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WRC: Estreia na Estónia, vitória do piloto da casa

O campeonato de ralis do mundo ficou parado por um período de tempo devido à pandemia da COVID-19. A situação obrigou à restruturação do calendário de provas, o cancelamento de umas e o reagendamento de outras. A forma de garantir o regresso à competição foi esta reforma do WRC a nível estrutural, aliado à implementação das novas medidas de segurança tais como a realização de testes e a manutenção do distanciamento social.

O rali da Estónia inclui-se na reestruturação, não fosse esta a sua grande estreia na competição. Ganhou-a, de forma não surpreendente, o estónio Ott Tänak. A dupla (atual campeã mundial do WRC) (Ott Tänak e Martin Järveoja), a bordo do Hyundai i20 Coupé WRC, competindo em casa venceu o primeiro Rali da Estónia sendo que, para além de ser a primeira vitória no país, o piloto consagrou a vitória também em forma de estreia ao volante do carro que o acompanhou nas terras que tão bem conhece.

Numa prova com extensão de 871,89 km, o estónio não deu hipóteses aos adversários e, inclusie, o último dia de ações na Estônia não teve nenhuma grande disputa, já que Tänak e Breen tinham boa vantagem e as posições estavam garantidas. A sua excelente prestação enquanto piloto aliada ao facto de conhecer bem o terreno em que pisava, fez com que “saltasse” uns lugares no Mundial, de 5.º para 3.º, com 66 pontos, menos 13 pontos do que o francês Sébastien Ogier. Ogier acabou na 3.ª posição, a 26,9 segundos do vencedor e a 4,7 segundos do irlandês Craig Breen, da Hyundai. Craig Breen e Paul Nagle, que não disputam toda temporada, fizeram corretamente o papel de “escudos”, para não dar hipótese a Sébastien Ogier de tentar uma recuperação.

Ao terminar no último lugar do pódio, Ogier mantém a liderança do Mundial, com 79 pontos. Tanak, com a sua conquista nesta prova, ocupa a terceira posição campeonato, com 66 pontos. Destea forma, ao nível do campeonato: Ogier tem agora 79 pontos, mais nove que Elfyn Evans. Ott Tanak pulou para terceiro na tabela com 66, pontos, contra 55 de Rovanperä, e Neuville continua com os mesmos 45 que tinha antes desta prova.

Os destaques da primeira semana do US Open

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O US Open é o segundo Grand Slam do atual ano – em situação normal, é o quarto – e, apesar de faltar uma semana, a prova está repleta de surpresas! Ora, vejamos como está a ser o maior torneio de ténis dos Estados Unidos da América para os jogadores que fazem parte do ranking ATP.

PORTUGUESES SEM SORTE

Infelizmente, nenhum dos portugueses ultrapassou a primeira ronda do torneio. João Sousa e Pedro Sousa, os únicos portugueses na prova, perderam pelo mesmo resultado (3-1) para dois jogadores norte-americanos: Michael Mmoh e Mitchell Krueger, respetivamente.

Ora, apesar das eliminações precoces dos dois atletas portugueses, ambos vão jogar em torneios no decorrer da atual semana: João Sousa participará no ATP Kitzbuhel e Pedro Sousa jogará no Aix en Provence Challenge.

DESQUALIFICAÇÃO DE NOVAK DJOKOVIC

A primeira derrota oficial de Novak Djokovic em 2020 foi de uma maneira que quase ninguém acreditaria: desqualificação. O número 1 do ranking ATP foi desqualificado por ter acertado com uma bola numa das juízas da linha, após ter perdido o game 11 do primeiro set. Devido à derrota do sérvio, é garantido que o vencedor da prova terá o seu primeiro Grand Slam no seu currículo.

MELHOR JOGO ATÉ AO MOMENTO

Para mim, Stefanos Tsitsipas x Borna Coric foi o melhor jogo até ao momento.

Num jogo onde muitos estavam à espera do triunfo do melhor jogador grego da atualidade, especialmente quando estava a vencer no quarto set por 5-1, eis que surge o inesperado: Coric (jogador que aparece na foto de capa) respondeu bem aos seis match points de Tsitsipas e levou o jogo ao derradeiro quinto e último set, cujo terminou no tie break – o croata garantiu a vitória no seu segundo match point.

