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157 artigos

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António Barbosa: FC Porto B e Benfica B. O impacto das equipas da formação

Um dos fundamentos da criação das equipas B passa pela intenção de dar maior espaço competitivo ao talento que os clubes portugueses desenvolvem na sua formação, bem como a jovens promessas que estão a surgir em diferentes competições, mas que por diversos motivos, devido ao momento específico seu crescimento, aí encontram o contexto mais adequado para evoluírem e assim chegarem mais capazes às equipas principais. Das equipas B que iniciaram seu percurso na segunda liga, apenas duas ainda persistem: o FC Porto e o Benfica. No FC Porto, contabilizando os jogadores que fizeram parte dos trabalhos da equipa A esta temporada, 15 elementos tiveram presença contínua na academia do clube. Procurando expressar o impacto que a formação tem na equipa principal, em particular no que se refere às zonas de campo mais utilizadas durante a presente época, o setor ofensivo contou com um total de utilização de 4533 minutos, com grande participação de Galeno e Francisco Conceição. Por outro lado, o setor menor representado foi meio-campo, que contou com 214 minutos de utilização de jogadores saídos da formação do FC Porto. 

Redação BnR · 4 min de leitura
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Sporting

Luís Gonçalves: O papel dos pontas de lança em equipas que jogam para o título

Qualquer equipa que queira ser campeã, em qualquer competição, deve ter pontas-de-lança ou avançados, se preferirem, finalizadores. Saber “jogar na área”, dominando os espaços e os “timings” necessários para uma eficaz finalização fazem a diferença. Será esta a única característica de um bom ponta-de-lança? Evidentemente que não. Um ponta-de-lança tem de ser forte no jogo aéreo, ter uma boa orientação espaço-temporal que lhe permita jogar com pouco espaço, fruto das marcações individuais dos adversários diretos, boa velocidade de execução (sem espaço não há tempo), controlo emocional para manter a “frieza” e ser eficaz na tomada de decisão, mas ao mesmo tempo ser rápido e “explosivo”, demonstrando a capacidade de atacar a profundidade se o jogo o exigir e a ideia de jogo do treinador também. Deverá ser capaz de se posicionar para receber a bola, fomentar oportunidades de finalização e atrair defesas para criar espaços para os colegas de equipa. Muitas vezes será o primeiro homem da pressão, quando a sua equipa não tem bola, assumindo ação importante no momento da perda da bola, ajudando a uma transição defensiva mais efetiva.

Redação BnR · 2 min de leitura
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FC Porto

Finalmente um diretor-desportivo no FC Porto

A estrutura do FC Porto nunca valorizou o cargo de drretor-desportivo e só com Antero Henrique essa função ganhou, através da sua competência, alguma notoriedade. Um clube demasiado presidencialista que acaba “por secar” quem rodeia o Presidente ou quem começa a ganhar algum protagonismo. Depois da saída de Antero Henrique a função de diretor-desportivo ficou num limbo e foi sendo desempenhada por Luís Gonçalves e, mais recentemente também, por Vítor Baia, mas sem que ambos sejam identificados como tal e, já agora sem, na minha opinião, competências para tal.

Luís Coelho · 2 min de leitura
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Segunda Liga

António Barbosa: Liga 2 – A luta pela subida de diferentes formas

Análise à capacidade defensiva do Santa Clara, à eficiência (de nível mundial) do AVS nas bolas paradas, ou ao ataque patenteado pelo Nacional da Madeira. Eis as pistas para descodificar as equipas – e as abordagens distintas – das equipas que melhor se posicionam na luta pelo acesso à Liga 1. O Santa Clara (GR + 5 + 4 + 1) posiciona-se no setor médio com duas linhas muito compactas, fechando o espaço entre a linha defensiva e a linha média, abordagem aliada a uma grande dinâmica, em resultado de uma forte capacidade de gerar basculações e coberturas. A pressão ao jogo dos adversários começa com uma defesa implementada logo no setor médio ofensivo, aplicando indicadores de subida da linha defensiva. A equipa acrescenta uma forte capacidade defensiva individual, que se comprova pelo número de duelos e desarmes ganhos pelos seus jogadores, que potenciam a qualidade do posicionamento inicial, e a antecipação posicional, permitindo disputar muitos lances atacando a bola de frente.  Quando no setor defensivo, a equipa consegue travar muitas das ações de tentativa de chegada à sua baliza, impossibilitando situações de remate e de último passe, o que leva a reduzir o  número de intervenções do guarda-redes. O elevado rigor tático e compromisso defensivo transforma o Santa Clara na equipa que concede menos situações de perigo na sua baliza. E a velocidade com que realiza as transições ofensivas permite que consiga chegar rapidamente à baliza adversária.

