldades para manter o Sporting CP como um clube ecléctico e vitorioso. 

Um dos indícios é a dispensa de alguns dos atletas com mais títulos nacionais e internacionais. Falo especificamente de Nelson Évora e João Costa. Dispensa não será a palavra mais apropriada uma vez que não sabemos se lhes terá sido apresentado novo contrato com o tal corte de custos falado para as modalidades que se poderia reflectir em redução salarial, algo que eles decidiram recusar. 

Ainda assim, e em termos práticos, ficamos para já com menos dois atletas (pelo menos são os que temos conhecimento, apesar de já terem saído outros) que garantidamente trariam títulos nacionais, provavelmente internacionais, para o palmarés leonino. E quanto ao contributo do Nélson, farão muita falta os pontos que garantia na luta pelo campeonato nacional de atletismo, que continuamos a perder em masculinos para o nosso eterno rival. 

Nelson Évora conseguiu completar a sua caderneta de títulos com a conquista do título de campeão europeu de triplo salto ao ar livre em 2019. Tem mais de uma dezena de títulos de campeão nacional, e vários pódios olímpicos. Já João Costa, teve vários pódios na Taça no Mundo, para além dos inúmeros títulos de campeão nacional nas várias vertentes de tiro. 

Outro indício das dificuldades que as modalidades do Sporting CP poderão vir a passar é a suspensão de Miguel Albuquerque. Não vou aqui falar sobre as razões que levaram o clube a fazê-lo, mas apenas sobre as provas que deu como profissional do clube. Perdemos alguém que começou por construir uma equipa de futsal competitiva nacional e internacionalmente, sob a sua direcção, as modalidades do clube tiveram uma das melhores épocas de sempre no que toca a títulos conquistados. Por isso, independentemente do que possa fazer na sua vida conjugal (que parece estar ultrapassado) é inegável que perdemos um profissional competente.

Miguel Albuquerque, homem forte do Sporting CP para o futsal, viu o seu contrato de trabalho suspendido por alegada prática de violência doméstica
Fonte: Sporting CP

Para além de perdermos alguns dos melhores atletas por falta de competitividade financeira, e perdermos a competência directiva, perdemos também o direito a competir, com a suspensão, por parte da DGS, de todas as competições das modalidades amadoras. 

Perfeito. Se não podemos competir, para que precisamos dos melhores atletas? A verdade é que, quando o clube transparece tantas dificuldades, a todos os níveis, para manter os seus melhores activos, como conseguirá que as modalidades sobrevivam em Alvalade? Podem vir dizer que os outros também irão passar pela mesma dificuldade, e é verdade, mas primeiro pouco me importa o que acontece na casa dos outros, e depois alguns dos “outros” mostram menos dificuldades financeiras o que ajuda a ultrapassar de uma forma menos preocupante este período sem competição e meio de subsistência. A verdade é que não será fácil a sobrevivência de muitos dos clubes das várias modalidades, sem que haja ajuda do Estado e das Federações. 

Devemos ficar preocupados? Acho que sim. Só não nos preocupamos se o objectivo for mesmo acabar com o ecletismo do Sporting CP e esta pandemia tenha criado o cenário perfeito para que o plano se concretize. E o melhor é que temos quem culpar, e desta vez não é o Bruno (acho eu). 

Mas nós também só nos lembramos das modalidades quando elas ganham título, e quando precisamos do argumento do clube com mais títulos e mais ecléctico. Por isso, deixa arder. Estou errado? Mas vejam lá se qualquer dia até esse argumento perdemos.

Real Madrid CF 3-2 FC Internazionale Milano: Vitória merengue num jogo à “Champions”

A CRÓNICA: BLANCOS TREMEM MAS NÃO CAEM (DA CHAMPIONS)

Champions League “nonstop” nestas três semanas: obrigado UEFA. Tivemos grandes jogos e, desta feita, à terceira jornada, vamos poder assistir a uma partida entre dois dos maiores clubes do futebol mundial: Real Madrid CF e FC Internazionale Milano. Encontro decisivo para o futuro das duas equipas nas competições europeias, onde ainda não tinham conseguido vencer.

Que grande primeira parte! Foram 45 minutos com ambos os clubes balanceados para a frente, mas com domínio claro e inequívoco por parte dos madrilenos, que se refletiu no resultado ao intervalo. Aos 25 minutos, Hakimi fez uma asneira tremenda ao atrasar a bola para Handanovic e Benzema, sempre atento, interceptou o lance, sentando o veterano esloveno e convertendo com a baliza aberta. Oito minutos mais tarde, foi a vez do espanhol Sérgio Ramos cabecear no coração da área, na sequência de um canto, a bola para o fundo das redes.

Adivinhava-se vida difícil para o Inter de Milão mas eis que, numa resposta imediata ao segundo golo sofrido, aparece a genialidade de Nicolo Barella. O italiano, entre linhas, a fazer um passe mágico para Lautaro, que com frieza, reduziu. Seguiram-se mais 10 minutos bastante equilibrados e Clément Turpin apitou para mandar todos os jogadores para os balneários.