Resultado: Stefanos Tsitsipas 2-3 Borna Coric

Foto de Capa: US Open

Ntcham: O médio francês que volta a estar na rota do FC Porto

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Já começa a ser tradição ou costume ver o nome de Olivier Ntcham associado ao clube da invicta, uma vez que em quase todos os mercados o francês é notícia por ser alvo de interesse do FC Porto.

Para quem não o conhece ou para os mais distraídos, o possante médio gaulês atua no Celtic FC e joga preferencialmente a 8, sendo apelidado como “box to box”. Formado no Manchester City FC, Ntcham conseguiu encontrar a estabilidade do seu jogo no campeonato escocês e parece ser um médio que enche as medidas a Sérgio Conceição, ou seja, um futebolista com boa estampa física, um bom jogo de pés, forte na pressão e com golo, como atestam as suas últimas temporadas no campeão da Escócia. Desta forma, qualidades que tanto são associadas ao modelo de jogador que o treinador portista aprecia para um atleta atuar naquela zona do terreno.

O interesse do FC Porto já não é novo, uma vez que já esteve perto de fechar o jogador no verão passado, mas as altas exigências financeiras do emblema de Glasgow impossibilitaram haver “fumo branco” entre todas as partes. No entanto, o seu nome volta a ser conectado aos azuis e brancos e, desta vez, pela maior cadeia desportiva britânica, a “Sky Sports”, que vem revelar a intenção do Southampton FC em contar com o jogador, mas coloca um grande senão na conclusão do negócio, que é o interesse do Olympique de Lyon e do FC Porto.

A mesma fonte afirma que Ntcham parece decidido a deixar a Escócia para abraçar um novo desafio, desejando atuar numa liga com maior expressão e maior competitividade e este fator pode ser decisivo para conseguir um acordo mais vantajoso para o clube comprador.

Assim, neste momento, a compra do médio francês não parece ser prioritária, visto que os dragões contam com muitas opções para aquele lugar e não se perspetiva nenhuma saída a curti prazo. Contudo, a realizar-se seria uma compra com critério e positiva, uma vez que se trata de um médio com qualidade, jovem e com passado nas camadas jovens de França, pelo que desportivamente seria um bom cartão de visita. Por isso, claramente que a vir, seria para lutar pela titularidade.

O regresso do poder de fogo do ataque encarnado?

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Com a mais recente contratação de Darwin Núñez, a compra mais cara da história do SL Benfica e, simultaneamente, do futebol português, as águias contratam um ‘9’ que tenta escapar ao paradigma de fracasso de alguns dos últimos pontas de lança encarnados. Este fracasso não só tem sido revelador de uma diminuição de qualidade ao longo do tempo – neste caso, na frente de ataque -, mas também se verifica nos restantes setores do plantel e, num âmbito mais generalizado, do futebol português.

O exercício desta relação quantidade/qualidade é fácil de se fazer, ainda mais se recuarmos alguns anos: por exemplo, entre 2012 e 2014 o SL Benfica contava nas suas fileiras com pontas de lança como Óscar “Tacuara” Cardozo, Lima ou Rodrigo Moreno, todos eles com um registo de golos marcante, sobretudo o avançado paraguaio, atual melhor marcador estrangeiro da história do clube da Luz, com uma marca lendária de 166 golos, repartidos pelas sete temporadas em que vestiu a camisola encarnada. Lima ficou-se pelos 70 golos e Rodrigo com 45 termina este lote restrito.

No mesmo sentido, os três juntos custaram um valor que não atinge os 20 milhões de euros, algo que, na atualidade, o SL Benfica paga por um único ponta de lança. Obviamente, temos de ter a noção que o mercado mudou bastante nos últimos anos, com a inflação de preços, e que a posição de ponta de lança é aquela onde, predominantemente, ocorrem os maiores negócios, pelo facto dos golos se pagarem a preço de ouro. Contudo, este dado reflete também a assertividade que o SL Benfica possuía na aquisição de homens-golo e a capacidade de scouting do clube naquela altura.