Redação BnR · 4 min de leitura
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Tribuna VIP

Os pecados de Roger Schmidt

Os mares estão agitados pela Luz e o centro do tsunami é Roger Schmidt. O treinador alemão cometeu, na minha opinião, diversos erros desde o início da época. A estrutura e as dinâmicas estavam montadas e, apesar das saídas de Grimaldo e Gonçalo Ramos, peças preponderantes, as mudanças deviam ser mínimas, principalmente numa fase inicial da época. Mas Roger Schmidt cedeu aos nomes e valores das transferências e as transformações no onze foram mais profundas e a equipa nunca mais se encontrou. Podemos também dizer que o planeamento não foi o melhor até porque, por exemplo, Arthur Cabral e Jurásek estão longe de ter características parecidas com Gonçalo Ramos e Grimaldo, respetivamente. Mas a pergunta que eu deixo é a seguinte: Não seria mais adequado mudar apenas dois jogadores, com “substituições diretas”, e com o tempo ir ajustando e introduzindo as restantes contratações? Parece-me claramente que sim, mas os nomes, por exemplo, de Di Maria e Kokçu falaram mais alto e entraram diretamente para o onze e, com isso, as mudanças foram mais profundas e complexas. Além de tudo isto, alguns dos jogadores nunca tiveram a oportunidade de ter uma sequência de jogos significativa, mesmo que com exibições menos conseguidas, para que a confiança e as rotinas fossem adquiridas.

Luís Coelho · 2 min de leitura
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Seleção Nacional

Queremos voltar a vencer o Europeu ou não?

Portugal volta a estar presente num Europeu de Futebol. 10 jogos, 10 vitórias, 36 golos marcados, apenas dois sofridos na fase de qualificação. Acho que já todos vimos estes números, são fantásticos, muitos recordes batidos e nunca ninguém viu a nossa seleção fazer uma qualificação tão perfeita. Tudo certíssimo. Porém, o que mais me surpreendeu foi ver Portugal a experimentar vários sistemas táticos, apostar em diversas variações e a manter sempre uma consistência no seu futebol. Para além da consistência, o compromisso dos jogadores, algo que, por vezes, foi notório que não existia. Mesmo nestes últimos dois jogos com Liechtenstein e Islândia, vimos situações de enorme compromisso defensivo da equipa e isso não era tão comum. Mérito total dos jogadores, do selecionador e da sua equipa técnica. Agora, vem a parte mais complexa. Começa tudo do zero e esse tem sido um problema. Quando o Europeu na Alemanha começar a 14 de junho, alguém se vai lembrar desta fase de qualificação? Muito poucos, porque muitas coisas podem mudar até lá e esse desafio mental deve ser o próximo passo de Roberto Martínez. Aliás, o desafio mental não deve ser só focado naquilo que foi feito agora, mas também nas últimas fases finais de Portugal. Será que já aprendemos com os erros da derrota com Marrocos no Catar? Será que aprendemos com os erros defensivos frente à Alemanha e Bélgica no Europeu 2020? Será que estamos mais preparados mentalmente e, talvez o mais importante, emocionalmente para uma fase final? Será que vamos voltar a sacrificar jogadores que não estão a 100% só para apresentarmos o "melhor onze"?

Pedro Afonso · 2 min de leitura
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La Liga

Te quiero, LaLiga!

Não são raras as vezes que me fazem esta pergunta sobre a La Liga: “Tu gostas mesmo da liga espanhola, não gostas?”. A resposta é óbvia pelo título deste artigo, mas também é dada sempre que tenho oportunidade de fazer a narração do campeonato de nuestros hermanos. A cada jogo há um conjunto de informações que, quando dou por mim, já me levaram mais uma hora de preparação do que tinha previsto e a página do caderno volta a ficar totalmente preenchida. Mas, afinal de contas, que razões existem para esta paixão? Ponto prévio, sei que neste momento a La Liga não está ao nível da Premier League, como já esteve, muito por culpa das diferenças financeiras entre as duas realidades. Mas tem algo de especial, de diferente, por vezes até difícil de explicar. Há uns tempos, conversava sobre isso mesmo com o Alexandre Afonso. Ele sente o mesmo. Dizia-me o Alex que um dos encantos que encontra está na fonética das palavras, dos nomes como Martinez, Fernández, Gonzalez e outros do género. Será uma das razões, sem dúvida.