Os segundos 45 minutos prometiam muito e não desiludiram. Os nerazzurri entraram com outra assertividade tática e tiveram, até aos 70 minutos, sempre por cima do encontro. Tanto que aos 68 minutos, aconteceu o mais expectável: empate, por intermédio de Perisic, com o Inter de Milão a explorar bem as costas da defesa milanesa.

O crescimento do Inter de Milão ameaçava não ficar por aqui, mas num ataque rápido, a velocidade e qualidade dos dois brasileiros do Real Madrid CF fizeram a diferença. “Vini” passou rasteiro para “Rodry” que finalizou com classe para o 3-2. A vantagem não sofreu alterações e os milaneses ficaram em maus lençóis neste Grupo B da Champions.

 

A FIGURA


Primeira Parte do Real Madrid CF- Já não via os “blancos” a jogar assim há muito tempo. Foram 45 minutos iniciais muito intensos, a sufocar o Inter de Milão e conseguir anular praticamente todos os seus craques, com excepção de Barella. O problema dos madrilenos é que depois adormecem e permitem muito aos adversários, precisamente o oposto do que fizeram no primeiro tempo. Jogando assim, são candidatos a ganhar tudo, mesmo sem um “matador” de área,

 

O FORA DE JOGO


Antonio Conte- Sem dúvida que esteve bem ao intervalo, na motivação dos jogadores – imagino eu –, mas houve muito demérito do Real Madrid CD em permitir tantas ocasiões. Esteve sobretudo mal porque na “tripla” de centrais que utiliza, só é que é de nível elevado e continua a deixar Milan Skriniar no banco, o que para mim é incompreensível.

Depois, da mesma forma que teve bem em conseguir empatar, acho que perde o jogo no momento em que tira Perisic (tinha de ser, estava esgotado) mas sobretudo Barella, que para mim foi o melhor em campo. O equilíbrio que o italiano dava a um meio-campo com Vidal pobre e Brozovic com muitas preocupações defensivas, era essencial. Ainda assim, creio que com Lukaku podia ter tirado mais deste jogo.

 

ANÁLISE TÁTICA: REAL MADRID CF

Os “blancos” parecem ter dado um pontapé na crise da Primeira Liga Espanhola, mas na Champions estão ainda muito “aquém” daquilo que podem fazer. Zidane fez subir ao terreno de jogo o seu tradicional 4-3-3, com Hazard a agarrar a titularidade depois de Benz… do treinador francês sentar Vinicius Jr no banco de suplentes. A polémica no nosso país vizinho tem sido muita nos últimos dias e era preciso muito autocontrolo para conseguir afastar todo esse falatório das cogitações dos jogadores.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Courtois (7)

Mendy (6)

Varane (6)

Sérgio Ramos (7)

Lucas Vasquez (7)

Casemiro (6)

Valverde (7)

Kroos (6)

Hazard (6)

Benzema (7)

Asensio (6)

SUBS UTILIZADOS

Vinicius (6)

Rodrygo (6)

Modric (-)

 

ANÁLISE TÁTICA: FC INTERNAZIONALE MILANO

Antonio Conte não inventa e alinha com o seu clássico 3-5-2. O técnico italiano entrou para este jogo da Champions com uma baixa de peso: Lukaku. Por isso, a solução foi a adaptação de Perisic a uma posição que não lhe é nada estranha (é um híbrido na frente de ataque), mas talvez a maior surpresa no onze seja Ashley Young, que tem estado na sombra de um excelente Matteo Darmian.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Handanovic (6)

D’Ambrosio (6)

De Vrij (6)

Bastoni (6)

Hakimi (6)

Barella (8)

Brozovic (6)

Vidal (5)

Ashley Young (5)

Perisic (6)

Lautaro Martinez (8)

SUBS UTILIZADOS

Alexis Sanchez (5)

Gagliardini (5)

Nainggolan (-)

FC Porto 3-0 Olympique de Marseille: Domínio completo dos Dragões no regresso de AVB ao Porto

A CRÓNICA: DRAGÕES EXÍMIOS NOS CONTRA-ATAQUES NÃO DÃO HIPÓTESES AOS GAULESES 

O jogo a contar para a terceira jornada era crucial para o Olympique de Marseille (OM), que partiu para o encontro com zero pontos. Não deixava de ser um jogo importante para o FC Porto também, como qualquer um na Liga dos Campeões, mas os Dragões partiam numa posição mais confortável.

A partida começou muito animada, com ambas equipas a tentarem atacar com velocidade. Tivemos que esperar apenas 4 minutos para o primeiro golo da partida. Corona cortou para o meio a partir da direita, consegue ganhar um ressalto com um defesa adversário que o coloca já dentro da área onde cruza de forma perfeita para Marega. O Maliano teve apenas que encostar para o fundo das redes para abrir o marcador.

