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É desta que regressam todos?

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A sete jornadas do fim do campeonato o boletim clínico do FC Porto tem sido bastante preenchido. Vários nomes importantes, de jogadores a atravessar bons momentos de forma, têm ido lá parar e a equipa vai procurando soluções entre os disponíveis. Agora, com a paragem para os compromissos das seleções, é tempo de perceber com o que se pode contar na reta final da competição.

Danilo, Alex Telles, Soares e Marega: são estes os quatro nomes que os adeptos azuis e brancos anseiam por ver entre os convocados de Sérgio Conceição. Nas últimas jornadas figuraram entre os indisponíveis, mas o regresso pode estar para breve. Depois de uma fase de ritmo competitivo bastante elevado, com 17 jogos em dois meses e meio, os dragões só podem beneficiar com este “intervalo” na Liga. Para o próximo jogo, no dia 2 de Abril no Restelo, Alex Telles e Soares já são certos. O avançado brasileiro tinha condições para ser usado frente ao Boavista FC, mas o resultado da partida foi permitindo ao técnico gerir as opções de outra forma, usando Aboubakar de início e fazendo entrar Gonçalo Paciência já perto do final, de modo a não o sobrecarregar. Na véspera do dérbi de sábado Soares já tinha evoluído para treino integrado condicionado, pelo que fará parte das opções de Sérgio Conceição para a jornada 28.

Alex Telles é o outro nome já confirmado entre os recuperados. O lateral esquerdo já faz treino condicionado e tem ainda cerca de 10 dias de preparação com o restante plantel até ao reinício da competição. Depois de um mês de paragem Alex Telles deverá regressar às opções do treinador, apesar das boas indicações dadas por Diogo Dalot, chamado para assumir o seu lugar. Também Danilo pode recuperar nestes dias de paragem, mas terá uma tarefa mais complicada para voltar à titularidade: o jogador está lesionado desde o final de Janeiro e tem visto Sérgio Oliveira e Herrera formarem uma boa dupla no miolo azul e branco. O internacional português já integrou, ainda que de forma condicionada, os trabalhos da equipa na preparação para a deslocação ao CF “Os Belenenses”, mas deverá ter de esperar por uma oportunidade para assumir de novo um lugar no onze.

Danilo é o jogador lesionado há mais tempo, estando parado desde Janeiro
Fonte: FC Porto

E se o início do campeonato levou muitos a verem Marega como o elo mais fraco do ataque, por estes dias já terão mudado de ideias. O maliano foi uma das figuras de destaque do FC Porto ao longo da época, mas ainda não tem data certa de regresso. A trabalhar neste momento apenas no ginásio e ainda a fazer tratamento, é esperado só mais para o final do mês, sendo ainda incerta a possibilidade de ser utilizado no clássico da Luz.

Com duas semanas de treinos pela frente, depois de meses em ritmo competitivo elevado, o FC Porto deverá agora conseguir fazer a gestão do plantel e passar a contar com todos os jogadores, à excepção de Marega. Para a reta final do campeonato, e numa altura em que a equipa apenas tem o foco no campeonato e na Taça de Portugal, é importante ter todas as soluções preparadas e prontas a entrar em acção para ajudarem no objectivo comum: a conquista do título.

Foto de Capa: FC Porto

Fases Finais Campeonatos Universitários de Lisboa – Dia #3

Já começas a sentir o nervoso miudinho? As Fases Finais dos Campeonatos Universitários de Lisboa estão cada vez mais perto do fim e os momentos decisivos estão quase a chegar. A começar por esta quarta-feira: no dia de hoje disputaram-se os jogos dos Terceiros e Quartos Lugares, na luta pela medalha de bronze, e também a final de Andebol Feminino. Eis os resultados:

São os primeiro medalhados deste ano: a UL aparece na frente com uma medalha de ouro – campeões de andebol feminino – e uma medalha de bronze, seguidos pela AE FCT, com três medalhas de bronze. A amarelo as medalhas de ouro, a cinzento as de prata e a castanho as de bronze. Fonte: ADESL

Foi assim este terceiro e penúltimo dia de competição no Estádio Universitário de Lisboa. Amanhã será o último e decisivo dia, com todas as finais da competição, a começar logo pela manhã. Para não te perderes no programa, eis a agenda. O Bola na Rede não transmitirá nenhum jogo, mas fará um rescaldo especial.