Pedro Castelo · 4 min de leitura
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Seleção Nacional

A alegria (e a responsabilidade) da Seleção Nacional

A Seleção Nacional qualificou-se de forma irrepreensível para o Euro 2024, ainda com três jogos por disputar, mas não é apenas essa qualificação imaculada que nos dá legítimas margens, a nós portugueses, de exigirmos um título à mistura de gerações que fazem das nossa seleção uma das grandes candidatas ao título europeu no próximo ano. Neste apuramento, vimos uma seleção sem rasgo em determinados jogos e uma seleção cheia de alegria e dinâmica noutros. Sim, os adversários não eram de peso, mas os números da qualificação são: 27 golos marcados, dois sofridos. E ainda faltam três jogos. Tivemos competência, seriedade e, a espaços, muita qualidade. Vejo nesta seleção uma alegria em campo que me dá boas sensações. Vejo jogadores como Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Rafael Leão, ou João Cancelo, mais confiantes, mais soltos, e, sobretudo, mais sincronizados e ligados entre si. Todos são jogadores de topo que têm de aparecer ao mais alto nível na fase final.

João Pedro Óca · 3 min de leitura
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Tribuna VIP

O Salvador da semana mora em Braga (e não é aquele em quem estão a pensar…)

A jornada europeia só trouxe uma vitória (e épica) para as equipas portuguesas e algumas coisas para refletir. Foi o primeiro a entrar em campo e logo o mais certeiro. Na segunda jornada das fases de grupos das competições europeias, o SC Braga salvou a honra do convento pontual português, com uma reviravolta extraordinária num lotado Olímpico de Berlim, frente a um Union em crise. O Salvador não desceu dos Céus, nem tão pouco da tribuna presidencial e tomou a forma divina a partir do banco de suplentes. André Castro tem jogado pouco neste arranque de temporada, mas surgiu perto da área alemã para desferir o heroico remate que valeu três pontos preciosos ao Braga na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Francisco Sousa · 5 min de leitura
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Tribuna VIP

Como vai ser o teu próximo verão?

O verão está a terminar. Tal como nos anos anteriores, voltamos às nossas rotinas, casa-trabalho-casa, 40 horas de trabalho semanal ou mais cinco dias de aulas, sempre a desejar que chegue depressa o fim de semana. Será assim a nossa contagem decrescente até às próximas férias. Pelo meio, vamo-nos entretendo com o futebol, as novelas e o RAP que está de volta para animar as nossas noites de domingo.  Porém, será que alguém começa já a planear o próximo verão? É que esse costuma ser sempre o nosso problema. Deixamos tudo para a última, marcamos aquelas férias duas semanas antes, quando já está tudo esgotado e ficamos furiosos por, mais uma vez, termos sido desorganizados. Depois disso, ou nos penitenciamos ou atribuímos a culpa a alguém por mais umas férias falhadas. 

Pedro Afonso · 1 min de leitura
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Tribuna VIP

O melhor será fecharmos para balanço

A rábula de um árbitro pegar no telefone para falar com o VAR e toda a polémica que daí se desenrolou, com o nosso campeonato a ser notícia um pouco por todo o lado e não pelas melhores razões, é o atingir de um cúmulo que muito dificilmente se consegue ultrapassar. Basta olharmos para a quantidade de “casos” em apenas quatro jornadas para facilmente chegarmos à conclusão de que alguém tem de fazer alguma coisa. Mas o quê? É a pergunta de um milhão de euros.

Pedro Castelo · 3 min de leitura
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Clubes Portugueses

FC Arouca com novo Top-5?

A época passada do FC Arouca foi brilhante, mas antevejo o mesmo sucesso para a época em curso. A estrutura do FC Arouca é pequena, mas é extremamente competente e profissional e, a forma como abordaram este mercado é mais uma prova disso. Diria mesmo que atendendo aos objetivos e dimensão foi, na minha opinião, o campeão do defeso. Percebe-se, e bem, que o mercado espanhol é um alvo prioritário e, como tal, chegaram ao clube vindos do país vizinho Jason Rameseiro, Miguel Puche e Cristo González aumentado assim o contingente espanhol no plantel para cinco jogadores. Três belas aquisições com destaque para Cristo González, que chegou a ser utilizado na principal equipa do Real Madrid, e que, na minha opinião, vai ser um grande destaque na Liga Portuguesa.