Mais à frente, de 2015 a 2017, o SL Benfica voltou a juntar grandes nomes na frente de ataque que, devido a toda a sua qualidade, contribuíram para a conquista de vários títulos com inúmeros golos. Falamos de Jonas, Mitroglou e Raúl Jiménez.

Evidentemente, Jonas foi o nome mais sonante e com maior destaque no universo benfiquista, refletindo toda a sua capacidade de finalização (137 golos em cinco épocas, número ainda mais impressionantes se tivermos em conta as várias lesões e problemas físicos que o atormentaram), mas também o futebol bonito, qualidade técnica, visão de jogo, assistências e inteligência que deliciaram os adeptos encarnados. Já Kostas Mitroglou, em apenas duas temporadas, apontou 52 golos de águia ao peito. Raúl Jiménez, por sua vez, 31, ainda que na maioria das vezes com menos oportunidades no 11 inicial e, então, saindo do banco de suplentes, com golos decisivos que ajudaram o clube em várias vitórias fundamentais para a conquista de títulos.

Além destes avançados mencionados até ao momento terem sido vitais para os títulos nacionais que o SL Benfica foi juntando ao longo das épocas, é pertinente salientar que, no plano externo, também fizeram estragos e vítimas, com golos em competições como a Liga dos Campeões e a Liga Europa, em campanhas honrosas e prestigiantes para o SL Benfica.

Jonas e Mitroglou formavam uma dupla temível sob o comando de Rui Vitória
Fonte: SL Benfica

A partir daí, a qualidade na frente de ataque encarnada desceu consideravelmente. As contratações de Nicolás Castillo e Facundo Ferreyra, de quem os adeptos e responsáveis do clube esperavam muito, foram uma autêntica desilusão, tendo estes dois nomes somado o total de um único golo (Ferreyra no Bessa) ao serviço do SL Benfica.

Na época passada, a transferência de Raúl de Tomás voltou a gerar enormes expetativas, novamente falhadas pelos escassos três golos apontados pelo ponta de lança espanhol proveniente do Real Madrid CF, sendo que na Primeira Liga ficou em branco. Já Dyego Sousa, depois de épocas de vários golos ao serviço do SC Braga, chegou à Luz e não conseguiu fazer balançar as redes adversárias por uma única vez, sendo também ele uma transferência falhada.

Por outro lado, também é justo apontar contratações acertadas e com rendimento, como a de Carlos Vinícius, justificada pelos seus 24 golos na temporada transata (a primeira no SL Benfica) e o título de melhor marcador da Primeira Liga. Atualmente, a sua continuidade é ainda uma incógnita, mas julgo que, com o trabalho de Jorge Jesus, tem condições para evoluir, alcançar um número maior de golos em comparação com a época anterior e associar-se de forma diferente, mais envolvente e intensa na forma de jogar da equipa.

Já Haris Seferovic possui números interessantes (43 golos em três épocas de águia ao peito e, até, a conquista do prémio de melhor marcador da Primeira Liga 2018/2019), se bem que com uma taxa de eficácia muito reduzida quando comparada com outros nomes, o que deverá ser visto como mais um sinal do decréscimo de qualidade com o passar dos anos.

Assim sendo, veremos qual o futuro de Darwin Núñez no clube, com uma pressão extra pelos valores envolvidos, mas também pela menor qualidade nos últimos plantéis encarnados, repercutindo-se nalguma falta de golos nos homens que, em teoria, deveriam ser os responsáveis máximos por esse papel, especialmente pelos preços que custaram.

Ao mesmo tempo, há curiosidade em perceber o impacto não só nas competições nacionais, mas também na Europa, com adversários de maior dimensão e com uma qualidade superior para fazer frente à turma benfiquista orientada por Jorge Jesus, que busca o domínio a nível interno e uma afirmação com outro poder externamente, mais possível se o poder de fogo voltar ao ataque encarnado.

