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E tu, que campeão queres?

É raro chegarmos a esta fase e só termos um campeão nos Big Five - o título do SSC Napoli é uma exceção por esse facto e pelo lado histórico -, mas a verdade é que o pós-Mundial nos trouxe essa realidade e as próximas semanas vão ser de emoções fortes. Quando o futebol parou a meio de novembro, muitos se questionaram: que campeonatos vamos ter depois do Campeonato do Mundo? Recuando até essa altura, tínhamos na liderança e com vantagem sobre o 2.º lugar, o Arsenal FC (+2 pontos), o FC Barcelona (+2 pontos), o FC Bayern (+4 pontos), o PSG (+5 pontos) e o SSC Napoli (+8 pontos). Em Portugal, o SL Benfica tinha oito pontos de avanço sobre o FC Porto.

Pedro Afonso · 2 min de leitura
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Mais um desafio para Vítor Pereira no CR Flamengo

E aí está o segundo objetivo da época para o Flamengo de Vítor Pereira: O Mundial de Clubes! Depois de perder a Supercopa do Brasil, primeiro objetivo da época, para o Palmeiras de Abel Ferreira, o Flamengo enfrenta os sauditas do Al-Hilal nas meias-finais da prova. Vítor Pereira chegou ao Flamengo de forma surpreendente e polémica, mas a pressão é gigante, até pelo facto de serem os atuais detentores da Libertadores e da Copa do Brasil. O início de época não tem sido brilhante e, apesar de não ser favorito neste Mundial de Clubes, a pressão para um bom desempenho é muito grande.

Luís Coelho · 2 min de leitura
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Dos diretos de Luis Enrique ao rosa choque no cabelo de Griezmann: comunique-se!

Durante o último Campeonato do Mundo assistimos a uma forma de comunicar diferente por parte de Luis Enrique. O agora ex-selecionador espanhol fez diretos online, com exceção dos dias de jogo, em que respondia a perguntas colocadas por quem estava a assistir a esses diretos. Os resultados desportivos não foram os esperados e o antigo treinador do Barcelona acabou por ver terminada a ligação à Real Federação Espanhola. Já perto do final do ano, surgiram várias notícias que davam conta do incómodo que os tais diretos online, quase diários, criaram junto dos responsáveis federativos. Circulou até a informação de que terão sido esses diretos que iniciaram o desenlace verificado após a eliminação da seleção espanhola, juntando-se aqui também o facto de Luis Enrique ter aparecido sempre, nesses momentos, com roupa própria e não com a roupa da seleção que estava a representar no Mundial. Resta dizer que, gostando a federação ou não, os diretos foram um sucesso de audiência.

Pedro Castelo · 2 min de leitura
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Uma sexta-feira de Last Dances no calor do Catar

A expressão “Last Dance” ficou imortalizada depois da série que retratava a última época de Michael Jordan nos Chicago Bulls – fazendo ao mesmo tempo uma retrospetiva sobre a carreira de um dos maiores basquetebolistas de sempre e já agora de uma das melhores equipas desportivas da história. A “última dança”, o “último grande momento”, o que lhe quiserem chamar, podem daqui para a frente ser expressões aplicadas aos derradeiros momentos das grandes estrelas nas mais diferentes modalidades e o futebol não será exceção, como prova o presente Campeonato do Mundo. Esta sexta-feira começam os quartos de final da maior competição de seleções do planeta e com dois jogos apaixonantes, que podem ditar o desfecho da carreira nas equipas nacionais de alguns dos maiores jogadores das últimas décadas. No Estádio Education City, Dejan Lovren, Ivan Perišić e sobretudo Luka Modrić podem vestir a camisola aos quadrados brancos e vermelhos da Croácia pela última vez num Mundial, no duelo com uma seleção canarinha na qual Thiago Silva (líder e figura de culto, aos 38 anos) pode também efetuar a despedida dos grandes palcos com a “camisa” do Escrete.

Francisco Sousa · 8 min de leitura
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Salvem o nosso Futebol

Ainda vamos em setembro e o futebol português já tem muito para contar: a jornalista Rita Latas levou com um processo de inquérito (felizmente já arquivado) por fazer uma pergunta fora do contexto do jogo numa flash-interview; todas as semanas existem acusações sobre a grande penalidade que foi ou não foi marcada, sobre o fora de jogo que existiu ou não existiu; depois há quem teime em encontrar bodes expiatórios para desviar as atenções após uma derrota; pelo meio temos tido a rábula das camisolas (ou falta delas) de clubes adversários na bancada e as provocações com crianças envolvidas no meio de tudo isto; voltou também a “alegria” por um resultado menos bom de um rival interno nas competições europeias; finalmente, as reações carregadas de “clubite aguda” ao anúncio de Rafa em relação à seleção nacional (não está aqui em causa essa decisão, completamente legítima, mas sim as reações). De tudo isto, salta à vista um ponto em comum: a cultura de ódio que está instalada no futebol português. E fica uma pergunta: isso beneficia quem? Por mais que tente, não consigo encontrar uma resposta para esta questão. E quem sai mais prejudicado? Parece-me bem mais fácil encontrar uma resposta: o futebol, na sua essência. Todos, sem exceção.

Pedro Castelo · 3 min de leitura
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