Logo aos 9’, Thauvin consegue fazer uma boa finta dentro da área portista e é derrubado por Malang Sarr. O árbitro não tem dúvidas e aponta para a marca de penálti. Chamado a marcar, Dimitri Payet atira por cima da baliza de Marchesin, desperdiçando assim a oportunidade de igualar o resultado.

O jogo começou a estabilizar com mais bola para o OM, mas com os franceses a não conseguir criar perigo. O FC Porto parecia a equipa mais capaz de incomodar a defesa adversária. E foi na insistência do ataque azul e branco que Corona, já dentro da área, é carregado depois de fazer um cruzamento. Mais uma vez, o árbitro não tem dúvidas e aponta para a marca de 11 metros. Sérgio Oliveira não comete o mesmo erro de Payet e finaliza muito bem o penálti, longe do alcance de Mandanda. Ainda foi marcado mais uma grande penalidade a favor do Marselha, mas foi revertida pelo VAR.

A segunda parte começou de forma algo lenta, sem grandes oportunidades nos primeiros 20 minutos. Aos 67’, Corona arranca ao meio-campo e parte para uma jogada individual fantástica, só acabando à entrada da área, quando toca de calcanhar para Luís Diaz. O colombiano não quis ficar atrás do mexicano e deferiu um remate indefensável para a baliza de Mandanda.

Corona queria complementar as suas assistências com um golo, mas foi egoísta a mais e atirou por cima aos 84’, numa jogada de contra-ataque em que o FC Porto estava em superioridade numérica.

A FIGURA
Não deixava de ser um jogo importante para o FC Porto também, como qualquer um na Liga dos Campeões, mas os Dragões partiam numa posição mais confortável.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Jesús Coronao mexicano voltou às suas melhores exibições. Faz uma boa jogada e assistência perfeita no primeiro golo, ganha o penálti de onde resultou o segundo, e fez uma arrancada de quase metade do campo antes de largar de forma mágica em Luís Diaz para o terceiro. Tem sido o jogador dos Dragões mais consistente do último ano e meio e só beneficia quando joga a extremo e não a lateral.

O FORA DE JOGO
Não deixava de ser um jogo importante para o FC Porto também, como qualquer um na Liga dos Campeões, mas os Dragões partiam numa posição mais confortável.
Fonte: Olympique de Marseille

André Villas-Boas – falou-se muito do treinador português, como não poderia deixar de ser com o seu regresso à casa onde foi mais feliz, mas Villas-Boas não conseguiu impor-se em termos táticos. A sua equipa parecia quase sempre perdida em campo, sem grande ideia de como progredir. Também não conseguiu melhorar a sua equipa com as substituições, e enfrenta agora um cenário quase impossível de apuramento para a próxima fase da Liga dos Campeões.

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto, surpreendentemente, apesar de jogar só com Marega como avançado puro, alinhou num 4-4-2, com Luís Diaz a posicionar-se perto do maliano. A fechar a esquerda alinhou Otávio. Claramente uma estratégia de apostar nos contra-ataques rápidos, enquanto que defendia com um bloco médio muito coeso. Sem nunca dar espaço entrelinhas para os médios do OM, o FC Porto manteve-se sempre muito seguro de um ponto de vista defensivo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Marchesin (6)

Wilson Manafá (6)

Chancel Mbemba (6)

Malang Sarr (6)

Zaidu Sanusi (7)

Sérgio Oliveira (7)

Uribe (7)

Otávio (6)

Jesús Corona (9)

Luís Diaz (7)

Marega (6)

SUPLENTES UTILIZADOS

Shoya Nakajima (6)

Fábio Vieira (6)

Mehdi Taremi (-)

Marko Grujic (-)

Romário Baró (-)

ANÁLISE TÁTICA – OLYMPIQUE MARSEILLE

 O Olympique Marseille alinhou num 4-4-2 losango, com Payet a jogar a “10” e Thauvin como segundo avançado. Ainda assim, desdobrava-se por vezes num 4-3-3 quando Payet descaía naturalmente para a esquerda e Thauvin para a direita.

Apesar de querer ter muita gente no espaço médio, com quatro jogadores, o OM nunca conseguiu dominar essa zona do campo. Nem os centrais nem o trinco, Kamara, conseguiam fazer o passe que entrasse no bloco do FC Porto. Também não conseguiu atrair os jogadores portistas para o meio e explorar os flancos com os seus laterais. Amavi ainda foi capaz de dar alguma profundidade, mas Sakai nunca o fez.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Steve Mandanda (5)

Hiroki Sakai (5)

Álvaro González (4)

Duje Caleta-Car (4)

Jordan Amavi (5)

Boubacar Kamara (4)

Morgan Sanson (5)

Valentin Rongier (5)

Florian Thauvin (5)

Dimitri Payet (5)

Dario Benedetto (3)

SUPLENTES UTILIZADOS

Michael Cuisance (5)

Luís Henrique (4)

Valère Germain (5)

Marley Ake (-)

Kevin Strootman (-)