Roglic lidera após primeira semana do Tour

A 107.ª edição do Tour de France iniciou-se no dia 29 de agosto, na cidade de Nice. Após nove etapas, o líder da prova, no primeiro dia descanso, é o esloveno Primoz Roglic (Team Jumbo-Visma).

Começamos então o rescaldo da primeira semana. A primeira etapa teve partida e chegada em Nice, num trajeto de 156 quilómetros, numa chegada destinada para os sprinters. No final da etapa foi o norueguês Alexander Kristoff (UAE Team Emirates) a levantar os braços, o que até foi algo surpreendente ao sabermos os nomes da concorrência.

A etapa ficou marcada, acima de tudo, por inúmeras quedas, com vários ciclistas a sentirem o asfalto. Pavel Sivakov (Ineos), Caleb Ewan (Lotto-Soudal) e Miguel Ángel López (Astana) foram alguns dos corredores envolvidos em acidentes.

A equipa da Lotto Soudal foi das mais prejudicadas com as quedas, com a chegada fora do tempo limite de John Degenkolb e com a desistência da competição, devido a mazelas de queda, por parte de Philippe Gilbert. A Bahrain-Mclaren ficou privada de Rafael Valls, visto que o espanhol também caiu e fraturou o fémur, sendo levado para o hospital para cirurgia.

No segundo dia, foi a vez de um dos ciclistas mais acarinhados do Tour, falo de Julian Alaphilippe (Deceuninck-Quick Step), ter brilhado com a conquista da etapa e consequentemente a amarela. O francês atacou, numa das últimas dificuldades do dia, e levou consigo Marc Hirschi (Team Sunweb) e Adam Yates (Mitchelton-Scott). Alaphilippe foi o mais forte no final, batendo Hirschi ao sprint. No final, o ciclista da Deceuninck mostrou-se claramente emocionado, dedicando a vitória ao seu pai, que faleceu no mês de junho.

Alaphilippe passava assim para a liderança, com quatro segundos de diferença para Adam Yates, e com sete segundos para Hirschi.

Holanda 0-1 Itália : Liderança alimenta esperança italiana

A CRÓNICA: O GOLO DE ITÁLIA QUE RESUME A HISTÓRIA

Um dos jogos com maior destaque e com jogadores de alta intensidade em exibição, no entanto, o resumo é rápido e surge apenas um golo por parte da seleção nacional da Itália.

O golo reflete uma Itália intensiva, bem trabalhada e extremamente cuidadosa com a bola. Uma Holanda mais descuidada e preocupada essencialmente com a defesa da própria baliza, ao contrário da Holanda apresentada na edição anterior da Liga das Nações no ano de 2019.

Do lado adversário, é os apresentado uma Itália totalmente diferente, melhorada e com mais dinâmica a nível de jogo. Com esta comparação é de referir o desempenho da seleção italiana na última edição da Liga das Nações, onde a mesma não passou da frase de grupos.

Roberto Mancini apresenta uma equipa coesa e com bastante potencial para surpreender nas fases seguintes. A equipa do técnico italiano apresentou um cruzamento perfeitamente executado por Immobile e Nicolo Barella não pensa duas vezes em colocar a bola nas redes de Cillessen.

A grande oportunidade da Holanda surge aos 61’ com o remate fortíssimo de Memphis Depay, mas a bola acaba por ir à barra da baliza de Donnarumma.

Immobile ainda volta a tentar repetir o feito dos 46’ aos 68’, mas a bola sai junto ao poste direito da balizada da seleção da Holanda.

A história mantém-se em favor da Itália e a equipa arrecada pontos para subir a líder (embora pouco seguro com apenas um ponto de vantagem) do Grupo 1 desta edição da Liga das Nações.

A FIGURA

Immobile – Constante ao longo de todo o jogo, perfecionista com a bola nos pés e com imaginação levou a seleção italiana a líder do grupo com o seu cruzamento para o colega de equipa. Uma peça fundamental no jogo tático de Roberto Mancini.

O FORA DE JOGO

 

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Defesa da Seleção Holandesa – Apresentou falhas problemáticas ao longo de todo o jogo, descoordenada e pouco persistente quando confrontada com os avançados da seleção da equipa italiana.