Tem uma boa noite de sono se quiseres aguentar tanta emoção para amanhã: são nove finais!
Fonte: ADESL

Um Benfica sem lugar na Seleção

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Estão aí os jogos de preparação para o Mundial da Rússia. E se estávamos todos em êxtase por Ruben Dias, foi sol de pouca dura. Com a lesão, ficou a confirmação da falta de comparência dos encarnados, na convocatória da seleção das quinas.

Embora não haja cores quando toca a Portugal, o vermelho fica-lhe sempre bem! Infelizmente, de vermelho esta Seleção terá o equipamento e pouco mais. Rúben Dias lesionou-se depois de ter sido chamado, e bem chamado, e não se sabe se não terá posto o Mundial em risco.

André Almeida, apesar da época notável que está a realizar, tem nomes à frente dele que lhe tiram os pés dos jogos internacionais. Bruno Varela mostrou ao longo da época que não terá, ainda, estofo para vestir as quinas ao peito, fruto da inexperiência, agora mais oculta depois de um aumento de rendimento da linha defensiva.  Pizzi, perdeu terreno esta época, e embora tivesse justificado até então mais do que aquilo que o Engenheiro lhe deu, agora parece cada vez mais distante da Copa.

Rúben Dias “perdeu” uma oportunidade de mostrar o seu valor ao serviço da Seleção                        Fonte: SL Benfica

Pode-se argumentar que há tantos jogadores a atuar em campeonatos internacionais e equipas de topo que há pouco lugar para os de cá, mas ainda assim fica um sabor amargo. Quando tanto se fala numa formação entre as melhores da Europa, é esperado que as Seleções o reflitam. Estão a fazê-lo em escalões inferiores, mas no principal, das duas uma: ou há melhores, ou já não fazem parte dos encarnados.

E nós lá vamos reclamando, como se de um consolo se tratasse,  que A ou B não joga no Benfica mas foi formado. Apesar de entender que o poderio financeiro tem muito a dizer neste caso, fazem falta à nossa Seleção jogadores de dentro. Por agora, direi aos meus amigos, o que 120% dos benfiquistas pensará ao ver o jogo: “Este Bernardo Silva nunca deveria ter saído!”, com a mágoa de não poder exultar a cada jogada do nosso Rúben.

Foto de Capa: SL Benfica

Os Sportinguistas que o são apenas nas derrotas

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Como qualquer Sportinguista que gosta do fenómeno “desporto”, e essencialmente como qualquer adepto de desporto em geral, por “imposições” da nova forma de informação e comunicação, sigo a maior parte de grupos das redes sociais relacionados com todas as modalidades, e principalmente as que são representadas pelo nosso clube.

Faço-o porque é a forma mais rápida de receber informações dos aspectos mais positivos e mais negativos relativos à actualidade do meu clube, não tendo que fazer pesquisa e correndo o risco que me escape algum pormenor sobre o “meu” Sporting. O problema que isto levanta é o facto de por vezes ser difícil filtrar o que é informação fidedigna e “informação” plantada (o que não acontece apenas nesses grupos, mas também em comunicação oficial) que nos leva a acreditar em tudo o que lemos (mais tarde ou mais cedo vamos duvidar de tudo o que lemos. E não, não é vendo apenas informação do clube, porque, para qualquer decisão ou conclusão temos de conhecer sempre os dois pontos de vista).

No fundo, temos de acreditar é nisto (sem esquecer a vitória feminina, e em muitas outras modalidades)
Fonte: Federação Portuguesa de Atletismo

Temos nesses grupos vários tipos de adeptos e sócios, mas os comentários que mais são publicados são a catalogar os que comentam apenas nas vitórias. Eu diria que, no nosso clube, temos adeptos a especializarem-se em fazer publicações apenas quando algo corre mal. Vejo muitos comentarem essencialmente quando o nosso clube tem um resultado menos bom, uma exibição menos boa, ainda que com resultado positivo, ou mesmo depois de uma boa exibição que venham criticar o presidente ou o treinador apenas porque não tem mais nada que fazer, ou para fazer uma pesquisa de “mercado” a perceber a percentagem de aderência que aquele “post” terá. E depois, no meio disto tudo, há os perfis falsos que nem são do clube em causa, apenas porque não têm vida, e preferem incomodar os outros.

Lendas do “universo” portista: Nélson Puga

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Nascia há quase 60 anos, em Vila Nova de Cerveira, uma das lendas que dá forma ao extenso e inigualável “universo” portista. Falamos de Nélson Filipe Romeu Puga Costa, atual líder do departamento médico do FC Porto que, por entre o voleibol e o futebol, conta com mais de 40 anos de ligação afetiva e profissional ao clube.