Luís Coelho · 2 min de leitura
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Clubes Portugueses

Vitória SC a construir o futuro

Os tempos não são fáceis na cidade berço, mas se existe clube e massa associativa com capacidade para reverter a situação é o Vitoria SC e os seus adeptos. O clube atravessa um período complicado, em termos financeiros, e toda a restruturação, colocada em marcha por esta direção, tem como base criar condições para que o futuro seja estável financeiramente. Algumas decisões não foram fáceis de tomar como, por exemplo, terminar com a equipa de sub-23, mas parece-me uma decisão perfeitamente justificada, até porque, existe uma equipa B para dar continuidade ao crescimento dos atletas saídos da formação.

Luís Coelho · 2 min de leitura
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Tribuna VIP

18 equipas, muitas lutas distintas: Vem aí a I Liga 2023/24

Menos de dois meses depois da emocionante disputa por penáltis no Estádio dos Barreiros, que confirmou o CF Estrela da Amadora como 18ª equipa da I Liga, vai-se iniciar mais uma edição do principal campeonato de futebol em Portugal. Serão 306 jogos (fase regular), com a expectativa inicial a diferenciar-se da ansiedade e sofrimento das jornadas finais (com muitos jogos grandes), em que boa parte das equipas jogarão de faca nos dentes para atingir (ou superar) os objetivos definidos ainda em Agosto. Este vai ser certamente um campeonato feito de muitas lutas diferentes. À cabeça, teremos a batalha pelo título, com quatro equipas a afigurarem-se como as mais fortes (Benfica, FC Porto, SC Braga e Sporting, seguindo a ordem classificativa da última temporada). No presente ano, apenas os dois primeiros seguirão para a Liga dos Campeões (e só o campeão de forma direta). Depois, virá a contenda pelos lugares europeus, habitualmente mais diversificada nos candidatos e nomes presentes, mas que deve ter como de costume o Vitória SC à cabeça. Como a luta pelo meio da tabela equivale ao andar por terras de ninguém, restam as aventuras da fuga à manutenção, num campeonato em que algumas equipas podem acusar a dificuldade do salto competitivo e outras podem ficar a lamentar a falta de reforços de luxo, pelas mais diferentes justificações.

Francisco Sousa · 23 min de leitura
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Uma janela de novas oportunidades e de novos mercados

O mercado de transferências já é um ecossistema isolado no futebol. Tem ganho uma enorme dimensão nos últimos anos e em 2023, ganhou um novo jogador: a Liga da Arábia Saudita. Durante o verão, as transferências já são um dos protagonistas da agenda mediática. De 10 em 10 minutos, é quase impossível não vermos uma confirmação ou um rumor de transferência nas redes sociais e na imprensa. Nesta altura do ano, assim que acordo e tomo o pequeno-almoço, vou logo passar rapidamente pela minha lista do Twitter chamada "Transferências" em que tenho órgãos de comunicação social e vários "fontanários" que me contam as novidades do dia. Às vezes penso: como é que há tantos jogadores e tantas transferências só num dia? Realmente, já é quase uma indústria à parte do futebol.

Redação BnR · 2 min de leitura
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O (muito) que já dá para ver deste Benfica

O onze do SL Benfica está praticamente definido: só falta saber quem joga ao lado de Kokçu e quem acompanha Di María e Rafa na frente. Dúvidas sobre Jurásek. E ainda há Morato… Já dá para perceber, apesar de ter feito apenas cinco jogos particulares, que este Benfica promete (muito?). Dizer que parece já mais forte do que o da época passada é, ao mesmo tempo, ousado e inoportuno, mas a perspetiva é a de que essa ideia se confirme logo no arranque da época, até porque a uma equipa campeã nacional juntaram-se dois reforços de enorme categoria. Kokçu e Di María não só acrescentam muita qualidade ao Benfica pós-Enzo Fernández – uma equipa mais frágil olhando para a época passada-, como já dão a entender que vão fazer a diferença em toda a época.

João Pedro Óca · 5 min de leitura
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