ANÁLISE TÁTICA – HOLANDESA

A equipa gerida por Dwight Lodeweges apresentou um 4-3-3, com Chiellini a capitão e a conta com a dupla de Wijnaldum e Promes, juntamente com Depay mais avançado.

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

N. Ake (5)

J. Cillessen (6)

F. de Jong (8)

M. Depay (8)

M. de Roon (7)

H. Hateboer (6)

Q. Promes (9)

D. Van de Beek (5)

V. Van Dijk (6)

J. Veltman (7)

G. Wijnaldum (8)

SUBS UTILIZADOS

S. Bergwijn (7)

L. de Jong (7)

D. Dumfries (6)

ANÁLISE TÁTICA – ITÁLIA

A par do adversário, Roberto Mancini opta por um 4-3-3 com algumas alterações. Florenzi, Acerbi, Biraghi, Pellegrini, Sensi e Belotti ficam de fora das opções e são substituídos por novas opções mais sólidas e consistentes.

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

N. Barella (9)

L. Bonucci (8)

G. Chiellini (8)

D. D’Ambrosio (8)

G. Donnarumma (9)

Immobile (10)

L. Insigne (7)

Jorginho (9)

M. Locatelli (6)

L. Spinazzola (8)

N. Zaniolo (5)

SUBS UTILIZADOS

M. Kean (7)

F. Chiesa (6)

B. Cristante (7)

Obrigada, Dito!

Nunca lidamos bem com o desaparecimento de quem tanto tem para dar, ainda para mais quando nos é levado de repente. É sempre difícil de aceitar. Foi o que aconteceu esta semana, quando o mundo do futebol foi surpreendido pela morte prematura e súbita de Eduardo Cameselle Mendez, carinhosamente conhecido por Dito, no desporto-rei.

O futebol nacional perde uma referência e a nossa cidade de Barcelos chora por um dos filhos pródigos que maiores voos alcançou. Compete-me fazer uma derradeira homenagem a um conterrâneo que foi mais longe do que qualquer outro, que brilhou enquanto jogador, chegou a uma final europeia, foi capitão da selecção nacional; como treinador, ajudou a cimentar várias equipas que hoje brilham na Primeira Liga e já como Director-Geral para o futebol, foi um dos rostos da campanha sensacional do nosso Gil Vicente FC na temporada transacta. Dito tem uma história ímpar no futebol português; proponho-me a contá-la para nunca esquecermos o excelente ser humano e o centralão que foi. Da minha parte, enquanto barcelense e adepta de futebol, muito obrigada, Dito. Foi um prazer.

As 4 lacunas a reforçar no Vitória SC para a próxima época

Tiago Mendes é o novo técnico do Vitória SC e tem à sua disposição um plantel extenso e jovem. Se é verdade que os vitorianos têm recebido reforços muito interessantes para esta época, também é verdade que a grande maioria são jovens com potencial ainda por confirmar.

Nesse sentido, e tendo em conta que o Vitória SC necessita de equilibrar a juventude com a experiência, elencamos as cinco principais lacunas no plantel dos vimaranenses, que aponta baterias para melhorar o sétimo lugar conquistado na temporada passada.

Seleção sem Sporting, mas muito Sporting na Seleção (de Sub-21)…

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Os jogos internacionais estão de volta e, com isto, podemos voltar a ver a nossa seleção em ação. Confesso que tenho bastante gosto em ver Portugal a jogar e não o digo pelo futebol que jogamos ou por termos o melhor jogador do mundo: digo-o porque a seleção une o país em torno de algo que o representa! Assim sendo, sinto ainda mais orgulho em ver jogadores do Sporting CP a representar o meu país e o meu clube simultaneamente.

Mas, desta vez, aconteceu algo que me deixou um pouco desapontado: o Sporting não conseguiu “fornecer” nenhum jogador à seleção nacional, algo que só aconteceu (em jogos oficiais) duas vezes desde que o século XXI começou. Para piorar, estas duas vezes aconteceram nos últimos dois anos. Ainda me lembro-me do Euro 2016, em que o Sporting CP possuía o meio campo e a baliza da seleção que levantou o primeiro troféu internacional por Portugal.