Corria a época de 1977/78 quando Puga, praticante de voleibol no escalão de juniores dos dragões, beneficiou da saída de alguns dos jogadores mais velhos da equipa sénior para se sagrar campeão nacional em ambos os escalões. Com apenas 17 anos, era já uma figura das modalidades amadoras e, com uma carreira sempre em crescendo, não tardou a chegada à Seleção Nacional. Aí, atingiu a redonda marca dos 100 jogos com as quinas ao peito.

A atarefada atividade desportiva não o impediu de conciliar o curso de Medicina com o voleibol, e isso acabou por ser benéfico, tanto para Puga como para o FC Porto. Em jeito de brincadeira conta que, quando ainda jogava, exercia ao mesmo tempo a “profissão” de médico: “Comecei logo a ser o médico da minha equipa e da seleção. Qualquer problema vinham logo falar comigo. Isso ajudou-me muito e deu-me muita experiência.”

A ligação de Nélson Puga ao FC Porto conta já com mais de 40 anos de duração
Fonte: FC Porto

Seguiu-se o ingresso no departamento médico dos azuis e brancos, em 1997, onde é atualmente o líder máximo. Pelas suas mãos passaram alguns craques como Lucho, Quaresma, Anderson, Falcão ou Hulk, entre outros, e as mazelas foram sendo debeladas com a perícia e a astúcia daquele a que alguns chamavam o “Ronaldo da Medicina”.

Para o baú das recordações fica a conquista de oito Campeonatos Nacionais e três Taças de Portugal, em representação de clubes como o FC Porto, Centro de Desporto da Universidade do Porto, Leixões SC e Associação Académica de São Mamede.

Foto de Capa: FC Porto

Os emails não revelados: Petit abre o coração a todos os adeptos do Moreirense FC

Como será facilmente notado por todos vós, a minha pessoa não foi, nem nunca será, muito destas coisas. Porque para mim o essencial é o campo. O trabalho dos treinos. A dedicação e a garra que se demonstra a cada dia e em cada lance.

Poderão então estar a perguntar-se o porquê de estar a fazer uso destas teclas para transmitir algo que poderia fazer perfeitamente de uma outra forma, em qualquer conferência de imprensa ou em qualquer outro momento. Oportunidades não me faltariam.

Resolvi fazê-lo hoje, porque desde Domingo passado que sinto esta necessidade. Esta súbita necessidade de vos transmitir o que penso e sinto leva-me a estar aqui, sentado nesta cadeira, em frente desta secretária a quem costumo fazer pouca companhia e deste computador que serve, quase exclusivamente, para trabalho, mas não a horas tão tardias.

Depois do jogo de Domingo, depois da forma com que cada um dos nossos jogadores se bateu em campo, demonstrando a sua qualidade e o seu crer, quis, acima de tudo, transcrever por este teclado o que me vai bem cá dentro por forma a não me esquecer do essencial.

Tozé tem sido, nas últimas jornadas, a principal arma no ataque da equipa de Moreira de Cónegos
Fonte: Moreirense FC

Aceitei voltar a este clube onde a época passada fui muito feliz, porque este clube é, sem dúvidas, um clube onde me revejo, onde encontro uma atmosfera em tudo idêntica ao que sou. Um clube de gente nobre, que sempre tem tratado dos seus com respeito e dedicação. Se há clube que cumpre as suas responsabilidades esse é o grande Moreirense FC.

Embora muitos possam não saber, este clube é um histórico. São 80 anos de história. Se é verdade que muitos deles foram passados nas humildes divisões secundárias, não é menos verdade que só um clube desta “dimensão” poderia, em anos consecutivos ser Campeão da (na altura) 2.ª Divisão e da 2.ª Liga, e ascender em dois anos à 1.ª Liga, nascendo assim, no início do novo século, para os olhares dos amantes do Futebol Português que muitas vezes apenas se restringem ao que se passa entre os maiores.

Fui, por algumas pessoas, ou até talvez um pouco mais que algumas, criticado por ter regressado a esta casa. “Não o quiseram e agora voltou. Se fosse comigo nunca mais. Só o chamaram porque ele é o bombeiro de serviço”. Estas e outras coisas foram por mim ouvidas, lidas, e até interiorizadas, sem que isso em algum momento tenha feito parte do que penso ou sinto.

Girabola: Líder surpreendido em casa

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Mais um fim-de-semana repleto de ação no campeonato angolano! A 6.ª jornada do Girabola disputou-se nos dias 17 e 18 de março, e como já é hábito foi cheio de festa e muito futebol nos diversos estádios de Angola. Em seguida, uma análise pormenorizada aos jogos realizados nesta ronda.