Como é possível observar, nenhum jogador do Sporting está presente na convocatória de Fernando Santos e, a juntar à desilusão desta notícia, surgem alguns pontos negativos da inexistência de leões na seleção como o facto de se desperdiçar uma montra internacional ou o facto de se perder a oportunidade de dar experiência a muitos jogadores que necessitam da mesma para subir de patamar. Já para não falar na confiança que cresce sempre que o trabalho de um jogador é reconhecido pelo próprio selecionador nacional – e bem sabemos que a confiança é algo que falta nos jogadores do Sporting pelos mais variados motivos.

Fernando Santos, selecionador nacional, não optou por nenhum jogador do Sporting CP
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Assim, considero importante que o Sporting CP recomece a colocar jogadores na seleção até porque isso significaria que os jogadores estão a render no clube. No entanto, nem tudo está mal: oito são os jogadores do clube de Alvalade que irão representar a seleção nacional de sub-21. É um dado que me alegra bastante visto que é sinónimo de dizer que o Sporting CP possui jovens com muito potencial e que podem catapultar o clube para uma grandeza que tem faltado no panorama nacional e europeu.

Apesar de todos os problemas que o Sporting possa ter, a verdade é que a aposta na formação está de volta e, nesse aspeto, tenho de elogiar Rubén Amorim. O jovem treinador do Sporting CP tem coragem para lançar jovens e esta aposta está a dar resultados. Na sexta-feira passada, decorreu o Chipre 0-4 Portugal em sub-21 e Nuno Mendes contribuiu com duas assistências, sendo para muitos um dos melhores em campo.

Nuno Mendes tem brilhado pelo Sporting CP e não desapontou na seleção sub-21
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Na minha opinião e ignorando as discussões sobre quem é que contribuiu para o aparente sucesso da formação, este é o caminho que o Sporting CP tem de percorrer, ou seja, deve apostar nos jovens até porque numa altura como a atual, todos os clubes devem começar a valorizar os diamantes por lapidar que se encontram nas camadas jovens… no caso do Sporting CP, as motivações são ainda maiores visto que uma parte dos jogadores que compõem o plantel têm menos qualidade do que muitos jogadores da formação.

O futuro financeiro e desportivo do Sporting CP está, em grande parte, na mão destes jovens jogadores que, se forem bem aproveitados, podem dar muitas alegrias aos adeptos do Sporting CP e aos portugueses quando e se forem chamados para a seleção principal. O futuro pode estar mesmo assegurado…

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

5 jogadores suecos que Portugal deve ter em conta

Seguem-se os suecos. A primeira jornada da fase de grupos da Liga das Nações já lá vai e é tempo de agora olhar para o duelo que Portugal terá pela frente nesta segunda jornada da competição. Esta terça-feira, pelas 19:45, a seleção portuguesa tem encontro marcado com a Suécia em solo nórdico, onde tentará dar seguimento à boa prestação que realizou diante da Croácia.

É praticamente impossível falar de um Suécia-Portugal e não referir aquele jogo épico de acesso ao Mundial 2014, jogo esse que terminou com um triunfo da equipa das Quinas por 2-3 em Estocolmo (precisamente no estádio em que se realizará o jogo desta ronda), com um dos hat-tricks mais emocionantes de Cristiano Ronaldo. Contudo, esse não foi o último duelo entre as duas seleções. Num amigável disputado em 2017, a Suécia de Janne Andersson derrotou a equipa de Fernando Santos na Madeira, também por 2-3.

DEPOIS DO TRIUNFO DIANTE DA CROÁCIA, SEGUE-SE NOVO JOGO PARA A LIGA DAS NAÇÕES. JÁ COM CRISTIANO RONALDO, APOSTAS EM NOVO TRIUNFO? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Seja como for, desde esses jogos… muita coisa mudou – principalmente no que toca aos convocados de ambos os técnicos. Na antevisão a um novo encontro do Grupo 3 da Liga das Nações, apresentamos uma lista de cinco jogadores da seleção da Suécia que Portugal deve ter em conta no jogo desta terça-feira.