Os dois primeiros classificados da edição anterior do Girabola, 1º de Agosto e Petro de Luanda, não disputaram os seus jogos, uma vez que tiveram compromissos para as competições africanas: o D’Agosto garantiu a passagem à fase de grupos da Liga dos Campeões (venceu 2-3 nas grandes penalidades o Bidvest Wits, da África do Sul), ao passo que o Petro foi eliminado da Taça CAF (derrota por 2-1 frente ao Supersport United, também da África do Sul).

O atual líder do Girabola sofreu a sua primeira derrota no campeonato. A jogar em casa e motivado pelo excelente início de prova, o Interclube queria somar mais três pontos. Contudo, não estava à espera da boa prestação dos Bravos do Maquis: a equipa visitante conseguiu aguentar o ímpeto caseiro e alcançou um triunfo importante, graças ao golo solitário de Eric Bokanga que, numa excelente jogada individual, marcou o único tento do encontro. Apesar da derrota, o Interclube mantém à mesma a liderança isolada, com 16 pontos.

A surpresa da jornada foi a vitória dos Bravos dos Maquis na casa do líder Interclube (0-1)
Fonte: GD Interclube

O Kabuscorp reagiu da melhor forma à derrota sofrida, frente ao 1.º de Agosto. Na visita ao estádio do Domant, o conjunto comandado pelo português Sérgio Traguil foi mais forte que o seu adversário, e conquistou os três pontos – esteve a perder, mas conseguiu dar a volta ao marcador, devido aos golos de Ebunga e Arouna. O triunfo permitiu ao Kabuscorp alcançar os 12 pontos.

O Recreativo do Libolo continua a demonstrar algumas dificuldades em manter bons resultados. Nesta ronda, a equipa treinada por Kito Ribeiro deslocou-se à casa do outro Recreativo (o da Cáala) e saiu derrotado do encontro: o conjunto da casa venceu por 2-0, com os golos a serem apontados por Deco e Careca, ambos na segunda parte. A equipa do Libolo somou assim a terceira derrota em sete jogos já realizados.

Nos restantes encontros, os resultados finais foram tangenciais: o Sagrada Esperança bateu em sua casa o 1.º de Maio de Benguela por 2-1, e o FC Casa Militar recebeu e venceu por 1-0 o Progresso do Sambizanga.

Para concluir, esta jornada foi um belo exemplo de que esta edição será bastante incerta até ao final, visto que o líder Interclube foi surpreendido em casa e assim sofreu a sua primeira derrota. Será interessante descobrir como é que a equipa do português Paulo Torres irá reagir a este duro golpe. Na próxima jornada, veremos se o Interclube tem estofo para se assumir como candidato ao título.

Foto de Capa: Girabola Zap

Jogo Limpo: Analise à 27.ª jornada da Primeira Liga

Semana tranquila na arbitragem portuguesa. Daquilo que tive oportunidade de ver achei apenas a arbitragem de Bruno Paixão, e do respetivo VAR, no GD Chaves – SC Braga, a menos satisfatória da semana.

O ponto mais negativo desta semana é, sem dúvida, o comportamento dos adeptos do sL Benfica no passado sábado em Santa Maria da Feira, colocaram em risco a integridade física do árbitro e dos próprios jogadores com o arremesso de engenhos pirotécnicos. Até quando teremos que continuar a assistir a estas cenas sem que hajam castigos exemplares para quem os comete? Para quando jogos à porta fechada no futebol português? Para quando interdição nos estádios portugueses dos adeptos que cometem este tipo de delinquência?

Motores chegam aos Açores

Apesar de alguns pilotos escolherem não participar no rali dos Açores, a emoção do Campeonato de Portugal de Ralis não irá descer. Novas máquinas e regressos são os aperitivos para mais uma edição do Azores Airlines Rally.

O tricampeão europeu, Kajetan Kajetanowicz é o grande ausente deste ano da edição do Azores Airlines Rally
Fonte: FIA ERC

O líder do CPR, Ricardo Moura é um dos favoritos à vitória na geral. Ao contrário do que se previa, o açoriano não irá correr de Ford Fiesta R5 (viatura que tinha adquirido recentemente), mas de Skoda Fabia R5, viatura semelhante à de Bruno Magalhães, outro dos candidatos à vitória à geral. O russo Alexey Lukyanuk, em Ford Fiesta R5 é outro dos candidatos à vitória. De notar a ausência do campeão europeu em título, Kajetan Kajetanowicz.

Em termos de campeonato português, estarão ausentes da prova açoriana Miguel Barbosa, Armindo Araújo, Pedro Meireles entre outros. Mas os que estarão prometem espetáculo. Dos que cá estão, José Pedro Fontes parece-me o candidato mais forte a conseguir o segundo lugar, mas não podemos descartar o piloto local Luís Miguel Rego e o espetacular Ricardo Teodósio. O campeão nacional, Carlos Vieira também parece estar a sentir-se cada vez mais à vontade com o Hyundai i20 R5, tendo nos testes de segunda-feira mostrado que está na região para conseguir um pódio.

Bernardo Sousa venceu o Azores Airlines Rally em 2014

Regressa o campeão nacional de 2010, Bernardo Sousa, ao volante de um Citroen DS3 R5 da equipa Play/AutoAçoreana Racing Team. Depois de cerca de dois anos de ausência, Sousa irá correr a tempo inteiro no Campeonato dos Açores de Ralis, e claro, estamos todos curiosos para ver o seu ritmo. É mais um regresso aos ralis muito esperado pelos aficionados da modalidade. Os pilotos que deram o lugar a Bernardo Sousa, os irmãos Rodrigues, irão correr com um Peugeot 208 R2, na categoria ERC2.

O Azores Airlines Rally começa hoje com a especial espetáculo noturna na cidade de Ponta Delgada. Estão reunidas todas as condições para uma excelente segunda prova do CPR.

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting 

Ainda vamos ter saudades de Roger e Serena

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Atualmente, vivemos uma situação que desperta sentimentos contraditórios entre os amantes do ténis. Por um lado, observamos muitos e bons talentos da nova geração a surgirem e a lutarem com os melhores da atualidade, tanto no circuito ATP como no WTA. A mais recente campeã de um dos torneios mais importantes do ano (Naomi Osaka), por exemplo, tem apenas 20 anos, assim como a sua adversária na final (Daria Kasaktina).

Na parte masculina temos o germânico Alexander Zverev entre os melhores do mundo, Dominic Thiem (apesar de ter 24 anos, ainda pode progredir mais no ranking e melhorar o seu máximo de carreira, que é o quarto – atualmente está em sétimo lugar), Nick Kyrgios, Denis Shapovalov, Felix Auger-Aliassime, Stefanos Tsitsipas, Alex de Minaur, entre muitos outros bons valores. No entanto, creio que irá haver um “vazio” difícil de ocupar quando o suíço Roger Federer e a norte-americana Serena Williams abandonarem as suas respetivas carreiras tenísticas.

Algo muito natural, pois estamos na presença de duas autênticas “lendas vivas” da modalidade. Atendendo às idades mais avançadas dos dois elementos em questão (ambos completam 37 anos em Agosto e Setembro, respetivamente) aproxima-se a hora do sempre doloroso adeus à competição oficial. Apesar de haver bons valores nos dois circuitos, nunca vão conseguir fazer esquecer estes dois “monstros” do ténis mundial, autênticos pesadelos para quem teve a infelicidade (ou o privilégio, depende da perspetiva) de os encontrar.

Tanto a magia do maestro suíço como a qualidade, força e garra da norte-americana são impossíveis de replicar pelo comum dos mortais, pelo que a sua ausência será muito notada quando eles decidirem deixar a competição. Falando um pouco do caso concreto de Federer, muita gente considera-o o melhor de todos os tempos e certamente que mesmo quem não concorde, facilmente o coloca num lote muito restrito de jogadores.

Para além de muitos outros recordes que o suíço bateu, é também o número um mais velho da história
Fonte: ATP Australian Open

Ele consegue aliar a qualidade dentro de campo a uma grande atitude e fair-play fora dele, reconhecendo sempre o mérito dos seus adversários quando ele sofre uma (rara) derrota.A Serena irá ter mais dificuldade em regressar a um nível próximo do que apresentava antes de ser mãe, mas também já se fazia o “funeral” do mágico Federer aquando da sua operação ao joelho e o certo é que, por enquanto, ele é o número um do ranking.

Quem o segue mais de perto é o espanhol Rafael Nadal, o rei da terra batida, um grande exemplo de tenacidade e superação, um atleta que se bate com lesões muito graves nos últimos tempos mas parece sempre voltar ainda mais forte!Os grandes campeões são assim, caem mas voltam ainda mais fortes (não é assim, Juan Martin Del Potro?).

Foto de Capa: ATP